Igreja Católica pode canonizar 30 brasileiros mortos em confronto com protestantes; Entenda

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O arcebispo católico dom Jaime Vieira Rocha, responsável pela Arquidiocese de Natal (RN), enviou um pedido ao papa Francisco para que 30 brasileiros – 28 fiéis e dois padres – sejam canonizados de uma vez só.

Esses 30 católicos foram mortos durante um conflito religioso em 1645 nas cidades de Cunhaú e Uruaçu, no Rio Grande do Norte, por tropas a serviço dos holandeses, protestantes, que dominavam uma extensa área do estado de Pernambuco à época.

De acordo com dom Jaime, a canonização tem grandes chances de acontecer: “O papa manifestou interesse na canonização, que poderá ser feita por decreto, sem exigência de milagres, porque os mártires foram mortos por confessarem a fé católica”, disse, de acordo com informações do jornal O Estado de S. Paulo.

Esse grupo de 30 católicos já foram beatificados há quinze anos, pelo papa João Paulo II, durante uma cerimônia na Praça de São Pedro, no Vaticano.


Relatos históricos apontam para o fato de que o massacre foi executado por índios tapuias e potiguares, que atuavam com treinamento e comando das tropas holandesas. O comandante do grupamento era Jacob Rabbi, um alemão contratado pela Companhia das Índias Ocidentais Holandesas.

Como evento marcante da época, a história do caso virou alvo de pesquisa de dois museus diferentes: a Torre do Tombo, em Portugal, e o Museu de Ajax, na Holanda. “Segundo documentos sobre o episódio, os holandeses sob o comando de Jacob Rabbi ofereceram aos católicos a opção de salvar a vida, se eles se convertessem ao calvinismo [uma das vertentes do protestantismo], mas eles se recusaram”, afirmou o padre Júlio César Souza Cavalcante, da Arquidiocese de Natal.

Os dados existentes sobre o conflito são parciais, incompletos e contraditórios. O que historiadores admitem é que o massacre desencadeou uma revolta de brasileiros e portugueses contra os holandeses, o que ajudou na expulsão destes de Pernambuco.

Outro lado

De acordo com Danilo Fernandes, blogueiro editor do Genizah, o episódio é apresentado de forma parcial, ignorando relatos sobre os abusos que teriam sido cometidos pelos católicos.

“Há fontes discordantes sobre o episódio. Inclusive, centenas de índios convertidos à reforma terminaram martirizados com o fim do Brasil holandês. Índios potiguares ficaram ao lado dos holandeses porque ganharam liberdade e um status que não dispunham diante da Coroa Portuguesa. Receberam postos de liderança no Brasil holandês e conheceram o Evangelho. Passaram a servir em todos os campos, inclusive militar, e lutaram contra a resistência portuguesa, o que foi o caso presente. O Mackenzie tem boas obras sobre o Brasil holandês”, escreveu.

O conflito entre católicos e protestantes calvinistas não se resume ao massacre de Cunhaú e Uruaçu. Um missionário francês, chamado Jacques Le Balleur, que havia sido enviado ao Brasil por João Calvino em 1557, para difundir a fé protestante.

Balleur celebrou o primeiro culto evangélico do Brasil em 10 de Março de 1557, e a primeira Ceia Memorial no dia 21 do mesmo mês. O missionário enfrentou a resistência de padres jesuítas, o que terminou com sua prisão dois anos depois.

Já em 1567, após oito anos de torturas na prisão, o governador-geral do Brasil à época, Mem de Sá, condenou Le Balleur à morte por confessar o cristianismo protestante.

A execução do missionário aconteceu na presença do padre espanhol José de Anchieta, fundador da cidade de São Paulo e canonizado pela Igreja Católica em 2014.

Anchieta teria ficado incomodado com a falta de convicção do carrasco em tirar a vida do missionário, já que este não havia praticado crime algum, segundo o ex-padre Aníbal Pereira dos Reis escreveu no livro “O Santo que Anchieta Matou”.

Para pôr fim à situação, Anchieta teria tomado à frente do carrasco e decidido dar cabo da vida do missionário ele próprio: “E porque o carrasco, talvez condoído, sem coragem de apressar a morte da vítima inocente, ele mesmo, José de Anchieta, acaba de matá-lo, dizendo, ufano, ao carrasco acovardado: ‘Eis aí como se mata um homem!’“, afirmou André Heullard, católico, de acordo com informações do Holofote.net.

46 COMENTÁRIOS

  1. Sendo assim do lado protestante tem muito mais santos do quer do lado catolico,eita povo que gosta de santo,vai gostar de santo assim la na igreja catolica sô.
    E a indústria das imagens agradece,mais 30 modelos novos para levar a fôrma,mais como vão saber o rosto de cada um?tem foto deles? Mais eu acho que o mais importante para eles é fazer as imagens e ponto.

        • Isto aí lucianta ., já começou o estado evanjelgue, veja o chefe dos evanjegues em Brasília o ku cunha ., mas o juiz de. Sérgio mouro e o ministério público já tá de olhos abertos no estado evanjegue., e a cadeia tá de portas abertas.,kkkk

          • Janete,

            O estado islâmico aprendeu tudo com o estado católico.

            Não se faça de desentendida não. O que os do islão vem fazendo é uma segunda santa inquisição.

            Peça a Deus, Ele dá luz, entendimento, sabedoria, conquanto poder de distinção de alho de bugalho. Na verdade, de alho de alho, pois tudo da mesma panela, das mesmas práticas:mortes, destruição em massa dos outros povos, desrespeito com os outros a ponto de chamar os ocidentais de infiíes, coisa que vocês fazem nas missas contra todos que não sejam católicos. A besta dando poder a outra besta, etá visão de dois mil anos atrás se cumprindo na íntegra, as duas irmãs do mal.

  2. Sabemos que os protestantes no período da colonização quiseram impor suas heresias a força aos indígenas brasileiros ., e quem se opunha as suas heresias eles matavam sob o julgo de acusarem os católicos de idólatras ., inclusive os protestantes afundaram navios com missionários ., padres portugueses na baia de salvador.,.afogando os jesuítas da companhia de Jesus.,atirando os ao mar vivos.,

    Este é a lei protestantes que impuseram aos católicos no século xv no Brasil.,

    Que a santa igreja católica não esqueça dos seus mártires que resistiram as heresias dos holandeses em terras brasileiras ., e que sejam exemplo aos homens de boa vontade.,

    Inclusive ainda estão matando os católicos na selva amazônica , e o caso da missionária Dora steing., que por defender a Amazônia e os camponeses , foi morta a tiros pelo fazendeiro herege .

    Sabemos que a pastoral da Terra , órgão da igreja católica está sendo ameaçada pelos fazendeiros poderosos em toda a região amazônica .,

    Estes fazendeiros hereges estão acabando com a natureza e dizimando as áreas indígenas ., os missionários católicos estão sofrendo ameaças e sendo amedrontados pelos grileiro e capatazes côvados armados até os dentes e matando os padres e freiras ainda hoje.,.

    Isto os nossos bispos e cardeais devem denunciar e sim deixar ao santo padre a par desta situação.,
    Já que nossos deputados estão acumunados com a bancada ruralista e a banda podre do congresso., que peRmite o desmatamentos e invasão das terras indígenas.

    Só neste ano de 2105 já foram derrubadas mais de 265 milhões de árvores só na região amazônica., a grande maioria em terras indígenas segundo o INPe ., e pastoral da Terra .orgao da igreja católica.

    Estão dizimando os animais e a floresta e ninguém no Brasil denúncia a não ser a igreja católica .,.

    E quando chega estas denúncia no congresso a bancada ruralista, infestada de políticos corruptos evanjegues inclusive o chefe Eduardo ku cunha da assembleia de Deus , acusado pelo ministério público de receber grana para criar pautas espúrias a fim de defender interesses próprios . Os nossos deputados ,nada fazem pois se fazem de indiferentes aos índios indefesos.,.e a natureza que grita por justiça a cada árvore que cai , a cada queimada criminosa ., a cada rio que é poluído , a cada peixe que morre pelo veneno dos garimpos uma vergonha , por que será , hein aí rola muita grana.,

    O campo está infestado de jagunços armados até os dentes , contratados pelos fazendeiros criminososhereges , uma terra sem lei , onde a violência domina ., principalmente no estado do acre.,.

    A igreja denúncia , manda seus missionários e eles matam assim com a freira missionária Dora Staling. Que foi fuzilada em emboscada e o fazendeiro mandante nada sofreu até agora.,

    Uma pergunta cadê o exército brasileiro ., cadê o ibama., cadê o ministro do meio ambiente., todos ficam na seus gabinetes ., assinando papéis e se fazendo de cegos , enquanto a natureza agoniza.,

    Anda da tempo de fazermos algo., espero que os cardeais e bispos católicos coloquem todas estas questões na luz da verdade é que o santo padre fique sim sabend desta vergonha brasileira e as denuncie a O N U.

    Paz e bem

  3. Os evangélicos não tem moral pra falar da ICAR, eles também tem seus santos (Silas Malafaia; Eduardo Cunha; Feliciano; Aline Barros; Ana Paula Valadão entres outros), eles tem inveja dos católicos porque os santos deles não podem ser canonizados! kkk

  4. HÁ CONTROVERSIAS NOS DOIS PONTOS. A IGREJA IA CANONIZAR UM SANTO SE TIVESSE PECADOS TÃO GRAVES ? NÃO CREIO VISTO QUE O PROCESSO DE CANONIZAÇÃO É MUITO RIGIDO . VC TEM VARIAS PESSOAS QUE FAZEM O PAPEL DE ACUSAR O POSSIVEL SANTO ANTES DA CANONIZAÇÃO

  5. Isso prova que o ESPIRITO QUE DIREIGE Igreja Católica não mudou.

    Esses católicos eram tão assassinos como os holandeses!

    Eles foram lá para MATAR! Morrerem!

    Ainda bem que eles serão canonizados “por morerem pela fé Católica”, que nada tem a ver com a Fé Cristã.

    Imagine, se eles não morressem, teriam matado seres humanos!

    Agora “eles” serão canonizados. Eles não, seus nomes.

    Agora imagine, eles foram e estão no inferno e sendo considerados “santos milagreiros” católicos!!! Certamente os espíritos de demônios que estarão atrás de cada imagem desses “santos” é quem farão milagres. Pura loucura católica.

    Esse pessoal é Cristão!!! Jamais! Onde Pedro, Paulo, ou os cristãos primitivos mataram alguém em “nome da fé”?

    Veja quão nojenta é doutrina católica e os católicos não percebem!!!

    Bem, o pior cego é aquele que se recusa a ver!!!

    • Em 1525 os protestantes saquearam e incendiaram os mosteiros católicos e assassinaram a maioria?
      Você Sabia que o reformador calvinista era intolerante com os pensadores da época, e mandava para a fogueira, como por exemplo: O sábio e médico Michel Servet, que descobrira a circulação do sangue?

    • VOCÊ SABIA QUE ATÉ CRIANÇAS CATÓLICAS ERAM QUEIMADAS PELOS PROTESTANTES ?

      1)- No ano 1670, na Suécia, houve um processo deplorável: Como conseqüência das declarações, arrancadas pelas interrogações feitas pelos teólogos protestantes, foram queimadas 70 mulheres, açoitadas mais 56, queimadas 15 crianças que já tinham chegado aos 16 anos e outras 40 foram açoitadas
      .
      2)- Agora os protestantes têem aqui reunidos, grande parte dos números de mortes, nomes e documentos, para a própria cruel“inquisição” de seus tribunais, que tanto omitem. E isso não é tudo.

      3)- Atacado por um diabólico ódio racial, Lutero antes de sua morte, lançou o panfleto “Contra os judeus e as suas mentiras.” onde pregava aos alemães, toda sorte de desumanidade contra os judeus, culminando no holocausto nazista. Esta obra, está reproduzida na “História do anti-semitismo”, de Leon Poliakov.

      4)- Dia 6 de maio de 1527, quando saquearam Roma, cerca de quarenta mil homens espalharam na Cidade Eterna o terror, a violência e a morte. Eram seis mil espanhóis, quatorze mil italianos e vinte mil alemães, quase todos luteranos, esses últimos, indivíduos perversos, gananciosos, desprovidos de qualquer escrúpulo. Gritavam: ”Viva Lutero, nosso papa!!!”. Ávidos, incansáveis na busca das riquezas, dos despojos do inimigo, os lanquenetes luteranos e os outros invasores assaltaram, estupraram, saquearam, incendiaram, trucidaram, arrebentaram as suas vítimas, jogaram crianças pelas janelas ou as esmagaram contra as paredes. Grande parte da população foi dizimada. Conforme disse Maurice Andrieux, esse ataque a Roma “superou em atrocidade todas as tragédias da História”, até mesmo a destruição de Jerusalém e a tomada de Constantinopla.

      5)- E no Brasil? Encontra-se facilmente nas enciclopédias que, os protestantes calvinistas em 15 de julho de 1570, mataram 40 jesuítas, entre eles Inácio de Azevedo, morto a CUTILADAS (golpe de espada) quando, segurando num quadro da Virgem Maria, animava a tripulação a resistir ao ataque protestante, que degolou a todos, (Enc. Microsoft Encarta 99, verbete: “Inácio de Azevedo, beato”).

      6)- Todo esse genocídio com requintes de crueldade, parece encontrar doce justificativa nas palavras de Lutero, pai do protestantismo do “somente a fé:“Seja um pecador e peque fortemente, mas creia e se alegre em Cristo mais fortemente ainda… Se estamos aqui (neste mundo) devemos pecar… Pecado algum nos separará do Cordeiro, mesmo praticando fornicação e assassinatos milhares de vezes ao dia”. (Carta a Melanchthon, 1 de agosto de 1521 (American Edition, Luther’s Works, vol. 48, pp. 281-82, editado por H. Lehmann, Fortress, 1963).

      7)- O próprio Rui Barbosa quando principiante inexperiente, traduziu “O Papa e o Concílio” uma obra de um deles, do Doelling, e se arrependeu mais tarde, proibindo no prefácio a publicação da mesma, pelas calúnias apaixonadas. Dizia mais tarde Rui Barbosa, quando maduro e experiente:“Estudei todas as religiões do mundo e cheguei a seguinte conclusão: religião ou a Católica ou nenhuma.” (Livro Oriente, Carlos Mariano de M. Santos (1998-2004) artigo 5º).

    • – Registre-se o massacre dos monges da Abadia de São Bernardo de Brémen, no séc. XVI: os monges foram assassinados ou desfolados, atirando-lhes sal na carne viva, sendo a seguir pendurados no campanário por bandos protestantes.
      – Seis monges cartuxos e o bispo de Rochester, na Inglaterra protestante, foram enforcados em 1535.
      – Henrique VIII mandou queimar milhares de católicos e anabatistas no séc. XVI (mas foi sua filha católica, Maria, que acabou recebendo o título de “Maria, a sanguinária”!).
      – João Servet, o descobridor da circulação do sangue, foi queimado em Genebra, por ordem de Calvino (porém, é comum se recordar apenas do “caso Galileu”, o qual NÃO foi justiçado!).
      – Quando Henrique VIII iniciou a perseguição protestante contra os católicos, existiam mais de 1.000 (mil) monges dominicanos na Irlanda, dos quais apenas 02 (DOIS) sobreviveram à perseguição.
      – Na época da imperadora protestante Isabel, cerca de 800 (oitocentos) católicos eram assassinados por ano.
      – O historiador protestante Henry Hallam afirma: “A tortura e a execução dos jesuítas no reinado de Isabel Tudor foram caracterizadas pela selvageria e o dano [físico]”.
      – Um ato do Parlamento inglês decretou, em 1652, que: “Cada sacerdote romano deve ser pendurado, decapitado e esquartejado; a seguir, deve ser queimado e sua cabeça exposta em um poste em local público”.
      – Na Alemanha luterana, os anabatistas eram cozidos em sacos e atirados nos rios.
      – Na Escócia presbiteriana de John Fox, durante um período de seis anos, foram queimadas mais de 1.000 (mil) mulheres acusadas de feitiçaria.
      – Nas cidades conquistadas pelo “Protestantismo”, os católicos tinham que abandoná-las, deixando nelas todas as suas posses ou então converter-se ao Protestantismo; se fossem descobertos celebrando a Missa, eram apenados com a morte.
      É um mito a afirmação de que a prática da tortura foi uma arma católica na Inquisição. Janssen, um escritor desse período, cita uma testemunha que afirma:
      “O teólogo protestante Meyfart descreve a tortura que ele mesmo presenciou: ‘Um espanhol e um italiano foram os que sofreram esta bestialidade e brutalidade. Nos países católicos não se condena um assassino, um incestuoso ou um adúltero a mais de uma hora de tortura. Porém, na Alemanha [protestante] a tortura é mantida por um dia e uma noite inteira; às vezes, até por dois dias (…); outras vezes, até por quatro dias e, após isto, é novamente iniciada (…) Esta é uma história exata e horrível, que não pude presenciar sem também me estremecer”.
      O mesmo Janssem nos fornece este outro dado:
      “Em Augsburgo, na Alemanha, no ano 1528, cerca de 170 anabatistas de ambos os sexos foram aprisionados por ordem do Poder Público. Muitos deles foram queimados vivos; outros foram marcados com ferro em brasa nas bochechas ou suas línguas foram cortadas. [Ainda] em Augsburgo, no dia 18 de janeiro de 1537, o Conselho Municipal publicou um decreto em que se proibia o culto católico e se estabelecia o prazo de 8 dias para que os católicos abandonassem a cidade; ao término desse prazo, soldados passaram a perseguir os que não aceitaram a nova fé. Igrejas e mosteiros foram profanados, derrubando-lhes as imagens e os altares; o patrimônio artístico-cultural foi saqueado, queimado e destruído”.
      Frankfurt, também na Alemanha, emitiu uma lei semelhante e a total suspensão do culto católico foi estendida a todos os estados alemães (e depois se tacha a Igreja Católica de intransigente!).
      – Em 1530, em seus “Comentários ao Salmo 80”, Lutero aconselhava aos governantes que aplicassem a pena de morte a todos os hereges.
      – No distrito de Thorgau (Suiça), um missionário zwingliano, liderando um bando protestante, saqueou, massacrou e destruiu o mosteiro local, inclusive a sua biblioteca e o acervo artístico-cultural.
      – Erasmo [de Roterdan] ficou aterrorizado ao ver fiéis piedosos excitados por seus pregadores protestantes: “[Eles] saem da igreja como possessos [do demônio], com a ira e a raiva pintadas no rosto, como guerreiros animados por um general”. O mesmo Erasmo comenta em uma carta que escreveu para Pirkheimer: “Os ferreiros e operários arrancaram as pinturas das igrejas e lançaram insultos contra as imagens dos santos e até mesmo contra o crucifixo (…) Não restou nenhuma imagem nas igrejas nem nos mosteiros (…) Tudo o que podia ser queimado foi lançado ao fogo e o restante foi reduzido a cacos. Nada se salvou”.
      Assim, o Protestantismo destruiu parte do patrimônio cultural europeu, que era protegido e aumentado pelos monges e fiéis católicos.
      – Na Zurique protestante, foi ordenada a retirada de todas as imagens religiosas, relíquias e enfeites das igrejas; até mesmo os órgãos foram supressos. A catedral ficou vazia como continua até hoje. Os católicos foram proibidos de ocupar cargos públicos; a assistência à Missa era castigada com uma multa na primeira vez e com penas mais severas nas reincidências.
      – Em Leifein, no dia 4 de abril de 1525, 3.000 camponeses liderados por um ex-sacerdote [católico] tomaram a cidade, saquearam a igreja, assassinaram os católicos e realizaram sacrilégios sobre o altar, profanando os sacramentos de uma forma inenarrável.
      – Um fato que pareceria nunca ter ocorrido – se não tivesse sido tão bem documentado – foi o “Saque de Roma”. Até mesmo muitos católicos não sabem que tal fato aconteceu. O que foi o Saque de Roma?
      O Saque de Roma foi um dos episódios mais sangrentos do Renascimento. No dia 6 de maio de 1527, os membros das legiões luteranas do exército imperial de Carlos V promoveram um levante e tomaram de assalto a cidade de Roma. Cerca de 18.000 lansquenetes foram lançadas durante semanas contra a pior das repressões, ocasionando um rio de sangue costumeiramente “esquecido” pelos historiadores, que não lhe prestam a devida atenção. Um texto veneziano [contemporâneo] afirma sobre este saque que: “o inferno não é nada quando comparado com a visão da Roma atual”. Os soldados luteranos nomearam Lutero “papa de Roma”.
      Eis mais alguns fatos [desse episódio] que a história de alguns “eruditos” se omite covardemente:
      – Todos os doentes do Hospital do Espírito Santo foram massacrados em seus leitos.
      – Dos 55.000 habitantes de Roma, sobreviveram apenas 19.000.
      – O resgate foi da ordem de 10 milhões de ducados (uma soma astronômica naquela época).
      – Os palácios foram destruídos por tiros de canhões com os seus habitantes dentro.
      – Os crânios dos Apóstolos São João e Santo André serviram para os jogos [esportivos] das tropas.
      – O rio [Tibre] carregou centenas de cadáveres de religiosas, leigas e crianças violentadas (muitas com lanças incrustadas em seu sexo).
      – As igrejas, inclusive a Basílica de São Pedro, foram convertidas em estábulos e missas profanas com prostitutas divertiam a soldadesca.
      – Gregóribo afirma a respeito: “Alguns soldados embriagados colocaram ornamentos sacerdotais em um asno e obrigaram a um sacerdote a conferir-lhe a comunhão. O pobre sacerdote engoliu a forma e seus algozes o mataram mediante terríveis tormentos”.
      – Conta o Pe. Mexia: “Depois disso, sem diferenciar o sagrado e o profano, toda a cidade foi roubada e saqueada, inexistindo qualquer casa ou templo que não foi roubado ou algum homem que não foi preso e solto apenas após o resgate”.
      – Erasmo de Roterdan escreve sobre este episódio: “Roma não era apenas a fortaleza da religião cristã, a sustentadora dos espíritos nobres e o mais sereno refúgio das musas; era também a mãe de todos os povos. Isto porque, para muitos, Roma era a mais querida, a mais doce, a mais benfeitora do que até seus próprios países. Na verdade, o saque de Roma não foi apenas a queda desta cidade, mas também de todo o mundo”.
      Ninguém fala deste horror brevemente expresso nas linhas acima. Mas basta consultar qualquer livro honesto e transparente sobre a história documentada. O mundo se cala – como se cala ainda perante o assassinato silencioso de milhares de católicos por fundamentalistas muçulmanos, hindus, sikis etc, não excluindo os [assassinatos] ocasionados pelo totalitarismo de [Fidel] Castro, o genocídio de Pol-Pot e a pérfida perseguição [das autoridades da] China.
      É [realmente] elegante falar mal da Igreja de dois mil anos de história humana, como se apenas os católicos fossem os geradores das notícias escandalosas, algumas vezes verdadeiras, mas outras vezes simplesmente inexistentes…

      Vejamos agora a opinião dos “Grandes Reformadores Protestantes” sobre o emprego da violência:
      [Iniciemos, observando que] uma das bases da Reforma Protestante – a [doutrina das] indulgências – foi mal interpretada pelos reformadores ou pelo povo que não tinha formação religiosa (basta fazer um estudo sincero e imparcial).
      No ano de 1518, o Santo Padre o Papa Leão X emitiu uma Bula Pontifícia em que esclarecia [a doutrina das] indulgências e o seu uso. Nesta [bula] eram rejeitados muitos dos méritos que atribuíam [às indulgências]. As indulgências NÃO perdoavam os pecados nem as culpas, mas apenas as penitências terrenas que a Igreja (não um governante secular) havia imposto. Quanto a livrar as almas do Purgatório, o poder do Papa se limitava às oraçães em que suplicava a Deus que aplicasse à alma de certo defunto o excedente dos méritos de Cristo e dos Santos (“A Reforma na Alemanha”, Will Durant).
      De nada adiantou [tal bula], pois a Reforma seguiu o seu curso. A maneira de pensar dos Reformadores foi extremamente violenta e, muitas vezes, uma [verdadeira] apologia ao crime.
      Com efeito, em 1520, vemos Lutero escrever em sua “Epitome”:
      “Se Roma assim crê e ensina, conforme os papas e cardeais, francamente declaro que o verdadeiro anticristo encontra-se entronizado no templo de Deus e governa em Roma (a empurpurada Babilônia), sendo a Cúria a sinagoga de Satanás (…) Se a fúria dos romanistas não cessar, não restará outro remédio senão os imperadores, reis e príncipes reunidos com forças e armas atacarem a essa praga mundial, resolvendo o assunto não mais com palavras, mas com a espada (…) Se castigamos os ladrões com a forca, os assaltantes com a espada, OS HEREGES COM A FOGUEIRA, por que não atacamos com armas, com maior razão, a esses mestres da perdição, a esses cardeais, a esses papas, a todo esse ápice da Sodoma romana, que tem perpetuamente corrompido a Igreja de Deus, lavando assim as nossas mãos em seu sangue?”
      Em um folheto intitulado “Contra a Falsamente Chamada Ordem Espiritual do Papa e dos Bispos”, de julho de 1522, disse:
      “Seria melhor que se assassinassem todos os bispos e se arrasassem todas as fundações e claustros para que não se destruísse uma só alma, para não falar já de todas as almas perdidas para salvar os seus indignos fraudadores e idólatras. Que utilidade tem os que assim vivem na luxúria, alimentando-se com o suor e o sangue dos demais?”
      Em seu folheto “Contra a Horda dos Camponeses que Roubam e Assassinam”, Lutero dizia aos príncipes:
      “Empunhai rapidamente a espada, pois um príncipe ou senhor deve lembrar neste caso que é ministro de Deus e servidor da Sua ira (Romanos 13) e que recebeu a espada para empregá-la contra tais homens (…) Se pode castigar e não o faz – mesmo que o castigo consista em tirar a vida e derramar sangue – é culpável de todos os assassinatos e todo o mal que esses homens cometerem”.
      Em julho de 1525, Lutero escrevia em sua “Carta Aberta sobre o Livro contra os Camponeses”:
      “Se acreditam que esta resposta é demasiadamente dura e que seu único fim e fazer-vos calar pela violência, respondo que isto é verdade. Um rebelde não merece ser contestado pela razão porque não a aceita. Aquele que não quer escutar a Palavra de Deus, que lhe fala com bondade, deve ouvir o algoz quando este chega com o seu machado (…) Não quero ouvir nem saber nada sobre misericórdia”.
      Sobre os judeus, assim dizia em suas famosas “Cartas sobre a Mesa”:
      “Quem puder que atire-lhes enxofre e alcatrão; se alguém puder lançá-los no fogo do inferno, tanto que melhor (…) E isto deve ser feito em honra de Nosso Senhor e do Cristianismo. Sejam suas casas despedaçadas e destruídas (…) Sejam-lhes confiscados seus livros de orações e talmudes, bem como toda a sua Bíblia. Proíba-se seus rabinos de ensinar, sob pena de morte, de agora em diante. E se tudo isso for pouco, que sejam expulsos do país como cães raivosos”.
      E a Igreja Católica é que é acusada de antisemitismo, classificando-se de “frouxas” as palavras de perdão do Papa [João Paulo II] em 2002… Algum representante da igreja luterana já pediu perdão aos judeus?
      Willibald Pirkheimer afirmou, em 1529, sobre a Reforma:
      “Não nego que no princípio todas as atitudes de Lutero não pareciam ser vãs, pois a nenhum homem comprazia todos aqueles erros e imposturas que foram graduamente acumulados no Cristianismo. Por isso eu esperava, junto com outros, que era possível aplicar algum remédio a tão grandes males; porém, fui cruelmente enganado, pois antes que se extirpassem os erros anteriores foram introduzidos muitos outros, mais intoleráveis que, comparados com os outros, faziam estes parecer jogos de crianças (…) As coisas chegaram a tal ponto que os defensores papistas parecem virtuosos quando comparados com os evangélicos (…) Lutero, com sua língua despudorada e incontrolável, deve ter enlouquecido ou ser inspirado por algum espírito maligno”.
      [Passemos agora para o] pensamento e a obra de outros pais da Reforma. Calvino também não foi um exemplo de caridade, como vemos em [sua Carta ao Duque de Somerset, protetor da Inglaterra durante a minoridade de Eduardo VI]:
      “Pessoas que persistem nas superstições do anticristo romano (…) devem ser reprimidas pela espada [que lhe foi confiada]”.
      Em 1547, James Gruet se atreveu a publicar uma nota criticando Calvino e foi preso, torturado no potro duas vezes por dia durante um mês e, finalmente, sentenciado à morte por blasfêmia; seus pés foram pregados a uma estaca e sua cabeça foi cortada.
      Os irmãos Comparet, em 1555, foram acusados de libertinagem e executados e esquartejados; seus restos mortais foram exibidos em diferentes partes de Genebra.
      Melanchton, o teólogo da Reforma [luterana], aceitou ser o presidente da inquisição protestante que perseguiu os anabatistas. Como justificativa, disse: “Por que precisamos ter mais piedade com essas pessoas do que Deus?”, convencido de que os anabatistas arderiam [no fogo] do inferno…
      A inquisição luterana foi implantada com sede na Saxônia, com Melanchton como presidente. No final de 1530, apresentou um documento em que defendia o direito de repressão à espada contra os anabatistas; e Lutero acrescentou de próprio punho uma nota em que dizia: “Isto é de meu agrado”.
      Zwínglio, em 1525, começou a perseguir os anabatistas de Zurique. As penas iam desde o afogamento no lago ou em rios até a fogueira.
      John Knox, pai do presbiteranismo, mandou queimar na fogueira cerca de 1.000 mulheres acusadas de bruxaria na Escócia.
      Acerca da Reforma [Protestante], disse Rosseau:
      “A Reforma foi intolerante desde o seu berço e os seus autores são contados entre os grandes repressores da Humanidade”.
      Em sua obra “Filosofia Positiva”, escreveu:
      “A intolerância do Protestantismo certamente não foi menor do que a do Catolicismo e, com certeza, mais reprovável”.
      A violência não foi exercida apenas contra os católicos; na verdade, os reformadores foram enormemente violentos entre eles mesmos, como percebemos nas opiniões que emitiram entre si:
      – Lutero diz: “Ecolampaio, Calvino e outros hereges semelhantes possuem demônios sobre demônios, têm corações corrompidos e bocas mentirosas”.
      – Por ocasião da morte de Zwínglio (1531), Lutero afirmou: “Que bom que Zwínglio morreu em campo de batalha! A que classe de triunfo e a que bem Deus conduziu os seus negócios!”, e também: “Zwínglio está morto e condenado por ser ladrão, rebelde e levar outros a seguir os seus erros”.
      – Zwínglio não ficou atrás e dizia acerca de Lutero: “O demônio apoderou-se de Lutero de tal modo que até nos faz crer que o possui por completo. Quando é visto entre os seus seguidores, parece realmente que uma legião [de demônios] o possui”.
      [A inquisição evangélica] suspendeu sistematicamente o Catolicismo nas áreas protestantes.
      – Em Zurique, na Suiça, o comparecimento aos sermões católicos implicava em penas e castigos físicos. Mesmo fora do perímetro da cidade, era proibido aos sacerdotes celebrar a Missa e, sob a ordem de “severas penas”, era proibido ao povo possuir imagens e quadros religiosos em suas casas.
      – Ainda em Zurique, a Missa foi prescrita em 1525. A isto, seguiu-se a queima dos mosteiros e a destruição em massa dos templos [católicos]. Os bispos de Constança, Basiléia, Lausana e Genebra foram obrigados a abandonar suas cidades e o território. Um observador contemporâneo, Willian Farel, escreveu: “Ao sermão de João Calvino na antiga igreja de São Pedro seguiu-se desordens em que se destruíram imagens, quadros e tesouros antigos das igrejas” (ou seja: novamente uma parte do patrimônio histórico-cultural da Europa foi destruído, desta vez por instigação direta ou indireta de João Calvino).
      – Strasburgo, 1529: o Conselho da Cidade ordenou a destruição dos altares, imagens e cruzes, além das igrejas e conventos. O mesmo ocorreu em Franckfurt. Na convenção de Hamburgo, em abril de 1535, os concílios dos povos de Lubeck, Brémen, Hamburgo, Luneburgo, Stralsund, Rostock e Wismar decidiram pelo enforcamento dos anabatistas e açoitamento dos católicos e zwinglianos.
      – Na Escócia, John Knox, pai do presbiterianismo, proibiu a Missa sob pena de confisco de bens e açoites públicos. Ocorrendo a reincidência, a pena capital era aplicada ao infrator.
      Poderíamos continuar falando, pois há muito material a respeito, porém, cremos que bastam estes exemplos para demonstrar que a Reforma Protestante não foi pacifista, nem foram os reformadores vítimas inocentes. A intolerância e a violência foram parte integrante de suas vidas.
      Fonte: site veritatis

    • Mortos pelos calvinistas por não negarem a fé na Presença real de Jesus no Santíssimo Sacramento
      Mortos por jamais negarem a presença real de Cristo na Eucaristia.
      N. do E.: Mantivemos a grafia da fonte original, cujo português obedece as regras do ano vigente (1937)

      Os Martyres de Gorkum (sec. XVI)
      Quando, no século XVI, as heresias de Luthero e Calvino conseguiram entrada na Hollanda, lá, como na Allemanha e na Suissa, foram causadoras de graves disturbios. Os Calvinistas rebellaram-se contra o governo do rei Philippe II e, chefiados pelo príncipe de Orange, tomaram à força armada algumas cidades, entra estas a cidade de Gorkum.
      O governador retirou-se para o castello, em companhia de alguns catholicos, dois parochos, onze frades franciscanos e mais sacerdotes seculares. Os calvinistas tomaram posse da cidade e forçaram o castello à rendição. Esta se effectuou, sob a condição de garantir a todos livre egresso. Os Calvinistas, porém, desprezaram esta combinação e aprisionaram o commandante, todos os clérigos e dois cidadãos, dos quaes um foi enforcado immediatamente.
      Os sacerdotes eram de preferência alvo do furor calvinista. Máos tratos revezavam com ameaças de morte, e finalmente foram todos mettidos num calabouço subterraneo. No dia de sexta-feira, lhes deram carne a comer. Querendo elles, porém, observar a abstinencia, tiveram de supportar toda a sorte de injurias e soffrimentos. Empurravam-nos, puxavam-lhes as orelhas, davam-lhes pontadas com a lança, ultrajavam-nos e lançavam-lhes em rosto as maiores infamias. Ergueram em sua presença uma forca, ameaçando-os com a morte, si não quizessem negar a fé no Santíssimo Sacramento. Ao Vigario Pe. Nicoláo van Poppel um dos bandidos pôz a arma na testa e berrou aos ouvidos: “Anda, Padre! Como é? Tantas vezes declarastes no pulpito, que estavas prompto a dar a vida pela fé. Pois então, dize! Estás mesmo disposto?” O Padre respondeu: “ Dou a minha vida com muito prazer, si é em testemunho da minha fé e principalmente do artigo por vós rejeitado, o da presença real de Jesus no Santíssimo Sacramento”. Perguntado pelos thesouros, que suppunham estarem escondidos no Castello, Padre Nicoláo não soube dar informações a respeito. O calvinista lançou-lhe então uma corda ao pescoço, puxou-o de um lado para o outro, até que cahiu como morto.
      Chegára a vez dos franciscanos. Ao frei Nicasio Pick puzeram o proprio cordão ao pescoço, arrastaram-no á porta do carcere. Lá chegado, metteram a corda por cima da porta e puxando com força, suspenderam a victima a altura consideravel, para immediatamente a deixarem cahir. Isto praticamente com um prazer infame. Afinal a corda rebentou e o pobre padre cahiu pesadamente ao chão, sem dar signal de vida. Para verificar si estava vivo ou morto, os soldados trouxeram velas, queimaram-lhe a testa, o nariz, as palpebras, as orelhas, a boca e finalmente a língua.
      Como o Padre não désse mais signal de vida, deram-lhe ponta-pés e disseram com ar de desprezo: “É um frade, que importa?” Mas o Padre não estava morto, tanto que no dia seguinte os bandidos tiveram a satisfação de poder continuar as crueldades.
      Durante toda a noite os Padres estiveram entregues à sanha d’aquelles demonios em figura humana. Não havia nada, que abrandasse o furor dos endiabrados hereges. Davam bofetadas nos religiosos, com tanta força e brutalidade, que lhes corria o sangue do nariz e da boca. O Padre Willehad, um veneravel ancião de noventa annos, repetia a cada bofetada que recebia, a jaculatória: ”Deus seja louvado!” Os algozes, sentindo-se fatigados de tanto bater, ajoelharam-se deante dos Padres e entre risos de escarneo, arremedavam a confissão, proferindo nesta occasião obscenidades e blasphemias horríveis e asqueirosissimas.
      Em outra occasião, amarraram os religiosos dois a dois e obrigaram-nos a andarem em fila, imitando procissão e a cantar o “Te Deum” e tudo isto sob a algazarra satanica da soldadesca desenfreada. Depois puzeram dados nas mãos da victimas para assim, à guiza de jogo, tirar a sorte quem delles primeiro havia de subir à forca. O Padre Guardião exclamou: “Não se faz mistér de jogo, estou prompto, porque já passei por esta delicia”.
      Os catholicos de Gorkum envidaram todos os esforços para libertar os prisioneiros. Para este fim, dirigiram uma petição ao príncipe Orange. Os calvinistas, suspeitando qualquer reacção, tiraram aos franciscanos o habito e despacharam-nos, com os outros sacerdotes, na noite de 5 a 6 de julho, para Briel, à residencia do clerophobo conde Lumm Von Marc.
      A penna nega-se a fazer a descripção de tudo que aqulles religiosos tiveram de soffrer, dos verdugos e do populacho fanatico. Em Dordrecht estava à espera do navio, que devia levá-los até Briel. Antes do embarque, um bando de calvinistas arrastou os martyres a um lugar perto do rio, onde estava apparelhada uma forca. Como cães raivosos, atiraram-se sobre as pobres victimas e o ar encheu-se de insultos e vituperios como estes: “Eis, ahi vossa Egreja! Ide, rezae a vossa Missa”. Em seguida obrigaram-nos a passarem três vezes em volta da forca, sendo a ultima vez com os joelhos no chão, sob o canto da “Salve Rainha”. Enquanto os religiosos se puzeram a obedecer a esta ordem ridicula e estapafurdia, choviam-lhes bengaladas e pedradas às costas. O Padre Vigario Jeronymo de Weert, vendo estas indignidades, não mais se conteve e disse: “Que estou presenciando? Estive entre turcos e infiéis, mas coisa egual a esta nunca vi!”
      Finalmente o triste cortejo chegou a Briel. Lá o esperava o conde Lumm, com dois pregadores da seita e alguns magistrados. Todos se empenharam para conseguir dos prisioneiros a renuncia à fé, em particular ao dogma da real presença de Jesus Christo no Santissimo Sacramento. Foram baldados os esforços. Os martyres unanimemente rejeitaram as propostas feitas e preferiram continuar na prisão. O carcere que os recebeu, era uma pocilga immundissima.
      Uma ordem do príncipe de Orange, de pôr em liberdade os prisioneiros, não foi cumprida. O conde Lumm, embriagado de odio e vinho, mandou-os levar, alta noite, às ruínas do convento Rugen, que pouco antes tinha sido incendiado pelos calvinistas.
      Restára ainda o celleiro. O Padre Guardião foi lá mesmo enforcado, depois de ter animado os irmãos à constancia.Depois d’elle, foram estrangulados todos os companheiros. O fanatismo calvinista nem respeitou os cadaveres dos martyres. Cortaram-lhes o nariz, as orelhas e levaram-nos como trophéos de victoria nos capacetes e chaphéos. Os catholicos resgataram por muito dinheiro os corpos dos santos irmãos e transportaram-nos para Bruxellas.
      Clemente X beatificou-os em 1674 e Pio IX elevou-os à categoria de Santos, no anno de 1867. A memória é celebrada na Egreja no dia 9 de julho.
      Eis os nomes dos gloriosos martyres de Gorkum:
      Leonardo van Vecchel, Nicoláo Poppel, vigario de Gorkum; Godofredo van Duynen e João van Oosterwych (agostiniano); João de Colonia (O.P), vigario de Hoornaer; Adriano van Hilvarenbeek e Jacob Lakops (O. Praem); André Vouters, vigario de Heynoert; Frei Jeronymo van Weert; Frei Theodoro van Emden; Frei Willehad; Frei Nicasio; Frei Godofredo Mervellan; Frei Antonio de Weert; Frei Antonio de Honar; Frei Francisco Rodes; Frei Pedro de Asca.
      Fonte: livro “Na Luz perpétua”, 1937, vol. II, Pe. João Baptista Lehmann, p. 29-31.
      Postado por Sociedade Apostolado

    • O Nazismo nasceu do Protestantismo (Inédito)
      Site fim da Farsa
      “Dentre os 17.000 pastores evangélicos da Alemanha, nem 1% se negaram a apoiar o regime nazista”. (Fonte: History of Christianity, de Paul Johnson).
      Tudo começou quando Lutero escreveu um diabólico panfleto chamado: “CONTRA OS JUDEUS E SUAS MENTIRAS”, obra esta, reproduzida na ’História do Anti-semitismo’, de Leon Poliakov. Dizia o raivoso Lutero contra os judeus:
      “(…) Finalmente, no meu tempo, foram expulsos de Ratisbona, Magdeburgo e de muitos outros lugares… Um judeu, um coração judaico, são tão duros como a madeira, a pedra, o ferro, como o próprio diabo. Em suma, são filhos do demônio, condenados às chamas do Inferno. Os judeus são pequenos demônios destinados ao inferno.” (‘Luther’s Works,’ Pelikan, Vol. XX, pp. 2230).
      ”Queime suas sinagogas. Negue a eles o que disse anteriormente. Force-os a trabalhar e trate-os com toda sorte de severidade … são inúteis, devemos tratá-los como cachorros loucos, para não sermos parceiros em suas blasfêmias e vícios, e para que não recebamos a ira de Deus sobre nós. Eu estou fazendo a minha parte.” (‘About the Jews and Their Lies,’ citado em O’Hare, in ‘The Facts About Luther, TAN Books, 1987, p. 290).
      E ainda:
      “Resumindo, caros príncipes e nobres que têm judeus em seus domínios, se este meu conselho não vos serve, encontrai solução melhor, para que vós e nós possamos nos ver livres dessa insuportável carga infernal – os judeus.” (Martim Lutero: Concerning the Jews and their lies [A respeito dos judeus e suas mentiras], reimpresso em Talmage, Disputation and Dialogue, pp. 34-36.)
      O jornalista Fernando Jorge, em seu livro “Lutero e a igreja do pecado” , Editora Mercúrio, Pág. 183-184, afirma: “Lutero recomendou várias medidas contra os israelitas: expulsão, confiscação de bens, trabalhos forçados, queima das escolas judaicas e das sinagogas, proibição de transitar pelas ruas. Este ódio raivoso, espumejante, deve ter influído no feroz anti-semitismo do compositor Richard Wagner e, conseqüentemente, quatro séculos após a morte de Lutero, no espírito desvairado de Adolf Hitler, que como se sabe era um fanático admirador das teorias racistas daquele músico genial. Aliás, na época do III Reich, os nazistas adotaram todas aquelas medidas preconizadas pelo reformador”.

      Comenta nessa linha, o renomado historiador Michael H. Hart: “Embora se rebelasse contra a autoridade religiosa, poderia ser extremamente intolerante com quem dele discordasse em assuntos religiosos. Possivelmente foi devido em parte à sua intolerância o fato de as guerras religiosas terem sido mais ferozes e sangrentas na Alemanha do que, digamos, na Inglaterra. Além disso Lutero era feroz anti-semita, tendo talvez, a extraordinária virulência de seus escritos sobre os judeus preparado o caminho para o advento de Hitler na Alemanha do século XX”. (Hart, Michael H, pág 174).
      O próprio Hitler considerou Lutero uma das três maiores figuras da Alemanha, juntamente com Frederico, “o Grande”, e Richard Wagner. (Adolf Hitler: Mein Kampf, p. 213).
      Em seu livro Why the Jews? [Por Que os Judeus?], Dennis Prager e Joseph Telushkin escrevem:
      “[…] os escritos posteriores de Lutero, atacando os judeus, eram tão virulentos que os nazistas os citavam freqüentemente. De fato, Julius Streicher (nazista), argumentou durante sua defesa no julgamento de Nuremberg que nunca havia dito nada sobre os judeus que Martim Lutero não tivesse dito 400 anos antes”. (Dennis Prager e Joseph Telushkin: Why the Jews? The reason for anti-Semitism [Por que os Judeus: A causa do anti-semitismo] (Nova York: Simon & Shuster, 1983), p. 107.)
      “Ao executarem seu primeiro massacre em larga escala, em 9 de novembro de 1938, no qual destruíram quase todas as sinagogas da Alemanha e assassinaram trinta e cinco judeus, os nazistas anunciaram que a perseguição era uma homenagem ao aniversário de Martim Lutero.” (Prager e Telushkin, p. 107).
      Enquanto isso os evangélicos que hoje acusam levianamente a Igreja Católica de “omissa”, ovacionavam o nazismo que geraram, causando a morte de 6 milhões de judeus.
      Assista isso com seus próprios olhos: ou em: w#w#w.#you#tube.#com/#watch?v=#Pry9ZI6skwE (desconsidere o sinal #)
      O jornal New York Times de 18 de março de 1998, publicou que, em 25 de dezembro de 1941, este mesmo jornal publicou: “O Papa Pio XII é a única voz no silêncio e nas trevas que envolvem a Europa neste Natal”. E no ano seguinte publicou outro editorial dizendo que Pio XII “é a única voz que clama no silêncio de um continente”.
      Só os judeus daquele tempo sabiam da preocupação do Papa Pio XII por eles. w#w#w.#zenit.#org/article-9994?l=portuguese
      “Em 29 novembro de 1945, Pacelli (o Papa) reuniu-se com 80 representantes de refugiados judeus de vários campos de concentração da Alemanha, que se expressaram “sua grande honra por serem capazes de agradecer ao Santo Padre por sua generosidade com os perseguidos durante o período nazi-fascista”. (Hitler’s Pop, John Cornwell, pg. 355, contradizendo-se).
      O grande físico Albert Einstein manifestou sua admiração pela Igreja católica, dizia: “Só a Igreja se pronunciou claramente contra a campanha hitlerista que suprimia a liberdade. Até então a Igreja nunca tinha chamado minha atenção; hoje, porém, expresso minha admiração e meu profundo apreço por esta Igreja que, sozinha, teve o valor de lutar pelas liberdades morais e espirituais”. (Albert Einstein, The Tablet de Londres).
      Quando Pio XII faleceu, em 1958, Golda Meir, então ministra de Assuntos Exteriores de Israel, enviou uma eloqüente mensagem: “Compartilhamos a dor da humanidade… Quando o terrível martírio abateu-se sobre nosso povo, a voz do Papa elevou-se a favor das vítimas”. (Fonte: Site “Interprensa“).

      Ainda hoje, é imensa a gratidão dos líderes judeus, para com a Igreja Católica e o Papa:

      «Os judeus sobreviventes agradeceram pela oportunidade de saudar o Papa em alemão e italiano e de agradecer-lhe pela intervenção da Igreja Católica para salvar suas vidas durante a II Guerra Mundial”, explicou à agência Zenit, Gary L. Krupp, presidente da fundação judaica Pave The Way (PTWF).”. w#w#w.#zenit.#org#/article-18780?l=portuguese(desconsidere o sinal #)

      Placa dos judeus doado ao Papa:
      Tradução da placa: “Os judeus para a Sua Santidade Pio XII
      O Congresso dos Delegados das comunidades israelitas italianas, realizado em Roma, pela primeira vez após a Libertação, é obrigado a pagar tributo a Sua Santidade, e, para manifestar o mais profundo sentimento de gratidão de todos os judeus, por mostrar a Fraternidade humana da Igreja durante os anos de perseguição e quando suas vidas foram postas em perigo pelas atrocidades nazi-fascistas. Muitas vezes, sacerdotes suportaram prisões e campos de concentração e até mesmo sacrificaram as suas vidas para ajudar os judeus. Essa prova que o sentimento de bondade e caridade que ainda conduz o justo tem servido para diminuir a vergonha das indignidades suportadas, o suplício sofrido das perdas de milhões de seres humanos. Israel ainda não terminou o sofrimento: Os judeus sempre lembrarão o que a Igreja, sob ordens do papa, fez por eles naquele momento terrível “. Moção aprovada pelo Terceiro Congresso da Comunidade Israelita Italiana realizado em março de 1946.

  6. Quem mais matou? Igreja católica ou Adolf Hitler.

    Pelo fato de ser o assassino mais recente entre os maiores assasinos do mundo, Hitler é considerado como o maior assassino da hitória do mundo. Hitler chegou ao poder e simplismente colocou sua idéias malucas em prática, matando mais de 30 milhões de pessoas. Segundo a história, a Igreja Católica, desde que chegou ao poder, ela tabém matou milhões de pessoas inocentes, após sua criação da guerras santas.

    Não inconformado, Adolf Hitler dava ordem para usar todos os tipos de
    metodos cruéis usado por seus cientista e médicos, para fazer experiências e consequentemente eliminando a vida de suas vítimas.

    A Igreja Católica não fazia método científicos, mas torturavam e obrigava pessoas a confessar crimes que nunca teriam cometidos. Porém não ficava só na tortura, após sua vítimas confessarem os crimes que nunca teriam cometidos, o “pecador ou criminoso” era colocado em praça pública para ser queimado vivo.

    Adolf Hitler tomou varios países para tornar seu Império cada vez
    maior. Seus soldados que recebiam ordem de Adolf Hitler, mataram milhões de pessoas com ataques rápidos, conhecido como “Blitzkrieg”.

    A Igreja Católica tabém invadiu varios países da Europa que não seguia a mesma religião, assassinando milhões de vítimas inocentes. Os ataques da Igreja eram reconhecidos como “Cruzadas” que eram comandado por alguns grupos de elite de sua época.

    Após “perder a guerra” e morto, Adolf Hitler é lembrado até hoje como o pior assassino de todo o
    mundo, sendo responsável e culpado pelas as mortes de pessoas inocentes.

    A Igreja Católica, foi surpreendida e forçada pela população para mudar seu modo de pensar, e se não fossem o povo, esses acontecimentos  poderiam acontecer até hoje. Com as mudanças exigida pelo povo, a igreja começou a praticar o bem.

    • Pura mentira sua:
      O Nazismo nasceu do Protestantismo (Inédito)
      Site fim da Farsa
      “Dentre os 17.000 pastores evangélicos da Alemanha, nem 1% se negaram a apoiar o regime nazista”. (Fonte: History of Christianity, de Paul Johnson).
      Tudo começou quando Lutero escreveu um diabólico panfleto chamado: “CONTRA OS JUDEUS E SUAS MENTIRAS”, obra esta, reproduzida na ’História do Anti-semitismo’, de Leon Poliakov. Dizia o raivoso Lutero contra os judeus:
      “(…) Finalmente, no meu tempo, foram expulsos de Ratisbona, Magdeburgo e de muitos outros lugares… Um judeu, um coração judaico, são tão duros como a madeira, a pedra, o ferro, como o próprio diabo. Em suma, são filhos do demônio, condenados às chamas do Inferno. Os judeus são pequenos demônios destinados ao inferno.” (‘Luther’s Works,’ Pelikan, Vol. XX, pp. 2230).
      ”Queime suas sinagogas. Negue a eles o que disse anteriormente. Force-os a trabalhar e trate-os com toda sorte de severidade … são inúteis, devemos tratá-los como cachorros loucos, para não sermos parceiros em suas blasfêmias e vícios, e para que não recebamos a ira de Deus sobre nós. Eu estou fazendo a minha parte.” (‘About the Jews and Their Lies,’ citado em O’Hare, in ‘The Facts About Luther, TAN Books, 1987, p. 290).
      E ainda:
      “Resumindo, caros príncipes e nobres que têm judeus em seus domínios, se este meu conselho não vos serve, encontrai solução melhor, para que vós e nós possamos nos ver livres dessa insuportável carga infernal – os judeus.” (Martim Lutero: Concerning the Jews and their lies [A respeito dos judeus e suas mentiras], reimpresso em Talmage, Disputation and Dialogue, pp. 34-36.)
      O jornalista Fernando Jorge, em seu livro “Lutero e a igreja do pecado” , Editora Mercúrio, Pág. 183-184, afirma: “Lutero recomendou várias medidas contra os israelitas: expulsão, confiscação de bens, trabalhos forçados, queima das escolas judaicas e das sinagogas, proibição de transitar pelas ruas. Este ódio raivoso, espumejante, deve ter influído no feroz anti-semitismo do compositor Richard Wagner e, conseqüentemente, quatro séculos após a morte de Lutero, no espírito desvairado de Adolf Hitler, que como se sabe era um fanático admirador das teorias racistas daquele músico genial. Aliás, na época do III Reich, os nazistas adotaram todas aquelas medidas preconizadas pelo reformador”.

      Comenta nessa linha, o renomado historiador Michael H. Hart: “Embora se rebelasse contra a autoridade religiosa, poderia ser extremamente intolerante com quem dele discordasse em assuntos religiosos. Possivelmente foi devido em parte à sua intolerância o fato de as guerras religiosas terem sido mais ferozes e sangrentas na Alemanha do que, digamos, na Inglaterra. Além disso Lutero era feroz anti-semita, tendo talvez, a extraordinária virulência de seus escritos sobre os judeus preparado o caminho para o advento de Hitler na Alemanha do século XX”. (Hart, Michael H, pág 174).
      O próprio Hitler considerou Lutero uma das três maiores figuras da Alemanha, juntamente com Frederico, “o Grande”, e Richard Wagner. (Adolf Hitler: Mein Kampf, p. 213).
      Em seu livro Why the Jews? [Por Que os Judeus?], Dennis Prager e Joseph Telushkin escrevem:
      “[…] os escritos posteriores de Lutero, atacando os judeus, eram tão virulentos que os nazistas os citavam freqüentemente. De fato, Julius Streicher (nazista), argumentou durante sua defesa no julgamento de Nuremberg que nunca havia dito nada sobre os judeus que Martim Lutero não tivesse dito 400 anos antes”. (Dennis Prager e Joseph Telushkin: Why the Jews? The reason for anti-Semitism [Por que os Judeus: A causa do anti-semitismo] (Nova York: Simon & Shuster, 1983), p. 107.)
      “Ao executarem seu primeiro massacre em larga escala, em 9 de novembro de 1938, no qual destruíram quase todas as sinagogas da Alemanha e assassinaram trinta e cinco judeus, os nazistas anunciaram que a perseguição era uma homenagem ao aniversário de Martim Lutero.” (Prager e Telushkin, p. 107).
      Enquanto isso os evangélicos que hoje acusam levianamente a Igreja Católica de “omissa”, ovacionavam o nazismo que geraram, causando a morte de 6 milhões de judeus.
      Veja no site fim da farsa
      Assista isso com seus próprios olhos: ou O jornal New York Times de 18 de março de 1998, publicou que, em 25 de dezembro de 1941, este mesmo jornal publicou: “O Papa Pio XII é a única voz no silêncio e nas trevas que envolvem a Europa neste Natal”. E no ano seguinte publicou outro editorial dizendo que Pio XII “é a única voz que clama no silêncio de um continente”.
      Só os judeus daquele tempo sabiam da preocupação do Papa Pio XII por eles. w#w#w.#zenit.#org/article-9994?l=portuguese
      “Em 29 novembro de 1945, Pacelli (o Papa) reuniu-se com 80 representantes de refugiados judeus de vários campos de concentração da Alemanha, que se expressaram “sua grande honra por serem capazes de agradecer ao Santo Padre por sua generosidade com os perseguidos durante o período nazi-fascista”. (Hitler’s Pop, John Cornwell, pg. 355, contradizendo-se).
      O grande físico Albert Einstein manifestou sua admiração pela Igreja católica, dizia: “Só a Igreja se pronunciou claramente contra a campanha hitlerista que suprimia a liberdade. Até então a Igreja nunca tinha chamado minha atenção; hoje, porém, expresso minha admiração e meu profundo apreço por esta Igreja que, sozinha, teve o valor de lutar pelas liberdades morais e espirituais”. (Albert Einstein, The Tablet de Londres).
      Quando Pio XII faleceu, em 1958, Golda Meir, então ministra de Assuntos Exteriores de Israel, enviou uma eloqüente mensagem: “Compartilhamos a dor da humanidade… Quando o terrível martírio abateu-se sobre nosso povo, a voz do Papa elevou-se a favor das vítimas”. (Fonte: Site “Interprensa“).

      Ainda hoje, é imensa a gratidão dos líderes judeus, para com a Igreja Católica e o Papa:

      «Os judeus sobreviventes agradeceram pela oportunidade de saudar o Papa em alemão e italiano e de agradecer-lhe pela intervenção da Igreja Católica para salvar suas vidas durante a II Guerra Mundial”, explicou à agência Zenit, Gary L. Krupp, presidente da fundação judaica Pave The Way (PTWF).”. w#w#w.#zenit.#org#/article-18780?l=portuguese(desconsidere o sinal #)

    • O Nazismo nasceu do Protestantismo (Inédito)
      Site fim da Farsa
      “Dentre os 17.000 pastores evangélicos da Alemanha, nem 1% se negaram a apoiar o regime nazista”. (Fonte: History of Christianity, de Paul Johnson).
      Tudo começou quando Lutero escreveu um diabólico panfleto chamado: “CONTRA OS JUDEUS E SUAS MENTIRAS”, obra esta, reproduzida na ’História do Anti-semitismo’, de Leon Poliakov. Dizia o raivoso Lutero contra os judeus:
      “(…) Finalmente, no meu tempo, foram expulsos de Ratisbona, Magdeburgo e de muitos outros lugares… Um judeu, um coração judaico, são tão duros como a madeira, a pedra, o ferro, como o próprio diabo. Em suma, são filhos do demônio, condenados às chamas do Inferno. Os judeus são pequenos demônios destinados ao inferno.” (‘Luther’s Works,’ Pelikan, Vol. XX, pp. 2230).
      ”Queime suas sinagogas. Negue a eles o que disse anteriormente. Force-os a trabalhar e trate-os com toda sorte de severidade … são inúteis, devemos tratá-los como cachorros loucos, para não sermos parceiros em suas blasfêmias e vícios, e para que não recebamos a ira de Deus sobre nós. Eu estou fazendo a minha parte.” (‘About the Jews and Their Lies,’ citado em O’Hare, in ‘The Facts About Luther, TAN Books, 1987, p. 290).
      E ainda:
      “Resumindo, caros príncipes e nobres que têm judeus em seus domínios, se este meu conselho não vos serve, encontrai solução melhor, para que vós e nós possamos nos ver livres dessa insuportável carga infernal – os judeus.” (Martim Lutero: Concerning the Jews and their lies [A respeito dos judeus e suas mentiras], reimpresso em Talmage, Disputation and Dialogue, pp. 34-36.)
      O jornalista Fernando Jorge, em seu livro “Lutero e a igreja do pecado” , Editora Mercúrio, Pág. 183-184, afirma: “Lutero recomendou várias medidas contra os israelitas: expulsão, confiscação de bens, trabalhos forçados, queima das escolas judaicas e das sinagogas, proibição de transitar pelas ruas. Este ódio raivoso, espumejante, deve ter influído no feroz anti-semitismo do compositor Richard Wagner e, conseqüentemente, quatro séculos após a morte de Lutero, no espírito desvairado de Adolf Hitler, que como se sabe era um fanático admirador das teorias racistas daquele músico genial. Aliás, na época do III Reich, os nazistas adotaram todas aquelas medidas preconizadas pelo reformador”.

    • Nazismo nasceu do Protestantismo
      Site fim da Farsa
      “Dentre os 17.000 pastores evangélicos da Alemanha, nem 1% se negaram a apoiar o regime nazista”. (Fonte: History of Christianity, de Paul Johnson).
      Tudo começou quando Lutero escreveu um diabólico panfleto chamado: “CONTRA OS JUDEUS E SUAS MENTIRAS”, obra esta, reproduzida na ’História do Antissemitismo’, de Leon Poliakov. Dizia o raivoso Lutero contra os judeus:
      “(…) Finalmente, no meu tempo, foram expulsos de Ratisbona, Magdeburgo e de muitos outros lugares… Um judeu, um coração judaico, são tão duros como a madeira, a pedra, o ferro, como o próprio diabo. Em suma, são filhos do demônio, condenados às chamas do Inferno. Os judeus são pequenos demônios destinados ao inferno.” (‘Luther’s Works,’ Pelikan, Vol. XX, pp. 2230).
      ”Queime suas sinagogas. Negue a eles o que disse anteriormente. Force-os a trabalhar e trate-os com toda sorte de severidade … são inúteis, devemos tratá-los como cachorros loucos, para não sermos parceiros em suas blasfêmias e vícios, e para que não recebamos a ira de Deus sobre nós. Eu estou fazendo a minha parte.” (‘About the Jews and Their Lies,’ citado em O’Hare, in ‘The Facts About Luther, TAN Books, 1987, p. 290).
      E ainda:
      “Resumindo, caros príncipes e nobres que têm judeus em seus domínios, se este meu conselho não vos serve, encontrai solução melhor, para que vós e nós possamos nos ver livres dessa insuportável carga infernal – os judeus.” (Martim Lutero: Concerning the Jews and their lies [A respeito dos judeus e suas mentiras], reimpresso em Talmage, Disputation and Dialogue, pp. 34-36.)
      O jornalista Fernando Jorge, em seu livro “Lutero e a igreja do pecado” , Editora Mercúrio, Pág. 183-184, afirma: “Lutero recomendou várias medidas contra os israelitas: expulsão, confiscação de bens, trabalhos forçados, queima das escolas judaicas e das sinagogas, proibição de transitar pelas ruas. Este ódio raivoso, espumejante, deve ter influído no feroz antissemitismo do compositor Richard Wagner e, conseqüentemente, quatro séculos após a morte de Lutero, no espírito desvairado de Adolf Hitler, que como se sabe era um fanático admirador das teorias racistas daquele músico genial. Aliás, na época do III Reich, os nazistas adotaram todas aquelas medidas preconizadas pelo reformador”.

    • Nazismo nasceu do Protestantismo
      Site fim da Farsa
      “Dentre os 17.000 pastores evangélicos da Alemanha, nem 1% se negaram a apoiar o regime nazista”. (Fonte: History of Christianity, de Paul Johnson).
      Tudo começou quando Lutero escreveu um diabólico panfleto chamado: “CONTRA OS JUDEUS E SUAS MENTIRAS”, obra esta, reproduzida na ’História do Anti#sse#miti#smo’, de Leon Poliakov. Dizia o raivoso Lutero contra os judeus:
      “(…) Finalmente, no meu tempo, foram expulsos de Ratisbona, Magdeburgo e de muitos outros lugares… Um judeu, um coração judaico, são tão duros como a madeira, a pedra, o ferro, como o próprio diabo. Em suma, são filhos do demônio, condenados às chamas do Inferno. Os judeus são pequenos demônios destinados ao inferno.” (‘Luther’s Works,’ Pelikan, Vol. XX, pp. 2230).
      ”Queime suas sinagogas. Negue a eles o que disse anteriormente. Force-os a trabalhar e trate-os com toda sorte de severidade… são inúteis, devemos tratá-los como cachorros loucos, para não sermos parceiros em suas blasfêmias e vícios, e para que não recebamos a ira de Deus sobre nós. Eu estou fazendo a minha parte.” (‘About the Jews and Their Lies,’ citado em O’Hare, in ‘The Facts About Luther, TAN Books, 1987, p. 290).
      E ainda:
      “Resumindo, caros príncipes e nobres que têm judeus em seus domínios, se este meu conselho não vos serve, encontrai solução melhor, para que vós e nós possamos nos ver livres dessa insuportável carga infernal – os judeus.” (Martim Lutero: Concerning the Jews and their lies [A respeito dos judeus e suas mentiras], reimpresso em Talmage, Disputation and Dialogue, pp. 34-36.)
      O jornalista Fernando Jorge, em seu livro “Lutero e a igreja do pecado” , Editora Mercúrio, Pág. 183-184, afirma: “Lutero recomendou várias medidas contra os israelitas: expulsão, confiscação de bens, trabalhos forçados, queima das escolas judaicas e das sinagogas, proibição de transitar pelas ruas. Este ódio raivoso, espumejante, deve ter influído no feroz antissemitismo do compositor Richard Wagner e, consequentemente, quatro séculos após a morte de Lutero, no espírito desvairado de Adolf Hitler, que como se sabe era um fanático admirador das teorias racistas daquele músico genial. Aliás, na época do III Reich, os nazistas adotaram todas aquelas medidas preconizadas pelo reformador”.

    • O Na#zis#mo nasceu do Protestantismo
      Site fim da Farsa
      “Dentre os 17.000 pastores evangélicos da Alemanha, nem 1% se negaram a apoiar o regime na#zista”. (Fonte: History of Christianity, de Paul Johnson).
      Tudo começou quando Lutero escreveu um diabólico panfleto chamado: “CONTRA OS JUDEUS E SUAS MENTIRAS”, obra esta, reproduzida na ’História do Anti#sse#miti#smo’, de Leon Poliakov. Dizia o raivoso Lutero contra os judeus:
      “(…) Finalmente, no meu tempo, foram expulsos de Ratisbona, Magdeburgo e de muitos outros lugares… Um judeu, um coração judaico, são tão duros como a madeira, a pedra, o ferro, como o próprio diabo. Em suma, são filhos do demônio, condenados às chamas do Inferno. Os judeus são pequenos demônios destinados ao inferno.” (‘Luther’s Works,’ Pelikan, Vol. XX, pp. 2230).
      ”Queime suas sinagogas. Negue a eles o que disse anteriormente. Force-os a trabalhar e trate-os com toda sorte de severidade… são inúteis, devemos tratá-los como cachorros loucos, para não sermos parceiros em suas blasfêmias e vícios, e para que não recebamos a ira de Deus sobre nós. Eu estou fazendo a minha parte.” (‘About the Jews and Their Lies,’ citado em O’Hare, in ‘The Facts About Luther, TAN Books, 1987, p. 290).
      E ainda:
      “Resumindo, caros príncipes e nobres que têm judeus em seus domínios, se este meu conselho não vos serve, encontrai solução melhor, para que vós e nós possamos nos ver livres dessa insuportável carga infernal – os judeus.” (Martim Lutero: Concerning the Jews and their lies [A respeito dos judeus e suas mentiras], reimpresso em Talmage, Disputation and Dialogue, pp. 34-36.)
      O jornalista Fernando Jorge, em seu livro “Lutero e a igreja do pecado” , Editora Mercúrio, Pág. 183-184, afirma: “Lutero recomendou várias medidas contra os israelitas: expulsão, confiscação de bens, trabalhos forçados, queima das escolas judaicas e das sinagogas, proibição de transitar pelas ruas. Este ódio raivoso, espumejante, deve ter influído no feroz antissemitismo do compositor Richard Wagner e, consequentemente, quatro séculos após a morte de Lutero, no espírito desvairado de Adolf Hitler, que como se sabe era um fanático admirador das teorias racistas daquele músico genial. Aliás, na época do III Reich, os nazistas adotaram todas aquelas medidas preconizadas pelo reformador”.

    • A verdade é que O Na#zis#mo nasceu do Protestantismo
      Site fim da Farsa
      “Dentre os 17.000 pastores evangélicos da Alemanha, nem 1% se negaram a apoiar o regime na#zista”. (Fonte: History of Christianity, de Paul Johnson).
      Tudo começou quando Lutero escreveu um diabólico panfleto chamado: “CONTRA OS JUDEUS E SUAS MENTIRAS”, obra esta, reproduzida na ’História do Anti#sse#miti#smo’, de Leon Poliakov. Dizia o raivoso Lutero contra os judeus:
      “(…) Finalmente, no meu tempo, foram expulsos de Ratisbona, Magdeburgo e de muitos outros lugares… Um judeu, um coração judaico, são tão duros como a madeira, a pedra, o ferro, como o próprio diabo. Em suma, são filhos do demônio, condenados às chamas do Inferno. Os judeus são pequenos demônios destinados ao inferno.” (‘Luther’s Works,’ Pelikan, Vol. XX, pp. 2230).
      ”Queime suas sinagogas. Negue a eles o que disse anteriormente. Force-os a trabalhar e trate-os com toda sorte de severidade… são inúteis, devemos tratá-los como cachorros loucos, para não sermos parceiros em suas blasfêmias e vícios, e para que não recebamos a ira de Deus sobre nós. Eu estou fazendo a minha parte.” (‘About the Jews and Their Lies,’ citado em O’Hare, in ‘The Facts About Luther, TAN Books, 1987, p. 290).

      • Continua:
        E ainda:
        “Resumindo, caros príncipes e nobres que têm judeus em seus domínios, se este meu conselho não vos serve, encontrai solução melhor, para que vós e nós possamos nos ver livres dessa insuportável carga infernal – os judeus.” (Martim Lutero: Concerning the Jews and their lies [A respeito dos judeus e suas mentiras], reimpresso em Talmage, Disputation and Dialogue, pp. 34-36.)
        O jornalista Fernando Jorge, em seu livro “Lutero e a igreja do pecado” , Editora Mercúrio, Pág. 183-184, afirma: “Lutero recomendou várias medidas contra os israelitas: expulsão, confiscação de bens, trabalhos forçados, queima das escolas judaicas e das sinagogas, proibição de tran#sitar pelas ruas. Este ódio raivoso, espu#mejante, deve ter influído no feroz anti#sse#mitismo do compositor Richard Wagner e, consequentemente, quatro séculos após a morte de Lutero, no espírito desvairado de Adolf Hitler, que como se sabe era um fanático admirador das teorias racistas daquele músico genial. Aliás, na época do III Reich, os na#zistas adotaram todas aquelas medidas preconizadas pelo reformador”.

        • continuação: E ainda:
          “Resumindo, caros príncipes e nobres que têm judeus em seus domínios, se este meu conselho não vos serve, encontrai solução melhor, para que vós e nós possamos nos ver livres dessa insuportável carga infernal – os judeus.” (Martim Lutero: Concerning the Jews and their lies [A respeito dos judeus e suas mentiras], reimpresso em Talmage, Disputation and Dialogue, pp. 34-36.)
          O jornalista Fernando Jorge, em seu livro “Lutero e a igreja do pecado” , Editora Mercúrio, Pág. 183-184, afirma: “Lutero recomendou várias medidas contra os israelitas: expulsão, confis#cação de bens, trabalhos forçados, queima das escolas judaicas e das sinagogas, proibição de tran#si#tar pelas ruas. Este ódio raivoso, espu#mejante, deve ter influído no feroz anti#sse#miti#smo do compositor Richard Wagner e, consequentemente, quatro séculos após a morte de Lutero, no espírito desvairado de Adolf Hitler, que como se sabe era um fanático admirador das teorias Ra#cistas daquele músico genial. Aliás, na época do III Reich, os na#zis#tas adotaram todas aquelas medidas preconizadas pelo reformador”.

      • E ainda:
        “Resumindo, caros príncipes e nobres que têm judeus em seus domínios, se este meu conselho não vos serve, encontrai solução melhor, para que vós e nós possamos nos ver livres dessa insuportável carga infernal – os judeus.” (Martim Lutero: Concerning the Jews and their lies [A respeito dos judeus e suas mentiras], reimpresso em Talmage, Disputation and Dialogue, pp. 34-36.)
        O jornalista Fernando Jorge, em seu livro “Lutero e a igreja do pecado” , Editora Mercúrio, Pág. 183-184, afirma: “Lutero recomendou várias medidas contra os israelitas: expulsão, confis#cação de bens, trabalhos forçados, queima das escolas judaicas e das sinagogas, proibição de tran#si#tar pelas ruas. Este ódio raivoso, espu#mejante, deve ter influído no feroz anti#sse#miti#smo do compositor Richard Wagner e, consequentemente, quatro séculos após a morte de Lutero, no espírito desvairado de Adolf Hitler, que como se sabe era um fanático admirador das teorias racistas daquele músico genial. Aliás, na época do III Reich, os na#zistas adotaram todas aquelas medidas preconizadas pelo reformador”.

      • E ainda:
        “Resumindo, caros príncipes e nobres que têm ju#deus em seus domínios, se este meu conselho não vos serve, encontrai solução melhor, para que vós e nós possamos nos ver livres dessa insuportável carga infernal – os ju#deus.” (Martim Lutero: Concerning the Jews and their lies [A respeito dos ju#deus e suas mentiras], reimpresso em Talmage, Dispu#tation and Dialogue, pp. 34-36.)

        • O jornalista Fernando Jorge, em seu livro “Lutero e a igreja do pecado” , Editora Mercúrio, Pág. 183-184, afirma: “Lutero recomendou várias medidas contra os isra#elitas: ex#pulsão, confis#cação de bens, trabalhos forçados, queima das escolas jud#aicas e das sinagogas, proibição de tran#si#tar pelas ruas. Este ódio raivoso, espu#mejante, deve ter influído no feroz anti#sse#miti#smo do compositor Richard Wagner e, consequentemente, quatro séculos após a morte de Lutero, no espírito desvairado de Adolf Hitler, que como se sabe era um fanático admirador das teorias Ra#cistas daquele músico genial. Aliás, na época do III Reich, os na#zis#tas adotaram todas aquelas medidas preconizadas pelo reformador”.

          • Comenta nessa linha, o renomado historiador Michael H. Hart: “Embora se rebelasse contra a autoridade religiosa, poderia ser extremamente intolerante com quem dele discordasse em assuntos religiosos. Possivelmente foi devido em parte à sua intolerância o fato de as guerras religiosas terem sido mais ferozes e sangrentas na Alemanha do que, digamos, na Inglaterra. Além disso Lutero era feroz antis#semita, tendo talvez, a extraordinária virulência de seus escritos sobre os judeus preparado o caminho para o advento de Hitler na Alemanha do século XX”. (Hart, Michael H, pág 174).
            O próprio Hitler considerou Lutero uma das três maiores figuras da Alemanha, juntamente com Frederico, “o Grande”, e Richard Wagner. (Adolf Hitler: Mein Kampf, p. 213).
            Em seu livro Why the Jews? [Por Que os Judeus?], Dennis Prager e Joseph Telushkin escrevem:
            “[…] os escritos posteriores de Lutero, atacando os judeus, eram tão virulentos que os nazistas os citavam freqüentemente. De fato, Julius Streicher (na#zi#sta), argumentou durante sua defesa no julgamento de Nuremberg que nunca havia dito nada sobre os judeus que Martim Lutero não tivesse dito 400 anos antes”. (Dennis Prager e Joseph Telushkin: Why the Jews? The reason for anti-Semitism [Por que os Judeus: A causa do anti-semitismo] (Nova York: Simon & Shuster, 1983), p. 107.)
            “Ao executarem seu primeiro massacre em larga escala, em 9 de novembro de 1938, no qual destruíram quase todas as sinagogas da Alemanha e assassinaram trinta e cinco judeus, os nazistas anunciaram que a perseguição era uma homenagem ao aniversário de Martim Lutero.” (Prager e Telushkin, p. 107).
            Enquanto isso os evangélicos que hoje acusam levianamente a Igreja Católica de “omissa”, ovacionavam o nazismo que geraram, causando a morte de 6 milhões de judeus.
            Veja no site fim da farsa
            Assista isso com seus próprios olhos: ou O jornal New York Times de 18 de março de 1998, publicou que, em 25 de dezembro de 1941, este mesmo jornal publicou: “O Papa Pio XII é a única voz no silêncio e nas trevas que envolvem a Europa neste Natal”. E no ano seguinte publicou outro editorial dizendo que Pio XII “é a única voz que clama no silêncio de um continente”.
            Só os judeus daquele tempo sabiam da preocupação do Papa Pio XII por eles. w#w#w.#zenit.#org/article-9994?l=portuguese

  7. OS CRIMES DA IGREJA CATÓLICA

    Poucas instituições no mundo ao longo da história são responsáveis por tantos crimes e acobertamentos de crimes como a Santa Igreja Católica. O farto cardápio inclui desde mortes na fogueira a pedofilia. Para o imaginário popular, a Igreja é imaculada e se situa num patamar de santidade, portanto, imune aos pecados temporais. Isso se deve em parte à imagem que a instituição forjou ao longo dos tempos, algumas vezes cobrando preço de sangue e traumas
    irrecuperáveis.
               Vamos aos fatos. Com a invenção das famigeradas cruzadas, os cavaleiros da fé saquearam, torturaram e mataram milhares de seres humanos. Eliminaram os homens do mau para impor a Santa Verdade. Em 1099, por exemplo, ao entrar em Jerusalém para expulsar os muçulmanos, os líderes da cruzada, massacraram 70 mil pessoas. O rei Luiz, da França, tido como um santo católico tinha uma prática mais sutil: levava os blasfemadores a pelourinhos e os matava com ferros em brasas, que transpassavam suas línguas. Segundo ele, esses não voltariam a
    blasfemar.
                Em 1231, a Igreja fundou a sua máquina de extermínio: a Santa Inquisição. Por ela passaram quase 1 milhão de pessoas, essencialmente hereges, judeus, muçulmanos e “bruxos”. Precursor de Hitler, o religioso Diego Rodrigues Lucero queimou vivos 107 judeus convertidos ao cristianismo. Isso sem falar na cobrança de indulgências, loteamento do céu e aplicação de preços monetários para que os fiéis chegassem ao Paraíso. Tudo em nome de Deus.
                Na Idade Média, a Igreja havia proibido que mulheres cantassem no coral das igrejas.
    Para não ficar sem as necessárias vozes sopranos, os representantes de Deus encontraram uma solução ungida: castrar jovens meninos cuja voz tenha sido considerada bela. Assim, nos corais da Santa Igreja não faltariam nunca os sopranos e contraltos.
                Mas não é só sob o manto do passado que se esconde a ficha criminal da Santa Sé. Adaptada ao presente, o único senão é a proibição de mandar gente para a fogueira. Duas modalidades veneradas por padres atualmente são a pedofilia e o abuso sexual de mulheres. Só nos Estados Unidos, recentemente foi constatado que 1,2 mil sacerdotes teriam abusado
    de mais de 4 mil crianças. O lamaçal que envolveu 161 dioceses, desmoronou algumas delas, que tiveram que ser fechadas para pagar indenizações às vítimas. O abuso à mulheres também é comum nas paróquias mundiais. A socióloga da religião, Regina Soares Juskewicz lançou um pouco de luz nas trevas paroquiais. Num aprofundado estudo, ela analisou 21 casos de abusos dessa natureza e constatou que a prioridade da Igreja nesse tipo de crime é acobertá-lo a qualquer custo. Há até um decálogo que ensina os líderes a agir em face de abusos sexuais envolvendo padres. Nele inclui subornar a vítima em troca do silêncio,
    desqualificação pública da vítima e exaltação das qualidades do agressor, como bom prestador de serviços à comunidade. No último mandamento, a Igreja se posiciona do lado do agressor e faz todos os esforços para que o crime seja jogado no mar do esquecimento.
                 A Igreja não se importa de conviver com um rosário de pecados. O importante é não gerar escândalo. Em outras palavras: peque, mas esconda a sete chaves. O problema é que abuso de mulheres e crianças não é simplesmente pecado contra as leis divinas. É crime, sujeito a punição terrena, que inclui prisão e indenização da vítima.

                Ainda vivo João Paulo II pediu perdão pelos “erros” da Igreja Católica ao longo dos tempos. Pronto. Num ato, a Santa Sé se redimiu para sempre com os milhões de injustiçados em séculos de história.

    FONTE:RECANTO DAS LETRAS.

  8. Os matadores sendo cultuados em face de alguns dos seus terem vivenciado o que sempre fizeram.

    Ora, isso chega ser afrontoso.

    Como é que os que estão do lado dos matadores merecem honras como se vítimas fossem?

    No mundo todo a igreja católica matou em nome de Deus, ao haver quem reaja, ela vem e pede culto em prol das supostas vítimas católicas.

    Vítimas foram os judeus, os evangélicos, os muçulmanos, os de outros cultos.

    Tomem vergonha, Deus cobra dagente cada ato hipócrito, é algo abominável ante o Deus eterno, portanto não é atoa que essa igreja vive o que vive hoje.

  9. O papa Francisco não irá fazer isso, pois senão, estaria colocando por terra todo o trabalho que conseguiu até agora sobre ecumenismo.
    O que esse arcebispo católico dom Jaime Vieira Rochaquer quer, é colocar os protestantes como vilões.
    Ele deveria considerar que deus para salvar o povo egipcio da servidão, matou todo o exército do faraó.
    Quem sabe não fora isso que aconteceu nas cidades de Cunhaú e Uruaçu, no Rio Grande do Norte?
    Deus libertando o povo da militancia católica!

  10. continua:
    “Em 29 novembro de 1945, Pacelli (o Papa) reuniu-se com 80 representantes de refugiados judeus de vários campos de concentração da Alemanha, que se expressaram “sua grande honra por serem capazes de agradecer ao Santo Padre por sua generosidade com os perseguidos durante o período nazi-fascista”. (Hitler’s Pop, John Cornwell, pg. 355, contradizendo-se).
    O grande físico Albert Einstein manifestou sua admiração pela Igreja católica, dizia: “Só a Igreja se pronunciou claramente contra a campanha hitlerista que suprimia a liberdade. Até então a Igreja nunca tinha chamado minha atenção; hoje, porém, expresso minha admiração e meu profundo apreço por esta Igreja que, sozinha, teve o valor de lutar pelas liberdades morais e espirituais”. (Albert Einstein, The Tablet de Londres).
    Quando Pio XII faleceu, em 1958, Golda Meir, então ministra de Assuntos Exteriores de Israel, enviou uma eloqüente mensagem: “Compartilhamos a dor da humanidade… Quando o terrível martírio abateu-se sobre nosso povo, a voz do Papa elevou-se a favor das vítimas”. (Fonte: Site “Interprensa“).

    Ainda hoje, é imensa a gratidão dos líderes judeus, para com a Igreja Católica e o Papa:

    «Os judeus sobreviventes agradeceram pela oportunidade de saudar o Papa em alemão e italiano e de agradecer-lhe pela intervenção da Igreja Católica para salvar suas vidas durante a II Guerra Mundial”, explicou à agência Zenit, Gary L. Krupp, presidente da fundação judaica Pave The Way (PTWF).”. w#w#w.#zenit.#org#/article-18780?l=portuguese(desconsidere o sinal #)

    Placa dos judeus doado ao Papa:
    Tradução da placa: “Os judeus para a Sua Santidade Pio XII
    O Congresso dos Delegados das comunidades israelitas italianas, realizado em Roma, pela primeira vez após a Libertação, é obrigado a pagar tributo a Sua Santidade, e, para manifestar o mais profundo sentimento de gratidão de todos os judeus, por mostrar a Fraternidade humana da Igreja durante os anos de perseguição e quando suas vidas

  11. O Na#zis#mo nasceu do Protestantismo
    Site fim da Farsa
    “Dentre os 17.000 pastores evangélicos da Alemanha, nem 1% se negaram a apoiar o regime na#zista”. (Fonte: History of Christianity, de Paul Johnson).
    Tudo começou quando Lutero escreveu um diabólico panfleto chamado: “CONTRA OS JUDEUS E SUAS MENTIRAS”, obra esta, reproduzida na ’História do Anti#sse#miti#smo’, de Leon Poliakov. Dizia o raivoso Lutero contra os judeus:
    “(…) Finalmente, no meu tempo, foram expulsos de Ratisbona, Magdeburgo e de muitos outros lugares… Um judeu, um coração judaico, são tão duros como a madeira, a pedra, o ferro, como o próprio diabo. Em suma, são filhos do demônio, condenados às chamas do Inferno. Os judeus são pequenos demônios destinados ao inferno.” (‘Luther’s Works,’ Pelikan, Vol. XX, pp. 2230).
    ”Queime suas sinagogas. Negue a eles o que disse anteriormente. Force-os a trabalhar e trate-os com toda sorte de severidade… são inúteis, devemos tratá-los como cachorros loucos, para não sermos parceiros em suas blasfêmias e vícios, e para que não recebamos a ira de Deus sobre nós. Eu estou fazendo a minha parte.” (‘About the Jews and Their Lies,’ citado em O’Hare, in ‘The Facts About Luther, TAN Books, 1987, p. 290).
    E ainda:
    “Resumindo, caros príncipes e nobres que têm ju#deus em seus domínios, se este meu conselho não vos serve, encontrai solução melhor, para que vós e nós possamos nos ver livres dessa insuportável carga infernal – os ju#deus.” (Martim Lutero: Concerning the Jews and their lies [A respeito dos ju#deus e suas mentiras], reimpresso em Talmage, Dispu#tation and Dialogue, pp. 34-36.)
    O jornalista Fernando Jorge, em seu livro “Lutero e a igreja do pecado” , Editora Mercúrio, Pág. 183-184, afirma: “Lutero recomendou várias medidas contra os isra#elitas: ex#pulsão, confis#cação de bens, trabalhos forçados, queima das escolas jud#aicas e das sinagogas, proibição de tran#si#tar pelas ruas. Este ódio raivoso, espu#mejante, deve ter influído no feroz anti#sse#miti#smo do compositor Richard Wagner e, consequentemente, quatro séculos após a morte de Lutero, no espírito desvairado de Adolf Hitler, que como se sabe era um fanático admirador das teorias Ra#cistas daquele músico genial. Aliás, na época do III Reich, os na#zis#tas adotaram todas aquelas medidas preconizadas pelo reformador”.

    Comenta nessa linha, o renomado historiador Michael H. Hart: “Embora se rebelasse contra a autoridade religiosa, poderia ser extremamente intolerante com quem dele discordasse em assuntos religiosos. Possivelmente foi devido em parte à sua intolerância o fato de as guerras religiosas terem sido mais ferozes e sangrentas na Alemanha do que, digamos, na Inglaterra. Além disso Lutero era feroz antis#semita, tendo talvez, a extraordinária virulência de seus escritos sobre os judeus preparado o caminho para o advento de Hitler na Alemanha do século XX”. (Hart, Michael H, pág 174).
    O próprio Hitler considerou Lutero uma das três maiores figuras da Alemanha, juntamente com Frederico, “o Grande”, e Richard Wagner. (Adolf Hitler: Mein Kampf, p. 213).
    Em seu livro Why the Jews? [Por Que os Judeus?], Dennis Prager e Joseph Telushkin escrevem:
    “[…] os escritos posteriores de Lutero, atacando os judeus, eram tão virulentos que os nazistas os citavam freqüentemente. De fato, Julius Streicher (na#zi#sta), argumentou durante sua defesa no julgamento de Nuremberg que nunca havia dito nada sobre os judeus que Martim Lutero não tivesse dito 400 anos antes”. (Dennis Prager e Joseph Telushkin: Why the Jews? The reason for anti-Semitism [Por que os Judeus: A causa do anti-semitismo] (Nova York: Simon & Shuster, 1983), p. 107.)
    “Ao executarem seu primeiro massacre em larga escala, em 9 de novembro de 1938, no qual destruíram quase todas as sinagogas da Alemanha e assassinaram trinta e cinco judeus, os nazistas anunciaram que a perseguição era uma homenagem ao aniversário de Martim Lutero.” (Prager e Telushkin, p. 107).
    Enquanto isso os evangélicos que hoje acusam levianamente a Igreja Católica de “omissa”, ovacionavam o nazismo que geraram, causando a morte de 6 milhões de judeus.
    Veja no site fim da farsa
    Assista isso com seus próprios olhos: ou O jornal New York Times de 18 de março de 1998, publicou que, em 25 de dezembro de 1941, este mesmo jornal publicou: “O Papa Pio XII é a única voz no silêncio e nas trevas que envolvem a Europa neste Natal”. E no ano seguinte publicou outro editorial dizendo que Pio XII “é a única voz que clama no silêncio de um continente”.
    Só os judeus daquele tempo sabiam da preocupação do Papa Pio XII por eles. w#w#w.#zenit.#org/article-9994?l=portuguese
    “Em 29 novembro de 1945, Pacelli (o Papa) reuniu-se com 80 representantes de refugiados judeus de vários campos de concentração da Alemanha, que se expressaram “sua grande honra por serem capazes de agradecer ao Santo Padre por sua generosidade com os perseguidos durante o período nazi-fascista”. (Hitler’s Pop, John Cornwell, pg. 355, contradizendo-se).
    O grande físico Albert Einstein manifestou sua admiração pela Igreja católica, dizia: “Só a Igreja se pronunciou claramente contra a campanha hitlerista que suprimia a liberdade. Até então a Igreja nunca tinha chamado minha atenção; hoje, porém, expresso minha admiração e meu profundo apreço por esta Igreja que, sozinha, teve o valor de lutar pelas liberdades morais e espirituais”. (Albert Einstein, The Tablet de Londres).
    Quando Pio XII faleceu, em 1958, Golda Meir, então ministra de Assuntos Exteriores de Israel, enviou uma eloqüente mensagem: “Compartilhamos a dor da humanidade… Quando o terrível martírio abateu-se sobre nosso povo, a voz do Papa elevou-se a favor das vítimas”. (Fonte: Site “Interprensa“).

    Ainda hoje, é imensa a gratidão dos líderes judeus, para com a Igreja Católica e o Papa:

    «Os judeus sobreviventes agradeceram pela oportunidade de saudar o Papa em alemão e italiano e de agradecer-lhe pela intervenção da Igreja Católica para salvar suas vidas durante a II Guerra Mundial”, explicou à agência Zenit, Gary L. Krupp, presidente da fundação judaica Pave The Way (PTWF).”. w#w#w.#zenit.#org#/article-18780?l=portuguese(desconsidere o sinal #)

    Placa dos judeus doado ao Papa:
    Tradução da placa: “Os judeus para a Sua Santidade Pio XII
    O Congresso dos Delegados das comunidades israelitas italianas, realizado em Roma, pela primeira vez após a Libertação, é obrigado a pagar tributo a Sua Santidade, e, para manifestar o mais profundo sentimento de gratidão de todos os judeus, por mostrar a Fraternidade humana da Igreja durante os anos de perseguição e quando suas vidas foram postas em perigo pelas atrocidades nazi-fascistas. Muitas vezes, sacerdotes suportaram prisões e campos de concentração e até mesmo sacrificaram as suas vidas para ajudar os judeus. Essa prova que o sentimento de bondade e caridade que ainda conduz o justo tem servido para diminuir a vergonha das indignidades suportadas, o suplício sofrido das perdas de milhões de seres humanos. Israel ainda não terminou o sofrimento: Os judeus sempre lembrarão o que a Igreja, sob ordens do papa, fez por eles naquele momento terrível “. Moção aprovada pelo Terceiro Congresso da Comunidade Israelita Italiana realizado em março de 1946.

  12. “Desmascarando João Calvino”, Castelo Histórico.

    “Sonho Sangrento de um Brasil Protestante”, Fim da Farsa.

    ☛ “AS PERSEGUIÇÕES PROTESTANTES”, Discernimento Bíblico.

    ☛ “A inquisição protestante”, Veritatis Splendor.

    ☛ “A Inquisição protestante: “reforma”, intolerância e perseguição”, Apologistas Católicos.

    ☛ “A perseguição aos católicos por franceses calvinistas”, William Thomas Walsh.

    “A INQUISIÇÃO PROTESTANTE”, Berakash.

    “Calvin’s Victims – The Protestant Inquisition I”, Atheist Resourc.

    “Inquisição protestante”, Revista de História.

    “A terrível e cruel Inquisição Protestante e sua sanguinária caça às bruxas”, Berakah.

    “Ainda as inquisições protestantes…”, Veritatis Splendor.

    “Inquisição protestante”, Montfort.

    “Atrocidades anticatólicas”, Youtube.

  13. José de Anchieta não matou um cara, by O Catequista

    Às vésperas da canonização de José de Anchieta, os inimigos da Santa Igreja se empenham em dar novo impulso à história de que o santo teria matado um protestante com suas próprias mãos. Esse caô é bem fácil de desmentir, pois os registros históricos mais plausíveis inocentam o Apóstolo do Brasil, e expõem a cretinice de seus caluniadores desesperados.

    O rolo foi o seguinte: após cinco meses de negociações com os índios tamoios, foi selado um acordo de paz. Tendo cumprido sua missão diplomática, Anchieta deixa a tribo e retorna a São Vicente. Porém, infelizmente, a trégua durou pouco. Incitadas pelos franceses protestantes, as tribos que não haviam negociado diretamente com os jesuítas quebraram o acordo; no ano seguinte, em 1564, os tamoios da Guanabara (atual Rio de Janeiro) retomaram os ataques aos portugueses.

    Para garantir a ocupação da Guanabara e reestabelecer a paz na região, era preciso expulsar de vez esse pessoal, já que os meios diplomáticos haviam sido insuficientes. Com sua influência junto aos índios tupis, Anchieta ajudou a reforçar a armada de Estácio de Sá, reunindo um grande número de guerreiros. Depois, como capelão das tropas, o santo cuidou dos feridos e ajudou a manter a moral de todos em alta.

    Resultado: em 1567, a guerra terminou com a vitória portuguesa e a derrota definitiva da Confederação dos Tamoios. Cerca de dez combatentes franceses foram feitos prisioneiros e condenados à morte pela forca. Não foram condenados por heresia, mas sim por crime de invasão territorial e apoio à guerra contra os portugueses.

    Era chegado o momento da execução do último francês. Para a sua desgraça, seu suplício foi aumentado por causa da incompetência do carrasco jeselito, que deu uma laçada muito mal-feita. O homem se debatia pendurado pelo pescoço, sem morrer. Para dar breve fim a essa aflição, Padre Anchieta deu uma bronca no carrasco, para que fizesse direito seu trabalho. O laço foi então refeito do modo correto, e o francês finalmente morreu, tendo abreviado os seus tormentos.

    Basta um mínimo de boa vontade para notar que, em vez de desmerecer José de Anchieta, esse ato se soma aos seus incontáveis gestos de amor caridade. Ajudou o condenado a ter uma morte mais rápida e com menos sofrimento.

    Porém, entrou em cena a eficiente AMHP: Agência de Manipulação Histórica Protestante. O episódio foi grotescamente distorcido para tentar manchar a trajetória do santo. Espalham por aí que o carrasco estava com peninha do francês, e por isso, estava demorando demais para aplicar a pena. Então, o Padre Anchieta o teria enforcado com suas próprias mãos.

    As evidências a favor de Anchieta já foram apresentadas pelo padre Hélio Abranches Viotti, SJ. O caso foi discutido em Roma no século XVIII, e não foi considerado impedimento para a canonização do nosso maior missionário. A Igreja se pronunciou oficialmente, garantindo que Anchieta não cometeu qualquer pecado ou irregularidade nesse caso.

    Em primeiro lugar, foi um gesto de compaixão. Em segundo lugar, o tal francês enforcado não era João de Bolés (Jean le Balleur), conforme afirmam os autores protestantes. Vários documentos evidenciam que o calvinista João de Bolés foi processado na Bahia, mandado para Portugal e absolvido.

    Portanto, João de Bolés não morreu no Brasil, muito menos no Rio de Janeiro, conforme provam diversos documentos citados no livro do Pe. Viotti, entre eles uma carta de José de Anchieta:

    “Um dos moradores desta fortaleza era um Joanes de Bolés, homem douto nas letras latinas, gregas e hebraicas e muito lido na Sagrada Escritura, mas grande herege (…). Ali começou logo a vomitar a peçonha de suas heresias. Ao qual resistiu o Pe. Luis da Grã e o fez mandar preso à Bahia de todos os Santos. E daí foi mandado pelo Bispo dom Pedro Leitão a Portugal, e de Portugal doi para a Índia e nunca mais apareceu.” – José de Anchieta. Cartas Jesuíticas, III, 312

    Essa confusão protestante também foi desmascarada no livro “Villegagnon e a França Antártica: Uma Reavaliação”, de Vasco Mariz e Lucien Provençal (saiba mais aqui).

    “A verdade vos libertará”, ensinou Jesus. Porém, os protestantes insistem em sua estratégia suja de deturpar a história – como se já não bastasse a deturpação da doutrina cristã – para difamar o catolicismo. Nesse mundo, devemos reconhecer, eles obtêm razoável êxito. Suas mentiras levaram e ainda levam muitos católicos a abandonarem a Igreja, ou pior: estando dentro dela, rejeitam boa parte de seus ensinamentos e se deixam influenciar pelo veneno protestante.

    Mas a verdade é de Cristo, e Cristo é a verdade. E o fato, que vale acrescentar, é que o Padre Anchieta conseguiu adiar em alguns dias a execução do tal francês, que estava apegado às suas heresias. Com sua peculiar doçura e sabedoria, ajudou o homem a abraçar a verdadeira fé. Sim, o pseudo-mártir protestante morreu católico!

    Viva José de Anchieta! Viva Nosso Senhor Jesus Cristo! Viva a santa Igreja Católica!

    FONTE DE PESQUISA BIBLIOGRÁFICA:

    VIOTTI, Hélio Abranches, SJ. Anchieta – O Apóstolo do Brasil. Ed. Loyola, 1980, p. 125 a 134.

  14. A inquisição não é exclusividade da mãe, as filhas também praticaram as mesmas atrocidades.
    Lutero exigiu perseguições aos anabatistas. . (os Anabatistas foram definidos principalmente por sua rejeição do batismo infantil.) Calvino, expulsava as pessoas que não aderissem a sua confissão de fé. Também este relacionado com casos de caça as bruxas, perseguição e morte de pessoas.

  15. O que dizer de tudo isto? Catolicismo? Protestantismo?
    Lutero saiu da igreja catolica mas continuou sendo catolico. ele nunca quiz formar outra religiao e sim mudar algumas normas. assim como Calvino.

    Verdade tambem que Lutero matou muitos anabatistas(aqueles que nao praticavam o batismo infantil), judeus, etc. ele aprendeu muito bem da casa mae que ele nasceu. verdade tambem que o seu livro era o livro de cabeceira de Adolf.

    Sou de familia judia e sei muito bem o que os judeus passaram nas maos dos catolicos e mais tarde na dos protestantes…. tiveram seus nomes mudados para nomes portugueses, serem batizados a forca na religiao catolica, serem proibidos de praticarem a religiao judaica, muitos padres tiraram os filhos pequenos dos judeus para que os mesmos aprendessem o catolicismo e outras coisas mais…. sem falar nas torturas…..alem de terem seus bens todos confiscados pela igreja catolica….. leiam por favor sobre “cristaos novos” e entenderam o que estou dizendo.

    Os judeus para que continuassem vivos tinham que escrever a punho dizendo que nunca sofreram nas maos dos catolicos e que o papa era o “salvador deles”….era uma forma deles continuarem vivos e nao perderem seus filhos….

    Mas eu vejo que o erro vai mais alem, na traducao da Biblia. muitas coisas foram traduzidas erradamente. ja pensaram voces como pode a mae judia de Jesus(claro o nome DEle nao é este porque nenhum judeu daria um nome deste para o seu filho) chamar Maria? nunca!!!! e ja foi comprovado que o nome dela é Myrian. e o caso do apostolo Pedro? Pedro vem de Petrus e é um nome Romano , na verdade ele se chamava Cefas….. e o pior de todas as traducoes : Apostolo Paulo…Paulo significa pequeno…, sendo que o verdadeiro nome dele é Shaul(o escolhido). para um judeu nomear os filhos é algo serio, e muitas e muitas coisas…. nome proprio gente nao se traduz!!! isto tudo era para que ´ pensassem que nao eram judeus muito menos praticantes.

    O que vcs acham que JEsus(Yeshua) estava fazendo no templo como pequeno quando Ele leu uma parte da Torah(ele tinha cerca 12, 13 anos)? A Bar Mtizvah!! e porque é omitido isto na Biblia ???? por engano? e a festa do Sucot em que Ele participou(Deuteron. 16:13)

    Toda a Escritura foi escrita por judeus. depois a traduziram em Grego e depois Alemao, Latin etc. sabem a salada que tudo sofreu?Gracas ao Eterno a Torah(Pentateuco)sofreu menos.
    O proprio Lutero quando traduziu uma parte do “Novo Testamento”(desculpa nao gosto deste termo “Testamento”) ele mesmo disse que se vivesse outra vida iria aprender melhor o hebraico….

    Agora eu pergunto a voces: como pode um judeu aceitar tudo isto????? os catolicos fizeram a traducao das Escrituras e os Protestantes e os Evangelicos nao mudaram nada(apenas o que diz respeito a idolos).

    como podem os catolicos e evangelicos praticarem o natal na data 25.12???? sendo que Ele nao nasceu em Dezembro e muito menos no dia do sol? muitos creentes da igreja antiga eram totalmente contra esta festa!!! cade as festas Biblicas que nao sao mais festejadas ????

    Agora sobre os “catolicos ” que vieram ao Brasil. eles eram jesuitas… sabem quem eram os jesuitas? se nao sabem leiam em livros (nao catolicos e nao evangelicos por favor e sim literatura neutra historica) e entao irao entender quem eram os jesuitas e porque eles vieram ao Brasil.

    Mas a nossa Emunah(confianca) nao deve estar em religioes e sim nAquele que fez o ceu e a terra e TUDO que ha neste mundo(e Galaxias, etc.) e no seu filho (Messias) Eles sim !Sim eu apesar de tudo creio no Messias que ja veio . vcs o chamam Jesus.

    Eu pessoalmente penso assim: por exemplo: se quero entender um livro como Lusiadas bem, procuro ler lo no original em portugues de portugal alem de ler outros livros que narram a historia das cidades, costumes, etc. no tempo em que o livro foi escrito.

    Por isto se quero entender a Biblia , procuro tambem ler a traducao diretamente do hebraico e tambem ler outros livros judaicos que narram a historia da epoca em que aconteceram os fatos. e sempre questionar, questionar, questionar!

    Esta escrito “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertara”, isto significa que o Eterno sempre quiz que tenhamos uma Emunah(confianca) com entendimento e nao uma fé cega como muitos pensam. toda a Palavra é comprovavel! nao há necessidade de cegueira, nem crer apenas neste ou nAquele.

    Por isto : nao vamos ser partidarios de Papa, Lutero, Calvino, e todos os outros Neo pentecostais e sei la mais o que . nao vamos brigar por nenhum deles porque estariamos apenas perdendo um precioso tempo!

  16. O que dizer de tudo isto? Catolicismo? Protestantismo?
    Lutero saiu da igreja catolica mas continuou sendo catolico. ele nunca quiz formar outra religiao e sim mudar algumas normas. assim como Calvino.

    Verdade tambem que Lutero matou muitos anabatistas(aqueles que nao praticavam o batismo infantil), judeus, etc. ele aprendeu muito bem da casa mae que ele nasceu. verdade tambem que o seu livro era o livro de cabeceira de Adolf.

    Sou de familia judia e sei muito bem o que os judeus passaram nas maos dos catolicos e mais tarde na dos protestantes…. tiveram seus nomes mudados para nomes portugueses, serem batizados a forca na religiao catolica, serem proibidos de praticarem a religiao judaica, muitos padres tiraram os filhos pequenos dos judeus para que os mesmos aprendessem o catolicismo e outras coisas mais…. sem falar nas torturas…..alem de terem seus bens todos confiscados pela igreja catolica….. leiam por favor sobre “cristaos novos” e entenderam o que estou dizendo.

    Os judeus para que continuassem vivos tinham que escrever a punho dizendo que nunca sofreram nas maos dos catolicos e que o papa era o “salvador deles”….era uma forma deles continuarem vivos e nao perderem seus filhos….

    Mas eu vejo que o erro vai mais alem, na traducao da Biblia. muitas coisas foram traduzidas erradamente. ja pensaram voces como pode a mae judia de Jesus(claro o nome DEle nao é este porque nenhum judeu daria um nome deste para o seu filho) chamar Maria? nunca!!!! e ja foi comprovado que o nome dela é Myrian. e o caso do apostolo Pedro? Pedro vem de Petrus e é um nome Romano , na verdade ele se chamava Cefas….. e o pior de todas as traducoes : Apostolo Paulo…Paulo significa pequeno…, sendo que o verdadeiro nome dele é Shaul(o escolhido). para um judeu nomear os filhos é algo serio, e muitas e muitas coisas…. nome proprio gente nao se traduz!!! isto tudo era para que ´ pensassem que nao eram judeus muito menos praticantes.

    O que vcs acham que JEsus(Yeshua) estava fazendo no templo como pequeno quando Ele leu uma parte da Torah(ele tinha cerca 12, 13 anos)? A Bar Mtizvah!! e porque é omitido isto na Biblia ???? por engano? e a festa do Sucot em que Ele participou(Deuteron. 16:13)

    Toda a Escritura foi escrita por judeus. depois a traduziram em Grego e depois Alemao, Latin etc. sabem a salada que tudo sofreu?Gracas ao Eterno a Torah(Pentateuco)sofreu menos.
    O proprio Lutero quando traduziu uma parte do “Novo Testamento”(desculpa nao gosto deste termo “Testamento”) ele mesmo disse que se vivesse outra vida iria aprender melhor o hebraico….

    Agora eu pergunto a voces: como pode um judeu aceitar tudo isto????? os catolicos fizeram a traducao das Escrituras e os Protestantes e os Evangelicos nao mudaram nada(apenas o que diz respeito a idolos).

    como podem os catolicos e evangelicos praticarem o natal na data 25.12???? sendo que Ele nao nasceu em Dezembro e muito menos no dia do sol? muitos creentes da igreja antiga eram totalmente contra esta festa!!! cade as festas Biblicas que nao sao mais festejadas ????

    Agora sobre os “catolicos ” que vieram ao Brasil. eles eram jesuitas… sabem quem eram os jesuitas? se nao sabem leiam em livros (nao catolicos e nao evangelicos por favor e sim literatura neutra historica) e entao irao entender quem eram os jesuitas e porque eles vieram ao Brasil.

    Mas a nossa Emunah(confianca) nao deve estar em religioes e sim nAquele que fez o ceu e a terra e TUDO que ha neste mundo(e Galaxias, etc.) e no seu filho (Messias) Eles sim !Sim eu apesar de tudo creio no Messias que ja veio . vcs o chamam Jesus.

    Eu pessoalmente penso assim: por exemplo: se quero entender um livro como Lusiadas bem, procuro ler lo no original em portugues de portugal alem de ler outros livros que narram a historia das cidades, costumes, etc. no tempo em que o livro foi escrito.

    Por isto se quero entender a Biblia , procuro tambem ler a traducao diretamente do hebraico e tambem ler outros livros judaicos que narram a historia da epoca em que aconteceram os fatos. e sempre questionar, questionar, questionar!

    Esta escrito “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertara”, isto significa que o Eterno sempre quiz que tenhamos uma Emunah(confianca) com entendimento e nao uma fé cega como muitos pensam. toda a Palavra é comprovavel! nao há necessidade de cegueira, nem crer apenas neste ou nAquele.

    Por isto : nao vamos ser partidarios de Papa, Lutero, Calvino, e todos os outros Neo pentecostais e sei la mais o que . nao vamos brigar por nenhum deles porque estariamos apenas perdendo um precioso tempo!

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