Jornalista comenta afastamento dos jovens de Deus e prega ao vivo na TV: “Ele nos ama”

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Uma jornalista protagonizou um momento único quando estava encerrando a edição do telejornal que apresenta. Ela comentava uma notícia sobre o aumento da incredulidade e resolveu compartilhar, ao vivo, sua fé com os telespectadores.

A pregação improvisada foi feita pela jornalista Liz Wheeler, da emissora One America News Network, quando ela comentou uma pesquisa realizada pelo instituto Pew Research que constatou que é crescente o número de jovens norte-americanos da geração Y que não acreditam em Deus e não fazem parte de nenhuma igreja.

Ao terminar a exposição dos dados, Liz decidiu que precisava contar seu próprio testemunho: “Minha fé é uma enorme parte de quem sou. É parte da minha identidade. Ela molda as escolhas que faço neste mundo. Ela molda as minhas palavras e as ações. Eu sou quem eu sou, porque sou uma filha de Cristo”, afirmou, objetivamente.

Seu comentário fez alusão às dificuldades que se enfrenta ao longo da vida e reiterou que, com fé, é possível contornar obstáculos gigantescos com menos sofrimento: “A religião é muitas vezes pintada para ser opressiva em vez de libertadora. Mas, para mim, este nunca foi o caso. Meu relacionamento com Deus nem sempre foi fácil. Quando as coisas difíceis aconteciam, era complicado permanecer na fé e acreditar que Deus tinha um plano para minha vida. Mas é essa crença que sempre me mantém ancorada. É o que me faz ser alegre todos os dias, não importa o que esteja acontecendo”, disse.


Após a crítica feita à mídia, ela destacou justamente a visão sobre a religião cristã que é escondida do grande público: “Deus não enviou Seu Filho para morrer uma morte violenta, se o Seu amor não fosse profundo e completo”, pontuou.

Ao todo, Liz passou aproximadamente três minutos, ao vivo, falando sobre o que pensa a respeito da fé e rebatendo a ideia de que Deus é um ditador que oprime as pessoas que o aceitam e se vinga daqueles que não creem n’Ele.

“A orientação que Deus nos dá não é opressiva. Ninguém está me forçando a seguir os Dez Mandamentos, ou servir e amar a Deus contra a minha vontade. Eu escolho fazer isso porque eu sei que Deus nos deu um manual para a vida. Ele sabe o que é preciso para sermos homens e mulheres que Ele criou. Ele nos disse isso diretamente através da Bíblia”, afirmou.

Em sua conclusão, um alerta aos jovens: “Estão perdendo algo maravilhoso. Estão perdendo o que Deus tem planejado para eles. Mulheres e homens únicos, insubstituíveis, fortes e alegres, com um propósito nesta vida”.

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