Levir Culpi diz que “só Deus pode ajudar” o próximo técnico da seleção brasileira

8

Um dos assuntos mais comentados do momento no meio esportivo brasileiro é a demissão do técnico Luiz Felipe Scolari e do coordenador técnico Carlos Alberto Parreira da seleção brasileira. Além da saída dos comandantes da seleção durante o fiasco da Copa do Mundo, as conversas giram em torno do nome que vai assumir o cargo. Questionado sobre o perfil ideal para o próximo comandante da seleção, o técnico do Atlético-MG, Levir Culpi, comentou que o novo treinador irá precisar de ajuda divina.

Em uma série de entrevistas realizadas pelo SporTV, técnicos de vários clubes brasileiros opinaram sobre o perfil do novo treinador da seleção. Os técnicos brasileiros destacaram várias características que acham necessárias para quem for assumir o cargo, incluindo uma necessidade de mudar a forma com que se faz futebol atualmente no país.

Um dos entrevistados foi o comandante do Atlético-MG, Levir Culpi, que vê um momento complicado da Seleção e brincou que o novo comandante precisará da ajuda divina.

– O cara tem que ser um religioso, acreditar em todas as religiões. Porque só Deus pode ajudar o técnico do Brasil neste momento – brincou Levir.


Outro ponto comentado pelos treinadores foi o fato de a CBF ter chegado a considerar contratar um estrangeiro para assumir a Seleção, entre eles o português José Mourinho e o chileno Manuel Pellegrini. Para Wagner Lopes, técnico do Criciúma, um profissional de outra nacionalidade terá muita dificuldade caso assuma o cargo.

– Muitos estrangeiros não conseguiriam trabalhar no Brasil por conta da nossa cultura de treino, da nossa maneira de lidar com a coisa. Nós precisamos ter um jogo de cintura muito maior que em qualquer outro país – argumentou Wagner.

Já Vagner Mancini, do Botafogo, afirma ser essencial que o escolhido para o cargo tenha o entendimento que é preciso realizar uma transformação no futebol brasileiro.

– Tem que ser o perfil de um cara que entenda que o futebol tem que passar por uma renovação, uma transformação não só dentro de campo, mas também fora – afirmou Mancini.

8 COMENTÁRIOS

  1. Apenas, para ver se podemos abrir a mente dos incautos, pelo menos levantar uma duvida sobre as heresias que aqui, pregam e satanizam a obra de deus, no intuito de reforçar a fé daqueles, que uma vez iluminados , se tornaram participantes, do ESPIRITO SANTO, E SENTIRAM AS COISAS QUE PROVEM DO CÉU. Posto para ajudar os perdidos stardust e sua legião que orbita em volta da estrela caída, nunca é tarde.
    Há quem já estudou a Teologia Bíblica, e como resultado, deixou de Pagar o Dízimo em sua Comum (Congregação/Igreja local). Alguns, chegaram até a desestimular a prática do Dízimo na vida daqueles que fielmente dizimam; até escreveram artigos ou livros (opúsculos) para DEFENDER O NÃO PAGAMENTO DO DÍZIMO. O resulto: confusão, dor de cabeça para pastores, avareza (que é um tipo terrível de idolatria) estimulada, etc. Portanto, como se Deve Defender a Legítima Prática do Dízimo? Visto que tais proponentes tem dito que o Dízimo foi ABOLIDO como obra da Lei de Moisés? Bem, vamos então desconstruir tal argumento usando a mesma Teologia Bíblica mal interpretada por estes.

    Em primeiro lugar, o argumento usado pelos Apologistas (defensores do não-pagamento do Dízimo) é legítimo até certo ponto: eles dizem que o Dízimo foi instituído como Lei por Deus através de Moisés sobre o Povo de Israel, portanto, para o judeu circuncidado e membro do antigo pacto feito no Sinai, o pagamento do Dízimo era compulsório e obrigatório sob pena de castigo e maldição, como está bem claro em Malaquias três (Último livro do Antigo Pacto)… Estes mesmos proponentes, afirmam também com exatidão que nem Jesus e nem seus Apóstolos em Todo o Novo Testamento obrigou e obriga a Igreja (os cristãos) a pagarem o Dízimo. Outrossim, citam vários textos do Novo Pacto para dizer que a Lei, e muitas coisas relacionadas a ela: como o Dízimo, os sacerdotes, os levitas, o templo físico de Jerusalém, as festas e os dias judaicos. Foram abolidos (cancelados/cumpridos) em Cristo Jesus… E, continuam em suas conclusões: todo este “blá, blá, blá” dos pastores quanto ao pagamento do Dízimo é infundado e desnecessário.

    Em segundo lugar, há muitos escândalos hoje nas Igrejas, no que diz respeito à administração das suas finanças, no qual têm entristecido e desanimado muitos cristãos quanto à continuidade da prática do Dízimo e até das Ofertas em geral.

    E aí? O que devemos fazer? Como reagir a esta situação? Pagar ou não Pagar? Ofertar ou não ofertar? Bem, não se pode Negar que o próprio Jesus e seus Apóstolos eram sustentados por DOAÇÕES, ou seja, eles recebiam ofertas dos que iam entrando no Reino de Deus (Lucas 8.2,3; João12.6; 1Coríntios 9.9-12)… Por outro lado, tanto Jesus e seus Apóstolos nasceram, cresceram e viveram dentro da cultura judaica (no Judaísmo: a religião dos judeus). E isto significa que desde pequenos, eles já haviam aprendido o hábito e a CULTURA do dizimar e de oferta (em forma de sacrifícios) na Casa de Deus: o templo de Jerusalém. Pergunto? Se Jesus sabia que o Dízimo, por exemplo, seria alguns dias mais tarde abolido com sua obra, por que ele não deu diretrizes para seus discípulos? Pois se ele não exigiu o Dízimo de sua Igreja, e nem assim seus discípulos-apóstolos, ELES também não proibiram a sua prática. Portanto, não se constrói uma Doutrina ( a abolição do Dízimo) no silêncio das Escrituras do Novo Testamento, ainda que por inferência.

    Contudo, é completamente legítimo a prática do Dízimo. E sua legitimidade não está alicerçada no argumento do silêncio como está o argumento dos defensores da não-prática. Como assim? Quer dizer que há base Bíblica no Novo Testamento para a prática do Dízimo? Sim! E não só no NT, mas também no próprio AT, e melhor, fora dos ditames da Lei de Moisés! Vejamos:

    E os que dentre os filhos descendentes de Levi receberam o sacerdócio têm ORDEM, com base na Lei de Moisés, para tomar de seus irmãos, o povo de Israel, o Dízimo, ainda que eles tenham saído dos lombos de Abraão. Mas, Melquisedeque, cuja genealogia não foi contada entre os sacerdotes levitas, tomou o dízimo de Abraão, e abençoou o que tinha as promessas… Neste mundo, pois, tomam dízimos homens que morrem; mas Melquisedeque, tomou o dízimo de Abraão, porém, não temos o relato de sua morte. Isto quer dizer que ele Vive! E assim, por meio de Abraão, até os descendentes de Levi, que recebe dízimos do povo, pagou também o dízimo a Melquisedeque! (Hebreus 7.4-9).

    Eis aí a Base Bíblica neotestamentária para a atual prática do dízimo. Pois quando o cristão Abraão pagou o Dízimo ao sacerdote Melquisedeque (Gênesis 14.20), ele o fez quando ainda não havida sido instituído a Lei de Moisés, ou seja, antes do Dízimo se tornar uma prática obrigatória. E segundo a exegese (interpretação) do escritor aos Hebreus, até os sacerdotes Levitas pagaram o Dízimo através de Abraão. Pois bem, se nosso pai na fé (Abraão), e até os sacerdotes da tribo de Levi que deveriam cobrar o Dízimo, pagaram o Dízimo voluntariamente, como Jesus pagou voluntariamente o imposto do Templo de Jerusalém e apoio o imposto devido à César…, sabendo ainda que não há nenhum texto em toda a Bíblia que proíba a prática do Dízimo, porquê então você (ou eu) não DEVEMOS pagar o dízimo? Porque somos MELHORES do que eles? Pense nisso!

    • Parabéns Amigo José Carvalho. Excelente texto.
      Para mim, pelo raciocínio lógico das coisas, mesmo que pela falta de conhecimento bíblico profundo para dissecar mais esta questão do dízimo no tempo da graça, fica óbvio que a igreja local precise de recursos financeiros para sua manutenção, e isso não viria de outras fontes que não dos próprios cristãos da igreja local. Tenho certeza que a boa prática de dízimo vai além do simples fato de dar a igreja. Esta prática está intranhada à questões espirituais e na fé prática do servo de Deus. É muito simples isso. Por outro lado, examinando a vida dos não dizimistas, é certo que estão em débito com Deus e com suas próprias conciencias. Ou seja, pecado.

      • Disse bem ao chamar isto de “raciocínio” pois é de particular interpretação.

        Disse bem também ao mencionar “falta de conhecimento bíblico profundo para dissecar mais esta questão do dízimo no tempo da graça” pois de fato não é falta de conhecimento é ausência de fundamentação bíblica mesmo.

        Quanto ao fato de a igreja precisar de recursos financeiros é obvio precisa e devem vir dos cristãos, concordo plenamente, porém, através de ofertas voluntárias de amor e não de uma obrigatoriedade de um requisito da lei de Moisés.

        Não sou dizimista e não tenho débito algum para com Deus até porque toda minha divida foi paga na cruz, sou imensamente abençoado e posso assegurar que contribuo financeiramente para o avanço do evangelho genuíno muito, mas muito mesmo mais de que a maioria dos dizimistas que eu conheço.

        Minhas contribuições tem aroma suave pois são voluntárias e sem hipocrisia e desprendidas de quaisquer sentimento que não seja o amor.

        • Apesar de já devidamente explicado o assunto do dízimo, pelo Stardust e Marcos Oliveira, cada um faz o que quer, portanto, quem desejar pagar o dízimo, que pague.
          Que nada funciona sem dinheiro, também é fato, e, se alguém quiser continuar na prática veterotestamentária, já abolida, do dízimo, é algo de foro íntimo, mas seria bom lembrar do que o Apóstolo Pedro disse; “Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências” (2 Pedro 3:3), e, após algumas admoestações, Pedro finalizou o capítulo 3 dizendo;
          “Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, guardai-vos de que, pelo engano dos homens abomináveis, (MACEDO, RR, VALDEMIRO, MALAFAIA,, TERRA NOVA, MIGUEL ÂNGELO, FERREIRAS, CASAL HERNANDES, DAMÁSIO, CASAL DUQUE, e assemelhados) sejais juntamente arrebatados, e descaiais da vossa firmeza;
          Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém”. (2 Pedro 3:17-18 ).

          Entretanto, se vc quiser pagar o dízimo, mesmo não sendo mandamento Divino, faça-o, em alguma igreja séria, não contribua para a propagação do erro, pois, é o que propagam, os acima citados, o erro.
          A não ser que vc entenda que fogueira santa, sessão descarrego, passe de luz, troca de anjo, incentivo ao aborto, teologia da prosperidade… é pregar o evangelho, bem, se achar isso, lamento mas vc é conivente com o engano e esta contribuindo para a propagação do erro, do falso evangelho. (Gl. 1:8-9),

          • Comentário perfeito Wanderley. Em poucas palavras resumiu a essência da mensagem que queremos transmitir.

            Não lutamos para que deixem ou não de dizimar mas que tenham o real entendimento dessa questão conforme as escrituras nos revelam.

      • Querido irmão aqui mesmo saiu uma reportagem sobre um orgão americano de pesquisas muito sério, e estes fizeram um trabalho com mil cristãos dízimistas de mil igrejas e de outro tanto que não p eram, e o final é este,
        Os dízimistas tem casa própria, carro próprio, não devem no cartão e sobra para emprestar.
        Os não dízimistas não possuem casa própria, moram de aluguel ou de favor em casa de parentes, se tem carro é velho, ou se mais novo o dono é o banco, e vivem afundados em dívidas, conclusão dizem que aqueles que dízimam é porque lhes sobra, e eles não dão porque não sobra. então como vês feliz é aquele que liberalmente pela fé e amor faz sua parte.

    • Prezado Jose Carlos.

      Gostei de sua esplanacao. E voce mostra uma pessoa bem intencionado. O Apostolo Paulo pregador entre os gentios agradece aos Filipenses pelas ofertas e em todo tempo diz isto. Ele trabalhava para para nao ser pesado entre os irmaos. Quando voce retrata ao estudo da teologia, vemos que seria somente falta de ler a biblia e interpretar sem a opressao daqueles que ensinam algo som o unico fim de se aproveitarem de uma situacao. O apostolo fala de viver em liberdade, pois nos nao somos escravos. A biblia tambem ensina dar tudo que tem, como muitos deram suas propriedades, E n’os somos livre para faze-lo. Isto e’ muito dificil de ensinar e nao fazer.

      Outro detalhe… no mesmo nivel ? Voce e’ guardador do sabado. Sim ou nao ? O sabado tem mais notoriedade no novo testamento que o dizimo. Mas pra que sabado. Sabado e’ o que Jesus disse … se o seu boi se entala no sabado, nao vao l’a correndo.

      A biblia e’ clara quando a liberdade. Agora se nao podemos viver em liberdade. !!!! ‘E porque nao queremos. Interpretamos na biblia o que queremos e gostamos.

      Vamos servir a Deus de coracao.

DEIXE UMA RESPOSTA