Mãe atira filho recém-nascido pela janela e alega que bebê havia sido “possuído” por espírito

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Uma jovem mãe foi presa por ter atirado seu bebê recém-nascido pela janela do quarto andar do prédio onde morava. Quando a Polícia chegou, ela alegou que a criança estava “possuída”.

O caso foi registrado em Nova York (EUA), no famoso bairro do Queens, subúrbio da cidade mais rica do mundo. Rashida CHowdhury, 21 anos, foi indiciada por homicídio em segundo grau e intencional de vítima menor de 11 anos de idade.

O bebê, com 19 dias de vida, foi achado morto por um vizinho por volta das 4:10 da madrugada, e chamou a Polícia. Os paramédicos o declararam morto no local.

O menino, que se chamava Rizwan Ahmad, vestia um macacão branco e azul, e a mãe inicialmente alegou que o corpo do bebê “voou para fora da janela” depois que ele ter sido possuído por um espírito maligno.


Uma fonte do jornal New York Post contou que a mulher estava firme nessa teoria: “Ela deu alguma história fantasiosa. Disse que o bebê estava possuído”, afirmou a pessoa, que era próxima à investigação.

No entanto, após os policiais insistirem no questionamento por mais detalhes do acontecido, Rashida voltou atrás em suas declarações e confessou que havia matado seu filho.

“Ela [disse aos policiais] ela inclinou-o para fora da janela”, disse a fonte. Rizwan havia nascido no dia 18 de julho e completaria um mês de vida na próxima terça-feira.

Os policiais ouviram o pai da criança e ele foi inocentado após prestar depoimento. O casal tem ainda outros dois filhos, com 02 e 08 anos de idade. Rashida deverá ser encaminhada a uma instituição psiquiátrica enquanto aguarda seu julgamento.

5 COMENTÁRIOS

  1. Sera que não é daquelas evanjegues fundamentalista herege protestante que vê diabos em tudo.,.
    Estou falando isso porque ., conheço evanjegues que falam que uma simplesdor de cabeça é coisa do diabo., cadeia na herege

    • clamando disse: 14 de agosto de 2015 ás 10:29 am
      MANU
      ESTE É O DO PAPA, VAI CAIR NO PALACIO REAL DAS OBSCENIDADES DA GRANDE PROSTITUTA, IGREJA CATÓLICA
      POR FALAR EM FRANCISCO, SERÁ QUE BENTO JÁ PODE SAIR PARA RUA SEM SER PRESO.Paris – Os especialistas em assuntos do Vaticano afirmam que o Papa Bento XVI decidiu renunciar em março passado, depois de regressar de sua viagem ao México e a Cuba. Naquele momento, o papa, que encarna o que o diretor da École Pratique des Hautes Études de Paris (Sorbonne), Philippe Portier, chama “uma continuidade pesada” de seu predecessor, João Paulo II, descobriu em um informe elaborado por um grupo de cardeais os abismos nada espirituais nos quais a igreja havia caído: corrupção, finanças obscuras, guerras fratricidas pelo poder, roubo massivo de documentos secretos, luta entre facções, lavagem de dinheiro. O Vaticano era um ninho de hienas enlouquecidas, um pugilato sem limites nem moral alguma onde a cúria faminta de poder fomentava delações, traições, artimanhas e operações de inteligência para manter suas prerrogativas e privilégios a frente das instituições religiosas.

      Muito longe do céu e muito perto dos pecados terrestres, sob o mandato de Bento XVI o Vaticano foi um dos Estados mais obscuros do planeta. Joseph Ratzinger teve o mérito de expor o imenso buraco negro dos padres pedófilos, mas não o de modernizar a igreja ou as práticas vaticanas. Bento XVI foi, como assinala Philippe Portier, um continuador da obra de João Paulo II: “desde 1981 seguiu o reino de seu predecessor acompanhando vários textos importantes que redigiu: a condenação das teologias da libertação dos anos 1984-1986; o Evangelium vitae de 1995 a propósito da doutrina da igreja sobre os temas da vida; o Splendor veritas, um texto fundamental redigido a quatro mãos com Wojtyla”. Esses dois textos citados pelo especialista francês são um compêndio prático da visão reacionária da igreja sobre as questões políticas, sociais e científicas do mundo moderno.

      O Monsenhor Georg Gänsweins, fiel secretário pessoal do papa desde 2003, tem em sua página web um lema muito paradoxal: junto ao escudo de um dragão que simboliza a lealdade o lema diz “dar testemunho da verdade”. Mas a verdade, no Vaticano, não é uma moeda corrente. Depois do escândalo provocado pelo vazamento da correspondência secreta do papa e das obscuras finanças do Vaticano, a cúria romana agiu como faria qualquer Estado. Buscou mudar sua imagem com métodos modernos. Para isso contratou o jornalista estadunidense Greg Burke, membro da Opus Dei e ex-integrante da agência Reuters, da revista Time e da cadeia Fox. Burke tinha por missão melhorar a deteriorada imagem da igreja. “Minha ideia é trazer luz”, disse Burke ao assumir o posto. Muito tarde. Não há nada de claro na cúpula da igreja católica.

      A divulgação dos documentos secretos do Vaticano orquestrada pelo mordomo do papa, Paolo Gabriele, e muitas outras mãos invisíveis, foi uma operação sabiamente montada cujos detalhes seguem sendo misteriosos: operação contra o poderoso secretário de Estado, Tarcisio Bertone, conspiração para empurrar Bento XVI à renúncia e colocar em seu lugar um italiano na tentativa de frear a luta interna em curso e a avalanche de segredos, os vatileaks fizeram afundar a tarefa de limpeza confiada a Greg Burke. Um inferno de paredes pintadas com anjos não é fácil de redesenhar.

      Bento XVI acabou enrolado pelas contradições que ele mesmo suscitou. Estas são tais que, uma vez tornada pública sua renúncia, os tradicionalistas da Fraternidade de São Pio X, fundada pelo Monsenhor Lefebvre, saudaram a figura do Papa. Não é para menos: uma das primeiras missões que Ratzinger empreendeu consistiu em suprimir as sanções canônicas adotadas contra os partidários fascistóides e ultrarreacionários do Mosenhor Levebvre e, por conseguinte, legitimar no seio da igreja essa corrente retrógada que, de Pinochet a Videla, apoiou quase todas as ditaduras de ultradireita do mundo.

      Bento XVI não foi o sumo pontífice da luz que seus retratistas se empenham em pintar, mas sim o contrário. Philippe Portier assinala a respeito que o papa “se deixou engolir pela opacidade que se instalou sob seu reinado”. E a primeira delas não é doutrinária, mas sim financeira. O Vaticano é um tenebroso gestor de dinheiro e muitas das querelas que surgiram no último ano têm a ver com as finanças, as contas maquiadas e o dinheiro dissimulado. Esta é a herança financeira deixada por João Paulo II, que, para muitos especialistas, explica a crise atual.

      Em setembro de 2009, Ratzinger nomeou o banqueiro Ettore Gotti Tedeschi para o posto de presidente do Instituto para as Obras de Religião (IOR), o banco do Vaticano. Próximo à Opus Deis, representante do Banco Santander na Itália desde 1992, Gotti Tedeschi participou da preparação da encíclica social e econômica Caritas in veritate, publicada pelo papa Bento XVI em julho passado. A encíclica exige mais justiça social e propõe regras mais transparentes para o sistema financeiro mundial. Tedeschi teve como objetivo ordenar as turvas águas das finanças do Vaticano. As contas da Santa Sé são um labirinto de corrupção e lavagem de dinheiro cujas origens mais conhecidas remontam ao final dos anos 80, quando a justiça italiana emitiu uma ordem de prisão contra o arcebispo norteamericano Paul Marcinkus, o chamado “banqueiro de Deus”, presidente do IOR e máximo responsável pelos investimentos do Vaticano na época.

      João Paulo II usou o argumento da soberania territorial do Vaticano para evitar a prisão e salvá-lo da cadeia. Não é de se estranhar, pois devia muito a ele. Nos anos 70, Marcinkus havia passado dinheiro “não contabilizado” do IOR para as contas do sindicato polonês Solidariedade, algo que Karol Wojtyla não esqueceu jamais. Marcinkus terminou seus dias jogando golfe em Phoenix, em meio a um gigantesco buraco negro de perdas e investimentos mafiosos, além de vários cadáveres. No dia 18 de junho de 1982 apareceu um cadáver enforcado na ponte de Blackfriars, em Londres. O corpo era de Roberto Calvi, presidente do Banco Ambrosiano. Seu aparente suicídio expôs uma imensa trama de corrupção que incluía, além do Banco Ambrosiano, a loja maçônica Propaganda 2 (mais conhecida como P-2), dirigida por Licio Gelli e o próprio IOR de Marcinkus.

      Ettore Gotti Tedeschi recebeu uma missão quase impossível e só permaneceu três anos a frente do IOR. Ele foi demitido de forma fulminante em 2012 por supostas “irregularidades” em sua gestão. Tedeschi saiu do banco poucas horas depois da detenção do mordomo do Papa, justamente no momento em que o Vaticano estava sendo investigado por suposta violação das normas contra a lavagem de dinheiro. Na verdade, a expulsão de Tedeschi constitui outro episódio da guerra entre facções no Vaticano. Quando assumiu seu posto, Tedeschi começou a elaborar um informe secreto onde registrou o que foi descobrindo: contas secretas onde se escondia dinheiro sujo de “políticos, intermediários, construtores e altos funcionários do Estado”. Até Matteo Messina Dernaro, o novo chefe da Cosa Nostra, tinha seu dinheiro depositado no IOR por meio de laranjas.

      Aí começou o infortúnio de Tedeschi. Quem conhece bem o Vaticano diz que o banqueiro amigo do papa foi vítima de um complô armado por conselheiros do banco com o respaldo do secretário de Estado, Monsenhor Bertone, um inimigo pessoal de Tedeschi e responsável pela comissão de cardeais que fiscaliza o funcionamento do banco. Sua destituição veio acompanhada pela difusão de um “documento” que o vinculava ao vazamento de documentos roubados do papa.

      Mais do que querelas teológicas, são o dinheiro e as contas sujas do banco do Vaticano os elementos que parecem compor a trama da inédita renúncia do papa. Um ninho de corvos pedófilos, articuladores de complôs reacionários e ladrões sedentos de poder, imunes e capazes de tudo para defender sua facção. A hierarquia católica deixou uma imagem terrível de seu processo de decomposição moral. Nada muito diferente do mundo no qual vivemos: corrupção, capitalismo suicida, proteção de privilegiados, circuitos de poder que se autoalimentam, o Vaticano não é mais do que um reflexo pontual e decadente da própria decadência do sistema.

  2. Inquérito conclui que pastor desviou mais de R$ 1 milhão em Divinópolis
    Dinheiro era de uma doação ao projeto que Arlem Silva gerenciava.
    Após prisão em Corinto, pastor se defendeu das acusações.
    O inquérito instaurado para averiguar o desvio de mais de R$ 1 milhão do Projeto Somos Amados em Divinópolis, concluiu que Arlem Silva Amaral, de 40 anos, é o responsável pelo crime de estelionato. Segundo o delegado regional Fernando Vilaça, o pastor vendeu cerca de 10 lotes que haviam sido doados. O valor que chega a R$ 1,5 milhão não foi restituído.
    Ainda de acordo com o delegado, durante as investigações, a polícia descobriu que o pastor movimentava pelo menos cinco contas bancárias. “Contudo, em nenhuma das contas havia dinheiro. O valor desviado não foi encontrado ainda”, disse. Na época da prisão, o pastor se defendeu e disse que a investigação iria mostrar a verdade.
    Arlem passou por várias cidades até se instalar em Corinto, que fica a cerca de 400 quilômetros de Divinópolis. “Nessa cidade ele havia iniciado uma atividade comercial com uma loja de roupas e calçados e vivia com uma jovem de 23 anos, que conheceu em Divinópolis”, contou Vilaça.
    No início das investigações a hipótese trabalhada era de um possível roubo, já que o pastor disse para a esposa que havia ido a Belo Horizonte participar de uma reunião sobre o projeto Somos Amados. Depois das 23h o Arlem desligou o celular e desde então deu seguimento ao plano de fugir com a jovem e com o dinheiro desviado. Enquanto isso, a família defendia a hipótese de que ele havia desaparecido. Cogitou-se a hipótese de sequestro, assalto e roubo.
    Investigação
    De acordo com o delegado regional Fernando Vilaça, o suspeito desapareceu no dia 12 de junho último, com um veículo de alto valor. “Isso nos causou preocupação. Pensamos que ele pudesse ter sido vítima de roubo, sequestro, latrocínio, homicídio ou algo do tipo. A investigação teve início então, sendo ele uma pessoa desaparecida”, contou.
    Porém, a delegada que comanda as investigações, Adriene Lopes, concluiu que, na verdade, o pastor estaria praticando estelionato e desviando valores. Passou-se a suspeitar de que ele estivesse escondido e não mais desaparecido. “Ele foi localizado na cidade de Corinto, na região central do estado, e preso por uma equipe de investigadores”, explicou Vilaça.
    Segundo Adrine Lopes, o pastor era presidente da Associação Somos Amados e pastor da Igreja Pentecostal Independente. “A Somos Amados recebeu em doação, por meio de testamento, vários terrenos nos bairros Jardim Betânia e Planalto, deixados de herança por uma senhora. Arlem vendeu esses imóveis. Ainda não sabemos a quantidade exata desses bens, porque o inventário sobre eles ainda não está pronto. Não sabemos ainda como será, de fato, a partilha desses imóveis entre as entidades citadas no testamento”, relatou Lopes à época.
    A doadora deixou 50% dos bens para o Somos Amados e 50% para as Obras Sociais Frederico Ozanam. “Ninguém dessas obras sociais sabia que o pastor vendeu esses imóveis”, pontuou a delegada.
    Prisão
    No dia da prisão Arlem Amaral chegou à delegacia em uma viatura. Algemado e de cabeça baixa, ele foi conduzido ao interior do prédio, onde poucos minutos depois foi apresentado à imprensa.
    A entrevista com ele durou cerca de dois minutos. O suspeito se negou a entrar em detalhes sobre o crime. “Agora [a investigação] vai mostrar a realidade e a verdade para que essas situações se resolvam. Nada disso vai se sequenciar”, respondeu.
    Quando perguntado se era inocente no caso, ele respondeu: “Você vai descobrir daqui a pouco. Só isso. Não tenho mais nada a declarar”, finalizou. Em seguida, o suspeito foi retirado da sala por policiais civis.
    Delegados Fernando Vilaça e Adriene Lopes contam
    detalhes do esquema (Foto: Ricardo Welbert/G1)
    Confiança demais
    Por se dizer pastor evangélico, explicou a delegada, muitas pessoas acreditavam no que Arlem dizia. “Ele vendia esses imóveis e fazia um contrato de compra e venda. As pessoas davam de entrada algumas parcelas dos bens e outras pagavam o valor total. Essas pessoas, muitas delas fiéis da igreja em que ele celebrava cultos, agiram de boa-fé. Elas não podem ser consideradas como envolvidas no esquema, pois não sabiam que era uma fraude. O inventário desses imóveis ainda está na Vara de Família e Sucessões. Não sabemos ao certo quantos desses ele vendeu”, afirmou a delegada.
    Depois de vender os terrenos, Arlem passou a viver de cidade em cidade. Estabeleceu moradias temporárias em vários municípios e se envolveu com outras pessoas. Detalhes que a delegada evitou informar, para não comprometer as investigações. “O que dá para dizer é que foi descartada a hipótese de envolvimento da família de Arlem no esquema. Nós estamos investigando e não podemos adiantar muita coisa”, reforçou.
    Contas bancárias
    A delegada afirma que pediu o bloqueio de cinco contas bancárias em nome de Arlem. “Porém, não havia valor significativo nessas contas. Apenas R$ 50. O dinheiro adquirido nas negociações de imóveis e veículos que ele fez certamente estão em contas que pertencem a outras pessoas”, afirmou a delegada.
    Globo.com

  3. Esse povo louco e esquizofrênico vê espírito mau, capeta, pomba-gira, exu em tudo, menos neles. De acordo com a tese desses loucos, eu me enquadro nessas possessões, sendo que nunca frequentei os ambientes onde esses espíritos ruins circulam. A ruindade está na mente desse povo mal que se declara cristão.
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