Pastor ensina cinco passos de como orar pela cura de pessoas nas ruas

Pastor missionário diz que o nosso maior objetivo é amar as pessoas, durante ministração onde ensina como devemos orar pela cura de pessoas nas ruas. Sua mensagem enfatiza a necessidade do evangelismo e do relacionamento pessoal

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O pastor e missionário Steve Wilson acredita que a oração é uma das formas mais eficazes de demonstrar o amor de Deus e conduzir pessoas em sofrimento para o conhecimento do evangelho. Ele é americano, mas está no Brasil desde o dia 20 desse mês até hoje (28), ministrando em uma série de conferências sobre a manifestação dos dons de profecia e cura.

O pastor Steve Wilson é do Ministério Global Awakening, presente em diversos países do mundo onde o missionário já esteve, como no Quênia, Inglaterra, Colômbia, Moçambique, Nigéria, etc. Reunido na igreja Catedral da Adoração, em Sorocaba, Wilson falou para a congregação sobre cinco passos de como orar pela cura de pessoas nas ruas, revelando uma característica de evangelismo que as igrejas na atualidade estão dando menos ênfase, que é o relacionamento “cara a cara” com pessoas desconhecidas.

O primeiro passo seria uma rápida entrevista. Wilson diz que para uma oração bem sucedida, ela primeiro precisa fazer sentido para a pessoa:

“Pergunte seu nome e saiba qual sua necessidade. Quando você estabelece um relacionamento com um indivíduo, isso te dá oportunidade de ouvir o que o Espírito Santo diz a respeito daquela pessoa. Se você ficar atento, você pode descobrir qual é a raiz do problema dela”, explicou ele, segundo matéria publicada no Portal Guiame.


O segundo passo seria determinar o caráter da sua oração. O pastor explica que existem orações de petição e de comando. No caso, para a cura, seria a de comando:

“Quando eu peço algo a Deus, eu me isolo da situação — ou seja, eu não assumo responsabilidade alguma. Mas com uma oração de comando é diferente. Eu me posiciono como filho do Rei e permito que o céu se mova através de mim. Deus quer nos ensinar a viver em nossa identidade de filhos de Deus”, disse ele.

Em terceiro lugar, você deve ministrar a cura e como fundamento Wilson citou a passagem de Hebreus 2:4, explicando que o maior objetivo não é, propriamente, a cura física, mas fazer com com que o outro se sinta amado. Ser curado ou não, segundo o pastor, é uma consequência da vontade de Deus e não da capacidade humana:

“O meu trabalho é amar as pessoas e Deus vem com poder. Sendo a pessoa curada ou não, se ela estiver se sentindo amada, você cumpriu a sua parte”, disse ele, ressaltando que é importante que a pessoa que recebe a oração se concentre na oração de quem ministra; “…encorajamos as pessoas a simplesmente receberem e, rapidamente, poderemos ver a atuação do Espírito. Ele é quem faz o trabalho”.

Em quarto lugar Wilson recomenda observar na pessoa o que acontece após a oração, pois segundo o pastor, nem sempre uma cura é imediata e completa, exigindo outras orações. Ele disse que Deus pode querer nos ensinar perseverança com isso:

“Quando fazemos uma nova entrevista, pedimos para a pessoa checar o corpo dela. Muitas vezes, no momento em que ela faz um movimento que não conseguia antes, é que a cura se manifesta (…) “Por alguma razão, uma grande porcentagem das curas acontecem depois de orar várias vezes pela mesma pessoa. Eu não tenho uma teologia específica para isso, mas acho que Deus quer nos ensinar sobre perseverança”, disse ele na mesma matéria.

Por fim, em quinto lugar o pastor Steve Wilson ensina que após uma oração de cura, independente do resultado temos que encorajar a pessoa e nunca fazê-la pensar que se não tiver sido curada, por exemplo, foi por falta de fé, mas sim que Deus quer curá-la. Por outro lado, se houve cura, temos que incentivá-la a testemunhar o milagre:

“Se queremos manter uma cultura de avivamento em nossa igreja, uma das formas é manter uma cultura de testemunhos”, disse ele. “…Não podemos deixar o inimigo roubar o que Deus está fazendo. Se alguém não foi curado, nós encorajamos a pessoa e dizemos que Deus quer curá-la. Nunca culpamos a pessoa por sua falta de fé. Não se sinta culpado. O seu trabalho é simplesmente amar as pessoas”, finalizou ele.

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