Pastor Franklin Graham diz que terrorismo dos radicais muçulmanos é ensinado pelo alcorão

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O pastor Franklin Graham, filho do evangelista Billy Graham, afirmou recentemente que o livro sagrado do islamismo ensina a prática de atos de terror aos fiéis.

A fala de Graham, um dos mais respeitados líderes cristãos dos Estados Unidos, chama a atenção em um momento que muitos muçulmanos se esforçam para desassociar a imagem da religião do Estado Islâmico, grupo terrorista que dominou áreas do Iraque e Síria, e promete formar um califado no mundo árabe.

Para o pastor Franklin Graham, os adeptos do islamismo se esforçam em destruir o cristianismo, a fé sobre a que os Estados Unidos foram fundados. A declaração foi feita após a Universidade de Duke decidir cancelar um evento de oração islâmica em seu campus.

“Eu concordo com a diversidade, mas o que está acontecendo neste país é que todas essas religiões cada vez mais são considerados mais importantes e os cristãos estão sendo desprezados – mesmo sendo maioria – estão sendo jogados de volta para trás”, disse o presidente da Associação Evangelística Billy Graham em uma entrevista recente à WNCN News.


Questionado se os Estados Unidos abandonaram suas raízes cristãs para abraçar o islamismo, Graham afirmou que não entende como o país abriu espaço para uma religião que enxerga no cristianismo seu grande inimigo: “Este país foi construído com os princípios cristãos – foram os homens e mulheres que acreditavam em Deus e criam em seu Filho, Jesus Cristo, que construíram este país. Nós somos a maior nação do mundo em toda história. Essa nação não foi construída pelo Islã, e não foi construída por qualquer outro grupo, mas sim por aqueles que apoiaram e acreditaram no Senhor Jesus Cristo”, observou.

Perguntado sobre os motivos de existirem tantos extremistas muçulmanos, o pastor foi direto: “A razão é porque o alcorão ensina isso. E assim, se [os líderes muçulmanos] condenassem [os atos de terror], eles estaria condenando o alcorão – e eles não vão condenar o alcorão”, disse Graham, segundo informações do One News Now.

47 COMENTÁRIOS

  1. É claro, para além de qualquer divergência ou dúvida, que o Corão traz, sim, ordens inequívocas para a execução – entre outras penalidades – dos assim chamados infiéis. Entretanto, o Antigo Testamento também o faz, inclusive apresentando um Deus que diverge muito daquele Deus de amor e misericórdia que Jesus nos apresenta em sua compassiva pregação.

    Assim, tanto muçulmanos como judeus e cristãos devem fazer a leitura de seus livros sagrados levando-se em consideração que vivemos em uma sociedade global onde os direitos humanos devem ser respeitados e toda vida considerada sagrada.

    • SANDRO
      O QUE ESPERAR DE QUEM USA O CANAL DE ESGOTO COMO FONTE DE PRAZER
      TEU JULGAMENTO SEMPRE ERRONEO E MALINO NÃO DEIXA DUVIDAS, VOCE É STARDUS
      SIM DEUS DAVA ORDENS PARA MATAR OS INIMIGOS DE SEU POVO, MAS QUANDO ERAM ATACADOS QUANDO ERAM ESCRAVIZADOS, NUNCA MANDOU ATACAR INOCENTES

      • clamando, não conheço ninguém que use canal de esgoto como fonte de prazer. Já li a respeito de um cara que se relacionava com seu automóvel, mas nunca vi alguém se relacionando com canais de esgoto, nem mesmo em se tratando de funcionários de empresas de saneamento básico. Entretanto, eu sei de multidões incontáveis que usam, como fonte de prazer, um pequeno e bonitinho órgão do corpo humano, essa maravilha da criação de Deus – sim, pois todo o corpo humano é belo e parte alguma dele deve ser menosprezado e comparado a coisas depreciativas e inferiores.

        Quanto às ordens do Deus do Antigo Testamento, você precisa ler direito sua Bíblia, pois ele mandava matar homens, mulheres, idosos, crianças e até animais.

        Em tempo: não sou Stardust, meu caro. Sei que você é apaixonado por ele, mas, por favor, controle-se.

    • Sandro, é bem diferente.

      O Corão só permite a violência em caso de “autodefesa”, aí sim, nesses casos, ele é bem violento. O problema é que os fundamentalistas interpretam o seu terrorismo como “autodefesa” contra a civilização ocidental que os oprime.

      SURA 2:190-191 “Combatei, pela causa de Deus, AQUELES QUE VOS COMBATEM; porém, não pratiqueis agressão, porque Deus não estima os agressores (ou seja, só combata por autodefesa). Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos”.

      As pessoas que desejam manipular, não leem a primeira parte (que só deve combater aqueles que os combatem, aí sim empenha em combater).

      Mas quaquer líder manipulador pode dizer que os atos terroristas se justificam pelos combates iniciados pela civilização cristã-judaico ocidental.

      Outro trecho que usam muito para difundir a violência no Islã é esse:

      “Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido,
      matai os idólatras onde quer que os acheis; capturaios,acossai-os e espreitai-os”

      Mas também isso é para o caso de os mesmos (idólatras) os terem traído, agido com maldade e sem piedade. E mesmo assim Alá estima a perdoá-los caso se arrependam, e ainda proteger os idólatras que são inocentes (não cultuam Alá por ignorância, mas são justos e não fazem maldade):

      Cumpri o ajuste com os idólatras, com quem tenhais um tratado, e que não vos tenham atraiçoado e nem tenham secundado ninguém contra vós; cumpri o tratado até à sua
      expiração. Sabei que Deus estima os tementes. Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturaios, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat (façam caridade), abri-lhes o caminho. Sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo.

      Se alguns dos idólatras procurar a tua proteção, ampara-o, para que escute a palavra de Deus e, então, escolta-o até que chegue ao seu lar, porque (os idólatras) são insipientes”.

      “Porém, se depois de haverem feito o tratado convosco, perjurarem e difamarem a vossa religião, combatei os chefes incrédulos, pois são perjuros; talvez se refreiem”.

      Como podem ver, a questão é tipo um “Olho por Olho e Dente por Dente”:

      “Como podem os idólatras fazer um tratado com Deus e Seu Mensageiro – Exceto aqueles com os quais tenhas feito um tratado, junto à Sagrada Mesquita? Sê verdadeiro com eles, tanto quanto forem verdadeiros para contigo,pois Deus estima os tementes”.

      O Deus de Israel dá um mandamento: “Não matarás”. Mas acusam a Bíblia de estimular a violência citando versículos em que Deus por exemplo, os manda exterminar os cananeus. Mas esse caso é bem diferente. Exterminar os cananeus não é um mandamento de Deus. Foi uma “ordem” para aquela ocasião. Os israelitas foram usados como “instrumento de justiça e julgamento” de Deus. Somente Deus tem o direito de tirar uma vida (porquê só ele pode voltar a dá-la no futuro, se tal pessoa merecer). Ele te tirou do “nada” e te deu vida, você nem merecia estar vivo. A sua vida não te pertence, é um empréstimo, e ele pode tomá-la quando achar necessário, portanto somente ele pode tirar a vida. Por isso ele dá o mandamento: “Não matarás” (você, não pode decidir quem deve ou não morrer). Mas ELE, a quem pertencem todas as vidas, pode. No caso, ele usou Israel como “instrumento de execução”, tal como poderia ter usado um meteoro, uma chuva de fogo ou um terremoto.

      “Então disse a Abrão: Saibas, de certo, que peregrina será a tua descendência em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos” (Gênesis 15:13).

      “E a quarta geração tornará para cá; porque a medida da injustiça dos amorreus não está ainda cheia (ou seja, Israel sofreu no Egito porquê Deus teve misericórdia dos amorreus, não os exterminou antes que alcançassem uma medida inaceitável de injustiças)”. (Gênesis 15:16).

      Deus permitiu que os hebreus sofressem 400 anos de escravidão no Egito para dar tempo para os amorreus se arrependerem, antes de executar o seu julgamento.

      Portanto, o Deus de Israel é o Juíz, ele julga e executa. Nós não, nós não temos o direito de decidir quem vive ou morre, por isso somos proibidos de matar. Foi isso que Jesus ensinou, nada diferente do que Deus já havia ensinado, pois assim como Deus executou o juízo ao povo antigo, com fogo e espada, Jesus ensinou que assim também ele fará nos “Últimos Dias”.

      Mas não cabe a nós o papel de justiceiros, pois podemos tirar uma vida, mas não temos a capacidade de devolvê-la.

      Há os que vivem e mereciam ter morrido, e os que mereciam viver e morreram. Você pode devolver a vida aos que mereciam viver e morreram? Então quem te dá também o direito de tirar a vida dos que vivem e mereciam ter morrido? Só Deus pode resolver essa situação, por isso só ele pode tirar a “vida”.

      • Val Him, entendo seu interesse e necessidade de, como fundamentalista, realizar a defesa do deus colérico e vingativo do Antigo Testamento. Entretanto, você o faz como se as palavras de Jesus “Ouvistes o que foi dito aos antigos: olho por olho, dente por dente. EU, porém, vos digo: amai-vos uns aos outros, orai pelos que vos perseguem, bendizei aos que vos maldizem”, não tivesse o significado que o manso e compassivo Cristo indicou que tem, ou seja, que entre as ordens cruéis, implacáveis deus do Antigo Testamento, e os ensinos de amor e misericórdia de Jesus, permanecem os ensinos de Jesus. Quanto ao Corão, os textos estão lá e são facilmente compreensíveis para os que os analisam inclusive à luz da sharia e sua incontestável semelhança com as leis, regulamentos, ordens, enfim, ditadas pelo irado deus do Antigo Testamento.

        • Sandro, conforme eu coloquei, pode-se “interpretar” o Corão para a violência, ou não, agora qual é o certo, eu não sou estudioso do Corão, portanto não posso ser ignorante a ponto de “afirmar” algo que não sei e principalmente que não vivo. Mas como expliquei, sou humilde para não julgar a religião deles, visto que não tenho conhecimento teológico para isso, e que existem muitos muçulmanos pacíficos (a maioria).

          Sobre Deus, não existe “prefiro o Jesus bom” do que o “Deus colérico”. Deus é um só, e goste você ou não, era ao “deus colérico” que Jesus servia. Mas se ele for como você “prefere”, então o “deus” é você e não Ele. Cada um escolhe o Deus que quiser.

          Mas quanto à diferença entre Jesus e Deus, não há nenhuma, e como eu digo que sou ignorante à respeito do Corão, deveria agir com humildade em relação ao conhecimento bíblico que você não tem, e se voltar ao estudo do seu “deus” (o que você prefere, seja a ciência, você mesmo, a moral humana, o amor, o faça o que quer que façam a você etc..).

          Veja como Deus e Jesus tem o mesmo pensamento e forma de agir:

          Deus e Jesus executam a justiça, e agem como legisladores.

          Deus como legislador te manda amar ao seu próximo, não matar, não roubar, não cobiçar nada do seu próximo, fazer caridade, não se manter alheio às necessidades do seu próximo, dar as primícias da sua colheita (dízimo) para manter os sacerdotes, os estrangeiros, as viúvas e os demais necessitados, não jurar em falso, perdoar os que se arrependem e te procuram em necessidade, não deixar de ajudar alguém por ser seu inimigo, honrar pai e mãe, não fazer distinção entre o rico e o pobre etc..

          Deus como JUÍZ E EXECUTOR ordena a punição ao infrator da Lei (olho por olho e dente por dente), e traz o juízo sobre os povos condenados (canaanitas, amorreus etc..).

          Jesus como legislador diz: “Ouvistes o que foi dito aos antigos: olho por olho, dente por dente. EU, porém, vos digo: amai-vos uns aos outros, orai pelos que vos perseguem, bendizei aos que vos maldizem”.

          Jesus como JUÍZ E EXECUTOR diz:

          “Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância; mas ao que não tiver até o que tem ser-lhe-á tirado.
          Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes”. (Mateus 25:29-30) – Cadê a misericórdia de Jesus Sandro?

          “Então lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim.
          E irão estes para o tormento eterno (bem mais cruel do que somente matar alguém né?), mas os justos para a vida eterna”. (Mateus 25:45-46). – Onde está a misericórdia Sandro?

          “E o servo que soube a vontade do seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites;
          Mas o que a não soube, e fez coisas dignas de açoites, com poucos açoites será castigado. E, a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá, e ao que muito se lhe confiou, muito mais se lhe pedirá”. (Lucas 12:47-48) – Olho por olho e dente por dente né Sandro?.

          “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo (Deus)”.

          “Quando, pois, vais com o teu adversário ao magistrado, procura livrar-te dele no caminho; para que não suceda que te conduza ao juiz, e o juiz te entregue ao meirinho, e o meirinho te encerre na prisão.
          Digo-te que não sairás dali enquanto não pagares o derradeiro ceitil” (Lucas 12:58-59). – Alguma semelhança com a medida dos pecados dos amorreus que o “deus colérico” esperou chegar antes de executá-los com a espada de Israel?

          “E dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua fornicação; e não se arrependeu (como Deus esperou pelos amorreus, enquanto Israel ficou 400 anos na escravidão do Egito).
          Eis que a porei numa cama, e sobre os que adulteram com ela virá grande tribulação, se não se arrependerem das suas obras.
          E ferirei de morte a seus filhos, e todas as igrejas saberão que eu sou aquele que sonda os rins e os corações. E darei a cada um de vós segundo as vossas obras (olho por olho e dente por dente?)”. (Apocalipse 2:21-23).

          E por aí vai..

          Ambos tem o mesmo fundamento, a mesma justiça.

          Tal como o homem que ao cometer um grande crime sem conhecer a legislação daquele país, encontra seu amigo que era advogado, e seu amigo o livra. E anos depois, encorajado por ter se safado, volta a cometer o crime e encontra o mesmo amigo, mas dessa vez já como juíz. O amigo é o mesmo, a situação é diferente.

          Tal como o pai que abraça o filho, e o pune em sua transgressão. O pai é o mesmo, a situação é diferente.

          Tal como o policial que hoje te salva do crime, mas amanhã te prende quando você comete um crime. O policial é o mesmo, a situação é diferente.

          O juíz americano te ordena: você não deve matar. – Mas quando você mata alguém, ele te pune – com a morte. Ele não está infringindo a Lei, mas apenas cumprindo a Lei, tal como você como cidadão cumpre a Lei quando “não mata pessoas por aí”.

          Jesus prega o amor (respeite a lei), mas executa a justiça (cumpre a lei), da mesma forma que o “deus colérico”. A justiça do mundo diz: “Não faça mal aos seus inimigos, não os puna você mesmo”. Mas a justiça sim pune aos infratores, cabe a ela punir, e não a você fazer justiça com as próprias mãos.

          O mesmo vale para a pregação de Jesus, o juízo sobre os ímpios virá Dele (olho por olho e dente por dente – pagará até a última moeda nas trevas eternas), e não de você, a você cabe amar e ser justo. Nenhuma diferença do “deus colérico”.

          Melhor se dedicar ao “Sandrismo” que você conhece, do que opinar sobre algo que você desconhece.

          • Você sabia Sandro, que pela Halachá (Lei Judaica), baseada nas leis do “deus colérico” é quase impossível aplicar a Pena de Morte? Isso com certeza você não entende, lendo livros de Roma e de forma tão superficial.

            Eu só tento não fazer comentários ignorantes sobre o islamismo (visto que não conheço o árabe e as tradições dos sábios do islamismo para fazer um estudo profundo do Corão) como muitos fazem do Deus de Israel (Deus também do Jesus Cristo amor e paz).

  2. SIM ESTA É A ÚNICA VERDADE E SEMPRE FOI DITA POR MIM E.U.A O MAIOR PAIS CRISTÃO DO MUNDO TEVE SUAS BASES NO EVANGELHO, NENHUM ISLA ATEU OU GAY FIZERAM ALGO PR ELE.

    • EUA, maior país cristão do mundo… só não se esqueça de como se originou o ISIS, após a guerra do Iraque deflagrada por Bush, um evangélico pentecostal que ocupou a Casa Branca.

      • Sandro
        Vc quis dizer um verme parasita, pertencente ao Skull and Bones, e travestido de pentecostal.
        Que a pretexto de levar democracia, modernidade e Cristianismo, despejou toneladas de bombas sobre presumidamente milhares de inocentes de Bagdá. As informações sobre este genocídio são vetadas em tempo integral, uma vez que a mídia ocidental mantém um esforço hérculeo, para manter a nós simples cidadãos
        na desinformação.

        • Lembro-me muito bem, Alexandre Machado, quando ele disse que a guerra se justificava em face da existência de arsenal nuclear no Iraque. Ele iludiu o mundo com essa afirmação e, depois, os fatos provaram que ele mentiu.

      • Errata II: na primeira frase, onde se lê “Alcoração”, o correto é “Alcorão”.

        Então vamos lá, de novo:

        A expressão correta é CORÃO, e não ALcorão, pois o AL já equivale ao O.

        Dizer Alcorão é o mesmo que dizer “O O Corão”.

        • Corrigindo as informações de 30 de janeiro de 2015 às 4:58, 4:59, 5:02, 5:03:

          ao contrário do que eu disse no referido comentário, estão corretas as duas formas, ou seja, Corão e Alcorão. Peço desculpas por informar equivocadamente que a forma correta é Corão. Assim que percebi o equívoco, apressei-me para desfazê-lo. Obrigado pela compreensão.

    • Corrigindo a informação de 30 de janeiro de 2015 às 5:04:

      ao contrário do que eu disse no referido comentário, estão corretas as duas formas, ou seja, Corão e Alcorão. Peço desculpas por informar equivocadamente que a forma correta é Corão. Assim que percebi o equívoco, apressei-me para desfazê-lo. Obrigado pela compreensão.

    • É claro, para além de qualquer divergência ou dúvida, que o Corão traz, sim, ordens inequívocas para a execução – entre outras penalidades e castigos – dos assim chamados infiéis. Entretanto, o Antigo Testamento também o faz, inclusive apresentando um Deus que diverge muito daquele Deus de amor e misericórdia que Jesus nos apresenta em sua compassiva pregação.

      Assim, tanto muçulmanos como judeus e cristãos devem fazer a leitura de seus livros sagrados levando-se em consideração que vivemos em uma sociedade global onde os direitos humanos devem ser respeitados, toda vida considerada sagrada e banidas a tortura e a pena de morte.

      • No início da década de 80, três irmãos – todos muçulmanos ativos e devotos, filhos de um líder da fé islâmica – entregaram a vida ao Senhor Jesus Cristo. Em relação à sua conversão, eles escreveriam, mais tarde: “Nós não mudamos de religião. O sangue de Jesus nos salvou […]. O que ocorreu foi o gracioso ato divino da redenção”.

        O pai os repudiou. “Poderia ter sido pior” – escreveram eles – “De acordo com a hadith 9.57, nós três deveríamos ter sido mortos”. Eles só voltaram a ver o pai dezessete anos depois, em 1999, quatro dias antes da morte dele. E ele morreu muçulmano.

        Hoje em dia, Ergun e Emir Caner são professores cristãos de história eclesiástica e teologia, e autores de um livro extraordinário, intitulado Unveiling Islam (Revelando o Islã, Kregel Publications). O livro está repleto de informações históricas sobre Maomé e a fé islâmica, e esclarece de forma brilhante as diferenças irreconciliáveis entre o cristianismo e o islamismo.

        Maomé versus Jesus
        Aos quarenta anos, Maomé começou a ter convulsões, e afirmava que foi através delas que recebeu a revelação de Deus (Alá), por meio do anjo Gabriel. Porém, ele tinha um “medo mortal” da fonte dessa revelação e achava estar possuído por demônios. Foi sua esposa que o convenceu do contrário.

        Os Caner escrevem: “As dúvidas de Maomé são perturbadoras. Será que um autêntico profeta de Deus duvidaria da fonte de sua revelação? […] Certamente nenhum dos genuínos profetas da Bíblia atribuiu a revelação de Deus aos demônios”.

        Maomé incumbiu todo muçulmano de empreender a guerra santa, a jihad. Em 627, na cidade de Medina, ele ordenou que 800 judeus fossem enterrados numa trincheira com as cabeças para fora, sem a menor possibilidade de reação, e depois decapitados, “um procedimento que levou um dia inteiro e prosseguiu pela noite adentro […]. Jesus, por sua vez, não ordenou as cruzadas assassinas” – declararam os Caner. “Maomé era desumano na batalha […]. Porém, a única vida que Jesus Cristo entregou voluntariamente foi a Sua própria. Seu caráter demonstra compaixão contínua e incontestável. Maomé, por outro lado, era imprevisível e hostil aos que se recusavam a segui-lo”.

        Os Caner continuam:

        Ele matava seus críticos por expressarem seu pensamento, ordenou o espancamento de uma mulher para obter informações e manteve relações sexuais com uma criança de nove anos. Além disso, era um general sanguinário e atacava caravanas apenas para conseguir dinheiro para a expansão de seu movimento. Ele chegou até a quebrar as regras de guerra, comandando um ataque durante um mês sagrado.

        Maomé “raramente conseguia uma conversão que não fosse através de coação”. Além disso, confiava em suas próprias boas obras para chegar ao céu, e ordenou aos muçulmanos: “…matai os idólatras onde quer que os encontreis” (sura 9.5). Foi ele que fez constar do Corão a ordenança para a execução, crucificação, mutilação ou exílio de qualquer um que fizesse “guerra a Deus (Alá) e a seu Mensageiro…” (sura 5.33).

        Ao contrário do cristianismo, o islamismo não tem o conceito de um relacionamento pessoal com Deus, e a ênfase que Jesus dava ao amor é completamente estranha ao islã: “O amor não entra na equação, pois a religião muçulmana está fundamentada no senso de dever e no desejo de receber a recompensa” – afirmam os Caner. Enquanto a Bíblia ensina “Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mateus 5.44), os muçulmanos são ensinados a odiar os inimigos de Alá (como faz o próprio Alá), e o Corão promete o paraíso a todos os que morrerem lutando pelo islã.

        O Corão ensina seus seguidores a lutar até que o islamismo domine o mundo:

        “Que combatam pela causa de Deus (Alá) os que trocam esta vida terrena pela vida futura! Pois quem combater pela causa de Deus, quer sucumba quer vença, conceder-lhe-emos grandes recompensas” (sura 4.74).

        “Os crentes combatem na senda de Deus (Alá); os descrentes combatem na senda do ídolo Tagut. Combatei, pois, os aliados do demônio. A astúcia do demônio é ineficaz” (sura 4.76).

        “Mas quando os meses sagrados tiverem transcorrido, matai os idólatras onde quer que os encontreis, e capturai-os e cercai-os e usai de emboscadas contra eles” (sura 9.5)

        “Combatei-os: Deus (Alá) os castigará por vossas mãos e os humilhará e vos dará a vitória sobre eles…” (sura 9.14).

        “Dos adeptos do Livro, combatei os que não crêem em Deus nem no último dia e nem proíbem o que Deus (Alá) e seu Mensageiro proibiram e não seguem a verdadeira religião – até que paguem, humilhados, o tributo” (9.29).

        “Mas o Mensageiro e os que creram lutaram com seus bens e sua vida. A abundância e a vitória lhes pertencerão” (sura 9.88).

        “vós que credes, combatei os descrentes que estão próximos de vós. E que sintam dureza em vós! E sabei que Deus está com os piedosos” (sura 9.123).

        “Quando, no campo da batalha, enfrentardes os que descrêem, golpeai-os no pescoço. Depois, quando os tiverdes prostrado, apertai os grilhões. Depois, outorgai-lhes a liberdade ou exigi deles um resgate, até que a guerra descarregue seus fardos. Se Deus (Alá) quisesse, Ele mesmo os teria derrotado. Mas Ele assim determinou para vos provar uns pelos outros. E não deixará perder-se o mérito dos que morrem por sua causa” (sura 47.4).

        “Deus ama os que combatem por Ele em fileiras semellhantes a uma parede bem construída” (sura 61.4).

        “Foi Ele que enviou o Seu Mensageiro com a orientação e com a religião verídica para que a fizesse prevalecer sobre todas as outras religiões, ainda que isso desgoste os idólatras” (sura 61.9).

    • então voce sofre de dois pecados sexo gay e escrava da ignorância, pois fazer sexo com o canal do esgoto além de tudo é promiscuo e nojento coisa de gente porca

      • Gente porca é você que pensa o sexo gay em termos de escatologia.

        Você deve ter sido uma dessas crianças ensinadas a ver os órgãos sexuais, e o anal, como coisas sujas e nojentas. Cara, você vive com a barriga cheia de fezes, a boca e o pênis fedendo, o nariz e os ouvidos com secreção e vem fazer discurso de nojinho?!

        Para o seu problema, a sua fixação com pensamentos de escatologia (escatologia não no sentido de estudo do Apocalipse, mas envolvendo fezes, dejetos), recomendo um bom psicanalista.

        • SANDRO SE NÃO GOSTA DE APOCALIPSE, ENTÃO LEIA ROMANOS CAP. 1
          ¶ Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.
          Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé.
          Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça.
          ¶ Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.
          Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis;
          Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.
          Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.
          E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.
          Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;
          Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.
          Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
          E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
          E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;
          Estando cheios de toda a iniqüidade, fornicação, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade;
          Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães;
          Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia;
          Os quais, conhecendo o juízo de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem.

          Romanos 1:16-32

          • Prefiro leituras mais interessantes que as do misógino Paulo, aquele que proibiu as mulheres de falar na igreja, de ensinar seus maridos (os quais ele coloca como “cabeça da mulher”), e que declarou que seria melhor que o homem nunca tocasse no corpo de uma mulher e que permanecessem solteiros como ele. Sou gay, amo e respeito as mulheres e jamais me referiria a elas como fez Paulo, o fariseu.

  3. É claro, para além de qualquer divergência ou dúvida, que o Corão traz, sim, ordens inequívocas para a execução – entre outras penalidades e castigos – dos assim chamados infiéis. Entretanto, o Antigo Testamento também o faz, inclusive apresentando um Deus que diverge muito daquele Deus de amor e misericórdia que Jesus nos apresenta em sua compassiva pregação.

    Assim, tanto muçulmanos como judeus e cristãos devem fazer a leitura de seus livros sagrados levando-se em consideração que vivemos em uma sociedade global onde os direitos humanos devem ser respeitados, toda vida considerada sagrada e banidas a tortura e a pena de morte.

  4. No início da década de 80, três irmãos – todos muçulmanos ativos e devotos, filhos de um líder da fé islâmica – entregaram a vida ao Senhor Jesus Cristo. Em relação à sua conversão, eles escreveriam, mais tarde: “Nós não mudamos de religião. O sangue de Jesus nos salvou […]. O que ocorreu foi o gracioso ato divino da redenção”.

    O pai os repudiou. “Poderia ter sido pior” – escreveram eles – “De acordo com a hadith 9.57, nós três deveríamos ter sido mortos”. Eles só voltaram a ver o pai dezessete anos depois, em 1999, quatro dias antes da morte dele. E ele morreu muçulmano.

    Hoje em dia, Ergun e Emir Caner são professores cristãos de história eclesiástica e teologia, e autores de um livro extraordinário, intitulado Unveiling Islam (Revelando o Islã, Kregel Publications). O livro está repleto de informações históricas sobre Maomé e a fé islâmica, e esclarece de forma brilhante as diferenças irreconciliáveis entre o cristianismo e o islamismo.

    Maomé versus Jesus
    Aos quarenta anos, Maomé começou a ter convulsões, e afirmava que foi através delas que recebeu a revelação de Deus (Alá), por meio do anjo Gabriel. Porém, ele tinha um “medo mortal” da fonte dessa revelação e achava estar possuído por demônios. Foi sua esposa que o convenceu do contrário.

    Os Caner escrevem: “As dúvidas de Maomé são perturbadoras. Será que um autêntico profeta de Deus duvidaria da fonte de sua revelação? […] Certamente nenhum dos genuínos profetas da Bíblia atribuiu a revelação de Deus aos demônios”.

    Maomé incumbiu todo muçulmano de empreender a guerra santa, a jihad. Em 627, na cidade de Medina, ele ordenou que 800 judeus fossem enterrados numa trincheira com as cabeças para fora, sem a menor possibilidade de reação, e depois decapitados, “um procedimento que levou um dia inteiro e prosseguiu pela noite adentro […]. Jesus, por sua vez, não ordenou as cruzadas assassinas” – declararam os Caner. “Maomé era desumano na batalha […]. Porém, a única vida que Jesus Cristo entregou voluntariamente foi a Sua própria. Seu caráter demonstra compaixão contínua e incontestável. Maomé, por outro lado, era imprevisível e hostil aos que se recusavam a segui-lo”.

    Os Caner continuam:

    Ele matava seus críticos por expressarem seu pensamento, ordenou o espancamento de uma mulher para obter informações e manteve relações sexuais com uma criança de nove anos. Além disso, era um general sanguinário e atacava caravanas apenas para conseguir dinheiro para a expansão de seu movimento. Ele chegou até a quebrar as regras de guerra, comandando um ataque durante um mês sagrado.

    Maomé “raramente conseguia uma conversão que não fosse através de coação”. Além disso, confiava em suas próprias boas obras para chegar ao céu, e ordenou aos muçulmanos: “…matai os idólatras onde quer que os encontreis” (sura 9.5). Foi ele que fez constar do Corão a ordenança para a execução, crucificação, mutilação ou exílio de qualquer um que fizesse “guerra a Deus (Alá) e a seu Mensageiro…” (sura 5.33).

    Ao contrário do cristianismo, o islamismo não tem o conceito de um relacionamento pessoal com Deus, e a ênfase que Jesus dava ao amor é completamente estranha ao islã: “O amor não entra na equação, pois a religião muçulmana está fundamentada no senso de dever e no desejo de receber a recompensa” – afirmam os Caner. Enquanto a Bíblia ensina “Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mateus 5.44), os muçulmanos são ensinados a odiar os inimigos de Alá (como faz o próprio Alá), e o Corão promete o paraíso a todos os que morrerem lutando pelo islã.

    O Corão ensina seus seguidores a lutar até que o islamismo domine o mundo:

    “Que combatam pela causa de Deus (Alá) os que trocam esta vida terrena pela vida futura! Pois quem combater pela causa de Deus, quer sucumba quer vença, conceder-lhe-emos grandes recompensas” (sura 4.74).

    “Os crentes combatem na senda de Deus (Alá); os descrentes combatem na senda do ídolo Tagut. Combatei, pois, os aliados do demônio. A astúcia do demônio é ineficaz” (sura 4.76).

    “Mas quando os meses sagrados tiverem transcorrido, matai os idólatras onde quer que os encontreis, e capturai-os e cercai-os e usai de emboscadas contra eles” (sura 9.5)

    “Combatei-os: Deus (Alá) os castigará por vossas mãos e os humilhará e vos dará a vitória sobre eles…” (sura 9.14).

    “Dos adeptos do Livro, combatei os que não crêem em Deus nem no último dia e nem proíbem o que Deus (Alá) e seu Mensageiro proibiram e não seguem a verdadeira religião – até que paguem, humilhados, o tributo” (9.29).

    “Mas o Mensageiro e os que creram lutaram com seus bens e sua vida. A abundância e a vitória lhes pertencerão” (sura 9.88).

    “vós que credes, combatei os descrentes que estão próximos de vós. E que sintam dureza em vós! E sabei que Deus está com os piedosos” (sura 9.123).

    “Quando, no campo da batalha, enfrentardes os que descrêem, golpeai-os no pescoço. Depois, quando os tiverdes prostrado, apertai os grilhões. Depois, outorgai-lhes a liberdade ou exigi deles um resgate, até que a guerra descarregue seus fardos. Se Deus (Alá) quisesse, Ele mesmo os teria derrotado. Mas Ele assim determinou para vos provar uns pelos outros. E não deixará perder-se o mérito dos que morrem por sua causa” (sura 47.4).

    “Deus ama os que combatem por Ele em fileiras semellhantes a uma parede bem construída” (sura 61.4).

    “Foi Ele que enviou o Seu Mensageiro com a orientação e com a religião verídica para que a fizesse prevalecer sobre todas as outras religiões, ainda que isso desgoste os idólatras” (sura 61.9).

  5. Cururuis de credo e claro e evidente e razoavel solitario que um ser humano usar o lugar escuso como fonte de prazer e PECADO, e pecado cabiludo pecado tremendo, quem avisa amigo e, qualquer ser humano de debaixo do sol praticar tal ato o mesmo se encontra como quem esta afrontando ao Deus Eterno isto e uma afronta terrivel, agora cada um ser humano de sobre a face da terra teve e tem o livre arbitrio a seu favor seja para o bem ou seja para o mal seja para andar segundo os Mandamentos Santos do Senhor da Gloria no Espiritual, ou seja para andar nos caminhos da carne no caminho terrenal, a escolha e sim de cada um, mas as concequencias de cada caminho tambem, ou seja o comportar de cada ser humano de debaixo do sol terá concequencias eternas no porvir, ou seja uns para a Salvação Eterna, outros para a pedição eterna, e isto cabe sim a cada um a escolha esta a frente de cada um, e O DEUS VIVO, diz queres ser salvo? o ser humano responde quero O DEUS VIVO responde então me obedeça e faça o que eu te ordeno, o ser humano responde não não quero não preciso então o DEUS VIVO responde há não quer não então tudo bem vou continuar te esperando ate um seus ultimos minutos, se não te arrependeres e vir ate a mim então a responsabilidade e tua, te aguenta no que vira ate a ti, Eu Tour Natrak vulgo Studebaker fui claro ou quereis que eu desenhe, fui

  6. O clima dos comentários estão bons.

    Estão parecendo guerreiros islamicos, mas este site que se diz gospel não censura palavrões.

    Precisa mesmo o governo censurar certa parte da imprensa que estimula ataques agressivos, mas censura uma defesa, uma respostas digna e respeitada.

  7. VIOLÊNCIA NO ALCORÃO E NA BÍBLIA

    Tenho lido, por diversas vezes, que ao referir a violência que é estimulada pelo Alcorão, muitos fazem que “também” na Bíblia estimula a violência. O que não é verdade!

    Pior, tenho lido e ouvido isso até de jornalistas e mídias respeitáveis do Brasil e fora dele. E ainda, muitos, como papagaios fazem essa comparação.

    Na verdade, quem faz essa declaração, comparando a violência da Bíblia com a do Alcorão, invariavelmente, ou são leigos e não tem conhecimento de causa, ou são ideológicos, que usam de ferramentas mentirosas, ou são pessoas que não conseguem ver um palmo acima do nariz, ou seja, têm muito dificuldade de verem o óbvio, de terem um sentimento crítico, e isso, inclui muitos jornalistas de respeito.

    Repetindo: Muitos dizem o Alcorão incita a violência e a Bíblia também. Essa comparação é errada.

    Essa comparação é errada por alguns motivos:

    PRIMEIRO
    a) A incitação a violência na Bíblia como mandamento se restringe ao Pentateuco.
    b) Não se encontra, por exemplo, no Novo Testamento, que ao contrário, manda amar até os inimigos. Portanto não é na Bíblia, mas, particularmente, no Pentateuco.
    c) No Alcorão a incitação a violência e ao ódio está da primeira à ultima surata.

    SEGUNDO
    1) A violência do Pentateuco ela limita-se a uma área geográfica; a um determinado tempo; há um determinado povo.
    O tempo seria somente o da conquista; A área geográfica seria a Terra Prometida; O povo somente os habitantes de Israel;
    2) A violência do Alcorão não se limita nem ao tempo, nem a área geográfica, nem a um povo.

    NO TEMPO
    a) Pentateuco: Datado de 2.000 antes de Cristo, ou seja, 3.000 atrás, depois da conquista, NUNCA mais suas Leis de Conquista religiosas foram aplicadas até e inclusive quando Cristo apareceu. Nenhum judeu ou não-judeu foi morto por causa destas Leis. Salvos para impedir invasões ou na reconquista com a volta dos judeus quando exilados. (Leis de conquista diferem de Leis de organização sociail)
    b) Alcorão: desde o surgimento do Islã há 1.400 se aplica a violência religiosa. Assim que Maomé se instalou em Medina ATÉ HOJE, não houve um único ano em que, por motivos religiosos, um muçulmano não matasse outro muçulmano; ou que um muçulmano não matasse um não-muçulmano; Há 1.400 anos, não houve um só ano em que a religião islâmica não roubasse (tomasse despojo), matasse ou destruísse muçulmanos ou não- muçulmanos! Desde o ano 600 dC, nestes 1.400 anos de existência, após a ida para Medina, que no nome de Alá se sacrifica seres humanos muçulmanos ou não; se rouba seres humanos, se destroem serem humanos em nome de Alá.
    c) Então quem compara a violência incitada pelo o Pentateuco e pelo Alcorão ou não sabe o que diz, com papagaio repete, ou está de má fé querendo enganar seus leitores é um tolo que não consegue ver um palmo acima do nariz, que tem limite de análise, de julgamento.

    NA GEOGRAFIA
    a) Pentateuco: A violência (leis subseqüentes, leis que governavam o povo cotidianamente, leis de organização social) incitada pelo Pentateuco se restringia apenas aos judeus e aos que queriam morar junto com os judeus! Quem não quisesse simplesmente sairia do Estado de Israel e estava livre das leis de Israel. Era vedado a Israel conquistar outras terras ou mesmo impor o judaísmo a outros povos. Isso é uma verdade tão natural para Israel que o povo começou a achar que somente eles tinham direito ao Deus de Israel. Nenhuma pessoa era perseguida se saísse dos termos de Israel, ainda que abandonasse a Religião Judaica.
    b) Alcorão: A violência incitada pelo Alcorão tem abrangência universal, ou seja, quem não se converter, estando em um estado islâmico, devem ser morto, e todos os povos devem ser destruídos se não se submeterem ao Islã. Isso que o Alcorão incita e prega veementemente. Por isso o terrorismo islâmico sempre foi endossado pelos muçulmanos contra os outros povos. O povo muçulmano tem os outros povos como infiés para serem conquistados ou pilhados. É isso que o Alcorão ensina e é endossado pelos líderes religiosos, inclusive os atuais; Ainda HOJE se prega isso em TODAS as Mesquitas do mundo e é uma crença de TODOS muçulmanos radicais ou não.
    c) Portanto, em questão de abrangência não dá para comparar a incitação à violência entre o Pentateuco e o Alcorão. Os judeus existem há aproximadamente 4.000 mil anos; Fora a época restrita da conquista da Terra palestina não há noticias de judeus matando ninguém para impor o judaísmo. Mas em todo o mundo onde há muçulmanos, eles matam ou são mortos por causa da incitação da violência que há no Alcorão. Aqui, no Brasil, os muçulmanos foram massacrados quando se rebelaram.

    AO POVO
    a) Pentateuco: como já foi explanado, a violência do Pentateuco se limitava i) Na época da conquista ao povo de Canaã; ii) Subseqüentemente SOMENTE ao povo de Israel e aqueles que queriam viver em Israel. Era só sair de Israel e as leis judaicas não mais eram aplicadas a eles. E NUNCA o povo judeu incorreu a violência para impor o judaísmo a qualquer outro povo. Ao contrário, sempre creram que o judaísmo era exclusivo ao povo judeu, então não fazia sentido nem o proselitismo nem a implantação à outros povos o judaísmo. Isso é fato!
    b) Alcorão: A incitação a violência no Alcorão é contra, principalmente, os não-muçulmanos. E também atinge aos próprios muçulmanos. Aliás, muitos muçulmanos estão agora percebendo que a natureza do Islã é pura crueldade contra eles mesmos. E milhões, estão saindo do Islã, renegando o Islã. O Alcorão é simplesmente odioso incitar a violência contra não-muçulmanos. É cruel, é sádico; Jamais sairiam da mente divina uma ordem dessa: V-33: “… consistirá em serem mortos ou crucificados, ou no corte de sua mão e pé oposto, ou na expulsão da terra em que habitam…” Observe a maldade e não justiça. A justiça é aceitável, a maldade, nunca, pois quem pratica está se nivelando ao mal. Jamais, DEUS iria incitar a maldade, leia, e veja que maldade: ou no corte de sua mão e pé oposto. Imagine uma pessoa com mão cortada e com o pé oposto cortado tentando andar? Faça o teste: A pessoa perderia o equilíbrio e andaria de forma monstruosa, pois o braço, aqui refere-se a mão, mas a idéia é cortar o braço para perderem o ponto de equilíbrio: Isso não é justiça é maldade e a maldade é de Satanás. Entenda a diferença: Uma coisa é você aplicar a pena de morte. Outra é judiar da pessoa e depois matar. Uma coisa é punir, outras é satirizar.
    c) NÃO HÁ NA HISTÓRIA judeus indo no mundo para matar pessoas não-judias por causa do judaísmo (salvo contra o Cristianismo onde, por exemplo Paulo foi até Damasco, fora dos termos de Israel, para prender e matar judeus convertidos ao cristianismo). Contudo, há 1.400 anos em nome do Islã pessoas são mortas, assassinadas, pilhadas, estupradas por causa de violência que o Islã incita contra os outros povos. Isso é fato!
    d) Então, comprar a incitação da violência do Pentateuco com a do Alcorão é simplesmente idiotice. É não ver um palmo além do nariz, é usar essa informação para confundir, ou não tem conhecimento de causa e como papagaio repete chavões.

    A VIOLÊNCIA NO CRISTIANISMO
    O Cristianismo não ensina a violência, antes ensina o amor ao próximo ainda que seja um inimigo.

    No cristianismo diz “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”. Em parte alguma ensina a perseguir ou a matar. Em parte alguma incita a violência. Faz justamente o contraio.

    a) Catolicismo medieval: O Catolicismo que perseguiu, que matou, que destruiu fez em seu próprio nome e não um favor a Deus. Esse catolicismo NUNCA foi cristianismo, mas paganismo revestido com parte dos ensinos do Cristianismo. Os espíritos que os conduziam não era o de Deus.
    b) Protestantismo: Toda violência feita supostamente em nome do Cristianismo, na verdade foi feita em nome do próprio protestantismo, que neste caso era tão Satânico quanto ao catolicismo.
    c) Jesus disse: “Tenho-vos dito estas coisas para que vos não escandalizeis. Expulsar-vos-ão das sinagogas; vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus.E isto vos farão, porque não conheceram ao Pai nem a mim. João 16:1-3. Ou seja, seja católico ou protestante, quem matou, o fez pelo seu próprio nome, próprio interesse, pela sua própria religiosidade. Não fizeram um serviço para Deus. O verdadeiro cristianismo manda amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Fora disso não é Cristianismo. O cristianismo não incita a violência. A Bíblia não incita a violência.

    Há outro fato digno de se observar:

    O Pentateuco foi escrito 2.000 antes de Cristo, ou seja, 4.000 atrás;
    O Novo Testamento foi escrito 2.000 anos atrás.
    O Alcorão foi escrito 600 anos depois do Novo Testamento, ou seja, 1.400 anos atrás.

    Ou seja, o Novo Testamento aniquilou a total idéia de violência ou requisito dela que havia no Pentateuco. O Alcorão foi um retrocesso! Pior, incitou uma violência que abrange geograficamente todo o mundo, todos os povos em todos os tempos da sua existência.

    Outro fato digno de nota, sobre o assunto é: Ao contrário do que a mídia e os intelectuais, tanto ocidentais quanto islâmicos pensam, o Radicalismo Islâmico NÃO ESTÁ AVANÇANDO!
    O ISLÃ ESTÁ IMPLODINDO, se destruindo!

    Isto é para se cumprir uma profecia do Senhor Jesus Cristo que diz: “Esse Evangelho do Reino será pregado em todo o mundo em testemunhas de todas as gentes”. E nada e ninguém pode contra essa declaração.

    O Diabo levantou 3 grandes fortalezas para tentar impedir que Cristo fosse anunciado.

    PRIMEIRA FORTALEZA DIABÓLICA: O CATOLICISMO, que implodiu.
    A primeira grande fortaleza que tentou impedir a pregação do Evangelho foi o CATOLISISMO, que implodiu. Um padre católico destruiu essa pretensão católica. O catolicismo não deixava nem ler a Bíblia na língua materna, somente em latim, mesmo assim, aos padres. Como uma Besta espiritual, o catolicismo impedia, matava, destruía quem se atrevesse a ler ou interpretar a Bíblia fora dos seus domínios. O catolicismo não foi páreo para essa declaração de Jesus. O catolicismo não conseguiu impedir que o Cristianismo alcançasse os católicos. O Catolicismo não podia impedir, Jesus disse: “Esse Evangelho do Reino será pregado em todo o mundo em testemunhas de todas as gentes”.

    SEGUNDA FORTALEZA DIABÓLICA: O COMUNISMO, que implodiu.
    O comunismo conquistou 1/3 da humanidade e 1/3 dos países; Como uma besta ameaçava dominar o mundo inteiro; muitos jogaram a toalha e se renderam. Por causa dele, TODA A AMÉRICA LÁTINA, menos a Colômbia, se tornaram ditaduras. Cumpria-se o que diz a Bíblia “o mal vem do extremo norte”. Matava todo tipo de religioso, inclusive os cristãos. Impedia todo tipo de crença, inclusive o Cristianismo. Só que o Cristianismo, diferente de todas as demais religiões, é divino. O comunismo não sabia que estava enfrentando nada mais e nada menos que DEUS! Por isso IMPLODIU. O comunismo não foi páreo para essa declaração de Jesus. O comunismo não conseguiu impedir que o Cristianismo alcançasse as pessoas. O Comunismo bestial não podia impedir, Jesus disse: “Esse Evangelho do Reino será pregado em todo o mundo em testemunhas de todas as gentes”.

    TGERCEIRA FORTALEZA DIABÓLICA: O ISLAMISMO, que está implodindo! Veja a oportunidade de falar de Jesus para os muçulmanos. A porta foi aberta! Está se escancarando!

    Há 1.400 anos Satanás se incorporou no Profeta Maomé e fundou uma religião que impede que o Evangelho de Cristo seja pregado. Quem prega ou quem ouve simplesmente morre. Foi a maior fortaleza que o diabo criou contra o Cristianismo. O diabo dizia: Aqui não se prega Cristo! Mas Satanás, através do Islamismo está enfrentando nada mais e nada menos que DEUS! Por isso ESTÁ IMPLODINDO. É o início do fim desta fortaleza diabólica e satânica. Quem vai destruir o ISLAMISMO vai ser o próprio muçulmano! Vão queimar o Alcorão, destruir todas as mesquitas, e, infelizmente, neste processo, vão destruir todo muçulmano religioso. Não levará muito tempo, e o islamismo será dizimado da face da Terra e isso está, AGORA, sendo feito pelos muçulmanos radicais: primeiro estágio, estão mostrando aos muçulmanos o que é o Islã, o que é o Alcorão. O radicalismo islâmico é o início do fim do Islã! O islamismo não é páreo para essa declaração de Jesus. O islamismo não conseguirá mais impedir que o Cristianismo alcançasse milhões de milhões de muçulmanos. O Islamismo bestial não pode impedir o Jesus disse: “Esse Evangelho do Reino será pregado em todo o mundo em testemunhas de todas as gentes”.

    A grande revelação é esta: A violência que o Islã sempre incitou contra os não-muçulmanos, está se voltando fortemente contra os muçulmanos que ser voltarão fortemente contra o Islã a ponto de destruí-lo da face da Terra (quer mais sobre as profecias bíblicas do assunto me peça).

    A MAIOR DE TODAS AS REVELAÇÕES É ESTÁ: O coração do muçulmano está cada dia se decepcionando contra o Islã e o Alcorão, percebendo a verdadeira natureza satânica e má que há por trás do Islã e do Alcorão. Ou seja, O CORAÇÃO DO MUÇULMANO COMUM ESTÁ SENDO ABERTO PARA O EVANGELHO AMOROSO DE JESUS CRISTO! O CORAÇÃO muçulmano, à força das circunstâncias, ESTÁ SE ABRINDO PARA O ÚNICO E VERDADEIRO DEUS! Essa é a hora da Igreja de Cristo falar de Jesus, na unção do Espírito Santo! há um bilhão e meio de pessoas esperando! Que Deus abra os seus olhos e que você veja essa oportunidade! Você, pela internet, pelo Google, pode escrever e falar para muçulmanos e traduzir num só toque em qualquer língua. È a sua oportunidade de falar de Jesus! Não espere por organizações religiosas. Você, agora, sozinho,em Cristo, PODE!

    Grato,

    Paulo Tarso

  8. PRIMEIRA PARTE: VIOLÊNCIA NO ALCORÃO E NA BÍBLIA

    Tenho lido, por diversas vezes, que ao referir a violência que é estimulada pelo Alcorão, muitos fazem que “também” na Bíblia estimula a violência. O que não é verdade!

    Pior, tenho lido e ouvido isso até de jornalistas e mídias respeitáveis do Brasil e fora dele. E ainda, muitos, como papagaios fazem essa comparação.

    Na verdade, quem faz essa declaração, comparando a violência da Bíblia com a do Alcorão, invariavelmente, ou são leigos e não tem conhecimento de causa, ou são ideológicos, que usam de ferramentas mentirosas, ou são pessoas que não conseguem ver um palmo acima do nariz, ou seja, têm muito dificuldade de verem o óbvio, de terem um sentimento crítico, e isso, inclui muitos jornalistas de respeito.

    Repetindo: Muitos dizem o Alcorão incita a violência e a Bíblia também. Essa comparação é errada.

    Essa comparação é errada por alguns motivos:

    PRIMEIRO
    a) A incitação a violência na Bíblia como mandamento se restringe ao Pentateuco.
    b) Não se encontra, por exemplo, no Novo Testamento, que ao contrário, manda amar até os inimigos. Portanto não é na Bíblia, mas, particularmente, no Pentateuco.
    c) No Alcorão a incitação a violência e ao ódio está da primeira à ultima surata.

    SEGUNDO
    1) A violência do Pentateuco ela limita-se a uma área geográfica; a um determinado tempo; há um determinado povo.
    O tempo seria somente o da conquista; A área geográfica seria a Terra Prometida; O povo somente os habitantes de Israel;
    2) A violência do Alcorão não se limita nem ao tempo, nem a área geográfica, nem a um povo.

    SEGUNDA PARTE: VIOLÊNCIA NO ALCORÃO E NA BÍBLIA

    NO TEMPO
    a) Pentateuco: Datado de 2.000 antes de Cristo, ou seja, 3.000 atrás, depois da conquista, NUNCA mais suas Leis de Conquista religiosas foram aplicadas até e inclusive quando Cristo apareceu. Nenhum judeu ou não-judeu foi morto por causa destas Leis. Salvos para impedir invasões ou na reconquista com a volta dos judeus quando exilados. (Leis de conquista diferem de Leis de organização sociail)
    b) Alcorão: desde o surgimento do Islã há 1.400 se aplica a violência religiosa. Assim que Maomé se instalou em Medina ATÉ HOJE, não houve um único ano em que, por motivos religiosos, um muçulmano não matasse outro muçulmano; ou que um muçulmano não matasse um não-muçulmano; Há 1.400 anos, não houve um só ano em que a religião islâmica não roubasse (tomasse despojo), matasse ou destruísse muçulmanos ou não- muçulmanos! Desde o ano 600 dC, nestes 1.400 anos de existência, após a ida para Medina, que no nome de Alá se sacrifica seres humanos muçulmanos ou não; se rouba seres humanos, se destroem serem humanos em nome de Alá.
    c) Então quem compara a violência incitada pelo o Pentateuco e pelo Alcorão ou não sabe o que diz, com papagaio repete, ou está de má fé querendo enganar seus leitores é um tolo que não consegue ver um palmo acima do nariz, que tem limite de análise, de julgamento.

    NA GEOGRAFIA
    a) Pentateuco: A violência (leis subseqüentes, leis que governavam o povo cotidianamente, leis de organização social) incitada pelo Pentateuco se restringia apenas aos judeus e aos que queriam morar junto com os judeus! Quem não quisesse simplesmente sairia do Estado de Israel e estava livre das leis de Israel. Era vedado a Israel conquistar outras terras ou mesmo impor o judaísmo a outros povos. Isso é uma verdade tão natural para Israel que o povo começou a achar que somente eles tinham direito ao Deus de Israel. Nenhuma pessoa era perseguida se saísse dos termos de Israel, ainda que abandonasse a Religião Judaica.
    b) Alcorão: A violência incitada pelo Alcorão tem abrangência universal, ou seja, quem não se converter, estando em um estado islâmico, devem ser morto, e todos os povos devem ser destruídos se não se submeterem ao Islã. Isso que o Alcorão incita e prega veementemente. Por isso o terrorismo islâmico sempre foi endossado pelos muçulmanos contra os outros povos. O povo muçulmano tem os outros povos como infiés para serem conquistados ou pilhados. É isso que o Alcorão ensina e é endossado pelos líderes religiosos, inclusive os atuais; Ainda HOJE se prega isso em TODAS as Mesquitas do mundo e é uma crença de TODOS muçulmanos radicais ou não.
    c) Portanto, em questão de abrangência não dá para comparar a incitação à violência entre o Pentateuco e o Alcorão. Os judeus existem há aproximadamente 4.000 mil anos; Fora a época restrita da conquista da Terra palestina não há noticias de judeus matando ninguém para impor o judaísmo. Mas em todo o mundo onde há muçulmanos, eles matam ou são mortos por causa da incitação da violência que há no Alcorão. Aqui, no Brasil, os muçulmanos foram massacrados quando se rebelaram.

    AO POVO
    a) Pentateuco: como já foi explanado, a violência do Pentateuco se limitava i) Na época da conquista ao povo de Canaã; ii) Subseqüentemente SOMENTE ao povo de Israel e aqueles que queriam viver em Israel. Era só sair de Israel e as leis judaicas não mais eram aplicadas a eles. E NUNCA o povo judeu incorreu a violência para impor o judaísmo a qualquer outro povo. Ao contrário, sempre creram que o judaísmo era exclusivo ao povo judeu, então não fazia sentido nem o proselitismo nem a implantação à outros povos o judaísmo. Isso é fato!
    b) Alcorão: A incitação a violência no Alcorão é contra, principalmente, os não-muçulmanos. E também atinge aos próprios muçulmanos. Aliás, muitos muçulmanos estão agora percebendo que a natureza do Islã é pura crueldade contra eles mesmos. E milhões, estão saindo do Islã, renegando o Islã. O Alcorão é simplesmente odioso incitar a violência contra não-muçulmanos. É cruel, é sádico; Jamais sairiam da mente divina uma ordem dessa: V-33: “… consistirá em serem mortos ou crucificados, ou no corte de sua mão e pé oposto, ou na expulsão da terra em que habitam…” Observe a maldade e não justiça. A justiça é aceitável, a maldade, nunca, pois quem pratica está se nivelando ao mal. Jamais, DEUS iria incitar a maldade, leia, e veja que maldade: ou no corte de sua mão e pé oposto. Imagine uma pessoa com mão cortada e com o pé oposto cortado tentando andar? Faça o teste: A pessoa perderia o equilíbrio e andaria de forma monstruosa, pois o braço, aqui refere-se a mão, mas a idéia é cortar o braço para perderem o ponto de equilíbrio: Isso não é justiça é maldade e a maldade é de Satanás. Entenda a diferença: Uma coisa é você aplicar a pena de morte. Outra é judiar da pessoa e depois matar. Uma coisa é punir, outras é satirizar.
    c) NÃO HÁ NA HISTÓRIA judeus indo no mundo para matar pessoas não-judias por causa do judaísmo (salvo contra o Cristianismo onde, por exemplo Paulo foi até Damasco, fora dos termos de Israel, para prender e matar judeus convertidos ao cristianismo). Contudo, há 1.400 anos em nome do Islã pessoas são mortas, assassinadas, pilhadas, estupradas por causa de violência que o Islã incita contra os outros povos. Isso é fato!
    d) Então, comprar a incitação da violência do Pentateuco com a do Alcorão é simplesmente idiotice. É não ver um palmo além do nariz, é usar essa informação para confundir, ou não tem conhecimento de causa e como papagaio repete chavões.
    TERCEIRA PARTE: VIOLÊNCIA NO ALCORÃO E NA BÍBLIA

    A VIOLÊNCIA NO CRISTIANISMO
    O Cristianismo não ensina a violência, antes ensina o amor ao próximo ainda que seja um inimigo.

    No cristianismo diz “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”. Em parte alguma ensina a perseguir ou a matar. Em parte alguma incita a violência. Faz justamente o contraio.

    a) Catolicismo medieval: O Catolicismo que perseguiu, que matou, que destruiu fez em seu próprio nome e não um favor a Deus. Esse catolicismo NUNCA foi cristianismo, mas paganismo revestido com parte dos ensinos do Cristianismo. Os espíritos que os conduziam não era o de Deus.
    b) Protestantismo: Toda violência feita supostamente em nome do Cristianismo, na verdade foi feita em nome do próprio protestantismo, que neste caso era tão Satânico quanto ao catolicismo.
    c) Jesus disse: “Tenho-vos dito estas coisas para que vos não escandalizeis. Expulsar-vos-ão das sinagogas; vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus.E isto vos farão, porque não conheceram ao Pai nem a mim. João 16:1-3. Ou seja, seja católico ou protestante, quem matou, o fez pelo seu próprio nome, próprio interesse, pela sua própria religiosidade. Não fizeram um serviço para Deus. O verdadeiro cristianismo manda amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Fora disso não é Cristianismo. O cristianismo não incita a violência. A Bíblia não incita a violência.

    Há outro fato digno de se observar:

    O Pentateuco foi escrito 2.000 antes de Cristo, ou seja, 4.000 atrás;
    O Novo Testamento foi escrito 2.000 anos atrás.
    O Alcorão foi escrito 600 anos depois do Novo Testamento, ou seja, 1.400 anos atrás.

    Ou seja, o Novo Testamento aniquilou a total idéia de violência ou requisito dela que havia no Pentateuco. O Alcorão foi um retrocesso! Pior, incitou uma violência que abrange geograficamente todo o mundo, todos os povos em todos os tempos da sua existência.

    QUARTA PARTE: VIOLÊNCIA NO ALCORÃO E NA BÍBLIA

    Outro fato digno de nota, sobre o assunto é: Ao contrário do que a mídia e os intelectuais, tanto ocidentais quanto islâmicos pensam, o Radicalismo Islâmico NÃO ESTÁ AVANÇANDO!
    O ISLÃ ESTÁ IMPLODINDO, se destruindo!

    Isto é para se cumprir uma profecia do Senhor Jesus Cristo que diz: “Esse Evangelho do Reino será pregado em todo o mundo em testemunhas de todas as gentes”. E nada e ninguém pode contra essa declaração.

    O Diabo levantou 3 grandes fortalezas para tentar impedir que Cristo fosse anunciado.

    PRIMEIRA FORTALEZA DIABÓLICA: O CATOLICISMO, que implodiu.
    A primeira grande fortaleza que tentou impedir a pregação do Evangelho foi o CATOLISISMO, que implodiu. Um padre católico destruiu essa pretensão católica. O catolicismo não deixava nem ler a Bíblia na língua materna, somente em latim, mesmo assim, aos padres. Como uma Besta espiritual, o catolicismo impedia, matava, destruía quem se atrevesse a ler ou interpretar a Bíblia fora dos seus domínios. O catolicismo não foi páreo para essa declaração de Jesus. O catolicismo não conseguiu impedir que o Cristianismo alcançasse os católicos. O Catolicismo não podia impedir, Jesus disse: “Esse Evangelho do Reino será pregado em todo o mundo em testemunhas de todas as gentes”.

    SEGUNDA FORTALEZA DIABÓLICA: O COMUNISMO, que implodiu.
    O comunismo conquistou 1/3 da humanidade e 1/3 dos países; Como uma besta ameaçava dominar o mundo inteiro; muitos jogaram a toalha e se renderam. Por causa dele, TODA A AMÉRICA LÁTINA, menos a Colômbia, se tornaram ditaduras. Cumpria-se o que diz a Bíblia “o mal vem do extremo norte”. Matava todo tipo de religioso, inclusive os cristãos. Impedia todo tipo de crença, inclusive o Cristianismo. Só que o Cristianismo, diferente de todas as demais religiões, é divino. O comunismo não sabia que estava enfrentando nada mais e nada menos que DEUS! Por isso IMPLODIU. O comunismo não foi páreo para essa declaração de Jesus. O comunismo não conseguiu impedir que o Cristianismo alcançasse as pessoas. O Comunismo bestial não podia impedir, Jesus disse: “Esse Evangelho do Reino será pregado em todo o mundo em testemunhas de todas as gentes”.

    TGERCEIRA FORTALEZA DIABÓLICA: O ISLAMISMO, que está implodindo! Veja a oportunidade de falar de Jesus para os muçulmanos. A porta foi aberta! Está se escancarando!

    Há 1.400 anos Satanás se incorporou no Profeta Maomé e fundou uma religião que impede que o Evangelho de Cristo seja pregado. Quem prega ou quem ouve simplesmente morre. Foi a maior fortaleza que o diabo criou contra o Cristianismo. O diabo dizia: Aqui não se prega Cristo! Mas Satanás, através do Islamismo está enfrentando nada mais e nada menos que DEUS! Por isso ESTÁ IMPLODINDO. É o início do fim desta fortaleza diabólica e satânica. Quem vai destruir o ISLAMISMO vai ser o próprio muçulmano! Vão queimar o Alcorão, destruir todas as mesquitas, e, infelizmente, neste processo, vão destruir todo muçulmano religioso. Não levará muito tempo, e o islamismo será dizimado da face da Terra e isso está, AGORA, sendo feito pelos muçulmanos radicais: primeiro estágio, estão mostrando aos muçulmanos o que é o Islã, o que é o Alcorão. O radicalismo islâmico é o início do fim do Islã! O islamismo não é páreo para essa declaração de Jesus. O islamismo não conseguirá mais impedir que o Cristianismo alcançasse milhões de milhões de muçulmanos. O Islamismo bestial não pode impedir o Jesus disse: “Esse Evangelho do Reino será pregado em todo o mundo em testemunhas de todas as gentes”.

    A grande revelação é esta: A violência que o Islã sempre incitou contra os não-muçulmanos, está se voltando fortemente contra os muçulmanos que ser voltarão fortemente contra o Islã a ponto de destruí-lo da face da Terra (quer mais sobre as profecias bíblicas do assunto me peça).

    A MAIOR DE TODAS AS REVELAÇÕES É ESTÁ: O coração do muçulmano está cada dia se decepcionando contra o Islã e o Alcorão, percebendo a verdadeira natureza satânica e má que há por trás do Islã e do Alcorão. Ou seja, O CORAÇÃO DO MUÇULMANO COMUM ESTÁ SENDO ABERTO PARA O EVANGELHO AMOROSO DE JESUS CRISTO! O CORAÇÃO muçulmano, à força das circunstâncias, ESTÁ SE ABRINDO PARA O ÚNICO E VERDADEIRO DEUS! Essa é a hora da Igreja de Cristo falar de Jesus, na unção do Espírito Santo! há um bilhão e meio de pessoas esperando! Que Deus abra os seus olhos e que você veja essa oportunidade! Você, pela internet, pelo Google, pode escrever e falar para muçulmanos e traduzir num só toque em qualquer língua. È a sua oportunidade de falar de Jesus! Não espere por organizações religiosas. Você, agora, sozinho,em Cristo, PODE!

    Grato,

    Paulo Tarso

    • Caro irmão em Cristo.
      Muito me alegrei com o texto que o amado escreveu. Nem uma palavra a tirar nem a acrescentar. Precisamos mesmo aproveitar a internet para anunciar as boas novas de salvação. Infelismente muitos cristãos não persebem isso, e por isso mesmo ficam perdendo tempo com frivolidades ao navegar na net. Louvo a Deus pela sua vida e por sua disposição em utilizar essa excepcional ferramenta de evangelização para levar outros para Cristo.
      Que Deus continue abençoando a você e a todos os seus.

  9. Val Him,

    em relação ao Islã – e isso inclui o Corão – podemos avaliar a índole dessa religião simplesmente observando o modo como encaram valores inalienáveis como direitos humanos, democracia, liberdade de culto e expressão, direitos de minorias, etc., não sendo necessário muita conversa.

    Quanto a Jesus ser diferente do deus do Antigo Testamento, o qual foi o deus que venceu a disputa entre os demais deuses que os antigos hebreus adoravam – sim, eles já foram politeístas e isso esta claramente demonstrado no livro A Origem de Deus, de Laurence Gardner (digite no Google esta frase: Livro A Origem de Deus – Laurence Gardner pdf) -, esta é uma conclusão a que chegarão todos os que analisarem o assunto com imparcialidade e isenção de paixão religiosa.

    As passagens em que Jesus fala de castigos e punições, inferno, fogo e prisões, devem ser compreendidas como metáforas a indicar a existência da lei de causa e efeito, ação e reação, ou simplesmente “carma”, e a operar, de forma infalível e inexorável, também no plano espiritual. Haverá, sim, consequências para a alma que, desviando-se do amor e da compaixão, desenvolver o desamor e o ódio, mas essas consequências são mediadas pela justiça e misericórdia do Ser Supremo, que, ao exemplo do melhor de todos os pais, corrige ao filho que ama, e corrige para torná-lo melhor, para que este avance e seja feliz.

  10. Val Him, para entender quem foi o deus do Antigo Testamento, pesquise no google por esta frase:

    Livro A Origem de Deus – Laurence Gardner pdf

    Quanto às falas de Jesus sobre penalidades e castigos, são metáforas para ensinar a lei do carma.

  11. Val Him, para entender quem foi o deus do Antigo Testamento, pesquise no google por esta frase:

    Livro A Origem de Deus – Laurence Gardner

    Quanto às falas de Jesus sobre penalidades e castigos, são metáforas para ensinar a lei do carma.

  12. Val Him, para entender quem foi o deus do Antigo Testamento, pesquise no google por esta frase:

    Livro A Origem de Deus – Laurence Gardner

    Quanto às falas de Jesus, são metáforas para ensinar a lei de causa e efeito.

  13. Val Him, para entender quem foi o deus do Antigo Testamento, pesquise no google por esta frase:

    Livro A Origem de Deus – Laurence Gardner

    Quanto às falas de Jesus sobre penalidades e castigos, são metáforas para a lei de causa e efeito.

    • Sandro, eu conheço o livro, apesar da minha área de pesquisa ser outra, uma das minhas maiores paixões é estudar sobre os povos antigos, suas lendas, tradições e costumes. Ultimamente estou estudando alguns trechos do Tanach (Escrituras Hebraicas) em que “supostamente” foram traduzidos de forma a esconder uma esposa do Deus bíblico (El), que seria Asherah e o ligaria à mitologia suméria (e para isso você deve saber não só hebraico, mas também sobre as tradições das escritas passadas pelos sábios, para não julgar com um conhecimento superficial).

      Esses estudos fornecem importantes informações sobre a origem das religiões, personagens, lendas etc. Mas não se pode confundir o estudo do “mito” como “mito” (na história real, e não fictícia), com o estudo do “mito dentro da mitologia” (dentro da história fictícia).

      Se você está comparando Jesus e o Deus de Israel (baseado na história fictícia), deve conhecer a “história fictícia” para fazê-lo. E ao afirmar que Jesus disse metáforas, mostra que não tem conhecimento para isso. Melhor continuar estudando a história das religiões do ponto de vista histórico, do que se arriscar a falar o que não sabe sobre a história e os personagens do “mito” em si.

      • “ao afirmar que Jesus disse metáforas, mostra que não tem conhecimento para isso.”

        Se alguém mostra alguma coisa aqui, é você mostrando seu orgulho de opinião e contradizendo algo que já foi objeto de estudo e confirmação da parte de eruditos.

  14. Val Him,

    em relação ao Islã – e isso inclui o Corão – podemos avaliar a índole dessa religião simplesmente observando o modo como encaram valores inalienáveis como direitos humanos, democracia, liberdade de culto e expressão, direitos de minorias, etc., não sendo necessário muita análise.

    Quanto a Jesus ser diferente do deus do Antigo Testamento, o qual foi o deus que venceu a disputa entre os demais deuses que os antigos hebreus adoravam – sim, eles já foram politeístas e isso esta claramente demonstrado no livro A Origem de Deus, de Laurence Gardner (digite no Google esta frase: Livro A Origem de Deus – Laurence Gardner pdf) -, esta é uma conclusão a que chegarão todos os que analisarem o assunto com imparcialidade e isenção de ânimos.

    As passagens em que Jesus fala de castigos e punições, inferno, fogo e prisões, devem ser compreendidas como metáforas a indicar a existência da lei de causa e efeito, ação e reação, ou simplesmente “carma”, e a operar, de forma infalível e inexorável, também no plano espiritual.

    Haverá, sim, consequências para a alma que, desviando-se da justiça, do amor e da compaixão, praticar a injustiça, o desamor, o ódio, mas essas consequências são mediadas pela justiça e misericórdia do Ser Supremo, que, ao exemplo do melhor de todos os pais, corrige ao filho que ama, e corrige para torná-lo melhor, para que este avance, evolua, seja feliz.

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