Carro desgovernado atropela e mata duas pessoas no estacionamento do Templo de Salomão

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Um acidente no estacionamento do Templo de Salomão da Igreja Universal do Reino de Deus resultou na morte de duas pessoas na tarde do último domingo, 14 de outubro. Outras quatro pessoas ficaram feridas.

O atropelamento aconteceu quando uma senhora fazia uma manobra em seu carro semiautomático no estacionamento subterrâneo do megatemplo. Ele perdeu o controle do carro, que só parou após bater na parede. No trajeto, ela atingiu as pessoas que foram vitimadas.

De acordo com informações do G1, as duas vítimas fatais eram mulheres. Uma delas, identificada como Iraci da Silva Fabri, de 48 anos, era sargento reformada da Polícia Militar e tinha se aposentado recentemente. Ela ficou presa entre o carro e a parede do estacionamento. Socorrida ao Hospital das Clínicas, teve sua morte confirmada.

A segunda vítima fatal foi Rosemeire Rodriguez Gunter, de 39 anos, que também ficou presa entre o carro e a parede.


A Igreja Universal do Reino de Deus divulgou nota informando que “por volta das 18h deste domingo (16/10), uma frequentadora do Templo de Salomão que chegava para participar de um culto, perdeu o controle de seu veículo semiautomático no segundo subsolo do templo, atropelando sete pessoas”.

A assessoria de imprensa da denominação não menciona as duas vítimas fatais: “A Universal imediatamente prestou socorro e acionou apoio médico de emergência aos acidentados, que foram encaminhados para o Hospital das Clínicas, hospitais do Tatuapé, Vila Alpina e Ipiranga”.

Por fim, a Universal informou que “as autoridades já periciaram – e liberaram – o local e estão investigando as circunstâncias que levaram a condutora a perder a direção quando manobrava seu veículo”.

Presa em flagrante, a motorista Gilza Maria, 61 anos, fez o teste do bafômetro e comprovou que não havia ingerido bebida alcoólica. Sem direito a fiança, ela foi indiciada por homicídio culposo – quando não há intenção de matar – e prestará depoimento a um juiz, que decidirá se ela será mantida presa ou responderá ao processo em liberdade.

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