Católicos brasileiros são investigados pelo Vaticano por suspeita de tramar a morte do papa Francisco

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Uma sociedade católica brasileira está sendo investigada pelo Vaticano por supostamente tramar a morte do papa Francisco através de um pacto satânico. A notícia percorreu alguns dos principais portais de informação do mundo.

O caso envolve a sociedade ultraconservadora Arautos do Evangelho, que é uma dissidência de outro grupo católico, chamado Tradição, Família e Propriedade (TFP), e tem dentre suas ênfases, o exorcismo.

Um vídeo – que pode ser acessado aqui – mostra um grupo de membros do Arautos do Evangelho em reunião lendo a transcrição de um suposto exorcismo, em que o espírito maligno dizia que os patronos da TFP estavam no céu e diziam que a morte do papa aconteceria em breve.

“O Vaticano? É meu, é meu! [O papa] é tudo que eu quero, é um tolo. Me obedece em tudo, é a minha glória, está disposto a fazer tudo para mim. Ele me serve”, teria dito o diabo, enquanto os membros do Arautos do Evangelho riem, demonstrando satisfação. O vídeo teria sido gravado no começo de 2016.


O jornalista Andrea Tornielli, um “vaticanista” (especializado nos assuntos do Vaticano) do jornal La Stampa, publicou extensa matéria sobre o assunto recentemente, e a reportagem foi repercutida por portais como o Daily Beast, dos Estados Unidos; Daily Mail, do Reino Unido; e Folha de S. Paulo, no Brasil.

A investigação que é conduzida pelo Vaticano que esclarecer o “aparente pacto com Satã sobre a morte do papa Francisco”. A divulgação das informações, segundo Tonielli, levou à renúncia do líder dos Arautos do Evangelho, monsenhor João Scognamiglio Clá Dias.

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