Cirandar: ONG oferece inclusão social e cultural através de biblioteca comunitária

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O projeto Cirandar é uma iniciativa da Biblioteca Comunitária Nova Chocolatão, mantida pelo Centro de Integração de Redes Sociais e Culturais, de Porto Alegre, RS.

Com o objetivo de proporcionar a inclusão, integração e formação social e cultural de crianças e adolescentes, o Cirandar oferece oportunidade de leitura e interação com escritores locais nas comunidades de baixa renda da cidade.

Fundado em 2008, o projeto é uma organização não governamental sem fins lucrativos com a missão de provocar o diálogo na sociedade em busca de alternativas para a educação.

A ideia é que através de iniciativas semelhantes, exista maior difusão cultural e transformação social, além da implementação de práticas sustentáveis através das crianças e adolescentes.


O projeto Cirandar foi reconhecido pela Unesco e em 2013, receberá verbas das doações feitas ao programa Criança Esperança para a aquisição de livros, mobiliário e custeio de equipes profissionais para a ampliação das atividades.

Saiba mais sobre o projeto acessando o blog cirandar.wordpress.com  ou entre em contato através dos telefones (51) 3062-1760 / 9998-3845.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Ciente de seu papel junto à sociedade, o Gospel+ disponibilizou um espaço voltado para divulgação de projetos sociais focados em ajudar ao próximo.

Acreditamos que a transformação da sociedade acontece não só através da palavra, mas também de ações efetivas e eficazes, com demonstração de amor ao próximo.

Se você conhece ou desenvolve um projeto social que precise de divulgação, entre em contato conosco através do endereço redegmais.com.br/contato e nos conte! Informe as áreas de atuação, formas de colaboração, meios de contato e visitas, para que possamos colaborar e servir ao Pai, servindo seus filhos.


1 COMENTÁRIO

  1. ESTUDO BÍBLICO

    “OS SETE ERROS DA IGREJA UNIVERSAL”

    Este estudo quer propôr a todos os cristãos que amam a Jesus e Sua Santa Palavra a reverem os conceitos, a voltarem à genuína graça de Deus. O que está na Palavra (Bíblia) é suficiente para vivermos uma vida de necessidades físicas supridas e de intimidade com Deus. Não é preciso criar nada, não há necessidade de se adotar “estratégias” para convocar o povo para orar ou ofertar por amor. O Seu Santo Espírito convence o ser humano (João 16:7-11). A obra Dele é perfeita. Agora atente nesses textos bíblicos que nos advertem sobre os que deturpam a sã doutrina:

    “E rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles.” (Romanos 16:17)

    “o qual não é outro, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema” (Gálatas 1:7-8)

    Assim hoje temos muita gente incrédula recusando ao evangelho por conta dos escândalos da iurd, mesmos os líderes dela se auto-proclamando “levantados por Deus”, como bons religiosos, mas Jesus sempre confrontou os que se diziam religiosos!

    É muito comum os defensores desse sistema religioso disfarçado que é a iurd, dizerem que os que denunciam e falam contra suas heresias estão indo contra a palavra de Deus, mas e quanto à eles que distorcem o evangelho, não estariam indo contra a palavra de Deus?… Segundo eles não podemos denunciá-los pois isso seria julgar conforme Mateus 7, será mesmo que essa passagem sobre não julgar se aplica aos que denunciam esses falsos profetas? Os líderes da iurd ensinam que é errado expôr o erro deles e citá-los nominalmente. Aqueles que são fiéis em expôr o erro de acordo com a Bíblia são agora denunciados e acusados pela iurd de serem “sem amor” e “odiosos”, e ” inimigos do evangelho” entre outras acusações.

    Denunciar as heresias da iurd seria julgar ao próximo, conforme mateus 7? Não se pode falar contra os líderes da iurd que distorcem a sã doutrina? Vamos ver na Bíblia se isto procede:

    I. PRATICAR O JULGAMENTO BÍBLICO É CORRETO: Um dos versículos mais mal interpretados na Bíblia é: “Não julgueis, para que não sejais julgados”. (Mateus 7:1). Toda Escritura deve ser tomada em seu contexto, se quisermos adequadamente entender o seu verdadeiro significado. Nos versículos de 2 a 5 deste mesmo capítulo é evidente que o versículo 1 está se referindo ao julgamento hipócrita. Um irmão que tem uma trave em seu próprio olho não deve julgar o irmão que tem um argueiro no seu. A lição é clara, você não pode julgar outro por seu pecado se você é culpado do mesmo pecado.

    Aqueles que se prendem ao “Não julgueis, para que não sejais julgados”, para condenar aqueles que expõem o erro devem ler o capítulo inteiro. Jesus disse: “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas…” (vers. 15). Como podemos conhecer os falsos profetas se não os julgarmos pela Palavra de Deus? Se conhecermos os falsos profetas, como podemos falhar em alertar o rebanho desses “lobos devoradores”? Por toda a Bíblia encontramos provas de que devemos os identificar e os expor.

    “Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus”. (vers. 16-17). Será que o Senhor Jesus quis dizer que não podemos julgar a árvore (pessoa), mas somente o fruto de sua vida e doutrina? Certamente não, pois você não pode conhecer sem julgar. Todo julgamento deve ser baseado no ensino bíblico e não de acordo com caprichos ou preconceitos.

    “Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça” (João 7:24). Aqui nosso Senhor ordena que devemos “julgar segundo a reta justiça”, que é o julgamento baseado na Palavra de Deus. Se o julgamento é feito sobre qualquer outra base que não a Palavra de Deus, é uma violação a Mateus 7:1. O dicionário Webster diz que um juiz é “alguém que declara a lei”. O cristão fiel deve discernir julgar na base da inspirada lei de Deus, a Bíblia.

    Um fornicador é descrito em 1Coríntios 5:1-13. O Apóstolo Paulo “julgou” o homem (v.3), embora ele estivesse ausente, e disse à igreja em Corinto que eles “julgavam” (v.12) aqueles que estavam dentro. A palavra grega para “julgar” é a mesma aqui, como em Mateus 7:1. Paulo não viola “Não julgueis, para que não sejais julgados”, ao julgar o homem, nem de instruir a igreja para julgar também. Toda esta decisão foi de acordo com a Palavra de Deus. Veja que ele conclui dizendo : “Os de fora, porém, Deus os julgará. Expulsai, pois, de entre vós o malfeitor” (1Coríntios 5:13). Ou seja, além de julgarem os maus atos daquele homem, ele os mandou expulsarem tal homem, ou seja, que julgassem e condenassem!

    É CORRETO EXPÔR OS FALSOS MESTRES: Os falsos mestres são livres para espalhar suas doutrinas venenosas hoje porque há uma conspiração de silêncio entre muitos crentes da Bíblia. Lobos em pele de cordeiro são, assim, habilitado a assolar o bando, destruindo dessa maneira a muitos.

    João Batista chama os fariseus e saduceus (os líderes religiosos da sua época) de “raça de víboras” (serpentes) (Mateus 3:7). Hoje, ele seria acusado de ser sem amor, cruel, e de não ser cristão! Jesus disse aos fariseus religiosos, “Raça de víboras, como podeis vós dizer boas coisas, sendo maus? Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca” (Mateus 12:34). Ao ficar cara a cara com estes falsos mestres, Jesus Cristo, o filho de Deus, os chamou de “hipócritas”, “guias cegos”, “cegos”, “sepulcros caiados”, “serpentes” e “raça de víboras” (Mateus 23:23-34). Para muitos evangélicos e alguns fundamentalistas, isso seria uma linguagem inaceitável hoje, mas é uma linguagem bíblica e veio da boca do Filho de Deus.

    Durante Seu ministério, “subiu Jesus para Jerusalém. E encontrou no templo os que vendiam bois, ovelhas e pombas e também os cambistas assentados; tendo feito um azorrague de cordas, expulsou todos do templo, bem como as ovelhas e os bois, derramou pelo chão o dinheiro dos cambistas, virou as mesas e disse aos que vendiam as pombas: Tirai daqui estas coisas; não façais da casa de meu Pai casa de negócio” (João 2:13-16). Nosso Salvador é hoje apresentado como aquele que era manso, humilde, bondoso e amoroso, até mesmo para os falsos mestres, mas isso é totalmente falso. Ao lidar com falsos mestres e profetas, Suas palavras eram fortes e Suas ações simples e claras.

    Perto do fim do Seu ministério público, Cristo achou necessário purificar o templo novamente. A exposição das falsas doutrinas e práticas é um trabalho sem fim. Naquela época Ele disse: “Não está escrito: A minha casa será chamada, por todas as nações, casa de oração? Mas vós a tendes feito covil de ladrões” (Marcos 11:17). É diferente hoje?. Honestamente, não devem estes ladrões (falsos mestres) serem expostos?

    Em nossos dias, esses falsos mestres vieram às igrejas com seus livros, literatura, filmes, psicologia e congressos, e transformaram a casa do Pai em um covil de ladrões. É tempo de homens de Deus se levantarem e expôrem os seus erros para que todos possam ver.

    A BÍBLIA NOS ADMOESTA A DENUNCIAR O ERRO,DEVEMOS PROVÁ-LOS: “Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo” (1João 4:1). Toda a doutrina e seus ensinadores devem ser provados de acordo com a Palavra de Deus. “À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles” (Isaías 8:20). Cada mensagem, mensageiro, e método devem ser julgados de acordo com a Palavra de Deus. A igreja de Éfeso foi elogiada por terem posto “à prova os que dizem ser apóstolos, e o não são, e tu os achaste mentirosos” (Apocalipse 2:2). A igreja de Pérgamo foi repreendida porque seguia “a doutrina de Balaão” e “a doutrina dos nicolaítas, o que eu odeio” (Apocalipse 2:14-15). Nunca foi correto tolerar falsos mestres, mas eles devem ser julgados pela Palavra de Deus, e expostos.

    DEVEMOS NOTÁ-LOS E EVITÁ-LOS: “E rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles” (Romanos 16:17). Aqueles que conduzem e ensinam de forma contraditória com a Palavra de Deus devem ser notados e evitados. Isto requer discernimento e decisão à luz da Bíblia. Eles não podem ser notados e evitados a menos que sejam julgados de acordo com a Palavra de Deus.

    DEVEMOS REPREENDÊ-LOS: “Portanto, repreende-os severamente, para que sejam sãos na fé” (Tito 1:13). Isto foi escrito a Tito, porque havia pessoas que iam de casa em casa subvertendo famílias inteiras com a falsa doutrina (v.10-16). Esses falsos profetas estão subvertendo casas inteiras com sua falsa doutrina hoje. Será que devemos nos sentar silenciosamente, enquanto eles fazem isso, sem repreender e admoestar as pessoas a evitar o seu ensino? Não, o fiel servo do Senhor deve reter “firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes” (Tito 1:9).

    NÃO DEVEMOS TER COMUNHÃO COM ELES: “E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as” (Efésios 5:11). Reprovar significa censurar, condenar, criticar, repreender e refutar. Como podemos obedecer a Escritura, a menos que os julguemos pela Palavra de Deus?

    DEVEMOS NOS AFASTAR DELES: “Mandamo-vos, porém, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo o irmão que anda desordenadamente, e não segundo a tradição que de nós recebeu” (2Tessalonicenses 3:6). Devemos nos afastar daqueles cuja doutrina e conduta não estão de acordo com a Palavra de Deus. O contexto mostra claramente que a obediência a sã doutrina é o que Paulo tem em mente, pois ele diz: “se alguém não obedecer à nossa palavra por esta carta, notai o tal, e não vos mistureis com ele, para que se envergonhe. Todavia não o tenhais como inimigo, mas admoestai-o como irmão” (2Tessalonicenses 3:14-15).

    Paulo admoestou Timóteo para “afastar-se” de quem “não conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade” (1Timóteo 6:3-5). Referente aos últimos dias, ele diz que alguns terão “aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te”, pois essas pessoas são “nunca podem chegar ao conhecimento da verdade” (2Timóteo 3:5-7). Como é que podemos nos afastar se não os identificarmos, e isto requer que a sua mensagem seja comparada com a Palavra de Deus. O objetivo do pregador verdadeiro é: “pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina” (2Timóteo 4:2). Isso geralmente é uma tarefa ingrata e impopular, mas é dever do homem chamado por Deus.

    NÃO DEVEMOS RECEBÊ-LOS EM NOSSA CASA: “Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. Porque quem o saúda tem parte nas suas más obras” (2João 10:11). Não há dúvida sobre quem João está falando, é “Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo …” (V.9). Por rádio, televisão e literatura, os falsos profetas são levados para as casas de muitos cristãos de hoje. Irmãos, isto não deveria acontecer!

    DEVEMOS REJEITÁ-LOS COMO HERÉTICOS: “Evita o homem faccioso, depois de admoestá-lo primeira e segunda vez,” (Tito 3:10). Devemos rejeitar aqueles que negam a redenção pelo sangue de Cristo. Há muitos que negam essa ou alguma outra doutrina da Palavra de Deus. Se eles não atenderem a admoestação, então devem ser rejeitados.

    DEVEMOS ESTAR ALERTAS COM AQUELES QUE PREGAM OUTRO EVANGELHO: Paulo advertiu sobre aqueles que pregavam “outro Jesus … outro espírito… outro evangelho” (2Coríntios 11:4). Como podemos conhecê-los, a menos que avaliassem o seu Jesus, o seu espírito e seu Evangelho pela Palavra de Deus? Paulo chamou esses pregadores “falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo” (2Coríntios 11:13). Ele explica v.14-15, que estes pregadores são os ministros de Satanás. O homem chamado por Deus deve ser fiel assim hoje em expor os ministros de Satanás. Paulo advertiu os gálatas sobre aqueles que “transtornam o evangelho de Cristo”. Ele também disse: “Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema” (Veja Gálatas 1:6-9).

    Multidões hoje estão pregando um evangelho pervertido. Aqueles que ensinam a salvação através do batismo, ou por obras, estão ensinando um evangelho pervertido. Aqueles que pregam uma salvação que você pode perder estão pregando um evangelho pervertido. Os carismáticos/pentecostais, católicos, muitos evangélicos, e muitos fundamentalistas (?) estão pregando um evangelho pervertido. No entanto, nós somos suspeitos de cooperar com eles no evangelismo e trabalho cristão, de acordo com muitos hoje. Se não formos capazes de expor esses falsos profetas, então temos traído Jesus Cristo e Seu Evangelho.

    DEVEMOS NOS SEPARAR DELES: “Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras; e eu vos receberei” (2Coríntios 6:17). Isto é muito simples. O povo de Deus sair da apostasia e do erro religioso. Como pode um crente na Bíblia permanecer em entidades e organizações como convenções, comunhões ecumênicas e apóstatas? Como podem permanecer entre evangélicos condescendentes e insossos fundamentalistas? Muitos acreditam enganosamente que é errado denunciar o erro e citar nomes dos culpados, mas eles estão errados de acordo com a Bíblia.

    PAULO CITOU PEDRO PUBLICAMENTE: Pedro foi culpado de prática antibíblica. “E, chegando Pedro à Antioquia, lhe resisti na cara, porque era repreensível. Porque, antes que alguns tivessem chegado da parte de Tiago, comia com os gentios; mas, depois que chegaram, se foi retirando, e se apartou deles, temendo os que eram da circuncisão.E os outros judeus também dissimulavam com ele, de maneira que até Barnabé se deixou levar pela sua dissimulação.Mas, quando vi que não andavam bem e direitamente conforme a verdade do evangelho, disse a Pedro na presença de todos: Se tu, sendo judeu, vives como os gentios, e não como judeu, por que obrigas os gentios a viverem como judeus?” (Gálatas 2:11-14). A questão toda gira em torno da salvação pela lei ou pela graça. Quando a integridade e a pureza do evangelho está em jogo, então não temos escolha quando se trata da questão de expor os erros e dar nomes.

    PAULO CITOU DEMAS POR AMAR O MUNDO: “Porque Demas me desamparou, amando o presente século” (2Timóteo 4:10). Aqueles que abandonam a causa de Cristo para a vida mundana e seus prazeres devem ser expostos e seus nomes citados.

    PAULO CITOU HIMENEU E ALEXANDRE: Paulo disse a Timóteo a militar “por elas boa milícia; Conservando a fé, e a boa consciência, a qual alguns, rejeitando, fizeram naufrágio na fé. E entre esses foram Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a Satanás, para que aprendam a não blasfemar”(1Timóteo 1:18-20). Os verdadeiros servos de Deus devem guerrear uma guerra boa, e citar os nomes daqueles que se afastaram da fé que uma vez foi entregue aos santos. Paulo não está aqui discutindo a fé da salvação, mas a fé como um sistema de doutrina. Estes homens fizeram naufrágio disto e Paulo os expôs e os chamou pelos seus nomes.

    PAULO CITOU HIMENEU E FILETO: Ele disse a Timóteo para “procurar ser aprovado”, que ele poderia ser capaz de “manejar bem” a “palavra da verdade”. Mas evita os falatórios profanos, porque produzirão maior impiedade. E a palavra desses roerá como gangrena; entre os quais são Himeneu e Fileto; Os quais se desviaram da verdade, dizendo que a ressurreição era já feita, e perverteram a fé de alguns” (2Timóteo 2:15-18). A falsa doutrina derruba a fé de alguns, então aqueles que estão a proclamando devem ser expostos.

    PAULO CITOU ALEXANDRE, O LATOEIRO: “Alexandre, o latoeiro, causou-me muitos males; o Senhor lhe pague segundo as suas obras.Tu, guarda-te também dele, porque resistiu muito às nossas palavras” (2Timóteo 4:14-15). É claro que este não é um problema de personalidade, mas um problema doutrinário. Alexandre tinha se posicionado contra as palavras e a doutrina de Paulo. Ele era um inimigo da verdade. Pastores piedosos enfrentam o mesmo problema todos os dias. Eles defendem e proclamam a verdade, então os seus membros vão para casa e ouvem essa verdade discutida por pregadores carismáticos/pentecostais de rádio e TV. Muitas vezes estes falsos profetas enviam suas publicações para as casas dos membros das igrejas verdadeiras. Então o homem de Deus é suposto manter sua boca fechada, de acordo com muitos. Só um covarde vai ficar em silêncio quando a verdade da Bíblia está sob ataque.

    JOÃO CITOU DIÓTREFES: “Tenho escrito à igreja; mas Diótrefes, que procura ter entre eles o primado, não nos recebe” (3João 9). Ele relatou como este homem tinha tagarelado contra ele “palavras maliciosas” (v.10). Ele ainda disse: “Amado, não sigas o mal, mas o bem. Quem faz o bem é de Deus; mas quem faz o mal não tem visto a Deus” (v.11). Não é errado citar os nomes daqueles cuja doutrina e prática é contrária à Palavra de Deus. Na verdade, toda a Bíblia está cheia de exemplos de falsos profetas, sendo nomeados e expostos. Toda esta conversa sobre o amor moderno é usado como uma desculpa para não expor erro. Isto não é realmente bíblico, mas espantosamente desleixado.

    MOISÉS CITOU O NOME DE BALAÃO: (Ver números 22-25). Pedro expôs “o caminho de Balaão … que amou o prêmio da injustiça” (2Pedro 2:15). Balaão era um profeta que estava na obra por dinheiro, como a maioria dos falsos profetas que hoje aparecem na TV. Eles pedem dinheiro e vivem como reis, enquanto multidões de pessoas incautas enviam-lhes o seu dinheiro arduamente ganho. Eles estão construindo mansões , redes de televisão por satélite. E então nós devemos manter nossa boca fechada sobre esses charlatões religiosos? Como podemos ficar em silêncio e ser fiel a Deus? .

    Os falsos mestres estão quebrando a barreira de separação entre o povo de Deus e da falsa religião. Existe muito pouco de pregação e ensino sobre a doutrina da separação. Balaão violou a doutrina da separação pessoal fazendo com que os homens de Israel cometessem fornicação com as mulheres moabitas. Ele violou a doutrina da separação eclesiástica, fazendo com que os homens de Israel se curvassem diante de Baal (Números 25:1-3). Isso trouxe uma maldição sobre Israel. Até voltarmos a ensinar a verdade sobre a separação pessoal e eclesiástica, podemos esperar que o caos continue generalizado e destruindo o que temos hoje.

    Parece ser acreditada por muitos que algumas pessoas são muito importantes e poderosas para serem citadas ou expostas. Homens em altas posições, pastores de grandes igrejas, e aqueles com grande audiência de rádio e TV, estão supostamente acima de qualquer crítica. O que eles possam fazer ou dizer, não importa quão contrárias à Bíblia seja, é supostamente tudo certo. Por isso vemos por exemplo o líder da iurd apoiando o aborto e ainda por cima dizendo que a bíblia aprova essa prática. Nada poderia estar mais longe da verdade.

    Sim, é correto expôr o erro e citar aqueles que estão no erro. É correto “batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” (Judas 3). E como foi uma vez entregue nunca mais foi necessária uma revisão. É melhor tomar cuidado com “falsos profetas… que introduzirão encobertamente heresias de perdição” (2Pedro 2:1). Mensageiros fiéis alertam as ovelhas dos hereges, e os identificam pelo nome. (texto baseado em artigo de “discernimento biblico.net”)

    A iurd também tem o hábito de misturar e ensinar aos membros preceitos da lei de moisés, inseridos à Graça que temos em Jesus. Porém tal mistura é impossível perante a sã doutrina, abaixo vamos expôr a diferença entre a lei de moisés e a Graça em Jesus:

    Não mais seguimos leis de acordo com uma lista daquilo que se pode ou não fazer mas, vivemos a essência maravilhosa de seguir a Cristo. Um exemplo prático dessa mudança está na passagem bíblica do jovem rico em Lucas 18:18-23, o jovem rico faz uma pergunta sobre o que fazer para herdar a vida eterna, Jesus cita alguns mandamentos da Lei, aos quais ele responde prontamente dizendo que os segue. Entretanto, quando a essência do amor é provada através da petição de dividir os seus bens com os pobres, a tristeza toma o semblante dele, demonstrando claramente que não seguia o supremo amor, mas coisas secundárias, visando somente ele mesmo.

    Por que a justificação pela fé traz o resumo ou lei áurea do cristianismo? Isso é visto com clareza quando se toma o exemplo de Abraão, pai espiritual tanto de judeus quanto de cristãos. Com a extensa narrativa sobre Abraão feita por Paulo em Romanos 4, podemos destacar que a graça de Deus não veio para aquele que pratica alguma coisa, mas sim para aquele que crê (Romanos 4:4-5).

    Mais a frente nos é mostrado “Não foi por intermédio da Lei que a Abraão ou a sua descendência coube a promessa de ser herdeiro do mundo; e, sim, mediante a justiça da fé”. É através da confiança em Deus e unicamente através daquilo que a fé gera: graça, que somos justificados. É pela fé que vivemos, tendo como orientador de nossas ações o amor, amor que não se resume em palavras vagas mas em ações contundentes. A Lei além de mostrar o que estava por vir através de seus rituais, serviu para mostrar a superabundância da graça (Romanos 5:20), serviu para nos mostrar do que fomos libertos.

    Ainda é possível se argumentar que Cristo veio somente para cumprir os rituais de justificação. Sendo assim, por que Paulo pergunta em Romanos 6:15 “E daí, havemos de pecar porque não estamos debaixo da Lei e sim da Graça? De modo nenhum”. Ora se há clara diferença entre Lei e Graça no que diz respeito a prática vital cristã, por que ainda insistir em dizer que alguns aspectos da lei permanecem?

    Alguns podem perguntar: Por que Paulo ainda seguia alguns preceitos da Lei? Ele explica isso, dando-nos exemplo de evangelização em 1Coríntios 9:20-21, estava pregando de acordo com costumes judaicos para ganhar os da Lei, mesmo não estando sob ela. A implicância prática de tal assunto para os dias atuais está em irmos de frente com o movimento judaizante no meio cristão, muitos querem se tornar judeus não-praticantes seguindo aquilo que querem, moldando a Lei ao seu bel-prazer, e, antes de tudo negando o sacrifício de Cristo, criador do novo Testamento banhado em sangue purificador e libertador.

    Paulo perguntou aos Gálatas: “Recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé?”, Gálatas 3:2 e 10-11. Paulo ensina que os que não sabem a diferença entre a Lei de Moisés e o Evangelho, e pregam que tudo é a mesma coisa desde Gênesis até Apocalipse, estão debaixo da maldição. Porque ninguém guardou toda a Lei, e é a Lei “do tudo ou nada”. Como está escrito em Mateus 5:18, “Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido”, e Tiago 2:10, “Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos”?. E é evidente que pela Lei ninguém será justificado diante de Deus. E quem não é justificado, logicamente é condenado.

    Em Romanos 4:5 Paulo disse: Quem não pratica, mas crê n’Aquele (isto é em Jesus) que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça, isto é, como se nunca houvéssemos pecado pois crê em Jesus. Ele nos considera inocentes: “Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício, não condenaríeis os inocentes”, Mateus 12:7. A Lei amaldiçoa porque não a guardamos, está além da nossa capacidade. Jesus nos inocenta por crermos Nele.

    Infelizmente muitos discípulos de Cristo estão sendo ensinados a “navegarem com um pé apoiado numa canoa, e o outro na outra”. Está faltando o toque divino, como está escrito: “Abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras” (Lucas 24:45). Esta é a diferença: a lei condena, mata, amaldiçoa… Cristo, O Evangelho, perdoa e salva.

    Vamos agora fazer uma analogia entre as principais doutrinas da igreja universal, e os jogos dos sete erros?

    Iremos analizar biblicamente e usando de fatos concretos que se podem observar de que a igreja universal, doravamente identificada apenas pela sigla iurd, não segue fielmente os preceitos bíblicos, quando prega estes sete fundamentos advindos de sua liderança, passada sem critérios como verdades absolutas e inquestionáveis aos membros daquela igreja… mas será que em um exame à luz da bíblia estes sete pontos da doutrina iurdiana permanecem inquestionáveis? Isso é o que veremos a seguir…

    Observação: As citações bíblicas que serão mencionadas, foram obtidas da Bíblia em português traduzida por João Ferreira de Almeida, edição revista e atualizada no Brasil, por ser a versão que a iurd utiliza em suas igrejas, sendo portanto a mais indicada para ajudar aos membros da denominação a identificarem melhor a verdade bíblica.

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