Idosa cristã esfaqueada por palestinos em Jerusalém sobrevive ao clamar o nome de Jesus

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A holandesa Marike Veldman foi atacada a golpes de faca por terroristas palestinos dentro de um ônibus em Jerusalém na última semana, e clamou por Jesus na esperança de sobreviver. E conseguiu.

Marike, que já viveu por muitos anos em Israel, estava no ônibus quando dois palestinos entraram, armados. Um deles portava uma arma de fogo, e começou a atirar contra os passageiros. O outro, com uma faca, passou a esfaqueá-la.

“Eles começaram a gritar ‘Allahu Akbar‘ (‘Alá é grande’). O homem na minha frente começou a me esfaquear e o outro homem começou a atirar nos outros passageiros. As pessoas gritavam muito alto. Foi horrível, eu chorei constantemente e dizia: ‘Senhor Jesus, Senhor Jesus, ajuda-me, ajuda-me!’”, afirmou a idosa, em entrevista concedida já no leito do hospital de Ein Kerem, em Jerusalém.

De acordo com informações do Christian Post, Marike Veldman contou que quando clamou por Jesus, o terrorista “fugiu para o fundo do ônibus”.


A idosa contou que a seu modo de ver, Deus a salvou do pior. Ela, que já foi enfermeira, se recupera dos golpes, que causaram um colapso pulmonar e ferimentos profundos nas mãos e ombros.

Nicole Jansezian, responsável pela organização Christian Friends of Shalva (“amigos cristãos de Shalva”, em tradução livre), comentou o caso e afirmou que a idosa atacada é uma voluntária que cuidou de muitas crianças necessitadas – tanto israelenses como palestinas – ao longo do período em que viveu em Israel: “Independentemente de suas etnias, ela cuidou de crianças israelenses, palestinas e árabes que vieram de circunstâncias difíceis. Eles eram filhos adotivos, oficialmente reconhecidos pelo governo. Agora, a comunidade cristã está apoiando esta vítima do ataque, fornecendo refeições e orando com ela no hospital”, disse.

4 COMENTÁRIOS

  1. Isso só mostra que o povo cristão é sim o mais perseguido na face da terra, e mesmo assim não ficam querendo leis que os ponha à cima do resto da população,como fazem os ativistas gays. É isso aí!

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