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Diagnosticado infértil, casal celebra e ressalta fé em Deus após dar à luz trigêmeos

Comments (1)
  1. Emanuelle disse:

    Diante do drama da infertilidade muitos casais recorrem aos métodos de fecundação artificial. No caso da fertilização in vitro, em geral, diversos óvulos são fecundados, alguns são usados e o restante congelados. A pergunta, portanto, é: o que fazer com esses óvulos fecundados e congelados?
    Trata-se de uma situação bastante delicada, pois o problema começa com esse tipo de fecundação. A Igreja Católica é absolutamente contra a fertilização in vitro, ou seja, a fecundação de óvulos fora do ventre da mulher, pois “dissociam o ato sexual do ato criador.
    Esse processo consiste no conjunto de procedimentos médicos aos quais a mulher é submetida para a produção (estímulo ovariano) e retirada de gametas femininos para realizar a reprodução humana assistida. Após o homem colher o sêmen, sozinho no laboratório, sem manter relação sexual com a esposa, a fecundação é feita em um ambiente externo. Feita essa etapa, com a fertilização de um embrião de modo artifical, os demais são descartados.
    O ato fundante da existência dos filhos já não é um ato pelo qual duas pessoas se doam uma à outra, mas um ato que ‘remete a vida e a identidade do embrião para o poder dos médicos e biólogos, e instaura um domínio da técnica sobre a origem e a destinação da pessoa humana'” (CIC 2377). Toda criança que vem neste mundo tem o direito de nascer de um ato de amor”
    Não se pode manipular seres humanos nem escolher quem vai nascer ou não ou quantidade como se faz na fertilização in vitro. Os óvulos fecundados já são seres humanos, portanto, não se pode colocar em risco a vida deles. Cada vez mais a medicina tem se especializado e mostrado o que acontece com os embriões, o que comprova que são seres humanos desde a fecundação.
    Sendo assim, é inegável que são seres humanos congelados. E, se são seres humanos, possuem alma. O que fazer? Em primeiro lugar, a fecundação não deveria ter ocorrido. Seres humanos não podem ser objetos de experiência. Mas, já que aconteceu, é preciso ter em mente que são mais que “embriões”, são seres humanos e precisam nascer.
    Os protestantes em questões bioéticas estão muito ultrapassados em relação à Igreja Católica.

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