Diagnosticado infértil, casal celebra e ressalta fé em Deus após dar à luz trigêmeos

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Um diagnóstico de infertilidade poderia ter posto fim ao sonho do casal Audrey e Jeremiah Johnston de serem pais, mas eles confiaram em Deus contra isso. Na última semana, ela deu à luz trigêmeos.

A história de superação de adversidades não começa aí. Há sete anos, Audrey já havia dado à luz Lily Faith, e três anos depois, a Justin. Mas, como ter dois filhos era pouco para o casal, eles buscaram mais uma gestação, que trouxe à família mais três crianças.

Jeremiah anunciou em suas redes sociais que sua esposa havia dado à luz trigêmeos, todos meninos, no hospital Texas Children’s Pavilion for Women, em Houston, Texas (EUA). De acordo com informações do Christian Post, os nomes escolhidos foram Ryder, que nasceu com cerca de 1,7 kg; Abel, com 2 kg; e Jaxson, com 2,5 kg.

Quando se casaram e tentaram ter filhos, Jeremiah e Audrey ouviram dos médicos que isso seria impossível. Inconformados, foram orar e se mantiveram firmes, crendo que a palavra final pertence a Deus.


O casal procurou especialistas e resolveu tentar uma fertilização in vitro, o que resultou em uma casa cheia com cinco crianças.

Jeremiah, que é pastor, afirmou que a perseverança de sua esposa teve papel decisivo na conquista, pois antes de Lily nascer, ele deixou de acreditar que ela teria um bebê. Porém, a convicção de Audrey renovou sua fé.

“Ela foi a única que permaneceu acreditando, se manteve confiante, apesar de todas as probabilidades, apesar das pessoas dizendo ‘você nunca vai ficar grávida’. O mais bonito é que, como casal – especialmente como casais que seguem a Jesus – temos que tomar uma decisão quando tivermos problemas: ‘Vamos permitir que esses problemas nos separem ou nos aproximem mais?’”, questionou, acrescentando que ele e a esposa decidiram “confiar sempre em Deus, não importa a situação”.


1 COMENTÁRIO

  1. Diante do drama da infertilidade muitos casais recorrem aos métodos de fecundação artificial. No caso da fertilização in vitro, em geral, diversos óvulos são fecundados, alguns são usados e o restante congelados. A pergunta, portanto, é: o que fazer com esses óvulos fecundados e congelados?
    Trata-se de uma situação bastante delicada, pois o problema começa com esse tipo de fecundação. A Igreja Católica é absolutamente contra a fertilização in vitro, ou seja, a fecundação de óvulos fora do ventre da mulher, pois “dissociam o ato sexual do ato criador.
    Esse processo consiste no conjunto de procedimentos médicos aos quais a mulher é submetida para a produção (estímulo ovariano) e retirada de gametas femininos para realizar a reprodução humana assistida. Após o homem colher o sêmen, sozinho no laboratório, sem manter relação sexual com a esposa, a fecundação é feita em um ambiente externo. Feita essa etapa, com a fertilização de um embrião de modo artifical, os demais são descartados.
    O ato fundante da existência dos filhos já não é um ato pelo qual duas pessoas se doam uma à outra, mas um ato que ‘remete a vida e a identidade do embrião para o poder dos médicos e biólogos, e instaura um domínio da técnica sobre a origem e a destinação da pessoa humana'” (CIC 2377). Toda criança que vem neste mundo tem o direito de nascer de um ato de amor”
    Não se pode manipular seres humanos nem escolher quem vai nascer ou não ou quantidade como se faz na fertilização in vitro. Os óvulos fecundados já são seres humanos, portanto, não se pode colocar em risco a vida deles. Cada vez mais a medicina tem se especializado e mostrado o que acontece com os embriões, o que comprova que são seres humanos desde a fecundação.
    Sendo assim, é inegável que são seres humanos congelados. E, se são seres humanos, possuem alma. O que fazer? Em primeiro lugar, a fecundação não deveria ter ocorrido. Seres humanos não podem ser objetos de experiência. Mas, já que aconteceu, é preciso ter em mente que são mais que “embriões”, são seres humanos e precisam nascer.
    Os protestantes em questões bioéticas estão muito ultrapassados em relação à Igreja Católica.

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