Empresa de seguros cancela apólice de obreira por causa de adesivo evangelístico no carro

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Uma obreira teve o seguro de seu carro cancelado porque colocou um adesivo com alusão à sua fé cristã, e resolveu protestar alegando perseguição religiosa.

As frases evangelísticas “Christ for Me”, “Christ Must Be Saviour”, “Christ is My Lord”, colocadas no capô do carro de Wena Parry, 75, obreira da Igreja Congregacional Independente em South Wales, no Reino Unido tornou-se o centro de uma polêmica com a empresa de seguros com quem a idosa mantinha contrato.

Tudo começou quando a empresa enviou uma notificação a ela dizendo que a apólice de seguro havia sido violada, e por isso, seria cancelada.

“A cada oportunidade, quero dizer às pessoas sobre Jesus. Eu acho que pelo menos um milhão de pessoas já leram os textos no meu carro e ninguém teve problemas com ele antes. Mas, pode haver alguém dentro dessa empresa que odeia o cristianismo”, disse Wena Parry.


A seguradora, no entanto, diz que o cancelamento do seguro não se deu porque a frase era religiosa, e sim, porque houve uma modificação no carro que não havia sido comunicada. “A situação não está relacionada com a natureza cristã de seus adesivos”, pontuou o porta-voz da Insurance Age.

Frases evangelísticas motivaram rescisão do seguro
Frases evangelísticas motivaram rescisão do seguro

No entanto, a empresa destacou que teria rejeitado a solicitação de seguro da obreira caso ela tivesse informado que havia um adesivo no carro: “Apesar de todos os proprietários de carros terem o direito de expressão no lugar que quiserem em seus carros, gostaríamos de alertar a todos os motoristas para fecharem seus seguros cientes de quaisquer adesivos aplicados em seus carros”.

De acordo com informações do Christian Post, a obreira agora pretende contratar um novo seguro para seu automóvel, porém não irá deixar de perguntar se o adesivo em seu carro será um empecilho para a contratação do serviço. Se a resposta for positiva, precisará procurar outra empresa.


6 COMENTÁRIOS

  1. Creio que houve realmente uma alteração no veiculo que o poria em risco como por exemplo um ato de vandalismo.
    Nesse caso o valor do seguro seria um valor diferente do padrão.
    Não vejo como perseguição religiosa e nem como cerceamento à liberdade de expressão, mas como uma prevenção da seguradora contra possíveis danos ao veiculo e embates na justiça.

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