Ex-ateu militante testemunha sua conversão ao cristianismo após concluir que “a morte não pode ser o fim”

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Um ex-ateu militante testemunhou como sua visão a respeito da vida mudou e o levou a crer em Deus e na vida após a morte. Scott Coren, um escritor britânico, acreditava que o “mundo operava no acaso e através da seleção natural”.

Pai de dois filhos, Coren foi levado a mudar de opinião após o nascimento de sua segunda filha, em 2012. A bebê nasceu com um grave problema cardíaco e a necessidade de se dedicar a seu cuidado o fez observar situações que tocaram seu coração e mudaram sua mente.

Quando Coren viu os enfermeiros, a quem descreveu como “anjos humanos”, que cuidam de crianças gravemente doentes, os seus pontos de vista sobre Deus e a vida após a morte começou a se transformar radicalmente.

Ele se viu refletindo sobre a morte, em particular, pensando que “ela não pode ser o fim das coisas”, e chegou à conclusão: “Simplesmente não faz sentido”. A “razão” e “lógica” que ele havia usado para negar a existência de Deus, de repente levou-o em direção a uma crença em algo mais profundo.


Apesar de seus melhores esforços para evitar tornar-se cristão, Coren disse que suas faculdades de raciocínio o deixaram sem opção alternativa. “O ponto de ter o ateísmo como uma crença é sobre a lógica e o senso – e então você bater essa justaposição. Se você está usando o sentido, então você não pode negar que algo mais faz sentido também”, admitiu.

O escritor pontuou ainda que sua conversão foi “um processo muito lento e gradual” que evoluiu ao longo dos últimos dois anos, e que a doença de sua filha provocou uma reformulação completa de suas opiniões: “Minha filha nasceu com um problema cardíaco. Durante dois anos e meio eu fui cuidar dela. Ela não poderia ser deixada sozinha nem por um segundo. Minha vida é muito parecida com um eremita. Eu estou acordado a noite toda, todas as noites. Estou vivendo uma vida muito medicalizada”.

Numa situação em que muitas pessoas culpariam Deus pela enfermidade dos entes queridos, o escritor vivenciou exatamente o oposto. Na entrevista ao site The Blaze, Coren afirmou que suas lutas ao lado da filha deram início a uma jornada de fé evangélica: “Eu tenho sorte, porque eu tenho essa pegada cristã atrás de mim. Eu conheço as histórias. Um dos subprodutos habituais de ser um ateu militante é saber que você milita contra algo”, concluiu. Algo que, agora, ele crê.


5 COMENTÁRIOS

  1. Deus eh maravilhoso não existe outro deus maior deus Jesus Espírito Santo.so ele para ajudar ajudar noa aqui embaixo.deus vais fazer muitas coisas boas na sua vida eh da sua família que deus-dará saúde esse linda criança eh sua sua família…continue confiando no nosso pai celestial…

  2. Se levarmos em conta a natureza, a vida, etc…principalmente o universo com toda sua maravilhosa beleza, segredos e muitos mistérios, ainda achar e dizer que não existe nada além disso, realmente é muito pretensioso e reconhecidamente um ateu diplomado. Muito lamentável!

  3. Mesmo que ninguém nunca tivesse falado de um Deus, mesmo que não tivesse nenhuma religião, um dia após refletir sobre o que nos rodeia, eu chegaria à conclusão que há algo mais, visto que gentinha igual a nós outros não tem condições de construir o que nossa vista alcança.

    Não é só, quando vejo pessoas prevendo o futuro, perguntamos logo, quem foi ao futuro para saber sobre as coisas do amanhã? Claro que foi uma força maior que deu a essa pessoa um dom de prevê, assim como tem pessoas com força descomunal, embora seja homem igual a qualquer outro.

    A turma ateia é meio desprovida de reflexões, é falta do cognitivo mais amplo. Achar que vem de macaco e de sopa oceânica, é falta de aprofundamento, e este deriva de mentes superficiais, de pouco conteúdo enzimático da cor cinzenta.

  4. Não tem jeito, negar a DEUS é negar sua própria existência .
    É difícil entender como um ser humano pode se olhar no espelho e achar que aquilo que vê é fruto do acaso.
    Uma hora ou outra seus olhos serão abertos , pena que para muitos será tarde demais.

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