Extremistas islâmicos alegam ter destruído o túmulo do profeta Jonas na província de Nínive, no Iraque

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Extremistas islâmicos dizem ter destruído o túmulo do profeta Jonas numa onda de ataques a igrejas e cemitérios cristãos na província iraquiana de Mosul, onde se situa a cidade de Nínive, mencionada no Velho Testamento.

O grupo Estado Islâmico (ISIS), que tem perpetrado ataques terroristas no Iraque e na Síria, ameaça também marchar até a cidade de Meca e destruir a mesquita mais sagrada do Islã, que é visitada por milhões de peregrinos muçulmanos anualmente.

Segundo o jornal britânico Daily Mail, os extremistas destruíram um túmulo que alegam ser do profeta Jonas, que é mais lembrado por ter sido engolido por um grande peixe após desobedecer a Deus em sua missão de pregar aos cidadãos de Nínive.

No entanto, o historiador Christopher Jones, da Universidade de Columbia, afirma que não foram apresentados dados que comprovem que os túmulos destruídos sejam realmente do profeta bíblico. “O relato de que militantes do ISIS no Iraque teriam destruído o túmulo do profeta Jonas (Nebi Yunus, em árabe) em Mosul é [apenas] uma onda”, disse o especialista no antigo Oriente Médio. “As imagens que pretendiam provar a destruição estão incluídas no artigo [do jornal], e mostram um homem negro com capuz golpeando uma fileira de túmulos de concreto pintados de verde com uma marreta”, acrescentou Jones.


“A alegação [da destruição do túmulo do profeta] apareceu em vários lugares nas redes sociais na última semana. No entanto, a cena no vídeo absolutamente não se parece em nada com o interior do suposto túmulo de Jonas visto em outras imagens. Algumas fontes afirmaram que o túmulo de Seth também foi destruído, mas não se parece com o ele. Então, o vídeo ou é falso, ou mostra ISIS destruir outra coisa. Por enquanto, o túmulo de Jonas parece ser seguro”, disse o especialista.

A correspondente do jornal Deutche Welle discorda: “Não tenha tanta certeza. A motivação dos militantes ISIS são muito mais do que religiosas. Antes de profanar santuários que eles consideram ofensivos, como mesquitas, igrejas e monumentos, eles saqueiam antes. E estão fazendo milhões com a venda das antiguidades que eles roubam”.

Confira aqui o vídeo dos extremistas destruindo o túmulo que alegam ser do profeta Jonas.

9 COMENTÁRIOS

  1. Apenas, para ver se podemos abrir a mente dos incautos, pelo menos levantar uma duvida sobre as heresias que aqui, pregam e satanizam a obra de deus, no intuito de reforçar a fé daqueles, que uma vez iluminados , se tornaram participantes, do ESPIRITO SANTO, E SENTIRAM AS COISAS QUE PROVEM DO CÉU. Posto para ajudar os perdidos stardust e sua legião que orbita em volta da estrela caída, nunca é tarde.
    Há quem já estudou a Teologia Bíblica, e como resultado, deixou de Pagar o Dízimo em sua Comum (Congregação/Igreja local). Alguns, chegaram até a desestimular a prática do Dízimo na vida daqueles que fielmente dizimam; até escreveram artigos ou livros (opúsculos) para DEFENDER O NÃO PAGAMENTO DO DÍZIMO. O resulto: confusão, dor de cabeça para pastores, avareza (que é um tipo terrível de idolatria) estimulada, etc. Portanto, como se Deve Defender a Legítima Prática do Dízimo? Visto que tais proponentes tem dito que o Dízimo foi ABOLIDO como obra da Lei de Moisés? Bem, vamos então desconstruir tal argumento usando a mesma Teologia Bíblica mal interpretada por estes.

    Em primeiro lugar, o argumento usado pelos Apologistas (defensores do não-pagamento do Dízimo) é legítimo até certo ponto: eles dizem que o Dízimo foi instituído como Lei por Deus através de Moisés sobre o Povo de Israel, portanto, para o judeu circuncidado e membro do antigo pacto feito no Sinai, o pagamento do Dízimo era compulsório e obrigatório sob pena de castigo e maldição, como está bem claro em Malaquias três (Último livro do Antigo Pacto)… Estes mesmos proponentes, afirmam também com exatidão que nem Jesus e nem seus Apóstolos em Todo o Novo Testamento obrigou e obriga a Igreja (os cristãos) a pagarem o Dízimo. Outrossim, citam vários textos do Novo Pacto para dizer que a Lei, e muitas coisas relacionadas a ela: como o Dízimo, os sacerdotes, os levitas, o templo físico de Jerusalém, as festas e os dias judaicos. Foram abolidos (cancelados/cumpridos) em Cristo Jesus… E, continuam em suas conclusões: todo este “blá, blá, blá” dos pastores quanto ao pagamento do Dízimo é infundado e desnecessário.

    Em segundo lugar, há muitos escândalos hoje nas Igrejas, no que diz respeito à administração das suas finanças, no qual têm entristecido e desanimado muitos cristãos quanto à continuidade da prática do Dízimo e até das Ofertas em geral.

    E aí? O que devemos fazer? Como reagir a esta situação? Pagar ou não Pagar? Ofertar ou não ofertar? Bem, não se pode Negar que o próprio Jesus e seus Apóstolos eram sustentados por DOAÇÕES, ou seja, eles recebiam ofertas dos que iam entrando no Reino de Deus (Lucas 8.2,3; João12.6; 1Coríntios 9.9-12)… Por outro lado, tanto Jesus e seus Apóstolos nasceram, cresceram e viveram dentro da cultura judaica (no Judaísmo: a religião dos judeus). E isto significa que desde pequenos, eles já haviam aprendido o hábito e a CULTURA do dizimar e de oferta (em forma de sacrifícios) na Casa de Deus: o templo de Jerusalém. Pergunto? Se Jesus sabia que o Dízimo, por exemplo, seria alguns dias mais tarde abolido com sua obra, por que ele não deu diretrizes para seus discípulos? Pois se ele não exigiu o Dízimo de sua Igreja, e nem assim seus discípulos-apóstolos, ELES também não proibiram a sua prática. Portanto, não se constrói uma Doutrina ( a abolição do Dízimo) no silêncio das Escrituras do Novo Testamento, ainda que por inferência.

    Contudo, é completamente legítimo a prática do Dízimo. E sua legitimidade não está alicerçada no argumento do silêncio como está o argumento dos defensores da não-prática. Como assim? Quer dizer que há base Bíblica no Novo Testamento para a prática do Dízimo? Sim! E não só no NT, mas também no próprio AT, e melhor, fora dos ditames da Lei de Moisés! Vejamos:

    E os que dentre os filhos descendentes de Levi receberam o sacerdócio têm ORDEM, com base na Lei de Moisés, para tomar de seus irmãos, o povo de Israel, o Dízimo, ainda que eles tenham saído dos lombos de Abraão. Mas, Melquisedeque, cuja genealogia não foi contada entre os sacerdotes levitas, tomou o dízimo de Abraão, e abençoou o que tinha as promessas… Neste mundo, pois, tomam dízimos homens que morrem; mas Melquisedeque, tomou o dízimo de Abraão, porém, não temos o relato de sua morte. Isto quer dizer que ele Vive! E assim, por meio de Abraão, até os descendentes de Levi, que recebe dízimos do povo, pagou também o dízimo a Melquisedeque! (Hebreus 7.4-9).

    Eis aí a Base Bíblica neotestamentária para a atual prática do dízimo. Pois quando o cristão Abraão pagou o Dízimo ao sacerdote Melquisedeque (Gênesis 14.20), ele o fez quando ainda não havida sido instituído a Lei de Moisés, ou seja, antes do Dízimo se tornar uma prática obrigatória. E segundo a exegese (interpretação) do escritor aos Hebreus, até os sacerdotes Levitas pagaram o Dízimo através de Abraão. Pois bem, se nosso pai na fé (Abraão), e até os sacerdotes da tribo de Levi que deveriam cobrar o Dízimo, pagaram o Dízimo voluntariamente, como Jesus pagou voluntariamente o imposto do Templo de Jerusalém e apoio o imposto devido à César…, sabendo ainda que não há nenhum texto em toda a Bíblia que proíba a prática do Dízimo, porquê então você (ou eu) não DEVEMOS pagar o dízimo? Porque somos MELHORES do que eles? Pense nisso!

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