Pesquisa mostra que pastores raramente abordam o tema violência doméstica em seus sermões

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A ocorrência de violência doméstica no meio cristão foi tema de um estudo que constatou que, apesar da preocupação com o assunto, apenas 25% dos pastores acreditam que ela exista entre os fiéis que lideram.

Apesar de 72% dos pastores entrevistados pelo LifeWay Reserach entenderem que a violência doméstica é um problema social, muitos deles fazem muito pouco para conscientizar os homens sobre as consequências de agressões contra as mulheres.

O estudo mostrou ainda que 42% dos pastores entrevistados reconheceram que “raramente, ou nunca” abordam o tema em sermões ou palestras para a congregação, mas como forma de remediar, os casos de violência doméstica que são descobertos são tratados a nível pessoal. Outros 22% dos pastores dizem abordar o assunto uma vez por ano junto aos membros, e apenas 34% dizem falar sobre o tema com uma frequência menor, que pode variar de semanas a meses.

“Enfrentar a questão em público é essencial”, afirma Justin Holcomb, um especialista neste tipo de abuso, segundo informações do Protestante Digital.


O especialista enfatiza que muitas vezes a vítima atribui a culpa a si pela violência sofrida, e ouvir pregações sobre o tema poderia conscientizar ambas as partes. “Alguns abusadores usam partes da Bíblia (como Malaquias 2:16, que em algumas versões aplica-se ao divórcio) contra suas vítimas, fazendo-as sentirem que não há como escapar. Líderes da congregação devem confrontar esse manipulador da mensagem”, diz Holcomb.

Embora a grande maioria dos pastores norte-americanos comece a procurar ajuda de especialistas sobre o assunto de fora da igreja, 62% também disseram que em casos de violência têm oferecido mais “aconselhamento para o casal”

“Defensores de vítimas de agressões domiciliares alertam que isso pode ser uma prática perigosa. A sessão de aconselhamento pastoral com agressor e vítima, por mais bem intencionada que seja, pode levar a mais violência, quando eles chegam em casa”, alertou Holcomb.

“Os pastores podem fazer mais”, diz o pastor Ed Stetzer, presidente da LifeWay Research. “Quando dois terços dos pastores falam do problema da violência doméstica com sua igreja apenas uma vez por ano, ou até menos, é visível que temos uma desconexão séria da realidade da vida. Os pastores não podem se dar ao luxo de ignorar ou minimizar a seriedade do assunto , quando vidas estão sendo arruinadas pela violência sexual ou doméstica ali mesmo no seu bairro e na sua igreja. A igreja precisa ser parte da solução”, conclui Stetzer.


27 COMENTÁRIOS

  1. Paulo falou de violência doméstica, ele disse que os homens devem amar as mulheres como amam a si mesmo, ou como Cristo ama a sua Igreja. Paulo disse que o homem trata bem o seu corpo, alimenta e sustenta e o mesmo deve ser feita com a mulher. Mas este não é um assunto tão polêmico e não tão comum dentro de igrejas evangélicas.

      • Castiga teu filho com a vara (vara e não palmadinha) da correção, mas não deixes que teu ânimo se exalte até matar a criança – se isso não for violência doméstica, devo rever meus conceitos urgentemente.

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      • MARA ELIZA
        Realmente a palavra é clara, sobre este assunto.
        E só existe este assunto nas reuniões da famÍlia, aqui nós temos cultos , ensino da palavra , cultos públicos, mas em especial e onde é abordado este assunto sobre marido mulher e filhos, nos cultos da família.
        É onde nosso pastor ajuda os lares com problemas, e geralmente ajudado pelos membros que tem mais tempo de igreja.
        Vieram do mundo com estes problemas e receberam a cura, então este pessoal novo que chega, além da sã doutrina da palavra ainda encontra casais e seus filhos que falam abertamente dos problemas que tinham no lar e de como venceram.
        É bem legal, em poucas semanas vemos diferenças. DEUS ESTÁ NO CONTROLE.

    • Os homens devem amar as mulheres, desde que não falem nas igrejas. Provérbios fala em morar num canto de telhado do que em casa ampla com uma mulher briguenta (só a mulher? existem também homens briguentos e alcoólatras).
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  2. O meio evangélico, mais radical, encoberta a violência doméstica de forma impressionante!
    Eles se apoiam na “submissão” feminina e na “vara” para educar os filhos!
    Quando confrontados, alegam base bíblica, para justificar a violência. Afff!!!

    • Sério? Na minha igreja eles não usam a bíblia para justificar a violência doméstica já que nem permitem, não aceitam e nem apoiam de forma nenhuma isso. Talvez você conheça alguma igreja assim, eu não.

      • Eu conheço pesquisas e alguns casos em programas policiais… Mas, veja bem, eu falei de “evangélicos mais radicais”, e não disse que isso é apoiado pela direção da igreja.
        Acontece veladamente, entende?

        • Vejam neste site, mesmo, essa matéria:

          “Mulheres cristãs vítimas de violência doméstica: orar ou denunciar?”

          Ou pesquisem no google essa matéria:

          “Porque violência doméstica ser gigante entre evangélicos não me surpreende”

      • MARA ELIZA.
        NEM NA MINHA, ESTA É APENAS MAIS UM DISFARCE PARA PODER FALAR MAL DAS IGREJAS E PASTORES JUNTO COM A BÍBLIA.
        A MARYJENNIFER LOPEZ É AMIGUINHA DA TURMA DO POEIRINHA CAIOS FABIUS E RICARDOS CONDIM.
        EU TAMBÉM NÃO CONHEÇO, E DIGO MAIS AQUI A PREGAÇÃO CONTRA A VIOLENCIA DOMESTICA É PARA AMBOS OS LADOS, POIS SE TEM MARIDO VIOLENTA EU CONHEÇO UM NUMERO IGUAL OU MAIOR DE MULHERES QUE BATEM OU E MANDAM NOS MARIDOS.

          • STARDUST
            Não não me bate, casou com um homem que é exemplo, a o contrario de vc, sempre trabalhei e cumpri minhas obrigações, dividimos as responsábilidades, e tudo vai bem, até porque sou viuvo, e enquanto viva foi só alegria. mas obrigado por perguntar.

          • É para o mundo somos extraterrestres, pois daqui nós não somos, estamos peregrinos e passageiros, sim para vcs. mal amadas o bom casamento é coisa de outro mundo.

          • Sim MARYJENNIFER LOPEZ, É CLARO QUE NOSSO AMOR É TERRENO E CARNAL.
            POIS QUANDO SUBIRMOS NÃO HAVERÁ MARIDO OU MULHER. MAS ENQUANTO ESTAMOS AQUI TEMOS POR SAGRADO O MATRIMONIO E NOSSO LEITO É SEM MACULA.
            E NÃO É FÁCIL ESTOU AQUI VIUVINHO DA SILVA, ESPERANDO POR UM MULHERÃO RSRSRSR.
            TIRANDO A BRINCADEIRA MARY, O CASAMENTO É UMA MARAVILHA, NÃO EXISTE NADA MELHOR.
            CLARO PARA QUEM É BEM CASADO, POIS JÁ PRESENCIEI MAUS CASAMENTOS E VI QUE É UM INFERNO.
            MAS CADA UM SÓ COLHE O QUE PLANTA, SE PLANTOU NO CARNAL COLHERÁ SUA LAVOURA DAI, ADULTÉRIO TRAIÇÕES BRIGAS OFENSAS E POR AI AFORA.
            MAS LEMBRE NÃO DESISTA DAQUILO QUE COLHEU, SE FOI UM LIMÃO FAÇA UMA LIMONADA, POIS TROCAR NÃO É DE DEUS.

  3. Apenas, para ver se podemos abrir a mente dos incautos, pelo menos levantar uma duvida sobre as heresias que aqui, pregam e satanizam a obra de deus, no intuito de reforçar a fé daqueles, que uma vez iluminados , se tornaram participantes, do ESPIRITO SANTO, E SENTIRAM AS COISAS QUE PROVEM DO CÉU. Posto para ajudar os perdidos stardust e sua legião que orbita em volta da estrela caída, nunca é tarde.
    Há quem já estudou a Teologia Bíblica, e como resultado, deixou de Pagar o Dízimo em sua Comum (Congregação/Igreja local). Alguns, chegaram até a desestimular a prática do Dízimo na vida daqueles que fielmente dizimam; até escreveram artigos ou livros (opúsculos) para DEFENDER O NÃO PAGAMENTO DO DÍZIMO. O resulto: confusão, dor de cabeça para pastores, avareza (que é um tipo terrível de idolatria) estimulada, etc. Portanto, como se Deve Defender a Legítima Prática do Dízimo? Visto que tais proponentes tem dito que o Dízimo foi ABOLIDO como obra da Lei de Moisés? Bem, vamos então desconstruir tal argumento usando a mesma Teologia Bíblica mal interpretada por estes.

    Em primeiro lugar, o argumento usado pelos Apologistas (defensores do não-pagamento do Dízimo) é legítimo até certo ponto: eles dizem que o Dízimo foi instituído como Lei por Deus através de Moisés sobre o Povo de Israel, portanto, para o judeu circuncidado e membro do antigo pacto feito no Sinai, o pagamento do Dízimo era compulsório e obrigatório sob pena de castigo e maldição, como está bem claro em Malaquias três (Último livro do Antigo Pacto)… Estes mesmos proponentes, afirmam também com exatidão que nem Jesus e nem seus Apóstolos em Todo o Novo Testamento obrigou e obriga a Igreja (os cristãos) a pagarem o Dízimo. Outrossim, citam vários textos do Novo Pacto para dizer que a Lei, e muitas coisas relacionadas a ela: como o Dízimo, os sacerdotes, os levitas, o templo físico de Jerusalém, as festas e os dias judaicos. Foram abolidos (cancelados/cumpridos) em Cristo Jesus… E, continuam em suas conclusões: todo este “blá, blá, blá” dos pastores quanto ao pagamento do Dízimo é infundado e desnecessário.

    Em segundo lugar, há muitos escândalos hoje nas Igrejas, no que diz respeito à administração das suas finanças, no qual têm entristecido e desanimado muitos cristãos quanto à continuidade da prática do Dízimo e até das Ofertas em geral.

    E aí? O que devemos fazer? Como reagir a esta situação? Pagar ou não Pagar? Ofertar ou não ofertar? Bem, não se pode Negar que o próprio Jesus e seus Apóstolos eram sustentados por DOAÇÕES, ou seja, eles recebiam ofertas dos que iam entrando no Reino de Deus (Lucas 8.2,3; João12.6; 1Coríntios 9.9-12)… Por outro lado, tanto Jesus e seus Apóstolos nasceram, cresceram e viveram dentro da cultura judaica (no Judaísmo: a religião dos judeus). E isto significa que desde pequenos, eles já haviam aprendido o hábito e a CULTURA do dizimar e de oferta (em forma de sacrifícios) na Casa de Deus: o templo de Jerusalém. Pergunto? Se Jesus sabia que o Dízimo, por exemplo, seria alguns dias mais tarde abolido com sua obra, por que ele não deu diretrizes para seus discípulos? Pois se ele não exigiu o Dízimo de sua Igreja, e nem assim seus discípulos-apóstolos, ELES também não proibiram a sua prática. Portanto, não se constrói uma Doutrina ( a abolição do Dízimo) no silêncio das Escrituras do Novo Testamento, ainda que por inferência.

    Contudo, é completamente legítimo a prática do Dízimo. E sua legitimidade não está alicerçada no argumento do silêncio como está o argumento dos defensores da não-prática. Como assim? Quer dizer que há base Bíblica no Novo Testamento para a prática do Dízimo? Sim! E não só no NT, mas também no próprio AT, e melhor, fora dos ditames da Lei de Moisés! Vejamos:

    E os que dentre os filhos descendentes de Levi receberam o sacerdócio têm ORDEM, com base na Lei de Moisés, para tomar de seus irmãos, o povo de Israel, o Dízimo, ainda que eles tenham saído dos lombos de Abraão. Mas, Melquisedeque, cuja genealogia não foi contada entre os sacerdotes levitas, tomou o dízimo de Abraão, e abençoou o que tinha as promessas… Neste mundo, pois, tomam dízimos homens que morrem; mas Melquisedeque, tomou o dízimo de Abraão, porém, não temos o relato de sua morte. Isto quer dizer que ele Vive! E assim, por meio de Abraão, até os descendentes de Levi, que recebe dízimos do povo, pagou também o dízimo a Melquisedeque! (Hebreus 7.4-9).

    Eis aí a Base Bíblica neotestamentária para a atual prática do dízimo. Pois quando o cristão Abraão pagou o Dízimo ao sacerdote Melquisedeque (Gênesis 14.20), ele o fez quando ainda não havida sido instituído a Lei de Moisés, ou seja, antes do Dízimo se tornar uma prática obrigatória. E segundo a exegese (interpretação) do escritor aos Hebreus, até os sacerdotes Levitas pagaram o Dízimo através de Abraão. Pois bem, se nosso pai na fé (Abraão), e até os sacerdotes da tribo de Levi que deveriam cobrar o Dízimo, pagaram o Dízimo voluntariamente, como Jesus pagou voluntariamente o imposto do Templo de Jerusalém e apoio o imposto devido à César…, sabendo ainda que não há nenhum texto em toda a Bíblia que proíba a prática do Dízimo, porquê então você (ou eu) não DEVEMOS pagar o dízimo? Porque somos MELHORES do que eles? Pense nisso!

    • O CLAMANDO, DESESPERADO PELO POVO ESTAR CONHECENDO A FARSA QUE É O DÍZIMO ENSINADO E EXIGIDO PELA RELIGIÃO EVANGÉLICA, ESTÁ COM MEDO DE TER QUE TRABALHAR…

      AGORA, PARA TRISTEZA E REVOLTA DELE, VAMOS POR EM PERSPECTIVA OS PRINCIPAIS PONTOS DO SEU HERÉTICO TEXTO EM FAVOR DESSA PRÁTICA ABUSIVA QUE É O DÍZIMO:

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      1 – clamando diz: “Se Jesus sabia que o Dízimo, por exemplo, seria alguns dias mais tarde abolido com sua obra, por que ele não deu diretrizes para seus discípulos? Pois se ele não exigiu o Dízimo de sua Igreja, e nem assim seus discípulos-apóstolos, ELES também não proibiram a sua prática. Portanto, não se constrói uma Doutrina ( a abolição do Dízimo) no silêncio das Escrituras do Novo Testamento, ainda que por inferência.”

      resposta: Se Jesus não aboliu o dízimo alguns dias antes de Seu sacrifício, então porque Ele não aboliu a circuncisão alguns dias antes também??? Só por essa pergunta, o argumento do texto copiado do clamando já fica ineficaz. Jesus não falou contra o dízimo, pois enquanto Ele vivia fisicamente entre nós, estava debaixo da lei de moisés (gálatas 4:4) e tinha de cumpri-la, pois veio para cumpri-la. (mateus 5:17). O dízimo era mandamento da lei de moisés e Jesus não poderia ser contra o dízimo enquanto não fizesse o Sacrifício na Cruz… da mesma forma Jesus não aboliu a circuncisão, não aboliu o sábado enquanto o Seu sacrifício ainda não havia sido realizado na cruz para abolir toda a lei de moisés:

      ” tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz;” (colossenses 2:14)

      “Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê.” (Romanos 10:4)

      E sobre a alegação de que “não se constrói uma Doutrina ( a abolição do Dízimo) no silêncio das Escrituras do Novo Testamento, ainda que por inferência.”

      Curioso que o apóstolo Paulo diz categoricamente que: “Vocês sabem que não deixei de pregar a vocês nada que fosse proveitoso, mas ensinei tudo publicamente e de casa em casa…Portanto, eu declaro hoje que estou inocente do sangue de todos. Pois não deixei de proclamar a vocês toda a vontade de Deus.” (atos 20:20 e 26-27)

      Se Paulo afirma que tudo que era proveitoso, e toda a vontade de Deus ele, Paulo havia ensinado, e que por isso estava inocente do sangue de todos, porque ele jamais menciona o dízimo em suas epístolas? claramente vemos que o dízimo portanto não tem nada a ver com o mandamento de Deus para os Cristãos.

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      2 – clamando diz: “Quer dizer que há base Bíblica no Novo Testamento para a prática do Dízimo? Sim! E não só no NT, mas também no próprio AT, e melhor, fora dos ditames da Lei de Moisés! Vejamos:E os que dentre os filhos descendentes de Levi receberam o sacerdócio têm ORDEM, com base na Lei de Moisés, para tomar de seus irmãos, o povo de Israel, o Dízimo, ainda que eles tenham saído dos lombos de Abraão. Mas, Melquisedeque, cuja genealogia não foi contada entre os sacerdotes levitas, tomou o dízimo de Abraão, e abençoou o que tinha as promessas… Neste mundo, pois, tomam dízimos homens que morrem; mas Melquisedeque, tomou o dízimo de Abraão, porém, não temos o relato de sua morte. Isto quer dizer que ele Vive! E assim, por meio de Abraão, até os descendentes de Levi, que recebe dízimos do povo, pagou também o dízimo a Melquisedeque! (Hebreus 7.4-9).”

      resposta: Em primeiro lugar, cabe uma observação que passa despercebido a imensa maioria dos leigos evangélicos… no novo testamento, realmente o unico lugar que há menção de dízimo é na epístolas aos hebreus… nenhum outro livro do novo testamento trata desse assunto, de atos até apocalipse, a não ser a epístola de hebreus…

      E porque somente a epístola de hebreus no novo testamento menciona o dízimo? porque somente os hebreus (judeus), tinham o mandamento de dizimar… o autor das demais epístolas jamais menciona o assunto dízimo porque os habitantes dessas localidades não eram judeus em sua maioria (romanos, tessalonissenses, efésios, coríntios, filipenses etc… ) e não tinham o hábito de dar o dízimo de suas colheitas e animais. Se o dízimo fosse mandamento cristão, porque nessas demais epístolas Paulo e demais apóstolos nunca mencionam sequer o dízimo? o que prova que dízimo não tem nada a ver com mandamento do cristianismo.

      Retornando agora especificamente ao livro de hebreus, que foi uma epístola endereçada diretamente aos judeus, há a menção de dízimo no capítulo 7, mas trata-se apenas de uma menção, e não ordenança de que se de dízimo. Infelizmente, os que querem fundamentar a heresia de dízimo no novo testamento pegam somente o versículo de hebreus 7:8, ou quando muito utilizam hebreus 7 do versículo 4 ao 9… (caso do clamando), mas porque os defensores de dízimo não convidam os incautos a lerem TODO O CAPITULO 7 DE HEBREUS? vamos agora reproduzir os textos omitidos, a partir do versículo 10:

      “Porque aquele ainda não tinha sido gerado por seu pai, quando Melquisedeque saiu ao encontro deste.Se, portanto, a perfeição houvera sido mediante o sacerdócio levítico (pois nele baseado o povo recebeu a lei), que necessidade haveria ainda de que se levantasse outro sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque, e que não fosse contado segundo a ordem de Arão?Pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei.Porque aquele de quem são ditas estas coisas pertence a outra tribo, da qual ninguém prestou serviço ao altar;pois é evidente que nosso Senhor procedeu de Judá, tribo à qual Moisés nunca atribuiu sacerdotes.E isto é ainda muito mais evidente, quando, à semelhança de Melquisedeque, se levanta outro sacerdote,constituído não conforme a lei de mandamento carnal, mas segundo o poder de vida indissolúvel.Porquanto se testifica: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.Portanto, por um lado, se revoga a anterior ordenança, por causa de sua fraqueza e inutilidade” (hebreus 7:10-18)

      E porque os defensores de dízimo no NT só querem que vc leia até o versículo 9 de hebreus 7? porque quando continuamos a leitura vemos que o dízimo, assim como toda a lei de moisés foi abolida, pois o sacerdócio de Cristo é superior ao dos sacerdotes levitas, que sobreviviam dos dízimos, que sempre foram alimentos, e não dinheiro. Jesus não precisa de alimentos físicos, e o alimento dos levitas era o dízimo.

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      3 – clamando diz: “Pois quando o cristão Abraão pagou o Dízimo ao sacerdote Melquisedeque (Gênesis 14.20), ele o fez quando ainda não havida sido instituído a Lei de Moisés, ou seja, antes do Dízimo se tornar uma prática obrigatória.”

      Resposta: Não há nenhuma referencia bíblica para afirmar que Abraão era Cristão, visto Jesus Cristo só ter sido revelado a humanidade centenas de anos mais tarde. Abraão não era seguidor de Cristo, para ser classificado como cristão como o clamando quer fazer parecer, distorcendo as escrituras. Essa é apenas mais uma de suas mentiras, da mesma forma quando disse que jacó deu dízimo a um anjo, mas até hoje não conseguiu mostrar isso na bíblia.

      outra coisa que é necessário deixar claro… abraão não era esse “dizimista fiel” que tentam fazer parecer… Abraão deu a décima parte apenas dos despojos que tomou na guerra contra os reis (genesis 14:20) e não de toda a sua riqueza anteriormente acumulada (genesis 13:2)

      “Considerai, pois, como era grande esse a quem Abraão, o patriarca, pagou o dízimo tirado dos melhores despojos.” (hebreus 7:4)

      portanto, biblicamente comprovado que Abraão não dizimou de sua riqueza pessoal como os que deturpam as escrituras com essa mentira do dízimo para cristãos, e sim somente do que tomou na guerra que venceu.

      E sobre dízimo ser anterior a lei por causa de abraão é necessário lembrar que a circuncisão também é anterior a lei de moisés, e ainda por cima, era obrigatória e foi praticada por abraão:

      “”De sua parte”, disse Deus a Abraão, “guarde a minha ali­ança, tanto você como os seus futuros descendentes.Es­ta é a minha alian­ça com você e com os seus descendentes, aliança que terá que ser guardada: Todos os do sexo masculino entre vocês serão circun­cidados na carne.” (genesis 17:9-10)

      Agora fica evidente mais uma contradição evangélica… Anteriormente a lei de moisés Abraão deu dízimo tirado dos despojos por livre vontade, e por isso a religião evangélica diz que o dízimo é obrigatório, mas a circuncisão que Abraão fez antes da lei de moisés e era obrigatória, ordenada por Deus, por outro lado, a religião evangélica diz que não precisa ser observada…

      Contradição… a gente vê na religião evangélica!

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      4 – clamando diz: ” Jesus pagou voluntariamente o imposto do Templo de Jerusalém e apoio o imposto devido à César…”

      resposta: Gostaria de saber aonde na bíblia vc viu Jesus pagando imposto de templo de Jerusalém, pois não tenho conhecimento de tal fato. Jesus por outro lado, não ficou só no “apoio” ao imposto devido a césar como vc alega… Ele efetivamente pagou o imposto de césar, dando exemplo:

      “Tendo eles chegado a Cafarnaum, dirigiram-se a Pedro os que cobravam o imposto das duas dracmas e perguntaram: Não paga o vosso Mestre as duas dracmas?Sim, respondeu ele. Ao entrar Pedro em casa, Jesus se lhe antecipou, dizendo: Simão, que te parece? De quem cobram os reis da terra impostos ou tributo: dos seus filhos ou dos estranhos?Respondendo Pedro: Dos estranhos, Jesus lhe disse: Logo, estão isentos os filhos.Mas, para que não os escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, e o primeiro peixe que fisgar, tira-o; e, abrindo-lhe a boca, acharás um estáter. Toma-o e entrega-lhes por mim e por ti.” (mateus 17:24-27)

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      5 – clamando diz: “sabendo ainda que não há nenhum texto em toda a Bíblia que proíba a prática do Dízimo, porquê então você (ou eu) não DEVEMOS pagar o dízimo? Porque somos MELHORES do que eles? Pense nisso!”

      resposta: realmente não há texto na bíblia que se proiba o pagamento de dízimo, mas aonde o dízimo é pago em dinheiro, visto o dízimo sempre estar relacionado a alimentos, e não em dinheiro, que já existia naquela época? essa é uma questão que já põe a farsa do dízimo em dinheiro em contradição, a segunda é que se não há proibição, da mesma forma não há obrigação, e ninguém perderá a salvação por não se submeter a esse ensino distorcido acerca do dízimo da lei de moisés.

      E aonde somos melhores dos que os que estavam debaixo da lei de moisés, que tinham por ordenança o pagamento do dízimo das colheitas e animais? pois na nova aliança em Cristo, somos superiores:

      “Em verdade vos digo: entre os nascidos de mulher, ninguém apareceu maior do que João Batista; mas o menor no reino dos céus é maior do que ele.” (mateus 11:11)

      Ou seja, mesmo joão batista, homem exemplar, mas que estava debaixo da velha aliança, é considerado menor do que o menor que está debaixo da nova aliança em Cristo, ou seja, nós cristãos.

      A nova aliança (novo testamento), é superior a velha, que exigia guarda dos sábados, o não consumo de carne de porco e pagamento dos dízimos das colheitas e animais, mas em Cristo Jesus não temos que observar os mandamentos da lei de moisés.

      pensei nisso, e conclui que as suas alegações clamando, não resistem a um exame mais atento das escrituras, sinto muito, mas cada vez mais pessoas estão descobrindo a verdade sobre a farsa do dízimo evangélico, e portanto, sugiro que vc comece a procurar um emprego, pois é biblico:

      “Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: se alguém não quer trabalhar, também não coma.” (2Tessalonicenses 3:10)

      biblicamente comprovado: “dízimo, a maior mentira da religião evangélica”

      • A doutrina do dízimo é inaceitável para aqueles que ainda não tiveram uma experiência pessoal com Jesus Cristo. Isto porque não foram ainda marcados pela consciência da causa de Deus nem pela prioridade do Seu Reino.
        No Novo Testamento a palavra DÍZIMO aparece 9 vezes e ligadas a duas situações:

        1) Mt 23.23 = Partindo dos lábios de Jesus em relação aos fariseus. Jesus aqui reafirma a necessidade do dízimo, ao mesmo tempo que denuncia sua prática como demonstração de piedade exterior (Lc 18.12) – “Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho.” Também Jesus denuncia a prática do dízimo como substituição de valores do Reino tais quais: justiça, misericórdia e fé (Lc 11.42).

        2) Hb 7. 1-10 = Eis as lições desse texto: a) O Pai da fé deu dízimo de tudo – v. 2; b) O pai da fé deu o dízimo do melhor – v. 4; c) A entrega dos dízimos se deu não por pressão da lei, uma vez que o povo israelita ainda não existia e, portanto, muito menos a lei judaica – v. 6; d) Hebreus nos faz perceber e reconhecer a superioridade do valor do dízimo que é dado a Cristo (imortal) em relação ao dado aos sacerdotes (mortais) – v. 8; e) O autor destaca que os que administram os dízimos também devem ser dizimistas – v. 9.
        Ser ou não ser dizimista é uma questão de acreditarmos na causa que abraçamos, na “pérola que encontramos.”
        Hoje muitos crentes não são fiéis a Deus na entrega dos dízimos. Para justificar esta atitude criam vários justificativas e desculpas. Se dependessem deles a igreja fecharia as portas. Não existiria templos, nem pastores, nem missionários, nem bíblias distribuídas, nem assistência social.
        Eis as justificativas clássicas dos não-dizimistas:

        I. JUSTIFICATIVA TEOLÓGICA
        Ah, eu não sou dizimista, porque DÍZIMO é da lei. E eu não estou debaixo da lei, mas sim da graça.
        Sim! O dízimo é da lei, é antes da lei e é depois da lei. Ele foi sancionado por Cristo. Se é a graça que domina a nossa vida, porque ficamos sempre aquém da lei? Será que a graça não nos motiva a ir além da lei?
        Veja: a lei dizia: Não matarás = EU PORÉM VOS DIGO AQUELE QUE ODIAR É RÉU DE JUÍZO
        a lei dizia: Não adulterarás = EU PORÉM VOS DIGO QUALQUER QUE OLHAR COM INTENÇÃO IMPURA…
        a lei dizia: Olho por olho, dente por dente = EU PORÉM VOS DIGO: SE ALGUÉM TE FERIR A FACE DIREITA, DÁ-LHE TAMBÉM A ESQUERDA.
        A graça vai além da lei: porque só nesta questão do dízimo, ela ficaria aquém da lei? Esta, portanto, é uma justificativa infundada.
        Mt 23.23 = justiça, misericórdia e fé também são da lei. Se você está desobrigado em relação ao dízimo por ser da lei, então você também está em relação a estas virtudes.

        II. JUSTIFICATIVA SENTIMENTAL
        Muitos dizem: A bíblia diz em II Co 9.7 “Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria” = espontânea e com alegria.
        Só que este texto não fala de dízimo e sim de oferta. Dízimo é dívida. Não pagar dízimo é roubar de Deus.
        Perguntamos também: O que estará acontecendo em nosso coração que não permite que não tenhamos alegria em dizimar? Em sustentar a Causa que abraçamos e defendemos?

        III. JUSTIFICATIVA FINANCEIRA
        “O que eu ganho não sobra ou mal dá para o meu sustento.
        1) O dízimo não é sobra = Dízimo é primícias. “Honra ao Senhor com as primícias da tua renda.” Deus não é Deus de sobras, de restos. Ele exige o primeiro e o melhor.
        2) Contribua conforme a tua renda para que a tua renda não seja conforme a tua contribuição = Deus é fiel. Ele jamais fez uma exigência que não pudéssemos cumprir. Ele disse que abriria as janelas dos céus e nos daria bênçãos sem medidas se fôssemos fiéis. Ele nos ordenou a fazer prova Dele nesta área. Ele promete abrir as janelas do céu! Ele promete repreender o devorador por nossa causa.
        3) Se não formos fiéis, Deus não deixa sobrar = Ageu diz que o infiel recebe salário e o coloca num saco furado. Vaza tudo. Foge entre os dedos. Quando somos infiéis fechamos as janelas dos céu com as nossas próprias mãos e espalhamos o devorador sobre os nossos próprios bens.

        IV. JUSTIFICATIVA ASSISTENCIAL
        “Prefiro dar meu dízimo aos pobres. Prefiro eu mesmo administrar meu dízimo.
        “ A Bíblia não nos autoriza a administrar por nossa conta os dízimos que são do Senhor. O dízimo não é nosso. Ele não nos pertence. Não temos o direito nem a permissão nem para retê-lo nem para administrá-lo.
        A ordem é: TRAZEI TODOS OS DÍZIMOS À CASA DO TESOURO PARA QUE HAJA MANTIMENTO NA MINHA CASA. A casa do Tesouro é a congregação onde assistimos e somos alimentados.
        Mas será que damos realmente os “nossos” dízimos aos pobres? Com que regularidade? Será uma boa atitude fazer caridade com a parte que não nos pertence?

        V. JUSTIFICATIVA POLÍTICA
        “Eu não entrego mais os meus dízimos, porque eles não estão sendo bem administrados.”
        Não cabe a nós determinar e administrar do nosso jeito o dízimo do Senhor que entregamos. Se os dízimos não estão sendo bem administrados, os administradores darão conta a Deus. Não cabe a nós julgá-los mas sim Deus é quem julga. Cabe a nós sermos fiéis.
        Não será também que esta atitude seja aquela do menino briguento, dono da bola, que a coloca debaixo do braço sempre que as coisas não ocorrem do seu jeito?
        Deus mandou que eu trouxesse os dízimos, mas não me nomeou fiscal do dízimo.

        VI. JUSTIFICATIVA MÍOPE
        “A igreja é rica e não precisa do meu dízimo.”
        Temos conhecimento das necessidades da igreja? Temos visão das possibilidades de investimento em prol do avanço da obra? Estamos com essa visão míope, estrábica, amarrando o avanço da obra de Deus, limitando a expansão do Evangelho?
        AINDA, não entregamos o dízimo para a igreja. O dízimo não é da igreja. É DO SENHOR. Entregamo-lo ao Deus que é dono de todo ouro e de toda prata. Ele é rico. Ele não precisa de nada, mas exige fidelidade. Essa desculpa é a máscara da infidelidade.

        VII. JUSTIFICATIVA CONTÁBIL
        “Não tenho salário fixo e não sei o quanto ganho.”
        Será que admitimos que somos maus administradores dos nossos recursos? Como sabemos se o nosso dinheiro dará para cobrir as despesas de casa no final do mês?
        Não sabendo o valor exato do salário, será que o nosso dízimo é maior ou menor do que a estimativa? Porque ficamos sempre aquém da estimativa? Será auto-proteção? Será desinteresse?

        VIII. JUSTIFICATIVA ECLESIOLÓGICA
        “Não sou membro da igreja”
        Acreditamos mesmo que os nossos deveres de cristãos iniciam-se com o Batismo e a Profissão de Fé ou com a inclusão do nosso nome num rol de membros?
        Não será incoerência defendermos que os privilégios começam quando aceitamos a Cristo: (o perdão, a vida eterna) e os deveres só depois que nos tornamos membros da igreja? Somos menos responsáveis pelo crescimento do Reino de Deus só porque não somos membros da igreja?

        CONCLUSÃO
        É hora de abandonarmos nossas evasivas. É hora de darmos um basta às nossas desculpas infundadas. É hora de pararmos de tentar enganar a nós mesmos e convencer a Deus com as nossas justificativas.
        É hora de sermos fiéis ao Deus fiel. É hora de sabermos que tudo é de Deus: nossa casa, nosso carro, nossas roupas, nossas jóias, nossos bens, nossa vida, nossa saúde, nossa família. TUDO É DELE. Somos apenas mordomos, administradores. Mordomos e não donos. Deus quer de nós obediência e não desculpas. Fidelidade e não evasivas.
        Que atitude vamos tomar? Nosso coração está onde está o nosso tesouro. Se buscarmos em primeiro lugar o Reino de Deus, não vamos ter problemas com o dízimo. Amém.

        • ATENÇÃO: DEVIDO A REPERCUSSÃO DO ESTUDO QUE DESMASCARA A FARSA DOS DÍZIMOS TER CAUSADO POLÊMICA E ATAQUES FEROZES DOS QUE SE RECUSAM A ACEITAR A VERDADE BÍBLICA SOBRE ESSA DOUTRINA MERCANTILISTA, VAMOS FAZER UM DESAFIO AOS “PRÓ-DÍZIMOS”…

          A falsa doutrina dos dízimos nos dias de hoje, ensina basicamente isso: Que todo cristão tem o mandamento bíblico de separar 10% de sua renda ( salários e ganhos diversos ) e entregar numa denominação evangélica aos cuidados de um suposto homem de Deus (notadamente, um pastor ou similar). A não entrega desse valor, chamado por eles de dízimo, pode acarretar, segundo essa doutrina, a sujeição do cristão aos ataques de um demônio chamado “devorador”, ser espiritual este, segundo ainda esta doutrina o mesmo mencionado em malaquias 3:11. O que não se sujeita a entregar os dízimos conforme especificado acima, também estaria pondo sua própria salvação em risco, pois ainda segundo essa doutrina, quem não dá dízimo é ladrão.

          Agora, porém, em confronto com essa doutrina de dízimos ainda perdurar e segundo eles ser obrigatória aos cristãos, estaremos fazendo 10 perguntas que os pastores que insistem em receber dizimos não conseguem responder:

          1 – Dízimo na bíblia sempre foi alimento (Levíticos 27:30,32 ; Deuteronômio 12:17)… aonde na bíblia ele se tornou dinheiro?

          2 – Dízimo era mandamento do velho testamento somente para os israelitas ( Levíticos 27:30-34) … aonde no novo testamento da bíblia, foi confirmado esse mesmo mandamento aos cristãos?

          3 – Dízimo deveria ser entregue somente aos sacerdotes levitas (Números 18:26, hebreus 7:5)… aonde na bíblia, os pastores de hoje substituiram esses sacerdotes levitas para poderem tomar dízimos?

          4 – Dízimo era destinado ao sustento dos levitas, dos órfãos, estrangeiros e viúvas (Deuteronômio 26:12)… aonde na bíblia ele se tornou exclusivo dos pastores e bispos das denominações evangélicas?

          5 – Se o mandamento do dízimo é anterior a lei de moisés, e abraão é exemplo de “dizimista fiel” antes da lei, então porque Abraão entregou dízimo somente dos despojos da guerra que ele venceu ( genesis 14:20; hebreus 7:4 ), e não de toda a sua riqueza já acumulada? (genesis 13:2 )

          6 – Se ” a césar o que é de césar e a Deus o que é de Deus “, é uma citação de Jesus sendo favorável ao pagamento de impostos desse mundo e da mesma forma pagamento de dízimos à Deus, então porque Jesus mencionou o pagamento do imposto de césar antes do “imposto de Deus”, visto que o dízimo deveria ser a primeira coisa a ser separada? Jesus disse ” a césar o que é de césar” e Jesus deu exemplo disso, ao pagar o imposto de césar (Mateus 17:24-27), para dar o exemplo que se deve pagar o imposto de césar ( impostos desse mundo ) mas se “a Deus o que é de Deus” se refere à dízimo, aonde Jesus devolveu dízimo, para nos esse exemplo, da mesma forma que fez ao pagar o imposto de césar?

          7 – Se devemos dizimar porque Jesus não falou nada contra o dízimo, então devemos nos circuncidar também? visto que Jesus também não falou contra a circuncisão aos israelitas e a circuncisão também é mencionada antes da lei de moisés (genesis 17:10).

          8 – Se quem é dizimista será salvo, então porque o Senhor Jesus precisou vir aqui na terra, cumprir a lei de moisés e morrer pelos nossos pecados? os israelitas já tinham o mandamento de dizimar (levíticos 27:30-32)… não bastava eles somente continuarem dizimando para serem salvos? quem nos dá a salvação? Quem salva é Jesus ou o dízimo ?

          9 – Aonde vemos Jesus e/ou os apóstolos, recebendo dízimos dos cristãos para que a obra de Deus fosse feita? aonde vemos no novo testamento que o dízimo é obrigatório para manutenção de um templo físico ?

          10 – No velho testamento vemos claramente os israelitas recebendo o mandamento de dizimarem e entregando o dízimo ( Levítico 27:30-32; II Crônicas 31:6; Neemias 13:12 ), Mas aonde no novo testamento vemos os cristãos recebendo a ordem de dizimar e um seguidor de Jesus, ou seja, um cristão dizimando?

          CONCLUSÃO: Eu já fiz estas 10 perguntas à vários pastores que insistem no erro de ensinar que dízimos são obrigatórios para os cristãos, mas nunca obtive uma resposta. O que comprova que realmente, essa doutrina mercantilista dos dízimos não passa de doutrina criada por homens, sem embasamento bíblico.

          O Senhor Jesus já advertiu sobre esse tipo de erro: “E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens” (Marcos 7:7)

          Mas graças a Deus, cada vez mais as pessoas estão conhecendo a verdade sobre a mentira que é a doutrina do dízimo, e deixando de dizimar por obrigação conforme malaquias 3:10, que era uma advertência que dizia a respeito somente ao povo de israel e passando a ofertar por amor e liberalidade conforme 2 corintios 9:7.

  4. Raramente os falsos pastores.e outros entitulados sem poder abordam qualquer coisa onde Deus,Jesus e Espirito Santo sejam o centro.Eles so citam verdades biblicas que acabam sendo distorcidas ate chegar onde se encontra o verdadeiro interesse destes mercenarios “dinheiro e poder politico corrupto”.O bom pastor da a vida pelas suas ovelhas,omercenario quando ve o lobo corre e abandona as ovelhas que estavam sob seus cuidados,e so pensar um pouco e comparar com as escrituras os interminaveis falatorios destes devoradores.

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