Mundo Cristão

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Comments (6)
  1. BENIGNO ARAUJO DIAS disse:

    LEI MARIA DA PENHA (Nº 11.340/2006 ) GERA APARTHEID
    “COTAS PARA NEGROS NA UNIVERSIDADE – COTAS PARA COTAS (MARIAS) NO LAR”

    Nós, latinos, temos o emocionalismo como traço marcante da nossa personalidade. É só ocorrer um crime bárbaro para que, no dia seguinte, as ruas amanheçam cheias de gente clamando pela votação da pena de morte. Somos fantoches do método científico indutivo: parte-se de um fato isolado para o geral. A Lei Maria da Penha é um bom (mau) exemplo desse tipo de generalização. Bastou que o marido de uma certa Maria da Penha, cheio da cana, espancasse gravemente a companheira, para que as feministas arrancassem o clamor das massas capaz de sensibilizar os congressistas, levando-os à aprovação da Lei.
    Como fere o sagrado princípio de isonomia, por si só, já é uma Lei inconstitucional; porque assegura à mulher o direito de apenas bater, e ao homem o dever só de apanhar. E quando a reação do homem for provocada? Logo agora que as mulheres tanto reclamam pela igualdade de direitos? Trata-se de uma regra anacrônica; defasada ou um tribunal de exceção! Os senhores legisladores e juristas não tiveram a faculdade suficiente para perceberem que gradativamente as mulheres vêm assumido crimes próprios dos homens, num passado recente. Elas estão traficando, seqüestrando, comandando quadrilhas etc. As amélias são uma espécie em extinção.
    Cientes do seu rótulo de sexo frágil, elas sabem muito bem tirar partido dessa “desvantagem”. Por exemplo: se a esposa agride o marido, e ele grita um ai de dor, nenhum vizinho chama a polícia. Mesmo que o homem esteja sendo atacado com uma arma, e se ainda assim, ele privar os braços da mulher para que ela não materialize o crime; ela vai-se autovitimar, berrando para passar a idéia de que está sofrendo agressão. Mais uma vez a polícia será chamada. A esposa pegou um revólver e tentou contra a vida do companheiro. Ele foi à delegacia e tentou registrar uma queixa. O que o trouxa vai ouvir do delegado, ou pior ainda, da delegada? – “Coitada, essa mulher agiu por desespero, nem atirar a pobre sabe!” Mas, se ao invés disso fosse o homem o tentador, aí o cassetete rolava! Fique esperto, você que gosta de dar uma escapadinha fora: com o advento dessa Lei, qualquer transa de bom grado pode-se reverter em um estupro. Basta a parceira assim denunciar. (Recusou-se a pagar além do valor acertado?). Até você provar que focinho de porco não é tomada, já virou “boneca” de detentos.
    Nesse tipo de maquiavelice as mulheres são mais maliciosas que os homens. Quando estão na presença de outras pessoas, costumam tratar o maridão da melhor maneira possível, porém, entre quatro paredes, o tratamento é totalmente diferente. Para quando acontecer uma briga envolvendo ambos, todo mundo vai dizer: “Quem não presta é ele, porque aquela mulher é uma santa!” Por pensar que tudo pode, o homem é mais imperito nesse tipo de artimanha, seus atos são visíveis e sem as devidas cautelas.
    Todo o texto da Lei Maria da Penha se resume a uma só palavra, autodeterminação, quer dizer: a mulher está livre para fazer o que lhe der na telha, sem que o esposo possa nada fazer para dissuadi-la do seu intento. Está cravadinha lá no Inciso II do Artigo 7º.
    -”Alô amor, eu estou aqui no motel ‘taca pra dentro’, com o seu melhor amigo. Mais tarde a gente se vê!”
    Onde fica a ética conjugal, nesta nação a caminho de uma maioria evangélica? O homem que ainda é o membro a responder pelo sustento de grande parte dos lares, mais do que sempre, não vai passar de um otário. Seus filhos, ele não pode mais disciplinar, mas pode apanhar dos mesmos e a polícia pode matá-los de graça. Hoje, até os verbos com os quais os filhos se dirigem aos pais, já são por demais sabidos: quero, compra, paga…….E a contrapartida, qual é? Se o segredo da prosperidade está na relação positiva entre bem ativo/bem passivo. E sendo o filho um bem passivo, pois só dá prejuízo?……..
    No caso de uma separação conjugal e a consequente partilha, aí mesmo é que se vê que aquele laço marital e paternal era uma farsa. Começa a guerra pelo pedaço maior da carniça. Vamos saber quem é mais cruel na capacidade de empobrecer o outro. “Como mercadoria e mulher que sou, sei que se eu deixar esse cara quebrado, ele não vai ter dinheiro para comprar outra fêmea”. Tramam as vigaristas. -Desde quando ficou provado que um filho concorre para o crescimento patrimonial do pai? Ao contrário, o filho é alguém que está a subtrair o progresso material do genitor. Não é à toa que em várias nações européias casais não querem mais ter filhos, é uma atitude anti-econômica e idiota. Outrossim, a maioria dessas que se dizem casadas, no civil e no religioso, com toda a pomba que a tradição exige, filhas de família etc; elas têm o caráter mais podre que quaisquer meretrizes do mais baixo puteiro. Eu afirmo isto com experiência própria.
    Existem mulheres que, ao apresentarem suas petições na justiça para extorquir o homem, chegam a alegar que foram objeto sexual do cara durante “n” anos, por isso pleiteiam uma compensação financeira. Ora, a transa é um ato de satisfação recíproca, é um dar e um receber ao mesmo tempo. Logo, nessa relação, não haverá credor nem devedor. Exceto se houver um vínculo declarado de prostituição comercial, peculiar a putas, michês e travestis. No critério da cobrança de real por “trepada”, a mulher teria que instalar um registro, daquele usado em bilharina, para marcar quantas vezes a “gaveta” entrou e saiu. Já se fala até de piranhas que quando vão para cama com algum “barão”, furam a camisinha para engravidar, e depois requererem uma pensão alimentícia fabulosa.
    Ademais, aplacar briga de casal, não deve ser atribuição dessa quadrilha pandemônica, que muitos babacas insistem em chamá-la de polícia. Pois, muitas vezes, a separação definitiva se dá mais por incitação dos bandidos policiais e pelo constrangimento do marido ou esposa, ao verem seus problemas domésticos tratados por quadrilheiros tão imundos. Esta é a chantagem mais comum que os “tiras” canalhas fazem contra a mulher: “Senhora, se você voltar pra esse cara, na próxima briga, nós não viremos lhe socorrer!” Em estado de descontrole, a vítima acaba acatando o conselho dos safados. Porventura, existem fêmeas para levar mais porradas do que as companheiras de policiais? Pesa também contra o homem, o lobby feminino constituído pelas autoridades afetas à questão: DELEGADA, PROMOTORA, JUÍZA……. E o mais grave: a cada dia, abrem-se espaços para que este TRIO se apresente nas pessoas de feministas, sapatonas, separadas, cortesãs (putas VIPs) e chifreiras. Ou seja: mulheres avessas ao modelo familiar tradicional, onde o masculino é a figura dominante.
    A adjetivação “dona de casa”, embora não seja recente e até pareça um tanto depreciativa, nestes dias, virou um nominalismo mesmo, na acepção filosófica da palavra. Visto que, quase sempre, quando há separação litigiosa entre casais, ela é a dona da casa. Ao mané, mesmo tendo construído o imóvel, sobra-lhe o olho da rua. Nada de se estranhar, nesta onda de inversão de valores: o inútil se sobrepondo ao útil, o injusto ao justo e por aí vai! Quando é que direito vai virar sinônimo de merecimento?
    Se todas as comunidades “pseudofrágeis” forem protegidas por um estatuto, o cidadão produtivo vai-se transformar em um penetra no inferno sem ter lugar pra fugir. E com todo o meu respeito para com as mulheres decentes e companheiras: taí a Lei Maria da Penha, para quem pensa que só no hinduísmo a VACA é sagrada!
    Benigno Araujo Dias.
    PS: atualmente estou encabeçando um movimento nacional pela inconstitucionalidade da
    Lei Maria da Penha. Até que consigamos pressionar a Procuradoria Geral da República a impetrar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) junto ao Supremo Tribunal Federal. Não porque somos defensores de homens espancadores de mulheres, mas porque a questionada Lei transgride o princípio de isonomia, e no Código Penal Brasileiro já consta uma legislação suficiente para punir os mais diversos delitos.
    ANTES QUE ARTIGO FEMININO VIRE ARTIGO PROIBIDO

  2. Suzi disse:

    Gostaria q todos q acessam este site soubessem q hoje (26/04/2009)o Pe. Marcelo Rossi cansou de cantar “Entra na minha vida” e passou a cantar “Meu mestre” na rede Globo de tv. Naturalmente a msg é : “Não há motivos par migrar do catolicsmo p/ o protestantismo. Somos um.”. Assim sendo, por que Deus não o inspira com músicas como estas??? Será q ele pagou direitos autorais, ou ficará aguardando decisão judicial como das outras vezes? Se recebeu p/isso, o valor diz respeito às almas? E qual será a justifcativa de Lázaro? A mesma de Ana Paula Valadão no youtube?

  3. ignildlic disse:

    Ola,

    Esta e a minha primeira vez neste forum e gostaria, se possivel, que voces me explicassem como funciona. Tem algumas regras para abrir um Novo Topico ou nao?

    Ajudem-me :), por favor!

    Obrigado.

  4. BENIGNO ARAUJO DIAS disse:

    ROUBAR VALE A PENA? – As leis das probabilidades, em última análise, são as que regem a “sociedade de lobos”. Explodiu um avião com 80 passageiros a bordo. Antes desse fatídico, 50.000 pessoas foram aerotransportadas sem que nada acontecesse. Como a margem de êxito é sobejamente superior à das tragédias, então, vale a pena voar de aeronave.
    Agentes públicos indiciados por corrupção – pouquíssimos tem seus bens confiscados…….
    É de apenas 15% os aventureiros clandestinos que viajam à Guiana Francesa, que são extraditados pelo serviço de imigração, ou que contraem malária ou são assassinados. Logo, compensa arriscar a busca pelo ouro naquele país.
    Nos assaltos, onde há as polícias mais eficientes, somente 10% dos meliantes são flagrados ou presos depois.
    Os desonestos e arrivistas não precisam raciocinar para descobrirem que: do poder econômico é que emanam os demais poderes. Uma vez locupletados, não importando a forma como foram adquiridas suas posses, eles sabem que podem comprar as autoridades, cujas missões seriam de reprimir e julgar os delinquentes. Atualmente, todos os valores se incorporaram ao valor econômico. o próprio inconsciente coletivo já consagrou safado como sinônimo de inteligente, e honesto sinônimo de otário. As preferências se dão de modo manisfesto ou disfarçado: ao saber que um elemento vive de ilicitudes, ele vira alvo de cortejo de negociadores, obsediantes, garotas (inclusive, incentivadas pelos familiares dela) etc.No serviço público ou privado, voltados para a prestação de atendimento em massa, quase sempre, verifica-se uma diferença patrimonial enorme entre os empregados da linha meio (retaguarda) e os da linha fim (da vanguarda): aqueles servidores que detem o poder de decidir, deliberar, conceder, despachar, homologar, anistiar etc. Se de um lado do balcão há um cliente sedento de facilitação; da parte de dentro, existe alguém com o poder de descomplicar. Daí nascem as figuras: corruptor/corrupto.
    A indução pela competitividade – hoje tudo é muito disputado; a escassez de oportunidades leva as pessoas a estocarem e acumularem o máximo que puderem a todo custo. O amanhã, a cada dia, é prenunciado com mais incertezas e inseguranças. “Meus descendentes carecem de uma base de prosperidade……. Na minha velhice, eu preciso pagar para ser tolerado, e isso depende de grana…….” Não é a toa que dinheiro equivale a capital, principal, fundamental. De capita, cabeça, em latim.

    Uma coisa puxa a outra – os produtos de consumo modernos, por necessidade ou vaidade, vem surgindo como uma fonte de acessórios agregados: o televisor pede uma antena parabólica, esta pede uma assinatura sky etc., constituindo uma rede de consumismo progressivo e interdependente.
    Ademais, TRABALHO ASSALARIADO, já é repugnante pela própria nomenclatura. O vocábulo TRABALHO, Tripalium (três paus, em latim) era um instrumento de TORTURA no Império Romano. O termo, SALÁRIO, também de origem latina, era a cota de SAL que cada soldado romano levava para o front de batalha. Existe tortura mais salgada do que trabalhar?

  5. BENIGNO ARAUJO DIAS disse:

    As Garotas Que Estão COM MIDAS

    Midas, rei da Frígia (Grécia), foi filho do rei Górdias e da deusa Cíbele. Do deus Dionísio, Midas recebeu o dom do toque áureo: tudo que ele tocasse, virava ouro. Nosso mundo contemporâneo, se não tem o Midas em pessoa, mas pelo menos conta com o seu avatar: o magnata mexicano, Carlos Slim Helú, atualmente, o homem mais rico da terra; proprietário da operadora de celular, “claro”, e outras empresas no setor da telefonia. Tem a fama de ressuscitar empreendimentos falidos, porquanto, isso lhe rendeu o apelido de Midas.
    Aproveitando essas coincidências históricas entre Midas, celular e Dionísio, podemos ver este trio incorporado nas garotas de programa dos dias atuais. Sequer podia prever Martin Cooper, quando inventou o primeiro aparelho de telefonia móvel (depois aperfeiçoado pela Motorola), que sua criação fosse revolucionar a indústria da prostituição. Assim como Santos Dumont jamais cogitou que sua invenção fosse converter-se numa devastadora máquina de guerra. Somando-se a isso o fato de Dionísio ter sido o deus da orgia.
    Em conversa com uma putinha biscateira, ela me confidenciou que nunca ganhou tanta grana com sexo, igual após o advento do celular. Hoje, graças ao celular, ela e sua corja podem fechar vários negócios com machos diferentes, no “pregão da bolsa”, os encontros são marcados à velocidade da luz (300.000 km/s), as possibilidades de desencontros caíram para níveis próximo a zero. Todas elas têm o número 190 como telefone de emergência. Desse modo, levar calote ou bolacha do parceiro ficou mais raro, pois a polícia é logo acionada.
    -Vejamos o que diz a bíblia acerca da prostituição:
    Em Provérbios – 9:13-18 “A mulher tola é alvoroçadora; é insensata, e não conhece o pudor. Senta-se à porta da sua casa ou numa cadeira, nas alturas da cidade, chamando aos que passam e seguem direitos o seu caminho: Quem é simples, volte-se para cá! E aos faltos de entendimento diz: As águas roubadas são doces, e o pão comido às ocultas é agradável. Mas ele não sabe que ali estão os mortos; que os seus convidados estão nas profundezas do Seol (inferno).” E 5:3-14 “Porque os lábios da mulher licenciosa destilam mel, e a sua boca e mais macia do que o azeite; mas o seu fim é amargoso como o absinto, agudo como a espada de dois gumes. Os seus pés descem à morte; os seus passos seguem no caminho do Seol. Ela não pondera a vereda da vida; incertos são os seus caminhos, e ela o ignora. Agora, pois, filhos, dai-me ouvidos, e não vos desvieis das palavras da minha boca. Afasta para longe dela o teu caminho, e não te aproximes da porta da sua casa; para que não dês a outros a tua honra, nem os teus anos a cruéis; para que não se fartem os estranhos dos teus bens, e não entrem os teus trabalhos na casa do estrangeiro, e gemas no teu fim, quando se consumirem a tua carne e o teu corpo, e digas: Como detestei a disciplina! e desprezou o meu coração a repreensão! e não escutei a voz dos que me ensinavam, nem aos que me instruíam inclinei o meu ouvido! Quase cheguei à ruína completa, no meio da congregação e da assembléia.”
    Em 1 Tessalonicenses 4:3 “Porque esta é a vontade de Deus, a saber, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição.”
    Porém, em Mateus 21:31-32 “Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram eles: O segundo. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus. Pois João veio a vós no caminho da justiça, e não lhe deste crédito, mas os publicanos e as meretrizes lho deram; vós, porém, vendo isto, nem depois vos arrependestes para crerdes nele.”
    E em Hebreus 11:31: “Pela fé Raabe, a meretriz, não pereceu com os desobedientes, tendo acolhido em paz os espias.” Alfim, em Mateus e Hebreus as meretrizes ganham o indulto divino. Talvez aquelas que insistem nessa prática pecaminosa imaginam que com o cachê ganho possam comprar a salvação através do dízimo pago.
    Se a biblia sagrada não fosse um alfarrábio tão contraditório, já que o Brasil virou um puteiro, Satã teria que aprender protuguês para recepcionar tantas fornicadoras vestidas de verde e amarelo.
    Dantes, Zonas do Baixo Meretrício – ZBMs, eram bordéis excluídos do meio sócio-familiar. Mas com o desaquartelamento das “piranhas”, tornou-se impossível isolar esse antro. Presentemente, um cabaré pode estar em um lar, carro, numa escola ; a putaria apresenta-se pulverizada e onipresente.
    O perfil das prostitutas também vem passando por uma conversão adaptativa. Aquelas prostitutas que outrora eram vendedoras de prazer, agora, na segunda geração de bastardas estão dissimuladas sob eufemismos como: mãe solteira, produção independente, liberal, free lance etc. Todas se esforçam para imitar a esperteza da piriguete da novela das oito: mentindo, iludindo e extorquindo. Depois de ficarem assolapadas de tanto transar com os pitboys das drogas, uma vez sucateadas, buscam refúgio em um coroa ou fazem um jogo paralelo com este. Quem é o coroa? É aquele trouxa depois dos 45 anos, que batalhou a vida inteira e conseguiu acumular uns BENS para comprar uns AMORES. A vagabunda sabe que, para o marmanjo, ela ainda está com a bola toda: o coitado tem de pagar pela diferença de idade, se quiser ter do seu lado uma carne nova capaz de elevar a auto-estima do mané. Esse sim, é um MIDAS nas garras das putinhas vigaristas. Logo o idiota velho é convertido em “meu marido, meu esposo” etc. -“Tu viste lá, fulana, nossa colega Espertereza com um coroa passeando num carrão esticado?! Poderosa, né?!” Cobiça a sua colega Porforina que ainda não fisgou um pato. “A gente quer mais é se dar bem!” Arrotam as vadias.
    -Como se pode ver, as putas modernas tiram o máximo de proveito de sua profissão: oferecem-se como produto de exportação, fazem parceria com criminosos, forjam gravidez com empresários, cadastram-se em programas assistenciais do governo, pagam curso universitário com o próprio sexo, sindicalizam-se como lavradoras ou pescadoras de araque e compõem outros esquemas. Elas cometem suas delinquências porque têm a certeza da causa ganha. Pois sabem de suas co-irmãs, cortesãs congressistas, que legislam a aprovam leis que asseguram o triunfo das mulheres safadas sobre os homens.

  6. Casteline disse:

    Que a paz do Senhor esteja convosco(o Dunga fala com vós, tá errado).

    Sobre o tema intolerância eu entendo que o excessivo proselitismo pentecostal na mídia tem muito a ver com a atual onda de intolerância religiosa no Brasil.
    A falta de leis mais especificas para combater a intolerância também contribui.
    religião é apenas opinião, nada mais que isso.

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