Audiência na Câmara sobre o Estatuto da Família colocará Malafaia e Toni Reis frente a frente

13

Uma audiência pública na Câmara dos Deputados debaterá o projeto do Estatuto da Família e promoverá um encontro entre dois antagonistas: o pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), e o ativista gay Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT).

O debate será organizado pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados, que é presidida pelo pastor Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ), integrante da bancada evangélica e ligado à ADVEC.

A audiência acontecerá na próxima quinta-feira, 25 de junho, às 14h00, e irá explorar pontos considerados polêmicos do projeto de lei 6.583/13, apelidado de Estatuto da Família.

“Creio que esta audiência é de suma importância para a elaboração do relatoria final desta proposição, por se tratar de uma debate entre pessoas conceituadas e respeitadas nos segmentos que representam. Estamos trabalhando para que o Estatuto da Família contemple os anseios da sociedade”, declarou Cavalcante.


De acordo com informações do site pessoal do deputado, espera-se que a audiência seja uma oportunidade relevante para que a militância homossexual enxergue as propostas do Estatuto da Família de forma diferente e passem a considerá-lo como parte de uma agenda positiva que protege os usos e costumes das famílias tradicionais.

“Gostaria que todos participassem desse debate, somos tachados de homofóbicos e intolerantes, mas afirmo que essas afirmações são totalmente equivocadas e prematuras, aconselho que os que são contra, esperem o relatório para depois tirar suas conclusões, estamos ouvindo todos os lados e o nosso objetivo é garantir que as famílias do Brasil usufruam de seus direitos”, pontou Cavalcante, que exerce seu primeiro mandato após ser eleito com apoio do pastor Silas Malafaia.


13 COMENTÁRIOS

      • O Reverendo presbiteriano Marcio Retamero. Ele é um teólogo inclusivo, e sua fala, totalmente descontextualizada nestes poucos segundos de recorte e que o cidadão aí em cima, o tal clamando, um desonesto intelectual, postou para atacar o reverendo. Ocorre que o reverendo Marcio Retamero disse que estaria disposto a pegar em armas para defender a democracia de um regime ditatorial teocrático, exatamente como o fariam milhões de outros brasileiros.

          • Que feio, Clamando! Não têm argumentos então fica aí postando esse monte de vídeos? Vídeos que ninguém vê, pois as pessoas mal têm tempo de ler os comentários quanto mais ficarem vendo esses videos dessas figuras caricatas que você publica aí. Para seu governo, ou melhor, desgoverno, o rev. Marcio Retamero é pessoa do bem e que falou o que qualquer cidadão faria, ou seja, que defenderia o país de uma ditadura.

        • Clamando, como você gosta de vídeos, segue aqui um vídeo para você conhecer melhor o reverendo Marcio Retamero, o homem que vocês evangélicos se pelam de medo, mas não porque ele disse que pegaria em armas – uma frase de efeito – em caso do Brasil ser dominado por uma ditadura, coisa que qualquer cidadão de bem faria para defender a nação de uma ditadura teocrática que banisse a democracia e liberdade.



          Assine o Canal
  1. Discutir o que? familia e familia constituida de um homem pai uma mulher mãe e filhos pai mãe e filhos, o que passar disso e ABOMINAÇÃO AOS OLHOS DE DEUS, O casamento entre um homem macho e uma mulher femea foi a primeira Instituição Criada Por Deus na terra, o resto e resto de resto e lixo e lixo podre, podem discutir ate se acabarem, Macho femea Pai Mãe Homem Mulher e prole seja de um 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 filhos

  2. Para debater com Malafaia tem de ter regras claras. Por exemplo: cada um fala 20 minutos sem interferência do outro. Do contrário, é quase impossível ter oportunidade de falar com o histriônico Malafaia que sempre quer ganhar no grito. Temo que o Toni, educado, calmo e polido como é, não tenha chance contra o irritante e pedante do Silas Malafaia que pensa que por muito falar e gritar pode vencer qualquer debate.

  3. O modelo de família nuclear, ou seja, o de pai, mãe e filho(a) jamais deixará de existir, e ninguém deseja isso, muito menos nós, os gays, que também viemos da família nuclear e continamos fazendo parte de nossas famílias. O que não se pode afirmar, todavia, é que por família se deva entender apenas aquela nuclear, até porque esse modelo não é um monolito inamovível já que a morte, a separação, o divórcio, etc, pode romper esse modelo. Quem não sabe de famílias que são constituídas apenas de mãe e filho? Ou de pai e filho? Ou de membros da família (irmãos, tios, sobrinhos, etc.) que vivem juntos formando um núcleo familiar? E hoje temos também, quer vocês queiram ou não, as famílias homoafetivas. Assim, essas famílias que não se enquadram no modelo nuclear não podem perder direitos e serem tratadas como se não existissem ou se fossem algo de aberrante como querem os crentes primitivos das cavernas que desejam que a sociedade viva segunda lendas de um livro escrito há milhares de anos por habitantes do deserto, homens que tinham do mundo e de Deus uma visão muito estreita e que não falaram e não legislaram para nós, mas dirigiram-se aos homens de seu próprio tempo. Hoje somos regidos não por livros religiosos dos antigos judeus, mas pelas leis, ou melhor, pela Constituição da República laica e democrática. Não vivemos na idade do bronze, vivemos no século XXI por mais que alguns crentes broncos se rebelem.

  4. o deus deste século cegou o entendimento de muitas pessoas. o ativismo gay não enxerga nem mesmo que são pessoas geradas em uma família e querem negar sua própria origem pra dar lugar uma ideologia descabida que DEUS abomina .

  5. Um amigo meu de infância viveu e foi criado com os tios que não tinham tido filhos. E eles não constituiam uma família? Sim, é claro que constituiam! Assim, reconhecer como família apenas aquela formada por pai, mãe e filho é negar a existência de outras configurações, é tirar direitos delas e ainda as exporem como sendo não-família. Pode isso, leitores(as)?

    A Bíblia, essa coleção de livros judaicos em grande medida consistindo de plágios de livros religiosos mais antigos e de outros povos, como o Código de Manu e escrituras Védicas, foram escritos há milhares de anos por andarilhos ou vagabundos do deserto, primitivos e beligerantes homens toscos, rudes, broncos que tinham do mundo uma visão muito limitada, muito redutiva e profundamente mítica. Ela não foi escrita para nós, mas para seus antigos contemporâneos. Assim, a Bíblia pode ser um livro tido até como sagrado para os que nela creem, mas ela não pode ser usada para decidir ou pautar as necessidades e aspirações do homem contemporâneo e para os quais existem outros livros, outras fontes de direito, inspiração e dever. Se você quer crer na Bíblia, tem todo o direito de fazê-lo, mas não pode tentar impor a mesma ao conjunto da sociedade.

    Quanto a Jesus e suas palavras, eles transcendem o tempo e não são propriedade exclusiva da Bíblia por estarem os Evangelhos enfeixados no volume chamado Bíblia, até porque Jesus não é monopólio de religião alguma e eles mesmo nada escreveu.

DEIXE UMA RESPOSTA