Brasil

Ministério da Saúde publicou cartilha que orienta como fazer aborto com medicamento ilegal; Pastor Marco Feliciano protesta

Comments (29)
  1. Mensagem disse:

    Que vergonha desse Governo mentiroso, mas para todos que buscam a verdade busquem em CRISTO.

    MENSAGEM DE AMOR, JUSTIÇA, PERDÃO E PAZ
    VINDE A MIM, TODOS OS QUE ESTAIS CANSADOS E SOBRECARREGADOS, E EU VOS ALIVIAREI. (Mateus:11-28)
    Dentre bilhões de pessoas no mundo inteiro, Eu escolhi você; para receber a minha mensagem de amor, justiça, perdão e paz. Porque Eu conheço sua vida, suas angústias, seus sofrimentos, seus problemas diários, suas dificuldades para enfrentar os desafios da vida e sei também da sua carência de amor, carinho, compreensão e paz interior. De nada adianta você tentar preencher o vazio da sua alma buscando a solução para sua inquietação e para os seus problemas na diversão, em viagens, na aquisição de bens materiais, na corrida para ganhar dinheiro, na sua vaidade pessoal, na bebida, no sexo, nas drogas ou na sua dedicação profissional.
    Eu sou o único que conhece o seu íntimo, conheço toda a sua vida, mesmo antes do seu nascimento. Eu já lhe conhecia, sei quantos fios de cabelo você tem, sei a sua idade, os segredos mais bem guardados no fundo do seu coração, posso vê-los claramente agora mesmo. Pois acredite-Me, Eu conheço você, melhor do que você mesmo se conhece e sei tudo sobre a sua vida. Afinal!.. Eu criei você à minha imagem e semelhança e sou o único que pode fazer você feliz nesta vida e ainda conceder ao seu espírito, vida eterna e paz, por toda a eternidade junto comigo e os meus santos anjos.
    Uns julgam você pelo seu estilo de vida e por sua aparência pessoal, mas Eu não julgo a ninguém segundo as aparências e sim segundo a reta justiça de Deus. Eu sou a porta; Se alguém entrar por mim, salvar-se-á. O ladrão, o diabo, satanás, seu eterno inimigo, não vem senão a roubar, matar e a destruir todos os seus sonhos de prosperidade e felicidade; Eu vim para que você tenha vida, e a tenha com total abundância, de maneira que nada falte para você e toda a sua família durante sua vida aqui na terra.
    Eu tenho todo o poder do universo. Posso curar, posso libertar da prisão, posso ressuscitar, posso realizar sonhos, posso abrir mares. Enfim!..Eu continuo curando, salvando e libertando vidas no mundo inteiro. Eu posso fazer tudo em seu favor e lhe ajudar no que você precisar. Dentre 07 bilhões de pessoas no mundo inteiro; Eu fiz esta mensagem de amor, justiça, perdão e paz chegar as suas mãos. Esta mensagem é uma prova do meu eterno e sincero amor por você. Sou Eu mesmo, Jesus de Nazaré a falar com você neste momento e vou lhe ajudar a sair com a vitória completa desta situação que você está vivendo hoje. Eu amo você com amor puro e verdadeiro e quero que você saiba de uma vez por todas que você não está só nesta jornada da vida. Eu estou sempre ao seu lado, pronto para ajudar-lhe, perdoar-lhe por todos os seus pecados praticados até agora e o mais importante:
    Aceitar você exatamente como você é. Eu vim a este mundo para salvar você e sou o único que pode e quer dar-lhe a vida eterna. Mas, tudo isso depende do seu querer, pois meu Pai lhe deu o livre arbítrio e você tem o direito de escolher a vida ou a morte, o céu ou o inferno, viver na luz ou nas trevas. Eis aqui a sua grande oportunidade de começar uma vida nova. Faça a sua escolha certa. Está agora em suas mãos a decisão que mudará a sua história por toda a eternidade: Portanto, aceite-me, como seu único Deus e suficiente Salvador da sua vida.
    Eu quero que você desfrute de alegria em seu coração, paz, prosperidade, para que você possa desfrutar, por direito, de todas as maravilhas que criei neste mundo e deixei para aqueles que me aceitaram e entregaram a direção de suas vidas a mim. Eu morri numa cruz por você e já APAGUEI com o meu sangue, todos os seus pecados. Todos os seus pecados já estão perdoados por mim; siga seu caminho em paz e procure não pecar mais.
    EU AMO VOCÊ COM AMOR PURO E VERDADEIRO, VOCÊ É MUITO IMPORTANTE E ESPECIAL PARA MIM.
    Eu quero ver você alegre e feliz. Eu quero inserir você no meu reino de infinita paz, justiça e luz. Para que isto seja possível, tome agora a decisão mais importante de toda a sua vida. Onde você estiver, agora mesmo, neste minuto, convide-me para entrar em sua vida. Ao fazer isto com suas próprias palavras, a sua voz chegará nítida aos meus ouvidos, pois Eu estou bem aqui ao seu lado. Eu lhe atenderei com prazer e lhe concederei a salvação e a vida eterna que meu Pai prometeu a todos os que me aceitam. Está em suas mãos a minha Mensagem de Amor, Justiça, perdão e Paz e o convite para a salvação de sua alma. Pense muito nestas santas palavras, pois o mundo em que você vive é passageiro e tudo nele é ilusão.
    NÃO DESPREZE ESTA MINHA MENSAGEM, PORQUE EU JAMAIS ME ESQUECEREI DO DIA EM QUE A ENVIEI A VOCÊ!
    “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida”. ( João:5.24 )
    “Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? ou que dará o homem em troca da sua alma?”
    Jesus Cristo – Príncipe da Paz

    1. João Batista disse:

      “…na tua terra não haverá mulher que aborte”(Ex 23.26)…
      A diferença entre o óvulo fecundado e vc, é o tempo e a nutrição. A vida começa na concepção. O embrião não pode se tornar outra coisa senão uma pessoa, porque ele já é uma pessoa, tão humano quanto você.

      1. João Batista disse:

        A Bíblia usa o mesmo termo para criança ou para feto (como João Batista na barriga de Isabel). Deus não faz acepção entre feto e criança. Ele se relaciona com pessoas que ainda nem nasceram :”…os Teus olhos viram o meu corpo ainda informe, e todas estas coisas iam
        sendo anotadas no Teu Livro quando elas estavam sendo criadas dia a dia, sem que nenhuma delas ainda havia”(Sl 139. 13-16). Deus usa pronomes pessoais para o feto :”Eu te conheci antes que tu saísse do ventre da tua mãe, e antes que tu saísse da sua madre Eu te santifiquei às nações”(Jr 1.5). “Eu fui escolhido desde o ventre da minha mãe e nas entranhas da minha mãe Ele fêz conhecer o meu nome” (Is 49.1). Todo ser humano nasce para morrer, mas não está no Homem o determinar desta hora.

        1. João Batista disse:

          Um estudo publicado recentemente na Dinamarca mostra que as taxas de mortalidade são maiores para as mulheres que têm um aborto, se comparado com as mulheres que se submetem a parto, o que vai contra a antiga crença de que o aborto é uma alternativa segura comparada ao parto.
          Uma pesquisa nos EUA mostrou que em hospitais autorizados, e com avançadíssima tecnologia, se verificam as seguintes CONSEQUÊNCIAS DO ABORTO:
          – Perfuração do útero;
          -Sangramentos que requerem transfusões;
          – Ruptura do colo do útero ( impacto sobre a capacidade do colo em gravidezes subsequentes;
          – Acidentes com anestesias;
          – Doença inflamatória pélvica (possível infertilidade)
          – Cirurgias não intencionadas (laparatomia, histerotomia, histerctomia, etc.);
          – Perfuração da vesícula;
          – Perfuração do intestino;
          – Retenção de restos ovulares;
          – Anemia;
          – Peritonite (infecção da membrana serosa da cavidade abdominal);
          – Infecções menores de causas desconhecidas;
          – Gravidez tubária não detectada;
          – Embolia pulmonar ( obstrução da artéria);
          – Tromboflebite venosa (inflamação de uma veia que se desenvolve antes de um coágulo sanguíneo);
          – Depressão;
          – Psicose;
          – Suicídio (propensão nove (9) vezes maior);
          – Alto risco de infecção (comum a todo e quaisquer tipo de aborto);
          – Aumento do risco de aborto espontâneo na 2ª gravidez em 10 (DEZ) vezes;
          – Aumento de chance de morte materna em gravidez futura;
          – Alteração nos níveis de consciência profunda da mulher.

          1. João Batista disse:

            O assassinato de nascituros provoca na mulher “dores emocionais”, ignoradas pelos que querem o direito de matar covardemente esses seres indefesos. Causa um mal emocional muito maior do que a gestação mais difícil. A questão não envolve apenas religião, moral e sim saúde mental, tão importante para o desenvolvimento saudável dessa mulher e de sua família.
            Na concepção a mulher desenvolve vínculo afetivo mãe-filho, incluindo as mulheres que projetam abortar, que vive sentimentos ambivalentes, angustiantes, ficando vulnerável a transtornos psicológicos, a dores emocionais profundas que levam-na a escolhas erradas como, por exemplo, drogas, lícitas e ou ilícitas. Adolescentes ficam tão vulneráveis que passam a ser influenciadas facilmente por pessoas a sua volta e tomam a decisão não como desejo em si, mas como fim mágico de problemas. Namorados, amigos, parentes e até mesmo médicos, e ou psicólogos, podem estar contribuindo para um grande “mal psicológico” para essa mãe. Ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, depressão (e maior risco de suicídio), abuso de substâncias, e outros sofrimentos psíquicos desenvolvidos muito tempo após, que duram anos e até a vida toda. Quando descobre-se grávida, já considera este embrião como o próprio filho, indefeso, e abortar passa a significar, para ela, assassinato.
            O estresse pós-traumático trás lembranças desagradáveis, recorrentes, intrusivas, imagens, pensamentos, percepções, sonhos desagradáveis, recorrentes, sensação de reviver a experiência, ilusões, alucinações, episódios dissociativos com ‘flashback’, e lembranças, mal-estar psicológico quando exposta a fatores que simbolizam ou se assemelham aos aspectos do assassinato traumático, como o contato com recém-nascidos, mulheres grávidas, voltar ao lugar onde se praticou o assassinato do seu nascituro ou submeter-se a um exame ginecológico, evitando quaisquer estímulos associativos. Após muitos anos ainda lembram com detalhes e sofrem com culpa, expressada ou não, no rosto. Tem alucinações auditivas, até ouvindo choro de crianças. Ao ver recém nascidos choram, desenvolvem raiva de bebês e até a total rejeição. Exemplo disso são essas babás que são pegas maltratando bebezinhos. Têm problemas sexuais com o marido por muitos anos, ainda que na época apenas namorassem.
            No aborto de anencéfalos, desenvolvem dor e culpa ainda maior, pois sentem que estão rejeitando uma criança por causa de seu defeito, sendo também traumático, responsável por dores e transtornos psíquicos irreversíveis. E esta criança tem um pai, um irmão, uma família, e não somente a mulher terá problemas emocionais.

  2. clamando disse:

    mas a dilma e lula vieram para maar roubar e destruir, não esqueçamos que estão fazendo força para aprovar a pl 122 e o kit gay

    1. João Batista disse:

      E se o aborto é crime e necessita de conhecimento técnico, quem fornece esse conhecimento é partícipe no crime. Cabe ao Ministério Público determinar quem são todos os responsáveis pela cartilha e indiciar criminalmente cada um desses CRIMINOSOS.

      1. leandro disse:

        Este gov é pro maconha(mas quer proibir a nicotina),pro homosexual no poder e pro aborto.Assim não pode ser.Cadê a famosa democracia e governo da maioria se o que eles fazem é vontade de uma minoria…

        Deste jeito ou vamos a desobediencia civil que deponha tais autoridades fraudulentas ou vai ter que ser na marra.
        Se bem que pra abortar a Dilma pede a benção do “cristão” Pedir mais cedo.

  3. Igor disse:

    Quem tem seu próprio filho, faz com ele o que bem quer, se quiserem abortar, que abortem.

    Esses cristãos deveriam era cuidar mais das suas vidas e lavar uma pia de louça suja.

    Cuidar dessas praguinhas ninguém quer né? Então calem-se.

    1. mauro disse:

      Filho nunca foi e nem nunca será propriedade de seus pais, temos sobre eles a responsabilidade de prepará-los para a vida. Aos que fazem sem responsabilidade o peso da lei.

  4. vai arrebentar disse:

    todo mundo e contra o aborto, e fazem o maior discurso para defender sua tese de ser contra ele .

    mas nenhum desses, que são contra o aborto, se propõe a adotar uma criança sequer, que esta jogada nas ruas e abandonadas nas creches.

    discurso fajuto desse povo.

    1. Lucas disse:

      Concordo plenamente com você!

    2. RPN disse:

      Falou o sanguinário,monstruoso,frio calculista.Seu Hitler,o macedo fez escola e te ensinou direitinho.Cara vc é um monstro!!

      1. leandro disse:

        E ele quer justificar um homicio tão condenavel e degradante jogando a responsabilidade pra quem é contra o crime-pecado.
        Seria de perguntar primeiro se ele não sabe que a maioria dos abortos vem da violação do mandamento da castidade.A pessoa se entregou ao prazer antes da hora e não assume a responsabilidade pelo fruto de seus atos.

        Ai nos temos que adotar a criança que eles fizeram? Se assim for se um ladrão comete o crime e a policia prende,pergunte se ele ai se responsabiliza por sustentar a familia do criminoso.

    3. mauro disse:

      A questão da adoção passa também por uma reforma nas leis de adoção, um melhor acompanhamento de todos os adotados e da família. O modelo atual está repleto de burocracias que afastam os possíveis interessados.

  5. Igor disse:

    Eu sou totalmente a favor do aborto, e quem é contra, levante a bunda da cadeira e vá adotar uma criança.

  6. RPN disse:

    Gostei da solução deste Médico… vale a pena ler!

    Muito Boa!!! esse é pra todos aqueles que são assassinos
    e por isso são a favor do ABORTO!!!!!!!
    Não deixem de ler, é rapidinho, em poucas linhas uma lição de vida!

    O Melhor Ginecologista

    Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:
    – Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério.. Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro…
    O médico então perguntou:
    – Muito bem. O que a senhora quer que eu faça?
    A mulher respondeu:
    – Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.
    O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher:
    – Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.
    A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.
    Ele então completou:
    – Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim , a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco…
    A mulher apavorou-se e disse:
    – Não doutor! Que horror! Matar um criança é um crime.
    – Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la.
    O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.

    O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!!!

    Você sabe desde quando Deus te ama?
    DESDE O VENTRE DA TUA MÃE!

    1. Por que você não levanta a sua bunda da cadeira e adota uma criança o resto de aborto?

    2. Igor disse:

      Por que você não levanta a sua bunda da cadeira e adota uma criança o resto de aborto?.

      1. RPN disse:

        Fala assassino confesso? quantas vc já adotou?

        1. Igor disse:

          Não adotei e nem vou, não suporto crianças, mais cabe aos pais decidirem se matam ou não seus filhos.

          Por que você não vai lá perguntar se eles estão precisando de alguma coisa para comer o parasita?

    3. RPN disse:

      Se sua mãe soubesse que iria dar a vida a um monstro igual a vc te matava no ninho.

  7. mauro disse:

    A 1ª edição tem uma tiragem de 268.108 exemplares, com essa tiragem a intenção do governo é implantar uma política velada, o mais grave é a publicidade da substância misoprostol vulgo cytotec, uma droga condenada pela própria Anvisa (governo federal) e por diversos países.

  8. mauro disse:

    Cabe lembrar que a ação do governo seria, sem sombra de dúvida, criminosa, pois, segundo os artigos 29, 286 e 287 do Código Penal, comete crime não só quem pratica o ato, mas também quem o incita de alguma maneira.

    Causa-nos perplexidade, por conseguinte, que as mesmas pessoas que choram na frente das câmeras tragédias familiares como as de Santa Maria/RS, ajam sorrateiramente, sem qualquer compromisso de transparência com a população, a favor de uma agenda abortista que é contrária à opinião da maioria dos cidadãos brasileiros. Trata-se de um golpe fatal à democracia e de um desrespeito vergonhoso aos compromissos assumidos publicamente durante as eleições. Ações como essas nos levam a questionar se é para o povo que o Governo trabalha ou para as Fundações Internacionais que desejam o controle da natalidade.

    Quais as consequências dessa política de Redução de Danos?

    “A Nova estratégia Mundial do Aborto”, a política de “redução de danos” nada mais é do que uma das fases para a implementação do aborto como um “direito reprodutivo”. Planejada há cerca de 10 anos, a política de “redução de danos” foi um dos meios encontrados pelas fundações abortistas para introduzir o aborto naqueles países cuja a população ainda se mostra resistente à prática. Como dito no documento, a estratégia foi pensada “para produzir um resultado fulminante e simultâneo em todos os países”. Foi através dessa política, implementada no Uruguai em 2004, que os abortistas conseguiram abrir caminho para a legalização do aborto naquele país, em outubro do ano passado.

    Caso essa política seja adotada, e ao que parece tudo se encaminha para isso, o Brasil mergulhará numa situação muito pior que a da legalização do aborto. Isso porque em um país onde o aborto é legalizado, ou seja, onde os hospitais são os responsáveis pela operação, os médicos podem alegar objeção de consciência e desestimularem a prática. Foi o que aconteceu, por exemplo, no México. Já no caso dessa política da redução de danos, as próprias mulheres farão o aborto, através dos medicamentos que serão disponibilizados nas farmácias e das cartilhas de “aconselhamento” do Ministério da Saúde. A mortandade de centenas de milhares de crianças que se seguirá nesta política criminosa será inimaginável. Desse modo, se já é absurda e impensável a legalização do aborto, tanto mais é a prática da “redução de danos”, pois nesta situação serão as próprias mães as promotoras da morte de seus filhos.

    Ao contrário do que se é hipocritamente alardeado, esse tipo de ação não visa a integridade da saúde feminina. Não. Trata-se puramente de um lobby cuja finalidade é alargar as possibilidades e os números de aborto para que, posteriormente, eles tenham uma situação calamitosa que justifique o seu argumento de que “o aborto é um caso de saúde pública, não de polícia”. É dessa maneira que o Governo Federal doa 1,5 milhão de dólares a fundações feministas que defendem ao aborto, enquanto mães grávidas têm de dar à luz em corredores de hospitais em várias cidades do país, como noticiado pela imprensa em julho de 2012.

    O que fazer?

    Há 40 anos, uma mentira defendida diante de um tribunal nos Estados Unidos foi responsável pela morte de 55 milhões de crianças. Crianças que tiveram suas vidas interrompidas por conta de uma prática selvagem e egoísta, motivada por interesses financeiros e políticos. Neste último final de semana, a população americana, num exemplo de cidadania e coragem nunca antes vistos, marchou rumo à Casa Branca para dizer um grande basta ao morticínio silencioso desses milhões de bebês.

    A exemplo de nossos irmãos americanos, hoje, mais do que nunca, somos chamados a travar esta batalha entre a vida e a cultura da morte. Portanto, no nosso tempo, não há mais espaço para tibieza, para letargia, para pusilanimidade. Definitivamente, não! Precisamos recobrar a audácia dos primeiros cristãos, a fortaleza dos mártires. Somos chamados a agir. E quais são as nossas armas? A oração, o estudo e a ação.

    Rezemos por todos aqueles que são responsáveis pelo governo do Brasil, por nossas lideranças e, principalmente, pelas mães que se encontram no dramático dilema de escolher entre a vida e a morte de seus filhos. Rezemos para que elas escolham a vida.

    Estudemos o histórico dessa cultura da morte, suas raízes e pretensões para que possamos nos munir dos melhores argumentos e das melhores estratégias de combate. Só podemos diagnosticar uma doença se, necessariamente, a conhecermos e descobrirmos seus pontos fracos. Só assim poderemos usar os remédios eficazes contra essa epidemia anti-vida. Recomendamos, desse modo, o estudo das aulas sobre o documento “A Nova estratégia Mundial do Aborto” disponíveis gratuitamente no site.

    Por fim, lutemos contra os algozes da vida. Façamos valer nossa cidadania. Entremos em contato com o Ministério da Saúde e com os demais responsáveis e peçamos a suspensão imediata da distribuição dessas cartilhas. Eis alguns contatos:

    – Ministério da Saúde: Alexandre Padilha, Ministro da Saúde

    Telefones: (61) 3315-2392 / (61) 3315-2393 / (61) 3315-2788 / (61) 3315-9260
    Fax: (61) 3224-8747 / (61) 3315-2680 / (61) 3315-2816

    E-mail: ministro@saude.gov.br

    – Secretário de Atenção à Saúde: Helvécio Miranda Magalhães

    Telefones: (61) 3315-2626 / (61) 3315-2133
    Fax: (61) 3225-0054
    E-mail: helvecio.junior@saude.gov.br

    – Casa Civil da Presidência: Gleisi Helena Hoffmann, Ministra-chefe da Casa Civil

    Telefones: (61) 3411-1573 / (61) 3411-1935 / (61) 3411-5866 / (61) 3411-1034
    Fax: (61) 3321-1461 / (61) 3322-3850
    E-mail: casacivil@presidencia.gov.br

    Como disse o presidente do Movimento Pró-vida americano, Chris Smith, durante seu discurso na Marcha pela Vida, “sejamos a geração que colocará fim à lei do aborto”.

    Que Deus nos proteja!

  9. mauro2011 disse:

    Cabe lembrar que a ação do governo seria, sem sombra de dúvida, criminosa, pois, segundo os artigos 29, 286 e 287 do Código Penal, comete crime não só quem pratica o ato, mas também quem o incita de alguma maneira.

    Causa-nos perplexidade, por conseguinte, que as mesmas pessoas que choram na frente das câmeras tragédias familiares como as de Santa Maria/RS, ajam sorrateiramente, sem qualquer compromisso de transparência com a população, a favor de uma agenda abortista que é contrária à opinião da maioria dos cidadãos brasileiros. Trata-se de um golpe fatal à democracia e de um desrespeito vergonhoso aos compromissos assumidos publicamente durante as eleições. Ações como essas nos levam a questionar se é para o povo que o Governo trabalha ou para as Fundações Internacionais que desejam o controle da natalidade.

    Quais as consequências dessa política de Redução de Danos?

    “A Nova estratégia Mundial do Aborto”, a política de “redução de danos” nada mais é do que uma das fases para a implementação do aborto como um “direito reprodutivo”. Planejada há cerca de 10 anos, a política de “redução de danos” foi um dos meios encontrados pelas fundações abortistas para introduzir o aborto naqueles países cuja a população ainda se mostra resistente à prática. Como dito no documento, a estratégia foi pensada “para produzir um resultado fulminante e simultâneo em todos os países”. Foi através dessa política, implementada no Uruguai em 2004, que os abortistas conseguiram abrir caminho para a legalização do aborto naquele país, em outubro do ano passado.

    Caso essa política seja adotada, e ao que parece tudo se encaminha para isso, o Brasil mergulhará numa situação muito pior que a da legalização do aborto. Isso porque em um país onde o aborto é legalizado, ou seja, onde os hospitais são os responsáveis pela operação, os médicos podem alegar objeção de consciência e desestimularem a prática. Foi o que aconteceu, por exemplo, no México. Já no caso dessa política da redução de danos, as próprias mulheres farão o aborto, através dos medicamentos que serão disponibilizados nas farmácias e das cartilhas de “aconselhamento” do Ministério da Saúde. A mortandade de centenas de milhares de crianças que se seguirá nesta política criminosa será inimaginável. Desse modo, se já é absurda e impensável a legalização do aborto, tanto mais é a prática da “redução de danos”, pois nesta situação serão as próprias mães as promotoras da morte de seus filhos.

    Ao contrário do que se é hipocritamente alardeado, esse tipo de ação não visa a integridade da saúde feminina. Não. Trata-se puramente de um lobby cuja finalidade é alargar as possibilidades e os números de aborto para que, posteriormente, eles tenham uma situação calamitosa que justifique o seu argumento de que “o aborto é um caso de saúde pública, não de polícia”. É dessa maneira que o Governo Federal doa 1,5 milhão de dólares a fundações feministas que defendem ao aborto, enquanto mães grávidas têm de dar à luz em corredores de hospitais em várias cidades do país, como noticiado pela imprensa em julho de 2012.

    O que fazer?

    Há 40 anos, uma mentira defendida diante de um tribunal nos Estados Unidos foi responsável pela morte de 55 milhões de crianças. Crianças que tiveram suas vidas interrompidas por conta de uma prática selvagem e egoísta, motivada por interesses financeiros e políticos. Neste último final de semana, a população americana, num exemplo de cidadania e coragem nunca antes vistos, marchou rumo à Casa Branca para dizer um grande basta ao morticínio silencioso desses milhões de bebês.

    A exemplo de nossos irmãos americanos, hoje, mais do que nunca, somos chamados a travar esta batalha entre a vida e a cultura da morte. Portanto, no nosso tempo, não há mais espaço para tibieza, para letargia, para pusilanimidade. Definitivamente, não! Precisamos recobrar a audácia dos primeiros cristãos, a fortaleza dos mártires. Somos chamados a agir. E quais são as nossas armas? A oração, o estudo e a ação.

    Rezemos por todos aqueles que são responsáveis pelo governo do Brasil, por nossas lideranças e, principalmente, pelas mães que se encontram no dramático dilema de escolher entre a vida e a morte de seus filhos. Rezemos para que elas escolham a vida.

    Estudemos o histórico dessa cultura da morte, suas raízes e pretensões para que possamos nos munir dos melhores argumentos e das melhores estratégias de combate. Só podemos diagnosticar uma doença se, necessariamente, a conhecermos e descobrirmos seus pontos fracos. Só assim poderemos usar os remédios eficazes contra essa epidemia anti-vida. Recomendamos, desse modo, o estudo das aulas sobre o documento “A Nova estratégia Mundial do Aborto” disponíveis gratuitamente no site.

    Por fim, lutemos contra os algozes da vida. Façamos valer nossa cidadania. Entremos em contato com o Ministério da Saúde e com os demais responsáveis e peçamos a suspensão imediata da distribuição dessas cartilhas. Eis alguns contatos:

    – Ministério da Saúde: Alexandre Padilha, Ministro da Saúde

    Telefones: (61) 3315-2392 / (61) 3315-2393 / (61) 3315-2788 / (61) 3315-9260
    Fax: (61) 3224-8747 / (61) 3315-2680 / (61) 3315-2816

    E-mail: ministro@saude.gov.br

    – Secretário de Atenção à Saúde: Helvécio Miranda Magalhães

    Telefones: (61) 3315-2626 / (61) 3315-2133
    Fax: (61) 3225-0054
    E-mail: helvecio.junior@saude.gov.br

    – Casa Civil da Presidência: Gleisi Helena Hoffmann, Ministra-chefe da Casa Civil

    Telefones: (61) 3411-1573 / (61) 3411-1935 / (61) 3411-5866 / (61) 3411-1034
    Fax: (61) 3321-1461 / (61) 3322-3850
    E-mail: casacivil@presidencia.gov.br

    Como disse o presidente do Movimento Pró-vida americano, Chris Smith, durante seu discurso na Marcha pela Vida, “sejamos a geração que colocará fim à lei do aborto”.

    Que Deus nos proteja!

  10. mauro2011 disse:

    Atenção web´s ! Por genileza liberar o meu último post pois ele pode ser de grande utilidade pública.

    Obrigado

  11. mauro2011 disse:

    Cabe lembrar que a ação do governo seria, sem sombra de dúvida, criminosa, pois, segundo os artigos 29, 286 e 287 do Código Penal, comete crime não só quem pratica o ato, mas também quem o incita de alguma maneira.

    Causa-nos perplexidade, por conseguinte, que as mesmas pessoas que choram na frente das câmeras tragédias familiares como as de Santa Maria/RS, ajam sorrateiramente, sem qualquer compromisso de transparência com a população, a favor de uma agenda abortista que é contrária à opinião da maioria dos cidadãos brasileiros. Trata-se de um golpe fatal à democracia e de um desrespeito vergonhoso aos compromissos assumidos publicamente durante as eleições. Ações como essas nos levam a questionar se é para o povo que o Governo trabalha ou para as Fundações Internacionais que desejam o controle da natalidade.

    Quais as consequências dessa política de Redução de Danos?

    “A Nova estratégia Mundial do Aborto”, a política de “redução de danos” nada mais é do que uma das fases para a implementação do aborto como um “direito reprodutivo”. Planejada há cerca de 10 anos, a política de “redução de danos” foi um dos meios encontrados pelas fundações abortistas para introduzir o aborto naqueles países cuja a população ainda se mostra resistente à prática. Como dito no documento, a estratégia foi pensada “para produzir um resultado fulminante e simultâneo em todos os países”. Foi através dessa política, implementada no Uruguai em 2004, que os abortistas conseguiram abrir caminho para a legalização do aborto naquele país, em outubro do ano passado.

    Caso essa política seja adotada, e ao que parece tudo se encaminha para isso, o Brasil mergulhará numa situação muito pior que a da legalização do aborto. Isso porque em um país onde o aborto é legalizado, ou seja, onde os hospitais são os responsáveis pela operação, os médicos podem alegar objeção de consciência e desestimularem a prática. Foi o que aconteceu, por exemplo, no México. Já no caso dessa política da redução de danos, as próprias mulheres farão o aborto, através dos medicamentos que serão disponibilizados nas farmácias e das cartilhas de “aconselhamento” do Ministério da Saúde. A mortandade de centenas de milhares de crianças que se seguirá nesta política criminosa será inimaginável. Desse modo, se já é absurda e impensável a legalização do aborto, tanto mais é a prática da “redução de danos”, pois nesta situação serão as próprias mães as promotoras da morte de seus filhos.

    Ao contrário do que se é hipocritamente alardeado, esse tipo de ação não visa a integridade da saúde feminina. Não. Trata-se puramente de um lobby cuja finalidade é alargar as possibilidades e os números de aborto para que, posteriormente, eles tenham uma situação calamitosa que justifique o seu argumento de que “o aborto é um caso de saúde pública, não de polícia”. É dessa maneira que o Governo Federal doa 1,5 milhão de dólares a fundações feministas que defendem ao aborto, enquanto mães grávidas têm de dar à luz em corredores de hospitais em várias cidades do país, como noticiado pela imprensa em julho de 2012.

    O que fazer?

    Há 40 anos, uma mentira defendida diante de um tribunal nos Estados Unidos foi responsável pela morte de 55 milhões de crianças. Crianças que tiveram suas vidas interrompidas por conta de uma prática selvagem e egoísta, motivada por interesses financeiros e políticos. Neste último final de semana, a população americana, num exemplo de cidadania e coragem nunca antes vistos, marchou rumo à Casa Branca para dizer um grande basta ao morticínio silencioso desses milhões de bebês.

    A exemplo de nossos irmãos americanos, hoje, mais do que nunca, somos chamados a travar esta batalha entre a vida e a cultura da morte. Portanto, no nosso tempo, não há mais espaço para tibieza, para letargia, para pusilanimidade. Definitivamente, não! Precisamos recobrar a audácia dos primeiros cristãos, a fortaleza dos mártires. Somos chamados a agir. E quais são as nossas armas? A oração, o estudo e a ação.

    Rezemos por todos aqueles que são responsáveis pelo governo do Brasil, por nossas lideranças e, principalmente, pelas mães que se encontram no dramático dilema de escolher entre a vida e a morte de seus filhos. Rezemos para que elas escolham a vida.

    Estudemos o histórico dessa cultura da morte, suas raízes e pretensões para que possamos nos munir dos melhores argumentos e das melhores estratégias de combate. Só podemos diagnosticar uma doença se, necessariamente, a conhecermos e descobrirmos seus pontos fracos. Só assim poderemos usar os remédios eficazes contra essa epidemia anti-vida. Recomendamos, desse modo, o estudo das aulas sobre o documento “A Nova estratégia Mundial do Aborto” disponíveis gratuitamente no site.

    1. mauro2011 disse:

      Por fim, lutemos contra os algozes da vida. Façamos valer nossa cidadania. Entremos em contato com o Ministério da Saúde e com os demais responsáveis e peçamos a suspensão imediata da distribuição dessas cartilhas. Eis alguns contatos:

      – Ministério da Saúde: Alexandre Padilha, Ministro da Saúde

      Telefones: (61) 3315-2392 / (61) 3315-2393 / (61) 3315-2788 / (61) 3315-9260
      Fax: (61) 3224-8747 / (61) 3315-2680 / (61) 3315-2816

      E-mail: ministro@saude.gov.br

      – Secretário de Atenção à Saúde: Helvécio Miranda Magalhães

      Telefones: (61) 3315-2626 / (61) 3315-2133
      Fax: (61) 3225-0054
      E-mail: helvecio.junior@saude.gov.br

      – Casa Civil da Presidência: Gleisi Helena Hoffmann, Ministra-chefe da Casa Civil

      Telefones: (61) 3411-1573 / (61) 3411-1935 / (61) 3411-5866 / (61) 3411-1034
      Fax: (61) 3321-1461 / (61) 3322-3850
      E-mail: casacivil@presidencia.gov.br

      Como disse o presidente do Movimento Pró-vida americano, Chris Smith, durante seu discurso na Marcha pela Vida, “sejamos a geração que colocará fim à lei do aborto”.

      Que Deus nos proteja!

    2. mauro2011 disse:

      Por fim, lutemos contra os algozes da vida. Façamos valer nossa cidadania. Entremos em contato com o Ministério da Saúde e com os demais responsáveis e peçamos a suspensão imediata da distribuição dessas cartilhas. Eis alguns contatos:

      – Ministério da Saúde: Alexandre Padilha, Ministro da Saúde

      Telefones: (61) 3315-2392 / (61) 3315-2393 / (61) 3315-2788 / (61) 3315-9260
      Fax: (61) 3224-8747 / (61) 3315-2680 / (61) 3315-2816

      ministro @ saude.gov.br

      – Secretário de Atenção à Saúde: Helvécio Miranda Magalhães

      Telefones: (61) 3315-2626 / (61) 3315-2133
      Fax: (61) 3225-0054
      helvecio.junior @ saude.gov.br

      – Casa Civil da Presidência: Gleisi Helena Hoffmann, Ministra-chefe da Casa Civil

      Telefones: (61) 3411-1573 / (61) 3411-1935 / (61) 3411-5866 / (61) 3411-1034
      Fax: (61) 3321-1461 / (61) 3322-3850

      casacivil @ presidencia.gov.br

      Como disse o presidente do Movimento Pró-vida americano, Chris Smith, durante seu discurso na Marcha pela Vida, “sejamos a geração que colocará fim à lei do aborto”.

      Que Deus nos proteja!

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