Pastor brasileiro que lidera Assembleia de Deus na Colômbia recebe título de cidadão do país

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O pastor José Satírio dos Santos, 68 anos, alagoano, tornou-se um cidadão colombiano no início de agosto último, e sua história de vida e ministério no país vizinho despertou os holofotes da imprensa brasileira.

Radicado na Colômbia há mais de 40 anos, ele lidera a Asamblea de Dios no país e um verdadeiro império, com emissoras de rádio e TV. Prestigiado, Satírio recebeu o título de cidadão colombiano das mãos do presidente da República, Juan Manuel Santos.

A denominação de Satírio possui 37 templos e mais de 60 mil membros, distribuídos em Bogotá, capital do país, e diversas outras cidades menores.

De acordo com informações do Extralagoas, somente em 2014 o ministério da Assembleia de Deus liderado por Satírio realizou mais de 5 mil batismos e formou mais de 2.300 grupos de estudo bíblico, além de formar e enviar missionários a comunidades indígenas na própria Colômbia e também na Venezuela, Equador, Argentina e Peru. Há ainda missionários na Ásia e no Himalaia.


O trabalho desenvolvido pelo pastor na Colômbia foi reconhecido pelo presidente Juan Manuel Santos como essencial para a pacificação do país, marcado pelas guerras do tráfico e por forças separatistas: “Tudo o que José Satírio fez durante este período – todas suas ações – contribuiu, de certa forma, para semear essa semente da paz”, pontuou o presidente.

Satírio, que fundou o Colégio Ebenezer, a Cooperativa Cobethel e o Instituto para o Trabalho, além de outras instituições que prestam atendimento a comunidades carentes, agradeceu o reconhecimento de seu esforço: “A partir deste momento somo cidadãos colombianos, agora estamos honrados em tê-los como nossos compatriotas […] Em 1974, Deus falou comigo para vir à Colômbia para servir, e, agora, continuamos a orar para que a paz tão desejada chegue em breve”, declarou o pastor, ao lado da esposa, Nair Andrade, também agraciada com a cidadania colombiana.


1 COMENTÁRIO

  1. Notícias da seita universal

    Universal é condenada a indenizar fiel por prometer cura do HIV
    Fonte primeira edição

    A Igreja Universal do Reino de Deus terá de pagar uma indenização de R$ 300 mil a um ex-fiel que abandonou o tratamento contra a Aids, contaminou a mulher e chegou à beira da morte, pesando 40 quilos.
    Para a Justiça, o gaúcho de 36 anos foi convencido de que se livraria do HIV só com a fé em Deus –e doações à igreja.
    “Os pastores diziam que a medicina estava desatualizada, levavam testemunhos de gente que se curou de câncer, Aids. Quando as pessoas não aceitam doar seus bens, dizem que tem um espírito ruim que não está permitindo”, conta Lucas (nome fictício).
    Tudo começou em 2005, quando ele descobriu que tinha o vírus e iniciou o tratamento. Angustiado, começou a frequentar os cultos da Universal por indicação de um vizinho. Quatro anos depois, em setembro de 2009, parou de tomar os remédios e passou a fazer sexo sem camisinha com sua mulher à época.
    A decisão, diz, foi um “sacrifício” sugerido por um pastor em nome da fé para alcançar a cura. Mas nem isso nem a doação de um televisor e um computador à igreja foram suficientes para livrá-lo da doença e impedir a contaminação da mulher.
    Dois meses depois de interromper o tratamento, Lucas foi internado com pneumonia grave. Ficou em coma induzido por 40 dias e saiu do hospital após quatro meses, com metade do peso normal.
    A decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul para que a Universal indenize Lucas por danos morais saiu no último dia 26. A igreja ainda pode recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça).
    “Não há nada contra a fé, mas contra a forma abusiva de induzir as pessoas a abandonar o tratamento em nome da fé”, disse à Folha o desembargador Eugênio Facchin Neto, relator do caso.
    Procurada, a Universal negou à reportagem que tenha pedido para Lucas abandonar o tratamento, mas reiterou que há uma “vasta bibliografia científica” que sustenta a “afirmação bíblica de que a fé auxilia –e muito– na cura de doenças”.
    ABUSO
    No acórdão, o juiz escreveu que a responsabilidade da Universal “reside no fato de ter se aproveitado da extrema fragilidade e vulnerabilidade em que se encontrava o autor, para não só obter dele vantagens materiais, mas também abusar da confiança que ele, em tal estado, depositava nos ‘mensageiros'”.
    Lucas diz que foi vítima de um golpe. “Inúmeras pessoas são enganadas todos os anos por essa igreja. Usam gente fragilizada, com filho no hospital, à beira da falência, para arrecadar os bens.”
    Ele conta que chegou a participar de uma “fogueira santa”, ritual para eliminar todos os tipos de males e que arrecada dinheiro e bens em nome de Deus.
    Segundo o advogado dele, Guilherme Pavanello Ortiz, a psicóloga que acompanha Lucas atendeu mais de 50 pessoas que abandonaram o tratamento para Aids por orientação da Universal. “Infelizmente, não é o único caso.”
    Durante o processo, a Universal chamou três testemunhas que disseram que tinham o vírus HIV e que foram curadas depois de participar dos cultos da igreja.
    “Lá eu soube que as pessoas que usassem a fé seriam curadas, como muitos foram. E lá eu obtive a cura”, afirmou uma delas no processo.
    OUTRO LADO
    A Igreja Universal do Reino de Deus declarou, durante o processo judicial, que Lucas deixou de tomar os remédios para a sua doença “voluntariamente, sem coação alguma”.
    Disse também que os pastores “apenas pregam a possibilidade de cura das enfermidades, de acordo com as orientações bíblicas, mas não prometem cura”.
    Em nota enviada à reportagem, a igreja afirma que Lucas “já era portador do vírus HIV quando foi acolhido pela Universal e que laudos e depoimentos presentes no processo atestam que, já naquela época, ele não se submetia aos tratamentos terapêuticos na forma indicada”.
    A igreja diz ainda, no documento, que “sempre destaca a importância da rigorosa observância dos tratamentos médicos prescritos”.
    Segundo a Universal, o “próprio relator do recurso no tribunal reconhece que não há prova da suposta orientação para interromper o tratamento”, porque isso “é mentira”.
    O magistrado do Rio Grande do Sul informou que baseou sua decisão em um “conjunto de evidências”, que inclui testemunhas, vídeos de cultos com depoimentos de cura e pedidos de doações, reportagens sobre extorsões de bens por pastores e até uma “aula” em que o bispo Edir Macedo ensina outros pastores a arrecadar dinheiro dos fiéis.
    A Universal também alega que “há vasta bibliografia científica sustentado a afirmação bíblica de que a fé auxilia –e muito– na cura de doenças”.
    A igreja afirmou ainda que considera “absurda” a alegação de que estimulou Lucas a não usar preservativo em suas relações.

  2. Seita universal do reino de zeus

    Universal é condenada a indenizar fiel por prometer cura do HIV
    Fonte primeira edição

    A Igreja Universal do Reino de Deus terá de pagar uma indenização de R$ 300 mil a um ex-fiel que abandonou o tratamento contra a Aids, contaminou a mulher e chegou à beira da morte, pesando 40 quilos.
    Para a Justiça, o gaúcho de 36 anos foi convencido de que se livraria do HIV só com a fé em Deus –e doações à igreja.
    “Os pastores diziam que a medicina estava desatualizada, levavam testemunhos de gente que se curou de câncer, Aids. Quando as pessoas não aceitam doar seus bens, dizem que tem um espírito ruim que não está permitindo”, conta Lucas (nome fictício).
    Tudo começou em 2005, quando ele descobriu que tinha o vírus e iniciou o tratamento. Angustiado, começou a frequentar os cultos da Universal por indicação de um vizinho. Quatro anos depois, em setembro de 2009, parou de tomar os remédios e passou a fazer se/xo sem cami/sinha com sua mulher à época.
    A decisão, diz, foi um “sacrifício” sugerido por um pastor em nome da fé para alcançar a cura. Mas nem isso nem a doação de um televisor e um computador à igreja foram suficientes para livrá-lo da doença e impedir a contaminação da mulher.
    Dois meses depois de interromper o tratamento, Lucas foi internado com pneumonia grave. Ficou em coma induzido por 40 dias e saiu do hospital após quatro meses, com metade do peso normal.
    A decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul para que a Universal indenize Lucas por danos morais saiu no último dia 26. A igreja ainda pode recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça).
    “Não há nada contra a fé, mas contra a forma abusiva de induzir as pessoas a abandonar o tratamento em nome da fé”, disse à Folha o desembargador Eugênio Facchin Neto, relator do caso.
    Procurada, a Universal negou à reportagem que tenha pedido para Lucas abandonar o tratamento, mas reiterou que há uma “vasta bibliografia científica” que sustenta a “afirmação bíblica de que a fé auxilia –e muito– na cura de doenças”.
    ABUSO
    No acórdão, o juiz escreveu que a responsabilidade da Universal “reside no fato de ter se aproveitado da extrema fragilidade e vulnerabilidade em que se encontrava o autor, para não só obter dele vantagens materiais, mas também abusar da confiança que ele, em tal estado, depositava nos ‘mensageiros'”.
    Lucas diz que foi vítima de um golpe. “Inúmeras pessoas são enganadas todos os anos por essa igreja. Usam gente fragilizada, com filho no hospital, à beira da falência, para arrecadar os bens.”
    Ele conta que chegou a participar de uma “fogueira santa”, ritual para eliminar todos os tipos de males e que arrecada dinheiro e bens em nome de Deus.
    Segundo o advogado dele, Guilherme Pavanello Ortiz, a psicóloga que acompanha Lucas atendeu mais de 50 pessoas que abandonaram o tratamento para Aids por orientação da Universal. “Infelizmente, não é o único caso.”
    Durante o processo, a Universal chamou três testemunhas que disseram que tinham o vírus HIV e que foram curadas depois de participar dos cultos da igreja.
    “Lá eu soube que as pessoas que usassem a fé seriam curadas, como muitos foram. E lá eu obtive a cura”, afirmou uma delas no processo.
    OUTRO LADO
    A Igreja Universal do Reino de Deus declarou, durante o processo judicial, que Lucas deixou de tomar os remédios para a sua doença “voluntariamente, sem coação alguma”.
    Disse também que os pastores “apenas pregam a possibilidade de cura das enfermidades, de acordo com as orientações bíblicas, mas não prometem cura”.
    Em nota enviada à reportagem, a igreja afirma que Lucas “já era portador do vírus HIV quando foi acolhido pela Universal e que laudos e depoimentos presentes no processo atestam que, já naquela época, ele não se submetia aos tratamentos terapêuticos na forma indicada”.
    A igreja diz ainda, no documento, que “sempre destaca a importância da rigorosa observância dos tratamentos médicos prescritos”.
    Segundo a Universal, o “próprio relator do recurso no tribunal reconhece que não há prova da suposta orientação para interromper o tratamento”, porque isso “é mentira”.
    O magistrado do Rio Grande do Sul informou que baseou sua decisão em um “conjunto de evidências”, que inclui testemunhas, vídeos de cultos com depoimentos de cura e pedidos de doações, reportagens sobre extorsões de bens por pastores e até uma “aula” em que o bispo Edir Macedo ensina outros pastores a arrecadar dinheiro dos fiéis.
    A Universal também alega que “há vasta bibliografia científica sustentado a afirmação bíblica de que a fé auxilia –e muito– na cura de doenças”.
    A igreja afirmou ainda que considera “absurda” a alegação de que estimulou Lucas a não usar preservativo em suas relações.

  3. Fanatismo
    Universal é condenada a indenizar fiel por prometer cura do HIV
    Fonte primeira edição

    A Igreja Universal do Reino de Deus terá de pagar uma indenização de R$ 300 mil a um ex-fiel que abandonou o tratamento contra a AIDS, contaminou a mulher e chegou à beira da morte, pesando 40 quilos.
    Para a Justiça, o gaúcho de 36 anos foi convencido de que se livraria do HIV só com a fé em Deus e doações à igreja.
    “Os pastores diziam que a medicina estava desatualizada, levavam testemunhos de gente que se curou de câncer, AIDS. Quando as pessoas não aceitam doar seus bens, dizem que tem um espírito ruim que não está permitindo”, conta Lucas (nome fictício).
    Tudo começou em 2005, quando ele descobriu que tinha o vírus e iniciou o tratamento. Angustiado, começou a frequentar os cultos da Universal por indicação de um vizinho. Quatro anos depois, em setembro de 2009, parou de tomar os remédios e passou a fazer se/xo sem cami/sinha com sua mulher à época.
    A decisão, diz, foi um “sacrifício” sugerido por um pastor em nome da fé para alcançar a cura. Mas nem isso nem a doação de um televisor e um computador à igreja foram suficientes para livrá-lo da doença e impedir a contaminação da mulher.
    Dois meses depois de interromper o tratamento, Lucas foi internado com pneumonia grave. Ficou em coma induzido por 40 dias e saiu do hospital após quatro meses, com metade do peso normal.
    A decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul para que a Universal indenize Lucas por danos morais saiu no último dia 26. A igreja ainda pode recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça).
    “Não há nada contra a fé, mas contra a forma abusiva de induzir as pessoas a abandonar o tratamento em nome da fé”, disse à Folha o desembargador Eugênio Facchin Neto, relator do caso.
    Procurada, a Universal negou à reportagem que tenha pedido para Lucas abandonar o tratamento, mas reiterou que há uma “vasta bibliografia científica” que sustenta a “afirmação bíblica de que a fé auxilia –e muito– na cura de doenças”.
    ABUSO
    No acórdão, o juiz escreveu que a responsabilidade da Universal “reside no fato de ter se aproveitado da extrema fragilidade e vulnerabilidade em que se encontrava o autor, para não só obter dele vantagens materiais, mas também abusar da confiança que ele, em tal estado, depositava nos ‘mensageiros'”.
    Lucas diz que foi vítima de um golpe. “Inúmeras pessoas são enganadas todos os anos por essa igreja. Usam gente fragilizada, com filho no hospital, à beira da falência, para arrecadar os bens.”
    Ele conta que chegou a participar de uma “fogueira santa”, ritual para eliminar todos os tipos de males e que arrecada dinheiro e bens em nome de Deus.
    Segundo o advogado dele, Guilherme Pavanello Ortiz, a psicóloga que acompanha Lucas atendeu mais de 50 pessoas que abandonaram o tratamento para AIDS por orientação da Universal. “Infelizmente, não é o único caso.”
    Durante o processo, a Universal chamou três testemunhas que disseram que tinham o vírus HIV e que foram curadas depois de participar dos cultos da igreja.
    “Lá eu soube que as pessoas que usassem a fé seriam curadas, como muitos foram. E lá eu obtive a cura”, afirmou uma delas no processo.
    OUTRO LADO
    A Igreja Universal do Reino de Deus declarou, durante o processo judicial, que Lucas deixou de tomar os remédios para a sua doença “voluntariamente, sem coação alguma”.
    Disse também que os pastores “apenas pregam a possibilidade de cura das enfermidades, de acordo com as orientações bíblicas, mas não prometem cura”.
    Em nota enviada à reportagem, a igreja afirma que Lucas “já era portador do vírus HIV quando foi acolhido pela Universal e que laudos e depoimentos presentes no processo atestam que, já naquela época, ele não se submetia aos tratamentos terapêuticos na forma indicada”.
    A igreja diz ainda, no documento, que “sempre destaca a importância da rigorosa observância dos tratamentos médicos prescritos”.
    Segundo a Universal, o “próprio relator do recurso no tribunal reconhece que não há prova da suposta orientação para interromper o tratamento”, porque isso “é mentira”.
    O magistrado do Rio Grande do Sul informou que baseou sua decisão em um “conjunto de evidências”, que inclui testemunhas, vídeos de cultos com depoimentos de cura e pedidos de doações, reportagens sobre extorsões de bens por pastores e até uma “aula” em que o bispo Edir Macedo ensina outros pastores a arrecadar dinheiro dos fiéis.
    A Universal também alega que “há vasta bibliografia científica sustentado a afirmação bíblica de que a fé auxilia –e muito– na cura de doenças”.
    A igreja afirmou ainda que considera “absurda” a alegação de que estimulou Lucas a não usar preservativo em suas relações.

  4. Louvo ao Senhor Jesus Cristo, pela grande oportunidade que tivemos de esta por dois anos ao lado deste servo de Deus. Muito aprendemos, louvamos a Deus por poder contar com a sua amizade.

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