Pastor iraniano Saeed Abedini, preso por evangelizar muçulmanos, estaria sendo pressionado a negar a Jesus

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O pastor iraniano Saeed Abedini, que em janeiro deste ano foi condenado por um tribunal a oito anos de prisão por evangelizar seus conterrâneos,estaria sendo pressionado no cárcere para que negue sua fé em Jesus Cristo.

Saeed Abedini nasceu no Irã, mas conseguiu a cidadania americana onde se casou e constituiu família. No entanto, em setembro de 2012, quando voltou a fixar residência em sua terra natal para atuar como missionário, foi detido inicialmente sob suspeita de espionagem internacional e depois condenado por evangelizar muçulmanos.

“Depois de todas essas pressões, depois de todos os cravos nas minhas mãos e meus pés, eles estão apenas à espera de uma coisa… que eu negue a Cristo”, escreveu Abedini numa carta que foi divulgada pelo Centro Americano de Direito e Justiça (ACLJ), entidade que tem prestado apoio à esposa e filhos do pastor.

Entretanto, Saeed Abedini ressaltou que “nunca conseguirão isso [apostasia] de mim”, e  agradeceu ao apoio das mais de 260 mil pessoas que assinaram uma petição online que solicita sua libertação.


De acordo com informações do Christian Post, o presidente da ACLJ, Jordan Sekulow, afirmou esperar que o número de assinaturas chegue a 300 mil até o dia 05 de março, quando a entidade tem uma reunião com integrantes da Organização das Nações Unidas (ONU): “Agora é o momento de redobrar os nossos esforços para salvar este pastor corajoso, este cidadão dos EUA, a sair da prisão escura no Irã”, pontuou.

A mobilização tem envolvido até os políticos dos Estados Unidos, que num encontro com o Secretário de Estado do país, John Kerry, pediram mais esforços do governo no sentido de encontrar uma forma de libertar Saeed Abedini.

Entretanto Kerry afirmou aos mais 80 senadores e deputados que o governo norte-americano “usou todas as opções” nesse sentido, sem sucesso.

Num comunicado divulgado à imprensa, os parlamentares disseram que “todos os cidadãos americanos que viajam ou vivem no exterior devem ter certeza de que o governo dos EUA bate duro em sua defesa, caso sejam detidos ou presos injustamente”. O texto complementa ainda pedindo que o secretário Kerry “continue a usar todos os meios diplomáticos possíveis, em cooperação com nossos aliados e do Relator Especial da ONU sobre a situação dos direitos humanos na República Islâmica do Irã, para conseguir a libertação incondicional do Sr. Abedini, que foi arbitrariamente condenado”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+


3 COMENTÁRIOS

    • Os direitos humanos estão acima de dogmas e crenças, vivemos numa epoca diferente e a era da ignorancia da intolerancia da agressão a os direitos q cada ser humano tem incondicionalmente de optar e escolher sua fé e crença devem acabar. Os direitos humanos são leis universais e o mundo tem q clamar e lutar contra todo esse extremismo e fanatismo q matam seres humanos simplesmente pq eles ñ querem mais seguir mais as regras de algumas religião, pq ñ punindo aqueles q quebram as regras de outras formas, como um pai pune seu filho quando erra, pq ñ punir respeitando os limites e os diretos universais q cada ser humano tem, mas , matar é o fim da picada, ñ importa a crença, a orientação sexual, etc a vida, a integridade física o respeito, devem ser respeitados no Brasil, irã, Europa, Asia em todos os lugares, ñ concordo com muitas coisas q vejo, comportamentos pensdamentos etc mas nem por isso chingo, maltrato ou incito a violencia, devo respeitar,amar, tolerar, e tratar bem sem preconceitos, mas tbm devo discordar se eu ñ concordo. acima de tudo, tolerancia e respeito são palvras chaves para o nosso mundo hoje.

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