Projeto de legalização da maconha de Jean Wyllys é arquivado; Deputado tenta reverter decisão

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O projeto de lei de autoria do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) que previa a descriminalização da maconha foi arquivado no último dia 31 de janeiro.

A proposta de Wyllys previa anistia para pessoas indiciadas, processadas e/ou presas pelo porte ou uso da erva cannabis sativa.

Além disso, o PL 7270 tinha em seu escopo a proposta de “regular a produção e comercialização da maconha e seus derivados, tornando a cannabis uma droga lícita com uma regulação e restrições semelhantes às do álcool e o tabaco”, a fim de “descriminalizar a posse de qualquer tipo de drogas, inclusive as ilícitas, para consumo pessoal, assim como auto cultivo”.

À época da apresentação do projeto para tramitação na Câmara dos Deputados, Wyllys afirmou que se o projeto fosse aprovado, poderia fazer com que o tráfico de drogas perdesse força.


“A maconha (como as outras drogas atualmente ilícitas) é importada, plantada, produzida, industrializada, vendida e comprada de forma ilegal sem que o Estado consiga, em momento algum, que isso deixe de acontecer, como não conseguiram as legislações contra o álcool, nos EUA, que o uísque deixasse de ser produzido e vendido, mas, ao colocá-lo na ilegalidade, fomentaram a criação de um circuito de violência”, argumentou.

Para a psicóloga Marisa Lobo (PSC-PR), o PL 7270 nasceu de interesses políticos do autor, e não da preocupação real com os usuários e familiares de dependentes químicos: “O que vemos hoje, não é uma preocupação honesta com a população que usa drogas ou com a violência gerada por ela, e sim uma preocupação egoísta com o vício pessoal de muitos e o interesse político por trás dessa disfarçada descriminalização”, criticou.

Embora o PL 7270 tenha sido arquivado, o estafe de Jean Wyllys apresentou na última terça-feira, 03 de fevereiro, uma solicitação de desarquivamento, numa tentativa de manter o projeto em trâmite na Câmara dos Deputados.

[ATUALIZADO] O PL 7270 foi desarquivado pela Mesa Diretora da casa, “nos termos do Artigo 105 do RICD, em conformidade com o despacho exarado no REQ-124/2015”, segundo informações do site da Câmara dos Deputados. O projeto foi apensado ao PL 7187/2014, de autoria de Eurico Junior (PV-RJ), que trata do “controle, a plantação, o cultivo, a colheita, a produção, a aquisição, o armazenamento, a comercialização e a distribuição de maconha (cannabis sativa) e seus derivados”.

89 COMENTÁRIOS

  1. E com certeza aberração existir um ser como este fazendo parte do congresso nacional, e de se arrepiar em pensar um ser como este no poder e com poder para fazer as coisa de acordo com seu dominado pensamento, dominado sim por hostes do inferno, um ser como este não e digno de ser chamado de ser humano, animal tipo cobra urutu cruzeiro e mais adequado

        • Se eu morasse no Rio de Janeiro,eu,minhas irmãs,meu irmão e toda a família,com certeza
          a gente votava no Jean Wyllys.Caráter,inteligência,BOM SAMARITANO,culto……A briga dele
          não é contra os evangélicos sérios,mas contra os falsos evangélicos fanáticos e fundamentaluistas que,graças a DEUS,estão cada vez mais sendo perseguidos e rejeitados em todo o mundo.É DEUS fazendo a separação entre joios e trigo.

          • Quem tem que ir para a cadeia são os grandes traficantes milionários e com estes nada
            acontece.As cadeias estão superlotadas de usuários de drogas pobres que não tem nem
            o que comer,mas como não tem dinheiro para pagar PROPINA,são denunciados como
            traficantes.Muita injustiça mesmo.O governo tem que encontrar uma solução para cabar
            com os milionário do tráfico

        • Quais os critérios? Assiduidade e quantidade de projetos? Isso não quer dizer nada, visto que só apresenta projetos de lei que não condizem com os anseios da sociedade e só servem para ser jogados na latrina. Até agora não vi um só projeto que preste do cidadão.

  2. Brasil não tem organização para uma coisa dessas. O estado tem mais é que encontrar uma forma forma de atingir a bandidagem nas FINANÇAS. Pq esse é argumento em prol da legalização. Empobrecer os traficantes e acabar com essa guerra urbana de uma vez por todas. Mas, por mais que em outros países isso tenha tido bons resultados, não creio que daria certo num país tão grande como o nosso e tão mal organizado.

    Só pra constar, eu nem fumar posso.
    Porém não posso negar que a guerra vai continuar enquanto os traficantes tiverem o dinheiro para comprar armas e recrutar exércitos. Precisamos pensar numa forma de diminuir o orçamento do tráfico ou a coisa nunca vai melhorar.

      • É complicado mesmo. Talvez nunca tenhamos paz nas grandes cidades, pq não temos maturidade para legalizar a maior fonte de renda dos bandidos e o governo não tem outra forma de quebrar o poder do tráfico….

        • Slash,

          O PT tem duas fontes de renda, ou melhor, três.

          1 – Dinheiro da corrupção.
          2 – Dinheiro do Narcotráfico, vide aliança com as FARC no Foro de São Paulo.
          3 – Dinheiro dos militontos que fazem doações ao partido, essa é a menor parte.

  3. essa aberração gay não se cansa de apanhar mesmo. devereia propor um projeto de eliminação dos gays no brasil. seria a unica coisa que ele conseguiria aprovar com cem porcento do plenario.

  4. Independentemente de sermos a favor ou contra – eu sou contra as drogas, todas elas, inclusive a aquela chamada “fanatismo religioso – de um fato há como escapar: os maiores beneficiados com esse arquivamento, os que mais felizes e festejando estão, são justamente os agentes que mantém e promovem o narcotráfico, pois a guerra contra as drogas eles já venceram faz muito tempo.

    • E Sandro somente não gostei não que eu seja a favor de fanatismo religioso, mas e que o assunto e outro, mas como esta eu a dizer-lhe neste ponto de vista seu quero sim afirma-lo que vossa dignissima pessoa não esta errado não, pois realmente alguma coisa tem que ser feita, somente não concordo com a legalização porque o brasil e uma porcaria em termos organizacional e tu e sabedor plenamente disso pois bem sei que es informado e letrado o suficiente para tal, agora que se correr o bicho pega se parar o bicho come, na brincadeira acuma nois vai faze,modos qui o trem ta fei eu vou te dize pro c, os dias são maus e o tempo urge a coisa ta braba, sabe o que oceis tem qui faze faiz igual eu fiz corre corre e corre eu vim morar aqui onde o vento faiz a curva bem longe num reino tão tão distante, mais só posso ensinar os caminhos das pedras a aquele que assim o desejar

      • Studebaker, eu falei da religião, ou melhor, do fanatismo religioso, em um contexto que trata de drogas, porque, em última análise, o fanatismo religioso aliena a mente da mesma forma – talvez de forma até pior! – que o fazem as drogas inaladas, injetadas, ingeridas, etc. Quanto à melhor forma de enfrentar esse gravíssimo problema, confesso que não sei, mas de uma coisa eu sei: do jeito que esta não dá para continuar, pois os traficantes estão cada vez mais poderosos, atrevidos, implacáveis e cruéis. Há, ainda, que se considerar o seguinte: os usuários também têm culpa ou responsabilidade nesse contexto, pois são eles que exigem um mercado que os abasteça. Agora, repressão, punição, etc., para viciados também não é um modelo que dê certo, porque essas pessoas, ao mesmo tempo em que são responsáveis por manter o mercado de drogas existindo – sim, já que pela lógica do comércio, se há mercado é porque há demanda por consumo – também são vítimas do sistema. Então, meu caro, o caso é para essas mentes inteligentes que se ocupam, por profissão ou interesse social, com essas questões pensar e laborar outras estratégias, outras abordagens, outras soluções.

  5. Independentemente de sermos a favor ou contra – eu sou contra as drogas, todas elas, inclusive a aquela chamada “fanatismo religioso – de um fato não há como escapar: os maiores beneficiados com o arquivamento, os que mais felizes e festejando estão, são justamente aqueles que mantém e promovem o narcotráfico, pois a guerra da repressão contra a drogas eles já venceram faz tempo.

    • Não viaja Sandro, As FARC por exemplo estão doidinhas para que isto se concretize (descriminalização), pois, assim poderiam deixar de ser uma organização clandestina e passariam a ser organizações oficiais, com CNPJ, etc. Já tentaram inclusive transformarem-se em partido politico com o aval do Sr. Luiz Inacio, tudo isso registrado em atas do Foro de São Paulo é só conferir.

      Já pensou FARC e PCC como instituições legais e com o monopólio da fabricação e distribuição da erva? Que beleza heim! Ou você acha que haverão empresários loucos para investir neste negócio? Conversa pra boi dormir.

      • Se é assim, Marcos Oliveira, então porque não temos a FARC com CNPJ no Uruguai?

        Ademais, observe que eu não apresentei sugestão alguma sugerindo qualquer coisa em substituição a esse falido – completamente falido! – modelo de enfrentamento das drogas via repressão. Eu apenas fiz um comentário dizendo – e isto é fato! – que são os traficantes os que mais festejaram o arquivamento já que para eles não muda nada.

        E quanto a essa história do Foro de São Paulo, e as elocubrações paranóicas do Olavo de Carvalho, não imaginei que você fosse mais um ingênuo a crer no velho astrólogo.

        Se quer saber quem é Olavo de Carvalho, leia o excelente texto do historiador Bertone Sousa e publicado com o título “Olavo de Carvalho um filósofo para racistas e idiotas”.

        Para acessar o texto, basta digitar o título referido no Google.

        • Conheço o artigo, conheço o Olavo de Carvalho e conheço as atas do Foro de São Paulo, ou seja, não preciso da opinião do Olavo de Carvalho para entender do que se trata o Foro, seus parceiros e sua estratégia (documentada) sendo colocada em prática na América Latina.

          Se você quer conhecer um pouco mais do Olava de carvalho também sugiro uma publicação que não é de autoria dele mas contém 600 páginas de artigos dele.

          Chama-se: “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”.

          Não estou lhe ofendendo, o titulo do livro é este e não sei porque mas acho que você deveria lê-lo.

          • Já li esse livro, aliás, uma compilação de outros escritos deles, e eu classificaria o Olavo de Carvalho como um humorista se ele, de fato, não acreditasse nas lorotas que conta. O homem é um pedante e teórico conspiracionista, como o são todos os seus imbecilizados discípulos.

          • Sua resposta não me surpreende, pois, é o máximo que pode chegar quem não gosta da obra do Olavo de Carvalho que é tentar desqualificá-lo, pois, os raros que tentaram desqualificar a sua obra, a maioria não entendeu ou não obtiveram êxito.

          • Zambujeiro
            Vc deveria de ler o tal livro para deixar de ser idiota. Seria um excelente tratamento para um verme de tua estirpe.kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
            Seu pedante miserável.

          • Latoeiro,

            Iria te aconselhar a deixar de ser carnal, porém, sei que isto é impossível a você, afinal, quem nasce da carne é carne.

        • Complementando, eu tinha certeza que você iria citar o Uruguai como exemplo, um país menor que a maioria dos estados brasileiros que está sendo usado para os bobos acreditarem que a discriminalização funciona, quando os bobos acreditarem e introduzirem em outros países a gente volta a conversar.

          • Ok, Marcos, vamos admitir que, como você diz, a descriminalização não funciona; o que funciona, então? Vamos, sugira soluções, meu caro, pois as crianças e os jovens não podem esperar enquanto o tráfico deita e rola, lucrando fortunas e aniquilando multidões. O problema com vocês, falsos moralistas, é que vocês só sabem criticar e acusar, nada mais.

          • Sandro,

            As drogas sempre existiram e sempre existirão, isto é um fato, porém, o que vemos hoje é um aumento vertiginoso no consumo de substâncias entorpecentes. Ficar discutindo saídas para os efeitos não nos levará a lugar algum, pois, este processo de aumento de consumo de drogas é proporcional à degradação moral da humanidade.

            O problema é muito mais profundo do que uma solução imediatista ou simplista como supõe que eu a tenha. Descriminalizar não resolve em absolutamente nada. O Alcool é discriminalizado e há quem faça mal uso dele e se entregam ao alcoolismo que destrói famílias e gerando homicídios.

            Não há traficante se não há quem consuma o produto do tráfico. O problema está no cerne, pois, a pergunta que fica é: Por que os jovens estão cada vez mais buscando as drogas?

            Vê como a coisa é muito mais profunda? O que o mundo ensina é o que Cazuza cantava “Meus heróis morreram de overdose”. Estes tem sido nossos heróis? Infelizmente para muitos sim.

            O problema é cultural, vem das bases, e digo mais, bases estas que estão sendo cada vez mais extintas, como a família. Não se ensina mais valores morais em casa, na verdade nem casa temos mais, no sentido abrangente de lar. Hoje tudo se pode em nome da “liberdade”, ora, que liberdade é esta? O que se vende é que maconha é legal, só uma erva, e assim começa. Vicio é uma doença e caso de saúde publica, aí o cara entra no vicio e ainda sai como vitima. Criam-se leis e mais leis de proteção a “usuários”, criam-se espaços destinados ao consumo. Os idolos da mídia escancaram suas bocas e sem vergonha alguma fazem apologia às drogas.

            O buraco é muito mais embaixo Sandro e a coisa só tende a piorar, assim como as decisões que estamos tomando hoje em relação a muitos temas e a legalização do aborto é um deles, terão suas consequências vindouras.

            Enquanto não retomarmos a alta cultura, os valores morais e éticos primordiais para a construção de uma civilização saudável ao invés de ficarmos debaixo desse jugo esquerdista de mentes doentes nada mudará e só piorará.

  6. Independentemente de sermos a favor ou contra – eu sou contra as drogas, todas elas, inclusive a aquela chamada “fanatismo religioso” – de um fato não há como escapar: os maiores beneficiados com o arquivamento, os que mais felizes e festejando estão, são justamente aqueles que mantém e promovem o narcotráfico, pois a guerra da repressão contra a drogas eles já venceram faz tempo.

  7. Só reiterando: eu sou contra o uso de drogas e em hipótese alguma – a não ser em casos de doença em se tratando de medicamentos – favorável a elas, e penso que uma solução para o problema esta ainda longe de ser alcançada, sendo que o atual modelo de repressão falhou em prevenir e combater as drogas, o que não significa cruzar os braços e deixar os traficantes livres e a Deus dará.

    • onde anda o ministério publico que não representa contra este pulha da sociedade, ora onde já se viu perdoar as centenas de mortes e crimes cometidos por traficantes, e o que é pior transformar em livre comerciantes, só no brasil

  8. Trágico para nós brasileiros que em vez de discutirmos a questão com os bons valores que aprendemos em sala de aula, ficamos retraídos e com medo da polícia, sem discutir uma política de segurança pública eficiente, longe de deixarmos a cargo da polícia para resolvermos os nossos problemas sociais. Apoio o projeto de Jean Wyllys não por ele ser um ex BBB, mas por conter sabedoria e uma excelente iniciativa mais humana. Pois assim da maneira como está, a guerra entre homens ganha força, e não é isso que Deus quer de nós, este preconceito hipócrita.

  9. Repito o que sempre disse. Sou contra a comercialização, mas favorável à doação aos que comprovadamente sejam viciados/usuários.

    Não mais temos estômago e alma para ficarmos assistindo na mídia a mesma coisa: prisão e terror no mundo do tráfico. Estamos cansados de pagar pensão às viúvas dos militares mortos.

    Os drogados são pessoas contaminadas quando crianças, pois de 13/15 anos, mas a gente espera que eles enlouqueçam pelo uso, ou os trancafie nas prisões se se tornarem traficantes;

    O ser humano não presta, não tem compaixão, tanto é que insiste nessa proibição que até agora não surtiu efeito em país nenhum, seja rico ou pobre, seja de boas políticas sociais ou não, pois o problema não é social, mas sim uma prática errante induzida por adultos contra crianças.

      • Acontece que esse não é um assunto para ser tratado de maneira simplista, se existem pessoas que fumam descaradamente o cigarro comum na nossa cara, imagine a maconha!!!!

        • Dias, com certeza não é um assunto para ser tratado de maneira simplista, como você acertadamente diz. Mas eu admiro pessoas com a coragem de dizer o que pensam em um assunto tão absurdamente complexo como esse. A coragem do Levi Varela, e a lucidez dele, é algo que muitos gostariam de manifestar, mas não o fazem, seja por medo (o que não tem porque), seja por insegurança. Quanto ao uso de maconha nas ruas (pelo menos no centro da cidade grande em que moro) “já esta tudo” – como diz o outro – “dominado”. Vejo isso todos os dias, e, quer saber, não me incomoda, sendo que até acho que tem um cheiro agradável, embora eu não use e não venha a usar, pois sou um quase fanático pelos cuidados com a saúde do corpo e da mente.

          • Uns tempos atrás um rapaz de seus 19 anos de idade tentou me convencer que não há problema algum em usar maconha porque esta, comparativamente a outras drogas, é quase inofensiva. Então eu disse a ele que a maconha faz mal para a saúde e que o homem inteligente não usará maconha por pelo menos um motivo muito importante: o sábio não usará nada que condicione sua mente, já que um sábio não se faz escravo. Modéstia à parte, o jovem me elogiou pelo comentário e disse que, por esse motivo, ele não experimentaria mais o produto. É claro, ele também quer ser um homem sábio!

        • Faço,não,Sandro,pois meus comentários tem o objetivo de desmascarar os
          fariseus fanáticos que hoje representam um perigo à sociedade.Eles me acusam de eu ser contra o evangelho de JESUS CRISTO,mas eles só sabem mentir.A luta não é contra as BOAS NOVAS DE JESUSCRISTO e nem contra
          os evangélicos sérios,mas contra os falsos profetas e seus asseclas alienados
          que se proliferam de Norte a Sul do Pais.Estou fazendo a minha parte e,se
          eu morrer hoje,morro feliz.

    • Que se cadastre os viciados, e somente a esses que se deve garantir o uso de drogas que estão dependentes, modo de curar a chaga, modo de acabar com o tráfico e suas consequências danosas/violentas à sociedade como um todo.

      Nós nos preocupamos que os acidentes automobilísticos não nos afetem criando normas, como a lei seca, para punir os que conduzem veículos sob o efeito do álcool. Ou seja, sabemos do mal do álcool, mas se trabalha pra evitar danos maiores.

      Sendo do modo como acima falei, então deve-se perguntar o que motiva minha família, a minha comunidade e a sociedade como um todo não assistir o ser humano nada fazer pra evitar a ampliação/proliferação de danos?

      Eu não valho nada?

      Ou seja, eu que não sou usuário e não tenho nada com o tráfico também, mas devo morrer decorrente e por força do vício e do uso de drogas ilícitas do meu próximo?

      O que significa na essência as tão propaladas palavras hoje tão na moda, reduzir danos?

      Cadê a implantação na prática, cadê a mágica da redução de danos?

      A indução tem levado ao vício; o vício tem levado ao consumo; o consumo tem lavado ao tráfico; o tráfico tem levado à desconstrução do estado.

      O que querem mais as nossas autoridades? O que querem mais esperar? É esse estado de inércia que se deva denominar de ser humano?

      Preservativo na forma de camisinha é proibido pela igreja católica, mas o estado pra evitar maiores danos, recomenda, então o que motiva, repito, a inércia?

      Somente quando os parentes dessas crianças/viciadas apelarem por ressarcimento de danos materiais e morais o estado vai se mobilizar? Será apenas quando os atingidos por balas perdidas tomarem o mesmo caminho jurídico, portanto estourando os cofres públicos, vão tentar soluções?

      O povo elegeu os politicos pra encontrar soluções às crises.

      Se munam de ideias e venham apresentar ao povo, se exponham, convençam aos seus pares.

      Burrice é permanecer como está, onde jovens com menos de dezoito anos estão sendo mortos nas periferias das cidades por não se adequarem ao rítmo de vida do tráfico, o que não perdoa a dívida de simples dez reais, o que quer sempre mais clientes, mais viciados, mais mulas, mais traficantes.

      Vamos ter que morar num pais islâmico que costuma matar os traficantes e usuários?

      Segundo uma entrevista de policial semana passada na tv, as cadeias possuem setenta por cento de sua carceragem de pessoas ateladas direta ou indiretamente às drogas ilícitas;

      Que se aninhe os doentes deste país, forneça e ao mesmo tempo trabalhem a cura, permanecendo proibido o uso, ficando apenas o estado com o direito de cultivar e doar, portanto nada de empresário coisa algum, nada de traficante, sim o estado na posse de tudo, no controle de tudo.

      Suscito assistirem entrevista de Mujica à Band, no ano passado, falando sobre o assunto.

  10. Aqui no Brasil , se o capeta se candidatasse , com certeza seria eleito .
    Se esse deputadinho, que é secretário dele foi reeleito , com certeza o capeta também não teria nenhuma dificuldade . Olhem também o Lula ai .

    • Que se cadastre os viciados, e uma vez feito o cadastro, somente a esses é que se deve garantir o uso de drogas a que estão dependentes.

      Este é o modo de curar a chaga do viciado, bem assim extinguir o tráfico e consequências danosas/violentas advindas dele, afinal vem afetando de há muito à sociedade como um todo.

      Nós nos preocupamos que os acidentes automobilísticos não amplie o seu raio de ação criando normas como a lei seca, pois para punir os que conduzem veículos sob o efeito do álcool. Ou seja, sabemos do mal que causa o acidente de automóveis, mas se trabalha pra evitar danos maiores decorrente de uma droga lícita.

      Sendo do modo como acima falei, então deve-se perguntar o que motiva a minha família, a minha comunidade e a sociedade como um todo não assistir o ser humano em nada atuar visando evitar a ampliação e a proliferação de danos?

      É que eu como ser humano nada valho?

      Ora, eu não sou usuário e não trafico, mas devo morrer por força do vício e do uso de drogas ilícitas do meu próximo que me ladeia?

      Cumpre peguntar, o que significa na essência as tão propaladas palavras e hoje na moda, reduzir danos?

      Cadê a implantação na prática dessa ideia? Cadê a mágica que deveria vir da redução de danos?

      Tem-se o seguinte: A indução tem levado ao vício; o vício tem levado ao consumo; o consumo tem lavado ao tráfico; o tráfico tem levado à desconstrução do estado; o estado mortalmente ferido tem lavado a extinção da sociedade. Vamos parar aonde?

      O que querem as nossas autoridades? Esperar mais o que? É esse estado de inércia que por trás dele existe o ser humano dotado de cognição?

      Preservativo na forma de camisinhas é proibido pela igreja católica. Mas mesmo assim o estado pra evitar maiores danos vem de há muito recomendando o uso, então o que motiva, repito, a inércia quanto a um tema que além de Saúde `Pública é também de Segurança Público e que agora transformou-se em Caos Público? Desculpe-me. mas está institucionalizado.

      Somente quando os parentes dessas crianças/viciadas apelarem por ressarcimento de danos materiais e morais o estado vai se mobilizar? Será apenas quando os atingidos por balas perdidas tomarem o mesmo caminho jurídico, portanto estourando os cofres públicos, vão tentar soluções?

      O povo elegeu os politicos pra encontrar soluções às crises.

      Por isso que eles se munam de ideias e venham apresentar ao povo, se exponham, outrossim tratem eles de convençam os seus pares.

      A verdade é a seguinte, tolice e burrice é permanecer como está. Os jovens com menos de dezoito anos estão sendo mortos nas periferias das cidades por não se adequarem ao rítmo de vida do tráfico, tráfico estes que não perdoa dívidas mínimas, o que quer sempre mais clientes, exige mais viciados, mais mulas, mais traficantes.

      Temos que ir fixar residência em países islâmicos que costumam matar os traficantes e usuários?

      Segundo entrevista de um policial na semana passada via a tv, as cadeias possuem setenta por cento de sua carceragem com pessoas atreladas direta ou indiretamente às drogas ilícitas;

      Que se aninhe os doentes deste país, forneça e ao mesmo tempo trabalhem suas curas com equipes multidisciplinar, mas permanecendo proibido o uso, e que para a consolidação de tudo, que apenas o estado detenha o direito de cultivar e doar, portanto nada de empresário coisa algum, nada de traficante, sim o estado na posse de tudo, no controle de tudo.

      Suscito a todos assistirem entrevista de Mujica/presidente Uruguai dada à Band, no ano passado, falando sobre o assunto.

  11. Que se cadastre os viciados, e uma vez feito o cadastro, somente a esses é que se deve garantir o uso de drogas a que estão dependentes.

    Este é o modo de curar a chaga do viciado, bem assim extinguir o tráfico e consequências danosas/violentas advindas dele, afinal vem afetando de há muito à sociedade como um todo.

    Nós nos preocupamos que os acidentes automobilísticos não amplie o seu raio de ação criando normas como a lei seca, pois para punir os que conduzem veículos sob o efeito do álcool. Ou seja, sabemos do mal que causa o acidente de automóveis, mas se trabalha pra evitar danos maiores decorrente de uma droga lícita.

    Sendo do modo como acima falei, então deve-se perguntar o que motiva a minha família, a minha comunidade e a sociedade como um todo não assistir o ser humano em nada atuar visando evitar a ampliação e a proliferação de danos?

    É que eu como ser humano nada valho?

    Ora, eu não sou usuário e não trafico, mas devo morrer por força do vício e do uso de drogas ilícitas do meu próximo que me ladeia?

    Cumpre peguntar, o que significa na essência as tão propaladas palavras e hoje na moda, reduzir danos?

    Cadê a implantação na prática dessa ideia? Cadê a mágica que deveria vir da redução de danos?

    Tem-se o seguinte: A indução tem levado ao vício; o vício tem levado ao consumo; o consumo tem lavado ao tráfico; o tráfico tem levado à desconstrução do estado; o estado mortalmente ferido tem lavado a extinção da sociedade. Vamos parar aonde?

    O que querem as nossas autoridades? Esperar mais o que? É esse estado de inércia que por trás dele existe o ser humano dotado de cognição?

    Preservativo na forma de camisinhas é proibido pela igreja católica. Mas mesmo assim o estado pra evitar maiores danos vem de há muito recomendando o uso, então o que motiva, repito, a inércia quanto a um tema que além de Saúde `Pública é também de Segurança Público e que agora transformou-se em Caos Público? Desculpe-me. mas está institucionalizado.

    Somente quando os parentes dessas crianças/viciadas apelarem por ressarcimento de danos materiais e morais o estado vai se mobilizar? Será apenas quando os atingidos por balas perdidas tomarem o mesmo caminho jurídico, portanto estourando os cofres públicos, vão tentar soluções?

    O povo elegeu os politicos pra encontrar soluções às crises.

    Por isso que eles se munam de ideias e venham apresentar ao povo, se exponham, outrossim tratem eles de convençam os seus pares.

    A verdade é a seguinte, tolice e burrice é permanecer como está. Os jovens com menos de dezoito anos estão sendo mortos nas periferias das cidades por não se adequarem ao rítmo de vida do tráfico, tráfico estes que não perdoa dívidas mínimas, o que quer sempre mais clientes, exige mais viciados, mais mulas, mais traficantes.

    Temos que ir fixar residência em países islâmicos que costumam matar os traficantes e usuários?

    Segundo entrevista de um policial na semana passada via a tv, as cadeias possuem setenta por cento de sua carceragem com pessoas atreladas direta ou indiretamente às drogas ilícitas;

    Que se aninhe os doentes deste país, forneça e ao mesmo tempo trabalhem suas curas com equipes multidisciplinar, mas permanecendo proibido o uso, e que para a consolidação de tudo, que apenas o estado detenha o direito de cultivar e doar, portanto nada de empresário coisa algum, nada de traficante, sim o estado na posse de tudo, no controle de tudo.

    Suscito a todos assistirem entrevista de Mujica/presidente Uruguai dada à Band, no ano passado, falando sobre o assunto.

    • Levi,se não fosse a maldita corrupção ( que é o câncer da sociedade),a descriminalização
      da moconha teria êxito,sim,pois o dinheiro seria empregado em tratamentos químicos voluntários ou não,e com ajuda de igrejas sérias não envolvidas no maldito proselitismo
      religiosos.O melhor tratamento para os drogados é o amor incondicional de JESUS via
      igreja séria que,graças a DEUS,ainda existem.

      • Jânio,

        Não acho que deva descriminalizar, apenas tolerar o uso para os que já são usuários, modo de acabar o tráfico e assistir os viciados.

        Precisamos trabalhar os enfermos/viciados, mas como? Atraindo via aquilo que carecem, a droga. Uma vez feito isso, assim ocorreu com o cigarro que diminuiu o consumo, começa-se o tratamento, com um assistir diário e contínuo até a cura.

  12. QUE SABE ESSE CARA DO PL É UMA NAA GRATA NO MEIO DA POLITICA. POR CAUSA DELE SAI MILHOES DO GOVERNO PARA ACEITARMOS O HOMOSEXUAL. TA QUE LEVANTA UMA BANDEIRA PARA EXISTA RESPEITO EM RELAÇAO SUA OPÇAO SEXUAL CONCORDO.
    MAS TIRAR DOS COFRE PUBLICO BA ACHO ISSO DEMAIS. E ESSA HISTORIA DE LIBERAÇAO DE DROGAS ILICITAS ESTE CARA TINHA QUE ESTAR MELHOR INFORMADO SOBRE ESSAS DROGAS ,O QUE ELAS FAZEM COM NOSSA MENTE, ESTA DEVERIA SER A MAIOR PREOCUPAÇAO .E NAO COM A LEGALISAÇAO DESTA DROGA , COMO TODAS AS OUTRAS QUE PREJUDICAM A SAUDE MENTAL E AS PESSOAS NO MEIO SOCIAL, POR QUE ELAS NA AGEM REALMENTE COMO ELAS SAO,ESSAS DROGAS SAO UM PERIGO E PODEM CAUSAR DANOS SOCIAS CULTURAIS COMO A LEGALIZAÇAO DO CIGARRO E BEBIDAS ALCOOLICAS. ELAS LEVAM AS PESSOAS A DEPENDENCIA E UMA GRANDE DIFICULDADE DE CONSEGUIR CONTROLAR SEUS INSTINTO PRIMITIVOS. CAUSANDO DESGRAÇA, PARA SEUS FAMILIARES E PARA SOCIEDADE

  13. QUE SABE ESSE CARA DO PL É UMA PESSOA GRATA NO MEIO DA POLITICA. POR CAUSA DELE SAI MILHOES DO GOVERNO PARA ACEITARMOS O HOMOSEXUALISMO. TA QUE LEVANTA UMA BANDEIRA PARA QUE EXISTA RESPEITO EM RELAÇAO SUA OPÇAO SEXUAL CONCORDO.
    MAS TIRAR DOS COFRE PUBLICO BA ACHO ISSO DEMAIS. E ESSA HISTORIA DE LIBERAÇAO DE DROGAS ILICITAS ESTE CARA TINHA QUE ESTAR MELHOR INFORMADO SOBRE ESSAS DROGAS ,O QUE ELAS FAZEM COM NOSSA MENTE, ESTA DEVERIA SER A MAIOR PREOCUPAÇAO .E NAO COM A LEGALISAÇAO DESTA DROGA , COMO TODAS AS OUTRAS QUE PREJUDICAM A SAUDE MENTAL E AS PESSOAS NO MEIO SOCIAL, POR QUE ELAS NA AGEM REALMENTE COMO ELAS SAO,ESSAS DROGAS SAO UM PERIGO E PODEM CAUSAR DANOS SOCIAS CULTURAIS COMO A LEGALIZAÇAO DO CIGARRO E BEBIDAS ALCOOLICAS. ELAS LEVAM AS PESSOAS A DEPENDENCIA E UMA GRANDE DIFICULDADE DE CONSEGUIR CONTROLAR SEUS INSTINTO PRIMITIVOS. CAUSANDO DESGRAÇA, PARA SEUS FAMILIARES E PARA SOCIEDADE

  14. O cara é a favor da liberação da maconha, que caso consiga, provavelmente também lutará pela liberação da cocaína, crak, heroína e demais lixos.

    É a favor da cirurgia de mudança de sexo em crianças(isso é um total absurdo!)

    É a favor do aborto(Quem apoia o assassinato de crianças, também é assassino)

    Esse imbecil provavelmente, pouco se importa com os pais que perderam, ou estão perdendo seus filhos para as drogas!

    Esse imbecil provavelmente, pouco se importa com tantos jovens se destruindo jogando seu futuro no lixo!

    Quero aqui, deixar de fora a questão religiosa. Dependência química é uma questão de saúde pública, e é necessário o envolvimento de toda a sociedade em trabalho conjunto para a resolução do problema.

    Para esse parasita, deve ser mais “fácil” terminar de matar quem já está morrendo, do que despender esforço para cambater o tráfico e cuidar dos dependentes!

    • e a bicharada bate palmas pra esse cara…

      Doente, liderando doentes!!

      Esse é o pedofilo representante dos gays.. fazendo de tudo pra prejudicar a família tradicional…

      Parabéns, bicharada!!!

      • ta serto e seu comentário imbecil,fanático,de coisa ruim mesmo.O fanatismo é a pior
        droga.Cuidado,quando seu fanatismo chegar ao nível da depressão,você ficará igual
        aos fanáticos do estados islâmico.Não queira ser o primeiro gospel a se explodir.Louco, sem amor pelo próximo, repito:coisa ruim,do mal mesmo e tudo em nome de JESUS.É o fanatismo.

        • Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.
          Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.
          E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.
          Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;
          Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.
          Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
          E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
          E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;
          Estando cheios de toda a iniqüidade, fornicação, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade;
          Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães;
          Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia;
          Os quais, conhecendo o juízo de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem.

          Romanos 1:21-32

        • só li
          “bla bla bla… Jean wyllys, o doente, está certo, bla bla bla… meu pais tem nojo de mim… bla bla bla… uso calcinha da minha mãe….bla bla bla … sou uma bicha doente e pedofila, pois não sei o que é amor… bla bla bla”

          • JANINHO
            ELE NÃO QUIZ DIZER EXATAMENTE QUE ESTÁ COM A SIDA, MAS QUE PELA VIDA PREGRESSA E SUA PROMISCUIDADE FATALMENTE VAIS ADQUIRIR UMA DESTAS DST E POSSIVELMENTE VAI MORRER POR CAUSA DELA.

          • Clamando e ta serto,dois evanjegues depravados sexualmente às
            escondidas,dois masturbadores baratos e viciados em pornografia
            Lixos,hipócritas.Sou um homem de caráter,limpo de corpo e alma.Não
            bebo,não fumo e não sou da promiscuidade,sou de família que defende a moral e os bons costumes,as minhas irmãs se casam virgens.Não sou da laia de vocês que levam uma vida podre e pregressa às escondidas,fanáticos,lixos humanos,vão se converter,coisas ruins,do mal.Quem tem caráter não vive se prostituíndo seja homem,mlher ou homem gay.Vão cuidar dos fiofós
            de vocês que,se não tiver com AIDS,com certeza está com a maldita doença de próstata,um câncer incurável,seus malditos que
            vivem jogando praga nos outros,sendo que não me conhece,bandidos,delinquentes espirituais.

          • clamando e tá serto,dois falsos crentes das laias dos fariseus que desejam AIDS para os gays como se todos os gays fossem promíscuos,evanjegues,fanáticos…..praga de fariseusem caráter não pega,volta para vocês,coisas ruins que devem está com os rabos
            infectado pela maldita próstata,pior que câncer,seus delinqenes
            espirituais.Vale lembrar que existem gays que se protitui,mas tem mais
            caráter que vocês dois que vive dia e noite lendo a bíblia.Caráter
            tem a ver com infidelidade,interesses e não só a sexo,seus imbecis,lunáticos.

  15. Enfia no cu essa familia tradicional. Sempre o mesmo discurso desses anencéfalos. Respeitar a individualidade de cada um é o que voces deveriam fazer. Querendo vocês ou não a maconha vai ser legalizada, já esta acontecendo no mundo tudo. CHUPAAAAA

  16. Viciados em drogas são doentes que precisam de amor e compaixão,não de repressão.O certo
    seria a parceria Estado|igrejas ( ciência e espírito),mas confiar em certas igrejas mediante rios
    de dinheiro público é o mesmo que deixar as raposas cuidando dos galinheiros,ou os gatos cuidando dos ratos…….É o fim dos tempos mesmo.

  17. Cara tantos problemas muito mais importantes para serem resolvidos pelos nossos governantes, eles preocupam com a legalização do que é ilegal…Jamis olham para as coisas terríveis que o povão enfrenta…escolas falidas, hospitais sem a menor condição de acolher, farmácia popular sem remédio, não há condução decente, roubos e mais roubos sem solução sem explicação, porque não há explicação, uma carga tributária insana, não vejo nenhum deputado levantar bandeira a favor do povão….os caras dizem que defendem a minoria….será? Bando de egpistas e hipócritas que só pensam neles e como encherem os seus bolsos do dinheiro alheio!
    è isso!

  18. Fico admirado com a quantidade de palavrões e ofenças feita por pessoas que denominam de deus.
    Engraçado ouvir falar em “olha eles não se preocupam com os filhos das pessoas ” quando seu próprio deus manda o dele pra cruz.
    Marissa lobo aaaaa Marisa lobo …. Aquele mesma que defende que o evangélico cristão enfim comece a copiar o islã e partir para a agressivo de com quem não concorda com o pensamento igual a p da igreja
    É essa mesma Marisa lobo que deve der dito para as vitimas do Charlie habbor “bem feito foi brincar com religião” assim como muitos de vocês.
    Contra fatos não existem argumentos… A igreja hoje conservadora arrecada milhares de reais e não pagam impostos ! E pq nenhum de vocês criticam isso? isso pq covem a vcs !!! Silas Malafaia , Macedo, Santiago continuam a enriquecer as custa de sofrimento e falta de oportunidade … Ou sera que vcs nunca virão o senhor Feliciano pedindo senha de cartão credito ??? Ah não vai no YouTube !!! O grande vilão sempre foi e sempre sera a igreja, desde a inquisição , cruzadas , Santo Martinho Lutero uns dos poucos que viu o mundo através de véu que a igreja insiste em mander aos olhos das pessoas. Por já como vcs dizem que deus nos deu a liberdade de escolha quem são vcs para querem tirar??? Se menina quer fazer aborto que faça é melhor que a criança cresça em um ambiente sem condições e fadada a morrer não no nascimento mais pela polícia e violência … Principalmente ser a mulher foi estuprada ela deve e tem a liberdade de escolha de querer ou não esse filho ..outra coisa vocês parecem viado …ta mais preocupado com o c() dos outros do que com o seu. Se o cara quer ser gay problema e dele outras coisa a maconha vcs queram ou não é só uma questão de tempo assim como foi o cigarro e o álcool e por fim, Jesus bebiba vinho (que feio hein Jesus… Da o exemplo Poh!!).

  19. Um artigo bem interessante.

    Legalizar a maconha JÁ(mais) !

    Maconha, a erva, de pronto, me evoca duas expressões populares:

    1) A grama do vizinho é sempre mais verde

    Defensores da legalização do consumo e venda baseiam-se em exemplos e experiências de outros países, embora não raras vezes eles fecham os olhos para o fato de que o ícone legalize queridinho dos maconheiros, a Holanda, hoje se arrepende de seu progressismo. Fato igualmente não desprezível é a diferença cultural entre nós e eles. Você pode achar que a grama do vizinho é mais bonita, mas é porque provavelmente ele dispõe de mais recursos para tratá-la. Talvez você sequer devesse tentar ter um gramado por enquanto…

    2) Se mudar a cor da grama, o burro morre de fome

    Percebo que há advogados da cannabis avançando na argumentação, defendendo supostos benefícios terapêuticos. Além de ser um viés controverso (dada, por exemplo, a existência de drogas psiquiátricas já longamente desenvolvidas), evidentemente não é a alegação principal que sustenta o movimento pela legalização. A juventude que ora se encanta com os “arautos do tapinha” quer mesmo é desafiar o sistema e salvaguardar seu prazer mas, claro, comprarão qualquer bagulho barulho que lhes ajude a confrontar os conservadores. Grande parte dos ideais da juventude – talvez em todas as gerações – são formados por bandeiras bovinamente defendidas, sem perspectiva, muitas vezes sem respaldo familiar, ou seja, sem a aprovação dos pais e portanto desligados da própria educação e tradição que receberam.

    De dentro dessa nuvem escura, têm dificuldade de enxergar as implicações de uma tal medida irresponsável. Analiso alguns argumentos da discussão:

    I) A ilegalidade da venda propicia a corrupção, pelo contrabando

    Não é porque existe corrupção que deixa abertas as fronteiras para o tráfico que legalizar vai acabar esse foco de corrupção. Ter fronteiras vazadas, para contrabando de drogas, armas e quaisquer outros produtos é um problema em si, que deve ser combatido independentemente de que objetos passem ilegalmente.

    II) Legalizar a venda geraria recursos para serem investidos em saúde, educação, etc

    “Legalizar e usar impostos em educação” não é factível. Primeiro porque aumentando o uso, aumenta o abuso e com isso a demanda por tratamentos (sejam contra a dependência sejam colaterais, de outros aspectos da saúde) logo, esses impostos teriam de ir pra saúde – e não educação -, mas em caráter de socorro e não de investimento. Segundo que o Brasil precisa de uso racional e honesto da arrecadação que já faz, não estamos carentes de mais impostos, ou seja, de mais dinheiro público captado.

    III) Com a venda e o consumo liberados, a compra nas favelas vai ser reduzida e com isso a guerra do tráfico também

    Quanto à “guerra das drogas”, “aviõezinhos do tráfico” e demais efeitos sociais do tráfico, digo que o problema não acabaria com um esgotamento da demanda pela droga comprada dos traficantes.

    Qual é a relação de causa e efeito traçada entre legalizar a venda de drogas e a redução dos conflitos nas favelas?

    Legalizar a venda NÃO tem porque provocar a queda da procura pelos usuários que hoje compram com traficantes nem reduzir a violência. Alguns motivos para a minha afirmação:

    A) com regulamentação e taxação pelo governo, os preços dos produtos “legais” seriam sempre mais elevados que dos traficantes, até porque estes não estão sujeitos a agências reguladoras, custos legais de logística, etc, e brasileiro adora pechinchar e comprar de “camelôs”;
    B) se o rendimento dos traficantes caísse (do que eu duvido), eles mudariam de “produto”, aumentando a atividade dos roubos “no asfalto”, por exemplo. Mas cumpre lembrar que restariam – se legalizada a maconha – as outras drogas, como o crack;
    C) bandidos se confrotam por disputa de território, mas eles não apenas comercializam drogas.

    Aqui no estado do RJ tivemos a comprovação da hipótese afirmada em B. Após os primeiros meses de implantação das famosas UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) na capital, que provocaram a migração dos bandidos para outros municípios, registrou-se o aumento da criminalidade nessas localidades. De acordo com dados do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro, nos meses de junho e julho de 2012, houve 160 apreensões de drogas em Niterói. No mesmo período do ano de 2013 foram 256, um aumento de 62,5%. Em agosto de 2012, aconteceram 28 homicídios, enquanto no mesmo período do ano de 2013 60 foram registrados, um aumento de mais de 100%.
    (fonte atribunarj.com.br/noticia.php?id=11586&titulo=UPP%20EM%20NITER%D3I,%20POR%20QUE%20N%C3O?)

    Relatos dessa percepção são fáceis de encontrar na forma de reportagens sobre o assunto.

    (Fonte: G1)

    O poder do tráfico vai além da venda de drogas, passa pelo poder que as armas proporcionam, domínio de território (e seus habitantes), falta de educação cidadã, etc. Em suma: não é a venda da drogas o que fascina crianças e jovens.

    Maconheiros defendem ainda que não há mal algum em se plantar a erva para consumo próprio e que isso tornaria desnecessário comprar das mãos de traficantes. É uma falácia: o Estado não pode arcar com o risco de usuários como esse tornarem-se novos fornecedores. Aliás, admitir justificando que alguém que não pode plantar compra de traficantes é praticamente uma confissão de coadunar com o crime.

    IV) A tendência da sociedade é modernizar-se e tornar-se mais liberal, despindo-se de preconceitos e conservadorismos atrasados

    Cumpre combater a mentalidade de que toda mudança é um avanço. Nem tudo que a sociedade chega a pensar ser uma questão de liberdade corresponde a um anseio justo, benéfico e uma evolução positiva. A abolição da escravatura, por exemplo, atendeu um clamor pela liberdade e pela dignidade humana. Por outro lado, o que alardeia-se hoje como “direitos reprodutivos”, “liberdade sobre o próprio corpo”, nada tem de promotor da dignidade – muito pelo contrário -tampouco, numa análise ponderada e abrangente representa um avanço social. Outrossim, drogas como a maconha, longe de serem um mero artigo comercializável (e seria plenamente dispensável como tal), são indissociáveis do seu efeito, como diria minha mãe, bio-psico-social.

    Tomo outro exemplo de expressão da juventude, outro exemplo de costume marginal que ainda é um crime: a pichação. É o artigo 65 da Lei 9605/98. É inegável que existem grafiteiros, homens e mulheres com veia artística e bom gosto que podem ser considerados profissionais dessa vertente de arte. Mas não é por causa das belas peças que eles podem produzir dentro da legalidade, com permissão de alguém ou no mínimo sem ferir direitos alheios (comparo com as instrumentalizadas pesquisas psiquiátricas e farmacológicas empregando a cannabis) que a nossa sociedade passou ou passará a tolerar depredação de propriedade privada ou de monumentos, a título de modernização do consenso cultural (análogo aos “cultivadores para o consumo próprio” ou consumidores de uma “maconha de farmácia”).

  20. Um artigo bem interessante.

    Legalizar a maconha JÁ(mais) !

    Maconha, a erva, de pronto, me evoca duas expressões populares:

    1) A grama do vizinho é sempre mais verde

    Defensores da legalização do consumo e venda baseiam-se em exemplos e experiências de outros países, embora não raras vezes eles fecham os olhos para o fato de que o ícone legalize queridinho dos maconheiros, a Holanda, hoje se arrepende de seu progressismo. Fato igualmente não desprezível é a diferença cultural entre nós e eles. Você pode achar que a grama do vizinho é mais bonita, mas é porque provavelmente ele dispõe de mais recursos para tratá-la. Talvez você sequer devesse tentar ter um gramado por enquanto…

    2) Se mudar a cor da grama, o burro morre de fome

    Percebo que há advogados da cannabis avançando na argumentação, defendendo supostos benefícios terapêuticos. Além de ser um viés controverso (dada, por exemplo, a existência de drogas psiquiátricas já longamente desenvolvidas), evidentemente não é a alegação principal que sustenta o movimento pela legalização. A juventude que ora se encanta com os “arautos do tapinha” quer mesmo é desafiar o sistema e salvaguardar seu prazer mas, claro, comprarão qualquer bagulho barulho que lhes ajude a confrontar os conservadores. Grande parte dos ideais da juventude – talvez em todas as gerações – são formados por bandeiras bovinamente defendidas, sem perspectiva, muitas vezes sem respaldo familiar, ou seja, sem a aprovação dos pais e portanto desligados da própria educação e tradição que receberam.

    De dentro dessa nuvem escura, têm dificuldade de enxergar as implicações de uma tal medida irresponsável. Analiso alguns argumentos da discussão:

    I) A ilegalidade da venda propicia a corrupção, pelo contrabando

    Não é porque existe corrupção que deixa abertas as fronteiras para o tráfico que legalizar vai acabar esse foco de corrupção. Ter fronteiras vazadas, para contrabando de drogas, armas e quaisquer outros produtos é um problema em si, que deve ser combatido independentemente de que objetos passem ilegalmente.

    II) Legalizar a venda geraria recursos para serem investidos em saúde, educação, etc

    “Legalizar e usar impostos em educação” não é factível. Primeiro porque aumentando o uso, aumenta o abuso e com isso a demanda por tratamentos (sejam contra a dependência sejam colaterais, de outros aspectos da saúde) logo, esses impostos teriam de ir pra saúde – e não educação -, mas em caráter de socorro e não de investimento. Segundo que o Brasil precisa de uso racional e honesto da arrecadação que já faz, não estamos carentes de mais impostos, ou seja, de mais dinheiro público captado.

    III) Com a venda e o consumo liberados, a compra nas favelas vai ser reduzida e com isso a guerra do tráfico também

    Quanto à “guerra das drogas”, “aviõezinhos do tráfico” e demais efeitos sociais do tráfico, digo que o problema não acabaria com um esgotamento da demanda pela droga comprada dos traficantes.

    Qual é a relação de causa e efeito traçada entre legalizar a venda de drogas e a redução dos conflitos nas favelas?

    Legalizar a venda NÃO tem porque provocar a queda da procura pelos usuários que hoje compram com traficantes nem reduzir a violência. Alguns motivos para a minha afirmação:

    A) com regulamentação e taxação pelo governo, os preços dos produtos “legais” seriam sempre mais elevados que dos traficantes, até porque estes não estão sujeitos a agências reguladoras, custos legais de logística, etc, e brasileiro adora pechinchar e comprar de “camelôs”;
    B) se o rendimento dos traficantes caísse (do que eu duvido), eles mudariam de “produto”, aumentando a atividade dos roubos “no asfalto”, por exemplo. Mas cumpre lembrar que restariam – se legalizada a maconha – as outras drogas, como o crack;
    C) bandidos se confrotam por disputa de território, mas eles não apenas comercializam drogas.

    Aqui no estado do RJ tivemos a comprovação da hipótese afirmada em B. Após os primeiros meses de implantação das famosas UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) na capital, que provocaram a migração dos bandidos para outros municípios, registrou-se o aumento da criminalidade nessas localidades. De acordo com dados do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro, nos meses de junho e julho de 2012, houve 160 apreensões de drogas em Niterói. No mesmo período do ano de 2013 foram 256, um aumento de 62,5%. Em agosto de 2012, aconteceram 28 homicídios, enquanto no mesmo período do ano de 2013 60 foram registrados, um aumento de mais de 100%.

    Relatos dessa percepção são fáceis de encontrar na forma de reportagens sobre o assunto.

    (Fonte: G1)

    O poder do tráfico vai além da venda de drogas, passa pelo poder que as armas proporcionam, domínio de território (e seus habitantes), falta de educação cidadã, etc. Em suma: não é a venda da drogas o que fascina crianças e jovens.

    Maconheiros defendem ainda que não há mal algum em se plantar a erva para consumo próprio e que isso tornaria desnecessário comprar das mãos de traficantes. É uma falácia: o Estado não pode arcar com o risco de usuários como esse tornarem-se novos fornecedores. Aliás, admitir justificando que alguém que não pode plantar compra de traficantes é praticamente uma confissão de coadunar com o crime.

    IV) A tendência da sociedade é modernizar-se e tornar-se mais liberal, despindo-se de preconceitos e conservadorismos atrasados

    Cumpre combater a mentalidade de que toda mudança é um avanço. Nem tudo que a sociedade chega a pensar ser uma questão de liberdade corresponde a um anseio justo, benéfico e uma evolução positiva. A abolição da escravatura, por exemplo, atendeu um clamor pela liberdade e pela dignidade humana. Por outro lado, o que alardeia-se hoje como “direitos reprodutivos”, “liberdade sobre o próprio corpo”, nada tem de promotor da dignidade – muito pelo contrário -tampouco, numa análise ponderada e abrangente representa um avanço social. Outrossim, drogas como a maconha, longe de serem um mero artigo comercializável (e seria plenamente dispensável como tal), são indissociáveis do seu efeito, como diria minha mãe, bio-psico-social.

    Tomo outro exemplo de expressão da juventude, outro exemplo de costume marginal que ainda é um crime: a pichação. É o artigo 65 da Lei 9605/98. É inegável que existem grafiteiros, homens e mulheres com veia artística e bom gosto que podem ser considerados profissionais dessa vertente de arte. Mas não é por causa das belas peças que eles podem produzir dentro da legalidade, com permissão de alguém ou no mínimo sem ferir direitos alheios (comparo com as instrumentalizadas pesquisas psiquiátricas e farmacológicas empregando a cannabis) que a nossa sociedade passou ou passará a tolerar depredação de propriedade privada ou de monumentos, a título de modernização do consenso cultural (análogo aos “cultivadores para o consumo próprio” ou consumidores de uma “maconha de farmácia”).

  21. Se todos os crimes fossem legalizados, no dia seguinte a criminalidade formal estaria extinta, mas os efeitos maléficos do crime na sociedade não só continuariam a existir, como, muito provavelmente, subiriam a níveis estratosféricos.

    1- A legalização das drogas acabará com o comércio ilegal de drogas.

    É estúpido achar que um “comerciante” que já é competitivo em um mercado sem regras não o seria em um mercado regulado. Com o mercado legalizado e regulado, muito provavelmente o comercio legal teria vários limites e padrões impostos por órgãos da burocracia governamental, e a “droga legal” seria muito mais cara do que a ilegal, da mesma forma como o tênis vendido em loja é muito mais caro do que o pirata vendido em camelô.

    Além do mais, por que um viciado em maconha que quer comprar 100 gramas de fumo não compraria 10 gramas na farmácia e os outros 90 na boca de fumo ilegal?

    Por que um viciado em cocaína que quer comprar cinco gramas de pó não iria comprar dois gramas na farmácia e o resto na “boca”?

    Por que um viciado sem dinheiro para pagar a dose vendida legalmente não iria na “boca” comprar a droga mais barata, sem impostos e mesmo fora dos padrões de qualidade?

    Na prática, um traficante que hoje está 100% ilegal no seu negócio, se ele for esperto, vai montar outro negócio 100% legal e vai continuar mantendo o seu atual que não depende de autorizações legais e nem de coisa nenhuma além da demanda. Por que faturar em uma ponta se pode faturar em duas e ainda usar os benefícios e facilidades dos novos fornecedores legais para melhorar a minha logística, diminuir o risco, e etc.?

    2 – A legalização das drogas vai acabar com a receita financeira dos traficantes.

    Ora, se o comércio legal de medicamentos, roupas, CDs, cigarros, programas de computadores e etc., não acabou com a receita financeira dos contrabandistas e do mercado negro, porque alguém pode achar que a legalização das drogas vai acabar com a receita financeira do trafico?

    Mais uma vez não existe nenhuma lógica que sustente a afirmação.

    3 – A legalização das drogas vai diminuir a criminalidade.

    Certamente o numero de prisões por uso cairão, mas, e as ocorrências motivadas por perturbação mental dos viciados: brigas, confusões e etc.?

    E as ocorrências motivadas pela miséria provocada pelo vício que torna muitas pessoas inúteis para o trabalho e para a vida econômica?

    Ora, na prática, se todos os crimes fossem legalizados, no dia seguinte a criminalidade formal estaria extinta, mas os efeitos maléficos do crime na sociedade não só continuariam a existir, como, muito provavelmente, subiriam a níveis estratosféricos e a sociedade civilizada seria catapultada para a selvageria em poucos dias. Qual imbecil seria capaz de defender esse tipo de coisa?

    4 – A legalização das drogas vai melhorar a qualidade do “produto”.

    Bem, sem dúvida, em alguma medida isso vai acontecer, primeiro porque teremos uma produção em maior escala, formalizada, e regras tanto para essa nova produção como para a nova comercialização. É certo que haverá uma melhora na qualidade, tanto no comércio legal, como no paralelo, e este último certamente encontrará uma forma de se alimentar de novos fornecedores. Só que “qualidade” e preço, de modo geral, sempre andam de mãos dadas, como, aliás, já é hoje no comércio ilegal, no qual os traficantes de primeira linha atendem os endinheirados do “jet set” vendendo “produtos” melhores do que as “bocas” de favela que buscam atender a pessoas de menor poder aquisitivo.

    5 – A legalização das drogas não irá aumentar o numero de viciados.

    Em que pese os números de outros países onde a legalização foi experimentada desmentirem essa afirmação, ainda existe o lado lógico da coisa.

    De acordo com a FEBRAFAR, no Brasil existem 3,34 farmácias para cada 10 mil habitantes, e isso significa que numa cidade como o Rio de Janeiro existem cerca de 2100 farmácias. Supondo que as drogas legais só possam ser comercializadas em farmácias, o novo número de pontos de venda das drogas hoje ilegais seria os das “bocas” já existentes somado a 2100. Qualquer comerciante sabe que quanto mais pontos de venda, maior é a chance de se vender mais, da mesma forma que se você estiver preso numa floresta onde vivem 50 leões você terá mais chance de viver do que se a mesma tiver 300 feras.

    6 – A legalização vai cobrar impostos que serão aplicados na sociedade, saúde e educação.

    É um fato que a parcela de impostos que são revertidos ao beneficio da sociedade está longe de ser igual ao que é arrecadado, e a prova disso disto está na qualidade das escolas públicas, do atendimento dos hospitais, do judiciário e em qualquer outro serviço público existente no Brasil e em qualquer outro país. No caso específico, supondo que a resultante da soma entre receita de impostos com drogas menos o aumento de custos de controle do comércio, maiso aumento de custos com segurança, mais o aumento de custos com saúde publica seja um número positivo, a maior parte dele vai ficar mesmo é na maquina publica, como já fica a maior parte dos impostos que pagamos hoje. Os grandes beneficiados com isso serão, como sempre, os políticos e aqueles que se locupletam da maquina estatal, não a sociedade.

    7 – A legalização das drogas vai acabar ou reduzir o armamento dos bandidos.

    Bandidos se armam para defender seu território e sua riqueza de outros bandidos e da polícia, e ao mesmo tempo, para praticar ações criminosas contra os menos armados ou desarmados (roubos, sequestros, venda de segurança, etc). A quantidade de armas em poder dos criminosos cresce ou diminui em função da quantidade de criminosos existentes, e não em função da legalização de crimes ou da proibição de comércio ou posse de armas. Caso contrário, seria lógico imaginar que em um cenário onde todos os crimes fossem legalizados não existiriam armas, coisa que é na verdade um absurdo.

    ESCRITO POR EDUARDO PAIVA

  22. Se todos os crimes fossem legalizados, no dia seguinte a criminalidade formal estaria extinta, mas os efeitos maléficos do crime na sociedade não só continuariam a existir, como, muito provavelmente, subiriam a níveis estratosféricos.

    1- A legalização das drogas acabará com o comércio ilegal de drogas.

    É estúpido achar que um “comerciante” que já é competitivo em um mercado sem regras não o seria em um mercado regulado. Com o mercado legalizado e regulado, muito provavelmente o comercio legal teria vários limites e padrões impostos por órgãos da burocracia governamental, e a “droga legal” seria muito mais cara do que a ilegal, da mesma forma como o tênis vendido em loja é muito mais caro do que o pirata vendido em camelô.

    Além do mais, por que um viciado em maconha que quer comprar 100 gramas de fumo não compraria 10 gramas na farmácia e os outros 90 na boca de fumo ilegal?

    Por que um viciado em cocaína que quer comprar cinco gramas de pó não iria comprar dois gramas na farmácia e o resto na “boca”?

    Por que um viciado sem dinheiro para pagar a dose vendida legalmente não iria na “boca” comprar a droga mais barata, sem impostos e mesmo fora dos padrões de qualidade?

    Na prática, um traficante que hoje está 100% ilegal no seu negócio, se ele for esperto, vai montar outro negócio 100% legal e vai continuar mantendo o seu atual que não depende de autorizações legais e nem de coisa nenhuma além da demanda. Por que faturar em uma ponta se pode faturar em duas e ainda usar os benefícios e facilidades dos novos fornecedores legais para melhorar a minha logística, diminuir o risco, e etc.?

    2 – A legalização das drogas vai acabar com a receita financeira dos traficantes.

    Ora, se o comércio legal de medicamentos, roupas, CDs, cigarros, programas de computadores e etc., não acabou com a receita financeira dos contrabandistas e do mercado negro, porque alguém pode achar que a legalização das drogas vai acabar com a receita financeira do trafico?

    Mais uma vez não existe nenhuma lógica que sustente a afirmação.

    3 – A legalização das drogas vai diminuir a criminalidade.

    Certamente o numero de prisões por uso cairão, mas, e as ocorrências motivadas por perturbação mental dos viciados: brigas, confusões e etc.?

    E as ocorrências motivadas pela miséria provocada pelo vício que torna muitas pessoas inúteis para o trabalho e para a vida econômica?

    Ora, na prática, se todos os crimes fossem legalizados, no dia seguinte a criminalidade formal estaria extinta, mas os efeitos maléficos do crime na sociedade não só continuariam a existir, como, muito provavelmente, subiriam a níveis estratosféricos e a sociedade civilizada seria catapultada para a selvageria em poucos dias. Qual imbecil seria capaz de defender esse tipo de coisa?

  23. zambujeiro
    É o teu caso. Caso de capitalista incurável.
    Teu Deus é mamom.
    Palavras chaves em tua seita são: dinheiro, lucros, bolsa de valores e ações
    mercado de capitais e etc..
    Então não vem pagar uma de santo, que não cola.

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