Projeto de senador prevê prioridade para pastores e padres no “Minha Casa, Minha Vida”

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Um projeto de lei pretende dar prioridade a líderes religiosos no programas social de habitação popular do governo federal. Proposto pelo senador Gim Argello (PTB-DF), o  Projeto de Lei do Senado (PLS) 18/2014 reduziria a burocracia para pastores, padres e outros terem acesso ao “Minha Casa, Minha Vida”.

Na justificativa do projeto, Argello afirma que boa parte dos líderes religiosos, sejam cristãos ou não, não possuem moradia própria e possuem dificuldades maiores para conseguir acesso aos financiamentos já que abrem mão de carreiras profissionais convencionais e, salvo raras exceções, não possuem registro em carteira.

“Nada mais justo do que inserir essas pessoas entre os beneficiários do programa, eliminando tamanho entrave burocrático”, argumentou o senador, de acordo com informações do site da Agência Senado.

Uma solução para a falta de comprovação de renda seria o reconhecimento de declarações emitidas por entidades religiosas. Como medida para evitar fraudes, os responsáveis pela emissão de tais declarações seriam responsabilizados civil e criminalmente em casos de falsificação.


Agora, o projeto está sendo analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, e aguarda a seleção de um relator para ser posto em votação. Se aprovado, seguirá para votação no plenário da Casa, onde a votação definitiva determinará os rumos da proposta.


26 COMENTÁRIOS

  1. Parabéns pela iniciativa, mas deve-se manter um controle sério, primeiro para evitar fraudes dos grandes pastores que já possuem boa casa.
    Segundo se caso funcionar como funciona os descontos para igreja adquirir carro zero, que nunca ganham, é somente outra lei para ganhar votos eleitoreiras.

    • PARABÉNS ???

      porque esses pastores imundos tem direito a regalias ???
      tanta gente precisando de casa, e vem esse bando de lixo humano querer passar na frente

      depois eles falam que são os gays que querem leis e privilégios

      que vergonha

      • Felipe você é alfabetizado? Leu toda a matéria ou apenas o título?
        O projeto irá apenas aceitar uma declaração de renda da igreja com o válida para o Minha Casa Minha Vida, o que hoje não acontece.
        Em resumo, alguém que venda capa de celular na praia tem mais chances no programa que padres e pastores. O projeto visa apenas flexibilizar o documento de comprovação de renda.
        E “bando de lixo humano”!!?? Sua mãe sabe que você está usando o computador ao invés de fazer o dever de casa?

  2. Fraudar documentos por parte das instituições é “melzinho na chupeta”, deus só não pode ser o fiador porque o sistema não aceita, senão….. (não tem como falar para o banco, voce não teve fé para receber). O classe de gente acostuma a facilidades.

  3. A grande dificuldade de pastores, padres e demais líderes religiosos sérios é a comprovação de renda. Pois o recurso recebido de instituição religiosa não configura renda e nem é declarável no IRPF.
    Precisamos avaliar melhor o texto da lei, mas num primeiro momento parece interessante.

    E nota ZERO (0) para o título da matéria, pois a lei visa favorecer a comprovação de renda, mas o título da matéria diz “PRIORIDADE PARA PASTORES E PADRES”. Nota Zero para o gospelmais.

      • Caro Felipe,

        Muito preconceituosa a sua posição com relação aos pastores (“charlaões evanjegues”???). Reveja seus conceitos para que tb seja respeitado como cidadão que manifesta as suas opiniões.
        Concordo que há mesmo maus pastores, como maus professores, maus políticos, maus padres e maus cidadãos. Entretanto a generalidade é uma idiotice.
        Quanto ao financiamento prioritário a clérigos (padres e pastores) acho incabível, deveria se estender a todos os profissionais liberais que encontram as mesmas dificuldades de comprovação de renda.
        Precisamos desenvolver outra consciência política mais fiel a Const. Federal, voltada para o coletivo e não para minorias como: evangélicos, gays, negros, etc)

        • desculpe Serafim, mas não tem como rever conceitos nesse caso
          não consigo acreditar em pastores
          como acreditar em alguém que se acha o escolhido ?
          como acreditar em quem diz que foi pro inferno 15 vezes e voltou ? ( e que lá é cheio de gays . . .)
          como acreditar em quem diz tirar a veia aorta no meio do culto ??
          como acreditar em alquem que prolifera ódio e preconceito ??
          como acreditar em quem pede a senha do cartão de crédito ?
          como acreditar em quem vende uma simples biblia por 1000 reais ??
          enfim, poderia ficar o dia inteiro aqui listando os motivos
          claro que existem alguns que são mais confiaveis
          mas são uma minoria gritante

          mas enfim, concordamos que os tais benefícíos sao um verdadeiro absurdo

          • O problema é que os supostos pastores que vc conhece são exatamente os tais que nós (cristãos evangelicos sérios) vivemos questionando; abrindo os olhos das pessoas,incentivando-as a conhecerem a Bíblia e os questionarem à luz das Escrituras.
            Esses indivíduos, dos quais muitos tem sido citados e denunciados, nesse site mesmo, tem realizado um deserviço ao evangelho. Envergonhado o evangelho de Cristo!
            Certamente vc desconhece igrejas evangélicas sérias (e não são poucas, entretanto não são as da TV), e está precisando fazer isso para, no mínimo, saber distinguir e ainda fazer um julgamento lúcido.
            sua indignação não é diferente da minha, exceto no fato de que tenho buscado o conhecimento de Deus – a Bíblia sagada.
            Não reconheço como verdadeiro nenhum dos fatos que vc cita acima, nem os ouço (ou ouvi) de nenhum dos pastores que tive e tenho.
            Me entristeço e solidariza com a sua decepção. No entanto te aconselho: – Viva a sua vida em Cristo, por Cristo e para Cristo.

            Um abraço!

      • Felipe,

        Não entendi sua opnião. Ajudar o clerigo a comprovar renda e ajudá-lo a ser beneficiado pelo programa Minha Casa Minha Dívida não é nada demais.
        O seu modo de expressar deixou claro que você despreza não somente os pastores e padres, mas também todas as pessoas que não tem a oportunidade de trabalhar formalmente (carteira assinada). Além do mais, existem várias formas de comprovação de renda de um autônomo. E garanto a todos vocês que alguém que vive de vender salgados na porta da escola tem mais chance de crédito que um padre ou pastor.

        Serafim,
        Concordo com sua opinião que a generalização está incorreta. Dizer que pastores são ricos porque o Edir Macedo ou o Malafaia são ricos, é o mesmo que dizer que TODOS os jogadores de futebol são ricos, porque o Neymar é rico.
        No entanto, cada classe deve lutar pelos seus direitos e tentar melhores condições. E infelizmente ainda não temos um processo legal que pense em todos no geral e em ninguém em especial.

        • Prezado Ricardo,

          Também sou totalmente a favor das lutas de classes, entretanto o que temos visto no Brasil, principalmente nos últimos anos, tem sido um abuso de reinvidicações em nome de grupos específicos.
          Essas demandas de projetos de Lei desse tipo, e ao meu ver; são segregacionais e ocupam o debate público com emendas e reparos legais que não passam de paleativos ao invés da aplicação da Lei maior para todos (art. V CF). Enquanto isso o nosso povo continua esquecido, desabrigado, pobre, doente e alienado das políticas públicas.

        • voce entendeu errado

          eu tbm sou autonomo, não tenho carteira assinada
          mas a materia não fala que os benefícios se estendes para todos os profissionais informais
          só para pastores e padres
          não acho justo, e já expliquei os motivos

  4. A paz para todos, sou cristão de uma igreja evangélica, e discordo dessa proposta, pois pelo que eu saiba a gente só tem aquilo que pode ter, então se pastores não ganharem o suficente em suas igrejas, que deixam a preguiça de lado e vão trabalhar, ISSO MESMO, VÂO TRABALHAR, pois é do suor do teu rosto que virá o teu sustento, e convenhamos, a Casa de Deus, não é comércio como muitos estão fazendo poi aí… Mas Cristo nos disse que tudo isso iria acontecer, então pessamos a misericórdia de Deus sobre a vida de todos nós, e o programa MInha Casa MInha Vida, não deve dá prioridade a ninguém, pois os direitos devem ser iguais para todos, e quem estiver dentro do perfil do programa que assim venha o aderir. Shalon!!!

  5. Quanto ao financiamento prioritário a clérigos (padres e pastores) acho incabível, deveria se estender a todos os profissionais liberais que encontram as mesmas dificuldades de comprovação de renda.
    Precisamos desenvolver outra consciência política mais fiel a Const. Federal, voltada para o coletivo e não para minorias como: evangélicos, gays, negros, etc)

    • Concordo com o ponto de vista do Serfim, até mesmo porque temos que levar em conta o principio basilar da constituição federal de que todos são iguais perante a lei, e ultimamente tem se preocupado muito com esse aspecto descriminatório. Nunca se descriminou tanto o negro como ultimamente. Somos um nação miscigenada e não justifica tais benefícios quando temos muitos bancos e pardos em situações similares a do negro. Aqui temos o negro rico e o pobre; o banco rico e o pobre. A mais alta autoridade do judiciário brasileiro é um negro. Será que ele chegou a esse ponto por acaso? por apadrinhamento? por beneficio de programas sociais dessa natureza? Claro que não.

  6. A VERDADE QUE STARDUST NÃO QUER QUE VC. CONHEÇA.
    Um estudo realizado nos Estados Unidos pelo State of the Plate, apontou que as pessoas que os dizimistas têm um maior controle de sua vida financeira do que as pessoas que não adotam a prática. O objetivo do estudo foi lançar um olhar mais atento sobre as práticas financeiras, espirituais e práticas de doação de pessoas que dão 10 por cento ou mais do seu rendimento para igrejas e instituições de caridade a cada ano.

    Os resultados foram classificados como ‘sem precedentes’ por seus organizadores, que compararam dizimistas com não-dizimistas através de nove indicadores de saúde financeira, descobrindo que os dizimistas apresentavam resultados melhores em cada uma das categorias.

    Entre os indicadores medidos pelo estudo, foi constatado que entre os dizimistas 80 por cento não têm contas de cartão de crédito não pagos, 74 por cento não devem nada em seus carros, 48 por cento possuem sua casa própria e 28 por cento estão livre da dívida.

    – O estranho é, um dizimista olha para aquilo e diz para si mesmo: ‘Bem, eu estou melhor porque eu dou.’ O não-dizimista olha para aquilo e diz, ‘Oh, eles dão porque estão melhores”, disse Brian Kluth, responsável pelo estudo.

    – Nunca antes este grupo foi estudado, e acho que para cada pastor e líder da igreja e líder eclesiásticos seria útil se eles entendem isso – afirmou Kluth ao The Christian Post.

    – Estamos no meio de um declínio de 40 anos no percentual que os cristãos dão, e precisamos ver um movimento de generosidade nos Estados Unidos, que os cristãos abracem novamente a generosidade como um valor espiritual, mas não por causa do orçamento igreja, mas por causa da Bíblia. As igrejas tornaram o dar em torno do orçamento, e não se trata de orçamento, se trata da Bíblia. – completou.

    A pesquisa, que foi conduzida pela “Generosidade Máxima”, entidade fundada por Kluth, e co-patrocinada por ECFA, Christianity Today and Evangelical Christian Credit Union, gerou um relatório completo de 27 páginas, intitulado “20 Verdades sobre dizimistas”, que mostrou também que entre os cristãos que não dizimam e têm dificuldade em dar, 38 por cento dizem que é porque eles não podem pagar, 33 por cento dizem que tem muita dívida e 18 por cento dizem que o seu cônjuge não concorda com o dízimo.

    Outro dado levantado pelo estudo foi que 70 por cento fazem suas doações com base em sua renda bruta ao invés de seus rendimentos líquidos, e 77 por cento dão mais do que os 10 por cento tradicional.

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