“Ateismo é um problema moral”, afirma um dos maiores filósofo cristão
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James S. Spiegel tem uma tese desconfortável para propor. Ele argumenta: “ceticismo religioso é, no fundo, um problema moral”.
Um professor de filosofia e religião da Universidade de Taylor em Upland, Indiana, EUA, James Spiegel, escreveu um livro de 130 páginas. The Making of an Atheist (O Making of de um Ateu) é uma resposta aos novos ateus. Mas ao contrário das inúmeras respostas que surgiram a partir de apologistas cristãos, o livro de Spiegel centra-se nas raízes psicológicas do ateísmo.
Enquanto os ateus insistem que a razão fundamental para rejeitar a Deus é o problema do mal ou a irrelevância científica do sobrenatural, o filósofo cristão diz que o argumento é “apenas um ardil” ou “uma cortina de fumaça conceitual para mascarar o verdadeiro problema – a rebelião pessoal”.
Ele admite que poderia parecer inadequado ou ofensivo sugerir que a falta de fé em Deus é uma forma de rebelião. Mas ele disse em uma entrevista recente ao Evangelical Philosophical Society que era obrigado a escrever o livro porque está convencido de que “é uma clara verdade bíblica”.
Seu objetivo ao escrever o livro não é nem para provocar as pessoas, nem mostrar que o teísmo é mais racional que o ateísmo. Ao contrário, seu objetivo é orientar as pessoas a “explicação real do ateísmo”.
“A rejeição de Deus é uma questão de vontade, não do intelecto”, afirma. “O ateísmo não é o resultado da avaliação objetiva da prova, mas de desobediência obstinada, mas isso não decorre da aplicação cuidadosa da razão, mas da rebelião intencional. Ateísmo é a supressão da verdade por maldade, a conseqüência cognitiva da imoralidade.
“Em suma, é o pecado que é a mãe da descrença”. Deus fez a sua simples existência, desde a criação – a partir da vastidão inimaginável do universo para o complexo universo das micro-células individuais, de acordo com Spiegel. A consciência humana, as verdades morais, as ocorrências milagrosas e o cumprimento das profecias bíblicas são também evidências de que Deus é real.
Mas os ateus, que rejeitam, ou como Spiegel diz, “fazem perder a importância divina de qualquer um destes aspectos da criação de Deus” menosprezam a própria razão.
Isto sugere que outros fatores dão origem à negação de Deus. Em outras palavras, algo que não seja a busca da verdade leva ao ateísmo. Spiegel diz que o problema do ateu é a rebelião contra a pura verdade de Deus, como claramente revelado na natureza. A rebelião é solicitada pela imoralidade e comportamento imoral ou cognição é pecado.
O autor explicou que “há um fenômeno que eu chamo de ‘paradigma induzindo à cegueira’, onde a visão falsa de uma pessoa impede de ver as verdades que de outra forma seriam óbvias. Além disso, a indulgência pecaminosa de uma pessoa é uma maneira de amortecer a sua natural consciência de Deus, ou, como John Calvin chama, o Divinitatis Sensus. E quanto mais esse sentido inato do divino é reprimido, mais resistente a pessoa fica em acreditar em Deus”.
Spiegel, que se converteu ao cristianismo em 1980, testemunhou o padrão entre vários de seus amigos. Seu trajeto do cristianismo ao ateísmo envolve: derrapagem moral (como a infidelidade, o ressentimento ou rancor), seguido pelo afastamento do contato com outros crentes, ocorrendo crescentes dúvidas sobre sua fé e contínua vida de pecado, culminando em um rejeição consciente de Deus.
Examinando a psicologia do ateísmo, Spiegel cita Paul C. Vitz, que revelou uma ligação entre o ateísmo e orfandade. “Os seres humanos foram feitos à imagem de Deus, e a relação pai-filho é um espelho mostrando os seres humanos como descendentes de Deus”, diz Spiegel.
“Nós, inconscientemente (e muitas vezes conscientemente, dependendo de uma visão de mundo), concebemos a Deus como o padrão do nosso pai terreno. No entanto, quando um pai terrestre é defeituoso, seja por morte, abandono ou maus-tratos, projetamos esse pai terreno em Deus”.
Alguns dos ateus cujos pais morreram incluem David Hume e Friedrich Nietzsche. Aqueles com pais abusivos ou fracos incluem Thomas Hobbes, Voltaire e Sigmund Freud. Entre os Novos Ateus, o pai de Daniel Dennett morreu quando tinha cinco anos e o pai de Christopher Hitchens “parece ter sido muito distante. Hitchens confessou que ele não se lembra de nada sobre ele”.
Quanto à Richard Dawkins e Sam Harris, há pouca informação disponível a respeito de seus relacionamentos com seus pais. “Parece que as conseqüências psicológicas de um pai com defeito deve ser combinada com a rebeldia – uma resposta persistente e imoral de alguma sorte, como o ressentimento, ódio, vaidade, falta de perdão, orgulho. E quando essa rebelião é bastante profunda e prolongada, o ateísmo dá resultados”, explica Spiegel.
Em essência, “ateus finalmente optam por não acreditar em Deus”, diz Spiegel. E “esta escolha não ocorre em um vácuo psicológico”.
“Ela é feita em resposta aos desafios à fé profunda, como os pais com defeito e talvez outros ensaios emocionais ou psicológicos”, afirma. “A escolha também não é feita em um vácuo moral. O impacto do pecado e suas conseqüências também serão significativos”.
“Estes efeitos morais e psicológicos acarretam em uma maior chance para negar a realidade do divino, sem qualquer sentido (ou muito) de incoerência em uma visão do mundo”.
Traduzido pelo Gospel+ do Christian Post









Pura verdade! As coisas não surgem do nada, bem como a teoria de Darwin, surgiu porque sua filha morreu, no entanto era bem religiosa antes.
Deixem os ateus em paz. Por que tanto ódio?
Os ateus simplesmente não precisam acreditar em nada para serem felizes. Sou ateu e gosto da realidade do jeito que ela é. Ponto final… Por que isso te incomoda tanto?
Li esta matéria no momento onde uma funcionaria reclamava de sua mãe evangelica que não dava testemunho, esta funcionaria esta no espiritismo devido a isso.
Temos que viver por principios biblicos pois as pessoas ao nosso redor enxergam como espelho o que esta em nossa alma, e eles precisam ver a CRISTO.
Cristo em mim, esperança na glória.
Concordo plenamente com este filósofo! No Salmo 14.1, Davi declara: “Disseram os néscios no seu coração: Não há Deus. Têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras, não há ninguém que faça o bem”. Observem que o salmista aponta uma clara relação entre o ateísmo e a imoralidade.
É interessante como o apóstolo Paulo alertou que “o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos” (2Co 4.4). Notemos que o fato de o incrédulo não crer não é porque foi feito cego pelo diabo. Na verdade, o diabo cega os que JÁ são incrédulos! Em outras palavras, primeiro a pessoa decide deliberadamente não crer no Evangelho, depois é que o diabo lança em sua mente a cegueira que a impede de vislumbrar os fatos indiscutíveis que confirmam a existência de Deus e a obra de salvação realizada por Jesus. O ateu tenta fugir da realidade de que um dia haveremos de prestar contas de nossos atos ao nosso Criador e dEle receberemos a justa recompensa!
COMO UMA CRIANÇA QUE FOI ESPANCADA, SURRADA, REJEITADA PODE CRER QUE DEUS EXISTE COM TANTAS FERIDAS NA ALMA ? E MUITAS VEZES, PASMEM, POR “GENTE DE DEUS” !
TUDO TEM UMA CAUSA, NISTO CONCORDO COM A TESE ACIMA !
Seja ateu ou não, cada um vai prestar conta de si.
Essa é a maior prova de que a razão pode sim andar junto com a religião. Através de um pensamento racional esse filósofo questionou bem as idéias ateístas. Como também SANTO AGOSTINHO E SÃO TOMÁS DE AQUINO que foram outrs grandes filósofos que provaram a existência de Deus através da Razão!!!
Já disse e reafirmo aqui, para mim, ciência (razão) e religião são irmãs, a primeira procura estudar e entender a criação, a segunda por sua vez, busca o criador. A nossa mente é limitada a tempo, espaço, lógica, etc, mas Deus é infinitamnete superior a tudo isto, portanto, só poderemos aceitá-lo por fé, afinal I Coríntios 2:14 diz: ” Ora,o homem natuarl não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura e não pode entendê-las porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo isto…nós temos a mente de Cristo”
O homem, por mais que queira provar para si mesmo a inexistência de Deus , sempre apoiar-se-á em algo para buscar amparo e conforto, quando não encontram explicações para os diversos conflitos que permeiam a sua alma. As sociedades primitivas sempre buscaram deuses para solucionar os problemas que não fossem capazes de resolver. Essa necessidade é algo inerente ao ser humano, já que, fomos criados com a necessidade de sermos preenchidos por algo maior.Paulo mesmo em sua carta aos Romanos 1 diz :
¶ Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.
20 Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis;
21 Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.
22 Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.
A própria natureza em si revala a existência de Deus. Platão filósofo Grego discípulo de Aristóteles e este de Socrátes em algumas de suas obras como o Banquete, por exemplo, deixa claro a existência de uma mola precursora que deu origem a tudo e que sustenta a tudo. Mesmos estes grandes sábios, procuravam algo para apoiar suas expectativas mais profuntas como ser complexo que somos.
Dizer-se ,para mim ateu, na realidade, nada mais é do que pessoas que procuram a Deus, mas por um motivo ou outro, não permitiram que O mesmo viesse revelar-se, como Ele realmente O é e não da forma como supunham ser.
“Disse o néscio no seu coração: Não há Deus. Têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras, não há ninguém que faça o bem.” Sl 14:1
SER ATEU É REBELAR-SE CONTRA DEUS E SEUS VALORES!
Hoje em dia há uma “rebelião” contra Deus! Nada mais é sagrado. Nada mais é respeitado! Muitas pessoas escolhem o caminho do ateismo como forma de fugir da responsabilidade moral para seus atos.
Em vez de admitir que houve um erro, muitas pessoas escolhem viver em seus circulos fechados onde alegam que o ateismo é uma nova forma de viver, onde recebem apoio imoral (isso mesmo, você leu certo) que fortalecem suas convicçoes em seus atos. Este é o motivo porque há mais gangues hoje. Na gangue, o adepto recebe apoio (imoral) e é encorajado a continuar assim. Mas de fato, o ateismo é uma rebelião contra Deus.
O crime é glorificado (com a intenção de ganhar audiência).
Os valores familiares são derrubados nas novelas vez após vez. Adultério e traição são comuns e de fato, os telespectadores aprendem alguns truques.
As aberrações sexuais (sexo explicito, pornografia, troca de casais, homosexualismo, bestialidade e outras) são cada vez mais evidentes e cada vez mais aceitadas.
Será que o ser humano recebeu um sistema global de valores morais que serve para qualquer sociedade independente da religião?
Talvez você nunca pensou assim, mas de fato, Deus, o criador do universo, nos deu sim um sistema de valores morais que serve para TODA A HUMANIDADE. É difícil imaginar que o bom Deus, que criou este vasto universo com sua infinita sabedoria, não nos deu um sistema de valores? um código de conduta? Cadé este código de conduta?
A resposta é SIM! De fato, o código de conduta mais elaborado pode ser encontrado no velho testamento, nas sete leis de Noé. Quando Noé saiu com sua família da sua arca, ele recebeu de Deus sete mandamentso que servem para toda a humanidade (independente da religião). E o primeiro mandamento que foi dado foi de: Reconhecer que existe um ÚNICO Deus!
Continua…
“Muitos serão purificados, e embranquecidos, e provados; mas os ímpios procederão impiamente, e nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão.” Dn. 12:10.
A TEORIA DA EVOLUÇÃO É UMA FARSA
O auditório sentou-se em um silêncio atordoado. Todos os olhos estavam postos no conferencista diante deles. O Conferencista dirigiu-se ao microfone, sorriu para o auditório e disse: “Chocados?”
Era o Dr. Michael Ruse, celebre evolucionista, e a ocasião era um encontro nacional de membros da American Association for the Advancement of Science.
Quanto à proposição do conferencista, Ruse tinha exatamente terminado seu discurso em que ele havia sido questionado sobre especificamente como desmascarar o “Novos Criacionistas”.
Os membros da A.A.A.S. estavam chocados. Ao invés de criticar o lado oposto, Ruse havia declarado publicamente, pela primeira vez, que ele agora, essencialmente, concordava com o principal ponto dos Novos Criacionistas . A Teoria da evolução como é entendida na atualidade situa-se mais no campo da filosofia do que no da ciência.
A confissão de Ruse torna-se ainda mais surpreendente quando o seu contexto é levado em conta: Quando deu o seu erudito testemunho a favor da evolução no famoso “Arkansas Creation Trial” Ruse influenciou o juiz a decretar que o criacionismo não poderia ser ensinado nas escolas. Seu argumento central era que o criacionismo requeria determinadas hipóteses filosóficas, e que portanto nunca poderia ser considerado uma ciência.
“O dr. Michael Ruse “abre o jogo” foi o título de um artigo de um colega evolucionista na revista de noticias NCSE após a demissão pública de Ruse. O colega de Ruse criticou-o por tornar publico um assunto privado: Os principais eruditos da Teoria da Evolução estão sigilosamente procurando uma teoria para substituir a de Darwin.
O Dr. Kenyon, autor do livro sobre a evolução química da vida, foi um dos primeiros a desenvolver a teoria de como a vida começou em um denso caldo inicial na terra primitiva. Ele tornou-se, também o maior crítico do seu livro.
Após anos de aplicação das melhores mentes e equipamentos em todo o mundo, nos mais complexos e perfeitos laboratórios, Kenyon observou que os cientistas não estavam mais próximos da possibilidade de recriar a primeira célula viva do que quando ele próprio criou a teoria. Kenyon raciocinou que se as mais capazes mentes humanas não podiam recriar a primeira célula surgida ao acaso, então as possibilidades de uma seleção natural não poderiam nem mesmo existir. A única possibilidade plausível que lhe restou foi a ideia da criação executada por uma mente superior.
Tendo chegado a essa conclusão, Kenyon continou a usar o seu livro texto sobre a evolução em suas aulas de introdução à biologia, mas ele passou a explicar como a pesquisa o tinha levado a crer em uma outra possibilidade para a origem da vida.
Kenyon, contudo pagou o preço por sua indiscrição. O seu Departamento de biologia formou uma corte para julga-lo e o impediu de continuar lecionando. Seu crime? Sugerir que um Criador inteligente era uma alternativa preferível à da evolução. Depois de longos e desgastantes processos e recursos, sua escola finalmente foi obrigada a reinstalá-lo como professor de Introdução à biologia.
Ruse e Kenyon são somente dois exemplos de cientistas e eruditos do mundo que estão revelando um segredo que os evolucionistas têm mantido cuidadosamente oculto: Após décadas de montagem de fósseis e experiências conduzidas, existe muito pouca evidência a favor da Teoria da Evolução de Darwin, ou naturalismo, como é frequentemente chamada e isso coloca a evolução no campo da filosofia e da religião, mas não no da ciência.
Além disso, os principais eruditos argumentam que essa religião disfarçada (Teoria da evolução) produz a decadência da ética e dos valores morais da sociedade ocidental.
Os principais evolucionistas ou naturalistas concordam entre si que o que é ensinado hoje nas escolas e colégios como “Teoria da Evolução” está muito ultrapassado, mas que deve continuar sendo ensinado sem debates até que se desenvolva uma nova teoria.
Além disso, eles argumentam que senão houver uma teoria cientifica para a origem humana, o povo pode buscar a religião como resposta.
A Teoria da Evolução de Darwin é uma “vaca sagrada” entre os cientistas evolucionistas, diz o Dr. Philip Johnson, professor de Direito na Universidade de Berkeley, na Califórnia. Os naturalistas não permitirão que alguém mexa ou critique seus conceitos, pois todo o trabalho deles está baseado nisso.
Todas as deficiências da Teoria da Evolução a falta de uma evidência fóssil, numerosos argumentos circulares, experiências laboratoriais fracassadas, revelam um pouco da causa primária dos evolucionistas: ” não existe Deus, exceto aquele que o homem criou”. Ao invés de admitir as falhas da Teoria da Evolução, os darwinistas apontam o dedo contra os criacionistas, ou teístas, acusando-os de se intrometerem em assuntos que eles não entendem.
O esforço combinado do Darwinismo tem tomado a Teoria da Evolução como disse o professor Jonhson, a “religião filosófica estabelecida na América”. Dos nossos tribunais para as nossas escolas, a Teoria da Evolução de Darwin tem sido sustentada como uma verdadeira religião , posto que reivindica ser a única teoria com base em fatos. Ela é a equivalente científica do politicamente correcto explicou o DR. Walter Bradley, professor de Engenharia Mecânica na A & M Universidade do Texas.
Bradley escreveu extensivamente sobre a controvérsia criação/evolução, e ele tem levado sua conferência Evidência cientifica da existência de Deus por todo o mundo. Como uma convicção dominante modelando a nossa sociedade, o naturalismo tem um sério defeito, ele não deixa lugar para a fé em Deus.
O significado da Teoria da Evolução é que o Homem é o resultado de um processo natural não propositado, que não visava a sua criação, declarou George Gaylor Simpson, o mais famoso Darwinista da atualidade. Por essa razão, líderes cristãos entendem que a controvérsia evolução/criação é um crucial debate que deve ser mantido. Se nós somos apenas um produto do processo natural sem propósito, como insistem os evolucionistas, então que base há para se crer em uma verdade absoluta, na moral, na ética? Onde é que alguém encontraria propósito na vida?
O resultado tem sido, como afirmam os acadêmicos, um descaso para com a dignidade humana (aborto, eutanásia, genocídio racial, suicídio); um desrespeito aos valores (casamento entre pessoas do mesmo sexo, filhos fora do casamento) e um antagonismo geral para com Deus. Porém, isso poderia mudar. Alguns eruditos têm ultimamente, caminhado nessa direção. Eles têm argumentado tão inteligente e persuasivamente sobre a fragilidade do evolucionismo que os naturalistas não podem esquivar-se.
Um desses homens é Phillip Johnson. Como um professor veterano de Direito, com vinte anos de cadeira, na Berkley, considerando os argumentos e evidências evolucionistas e questionando o fundamento da teoria, ele observou que os argumentos e evidências evolucionistas tidos como a base da teoria nunca permaneceriam de pé se tivessem que ser defendidos em uma sala de júri. Ao invés de trazer os evolucionistas à sala do júri, Johnson trouxe a sala de júri aos evolucionistas. Ele escreveu um livro intitulado Darwin on Trial onde detalha seu caso contra as alegações da evolução. Esse livro tem recebido a atenção dos principais adeptos do darwinismo.
Os argumentos de Johnson são tão persuasivos que o próprio evolucionista Michael Ruse admitiu que Johnson foi a influência chave para ajudá-los a modificar seus conceitos sobre a evolução.
O Dr. Walter Bradley da A & M do Texas também fala através de nosso jornal sobre suas conferências pelo mundo. Sua palestra intitulada Evidências cientificas da existência de Deus tem atraído centenas e as vezes, milhares de alunos e professores. A popularidade dessas palestras mostra que até mesmo no contexto universitário existe uma grande insatisfação com a resposta da pseudo ciência quanto a origem da vida.
Usando alguns argumentos, pesquisa e razão, Johnson, Bradley e outros como eles, apresentam uma inteligente e esperançosa alternativa contra a teoria do acaso, forçando assim, os evolucionistas a defenderem seus conceitos.
Por um longo tempo, os darwinistas forçaram os que crêem em Deus a provar suas convicções. Mas agora, com eruditos cristãos como Phil Johnson e Walter Bradley os evolucionistas é que têm que provar suas teorias, e isso os tem feito gaguejar. Como se pode ver, portanto, a Teoria da Evolução não pode ser chamada de cientifica no exato sentido do termo. Pois, na verdade, ela não é nada mais do que uma religião filosófica estabelecida na América.
Traduzido da Revista Campus Alert da Universidade de Orlando , na Florida , USA. (Publicado em O Presbiteriano Conservador na edição de Maio/Junho de 1996).
No amor de Cristo Jesus,
Evangelista Junior.
concordo Júnior suas opiniões são sempre bem funadentadas na palavra.
digo: fundamentadas.
hhhhmmmmmm…..
um texto….
será que….
carlos roberto….
evangelista junior….
o mesmo?????
sei não?!?!?!?!
Além de não haver correspondência com amostragens estatísticas (aliás, nem houve referências a amostragens estatísticas), esta é uma matéria que revela os preconceitos de um fanático travestido de intelectual. Que tristeza.
Ainda não entendo porque tanta dificuldade de alguns comentários com relação às ciências biológicas.
O papa Bento XVI, dando continuidade a um documento de seu antecessor, já confirmou a posição do cristianismo católico sobre a Teoria da Evolução, como um fato demonstrado, e chamou a atenção para o perigo de se interpretar as Sagradas Escrituras literalmente, como fazem os islâmicos, sem consideram sua contextualização histórica.
Não apenas os católicos, mas protestantes clássicos, como a Igreja Anglicana, também já se posicionou da mesma forma, inclusive sinalizando por um pedido de desculpas póstumo a Darwin por sua atitude irracional quando da publicação dos seus trabalhos.
Gosto de uma citação de Galileu, outra vítima do dogmatismo cristão da idade média – e que parece que está ressurgindo: “A bíblia nos ensina como ir ao céu, não como ele se move”.
Spiegel é apenas mais um espírito decadente que fica vendo coisas onde elas não existem. É mais um charlatão que vive personificando seres imaginários mas não sabe nada sobre a psicologia dos Ateus.
kkkk
Vocês são todos loucos!
Eu acho que acreditar em deus é uma escolha. Não se deve provar a existência ou não. Só acreditar. Eu optei por não acreditar. É apenas uma opção minha. Optei por ler as histórias bíblicas como metáforas. Mesmo sendo cética, não posso descartar o meu imaginário que deve-se a uma formação católica. Mas seria muito sujo e desrespeitoso da minha parte (e aí sim, um desvio moral) confirmar a crença em deus. Seria uma mentira. Não acredito, mas não insisto que outros não devam acreditar. Prefiro Kierkegaard a esse filósofo: religião é uma questão de fé. Não tenho isso. Mas, nem por este motivo saio roubando, matando e prejudicando ninguém.
Só Faltou esse grande James S. Spiegel indicar qual deus devo devotar para que eu deixe de ser ateu e passe a ser crente. Mas terá de apresentar provas convincentes, pois não quero correr o risco de adorar o deus errado e ir pro inferno.
Para o descrente, mesmo um morto voltando à vida seria prova insuficiente para convencê-lo da sua maldade.
não confundam ateus com gente ruim,maldosas,sem coração,nescios etc.
não rotulem…
só 6% dos presidiarios são ateus, os outros 94 dizem crer em deus.
crer em deus nunca foi, nem nunca será atestado de moral e outras virtudes.
Com certeza. 96% dos brasileiros acreditam em Deus… Será que todos são santos?
Esse livro fala o que já sabíamos intuitivamente. Uma coisa é achar que Deus não existe, outra é esse esforço descomunal que eles fazem pra tentar convencer todo mundo que Deus não existe.
Perceberam que não existe esse esforço pra convencer que não existem pés-grandes, ETs, etc ?
A insistência em tentar convencer que Deus não existe só pode ser de cunho maniaco-obsessivo-compulsivo e megalomaníaco mesmo.
Já fui muito religioso, mas hoje sinto que religião é puro devaneio da espécie humana. Os humanos temem a realidade, não sabem lidar com seus instintos, não sabem superar seus problemas…
Por isso criaram um “deus” que os ouvisse… Mas isso é, na verdade, só uma muleta psicológica.
Até acredito na “união cósmica”, em que todos somos irmãos e fazemos parte do infinito, mas isso é diferente de acreditar que “deus” seria aquilo que um livro x ou y prega.
Não preciso de nenhuma pessoa ou livro para me guiar. O universo já me guia muito bem.
O sentimento religioso é universal. Por isso, muitos dizem crer em algum deus, ou em uma força, embora outros neguem. Excetuando aqueles que nasceram de novo, que são realmente filhos de Deus, o único e verdadeiro Deus, todos os demais suprimem a verdade de Deus das mais variadas formas. Escrevi um texto dias atrás, no meu blog. Cliquem no meu nome para ir pra lá. O nome do texto é Universalidade do Sentimento Religioso.