Ateu militante é condenado a oito anos de prisão por espancar pastor após culto

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Na semana a justiça norte americana condenou a oito anos de prisão o autointitulado “ateu militante” James Maxie, de 28 anos, por espancar brutalmente o pastor Norman Hayes, da igreja The Bridge Community em North Hampton (EUA).

O crime aconteceu em outubro de 2013 quando, após o culto Maxie e sua namorada, que frequenta a igreja, se aproximaram do pastor para conversar. Segundo Hayes, a agressão começou após ele perguntar a ela se Maxie estava abusando dela o que, segundo o pastor, o fez ficar furioso e começar desferir golpes em seu rosto. O pastor foi então derrubado no chão pelo agressor, que só parou de bater nele quando ele começou a implorar para que ele parasse. Ele afirma ainda ter pensado que Maxie iria matá-lo.

Hayes teve o nariz quebrado em dois lugares, cortes e hematomas ao redor dos olhos e ouvidos, alguns dos quais precisaram de pontos.

Após o crime James Maxie, correu para um milharal nas proximidades e foi detido por dois policiais que estavam respondendo à ocorrência pela agressão.


Segundo o Christian News, no mês passado o agressor aceitou um acordo judicial no Tribunal Comum de Fundamentos de Clark County, e concordou confessar a culpa pelo crime em troca de uma redução em sua pena. Então, na última quinta feira (10), ele recebeu sua condenação oficial, sendo condenado a cumprir oito anos de prisão pela agressão. No tribunal, ele lamentou o crime.

– Eu arruinei totalmente minha vida. Minha namorada assistiu aterrorizada ao que fiz. A família da minha namorada sofreu. Minha mãe e meu pai sofreram e ficaram constrangidos pelo que eu fiz – afirmou o rapaz, diante do tribunal.

Procurado para comentar a condenação de seu agressor, o pastor afirmou que perdoa James Maxie pela agressão, e que não guarda rancor pelo ocorrido.

– Eu quero que ele saiba que eu tenho estendido perdão a ele. (Perdão) é um dom. Eu realmente espero que ele aprenda a lição de que a vida não gira em torno apenas de si mesmo, e que eu faço afeta também outras pessoas – afirmou o pastor.

Por Dan Martins, para o Gospel+


4 COMENTÁRIOS

  1. Lá nos EUA a coisa não é brincadeira! Pegou 8 anos de regime fechado! Se fosse aqui no Brasil iria cumprir 1/3 da pena (apenas!) e talvez em regime semi-aberto (ou ter que entregar umas cestas básicas para alguma instituição de caridade e pronto! Estaria livre pra continuar a cometer violência…).

    Creio também que faltou certo “tato” ao referido pastor ao conversar com o agressor! Ninguém gostaria de que perguntassem à sua namorada se ela estava sendo abusada…

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