Carioca que teve crânio perfurado por vergalhão conta como sobreviveu sem sequelas: “É um querer que Deus tem para cada um”

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O operário Eduardo Leite, 24 anos, que teve o crânio perfurado por um vergalhão em uma obra no Rio de Janeiro conta como sobreviveu sem sequelas ao incidente, e revela como está sendo sua vida após sobreviver a algo tão grave.

Após sua esposa afirmar que ele recebeu uma nova chance de Deus para sua vida, foi a vez de Eduardo atribuir a Deus por sair ileso após ter a cabeça perfurada por um vergalhão dois metros de comprimento que caiu do quinto andar do prédio onde trabalhava no Rio de Janeiro.

– Nada acontece por acaso. É sempre um querer que Deus tem para cada um – resumiu Eduardo, que contou também como foi o momento do acidente, e como está sendo sua vida um ano após deixar o hospital.

– Eu estava de capacete e só senti aquela porrada na cabeça. Abri o olho e vi a ponta do vergalhão, sangrando. Foi aquela correria. Eu não senti doer não, mas foi forte. Eu percebi a reação das pessoas quando cheguei no hospital. Muito alvoroço – conta o rapaz, que chegou consciente e conversando ao hospital.


Até mesmo os médicos do hospital de referência de atendimentos de pacientes com trauma e vítimas de acidentes graves no Rio de Janeiro ficaram impressionados com o caso de Eduardo.

– Foi um desespero total, uma gritaria. ‘Doutor Ivan, chega aqui na emergência que chegou um homem com um ferro na cabeça’. Sempre assusta, né? – revelou o médico Ivan Santana, sobre o momento em que Eduardo deu entrada no Pronto Socorro.

– Ele correu o risco de ter uma paralisia em algum grau no lado esquerdo do corpo, perder o olho direito e até morrer. Acho que foi Deus, porque o objeto passou perto de todas as estruturas que poderiam levar a essas consequências e não pegou nada – completou o médico, segundo o G1.

O rapaz conta que o único problema médico que teve em decorrência do acidente foi uma convulsão. Porém, ele explica que já está tomando remédio para evitar novas crises, e que sua vida segue praticamente normal.

– Jogar bola, tem que ter cuidado para não cabecear a bola, evitar ficar muito cansado. Mudou umas coisas, mas dá para levar. Meu jeito de encarar a vida é o mesmo, acordando 4h30, indo trabalhar, voltando. É a mesma coisa – explica feliz, revelando que a maior mudança em sua vida no último ano é que será pai pela terceira vez.

Por Dan Martins, para o Gospel+


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