“Deus tenha misericórdia do Brasil”, diz Silas Malafaia sobre as últimas ações de Dilma e PT

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O governo da presidente Dilma Rousseff (PT) está contra-atacando as movimentações políticas que pretendem levar a atual mandatária ao impeachment e, mesmo com reprovação recorde da população, tenta atrair de volta os aliados. Ao mesmo tempo, em outra frente, Dilma manifesta apoio a protestos organizados por setores sociais ligados a movimentos aliados de seu partido.

Nesse cenário, o pastor Silas Malafaia criticou novamente a postura adotada pelo Partido dos Trabalhadores e relembrou o envolvimento embrionário da legenda com os escândalos de corrupção investigados na Operação Lava-Jato.

“Lula diz para Dilma se aproximar dos movimentos sociais, aqueles que estão no bolso do governo há muito tempo. Simplesmente vergonhoso. Não adianta chorar o povo vai para as ruas no dia 16. Foram enganados com promessas estúpidas, estão reagindo dentro da legalidade”, escreveu o pastor, contextualizando o cenário.

Mais uma vez, Malafaia revelou que tem sido alvo de retaliações de adeptos do PT por expressar seus pensamentos: “Podem xingar, caluniar, difamar e reclamar, vou continuar a exercer o meu direito de cidadão. Os esquerdopatas não suportam o contraditório. Os petralhas se utilizam dos mesmos métodos dos comunistas, nazistas e fascistas para calarem seus opositores. Guarde esse Twitter”, disse, acrescentando posteriormente que “na hora certa” explicaria a comparação.

Mais adiante, o líder evangélico afirmou que os movimentos sociais referidos como minorias estão todos ligados ao governo petista, e por isso, têm manifestado apoio a Dilma: “MST, UNE, ABGLT, CUT, etc… Estão todos no bolso do PT, por isso estão calados. Se o governo fosse outro, estavam todos na rua protestando. Lula se reuniu com a cúpula do PT, agora com a cúpula do PMDB. Mas não é ele que nunca sabe de nada? Me engana que eu gosto, só engana otário”, disparou.

Ao final, concluiu sua linha de raciocínio pedindo proteção divina: “Deus tenha misericórdia do Brasil”.


21 COMENTÁRIOS

    • Olá Vanessa, infelizmente você está enquadrada no meio de bilhões de pessoas que não sabem pra onde vai inteligência, dizer que Malafaia é um homem inteligente paciência!. Ele é muito esperto; isso sim!. Desejo que você nunca confunda esperteza por inteligência, por outro lado, você e bilhões de pessoas também acham, que existe inteligência pra maldade, isso é extremamente impossível e por ele ser muito maldoso, jamais será um homem inteligente.
      Eu criei uma frase que digo: “Onde há mentiras há maldades, e onde há maldades, não existe inteligência”. Também não confunda, “QI” de intelectualidade com o “QI de inteligência. Pare e pense para rever os seus conceitos sobre inteligência.
      Abc!.

    • E o que a igreja evangélica pentecostal fez por esses grupos que vc diz estarem na mão do PT?

      Alguns deles, foram oprimidos cruelmente pelo pentecostalismo e viram no PT um aliado.

    • Não sou nada querido, eu apenas compactuo das mesmas opiniões dele, e também sou parceria ministerial e consumidora de alguns livros e dvds infantis para o meu baby, porque? ! Vc tem alguma objeção. ….hã?…..Acho que não né? !

  1. O pior de tudo é que a dona globo raposa velha sem vergonha resolveu ficar do lado do pt em contra partida do conservadorismo de Eduardo cunha,mais uma vez a dona globo está indo do lado errado da história e contra o povo, ta tomando a mesma postura quando apoiou a ditadura militar.

  2. Silas eh aquele que dizia que a teologia da prosperidade era heresia?
    Silas nao eh aquele que fez diversas afirmacoes sobre a torpeza da rede Globo, mas que aceitou patrocinio do conglomerado para a Marcha para Jesus?
    Silas nao eh o pastor vaidoso que chega a gastar quase 30 mil reais em um implante futil de cabelo?
    ah, tah…
    eh esse mesmo.

  3. Como que é mesmo, otário??!!!! Então o que é isto???!!!

    Página Inicial » Brasil 31/07/2015 – 12:04 – Atualizado em 31/07/2015 – 12:08
    Assembleia de Deus recebeu dinheiro de propina da Petrobras, diz delator
    Delator que acusou Cunha também fez repasse à igreja

    por Jarbas Aragão

    Assembleia de Deus recebeu dinheiro de propina da Petrobras, diz delator
    AD recebeu dinheiro de propina da Petrobras

    Nos últimos meses o Brasil vem sendo sacudido por uma série de escândalos relacionados ao desvio de dinheiro da Petrobras, revelada pela operação “Lava Jato” da Polícia Federal.
    Além de uma série de políticos de alto escalão, muitas empresas tiveram seus sigilos bancários quebrados, mostrando quem recebeu dinheiro vindo do desvio de verbas federais.
    O jornal O Estado de São Paulo, na sua edição de sexta (31) mostra que as empresas do lobista Júlio Camargo entregaram R$ 125 mil a uma igreja ligada ao ministério Assembleia de Deus Madureira, por indicação do presidente da Câmara dos Deputados
    A igreja fica em Campinas (SP). Os documentos apresentados pela empresa Treviso, utilizada por Camargo para repassar propinas no esquema de corrupção. Até o momento, nem o pastor da igreja nem a defesa de Júlio Camargo deram explicações sobre o repasse.
    As empresas do lobista também fizeram doações para campanhas de políticos no total de R$ 1 milhão. Entre os citados estão o líder do governo no Senado Delcídio Amaral (PT), que recebeu R$ 200 mil em 2010, e a senadora Marta Suplicy (sem partido), com R$ 100 mil também em 2010. Também foi realizado um depósito de R$ 150 mil ao diretório nacional do PMDB.
    Camargo tem sido delator na tentativa de ser beneficiado pela justiça. A Polícia Federal comprovou que a quantia foi repassada entre 2008 e 2014. A movimentação é a única que beneficiou uma instituição religiosa. O delator disse à Justiça que fez o depósito após ser “pressionado” pelo presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) a pagar propina de US$ 5 milhões.
    O deputado, um dos líderes da bancada evangélica, frequenta cultos da Assembleia regularmente. Em fevereiro deste ano, Cunha esteve em um culto de ação de graças por sua eleição para a Presidência da Câmara na sede da Assembleia de Deus Madureira, no Rio de Janeiro. Cunha era ligado à igreja Sara Nossa Terra há 20 anos, mas durante o culto afirmou que trocou de denominação e agora é membro da AD.
    Na ocasião, o presidente do ministério Madureira no Rio, pastor Abner Ferreira, afirmou: “Satanás teve que recolher cada uma das ferramentas preparadas contra nós. Nosso irmão em Cristo é o terceiro homem mais importante da República”.
    Abner é irmão do pastor Samuel Ferreira, que lidera a Assembleia de Deus no Brás, em São Paulo. É o nome de Samuel que aparece no registro da Receita Federal como presidente da Assembleia de Deus Madureira em Campinas, que recebeu o dinheiro da empresa de Júlio Camargo.
    Segundo O Estado de São Paulo, a assessoria do pastor Samuel Ferreira informou que ele não iria se manifestar sobre o caso. Eduardo Cunha não foi encontrado para comentar o episódio.

  4. Não vejo diferença entre o gargamel do silao boça de escuma e o governo do Pt ambos vivem de explorar o povo., um mente na política outro mente na religião ., a Dilma e seus pares vendem ilusão ., já o vovô Mafalda vulgo Silasmalacheia vendem prosperidade a 10 mil reais junto ao morris círullo na banda todos os sábados., qual a diferença destes pestes.,

  5. Tem gente que acha que sabe bastante e esclarecido è exemplo de pessoa, esta em outro nivel ao ponto de querer ditar palavras para manipular outros, essa atitude parece ter boa aparencia de ser legal, onde, objetivo e fazer ativar o desejo que cada ser humano possui e muitos infelizmente acreditam.
    cabe lembrar o que de fato querem e por que precisam de nos, por terem maior recursos financeiros, onde, so isso nao è o suficente para dar vidas as suas artimanhas, necessitam da compra de suas ideias pelo povo,
    Mas lembro que muitos ja estao atentos a certos oportunistas, reintero que estamos atentos ao seus reais interesses dessas falas.

  6. direitos do povo Brasileiro regido na constituição

    Direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade;

    – Direito à educação, saúde, moradia, trabalho e lazer;

    – Proteção à maternidade e à infância;

    – Liberdade de manifestação de pensamento, sendo vedado o anonimato;

    – Seguir a crença religiosa que desejar;

    – Exercer a profissão que quiser, respeitando as exigências relacionadas às qualificações profissionais;

    – Não ser tratado de forma desumana ou degradante. Não ser submetido a atos de tortura física, psicológica ou de qualquer outra natureza.

    estes são os nossos direitos que PT e ninguém irá tirar com ou sem \ameaças

  7. O corrupto Eduardo Cunha, mestre mor de Silas Malafaya, não escapara de Moro e Janot.

    BRASÍLIA – O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, acusou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) de usar A Advocacia-Geral da União e a própria Câmara para fins pessoais e, a partir daí, se defender das acusações de envolvimento com a corrupção na Petrobras. Janot fez a acusação ao pedir ao ministro Teori Zavascki, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), que mantenha nos autos cópias de dois requerimentos de informação que teriam sido usados por Cunha para extorquir o empresário Júlio Camargo.Depois de fazer acordo de delação premiada, Camargo disse que pagou US$ 5 milhões para o presidente da Câmara. O suborno faria parte de um acerto relacionado a um contrato para afretamento de navio sonda da Samsung Heavy Industrie pela Petrobras. Janot emitiu o parecer em resposta ao pedido de Cunha para a exclusão dos requerimentos da suposta chantagem fossem excluídos do inquérito. O agravo com o pedido para a retirada dos documentos foi formulado pela AGU a partir de uma iniciativa dopresidente da Câmara.

    “O agravo em questão evoca, em pleno século XXI, decantado vício de formação da sociedade brasileira: a confusão do público com o privado.O inquérito em epígrafe investiga criminalmente a pessoa de Eduardo Cunha, que tem plenitude de meios para assegurar sua defesa em juízo e, como seria de se esperar, está representado por advogado de escol”, escreveu Janot em parecer apresentado na quarta-feira ao STF. Mesmo assim, segundo o procurador-geral, “o investigado solicitou a intervenção da advocacia pública em seu favor, sob o parco disfarce do discurso da defesa de prerrogativa institucional”.

    Para Janot, não faz sentido o presidente da Câmara usar instituições públicas para fazer a defesa em um inquérito em que é acusado de corrupção. O procurador-geral entende que a medida não tem precedente histórico e nem amparo na Constituição. “O que se tem, então, é um agravo em matéria criminal em que a Câmara dos Deputados figura como recorrente, mas cujo objeto só a Eduardo Cunha interessa”. O procurador afirma ainda que não cabe comparação com a legislação americana, conforme pleiteia o deputado. Não haveria caso similar nos Estados Unidos como sugere da defesa do deputado.

    Janot também nega que a Polícia Federal tenha violado prerrogativas da Câmara ou mesmo a imunidade parlamentar ao buscar no setor de informática da Câmara o registro e as cópias dos requerimentos supostamente usados na extorsão de Júlio Camargo. Segundo ele, a PF e o Ministério Público Federal não apreenderam documentos. Apenas obtiveram, com ordem do STF, dados públicos no sistema de informática da Câmara. Os requerimentos aparecem em nome da ex-deputada Solange Almeida (PMDB-RJ). Os registros da Câmara mostram, no entanto, que o documento foi produzido em um computador aberto com a senha de Cunha.

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    O procurador-geral sustenta ainda que não faz sentido dizer que a busca dos documentos dependeria de autorização prévia de Cunha, como reivindica o deputado. “O debate sobre se caberia à presidência da Câmara autorizar previamente o cumprimento da medida determinada pelo Supremo Tribunal Federal e a quem caberia cumpri-la (polícia federal ou polícia legislativa) não faria sentido nem mesmo se de busca e apreensão se tratasse. Cogitar de condicionamento dessa estirpe para o cumprimento de requisição judicial, endereçada a servidor responsável administrativamente pela casa legislativa, constituiria verdadeira ruptura do princípio da independência e da harmonia entre os Poderes”, diz Janot.

    Em nota divulgada no início da noite desta quinta-feira, a assessoria de imprensa de Cunha afirma que presidente da Câmara negou, no início da semana, que tenha pedido para a AGU defendê-lo. Segundo o texto, Cunha “reagiu prontamente à ação da Advocacia-Geral da União, alertando que o órgão não está autorizado a representa-lo. Essa ação da AGU motivou, inclusive, o rompimento do convênio entre a Câmara e Advocacia-Geral para ações em tribunais superiores”.
    As explicações de Cunha foram rebatidas na segunda-feira pelo advogado-geral da União, Luis Adams. Segundo ele, o presidente da Câmara pediu três fez a entrada da AGU no caso. Dois pedidos foram formulados por assessores da Câmara ligados a Cunha. O terceiro foi formulado pelo próprio deputado numa conversa por telefone com Adams.

  8. O corrupto Eduardo Cunha, mestre mor de Silas Malafaya, não escapara de Moro e Janot.

    BRASÍLIA – O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, acusou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) de usar A Advocacia-Geral da União e a própria Câmara para fins pessoais e, a partir daí, se defender das acusações de envolvimento com a corrupção na Petrobras. Janot fez a acusação ao pedir ao ministro Teori Zavascki, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), que mantenha nos autos cópias de dois requerimentos de informação que teriam sido usados por Cunha para extorquir o empresário Júlio Camargo.Depois de fazer acordo de delação premiada, Camargo disse que pagou US$ 5 milhões para o presidente da Câmara. O suborno faria parte de um acerto relacionado a um contrato para afretamento de navio sonda da Samsung Heavy Industrie pela Petrobras. Janot emitiu o parecer em resposta ao pedido de Cunha para a exclusão dos requerimentos da suposta chantagem fossem excluídos do inquérito. O agravo com o pedido para a retirada dos documentos foi formulado pela AGU a partir de uma iniciativa do presidente da Câmara.

    “O agravo em questão evoca, em pleno século XXI, decantado vício de formação da sociedade brasileira: a confusão do público com o privado.O inquérito em epígrafe investiga criminalmente a pessoa de Eduardo Cunha, que tem plenitude de meios para assegurar sua defesa em juízo e, como seria de se esperar, está representado por advogado de escol”, escreveu Janot em parecer apresentado na quarta-feira ao STF. Mesmo assim, segundo o procurador-geral, “o investigado solicitou a intervenção da advocacia pública em seu favor, sob o parco disfarce do discurso da defesa de prerrogativa institucional”.

    Para Janot, não faz sentido o presidente da Câmara usar instituições públicas para fazer a defesa em um inquérito em que é acusado de corrupção. O procurador-geral entende que a medida não tem precedente histórico e nem amparo na Constituição. “O que se tem, então, é um agravo em matéria criminal em que a Câmara dos Dep. figura como recorrente, mas cujo objeto só a Eduardo Cunha interessa”. O procurador afirma ainda que não cabe comparação com a legislação americana, conforme pleiteia o deputado. Não haveria caso similar nos Estados Unidos como sugere da defesa do deputado.

    Janot também nega que a Polícia Federal tenha violado prerrogativas da Câmara ou mesmo a imunidade parlamentar ao buscar no setor de informática da Câmara o registro e as cópias dos requerimentos supostamente usados na extorsão de Júlio Camargo. Segundo ele, a PF e o Ministério Público Federal não apreenderam documentos. Apenas obtiveram, com ordem do STF, dados públicos no sistema de informática da Câmara. Os requerimentos aparecem em nome da ex-deputada Solange Almeida (PMDB-RJ). Os registros da Câmara mostram, no entanto, que o documento foi produzido em um computador aberto com a senha de Cunha.

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    O procurador-geral sustenta ainda que não faz sentido dizer que a busca dos documentos dependeria de autorização prévia de Cunha, como reivindica o dep.. “O debate sobre se caberia à presidência da Câmara autorizar previamente o cumprimento da medida determinada pelo Supremo Tribunal Federal e a quem caberia cumpri-la (polícia federal ou polícia legislativa) não faria sentido nem mesmo se de busca e apreensão se tratasse. Cogitar de condicionamento dessa estirpe para o cumprimento de requisição judicial, endereçada a servidor responsável administrativamente pela casa legislativa, constituiria verdadeira ruptura do princípio da independência e da harmonia entre os Poderes”, diz Janot.

    Em nota divulgada no início da noite desta quinta-feira, a assessoria de imprensa de Cunha afirma que presidente da Câmara negou, no início da semana, que tenha pedido para a AGU defendê-lo. Segundo o texto, Cunha “reagiu prontamente à ação da Advocacia-Geral da União, alertando que o órgão não está autorizado a representa-lo. Essa ação da AGU motivou, inclusive, o rompimento do convênio entre a Câmara e Advocacia-Geral para ações em tribunais superiores”.
    As explicações de Cunha foram rebatidas na segunda-feira pelo advogado-geral da União, Luis Adams. Segundo ele, o presidente da Câmara pediu três fez a entrada da AGU no caso. Dois pedidos foram formulados por assessores da Câmara ligados a Cunha. O terceiro foi formulado pelo próprio deputado numa conversa por telefone com Adams.

  9. O corrupto Eduardo Cunha, mestre mor de Silas Malafaya, não escapara de Moro e Janot.

    BRASÍLIA – O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, acusou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) de usar A Advocacia-Geral da União e a própria Câmara para fins pessoais e, a partir daí, se defender das acusações de envolvimento com a corrupção na Petrobras. Janot fez a acusação ao pedir ao ministro Teori Zavascki, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), que mantenha nos autos cópias de dois requerimentos de informação que teriam sido usados por Cunha para extorquir o empresário Júlio Camargo.Depois de fazer acordo de delação premiada, Camargo disse que pagou US$ 5 milhões para o presidente da Câmara. O suborno faria parte de um acerto relacionado a um contrato para afretamento de navio sonda da Samsung Heavy Industrie pela Petrobras. Janot emitiu o parecer em resposta ao pedido de Cunha para a exclusão dos requerimentos da suposta chantagem fossem excluídos do inquérito. O agravo com o pedido para a retirada dos documentos foi formulado pela AGU a partir de uma iniciativa do presidente da Câmara.

    “O agravo em questão evoca, em pleno século XXI, decantado vício de formação da sociedade brasileira: a confusão do público com o privado.O inquérito em epígrafe investiga criminalmente a pessoa de Eduardo Cunha, que tem plenitude de meios para assegurar sua defesa em juízo e, como seria de se esperar, está representado por advogado de escol”, escreveu Janot em parecer apresentado na quarta-feira ao STF. Mesmo assim, segundo o procurador-geral, “o investigado solicitou a intervenção da advocacia pública em seu favor, sob o parco disfarce do discurso da defesa de prerrogativa institucional”.

    Para Janot, não faz sentido o presidente da Câmara usar instituições públicas para fazer a defesa em um inquérito em que é acusado de corrupção. O procurador-geral entende que a medida não tem precedente histórico e nem amparo na Constituição. “O que se tem, então, é um agravo em matéria criminal em que a Câmara dos Dep. figura como recorrente, mas cujo objeto só a Eduardo Cunha interessa”. O procurador afirma ainda que não cabe comparação com a legislação americana, conforme pleiteia o deputado. Não haveria caso similar nos Estados Unidos como sugere da defesa do deputado.

    Janot também nega que a Polícia Federal tenha violado prerrogativas da Câmara ou mesmo a imunidade parlamentar ao buscar no setor de informática da Câmara o registro e as cópias dos requerimentos supostamente usados na extorsão de Júlio Camargo. Segundo ele, a PF e o Ministério Público Federal não apreenderam documentos. Apenas obtiveram, com ordem do STF, dados públicos no sistema de informática da Câmara. Os requerimentos aparecem em nome da ex-deputada Solange Almeida (PMDB-RJ). Os registros da Câmara mostram, no entanto, que o documento foi produzido em um computador aberto com a senha de Cunha.

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    O procurador-geral sustenta ainda que não faz sentido dizer que a busca dos documentos dependeria de autorização prévia de Cunha, como reivindica o dep.. “O debate sobre se caberia à presidência da Câmara autorizar previamente o cumprimento da medida determinada pelo Supremo Tribunal Federal e a quem caberia cumpri-la (polícia federal ou polícia legislativa) não faria sentido nem mesmo se de busca e apreensão se tratasse. Cogitar de condicionamento dessa estirpe para o cumprimento de requisição judicial, endereçada a servidor responsável administrativamente pela casa legislativa, constituiria verdadeira ruptura do princípio da independência e da harmonia entre os Poderes”, diz Janot.

    Em nota divulgada no início da noite desta quinta-feira, a assessoria de imprensa de Cunha afirma que presidente da Câmara negou, no início da semana, que tenha pedido para a AGU defendê-lo. Segundo o texto, Cunha “reagiu prontamente à ação da Advocacia-Geral da União, alertando que o órgão não está autorizado a representa-lo. Essa ação da AGU motivou, inclusive, o rompimento do convênio entre a Câmara e Advocacia-Geral para ações em tribunais superiores”.
    As explicações de Cunha foram rebatidas na segunda-feira pelo advogado-geral da União, Luis Adams. Segundo ele, o presidente da Câmara pediu três fez a entrada da AGU no caso. Dois pedidos foram formulados por assessores da Câmara ligados a Cunha. O terceiro foi formulado pelo próprio dep. numa conversa por telefone com Adams.

  10. IMAGINEM A PROPOSTA DE RENAN
    DE COBRANÇA NO SUS ATÉ AUMENTO DE ANOS PARA APOSENTAR, QUEBRARAM O PAÍS E QUEREM MATAR O POVO, VIRARAM ESCRAVOS DAQUELES QUE DEVERIAM SER NOSSOS SERVOS.

  11. Na Bíblia diz para gente orar pelos nossos governantes, mas Silas conclama o povo pra ir na rua derrubar. Cristão até o talo. Fico imaginando se ele teria todo esse posicionamento contra os petralhas se eles fossem adeptos da aberração da prosperidade e “ofertassem” R$ 900,00 e de brinde ganhassem a “Bíblia da Batalha Espiritual e Vitória Financeira”. Quem sabe se Dilmão contribuísse o Brasil saia dessa pindaíba.

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