Domingo Espetacular vai mostrar reportagem especial com imagens do interior do Templo de Salomão

10

O Domingo Espetacular dessa semana irá mostrar uma reportagem especial com imagens exclusivas do interior do Templo de Salomão, e dos bastidores do megatemplo da Igreja Universal que foi inaugurado na última quinta feira.

A reportagem da Rede Record irá mostrar o passo a passo da construção da obra, que as equipes do programa acompanharam durante os quatro anos que durou a obra de construção. Segundo informações do R7, os repórteres irão falar sobre o significado do antigo Templo de Salomão de Jerusalém, e explicar o porquê de reerguer a obra, em pleno século 21, na América Latina.

As informações são de que o programa irá abordar também os números grandiosos em torno da construção, como o valor de R$ 680 milhões gasto na obra de mais de 70 mil metros quadrados de área construída.

De acordo com o Yahoo, a reportagem do Domingo Espetacular é parte de uma grande mobilização na Rede Record, emissora que pertence ao bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal. As informações são de que Macedo está acompanhando pessoalmente a preparação de toda a cobertura feita pela emissora em torno da inauguração do templo.


Na tarde desta quarta-feira, ele chegou de helicóptero na sede da Record, onde ficou por cerca de uma hora antes de seguir para o templo. Essa foi a segunda vez no ano que o bispo foi à sede da emissora.

Além do Domingo Espetacular, vários outros jornais e programas da emissora fizeram ou estão fazendo reportagens em torno da inauguração do templo.


10 COMENTÁRIOS

  1. Não assistirei porque:

    1 – Não dou audiencia para a record, emissora que faz a vontade do diabo
    2 – As “reportagens” da record sempre são sob encomenda para a iurd, sem isenção portanto.
    3 – Esse templo não é para a glória de Deus e sim para o macedo, que será enterrado lá, inclusive…

          • LUCIANO ENTENDI A COMPARAÇÃO
            STARDUST CARAS DE PAUS
            CLAMANDO REI DE OUROS HEHEHEH REALMENTE BOA COMPARAÇÃO NÃO ME JULGUE OU JULGUE MINHAS CRITICAS A EDIR MACEDO COM A PERSEGUIÇÃO DO JGMIXBEREANOFELIPEAFONSOSTAR, MINHAS CRITICAS SEMPRE EMBASADAS E SOMENTE SOBRE O ASSUNTO, ADO STARDUST SEMPRE PARTEM PARA PERSEGUIÇÃO, NÃO POSTA EM OUTRAS MATÉRIAS ONDE O ASSUNTO NÃO SEJA A IURD E OU PASTORES BEM SUCEDIDOS.

      • Quer dizer que a Globo é ‘capeta puro’, então a Record tem um ‘pouco de capeta’ já que faz questão de copiar a Globo em tudo kkkkkkkkkkkkkkk
        A Record só não é ‘capeta puro’ porque é do bixpo Macedo kkkkkkkkkkkkkkkk

        • NUNCA FIZ TAL SEPARAÇÃO SÓ NÃO CONCORDEI QUE ENTIDADE QUE SE CHAMA POEIRA DA ESTRELA CAÍDA DIGA QUE A RECORD E OM CAPETA SÃO SÓCIOS E DEFENDA A REDE ESGOTO DE TELEVISÃO COMO SE FORÁ DE DEUS, ENTENDEU AMIGO…..

  2. QUANTA PALHAÇADA. A RECORD DIVULGANDO COMO SE FOSSE ALGO IMPORTANTISSIMO PRA SOCIEDADE. QUANTO: 400 MILHÕES ME PARECE. E CRISTO PREGAVA ISSO: SUNTUOSIDADE, LUXO. TENHA A SANTA PACIENCIA Ô BANDO DE IGNORANTES QUE AINDA ANDAM ATRÁS DESSE EDIR MACEDO. Ô POVO IGNORANTE,

  3. É pena,ver comentários tão incrédulos e de total ignorância espiritual, , o Templo de Salomão é realmente a casa de Deus e só quem não conhece as obras da Igreja Universal e sua grandeza e a importância de se ter templos para pessoas sofridas serem acolhidas e suas vidas restauradas é que escrevem sem conhecimento. São pessoas que não sabem usar a fé.

  4. Pastor Evangélico confirma que Evangelismo no Brasil é um embrião do Talibã:

    O Orgulho, o ódio, a perseguição, o julgamento e a imposição de suas doutrinas inventadas por homens aumenta a repulsa religiosa, cria conflitos e faz crescer o número de ateus!

    Deus nos livre de um Brasil evangélico

    Ricardo Gondim

    Começo este texto com uns 15 anos de atraso. Eu explico. Nos tempos em que outdoors eram permitidos em São Paulo, alguém pagou uma fortuna para espalhar vários deles em avenidas da cidade com a mensagem: “São Paulo é do Senhor Jesus. Povo de Deus, declare isso”.
    Rumino o recado desde então. Represei qualquer reação à bobagem estampada publicamente; hoje, por algum motivo, abriu-se uma fresta em uma comporta de minha alma. Preciso escrever sobre o meu pavor de ver o Brasil tornar-se evangélico. Antes explico: eu gostaria de ver o Brasil permeado com a elegância, solidariedade, inclusão e compaixão do Evangelho. Mas a mensagem subliminar dos outdoors, para quem conhece a cultura do movimento evangélico, é outra. Os evangélicos sonham com o dia em que cidade, estado e país se convertam em massa, e a terra dos tupiniquins tenha a cara de suas denominações.
    Afirmo que o sonho é que haja um “avivamento” religioso que leve uma enxurrada de gente para os templos evangélicos. Não reside entre os teólogos do movimento qualquer desejo de que valores cristãos influenciem a cultura brasileira. Eles anelam tão somente que o subgrupo, descendente distante dos protestantes, prevaleça. A eles não interessa que haja um veloz crescimento numérico entre católicos romanos; que ortodoxos sírios, russos, armênios ou gregos se alastrem. Para “ser do Senhor Jesus”, o Brasil tem que virar “crente”, com a cara dos evangélicos. (acabo de bater três vezes na madeira).
    Avanços numéricos de evangélicos em algumas áreas já dão uma boa ideia de como seria desastroso se acontecesse a tal levedação radical do Brasil.
    Imagino uma Genebra calvinista brasileira e tremo. Sei de grupos que anseiam por um puritanismo não inglês, mas moreno. Caso acontecesse, como os novos puritanos tratariam Ney Matogrosso, Caetano Veloso, Maria Gadu? Respondo: seriam execrados como diabólicos, devassos e pervertedores dos bons costumes. Não gosto nem de pensar no destino de poesias sensuais como “Carinhoso” do Pixinguinha ou “Tatuagem” do Chico. Um Brasil evangélico empobreceria, já que sobrariam as péssimas poesias do cancioneiro gospel. As rádios tocariam sem parar músicas horrorosas como “Vou buscar o que é meu”, “Rompendo em Fé”.
    Uma história minimamente parecida com a dos puritanos calvinistas provocaria, estou certo, um cerco aos boêmios. Novos Torquemadas seriam implacáveis e perderíamos todo o acervo do Vinicius de Moraes. Quem, entre puritanos, carimbaria a poesia de um ateu como Carlos Drummond de Andrade?
    Como ficaria a Universidade em um Brasil dominado por evangélicos? Os chanceleres denominacionais cresceriam, como verdadeiros fiscais, para que se desqualificasse Charles Darwin como “alucinado inimigo da fé”. Facilmente se restabeleceria o criacionismo como disciplina obrigatória em faculdades de medicina, biologia, veterinária. Nietzsche jazeria na categoria dos hereges loucos. Derridá nunca teria uma tradução para o português. O que dizer de rebeldes como Mozart, Gauguin, Michelangelo, Picasso? No máximo, seriam pesquisados como desajustados. Ganhariam rótulos para serem desmerecidos a priori como loucos, pederastas, hereges.
    Um Brasil evangélico não teria folclore. Acabaria o Bumba-meu-boi, o Frevo, o Vatapá. As churrascarias não seriam barulhentas. A alegria do futebol morreria; alguma lei proibiria ir ao estádio ou ligar televisão no domingo. E o racha, a famosa pelada de várzea, aconteceria quando? Haveria multa ou surra para palavrão?
    Um Brasil evangélico significaria que o fisiologismo político prevaleceu. Basta uma espiada no histórico de Suas Excelências da bancada evangélica nas Câmaras, Assembleias e Gabinetes para se apavorar. Se, ainda minoria, a bancada evangélica na Câmara Federal é campeã em faltas e em processos no STF, imagina dominando o parlamento.
    Um Brasil evangélico significaria o triunfo do “american way of life”, já que muito do que se entende por espiritualidade e moralidade não passa de cópia malfeita da cultura estadunidense. Obcecados em implementar os “valores da família”, tão caros ao partido republicano dos Estados Unidos, recrudesceria a teologia de causa-e-efeito, cármica, do “quem planta, colhe”. Vingaria o sucesso como aferidor da bênção de Deus.
    Ficaria mais fácil falar de inferno e mandar para lá todo mundo. Cada vez que um evangélico critica a Rede Globo eu me flagro perguntando: Como seria uma emissora liderada por evangélicos? Adianto: insípida, brega, chata, horrorosa, irritante.
    Prefiro, sem pestanejar, os textos do Gabriel Garcia Márquez, do Mia Couto, do Victor Hugo, do Fernando Moraes, do João Ubaldo Ribeiro, do Jorge Amado, a qualquer livro da série “Deixados para Trás” do fundamentalista de direita, Tim LaHaye. O demagogo Max Lucado (que abençoou a decisão de Bush bombardear o Iraque) não calça o chinelo de Mário Benedetti.
    Toda a teocracia um dia se tornará totalitária. Toda a tentativa de homogeneizar a cultura precisa se valer de obscurantismo. Todo o esforço de higienizar os costumes é moralista e hipócrita.
    O projeto cristão visa preparar para a vida. Jesus jamais pretendeu anular os costumes de povos não-judeus. Daí ele celebrar a fé em um centurião, adorador no paganismo romano, como especial e digna de elogio. Cristo afirmou que, entre criteriosos fariseus, ninguém tinha uma espiritualidade tão única e bela como daquele soldado que se preocupou com o escravo.
    Levar a Boa Notícia – Evangelho – não significa exportar cultura, criar dialeto ou forçar critérios morais. Na evangelização, fica implícito que todos podem continuar a costurar, compor, escrever, brincar, encenar, como sempre fizeram. O evangelho convoca à pratica da justiça; cria meios de solidariedade; procura gestar homens e mulheres distintos; imprime em pessoas o mesmo espírito que moveu Jesus a praticar o bem.
    Há estudos sociológicos que apontam estagnação quando o movimento evangélico chegar a 35% da população brasileira. Esperemos que sim. Caso alcançasse a maioria, com os anseios totalitários e teocráticos que já demonstra, o movimento desenvolveria mecanismos para coibir a liberdade. Acontece que Deus não rivaliza a liberdade humana, mas é seu maior incentivador.
    Portanto, Deus nos livre de um Brasil evangélico.

    Soli Deo Gloria

DEIXE UMA RESPOSTA