Internacional

Estudiosos questionam a tradição em torno da crucificação de Cristo e afirmam que ele pode ter morrido com 39 anos

Comentários (4)
  1. E lá vem a ciencia de novo com suas polemicas…

  2. Sera??? disse:

    pouco mim interesa se foi com 39 ou 33 anos o que importa é que Jesus morreu e ressucitou e pronto.
    O principal fator é que eu tenho Jesus como unico Senhor e salvador e creio nisso e pornto.

  3. Joversi Ferreira disse:

    Estes provam que “estudiosos” e inteligentes nem sempre andam juntos na mesma frase.

  4. meu Deus quantos sabios ou adivinhas ta e brabo, estuda tanto que enloquece fica doido so.

  5. Kátia Cristina Pereira disse:

    cada coisa viu

  6. Sinceramente pessoal… faz realmente muita diferença se a crucificação ocorreu numa quinta ou sexta? Faz realmente diferença de Jesus (que a paz esteja com ele) viveu 39 e não 33 anos? Altera em alguma coisa a mensagem deixadas para nós?

  7. Pitagoras disse:

    Uma história nebulosa como a de Jesus, deixa margem para todo e qualquer tipo de interpretação e imaginação.

  8. Os dois estudiosos acima são completamente idiotas, primeiro que a pascoa foi instuita por Deus para ser memorizada no primeiro mês do ano aos dez dias do mês.Exôdo 12.2…e Segundo quem estuda a bíblia têm muito mais conhecimento do que esses dois idiotas juntos.

  9. Quem responde a estes "sábios"é o próprio Senhor Jesus:
    "Naquela hora Jesus, exultando no Espirito Santo, disse:"Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste essas coisas dos sábios e cultos e as revelaste aos pequeninos.Sim , Pai, pois assim foi do teu agrado."Lucas10:21

  10. SINCERAMENTE PESSOAL FAZ ALGUMA DIFERENÇA SE O SENHOR JESUS MORREU COM 33 OU 39 ANOS. O QUE RELAMENTE IMPORTA É QUE AO TERCEIRO DIA ELE RESUSCITOU E ESTA VOLTANDO PARA BUSCAR O SEU POVO. AQUELES QUE REALMENTE TEM COMPROMISSO COM A SUA PALAVRA, E GUARDA OS SEU MANDAMENTOS E PROCURAM SER SERVOS FIEIS DELE.

  11. Eu fico perplexo ao ver quantos desocupados ficam juntando evidencias ou tentando juntar para desmentificar a bíblia, contudo, não tenho medo, de que ela seja tida como uma farsa, pois muito estudiosos ao longo dos tempos afirmam que Jesus não existiu, outros não tem certeza do local, outro da hora, outro se ele ressuscitou, mas me glorio no Senhor, pois todos esses estudiosos estão em contradição, estudando o Rei Jesus e afirmando, entre outras formas, que Ele existiu… O Rei Jesus Ressuscitou ao terceiro dia, e nos trouxe vida, vida que só encontramos Nele, e que por Ele, é que podemos celebrar… João Batista nos preparou para a vinda do messias: "EIS O CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRA O PECADO DO MUNDO". Jesus Cristo, Ressuscitou!

  12. Marcelo Sena disse:

    Faz diferença sim, isso vai contra a doutrina biblica.

  13. Luiz Alberto Araújo Bezerra disse:

    Existe uma grande confusão quanto a data exata da morte de Jesus. Os Católicos dizem que foi no ano 30; os Adentistas dizem que foi no ano 31, as Testemunhas de Jeová dizem que foi no ano 33. Na verdade, ninguém hoje pode saber a data correta. Se isso fosse tão importante eu creio que o Senhor Jesus tinha inspirado aos apóstolos indicar o ano de sua morte.
    Há que diga que Jesus foi crucificado na quarta-feira, mas a Bíblia diz que foi na Sexta-feira, no dia da preparação para o Sábado.
    O importante é que Jesus morreu crucificado nos dias de Poncio Pilatos para nos salvar. A data de sua morte não tem nenhuma importância. A única coisa que temos certeza é que foi numa data em que a Páscoa judaica estava sendo comemorada.

  14. SEM FÉ É IMPOSSÍVEL AGRADAR A DEUS. eles deveriam ler mais a Bíblia e deixar essas idiotices de lado.33,39,40, ELE sempre será o Cristo, meu Salvador.

  15. Pitagoras disse:

    Sr. Bezerra, seu comentário corrobora o meu acima. Grato. Paz

  16. emilio reno disse:

    .um dia a verdade vai aparecer.a igreja catolica inventou jesus

  17. mauro2011 disse:

    Falar da existência de Jesus sem penetrar na história pra muitos é perda de tempo, felizmente até escritores pagãos registraram fatos para a total infelicidade dos céticos.

    Jesus portanto, é uma figura bem situada no tempo e no espaço, o que não ocorre com Orfeu, Osíris, Mitra…

    Os observadores, porém, estranham que a respeito dele tenham tão pouco falado os cronistas romanos. O fato deixa de ser surpreendente desde que se pondere que Jesus viveu num rincão do Império Romano (a Palestina). Ademais a obra de Jesus pôde, a princípio, não parecer mais do que um motim dos muitos que agitavam a Palestina no século I: assim o livro dos Atos dos Apóstolos 5, 36s nos refere o levante de um certo Teudas e o de Judas Galileu, que foram frustrados. Somente quando o Cristianismo penetrou no Império Romano e começou a sacudir as populações e mudar os costumes é que Jesus e os cristãos chamaram a atenção do grande público.

    Ademais é de notar o seguinte: os discípulos de Cristo, a princípio, eram chamados Nazarenos. Foi somente por volta de 48 / 49 em Antioquia da Síria, território pagão, que receberam o nome de cristãos (cf. At 11, 26). Ora nenhum dos adversários do Cristianismo nos primeiros séculos afirmou que Jesus não existiu; nem mesmo Celso, filósofo eclético, que escreveu veementemente contra os cristãos, acusando-os e zombeteando-os a vários títulos, ousou declarar: “O vosso Cristo nunca existiu!”

    Paz e Bem

  18. mauro2011 disse:

    São três os autores que, de algum modo, se referem a Cristo: Tácito, Suetônio e Plínio o Jovem. Escreveram no intervalo que vai de 110 a 120.

    Tácito

    Tácito foi um historiador que soube exercer espírito crítico e se mostrou honesto em seus relatos. Escreveu em seus Anais, por volta de 116, a respeito do incêndio de Roma ocorrido em 64:

    “Um boato acabrunhador atribuía a Nero a ordem de pôr fogo à cidade. Então, para cortar o mal pela raiz, Nero imaginou culpados e entregou às torturas mais horríveis esses homens detestados pelas suas façanhas, que o povo apelidava de cristãos. Este nome vem-lhes de Cristo, que, sob o reinado de Tibério, foi condenado ao suplício pelo procurador Pôncio Pilatos. Esta seita perniciosa, reprimida a princípio, expandiu-se de novo não somente na Judéia, onde tinha a sua origem, mas na própria cidade de Roma” (Anais XV 44).

    Tácito conta, a seguir, as horríveis torturas infligidas aos cristãos e se mostra contrário a esse desumano procedimento. As referências pouco elogiosas aos cristãos mostram que só os conhecia por ouvir dizer e compartilhava as opiniões do seu tempo. Essa hostilidade mesma torna mais valiosa a breve notícia que ele nos transmite a respeito de Cristo. Pergunta-se: de onde Tácito recebeu as informações concernentes a Cristo? – Pode-se crer que as tenha recebido de Plínio o Velho, cujas Histórias ele muito utiliza. Plínio o Antigo fez parte do estado-maior de Tito, que em 70 invadiu Jerusalém; pôde assim colher dados sobre Jesus na própria Palestina e os terá passado para o historiador Tácito.

    Suetônio

    Poucos anos depois, em 120, Suetônio, também hábil historiador, escreveu a Vida dos Doze Césares, em que cita duas vezes os cristãos: uma primeira vez para confirmar que eram perseguidos desde os tempos de Nero. Na segunda vez, referindo-se ao reinado de Cláudio (41-54), diz que este “expulsou de Roma os judeus, que, sob o impulso de Cresto, se haviam tornado causa freqüente de tumultos” (Vita Claudii XXV). A informação coincide com a de Atos 18, 2; a expulsão deve ter ocorrido por volta de 49 / 50. Chrestós é a forma grega equivalente a Christós, que traduz o hebraico Messias (= Ungido). Suetônio, mal informado, julgava que Cristo se achava em Roma, instigando as desordens.

    É lamentável que Suetônio nada tenha dito sobre Jesus ao tratar de Tibério. Mas a notícia registrada basta para provar que, por volta de 50, isto é, menos de vinte anos após a Ascensão, havia cristãos em Roma que, por sua pregação, perturbavam a colônia judaica.

  19. mauro2011 disse:

    Plínio o Jovem

    Em 111 chegou à Bitínia e ao Ponto, províncias da Ásia Proconsular (Turquia de hoje), Plínio o Jovem, com o título de Legado Imperial. Era homem de letras; uma grande parte de seus escritos são cartas; como bom administrador, guardava uma cópia dos relatórios enviados ao Imperador Trajano, de modo que, apesar do segredo dos arquivos imperiais, temos conhecimento de boa parte dessa documentação.

    Plínio era um homem sério e inteligente. Em 112 enviou a Trajano uma carta minuciosa a respeito dos cristãos. Recebera denúncias contra eles, prendera vários, submetera alguns a torturas, inclusive duas diaconisas; nada, porém, fora apurado que lesasse a boa ordem cívica. Ao contrário, podia dizer que os cristãos se difundiam cada vez mais e “estavam habituados a se reunir em dia determinado, antes do nascer do sol, e cantar um cântico a Cristo, que eles tinham como Deus” Epístolas, 1 X 96). Deste testemunho depreende-se que, desde os primeiros decênios do Cristianismo, o Senhor Jesus era louvado como Deus.

    Plínio atestava que aquela boa gente cristã se comprometia, com juramento, a não roubar, não mentir, não cometer adultério – o que não podia ser passível de pena. Acontecia, porém, que os sacerdotes dos deuses se queixavam: os templos se esvaziavam; os vendedores de carne destinada aos sacrifícios deixavam de lucrar. Sendo assim, Plínio perguntava ao Imperador o que devia fazer frente aos cristãos; havia de puni-los somente por serem cristãos? – Vê-se que Plínio era, de certo modo, simpático aos discípulos de Cristo.

  20. A única mudança prática que isso traz é que se Ele morreu na quinta, ressuscitou no SÁBADO, fazendo deste o DIA DO SENHOR, expurgando de vez o racismo e o antissemitismo da igreja. Acho que a pesquisa é muito boa e inspirada pelo Senhor.

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