Fiel presta queixa após ser expulso e impedido de ver a família por não arrecadar dízimos para Igreja Mundial

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Um fiel da Igreja Mundial do Poder de Deus recorreu à Polícia após ser expulso de uma das filiais da denominação por não cumprir uma cota de arrecadação de dízimos imposta pelos pastores.

Lucas Lima prestou queixa em uma delegacia de Maceió (AL) contra a denominação do apóstolo Valdemiro Santiago por ter sido humilhado e expulso da igreja, além de ter sido impedido de ver sua mulher e filhos.

Lima relatou que havia passado a frequentar a Mundial em Arapiraca, no mesmo estado, e conforme se envolveu com a denominação, passou a se destacar pela ajuda aos pastores na arrecadação de dízimos.

Com o desempenho chamando a atenção dos líderes da igreja, Lima foi “promovido” para uma filial da Mundial na capital. Porém, nos últimos meses, sua esposa vinha superando seus números de arrecadação, e em dezembro, sozinha foi responsável por reunir mais de R$ 12 mil em dízimos.


“Depois que ela apresentou esse dinheiro, eles (pastores da igreja) começaram a me humilhar. Como estava com problema no casamento, ele deveria me aconselhar e não me mandar embora”, afirmou Lima em entrevista à rádio Gazeta.

Depois de ter sido expulso e proibido de ver a mulher e as filhas, Lima descobriu que um dos líderes da Mundial havia colocado sua família em um apartamento na cidade. “Ela tem muito dinheiro e acharam melhor ficar com ela trabalhando na igreja. A Igreja quer fazer de tudo para nos afastar pelo dinheiro que ela tem arrecadado”, completou Lima.

De acordo com informações do site local Cada Minuto, Lima recorreu às autoridades policiais e ao secretário de Defesa Social, Afredo Gaspar de Mendonça, para tentar contornar a situação e voltar a conviver com sua família. “Eu trabalhei durante três anos e quatro meses para a Igreja e tenho direito de receber o meu dinheiro. Quero poder ver as minhas filhas”, disse.

50 COMENTÁRIOS

      • Mas, caros comentaristas Elder Lima e anônimo, e a função social do trabalho, como é que fica? Se o empregado não esta dando lucro, é dever social da empresa verificar o que esta ocorrendo com o mesmo e fazer tudo o que for possível antes de despedir o trabalhador. No caso da empresa em questão, cuja rentabilidade e extratosférico lucro, sobre os quais não incidem coisas como impostos, esta garantida pelo altamente lucrativo mercado de dízimos e ofertas que, neste atual cenário de capitalismo selvagem, excludente e predador, é um dos mais rentáveis pelas promessas dos bens imperecíveis que promete em troca dos investimentos dos clientes (curas, milagres, sexo, fortuna e fama na terra, e, depois da morte, apartamentos, casas de campo e praia no Céu, além de vizinhança com profetas, apóstolos e mártires), era dever dela amparar o trabalhador, concedendo a ele atendimento psicológico e agradáveis cursos de capacitação, além de incentivos como a participação nos lucros da empresa.

        • Errata: onde se lê “cuja rentabilidade e extratosférico lucro, sobre os quais não incidem coisas como impostos, esta garantida”, leia-se: “cuja rentabilidade e eStratosféricoS lucroS, sobre os quais não incidem coisas como impostos, estÃO garantidOS”.

          • Sandro

            Ironias a parte, em Apocalipse 22,11 diz: “Quem é injusto, faça injustiça ainda: e quem está sujo, suje-se mais ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, santifique-se mais ainda.”

            Aqueles se utilizam do “evangelho capitalista”(Nem sei existe esse termo! Se não existe acabei de inventar), hão de prestar contas disso perante o altíssimo!

  1. Cota de arrecadação de dízimos????

    É realmente triste ver pessoas tão mal intencionadas se dizendo “pastores”!

    Que Deus julgue de acordo com sua reta justiça!!!

  2. Foi a história mais sem pé e sem cabeça.

    Esse cara está maltratando a família, e bem provável, que a igreja está ajudando-a a fugir dele.

    Basta lê com afinco que vai ter a certeza de história mal contada.

  3. Eu freqüento a igreja mundial próximo a minha casa a 5 anos e desde então vou 1 vez no mês nos cultos da sede já freqüentei outra denominação e acho esta história deste rapaz sem pé sem cabeça porque lá igual outras igrejas quem coleta dízimo e oferta são os obreiros com alforge e depois estes alforge e entregue a esposa do pastor que leva pra tesouraria como eu acho que acontece em todas igrejas eu acho que mais 1 que tenta manchar o nome da igreja mas pra quem freqüenta e conhece o trabalha de lá não muda nada acho que advogado da igreja tem ver o caso e punir os culpado seja quem for.

      • Deixa de ser mentiroso. É claro que você é protestante. Um católico de verdade não tem admiração por um impostor desse, um verdadeiro lobo em pele de cordeiro.

      • Cada um que tenha em sua Alma pensamentos e posições bem definidas, mas de uma coisa tenho absoluta certeza quem julgará sera ele o Senhor da Gloria, estas coisas podem ser verdade e podem tanbem ser inverdade vai saber, agora desonestos existem e todas eu disse todas as repartições de todas as classes seja elas qual for, e no meio ou seja no sei da igreja seja que denominação for não e diferente por ser uma denominação religiosa, ora Judas estava no meio dos preparados para serem Santos, e no entanto ele Judas gostava de ficar com a sacola donde se colocava os donativos ou seja as ofertas não por ser um trabalhador fidedigno na obra, mas sim por ser desonesto um ladrão, e e claro que o tal metia a mão com aqueles dedos leves aguar pluma e roubava, e assim tanbem hoje não e diferente, eu jamais culparia o Valdemiro Santiago por isso, por ventura esta escrito nas ventas de qualquer ser as palavras EU SOU HONESTO? não não esta escrito, como disse cada um tenha opiniões bem definidas, mas mas todas elas não esta escondidas dos Santos Olhos do Senhor

  4. Este cara ta com larota,ta me parecendo que ele espancava ela e passava a mão nos dizimos e a mulher dele entregou ele ao ministério local e não quer mais saber dele,fez bem os pastores de esconder ela,poderia acontecer coisa pior.

  5. Essa seita do Valdomiro é uma franquia do inferno. Nada de bom se pode esperar dela.
    Aproveito para mais uma notícia de “pastor”
    Em Minas, pastor é preso após organizar suruba evangélica

    No município mineiro de João Monlevade um pastor de 36 anos foi preso após denúncias de que o mesmo estaria promovendo encontros sexuais coletivos entre os fiéis da ‘Igreja do Reavivamento Divino’.
    As informações são do Tramado por Mulheres. Segundo testemunhas ouvidas na 27ª Delegacia Regional João Monlevade o pastor Gibran Henrique induzia os fiéis a deturpações das leituras bíblicas para que os mesmos se despissem de suas roupas e de sua moral.
    Giovana Duarte Sarmento, estudante de 27 anos disse em depoimento que o pastor selecionava as moças e rapazes de beleza mais evidente para os “encontros de aprofundamento”, nestes encontros ele afirmava que para entrar em conexão direta com Deus precisariam tirar as roupas e tomar o sangue de Cristo, que era representado por cálices de Cabernet Sauvignon.
    Depois de dezenas de cálices de vinho o pastor Gibran promovia a chamada ‘comunhão com os irmãos’, que segundo depoimento de Letícia Duila Cabral, radalista de 26 anos, seria uma espécie de abraço coletivo onde todos deveriam sentir integralmente o corpo dos irmãos.
    Fonte: o correio News em 03 de fereiro de 2015

    • kkk

      “o pastor selecionava as moças e rapazes de beleza mais evidente para os “encontros de aprofundamento”,

      pa$$tor Gibran Henrique$$$
      pa$$tor e CAFETÃO$$!!!! kkk
      VALE TUDO POR $$$$$$ kkkk

      • Deus deu livre arbítrio ,mas disse : TUDO TEM CONSEQUÊNCIAS !!!
        “ A SOCIEDADE DEVE DECIDIR O QUE QUER e EXIGIR…e dizer o que não quer e não aceitar”…

        MIDIA – precisamos de responsabilidade geral (pais ,educadores e autoridades)…

        SABEDORIA se aprende que : “SE A MORAL ABAIXA a C RIMINALIDADE SOBE”…e que a moral é o “muro”entre CERTO & ERRADO !!!

  6. Essa matéria está incompleta. Não tem elementos contundentes. Não contém posição da igreja ou da esposa, então parece uma história fantasiosa com uma versão de um marido desesperado que cometeu um erro grave com sua família e com a igreja que caminhava e no fim só virou chavão para chamar a atenção daqueles que gostam de ficar brigando por causa do apóstolo e da denominação ou contra os crentes em geral. Ficou devendo, muito fraca e sem conteúdo.

  7. Acho isso uma verdadeira armação, pois a igreja mundial é uma benção de Deus, é uma porta na vida daqueles que estão desesperados e aflitos sem esperança, pensando em dar cabo na sua própria vida.

  8. O DÍZIMO, SEGUNDO A BÍBLIA SAGRADA.

    “O coração do entendido adquire o conhecimento, e o ouvido dos sábios busca a sabedoria.” (Provérbios 18:15)

    O objetivo desse estudo é mostrar que o dízimo, de acordo com a Palavra de Deus, nunca esteve associado a dinheiro, e que não é ordenança para a igreja, ou seja, as pessoas que fazem parte do corpo de Cristo, as quais podem colaborar com a obra de Deus seguindo critérios bem definidos, que serão abordados no decorrer do texto.

    Antes de efetuar algum juízo antecipado, recomendo a leitura completa desse texto, acompanhando em sua própria Bíblia todas as referências indicadas, para que o seu entendimento possa ser completo.

    A fim de facilitar o estudo, esse texto foi dividido em quatro capítulos distintos: Dízimo antes da lei, Dízimo durante a lei, Dízimo no período da graça e Frases incorretas sobre o dízimo.

    DÍZIMO ANTES DA LEI

    Antes do período da lei, Abrão (mais tarde chamado Abraão) deu os dízimos dos despojos que havia conquistado dos inimigos durante uma batalha (Gênesis 14:16-20). Melquisedeque saiu ao encontro de Abrão porque era rei de Salém, e recebeu o tributo, que lhe era devido. Não há outro registro informando que Abrão tenha dizimado novamente, apesar de ter vivido 175 anos (Gênesis 25:7).

    Além de Abraão, sabemos que Jacó prometeu dar a Deus dízimos de tudo que recebesse (Gênesis 28:22). A Bíblia não relata se essa promessa foi cumprida e com qual frequência.

    DÍZIMO DURANTE O PERÍODO DA LEI

    Quando a Palavra de Deus começou a ser escrita (por volta do ano 1500 antes de Cristo), o dinheiro (em hebraico כסף) já existia, como vemos em Gênesis 17:12, Deuteronômio 14:25, Êxodo 12-44, Números 3:49, 1 Reis 21:2, etc. Apesar disso, a lei de Deus determinava que o povo deveria dizimar apenas dos rebanhos e cereais, conforme Deuteronômio 14:22, Levítico 27:30, Êxodo 34:2; 26, 1 Samuel 8:17, etc.

    “Também todas as dízimas do campo, da semente do campo, do fruto das árvores, são do SENHOR; santas são ao SENHOR.” (Levítico 27:30)

    Em razão disso, as pessoas que exerciam outras profissões, tais como artesãos (Êxodo 31:3-5), copeiros e padeiros (Gênesis 40:1-2), carpinteiros e pedreiros (II Samuel 5:11), músicos (I Reis 10:12), alfaiates (Êxodo 28:3), mestres-de-obras (I Reis 5:16), ourives, pescadores, mercadores, coletores de impostos, guardas, cozinheiros, não poderiam ser dizimistas, pois não eram pessoas do campo.

    Apesar de não serem dizimistas, essas pessoas poderiam ofertar voluntariamente ao Senhor (Esdras 3:5;7, Deuteronômio 16:10, Êxodo 35:29, 1 Crônicas 29:5-9). O dízimo era obrigatório; as ofertas, porém, voluntárias, pelo menos a maioria delas.

    “E o povo se alegrou porque contribuíram voluntariamente; porque, com coração perfeito, voluntariamente deram ao Senhor; e também o rei Davi se alegrou com grande alegria.” (1 Crônicas 29:9)

    “E disse Joás aos sacerdotes: Todo o dinheiro das coisas santas que se trouxer à casa do Senhor, a saber, o dinheiro daquele que passa o arrolamento, o dinheiro de cada uma das pessoas, segundo a sua avaliação, e todo o dinheiro que trouxer cada um voluntariamente para a casa do Senhor” (2 Reis 12:4)

    Além do dinheiro, as pessoas poderiam ofertar alimentos, incenso, utensílios (Neemias 13:5). Algumas ofertas, no entanto, deveriam ser feitas obrigatoriamente em dinheiro, como a do arrolamento citado na referência acima (2 Reis 12:4), em obediência ao escrito em Êxodo 30:13-16.

    Depois de ler a Bíblia de Gênesis a Apocalipse, perceberá que não há registros de que alguém tenha dizimado em dinheiro. Eles poderiam ofertar voluntariamente, ou entregar os dízimos dos grãos e animais. Nem todos os dízimos eram entregues, mas alguns eram comidos pelos próprios dizimistas. Observe:

    “Separem o dízimo de tudo o que a terra produzir anualmente. Comam o dízimo do cereal, do vinho novo e do azeite, e a primeira cria de todos os seus rebanhos na presença do Senhor, o seu Deus, no local que ele escolher como habitação do seu Nome, para que aprendam a temer sempre o Senhor, o seu Deus. Mas, se o local for longe demais e vocês tiverem sido abençoados pelo Senhor, pelo seu Deus, e não puderem carregar o dízimo, pois o local escolhido pelo Senhor para ali pôr o seu Nome é longe demais, troquem o dízimo por prata, e levem a prata ao local que o Senhor, o seu Deus, tiver escolhido. Com prata comprem o que quiserem: bois, ovelhas, vinho ou outra bebida fermentada, ou qualquer outra coisa que desejarem. Então juntamente com suas famílias comam e alegrem-se ali, na presença do Senhor, do seu Deus.” (Deuteronômio 14:22-26)

    A orientação é clara: Deus não aceitaria a prata no lugar do dízimo, ou seja, o dinheiro no lugar dos frutos do campo, mas permitiria, por causa de uma longa distância, a troca do dízimo por prata, por ser fácil de transportar, mas com a condição de o dizimista (homem do campo), já no local indicado por Deus, comprar o que quiser para ali “comer do seu dízimo” e se alegrar na presença do Senhor Deus, o nosso mantenedor.

    No Novo Testamento, mas ainda durante o período da lei, a palavra dízimo aparece no evangelho. Observe

    “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas.” (Mateus 23:23)

    Teria o Senhor Jesus Cristo ordenado à igreja a observância desta prática?

    Em primeiro lugar, Jesus está se dirigindo aos escribas e fariseus, e não à igreja. Nessa passagem, o Senhor repreendeu duramente os escribas e os fariseus por se preocuparem com as coisas mínimas, como dizimar do endro, do cominho e da hortelã, mas desprezarem as que importavam mais: o juízo, a misericórdia e a fé.

    Jesus disse que eles não poderiam omitir aquelas coisas, ou seja, ser omissos na separação do dízimo para Deus. Observe, porém, que o dízimo era constituído apenas de produtos do campo. O Senhor Jesus não incluiu o dinheiro na relação, apesar de haver grande circulação de moedas romanas naquele tempo (Mateus 22:19-21).

    O dízimo realmente era uma obrigação, no período da lei, mas o dízimo dos frutos da terra; jamais do dinheiro.

    Lembre-se de que o período da graça, no qual estamos agora (Efésios 2:8, Atos 15:11), iniciou apenas após a morte e ressurreição corpórea de Jesus Cristo, quando finalmente os apóstolos foram cheios do Espírito Santo (Atos 2:4) e puderam testemunhar acerca do Senhor Jesus Cristo até os confins da terra (Atos 1:8), e não apenas em Israel (Mateus 10:6).

    Considerando que o dízimo só poderia ser dado por agricultores e criadores de rebanhos, que o dízimo só poderia ser recebido por sacerdotes pertencentes à tribo de Levi (Hebreus 7:5), e que o Senhor Jesus Cristo cumpriu toda a lei com perfeição, sem cometer qualquer tipo de pecado, é fácil concluir que Jesus não dizimou no templo e nem recebeu dízimos de qualquer pessoa por dois motivos muito simples: o primeiro é porque Ele exerceu o ofício de carpinteiro (Marcos 6:3), e não de produtor rural; o segundo é porque não pertenceu à tribo de Levi, mas a de Judá.

    “Visto ser manifesto que nosso Senhor procedeu de Judá, e concernente a essa tribo nunca Moisés falou de sacerdócio.” (Hebreus 7:14)

    DÍZIMO NO PERÍODO DA GRAÇA

    Não existe qualquer mandamento para a igreja no sentido de arrecadar dízimos e muito menos que esses dízimos sejam devolvidos em dinheiro.

    Ao observarmos o livro de Atos, que registra, entre outros assuntos, as ações dos apóstolos durante o período da igreja primitiva, não encontraremos qualquer indício de que os membros dizimassem, nem em frutos do campo e muito menos em dinheiro, como acontece agora.

    A igreja, em seu princípio, funcionava assim:

    “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos. E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister.” (Atos 2:42-45)

    Quando chegava um novo convertido, este vendia suas herdades, apresentava o valor diante dos apóstolos e dos demais e imediatamente o valor era dividido entre todos, inclusive entre os membros, de acordo com a necessidade de cada um, o que justifica o fato de não haver necessitado na igreja, naquele período (Atos 4:34). Isso é muito diferente do modelo atual.

    Nas Cartas aos Coríntios, estão definidas as regras para quem vai colaborar com a obra de Deus. A escolha da contribuição é de foro íntimo, ou seja, decisão pessoal (2 Coríntios 9:7), conforme a renda (1 Coríntios 16:2), liberal (2 Coríntios 9:5) e, por mais incrível que pareça, dentro das possibilidades financeiras (2 Coríntios 8:12), a fim de que não se sobrecarregue financeiramente (2 Coríntios 8:13).

    Para sustentar a arrecadação por pagamento de dízimos, alguns pregadores insistem em dizer que essas regras se aplicam às ofertas e que os dízimos ainda devem ser pagos pelos crentes, embora isso esteja flagrantemente em desacordo com as Escrituras Sagradas, pois, conforme Deuteronômio 14:22-26, e as outras referências citadas nesse estudo, o próprio Deus Altíssimo não concordou com o fato de receber dinheiro no lugar dos dízimos (frutos do campo).

    Na atual dispensação, período da graça, todos podemos colaborar com a obra de Deus e com o ministério em que congregamos. Esses recursos podem ajudar a alimentar e vestir os mais carentes, primeiramente dentro da congregação (Gálatas 6:10), adquirir e distribuir exemplares da Bíblia e mensagens de evangelismo, possibilitar a pregação da Palavra de Deus nos locais mais distantes, permitir o funcionamento dos locais de reunião (limpeza, água, luz, aluguel), custear a vida sem extravagâncias de obreiros (Mateus 10:10; 1 Timóteo 5:18) que se dediquem integralmente à obra de Deus.

    Se o obreiro já possui emprego, e a renda já é suficiente, não há que se falar em prebenda para esse pastor. Há recomendação bíblica para que ele não sobrecarregue a igreja, mas a abençoe (2 Coríntios 12:14). Tudo deve ser feito com muita transparência e temor a Deus.

    O dízimo no período da graça foi instituído pela Igreja Católica em 567 d.C. Em 585 d.C., no Concílio de Mâcon, a Igreja Católica resolveu ameaçar com excomunhão as pessoas que não dessem dízimos. É importante lembrar que a igreja evangélica surgiu da católica, o que justifica o fato de esse procedimento ter sido preservado em muitas denominações evangélicas.

    No Brasil, é fácil encontrar uma congregação que inclua entre os seus ensinamentos o pagamento de dízimos em dinheiro (copiando o exemplo da Igreja Católica), MAS ISSO NÃO É MOTIVO PARA NÃO CONGREGAR.

    No entanto, evite congregar em locais onde o dinheiro é o tema principal da pregação e a Palavra é usada para fins lucrativos, onde os “maiores dizimistas” recebem tratamento diferenciado, onde ocorrem vendas de oração, de bênçãos, de produtos ungidos, onde os valores das ofertas são predeterminados, onde o púlpito é utilizado para fazer campanha política, onde se encontra de tudo (estacionamento amplo, seguranças, elevador, telão, ar-condicionado, poltronas acolchoadas), menos a real presença de DEUS.

    Essa congregação tem tudo para ser uma igreja igual a de Laodicéia:

    “Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus: Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; oxalá foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca. Porquanto dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um coitado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo, para que te enriqueças; e vestes brancas, para que te vistas, e não seja manifesta a vergonha da tua nudez; e colírio, a fim de ungires os teus olhos, para que vejas. Eu repreendo e castigo a todos quantos amo: sê pois zeloso, e arrepende-te.” (Apocalipse 3:14-19)

    Antes de encerrar esse estudo, é importante apontar alguns erros comuns, cometidos, muitas vezes, por falta de conhecimento das Escrituras Sagradas. Existem paradigmas difíceis de serem quebrados, mas a melhor arma para combater o engano é a verdade. Como bem disse o Senhor Jesus Cristo:

    “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8:32).

    FRASES INCORRETAS SOBRE O DÍZIMO

    1 – “O DÍZIMO NÃO ERA DADO EM DINHEIRO PORQUE AINDA NÃO EXISTIA O DINHEIRO”:

    O dinheiro é mais antigo do que as Escrituras Sagradas, que começaram a ser registradas por Moisés.

    “Passando, pois, os mercadores midianitas, tiraram e alçaram a José da cova, e venderam José por vinte moedas de prata, aos ismaelitas, os quais levaram José ao Egito.” (Gênesis 37:28)

    A Bíblia não associa o dízimo ao dinheiro, mas com a parte que cabia a Deus, das novidades do campo. Em Cristo, nós temos liberdade para dar mais ou menos que 10% de nossa renda, conforme a nossa capacidade e segundo aquilo que estiver proposto no coração, lembrando sempre que a nossa confiança não pode estar no dinheiro, mas em Deus.

    2– “O DEVORADOR É UM DEMÔNIO”:

    O devorador não é um demônio, como pensam alguns, mas sim uma espécie de gafanhoto. Por isso, o profeta Malaquias afirmou que o devorador não destruiria os frutos da terra. Como sabemos, dependendo da quantidade, o gafanhoto pode ser uma praga terrível até mesmo para uma enorme plantação.

    “E por causa de vós repreenderei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; e a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos.” (Malaquias 3:11)

    “O que o gafanhoto cortador deixou o gafanhoto peregrino comeu; o que o gafanhoto peregrino deixou o gafanhoto devastador comeu; o que o gafanhoto devastador deixou o gafanhoto devorador comeu.” (Joel 1:4) Nova Versão Internacional.

    3 – “QUEM NÃO DÁ DÍZIMOS ESTÁ DEBAIXO DE MALDIÇÃO”:

    Algumas pessoas acreditam que podem ser amaldiçoadas se não destinarem 10% da renda a uma denominação. Isso, além de ser um engano, é uma grande demonstração de ingratidão para com o Senhor, que morreu justamente para nos salvar, e nos livrar da maldição da lei:

    “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro;” (Gálatas 3:13)

    De fato o devorador (gafanhoto) era uma maldição terrível que acometia a nação de Israel por causa da desobediência. Porém, com a morte de Cristo, segundo a Palavra de Deus, todas as maldições já foram desfeitas, pelo menos para quem permanece em Cristo.

    Quando o crente ainda deseja se justificar pelo cumprimento das obras da lei, o tal permanece sob efeito da maldição:

    “Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las.” (Gálatas 3:10)

    Isso explica o fato de o dizimista sofrer uma série de tribulações na área financeira, quando falha na entrega do dízimo. Isso é uma evidência de que essa pessoa não desfruta da graça de Cristo, mas está presa ao rigor da lei, ficando assim debaixo da maldição.

    Se a pessoa está presa a uma maldição, é porque aniquilou a graça de Deus, e isso significa que Cristo morreu debalde para essa pessoa, ou seja, em vão:

    “Não aniquilo a graça de Deus; porque se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu debalde.” (Gálatas 2:21)

    4–“QUEM NÃO DÁ DÍZIMOS ESTÁ ROUBANDO A DEUS”:

    Acreditar nessa falsa declaração é dar um passo para trás na fé.

    Isso só seria possível se alguns requisitos fossem cumpridos, dentre os quais destacam-se:

    – Pertencer à nação de Israel, pois o dízimo não foi ordenança aos demais povos, mas apenas a nação de Israel, quando diz:

    “Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, sim, toda esta nação.” (Malaquias 3:9)

    – Ser homem do campo, produtor rural, pois nunca houve dízimo da prata, do ouro e do dinheiro; (Deuteronômio 14:22)

    – Viver sob o jugo da lei, como no antigo concerto; (Gálatas 3:12)

    5 – “PASTOR PODE PEDIR OU RECEBER O PAGAMENTO DE DÍZIMOS”:

    De acordo com Escrituras Sagradas, somente quem tem legitimidade para receber dízimos do povo são alguns dos integrantes da tribo de Levi.

    “E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão.” (Hebreus 7:5)

    Atualmente nenhum ser humano em todo o mundo tem autorização de Deus, segundo a lei, para tomar dízimos do povo. Nem mesmo entre os judeus legalistas em Israel, pois não há mais templo e consequentemente levitas servindo como sacerdotes.

    Os sacerdotes são os homens responsáveis por, dentre outras coisas, fazer interação entre o povo e Deus e Deus e o povo, como Arão, irmão de Moisés. O sacerdote é escolhido por Deus para esse ofício.

    O capítulo 7 de Hebreus discorre sobre Melquisedeque e sobre a semelhança do sacerdócio de Jesus Cristo com o dele. Nesse capítulo, há informação de que Abraão foi ao encontro de Melquisedeque e deu os dízimos de tudo (despojos de guerra), porque Melquisedeque era rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo.

    De acordo com Hebreus 7:17, Jesus Cristo é sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedeque. Então, por uma questão lógica, Jesus também pode receber o dízimo de tudo. Mas a Palavra não fala sobre homens recebendo o dízimo de tudo no lugar do Senhor Jesus Cristo.

    Mas como dar algo ao Senhor Jesus Cristo?

    “Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e foste me ver. Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.” (Mateus 25:34-40)

    Sempre que alguém ajuda as pessoas, seja doando alimentos, roupas, atenção para os doentes, visitando os presos, na verdade essa pessoa está fazendo algo para o Senhor Jesus Cristo.

    Por tudo isso, jamais encontraremos na Bíblia qualquer registro de que os apóstolos arrecadaram dízimos da igreja primitiva.

    Porém isso não proíbe o cristão de contribuir voluntariamente, de acordo com os critérios definidos para a igreja, já no período da graça.

    6– “O DIZIMISTA ENRIQUECE”:

    As Escrituras Sagradas nos alertam para a possibilidade de passarmos por algumas dificuldades, inclusive financeiras. Na prática, isso aconteceu na vida do apóstolo Paulo, que escreveu:

    “porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade.” (Filipenses 4:11-12)

    O motivo disso é que o profeta Malaquias jamais se dirigiu à igreja, quando disse que Deus abriria as janelas do céu para que viesse a maior abastança (Malaquias 3:10), caso o povo entregasse os dízimos dos frutos do campo.

    Não há harmonia entre a promessa de Deus a Israel, naquele contexto, e a ordem direta de Jesus: “Não ajunteis tesouros na terra (…)” (Mateus 6:19), para tristeza daqueles que defendem a falsa teologia da prosperidade.

    Além disso, a casa do tesouro, citada em Malaquias 3:10, não pode ser confundida com igreja (que somos nós, pessoas) nem com o salão (alugado ou próprio), em que as pessoas se reúnem para adorar a Deus.

    “Nós somos loucos por amor de Cristo, e vós sábios em Cristo; nós fracos, e vós fortes; vós ilustres, e nós vis. Até esta presente hora sofremos fome, e sede, e estamos nus, e recebemos bofetadas, e não temos pousada certa, e nos afadigamos, trabalhando com nossas próprias mãos. Somos injuriados, e bendizemos; somos perseguidos, e sofremos; somos blasfemados, e rogamos; até ao presente temos chegado a ser como o lixo deste mundo, e como a escória de todos.” (1 Coríntios 4:10-13)

    Pedro não era um homem rico, apesar de ser uma das colunas da igreja (Gálatas 2:9). O motivo disso é que Ele obedeceu a seguinte ordem de Jesus:

    “não possuais ouro, nem prata, nem cobre, em vossos cintos” (Mateus 10:9).

    Mais tarde, Pedro nos mostrou que foi obediente à ordem de Jesus:

    “E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda.” (Atos 3:6)

    CONSIDERAÇÕES FINAIS

    Quem vai a Cristo esperando receber DELE apenas prosperidade nesse mundo vil está perdendo tempo. A maior riqueza que Jesus pode nos dar é o perdão dos pecados e a vida eterna no reino dos céus. Ele pode enriquecer ou empobrecer aqueles que se aproximam DELE, mas isso depende da perfeita e, algumas vezes, incompreensível vontade de Deus (1 Samuel 2:7, Romanos 11:34).

    O dízimo, de acordo com as Escrituras Sagradas, era anual (Neemias 10:35), dos frutos do campo (Levítico 27:30) e poderia ser comido pelo próprio dizimista (Deuteronômio 14:22-26).

    Se você é verdadeiramente servo de Deus, então faça pelo Senhor o que você puder. Porém lembre-se de que Ele não exige sacrifício, mas misericórdia, conforme Oséias 6:6 e Mateus 12:7.

    O objetivo desse texto é libertar as pessoas do falso ensino de que estamos sujeitos a maldição do devorador, caso não entreguemos 10% da renda em uma determinada denominação.

    “Reparte com sete, e ainda até com oito, porque não sabes que haverá sobre a terra.” (Eclesiastes 11:2)

    “manda aos ricos mal deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a sua esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que nos concede abundantemente todas as coisas para delas gozarmos;”(1 Timóteo 6:17)

    Que Deus continue acrescentando mais conhecimento acerca da Palavra, para usar a sua vida, de modo que muitos outros venham a se render ao amor do Senhor e Salvador Jesus Cristo.

    Amém!

    Evangelismo.blog.br

    • 1 Aceitem o que é fraco na fé sem discutir assuntos controvertidos.
      2 Um crê que pode comer de tudo; já outro, cuja fé é fraca, come apenas alimentos vegetais.
      3 Aquele que come de tudo não deve desprezar o que não come, e aquele que não come de tudo não deve condenar aquele que come, pois Deus o aceitou.
      4 Quem é você para julgar o servo alheio? É para o seu senhor que ele está em pé ou cai. E ficará em pé, pois o Senhor é capaz de o sustentar.

      Romanos 14

      Para com isso Hubner stardust.

      • Eduardo,

        Nós não estamos em um culto e nem em uma reunião da igreja, mas em um site de notícias. Isso significa que iremos discutir muitos assuntos, inclusive os mais controversos.

        Posso ainda contar com a recomendação bíblica para comermos alimentos mais sólidos do que apenas o leite. Então não tenhamos medo de aprender mais. O meu pior medo, quanto ao conhecimento, é a falta dele (Oséias 4:6).

        Quanto ao assunto “dízimo”, sei que:

        – Muitos estão desafazendo o sacrifício de Cristo para se meterem novamente debaixo de maldições, por acreditarem que o “não dar o dízimo em uma determinada denominação” abrirá as portas de sua casa para a entrada do devorador, que é uma maldição da lei. Gálatas 3:13 nos diz que Cristo nos resgatou da maldição da lei, inclusive a do devorador. Mas Gálatas 3:10 nos ensina que os que são das obras da lei, realmente ainda permanecem debaixo da maldição.

        Muitos ainda acreditam que o devorador é um demônio, e não um gafanhoto.

        Muitos não sabem que apenas os sacerdotes pertencentes à tribo de Levi têm o direito de tomar os dízimos dos povos. Por isso o apóstolo Paulo, da tribo de Benjamim, jamais cobrou dízimos de alguém.

        Você nunca ouviu os pregadores da televisão falarem sobre Deuteronômio 14:22-29. Essa passagem nos diz que Deus não recebeu dinheiro no lugar de dízimo. Será que Deus mudou de ideia quanto a isso só porque algum desafortunado mal intencionado quis isso?

        No seu comentário, você citou “Quem é você para julgar o servo alheio?”. Não sei se percebeu, mas ao postar o comentário, você mesmo atuou como meu juiz.

        A Espada tem realmente dois gumes.

        Gosto de discutir amistosamente sobre todos os assuntos da Bíblia Sagrada, mas com algumas pessoas que visitam esse site, isso é impossível.

        Não estou dizendo que esse é o seu caso. Espero não estar enganado.

        Graça e paz!

  9. so pude observar uma historia mal contada e com versao de um so lado parece que me falta algo,tipo,se ele era um bom marido o que impede a mulher de sair da igreja e congregar em outra?

  10. Vcs nao sabem a mundial e tao podre que tenho nojo e vergonhoso,aquelas filhas ele tudo adultera , e isso nao deve ser mentira pq ate pastor q conheci e bem assim conheci pastor em site de relacionamento pastor mesmo da mundial

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