Cristãos protestam contra interferência do governo na igreja e fecham rodovia nas Filipinas

13

Um processo movido contra líderes de uma denominação cristã resultou em uma série de protestos expressivos nas Filipinas. Na última segunda-feira, 31 de agosto, pelo menos 20 mil fiéis bloquearam uma rodovia na capital do país.

O problema começou quando um ex-membro da Iglesia ni Cristo (INC, na sigla em inglês) resolveu processar os líderes da denominação por causa da interferência na escolha do voto dos membros.

Como eles possuem grande respeito pelos fiéis, acabam sendo cortejados por políticos, interessados em conseguir apoio da denominação. Por outro lado, os pastores ganham prestígio e influenciam nas nomeações do governo.

Os protestos começaram na quinta-feira, 27 de agosto, e a principal reclamação era a “interferência” do governo em assuntos da igreja, segundo informações da agência Reuters.


Para acalmar os fiéis e dissipar os protestos, um líder da igreja se reuniu com os fiéis no local onde um dos protestos acontecia e disse que havia resolvido os problemas com os políticos, preservando as decisões internas da denominação.

“A INC e o governo se reuniram e, nesta discussão, as duas partes explicaram seus lados. Por isso, tudo está calmo agora. Esta reunião pacífica, que começou na quinta-feira à tarde, vai terminar também pacificamente nesta manhã de segunda-feira”, disse disse Bienvenido Santiago, evangelista e porta-voz da INC, em um comunicado.

O autor do processo é um antigo ministro da INC, que resolveu tomar medidas legais contra os líderes. A ação pode levar à prisão de alguns integrantes da denominação, caso a Justiça entenda que houve crime.

O porta-voz da INC não se manifestou sobre o processo, e as autoridades também ignoraram a questão e não se manifestaram sobre o assunto.


13 COMENTÁRIOS

    • Senhor Lopes eu não sou evangélico mas conheço a História. O senhor como mal educado e com tanto veneno na língua não recomenda o seu catolicismo a ninguém. Se eu fosse católico teria vergonha de o ter como membro da mesma igreja. Cuide de seu coração e de sua língua cheia de veneno. E que Deus o perdoe.

      • Herege vc falando é um jegue rinchando qual diferença , vc não passa de um protestante , então cale se .. Evanjegue chacal seguidor de seitinhas de esquinas fundadas pelo cachaceiro lutero.. Vai mamar nas tetas do Silas malafaia., otario coiteiro de mercenarios enganadores da nação., vai te satanás.,

        • Meu caro senhor. Eu não sou evangélico. Não sou segjidor de Lutero. Sou apenas um cristão que se desiludiu com todas igrejas. Apenas digo que sua linguagem é torpe, suja e cheia de ódio. Não precisa ser mal educado. Esse não foi o exemplo de Jesus.

          • Antônio a quem queres enganar ., vc pode não ser evangélico mas é um herege , perseguidor dos anjos e Santos e Deus , persegue sim a santa igreja uma católica e destila seu veneno aos ventos contra a santidade do magistério da igreja., vc engana se a si mesmo quando queres esconder seu ódio do sagrado., paz e bem

        • Com tanto ódio você vai morrer de coração. Seu seguidor do papa e da classe que fez a inquisição e as cruzadas. Se tivesse vergonha na cara ficava bem calado. Se rebaixe à sua condição de filho de Roma.

          • Silva seguidor de seitinhas mundanas inventadas por mercenarios ., vou te dar um conselho , se inserir a bênção dos hereges de lutero terá que pagar os dízimos., então chacal protestante vá amanhã no primeiro banco e transfira todo seu saldo para os mercenarios da fé., e aproveita otario compre os badulaques vendidos diariamente nas seitas protestantes , como óleo do jardim das oliveiras., água do rio Jordão ., tijolinhos do alicerce financeiro., lenço suado do fiofo do valdemiro., camisa do Salomão., sal do mar morto., e depois vai até o swing gospel levar a família., pau de bosta.kkkkk

  1. A canalhisse protestante atravessa o continente de norte a sul., até nas filipinas os evanjegues estão metidos até o pescoço na podre política , sim eles manipulam o povo é através de suas seitas elegem seus políticos, a ponto do governo daquele local ter que ceder para os líderes fundamentalista ., aqui no Brasil estamos caminhando para a ruína da fé pura e simples., haverá dias de intolerância total contra as minorias ., e quando o povo abrir os olhos já estaremos na escuridão , já podemos observar famílias inteiras sendo separadas na fé .. Uns são da universal outros da mundial.,, outros do agente duque ., outros do erre erre.., e assim sucessivamente, a política já está infestada de pastorecos mercenarios envolvidos em escândalos .. Máfia das ambulâncias ., mensalão .. Entre outras., e o povo no cabresto da fé ., paz e bem

    • RELIGIÃO: Catolicismo e nazismo de mãos dadas

      Na Igreja Católica Apostólica Romana é perfeitamente aceito ser fascista, nazista e racista, mas não comunista, pela bula papal do papa nazista Pio XII, denominado “o papa de Hitler”. A colaboração entre a Igreja Católica e os nazistas é algo conhecido já de tempos, inclusive no cinema soviético, que retratou-a brilhantemente no filme “A queda de Berlim”(1948), numa conversa entre Hitler e Arsenigo. Com um vasto acervo bibliográfico provando a colaboração entre a Santa Sé e o III Reich, há quem negue-a, alegando se tratar de
      “propaganda comunista” ou “marxismo cultural”. Em 2010, o papa Bento XVI pediu desculpas pelo apoio da Igreja Católica ao nazismo, admitindo-a tacitamente, algo que este artigo bem elucida.

      A cumplicidade da igreja com o nazismo e o fascismo

      Por Steve

      Hitler e o cardeal Arsenigo

      A igreja apóia ativamente o crescimento do fascismo na Europa. Em Portugal, ela apóia Salazar. O cardeal Cerejeira (amigo do ditador) chega a dizer que Salazar a tinha a missão divina de governar Portugal.Na Áustria, a igreja apóia o Austro-Fascismo de Dollfuss e Schuschnigg.O primaz Innitzer é o principal apoiante do regime. Innitzer mais tarde apoiaria a “Anschluss” nazista.

      Na católica Polônia, a igreja apóia Pilsudski (e sucessores). O regime polaco anexa partes da Ucrânia e Bielorússia e promove a
      aculturação forçada das 2 nações. Os idiomas (ucraniano e bielorrusso) e a igreja ortodoxa são proibidos. Vários ortodoxos (inclusive padres) são presos e executados. Igrejas ortodoxas são destruídas pelos “piedosos católicos poloneses”. Essa repressão duraria quase 20 anos (só pararia com a invasão da Polônia em 1939). O Vaticano foi conivente com a opressão. Essa opressão contra a minoria ucraniana serviria de pretexto mais tarde para o Exército Insurgente Ucraniano (Ukrainska Povstanska Armiya, ou UPA) promover o massacre de 100000 poloneses em Volinia (incluindo crianças e
      padres) em 1944.

      Na Itália, a igreja assina com o Mussolini uma concordata que faz do catolicismo a religião de estado. A igreja sacrifica em grande parte as suas próprias associações (inclusive o Partido Popular de Sturzo, no intuito de ajudar Mussolini consolidar sua ditadura): todas, exceto a Ação Católica, devem integrar as organizações fascistas. O Vaticano promete a Mussolini de fazer com que a AC não se deixe tentar por ações antifascistas. Mussolini, depois de ter assinado a concordata dita “Patti Lateranensi”, é qualificado
      pelo papa como “o homem da providência”. Em 1932, o ditador recebe das mãos do papa, a Ordem da Espora de Ouro, que é a mais alta distinção concedida pelo Estado do Vaticano. O Vaticano apoiaria a invasão italiana na Abissínia, sob protexto de que os soldados italianos estavam levando valores cristãos. Estes bons “soldados de Cristo” cometem inúmeras atrocidades contra os “bárbaros” da Abissínia, como por exemplo, o uso de gás mostarda.

      Na Alemanha, em março de 1933, o Zentrum, partido católico, cujo líder é um padre (Ludwig Kaas), vota a
      favor de plenos poderes para Hitler (A lei habilitante, que se aprovada no parlamento, daria poderes ilimitados ao Executivo): Hitler pode assim atingir a maioria de dois terços necessária instituir uma ditadura. Com uma caridade toda cristã, o Zentrum (e o Vaticano) aceita também fechar os olhos pros crimes nazistas. Depois a igreja começa a negociar uma concordata com a Alemanha: nesse cenário, ela sacrifica o Zentrum, então o único partido significativo que os nazistas não tinham proibido. Na realidade ele tinha-o ajudado a chegar ao poder. Em 5 de julho de 1933, o Zentrum se dissolve sob solicitação do Vaticano (cujo
      Secretário de Estado era Pacelli, futuro Pio XII), deixando o caminho livre para o NSDAP de Hitler, então partido único (A Alemanha assinou a Concordata com o Vaticano em virtude dos votos importantes do Zentrum. Em suma, foi um clientelismo).Hitler declara-se católico no “Mein Kampf”, o livro onde ele anuncia o seu programa político. Também afirma que está convencido ser ele um “instrumento de Deus”. A igreja católica nunca colocou no seu Índex o “Mein Kampf”(ao contrário dos livros de Rousseau,Sartre,Pascal e Voltaire), mesmo antes da ascensão de Hitler ao poder. Podemos acreditar que as idéias de Hitler não desagradavam
      à igreja. Hitler mostrará o seu reconhecimento tornando obrigatória uma prece a Jesus nas escolas públicas alemãs, e reintroduzindo a frase “Gott mit uns” (Deus está conosco) nos uniformes do exército alemão. Hitler também foi apoiado pela igreja protestante, a ponto dessa igreja criar o movimento nazi-protestante chamado “Deutsche Christen” liderado pelo pastor Ludwig Müller. Müller e outros religiosos (católicos e protestantes) se tornariam membros do NSDAP. O bispo Alois Hudal (membro do NSDAP), publica um livro que concilia vários aspectos do catolicismo com o nazismo. Ele
      defende visão arianizada do cristianismo. Hudal nunca foi condenado pelo Vaticano. Hudal mais tarde ajudaria nazistas a fugir da Europa.

      Na Espanha, os militares tentam um golpe de estado, que aborta, mas degenera em guerra civil. A igreja os apóia, padres e bispos benzem os canhões de Franco, celebram com muita pompa e Te Deum as suas vitórias contra o governo republicano legítimo (que havia acabado com os privilégios do clero). A guerra faz mais de um milhão de mortos, e Franco fuzila todos os prisioneiros. Franco se
      mostrará reconhecido por seus santos aliados, nomeando diversos membros da Opus Dei para o seu governo. A influência da Opus Dei crescerá ao longo da ditadura franquista, ao ponto de se chegar a mais de metade dos ministros serem membros dessa venerável instituição católica. Franco proíbe todas as religiões, com a exceção óbvia do catolicismo. A minoria protestante sofreria anos de perseguição por parte do piedoso regime franquista. O Vaticano nunca condenou essa perseguição.

      Na Eslováquia (fantoche nazista), o piedoso padre Jozef Tiso assume o
      poder e promove uma violenta perseguição de opositores, ciganos e judeus (parte das vítimas foi deportada pra Auschwitz). O Vaticano jamais excomungaria este sacerdote exemplar (ao contrário de padres que defendem camisinha, aborto, fim do celibato clerical etc.). Tiso ajudaria Hitler a invadir a católica Polônia. O Vaticano não condena os 2 ditadores, pois ficou sabendo que a Polônia invadida serviria de base pra uma futura invasão à URSS (odiada pela igreja).A Polônia foi literalmente traída pelo Papa.

      Na França (Vichy), a igreja declara
      que “Petain é a França”: ela prefere de fato o Trabalho-Família-Pátria de Vichy aoLiberté-Égalité-Fraternité da República, que sempre a horrorizaram. Pétain suspende a laicidade do Estado instituida em 1905 e restabelece os privilégios clericais. Em retribuição, o clero fecha os olhos pros abusos do regime de Pétain.

      Na Bélgica, a igreja católica apóia o movimento fascista “Rexisme” (nome derivado de Christus Rex) chefiado pelo devoto Leon Degrelle. Degrelle acabaria influenciado mais tarde pelas idéias de Hitler. Durante a 2ª guerra, Degrelle vira oficial
      nazista e chefia as SS Wallonie, com a presença de capelães. O padre Cyriel Verschaeve se torna capelão das SS Langemarck (formada por belgas flamengos). Estes 2 católicos exemplares fugiriam da Bélgica (seriam condenados por colaboracionismo) e viveriam no exterior pro resto de suas vidas.

      Na Croácia, a “Ustasha”(fantoche nazi), a igreja apóia plenamente (e ativamente) os crimes de Ante Pavelic (líder Ustasha). Cerca de 1000000 de pessoas (sérvios, ciganos, judeus, croatas antifascistas etc.) seriam
      brutalmente assassinadas. Os terríveis crimes Ustasha chocariam até mesmo os nazistas, aliados de Pavelic.Os padres cooperam com o genocídio promovido pelos Ustashas. Os piedosos padres também promovem a conversão forçada dos sérvios (cristãos ortodoxos) ao catolicismo, sob ameaça de tortura e morte. Várias igrejas ortodoxas são destruídas e o clero ortodoxo sofre terríveis atrocidades por parte dos piedosos Ustashas.O regime de Pavelic constrói o terrível campo de extermínio de Jasenovac, cujo comandante era o sádico padre franciscano Filipovic (O “Irmão Satan”). Os guardas de Jasenovac
      executam as vítimas friamente com facas, machados, marretas e outros métodos cruéis. O franciscano Brzica, um guarda de Jasenovac, degola mais de 1000 prisioneiros. A crueldade Ustasha(e a cumplicidade dos padres) jamais seria condenada pelo primaz Stepinac (aliado de Pavelic. Stepinac acabaria beatificado pelo Vaticano em 1998) e nem mesmo pelo Vaticano do Papa Pio XII. Pavelic e outros piedosos Ustasha conseguiriam fugir da Europa pós-guerra com a santa ajuda do Vaticano. Até hoje, o Vaticano nunca pediu perdão por sua cumplicidade com Pavelic. (a cumplicidade católica com Pavelic
      lhe renderia mais tarde um processo  http://www.vaticanbankclaims.com/)

      Na Eslovênia, o bispo Gregory Rozman chefia uma terrível milícia pró-nazi. Rozman acabaria fugindo de seu país, procurado como criminoso de guerra (a exemplo do piedoso bispo Ustasha Ivan Saric).

      Durante a 2ª guerra mundial, o Vaticano estava ciente das atrocidades nazistas. O papa Pio XII pensou em condenar os nazistas, mas desistiu por causa de seu anticomunismo ferrenho e
      achando que uma vitória russa seria pior (o Vaticano chegou a considerar a invasão da URSS por Hitler uma ?cruzada contra o bolchevismo ateu?). Na rádio-mensagem de Natal de 1942, Pio XII critica o comunismo, ao contrário de Hitler e seus serviçais (Tiso,Pavelic, Pétain,Franco,Mussolini etc.). Ele falou em sua mensagem natalina das ?centenas de milhares de pessoas que sem culpa nenhuma da sua parte, às vezes só por motivos de nacionalidade ou raça, se vêem destinadas à morte ou a um extermínio progressivo?, porém ele não citou as vítimas e nem os carrascos nazistas. Em 1943, os
      nazistas ocupam Roma. O terror nazista chega diante das portas do Papa. Eles perseguem judeus, comunistas e outros grupos. Em 23 de março de 1944 um grupo de guerrilheiros atacou um comando nazista e matou 33 invasores. Este ato heróico foi duramente criticado pelo Vaticano e definido como terrorismo. A resposta alemã foi assassinar friamente 335 italianos nas Fossas Ardeatinas sob o comando de Erich Priebke. A Santa Sé simplesmente se lastimou pelas pessoas sacrificadas “em lugar dos culpados”. Em outras palavras, o Papa não se oporia se os fuzilados fossem os membros da resistência italiana. A preocupação de Pio XII
      não era com as vítimas dos nazistas, ou com a ocupação nazi, mas com os partisans que lutavam pela libertação da Itália. Temia que uma abrupta saída dos alemães pudesse deixar a cidade nas mãos da resistência comunista. Apesar disso, o Vaticano ajudaria alguns perseguidos pelos nazistas quando viu que a derrota alemã era iminente. Depois da guerra, o Vaticano ajudaria Mengele, Eichmann, Priebke e outros nazistas a fugirem da Europa através das “Ratlines”.

      A igreja apoiou também ditaduras na América Latina e África. Na
      Argentina, a igreja colaborou com a repressão, a ponto de padres cooperarem com a tortura e morte de opositores, inclusive nos vôos da morte, onde os opositores eram atirados ao mar. A igreja também apoiou a repressão de minorias (testemunhas de Jeová e gays, por exemplo). Católicos dissidentes, a exemplo do bispo Angelelli, das freiras francesas e dos padres palotinos, foram mortos perante o silêncio cúmplice da igreja. O núncio Pio Laghi foi um notável apoiante da repressão na Argentina, além de ter tido amizado com a cúpula militar. A igreja apoiou também Pinochet, Somoza, Stroessner, Trujillo e outros
      fascistas da região. Em Ruanda, padres e freiras cooperaram com o genocídio local. (houve cumplicidade também de líderes de igrejas protestantes e adventistas). O Vaticano jamais excomungou os religiosos envolvidos no genocídio, além de proteger alguns deles.

      *Seria bom lembrar que o Vaticano, que foi conivente com o nazifascismo, condenaria diversas vezes o comunismo e outros sistemas políticos “heréticos”, a ponto de pedir pros católicos residentes em países comunistas e laicos pra que promovessem
      rebeliões, desobediência civil, e outras formas de resistência aos governos vigentes. O Vaticano apoiou os “Cristeros” contra o governo mexicano, o sindicato Solidariedade de Lech Walesa contra os comunistas poloneses, a revolta anticomunista na Hungria em 1956 etc.

  2. Senhor Lopes. E que vocês fazem? Andam arrastados de joelhos em penitência nos vossos santuários marianos. Onde fazem comércio de velas e cópias de partes do corpo feitos de cera. Rosários e medalhas de “santinhos”. Vossos santuários são antros de comércio ganancioso. Qual a diferença entre as igrejas evangélicas e a católica? Tenha vergonha na cara e ao menos tenha a a dignidade de ficar no seu canto e nao fazer como diz o provérbio que diz: Diz o roto ao nu. Porque não te vestes tu?

DEIXE UMA RESPOSTA