Golias: arqueólogos encontram vestígios da casa onde o gigante filisteu pode ter vivido

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A casa onde viveu Golias, o gigante filisteu morto por Davi durante uma batalha, pode ter sido encontrada por arqueólogos que conduziam pesquisas na região onde era situada a cidade de Gate, reduto dos inimigos de Israel.

A pesquisa, comandada pelo professor Aren Maeir, docente da Universidade de Bar-Ilan, encontrou pedaços enormes de portões e muros reforçados na área, segundo informações do jornal inglês Daily Mail.

Os achados arqueológicos já são considerados os maiores em termos literais já achados em Israel, e os pesquisadores consideram que tais estruturas são evidências de que a cidade mencionada na Bíblia realmente existiu.

Para o líder da escavação, os trabalhos ainda estão no começo e ainda há muito o que se fazer, mas a análise até aqui é que podem ter encontrado uma referência surpreendente da história.


“Muitas linhas de pedra megalítico estão aparecendo, com cantos agradáveis, características e até mesmo tijolos de barro. Enquanto estamos muito longe de entendermos completamente essa complexa arquitetura, ela está ficando cada vez mais e mais impressionante”, avaliou o arqueólogo Maeir.

O sítio arqueológico foi encontrado no Parque Nacional de Tel Zafit, próximo à vila de Tell es-Safi, região que fica entre Jerusalém e Ascalão, no território israelense. As escavações em áreas desse parque já duram aproximadamente 20 anos.

Maeir e seus pesquisadores encontraram, além dos pedaços de construções da cidade, a inscrição mais antiga feita por inimigos do povo hebreu, que traziam nomes similares em escrita ao de Golias.

Entre as peças encontradas nessa área estão um portão de aproximadamente 30 metros, com suas molduras feitas com enormes blocos de pedra, no que poderia ser uma cidade vizinha a Gate, que era uma das cinco cidades-estado do povo filisteu, e foi destruída no século IX A. C.

13 COMENTÁRIOS

  1. Após desaparecer, pastor é preso em MG suspeito de golpe milionário
    Homem não foi mais visto depois de sair de Divinópolis para reunião em BH.
    Pastor é investigado por vender imóveis pertencentes a projeto social.

    Um pastor de Divinópolis, que desapareceu depois de participar de uma reunião em Belo Horizonte há cerca de dois meses, foi preso nesta quarta-feira (5 de agosto de 2015) suspeito de estelionato. Ele é da Igreja Pentecostes Independente e na época havia recebido uma quantia em dinheiro pertencente a um projeto social. O homem foi encontrado no munícipio de Corinto após investigação da 1ª Delegacia Regional da Polícia Civil de Divinópolis.
    De acordo com o delegado Fernando Jorge Vilaça, ele que era dirigente da igreja, vendeu ilegalmente vários imóveis pertencentes ao projeto “Somos Amados” sem consentimento e autorização da diretoria da instituição e do conselho fiscal. Ele teria reembolsado cerca de R$ 1,5 milhão com os golpes.
    “O suspeito já estava com um comércio na cidade de Corinto. Lá ele foi encontrado com outra família e com a caminhonete que ele foi visto pela última vez. No inquérito foi constatado um desvio de mais de R$ 1,5 milhão, mas acreditamos que ele pode ter desviado um valor maior. Não há suspeitas, ainda, que a família dele em Divinópolis sabia do estelionato, mas as investigações continuam”, esclareceu.
    O pastor, que não reagiu a prisão, chega a Divinópolis nesta quinta-feira (6). Ele será ouvido na Delegacia de Polícia Civil da cidade e depois será encaminhado para o Presídio Floramar.
    Entenda o caso
    O pastor desapareceu após participar de uma reunião em Belo Horizonte para tratar de assuntos do projeto “Somos Amados”. O pastor fez contato com esposa às 23h de 12 de junho, informando que estava retornando da capital para Divinópolis. Contudo após esse horário, quando a esposa tentou novamente contato com o marido, as ligações foram direcionadas para caixa postal.
    A Polícia Militar (PM) informou que uma caminhonete que seria do pastor foi vista após o desaparecimento. “Realmente tivemos informações sobre a caminhonete, mas não era a dele, ao que parece. É uma situação que não temos muitas informações. A esposa do pastor chegou a passar mal, com problemas de pressão, foi ao hospital por conta dessa situação, passam muitas coisas na cabeça de todos. Esperamos confiantes que ele apareça vivo”, disse a dona de casa Isabel Cristina Silveira, que é amiga da família, na época do desaparecimento.
    Fonte: Globo.com

    • Padre ladrão só dá sermão bêbado e falando palavrão
      Expulso da igreja, o religioso polonês xingou Deus e o mundo, após pedir clemência
      do R7
      Texto:
      Reprodução
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      Fiéis e religiosos expulsaram o padre, que bebe e fuma, além de roubar, de batina

      Na cidade de Parciaki, no norte da Polônia, vive e trabalha o padre Edward Pilarkiego, 62 anos, um figuraça. Seus sermões no púlpito são feitos no mais descarado estado de embriaguez. Defende o fumo entre os fiéis, além do uso de bebida alcóolica. Não satisfeito, no meio da missa fala os mais escabrosos palavrões em polonês – o que causa muito impacto no culto.
      Mas os fiéis têm reclamado do Padre Parciaki. Um deles disse ao jornal Metro, de Londres:

      – Ele está sempre arrumando confusão. Só usa a igreja para beber. Não cuida dela nunca. E rouba dinheiro que o pessoal doa para a igreja.

      Os moradores da cidade tomaram então um atitude radical. Mudaram a fechadura da igreja quando o padre estava bebendo no bar, vestido de batina. No meio da bebedeira, xingou Deus e o mundo quando soube que estavam fechando a igreja dele.

      Moradores que ocuparam a igreja avisaram que o padre só voltaria ao templo se parasse de beber, fumar e roubar. Ele pediu clemência a bispos – que estão estudando o caso. A igreja permanece fechada.
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      clamando disse: 6 de agosto de 2015 ás 6:32 pm
      Ladrão de batina e farda
      Padre de uma das igrejas mais populares de São Paulo é suspeito de roubar milhões dos fiéis e manter casa luxuosa na praia
      Camila Brandalise (camila@istoe.com.br)

      Santo Expedito é conhecido como o padroeiro das causas urgentes. Ele é sempre invocado nos casos que exigem solução imediata. Tido como muito eficiente, a fé no ex-militar convertido ao cristianismo no século IV e martirizado na Armênia chega a arrastar 200 mil pessoas para a igreja feita em sua homenagem, em São Paulo, no dia 19 de abril, data de sua festa. Pois grande parte do dinheiro arrecadado das doações desses milhares de devotos foi desviada. E o suspeito era o mais improvável: o pároco da igreja. Padre Osvaldo Palópito, 60 anos, tenente-coronel da Polícia Militar e capelão da Igreja de Santo Expedito desde 2003, está sendo investigado sob a acusação de desviar R$ 2 milhões. Os fiéis foram pegos de surpresa. “Nunca imaginamos que algo assim pudesse acontecer. Ele sempre foi um bom padre”, diz Maria Eliete da Silva, devota de Santo Expedito e frequentadora da igreja há mais de 20 anos.

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      FRAUDE
      Padre Osvaldo Palópito também era cantor: tinha CDs gravados e fazia shows

      Padre Osvaldo Paló, como é conhecido, tinha uma porção popstar. Tem seis CDs gravados e fazia shows. Ainda que tivesse uma carreira paralela à rotina paroquial, a Corregedoria da Polícia Militar identificou desproporção entre seu patrimônio e seus vencimentos. Entre seus bens estaria um apartamento duplex na Riviera de São Lourenço, praia em área nobre do litoral sul de São Paulo, cujo valor está na casa dos milhões. A Corregedoria recebeu denúncias há alguns anos, mas o inquérito só foi aberto no ano passado, após interceptações telefônicas e quebra de sigilo. Palópito vai responder a processo criminal e poderá ser afastado definitivamente da Polícia Militar e da Igreja. No dia 31 de janeiro, ele pediu transferência para a reserva. Com isso, mesmo que seja considerado culpado, conseguirá manter alguns benefícios. Sem o pároco, padres convidados estão à frente das missas e uma sargento foi recrutada para tomar conta da igreja, construída com doações de militares. O cargo de capelão foi extinto.

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      DEVOÇÃO
      A Paróquia de Santo Expedito é referência para devotos do santo
      e atrai centenas de milhares de fiéis todos os anos
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      luciano disse: 7 de agosto de 2015 ás 2:00 am
      Clamando que tanta calunia é essa,nunca ouvir falar que padre celebra a missa bêbado,haaaa para ôôôô.rs
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      clamando disse: 7 de agosto de 2015 ás 8:10 am
      LUCIANO
      A verdade está ai
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      clamando disse: 6 de agosto de 2015 ás 6:38 pm
      Paris – Os especialistas em assuntos do Vaticano afirmam que o Papa Bento XVI decidiu renunciar em março passado, depois de regressar de sua viagem ao México e a Cuba. Naquele momento, o papa, que encarna o que o diretor da École Pratique des Hautes Études de Paris (Sorbonne), Philippe Portier, chama “uma continuidade pesada” de seu predecessor, João Paulo II, descobriu em um informe elaborado por um grupo de cardeais os abismos nada espirituais nos quais a igreja havia caído: corrupção, finanças obscuras, guerras fratricidas pelo poder, roubo massivo de documentos secretos, luta entre facções, lavagem de dinheiro. O Vaticano era um ninho de hienas enlouquecidas, um pugilato sem limites nem moral alguma onde a cúria faminta de poder fomentava delações, traições, artimanhas e operações de inteligência para manter suas prerrogativas e privilégios a frente das instituições religiosas.

      Muito longe do céu e muito perto dos pecados terrestres, sob o mandato de Bento XVI o Vaticano foi um dos Estados mais obscuros do planeta. Joseph Ratzinger teve o mérito de expor o imenso buraco negro dos padres pedófilos, mas não o de modernizar a igreja ou as práticas vaticanas. Bento XVI foi, como assinala Philippe Portier, um continuador da obra de João Paulo II: “desde 1981 seguiu o reino de seu predecessor acompanhando vários textos importantes que redigiu: a condenação das teologias da libertação dos anos 1984-1986; o Evangelium vitae de 1995 a propósito da doutrina da igreja sobre os temas da vida; o Splendor veritas, um texto fundamental redigido a quatro mãos com Wojtyla”. Esses dois textos citados pelo especialista francês são um compêndio prático da visão reacionária da igreja sobre as questões políticas, sociais e científicas do mundo moderno.

      O Monsenhor Georg Gänsweins, fiel secretário pessoal do papa desde 2003, tem em sua página web um lema muito paradoxal: junto ao escudo de um dragão que simboliza a lealdade o lema diz “dar testemunho da verdade”. Mas a verdade, no Vaticano, não é uma moeda corrente. Depois do escândalo provocado pelo vazamento da correspondência secreta do papa e das obscuras finanças do Vaticano, a cúria romana agiu como faria qualquer Estado. Buscou mudar sua imagem com métodos modernos. Para isso contratou o jornalista estadunidense Greg Burke, membro da Opus Dei e ex-integrante da agência Reuters, da revista Time e da cadeia Fox. Burke tinha por missão melhorar a deteriorada imagem da igreja. “Minha ideia é trazer luz”, disse Burke ao assumir o posto. Muito tarde. Não há nada de claro na cúpula da igreja católica.

      A divulgação dos documentos secretos do Vaticano orquestrada pelo mordomo do papa, Paolo Gabriele, e muitas outras mãos invisíveis, foi uma operação sabiamente montada cujos detalhes seguem sendo misteriosos: operação contra o poderoso secretário de Estado, Tarcisio Bertone, conspiração para empurrar Bento XVI à renúncia e colocar em seu lugar um italiano na tentativa de frear a luta interna em curso e a avalanche de segredos, os vatileaks fizeram afundar a tarefa de limpeza confiada a Greg Burke. Um inferno de paredes pintadas com anjos não é fácil de redesenhar.

      Bento XVI acabou enrolado pelas contradições que ele mesmo suscitou. Estas são tais que, uma vez tornada pública sua renúncia, os tradicionalistas da Fraternidade de São Pio X, fundada pelo Monsenhor Lefebvre, saudaram a figura do Papa. Não é para menos: uma das primeiras missões que Ratzinger empreendeu consistiu em suprimir as sanções canônicas adotadas contra os partidários fascistóides e ultrarreacionários do Mosenhor Levebvre e, por conseguinte, legitimar no seio da igreja essa corrente retrógada que, de Pinochet a Videla, apoiou quase todas as ditaduras de ultradireita do mundo.

      Bento XVI não foi o sumo pontífice da luz que seus retratistas se empenham em pintar, mas sim o contrário. Philippe Portier assinala a respeito que o papa “se deixou engolir pela opacidade que se instalou sob seu reinado”. E a primeira delas não é doutrinária, mas sim financeira. O Vaticano é um tenebroso gestor de dinheiro e muitas das querelas que surgiram no último ano têm a ver com as finanças, as contas maquiadas e o dinheiro dissimulado. Esta é a herança financeira deixada por João Paulo II, que, para muitos especialistas, explica a crise atual.

      Em setembro de 2009, Ratzinger nomeou o banqueiro Ettore Gotti Tedeschi para o posto de presidente do Instituto para as Obras de Religião (IOR), o banco do Vaticano. Próximo à Opus Deis, representante do Banco Santander na Itália desde 1992, Gotti Tedeschi participou da preparação da encíclica social e econômica Caritas in veritate, publicada pelo papa Bento XVI em julho passado. A encíclica exige mais justiça social e propõe regras mais transparentes para o sistema financeiro mundial. Tedeschi teve como objetivo ordenar as turvas águas das finanças do Vaticano. As contas da Santa Sé são um labirinto de corrupção e lavagem de dinheiro cujas origens mais conhecidas remontam ao final dos anos 80, quando a justiça italiana emitiu uma ordem de prisão contra o arcebispo norteamericano Paul Marcinkus, o chamado “banqueiro de Deus”, presidente do IOR e máximo responsável pelos investimentos do Vaticano na época.

      João Paulo II usou o argumento da soberania territorial do Vaticano para evitar a prisão e salvá-lo da cadeia. Não é de se estranhar, pois devia muito a ele. Nos anos 70, Marcinkus havia passado dinheiro “não contabilizado” do IOR para as contas do sindicato polonês Solidariedade, algo que Karol Wojtyla não esqueceu jamais. Marcinkus terminou seus dias jogando golfe em Phoenix, em meio a um gigantesco buraco negro de perdas e investimentos mafiosos, além de vários cadáveres. No dia 18 de junho de 1982 apareceu um cadáver enforcado na ponte de Blackfriars, em Londres. O corpo era de Roberto Calvi, presidente do Banco Ambrosiano. Seu aparente suicídio expôs uma imensa trama de corrupção que incluía, além do Banco Ambrosiano, a loja maçônica Propaganda 2 (mais conhecida como P-2), dirigida por Licio Gelli e o próprio IOR de Marcinkus.

      Ettore Gotti Tedeschi recebeu uma missão quase impossível e só permaneceu três anos a frente do IOR. Ele foi demitido de forma fulminante em 2012 por supostas “irregularidades” em sua gestão. Tedeschi saiu do banco poucas horas depois da detenção do mordomo do Papa, justamente no momento em que o Vaticano estava sendo investigado por suposta violação das normas contra a lavagem de dinheiro. Na verdade, a expulsão de Tedeschi constitui outro episódio da guerra entre facções no Vaticano. Quando assumiu seu posto, Tedeschi começou a elaborar um informe secreto onde registrou o que foi descobrindo: contas secretas onde se escondia dinheiro sujo de “políticos, intermediários, construtores e altos funcionários do Estado”. Até Matteo Messina Dernaro, o novo chefe da Cosa Nostra, tinha seu dinheiro depositado no IOR por meio de laranjas.

      Aí começou o infortúnio de Tedeschi. Quem conhece bem o Vaticano diz que o banqueiro amigo do papa foi vítima de um complô armado por conselheiros do banco com o respaldo do secretário de Estado, Monsenhor Bertone, um inimigo pessoal de Tedeschi e responsável pela comissão de cardeais que fiscaliza o funcionamento do banco. Sua destituição veio acompanhada pela difusão de um “documento” que o vinculava ao vazamento de documentos roubados do papa.

      Mais do que querelas teológicas, são o dinheiro e as contas sujas do banco do Vaticano os elementos que parecem compor a trama da inédita renúncia do papa. Um ninho de corvos pedófilos, articuladores de complôs reacionários e ladrões sedentos de poder, imunes e capazes de tudo para defender sua facção. A hierarquia católica deixou uma imagem terrível de seu processo de decomposição moral. Nada muito diferente do mundo no qual vivemos: corrupção, capitalismo suicida, proteção de privilegiados, circuitos de poder que se autoalimentam, o Vaticano não é mais do que um reflexo pontual e decadente da própria decadência do sistema.

    • Emanuelle.

      Se é com dificuldade que o Justo será salvo, imagina o ímpio pecador, que não obedece a palavra de DEUS, fazendo tudo ao contrário da palavra de DEUS.

      JESUS disse, quem crer e for batizado será salvo, quem não crer será condenado ( A religião não segue o que JESUS mandou batizam crianças, mandam levar padrinhos e batizam um inocente que não tem conciência dos seus pecados pra se arrepender, pois não tem pecado algum um ser recém nascido.

      DEUS disse, não faças para ti imagem alguma de escultura, porque só há um DEUS, vivo forte e poderoso, e DEUS não divide sua glória com ninguém ( A religião, desobedece a DEUS, fazem imagem de escultura santo que não andam, não falam não vê, e se ajoelham, diante dessas imagem rezando e falando com elas, como se elas pudessem ouvir.

      A Bíblia diz, andai no Espírito não façam a vontade da carne ( A religião não obedece a DEUS, vão a missa, tomam a hóstia que simboliza corpo de CRISTO, depois continuam na vontade de carne,bebem, fumam, se prostituem, brigam, matam, falam mal do seu semelhante, tem inveja, vivem na fornicação como se tudo fosse normal etc……….

      Como, pessoas que procedem dessa maneira tem a cara de pau, de criticar a igreja alheia, pra criticar algo, a pessoa tem que ser exemplo, quem vivem na sujeira, na imundice, na imoralidade, não tem como jogar pedra em seu semelhante.
      repito, o julgamento começara por aqueles que fazem a vontade de DEUS< DEUS vai peneirar todo mundo.

      se é com dificuldade que o justo é salvo, imagina o pecado que não obedece a palavra de DEUS. ( 1 PEDRO 4: 18)

    • SANDRO

      Essa história de Davi x Golias não passa de uma patriotada dos judeus, muito mal ajambrada.
      É um dos inúmeros trechos da Bíblia que retratam os israelitas como heróis, e como se fosse pouco, “Deus” comparecia pessoalmente no campo de batalha para ajudar o “povo eleito”.

      Fala sério, um menino, sem proteção corporal e desarmado, vai enfrentar um homem adulto, guerreiro experiente, protegido por armadura de combate e escudo, além de pesadamente armado, por ordem de “Deus”?
      E por cima vence sem um arranhão?

      Quem escreveu essa história promovendo os judeus?
      Ora, eles mesmos.

      Repare ainda que nos sangrentos relatos do A.T. os israelitas sempre vencem, mesmo enfrentando inimigos mais fortes e em inferioridade numérica.
      Exceto quando se afastavam de Deus, aí eram sempre derrotados.

      Como dizia um sujeito que trabalhou comigo: PRA CIMA DE MOÁ?

        • LUCIANO
          Não gostou da verdade, crente?
          Essa história de Davi e Golias é L-E-N-D-A.
          Mais um absurdo do Antigo Testamento.
          Davi fosse enfrentar um adversário daqueles, iria morrer…
          Pode reparar que os israelitas sempre venciam, derrotavam exércitos mais poderosos/numerosos, exceto quando se afastavam de IHVH, aí começavam a perder.
          Não era incomum que o próprio “Deus” aparecesse no campo da batalha para ajudar seu “povo eleito”.
          Fala sério.
          Adão e Eva
          O dilúvio.
          Travessia do Mar Vermelho.
          Nada disso aconteceu.
          Tira os tapa-olhos, ó crente, e põe a cabeça pra funcionar.
          Vc está sendo enganado!

          • Arendalle,

            Esqueceu de uma coisa.

            O povo de Israel recebeu Cristo, os discípulos Dele eram Judeus, o povo de Israel estava fazendo a vontade de Deus após a morte de Cristo, pois a igreja primitiva era formada essencialmente por judeus, havia o judeu Paulo pregando noutros países, logo também os demais discípulos também começaram a pregar, ou seja, todo mundo fazendo a vontade de Deus, inclusive com muitas conversões.

            Bom, mas mesmo fazendo firmemente a vontade de Deus, veio os italianos e destruíram o povo judeu, os massacrou, debandando seu povo mundo afora.

            Esqueceu essa parte, minha cara?

  2. A batalha de Davi e Golias é uma das histórias mais bem-conhecidas em toda a Bíblia. Um campeão, Golias, saía do campo dos filisteus todos os dias durantes mais ou menos quarenta dias, desafiando o exército israelita para mandarem um competidor digno. Este gigante filisteu tinha mais ou menos três metros e usava pelo menos 55 kilos de armadura. Confiante na superioridade de seu equipamento e da sua força natural ele propõe uma competição em que o ganhador ficaria com tudo. Ninguém aceitava a proposta!

    O jovem Davi foi enviado por seu pai para levar grãos tostados, pães e queijo para os seus irmãos e o seu comandante na frente da batalha. Foi neste campo que a vida de Davi tomou um rumo diferente, e nunca seria a mesma. O resultado final, porém, não aconteceu por acidente. Davi fez quatro coisas que, para sempre, instruirão os jovens e os jovens de coração.

    1. Ele se aproveitou da sua oportunidade.Conhecemos Davi como um pastor, um músico, um salmista, um lutador e um rei. Mas a porta para uma carreira bem-sucedida como homem de Deus apareceu para ele no vale de Elá. Ao observar de primeira-mão a intimidação e guerra psicológica de Golias, Davi perguntou, “… aos homens que estavam consigo, dizendo: Que farão àquele homem que ferir a este filisteu e tirar a afronta de sobre Israel? Quem é, pois, esse incircunciso filisteu, para afrontar os exércitos do Deus vivo?” (1 Samuel 17:26). Ninguém jamais consegue qualquer coisa de importância se não aproveitar de suas oportunidades. A covardia das forças armadas israelitas, incluindo o Rei Saul, era uma porta aberta para Davi. O mesmo menino pastor que havia matado um leão e um urso diria ao rei “este incircunciso filisteu será como um deles…” (17:36).

    2. Ele não permitiu que a sua juventude o detesse.O irmão mais velho de Davi, Eliabe, falou com desdém: “Por que desceste aqui? E a quem deixaste aquelas poucas ovelhas no deserto? Bem conheço a tua presunção e a tua maldade; desceste apenas para ver a peleja” (17:28). Outros que minimizavam poderiam ter dito: “Ah, ele é jovem e inexperiente. É apenas a exuberância da juventude.” Mesmo hoje, os jovens na igreja naturalmente procurarão as pessoas mais velhas em posições de influência, mas isso não quer dizer que eles não tenham nada a oferecer. Um jovem piedoso pode fazer uma diferença!

    3. Ele viu a vitória antes de lutar a batalha. Não se pode perceber algum traço de medo na voz de Davi neste episódio todo. Pelo contrário, a sua coragem espalha. Ele informou ao rei: “Não desfaleça o coração de ninguém por causa dele; teu servo irá e pelejará contra o filisteu” (17:32). Quando, enfim, aconteceu a batalha, Golias deu um ataque verbal:“Sou eu algum cão, para vires a mim com paus?”(17:43). Da mesma maneira que falar feio é uma parte feia dos esportes modernos, era uma parte da etiqueta das batalhas antigas. Tem-se a impressão, mesmo assim, que Golias estava genuinamente ofendido com o jovem bonito, não ameaçador, que estava diante dele. É o melhor que os israelitas podem oferecer? Pelo contrário, Davi ficou firme e envolveu o gigante verbalmente, mas não se orgulhou da mortal certeza da funda dele. “Tu vens contra mim com espada, e com lança, e com escudo; eu, porém, vou contra ti em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado…porque do Senhor é a guerra, e ele vos entregará nas nossas mãos”

    4. Ele foi movido por um propósito maior. Davi fala ao seu oponente que a vitória iminente tinha um objetivo maior: “e toda a terra saberá que há Deus em Israel” (17:46). O jovem Davi foi movido pela vingança do nome de Deus em um mundo ignorante. Você fica triste em pensar em quantos dos seus amigos e vizinhos não conhecem a Deus? Se isso te chateia, o que você fará? Davi não aceitaria sentar ao lado enquanto um filisteu incircunciso desafiou os exércitos do Deus vivo! Enquanto a verdade de Deus leva uma pessoa a indignação justa e confiança absoluta, como também preocupação pelas almas perdidas de outras pessoas, ela não poderá mais tremer em timidez. Ao invés disso, ela se levantará e agirá. Como Isaías, ela dirá “Aqui estou, envia-me”. Como termina esta história? “Assim, prevaleceu Davi contra o filisteu, com uma funda e com uma pedra, e o feriu, e o matou” (17:50). O resto, como dizem, é história.

  3. LEVI VARELA

    Seu texto é uma mistura de nada com coisa nenhuma.
    Parece que eu falei uma coisa e vc respondeu outra.
    Ou encaminhou para mim um comentário que era pra outro.

    Eu falei da lenda envolvendo Davi e Golias.
    Tem de ser muito besta pra acreditar nessa lorota antigo-testamentária.
    Repare que na Bíblia os israelitas sempre vencem, chegando a vencer inimigos mais fortes e mais numerosos.
    Matavam todos os que julgavam ser de raça inferior.

    Exceto quando se afastavam de Deus, aí começavam a perder.
    Destruíam, por ordem de “Deus”, cidades inteiras e “Deus” tb ordenava que matassem todos os habitantes, até velhos, mulheres e animais.
    Nem as crianças foram poupadas.

    Deus se preocupa tanto com seu “povo eleito” que aparece no campo de batalha para ajudá-los.
    É um Deus tribal, deus de um povo só.
    Aí vai um menino enfrentar um homem adulto e vence sem um arranhão?
    Fala sério…

    Se isso é verdade, por que “Deus” não interveio pessoalmente para ajudar os judeus, séculos depois, quando foram caçados e exterminados pelos NAZI?
    Afinal, ele cansou de fazer isso no Antigo Testamento…

    Há quem diga que é karma, expiação por causa dos muitos massacres cometidos contra cananeus, ferezeus, amorreus, amonitas, jebuseus, amalecitas, edomitas e outros.
    Tudo relatado na Bíblia e autorizado por “Deus”.

    Como exterminaram, foram exterminados.
    Foram mortos por serem de raça que os NAZI consideravam inferior.
    Nem as crianças foram poupadas.
    Tem todos os sinais de expiação de atos cometidos em vidas anteriores.
    Tudo aprovado por “Deus”
    Só que não.

    “OMNIA LUX VERITATIS”

    • Princesa,

      Vamos lá. Diga uma coisa, Qual a figura mais importante para a humanidade em termos de respeitabilidade, resignação, respeito, amor, mansidão, retidão, senão Cristo?

      Ora, este mundo é dominado, aqui é o habitat do dema e dos seus anjos, e em sendo assim, e quem foi que trouxe a pessoa que enfrentaria as potestades infernais, no caso Cristo. Respondo: os judeus.

      Minha cara, eis a razão de desde o princípio a ação do diabo contra esse povo, pois de Maria haveria, como veio, o resgatador das almas perdidas, os que estavam e estão sob o engano da estrela caída.

      Foi chicote antes e depois de Cristo. O negócio da estrela caída foi, é, e sempre será desmoralizar a ação redentora de Cristo na cruz, os seus ensinamentos, pois, dizendo eu assim que nada ale valeria se viesse aqui sem palavras de enfrentamento ao desamor do diabo, de nada adiantaria Ele morrer na cruz se não manifestasse em atos e ações o amor do Pai, Deus.

      Atribuem os judeus tais mortes a Deus. Isso é uma forma que eles encontraram de vê diminuída a culpa. É mesmo que eu atribuir minha relação de crimes à bebida, `à mulher que possuo, aos filhos, ao diabo, ao carma.

      Entendi e bem o que você quis dizer, e tua igreja católica se deixou levar pela ação do inimigo número um ao perseguir os parentes de Cristo mundo afora. Os judeus são perseguidos pessalmente e por calúnia.

      Qual país não fez as besteiras que os judeus pra firmarem na posse das terras, tomarem o poder? Todos, todos mesmo fizeram de igual pra pior. Se fosse responder à altura como carma, ao certo a Rússia, a Coréia do Norte, o Japão do passado, a China comunista, Cuba, Inglaterra, Itália(coitada desse, que teve um império por mais de 15 séculos), era ela, itália, que deveria responder feiamente, carma total, Matou Cristo, Pedro, Paulo, cristãos nas arenas, sedia a igreja católica que matou…., brincadeira.

      Leia os fatos e saiba interpretá-los.

      Por favor, minha cara,

      • Levi Varela.

        “Ora, este mundo é dominado, aqui é o habitat do dema e dos seus anjos”

        Primeiro que é “demo” e não “dema”, será que o dito cujo é mulher?
        _____________________________________________________________
        “e em sendo assim, e quem foi que trouxe a pessoa que enfrentaria as potestades infernais, no caso Cristo. Respondo: os judeus.”

        E quem foi que o matou? Respondo: os judeus (pode ver na Bíblia), servindo-se dos romanos, veja que Jesus foi crucificado, método de execução reservado a quem não era cidadão romano.

        E que Jesus primeiro foi acusado de blasfêmia, crime punido na Lei judaica com a morte por apedrejamento, mas foi executado por sedição, crime da lei romana, punido com a morte por crucificação.

        O apóstolo Paulo não podia ser crucificado, por ser cidadão romano, ele tinha o “direito” de ser decapitado e foi, uma forma de matar que causa pouco sofrimento, ao contrário da cruz, onde os condenados às vezes agonizavam por dias, até que a morte libertadora viesse.

        Daí o costume de quebrar as pernas dos crucificados, para apressar a morte, mas para Jesus não fizeram isso, por causa da profecia que dizia: “na preparação do cordeiro pascal, nenhum osso deve ser quebrado”.

        E como Jesus se entregou em sacrifício para salvar a humanidade, hoje não temos mais necessidade de sacrificar, cristãos libertos que fomos da arcaica Lei judaica, menos para eles, cujo salvador ainda não veio.

        Na verdade, quando os evangelhos foram compostos, décadas após a morte de Jesus, o poder do Império Romano ainda era forte.

        Por isso a Bíblia culpa apenas os judeus pela morte de Cristo na cruz, porque não se podia produzir um escrito responsabilizando os romanos, seria considerado um crime de lesa-majestade, que geraria mais e mais cruzes.

        Vc já deve conhecer o número 666, o “número da besta”, só que 666 não tem nada a ver com diabo.

        As letras do alfabeto grego também têm valor numérico, então somando o valor correspondente a cada letra do seguinte nome, de um imperador romano:

        NERO CLAUDIUS AUGUSTUS GERMANICUS

        Temos a soma total de 666.

        A própria Bíblia confirma isso ao dizer “quem souber calcular, que o faça, pois é o número de um homem; seu número é 666”.

        É uma maneira disfarçada de protestar contra os romanos, especialmente o imperador Nero, considerado o primeiro grande perseguidor de cristãos

        Fazê-lo diretamente podia te custar a vida.

        E veja o que a Bíblia diz: o número era o de um homem, o imperador romano Nero.
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        “Entendi e bem o que você quis dizer, e tua igreja católica se deixou levar pela ação do inimigo”

        Não sou da igreja católica, nem evangélica.
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        “Qual país não fez as besteiras que os judeus pra firmarem na posse das terras, tomarem o poder? Todos, todos mesmo fizeram de igual pra pior. ”

        Mas os judeus usavam o nome de Deus, que “ordenava” a destruição de cidades inteiras, com todos os habitantes mortos à espada, não poupando nem as crianças.
        Brincadeira, digo eu…aff
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        “Se fosse responder à altura como carma, ao certo a Rússia, a Coréia do Norte, o Japão do passado, a China comunista, Cuba, Inglaterra, Itália(coitada desse, que teve um império por mais de 15 séculos), era ela, itália, que deveria responder feiamente, carma total, Matou Cristo, Pedro, Paulo, cristãos nas arenas, sedia a igreja católica que matou…., brincadeira.”

        Diz o espiritismo que todo crime gera um karma negativo perante a Lei divina, eterna, perfeita e imutável como Aquele que as fez.

        E todos os povos que você citou acima, terão de responder por tudo o que fizeram.

        Um exemplo encontrado na literatura espírita: pessoas trazidas da África para trabalhar como escravos em vários países, Brasil incluso, com indizível sofrimento, num processo de eliminação de karma, por causa de crimes cometidos em encarnações passadas.

        Tinham suas aldeias destruídas, eram acorrentados, transportados da África nos horripilantes e amaldiçoados navios negreiros, vendidos em mercados como se fossem animais e por muitos não considerados “gente”.

        Os que foram reduzidos à escravidão naquela vida, em outras vidas passadas também tiveram escravos, e também os consideravam como “não humanos” e também os tratavam com crueldade e brutalidade.

        O mundo não está entregue ao acaso e a justiça divina não é uma força cega, armando ciladas para inocentes.

        O rico avarento é punido com a pobreza.

        O tirano é punido com a escravidão.

        O egoísta é punido com a indiferença dos outros.

        A inteligência mal utilizada é punida com a falta dela (ex. deficiência mental).

        O homem machão, agressor e opressor de mulheres é punido com a feminilidade.
        (Ele reencarnará como mulher e será submetido a todo sofrimento que impôs a elas).

        Quer saber o futuro?

        Veja o que faz no presente; não há mistério e você não gasta nada.

        OMNIA LUX VERITATIS

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