Vídeo em que Lula diz que aprova impeachment viraliza: “Peço a Deus que o povo não esqueça a lição”

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Um vídeo do ex-presidente Lula falando sobre a legitimidade do processo de impeachment está circulando nas redes sociais e gerado comparações entre a postura atual do petista e a exibida décadas atrás.

A fala de Lula sobre o impeachment foi gravada em 1996 durante entrevista ao extinto Programa Livre, que era apresentado por Serginho Groisman no SBT. À época, ele havia sido um dos favoráveis ao impedimento de Fernando Collor.

Questionado por uma jovem da plateia sobre qual sentimento ele tinha por ter visto o adversário de 1989 ser removido do poder, Lula disse que estava satisfeito: “O que foi gratificante pra mim foi saber que aquilo que nós tínhamos denunciado durante a campanha foi provado três anos depois. Tudo aquilo que aconteceu nós denunciávamos durante a campanha. Não apenas nós, mas uma parte da imprensa denunciava, intelectuais, artistas denunciavam. Todo mundo sabia, porque o passado político do Collor era tenebroso. Agora, foi uma pena que precisou três anos para provar”, disse Lula na ocasião.

Mais adiante, Lula reforça sua crença de que o impeachment é uma ferramenta que deve ser usada pelo povo toda vez que um governante não aja de acordo com as leis: “Foi uma coisa importante. O povo brasileiro, pela primeira vez, deu a demonstração de que é possível, o mesmo povo que elege um político, destituir esse político. Eu peço a Deus que nunca mais o povo brasileiro esqueça essa lição”, afirmou.


As declarações de Lula hoje são resgatadas e repercutidas com certo tom de ironia, uma vez que agora, sua sucessora e companheira de partido é alvo do mesmo anseio popular que tirou Collor do poder.

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21 COMENTÁRIOS

  1. Após desaparecer, pastor é preso em MG suspeito de golpe milionário
    Homem não foi mais visto depois de sair de Divinópolis para reunião em BH.
    Pastor é investigado por vender imóveis pertencentes a projeto social.

    Um pastor de Divinópolis, que desapareceu depois de participar de uma reunião em Belo Horizonte há cerca de dois meses, foi preso nesta quarta-feira (5 de agosto de 2015) suspeito de estelionato. Ele é da Igreja Pentecostes Independente e na época havia recebido uma quantia em dinheiro pertencente a um projeto social. O homem foi encontrado no munícipio de Corinto após investigação da 1ª Delegacia Regional da Polícia Civil de Divinópolis.
    De acordo com o delegado Fernando Jorge Vilaça, ele que era dirigente da igreja, vendeu ilegalmente vários imóveis pertencentes ao projeto “Somos Amados” sem consentimento e autorização da diretoria da instituição e do conselho fiscal. Ele teria reembolsado cerca de R$ 1,5 milhão com os golpes.
    “O suspeito já estava com um comércio na cidade de Corinto. Lá ele foi encontrado com outra família e com a caminhonete que ele foi visto pela última vez. No inquérito foi constatado um desvio de mais de R$ 1,5 milhão, mas acreditamos que ele pode ter desviado um valor maior. Não há suspeitas, ainda, que a família dele em Divinópolis sabia do estelionato, mas as investigações continuam”, esclareceu.
    O pastor, que não reagiu a prisão, chega a Divinópolis nesta quinta-feira (6). Ele será ouvido na Delegacia de Polícia Civil da cidade e depois será encaminhado para o Presídio Floramar.
    Entenda o caso
    O pastor desapareceu após participar de uma reunião em Belo Horizonte para tratar de assuntos do projeto “Somos Amados”. O pastor fez contato com esposa às 23h de 12 de junho, informando que estava retornando da capital para Divinópolis. Contudo após esse horário, quando a esposa tentou novamente contato com o marido, as ligações foram direcionadas para caixa postal.
    A Polícia Militar (PM) informou que uma caminhonete que seria do pastor foi vista após o desaparecimento. “Realmente tivemos informações sobre a caminhonete, mas não era a dele, ao que parece. É uma situação que não temos muitas informações. A esposa do pastor chegou a passar mal, com problemas de pressão, foi ao hospital por conta dessa situação, passam muitas coisas na cabeça de todos. Esperamos confiantes que ele apareça vivo”, disse a dona de casa Isabel Cristina Silveira, que é amiga da família, na época do desaparecimento.
    Fonte: Globo.com

    • Um crime com requintes de crueldade chocou os moradores de um pequeno povoado de Lagoa da Prata, na região Centro-Oeste do Estado. Durante uma discussão, nessa sexta-feira (7) um jovem de 25 anos matou o namorado a facadas, marteladas e pedradas.
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      De acordo com a Polícia Militar, o crime aconteceu no sítio que a vítima, Gilmar Nunes Cabral, de 44 anos, trabalhava como caseiro. A irmã do proprietário do imóvel, localizado no Povoado de Miranda, encontrou o corpo do funcionário caído na área externa da residência com vários ferimentos pelo corpo, principalmente na cabeça.

      A casa principal estava com a porta arrombada e vários cômodos revirados. Além disso, o carro de Cabral não se encontrava na garagem. Em conversa com vizinhos, militares descobriram que há três dias, o suspeito, Evadson Geraldo Guilherme Barbosa, frequentava o local. O homem mora na região e é conhecido pelo envolvimento com drogas.

      Durante rastreamento pelo povoado, o carro do caseiro, um Ford Corcel, foi encontrado abandonado em uma estrada vicinal. Já o usuário de drogas foi localizado no centro de Lagoa Santa. Ele resistiu à prisão e teve que ser contido pelos militares.

      Barbosa contou que mantinha um relacionamento amoroso com Cabral há um ano e meio e, durante a madrugada, a vítima teria começado com agressões por motivo desconhecido. Foi nesse momento que o jovem correu para a cozinha, pegou uma faca e começou a golpear o namorado.

      Na versão do suspeito, o homem caiu, mas como ainda apresentava sinais de vida, ele pegou um martelo e começou a bater na cabeça do companheiro. Por fim, para garantir que o caseiro não teria como escapar da morte, o jovem pegou uma pedra e bateu três vezes na face do namorado.

      Após o crime, ele arrombou a casa dos patrões da vítima para procurar as chaves do veículo. Barbosa se negou a dizer se o casal brigava constantemente. Ele foi levado para a delegacia da cidade, ouvido e encaminhado ao presídio de Lagoa da Prata.

      Fonte: O Tempo

        • Padre ladrão só dá sermão bêbado e falando palavrão
          Expulso da igreja, o religioso polonês xingou Deus e o mundo, após pedir clemência
          do R7
          Texto:
          Reprodução
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          Fiéis e religiosos expulsaram o padre, que bebe e fuma, além de roubar, de batina

          Na cidade de Parciaki, no norte da Polônia, vive e trabalha o padre Edward Pilarkiego, 62 anos, um figuraça. Seus sermões no púlpito são feitos no mais descarado estado de embriaguez. Defende o fumo entre os fiéis, além do uso de bebida alcóolica. Não satisfeito, no meio da missa fala os mais escabrosos palavrões em polonês – o que causa muito impacto no culto.
          Mas os fiéis têm reclamado do Padre Parciaki. Um deles disse ao jornal Metro, de Londres:

          – Ele está sempre arrumando confusão. Só usa a igreja para beber. Não cuida dela nunca. E rouba dinheiro que o pessoal doa para a igreja.

          Os moradores da cidade tomaram então um atitude radical. Mudaram a fechadura da igreja quando o padre estava bebendo no bar, vestido de batina. No meio da bebedeira, xingou Deus e o mundo quando soube que estavam fechando a igreja dele.

          Moradores que ocuparam a igreja avisaram que o padre só voltaria ao templo se parasse de beber, fumar e roubar. Ele pediu clemência a bispos – que estão estudando o caso. A igreja permanece fechada.

    • Ladrão de batina e farda
      Padre de uma das igrejas mais populares de São Paulo é suspeito de roubar milhões dos fiéis e manter casa luxuosa na praia
      Camila Brandalise (camila@istoe.com.br)

      Santo Expedito é conhecido como o padroeiro das causas urgentes. Ele é sempre invocado nos casos que exigem solução imediata. Tido como muito eficiente, a fé no ex-militar convertido ao cristianismo no século IV e martirizado na Armênia chega a arrastar 200 mil pessoas para a igreja feita em sua homenagem, em São Paulo, no dia 19 de abril, data de sua festa. Pois grande parte do dinheiro arrecadado das doações desses milhares de devotos foi desviada. E o suspeito era o mais improvável: o pároco da igreja. Padre Osvaldo Palópito, 60 anos, tenente-coronel da Polícia Militar e capelão da Igreja de Santo Expedito desde 2003, está sendo investigado sob a acusação de desviar R$ 2 milhões. Os fiéis foram pegos de surpresa. “Nunca imaginamos que algo assim pudesse acontecer. Ele sempre foi um bom padre”, diz Maria Eliete da Silva, devota de Santo Expedito e frequentadora da igreja há mais de 20 anos.

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      FRAUDE
      Padre Osvaldo Palópito também era cantor: tinha CDs gravados e fazia shows

      Padre Osvaldo Paló, como é conhecido, tinha uma porção popstar. Tem seis CDs gravados e fazia shows. Ainda que tivesse uma carreira paralela à rotina paroquial, a Corregedoria da Polícia Militar identificou desproporção entre seu patrimônio e seus vencimentos. Entre seus bens estaria um apartamento duplex na Riviera de São Lourenço, praia em área nobre do litoral sul de São Paulo, cujo valor está na casa dos milhões. A Corregedoria recebeu denúncias há alguns anos, mas o inquérito só foi aberto no ano passado, após interceptações telefônicas e quebra de sigilo. Palópito vai responder a processo criminal e poderá ser afastado definitivamente da Polícia Militar e da Igreja. No dia 31 de janeiro, ele pediu transferência para a reserva. Com isso, mesmo que seja considerado culpado, conseguirá manter alguns benefícios. Sem o pároco, padres convidados estão à frente das missas e uma sargento foi recrutada para tomar conta da igreja, construída com doações de militares. O cargo de capelão foi extinto.

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      DEVOÇÃO
      A Paróquia de Santo Expedito é referência para devotos do santo
      e atrai centenas de milhares de fiéis todos os anos

      • Sua anta batizada! Esse “padre” não tem ligação com a Igreja Católica Apostólica Romana. Ele é de uma “igreja” falsificada como a sua, ela se chama igreja católica carismática, portanto não tem nenhuma comunhão com a Igreja da qual faço parte. Esse padre é um rebelde como os filhos de Lutero, da família dos descendentes da serpente: o protestantismo.

        • Descendentes da serpente são todos os espíritos malignos que rodeia a tua igreja e todos os católicos como você e lopes,toda torcida idolatra do corinthias e os que ama o carnaval etc…

    • Paris – Os especialistas em assuntos do Vaticano afirmam que o Papa Bento XVI decidiu renunciar em março passado, depois de regressar de sua viagem ao México e a Cuba. Naquele momento, o papa, que encarna o que o diretor da École Pratique des Hautes Études de Paris (Sorbonne), Philippe Portier, chama “uma continuidade pesada” de seu predecessor, João Paulo II, descobriu em um informe elaborado por um grupo de cardeais os abismos nada espirituais nos quais a igreja havia caído: corrupção, finanças obscuras, guerras fratricidas pelo poder, roubo massivo de documentos secretos, luta entre facções, lavagem de dinheiro. O Vaticano era um ninho de hienas enlouquecidas, um pugilato sem limites nem moral alguma onde a cúria faminta de poder fomentava delações, traições, artimanhas e operações de inteligência para manter suas prerrogativas e privilégios a frente das instituições religiosas.

      Muito longe do céu e muito perto dos pecados terrestres, sob o mandato de Bento XVI o Vaticano foi um dos Estados mais obscuros do planeta. Joseph Ratzinger teve o mérito de expor o imenso buraco negro dos padres pedófilos, mas não o de modernizar a igreja ou as práticas vaticanas. Bento XVI foi, como assinala Philippe Portier, um continuador da obra de João Paulo II: “desde 1981 seguiu o reino de seu predecessor acompanhando vários textos importantes que redigiu: a condenação das teologias da libertação dos anos 1984-1986; o Evangelium vitae de 1995 a propósito da doutrina da igreja sobre os temas da vida; o Splendor veritas, um texto fundamental redigido a quatro mãos com Wojtyla”. Esses dois textos citados pelo especialista francês são um compêndio prático da visão reacionária da igreja sobre as questões políticas, sociais e científicas do mundo moderno.

      O Monsenhor Georg Gänsweins, fiel secretário pessoal do papa desde 2003, tem em sua página web um lema muito paradoxal: junto ao escudo de um dragão que simboliza a lealdade o lema diz “dar testemunho da verdade”. Mas a verdade, no Vaticano, não é uma moeda corrente. Depois do escândalo provocado pelo vazamento da correspondência secreta do papa e das obscuras finanças do Vaticano, a cúria romana agiu como faria qualquer Estado. Buscou mudar sua imagem com métodos modernos. Para isso contratou o jornalista estadunidense Greg Burke, membro da Opus Dei e ex-integrante da agência Reuters, da revista Time e da cadeia Fox. Burke tinha por missão melhorar a deteriorada imagem da igreja. “Minha ideia é trazer luz”, disse Burke ao assumir o posto. Muito tarde. Não há nada de claro na cúpula da igreja católica.

      A divulgação dos documentos secretos do Vaticano orquestrada pelo mordomo do papa, Paolo Gabriele, e muitas outras mãos invisíveis, foi uma operação sabiamente montada cujos detalhes seguem sendo misteriosos: operação contra o poderoso secretário de Estado, Tarcisio Bertone, conspiração para empurrar Bento XVI à renúncia e colocar em seu lugar um italiano na tentativa de frear a luta interna em curso e a avalanche de segredos, os vatileaks fizeram afundar a tarefa de limpeza confiada a Greg Burke. Um inferno de paredes pintadas com anjos não é fácil de redesenhar.

      Bento XVI acabou enrolado pelas contradições que ele mesmo suscitou. Estas são tais que, uma vez tornada pública sua renúncia, os tradicionalistas da Fraternidade de São Pio X, fundada pelo Monsenhor Lefebvre, saudaram a figura do Papa. Não é para menos: uma das primeiras missões que Ratzinger empreendeu consistiu em suprimir as sanções canônicas adotadas contra os partidários fascistóides e ultrarreacionários do Mosenhor Levebvre e, por conseguinte, legitimar no seio da igreja essa corrente retrógada que, de Pinochet a Videla, apoiou quase todas as ditaduras de ultradireita do mundo.

      Bento XVI não foi o sumo pontífice da luz que seus retratistas se empenham em pintar, mas sim o contrário. Philippe Portier assinala a respeito que o papa “se deixou engolir pela opacidade que se instalou sob seu reinado”. E a primeira delas não é doutrinária, mas sim financeira. O Vaticano é um tenebroso gestor de dinheiro e muitas das querelas que surgiram no último ano têm a ver com as finanças, as contas maquiadas e o dinheiro dissimulado. Esta é a herança financeira deixada por João Paulo II, que, para muitos especialistas, explica a crise atual.

      Em setembro de 2009, Ratzinger nomeou o banqueiro Ettore Gotti Tedeschi para o posto de presidente do Instituto para as Obras de Religião (IOR), o banco do Vaticano. Próximo à Opus Deis, representante do Banco Santander na Itália desde 1992, Gotti Tedeschi participou da preparação da encíclica social e econômica Caritas in veritate, publicada pelo papa Bento XVI em julho passado. A encíclica exige mais justiça social e propõe regras mais transparentes para o sistema financeiro mundial. Tedeschi teve como objetivo ordenar as turvas águas das finanças do Vaticano. As contas da Santa Sé são um labirinto de corrupção e lavagem de dinheiro cujas origens mais conhecidas remontam ao final dos anos 80, quando a justiça italiana emitiu uma ordem de prisão contra o arcebispo norteamericano Paul Marcinkus, o chamado “banqueiro de Deus”, presidente do IOR e máximo responsável pelos investimentos do Vaticano na época.

      João Paulo II usou o argumento da soberania territorial do Vaticano para evitar a prisão e salvá-lo da cadeia. Não é de se estranhar, pois devia muito a ele. Nos anos 70, Marcinkus havia passado dinheiro “não contabilizado” do IOR para as contas do sindicato polonês Solidariedade, algo que Karol Wojtyla não esqueceu jamais. Marcinkus terminou seus dias jogando golfe em Phoenix, em meio a um gigantesco buraco negro de perdas e investimentos mafiosos, além de vários cadáveres. No dia 18 de junho de 1982 apareceu um cadáver enforcado na ponte de Blackfriars, em Londres. O corpo era de Roberto Calvi, presidente do Banco Ambrosiano. Seu aparente suicídio expôs uma imensa trama de corrupção que incluía, além do Banco Ambrosiano, a loja maçônica Propaganda 2 (mais conhecida como P-2), dirigida por Licio Gelli e o próprio IOR de Marcinkus.

      Ettore Gotti Tedeschi recebeu uma missão quase impossível e só permaneceu três anos a frente do IOR. Ele foi demitido de forma fulminante em 2012 por supostas “irregularidades” em sua gestão. Tedeschi saiu do banco poucas horas depois da detenção do mordomo do Papa, justamente no momento em que o Vaticano estava sendo investigado por suposta violação das normas contra a lavagem de dinheiro. Na verdade, a expulsão de Tedeschi constitui outro episódio da guerra entre facções no Vaticano. Quando assumiu seu posto, Tedeschi começou a elaborar um informe secreto onde registrou o que foi descobrindo: contas secretas onde se escondia dinheiro sujo de “políticos, intermediários, construtores e altos funcionários do Estado”. Até Matteo Messina Dernaro, o novo chefe da Cosa Nostra, tinha seu dinheiro depositado no IOR por meio de laranjas.

      Aí começou o infortúnio de Tedeschi. Quem conhece bem o Vaticano diz que o banqueiro amigo do papa foi vítima de um complô armado por conselheiros do banco com o respaldo do secretário de Estado, Monsenhor Bertone, um inimigo pessoal de Tedeschi e responsável pela comissão de cardeais que fiscaliza o funcionamento do banco. Sua destituição veio acompanhada pela difusão de um “documento” que o vinculava ao vazamento de documentos roubados do papa.

      Mais do que querelas teológicas, são o dinheiro e as contas sujas do banco do Vaticano os elementos que parecem compor a trama da inédita renúncia do papa. Um ninho de corvos pedófilos, articuladores de complôs reacionários e ladrões sedentos de poder, imunes e capazes de tudo para defender sua facção. A hierarquia católica deixou uma imagem terrível de seu processo de decomposição moral. Nada muito diferente do mundo no qual vivemos: corrupção, capitalismo suicida, proteção de privilegiados, circuitos de poder que se autoalimentam, o Vaticano não é mais do que um reflexo pontual e decadente da própria decadência do sistema.

      • Amados irmao a luta nao e contra carne e nem pelo sangue e sim contra os principados e potesdade, enquantto vcs ficam ai brigando ,existem centenas de almas clamando pela palavra de Deus, em religiao o pai nao está.Deus quer habitar em nós. E nao em templos feito pelo homem.

    • Dias, um off topic rápido. Não existe a menor preocupação em face das Igrejas fechadas. O cristianismo como um todo irá diminuir em alguns continentes e aumentar em outros. É um processo normal e até certo ponto esperado.

      Vamos ao impeachment!

  2. Gente não falem mal do Chiquinho, ele é o “representante” de Deus aqui na terra, com “intermédio” da virgem Maria com “auxilio” de todos os santos e ostensórios.

    • LUIZ CARLOS

      Representante de DEUS, vai vendo, esse papa se ele não se converter a JESUS, e manda seus seguidores fazer o mesmo, ele vai se arrepender por pregar contra a palavra de DEUS.

      JESUS se batizou depois de adulto, já pra nós da o exemplo, a igreja católica batiza criança, contra ao que JESUS ensinou.

      DEUS , não aceita que façamos imagem de escultura, a igreja católica faz as imagem e se ajoelha aos pés desses santos, que não falam, não andam, não ouvem, não veêm.

      como é um que uma pessoa que faz tudo contrario a palavra de DEUS, não ensina seus féis seguir a Bíblia, pode dizer que é representante de DEUS ?

      pelo jeito que age a igreja católica, da mais pra ser representante de satanás ..
      tenho dito…………………

  3. Zeze, observe: “representante”, “intermédio” e “auxilio” entre aspas. Os católicos são igual a papagaio que só repete o que falamos, sem ter noção do que diz.

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