Imprensa “crucifica” primeira-dama dos EUA por orar o Pai Nosso durante evento; Assista

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O mal-humor da imprensa norte-americana com o presidente Donald Trump começa a tomar ares de má vontade com as críticas feitas à primeira-dama, Melania Trump, por ter aberto um evento com a oração do Pai Nosso, ensinada por Jesus.

No último sábado, 18 de fevereiro, Donald Trump e Melania foram à Flórida para uma série de eventos, e na cidade de Melbourne, a primeira-dama fez a oração, lendo as palavras em um lembrete que carregava consigo.

Melania tem 46 anos, é nascida na Eslovênia, foi modelo e desde 2005 é casada com Trump. Nos últimos anos tem se dedicado apenas à família e ao filho que têm com o bilionário, Barron. Seu forte sotaque não passa despercebido, e também foi alvo de críticas da imprensa dos Estados Unidos.

As principais críticas feitas na imprensa à primeira-dama foram o fato de ela não ter recitado a oração “de cor”, e ao fato de que, nos eventos, ela e o marido agem como se ainda estivessem em campanha.


Na internet, ativistas de esquerda se valeram das reportagens críticas à primeira-dama para ofenderem-na de prostituta, refém e plagiadora. Entre os mais exaltados, houve quem dissesse que a oração de Melania em um evento oficial era uma ofensa ao Estado laico, conceito também presente na Constituição norte-americana.

No entanto, a população que comparece aos eventos em que o presidente Trump comparece é sempre receptiva às ideias propostas pelo líder, e no caso do evento do último sábado, os cidadãos – presentes em grande número – receberam o casal de forma efusiva, respeitaram o convite da primeira-dama para a oração e ao final, demonstraram entusiasmo ao final, como mostra a transmissão do evento feita pela Fox:

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