Intolerância religiosa mata mais de 20 cristãos por dia: “Foram mais de 100 mil mortos na última década”, diz pesquisador

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Um relatório sobre intolerância religiosa divulgado pela Fundação para a Análise e Estudos Sociais (FAES) apresentou um dado alarmante: mais de 20 cristãos morrem diariamente vítimas de perseguição por outros grupos religiosos.

O número de mártires do Evangelho chega a quase um por hora, segundo o pesquisador Javier Rupérez, membro da Real Academia de Ciências Morais e Políticas e autor do estudo “A perseguição aos cristãos no século XXI”.

“Os cristãos no mundo, mais do que qualquer outra comunidade religiosa, constituem hoje um grupo perseguido e ameaçado, com urgência na necessidade de proteção e assistência”, afirmou o pesquisador.

O levantamento foi feito a partir da análise de inúmeros artigos, estudos e outras avaliações a respeito de eventos noticiados pela mídia de todo o planeta.


Segundo Javier, os casos que aparecem na mídia são apenas a ponta do iceberg: “Eles não são nada. Particularmente, são amostras violentas de uma tendência conhecida e multiplicada por todo o período contemporâneo e não podem ser entendidas como eventos isolados e, portanto, insignificantes”, lamenta o estudioso.

Há ainda, de acordo com o estudo, que se acrescentar os casos de perseguição religiosa em países ou regimes “que tem o ateísmo como estado de crença e a perseguição religiosa como padrão” à lista, como é o caso da Coreia do Norte.

Em sua análise, Javier Rupérez informa que o número de cristãos mortos nos últimos 10 anos chega a 100 mil. O relatório traz ainda outros dados a respeito da perseguição religiosa no mundo, e destaca que 75% da população mundial sofre alguma restrição ao exercício da liberdade religiosa.

“A perseguição em curso contra os cristãos tem diversas fontes de inspiração e diferentes níveis de insanidade, alguns dos quais estão diretamente relacionados com o plano criminoso para apagar os traços do cristianismo da face da Terra”, disse, de acordo com informações do site Acontecer Cristiano.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+


2 COMENTÁRIOS

  1. Números inflacionados por cristãos que se veem como eternas vítimas daqueles que não levam a sério suas crenças.Não morrem tantas ovelhas de Cristo assim,e as que morrem,só chegam a esse destino porque perdem a noção de perigo e segurança pessoal devido ao excesso de soberba espiritual e auto-confiança.Excetuando-se países onde o Estado é falido e fundamentalistas islâmicos mandam,cristãos não sofrem tanta perseguição assim.Felizmente,os tempos de coliseu romano já terminaram,mas ainda assim boa parte da cristandade ainda se acha merecedora de atenção e repressão.Não!Os loucos seguidores de Maomé merecem mais vigilância,pois estão numa fase de franca expansão,enquanto que o povo cristão encontra-se atualmente num latente declínio numérico.

  2. de que adianta ao homem ganhar o mundo e perder a sua alma, portanto devemos primeiro entregar a nossa alma a Jesus, por que devemos temer àquele que nos tira a vida e ainda mais àquele que pode além de tirar a vida, tirar a alma….a luta faz parte da vida….a vitória é consequência…

  3. As Escrituras Sagradas já nos previniu sobre isto, e desde os tempos remotos de CRISTO que isto acontece, portanto não se trata de novidade. DEUS não tem negócios c/ covardes, seguir a CRISTO é uma opção somado a um gesto de fé e perserverança.

  4. Um novo grupo tem se levantado pelo mundo como uma nova religião para tentar combater todas as outras de forma militante e, aos poucos, se utilizando das mesmas ferramentas usadas por religiosos extremistas. São os neo-ateus, que têm se organizado em grupos, se reúnem para conferências, estão implantando templos antiteístas, têm seus líderes, recolhem ofertas para manterem e expandirem pelo mundo suas "pregações" anti-deus, têm seu próprio conjunto de ética e moral, o qual utilizam para subjugar todos os que creem em alguma divindade. E talvez o mais bizarro de tudo, têm seu próprio deus: Darwin, seu próprio papa: Dawkins, e no Brasil têm um sacerdote: Daniel Sottomaior, o qual, como muitos líderes religiosos, tem arrebanhado fiéis e lucrado com a venda de objetos que representam sua "fé". Já estão se reunindo como "igrejas" e cultuando o "nada", criador do universo.
    http://www.paulopes.com.br/2012/01/botton-anuncia-construcao-do-primeiro.html#.UpiL0sRDsgk
    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/11/culto-para-ateus-reune-centenas-de-pessoas-em-los-angeles-nos-eua.html

  5. Adelino Agnuz Gomes, imagino que este segmento lavagem cerebral tenha uma leve tendência sadomasoquista. Basta ler seu livro sagrado: é cruz, espada, fornalha ardente, sacrifícios, penitência, jejum, sangue. Eu fico deprimido quando leio certas passagens bíblicas e aquela série "A Bíblia" apresenta o alerta "DESACONSELHÁVEL PARA MENORES DE 14 ANOS".
    Devido a essa sobera espiritual e autoconfiança que você citou, o cara chega num país muçulmano com o papo de que "só Jesus salva" mas se esquece ou faz que não vê que o povo já tem seu próprio profeta. Aí o resultado sai nas estatísticas. É por isso que eu digo que não existe intolerância religiosa, o que existe são religiosos intolerados. Nestes casos, o melhor a fazer é evitar essa interação cultural, porque aturar fanático evangélico, nem Jesus na causa, viu.

  6. Se eu morasse lá, também negaria a fé.

    Os irmãos de cá os tem negado, não fala por eles, não une as autoridades para chegar a um denominador em prol da paz. Há uma neutralidade e omissão também dos órgãos mundiais que tratam dos direitos dos animais e das pessoas, pois se lembram mais de bicho que gente. Já os religiosos, estes parece que querem vê mais gente morrer como meio de provar as professias que dão conta que da volta de Cristo.

    Com irmãos desse tipo, reprise-se, até Cristo negaria a fé cristão.

    Os inertes parecem que não aprenderam a lição dada de solidariedade por Cristo no jardim, na noite que antecede a sua morte.

    Sim, os seus discípulos não o acompanham em oração.

    Temos que aprender que mesmo Cristo sabendo que haveria de ser morto, Ele pediu aos seus discípulos que orassem a Deus pela sua vida, coisa que nós não estamos fazendo junto a quem pode alterar esse estado de coisas, no caso os governos de cada país onde se alastram essas mortes .

    Vergonha, vergonha, vergonha de todas as nações e povos que se dizem religiosos, mas se calam com a barbárie, alertando que não estou incitando à guerra, mas sim o se insurgir, cada qual levantar bandeiras defronte as embaixadas e consulados e igrejas das nações que não criam leis de proteção ao que divergem da religião dominante.

    Cadê uma orquestração de emails á india, nigéria, irã…

    Que mundo mais abarrotado de mudos, de surdos e de cegos nós estamos construindo? UMA Vergonha.

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