Mães evangélicas estariam boicotando vacinação das filhas contra HPV

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Recentemente, o Ministério da Saúde brasileiro lançou uma campanha nacional para vacinação de adolescentes contra o papilomavírus humano (HPV), vírus tido pelos especialistas como uma das principais causas de câncer no colo do útero. Porém, a campanha, que tem como público alvo meninas entre 11 e 13 anos, tem recebido resistência por parte de algumas religiosas antes mesmo de iniciar.

Marcada para começar no dia 10 de março de 2014, a vacinação das adolescentes estaria sendo boicotada por um grupo de mães evangélicas, que querem evitar que suas filhas tomem a vacina afirmando que a mesma pode incentivar a prática sexual.

Segundo uma matéria que tem circulado na internet (supostamente do Estado do Espírito Santo), algumas mães afirmam que, com a vacina, suas filhas “se sentiriam imunizadas e tentariam experimentar o novo”. Uma das defensoras desse ponto de vista seria a pastora e psicanalista Raquel Diniz Jantorno, 38 anos. Mão de duas meninas atualmente com 10 e 3 anos de idade, ela afirma que não permitirá que as filhas recebam a vacina quando tiverem idade para isso.

– Não tenho nada contra o cuidado do Ministério da Saúde com o povo brasileiro, mas acho que essa vacina é desnecessária. A melhor forma de prevenir Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) é a fidelidade no casamento – afirma a pastora.


– Essa é uma idade em que os hormônios estão à flor da pele e tudo desperta curiosidade. Com a vacina, elas se sentiriam imunizadas e tentariam experimentar o novo – completa.

A opinião de Raquel é defendida também pela evangélica Elizângela Gomes, 28, mãe de uma menina de 7 anos, que também afirma não haver necessidade da filha receber a vacina quando estiver na idade.

– O que previne mesmo as meninas mesmo do HPV é a relação com um só parceiro. Desde já converso com ela, na linguagem simples que ela entenda, sobre a sexualidade – defende a dona de casa.

Segundo a reportagem, o presidente da Associação de Pastores Evangélicos da Grande Vitória, Enoque de Castro, também se pronunciou sobre o assunto, dizendo acreditar que a vacina é uma boa solução para a doença, mas que concorda que a melhor prevenção é a fidelidade.

Veja abaixo a reprodução da matéria:

hpv-vacina-evangélicas

Por Dan Martins, para o Gospel+

44 COMENTÁRIOS

  1. MUITO DIFICIL DE OPINAR, CUIDAR DE ENSINAR ATER UM SÓ PARCEIRO, É DE DEUS E MARAVILHOSO, MAS CONQUISTAR ESTE INTENTO É OUTRA COISA, PENSO QUE O ENSINAMENTO PODE VIR ALIADO A VACINA, POIS SE ALGUMA SE PERDER ESTARÁ MAIS SEGURA, É A VELHA HISTÓRIA , NÃO SE CUIDAM DEPOIS DE 5 MESES QUEREM ABORTAR…PORQUE NÃO SE CUIDARAM ANTES? ANTI-CONCEPCIONAL CAMISINHA PILULA DO DIA SEGUINTE, E MESMO ASSIM SÃO FEITOS CENTENAS DE ABORTOS TODOS OS ANOS, MUITOS CULMINANDO COM A MORTE NÃO SÓ DO FETO BEM COMO DA GESTANTE

  2. Perguntas que precisam ser feitas

    A campanha de vacinação governamental do HPV para meninas é necessária?

    Segundo a Dra. Diane Harper, diretora do Grupo de Pesquisa de Prevenção ao Câncer na Universidade de Missouri, e principal pesquisadora no desenvolvimento das vacinas Gardasil e Cervarix do HPV, “as drogas polêmicas pouco farão para reduzir os índices de câncer cervical e poderão causar mais males do que a doença que visam prevenir,” conforme reportagem do LifeSiteNews.

    A vacina é segura?

    O Dr. Joseph Mercola comenta que os dados do Sistema de Registro de Efeitos Colaterais das Vacinas (SREC) do governo americano indicam que a Gardasil está ligada a 49 mortes súbitas, 213 invalidezes permanentes, 137 registros de displasia do colo do útero, 41 registros de câncer de colo do útero e milhares de registros de efeitos colaterais, abrangendo desde dores de cabeça e náuseas até erupção de verrugas genitais, choque anafilático, epilepsia tonicoclônica generalizada, espumação pela boca, coma e paralisia.
    O Dr. Mercola também diz que é preocupante o fato de que as vacinas do HPV protejam contra apenas duas das variantes mais comuns do HPV associadas com câncer, o HPV-16 e o HPV-18, ainda que haja mais de 100 diferentes tipos de HPV, pelo menos 15 dos quais provocam câncer.
    Confira também o caso registrado em vídeo de duas adolescentes prejudicadas pela vacina do HPV:

    Adolescente arruinada pela vacina Gardasil do HPV: youtu.be/oTuN7DRlBKI
    Vítima da Gardasil se manifesta 2 anos depois de vacinada: youtu.be/xWVQ04fAhfI
    Uma reportagem especial do WND indicou mais mortes envolvendo a vacina do HPV.

    Nesse tipo de campanha de vacinação, há interesses entre governo e empresas farmacêuticas?

    Há exemplos no histórico do governo brasileiro. Em 2009, Lula recebeu o Prêmio Chatham House por seu papel como “importante promotor de estabilidade e integração na América Latina”. Um dos principais patrocinadores desse prêmio internacional foi a empresa farmacêutica GlaxoSmithKline. No final de 2009, a GlaxoSmithKline recebeu R$ 465.532.000,00 do governo brasileiro, numa compra sem licitação, de doses da vacina contra a “epidemia generalizada” da gripe suína.
    Em reportagem do WND, o ator mundialmente famoso Chuck Norris disse: “O governo está debaixo dos panos e debaixo da pele dos outros — literalmente — fazendo algo que pode ser prejudicial para a saúde de seus filhos e para a nossa saúde.” Ele então revela o acobertamento que o governo federal vem fazendo no caso das vacinas debaixo da total omissão e silêncio dos grandes meios de comunicação.

    Quais outros escândalos?

    Conforme reportagem do Examiner, “O governo japonês cancelou a vacinação contra o vírus do papiloma humano (HPV) em Kitui, mencionando reações adversas que incluíam infertilidade, dores prolongadas, fraqueza e paralisia, enquanto a Organização Mundial de Saúde (OMS) está sendo criticada por sua posição de defender a eficácia da vacina contra o HPV com a alegação de que é uma ferramenta útil para prevenir o câncer do colo do útero. Um artigo da agência de notícias queniana Standard Digital de 14 de julho afirma que críticos acusaram a OMS de promover vacinas que beneficiam os fabricantes, e acusações do mesmo teor foram feitas contra a Vigilância Sanitária (FDA) americana.”
    A GlaxoSmithKline, multibilionária empresa de vacinas que fabrica uma das vacinas do HPV, foi condenada em 2012 a pagar multa de 3 bilhões de dólares depois de se declarar culpada de cometer a maior fraude de saúde da história dos EUA.

    O governo agiria para enfraquecer a resistência à sua campanha para vacinar as meninas do Brasil?

    Durante a campanha de vacinação contra a rubéola em 2008, as denúncias do Blog Julio Severo atraíram não só a atenção da mídia comprada (veja notícia do jornal O Dia, ligado à Globo, culpando-me pelo número baixo de vacinações), mas também a ira do Ministério da Saúde, que contou com uma equipe de profissionais de internet para sabotar meus artigos sobre a campanha da vacinação. A meta era postar textos e comentários nos locais onde meus textos haviam sido publicados, questionando-os, quebrando a força deles e destruindo minha credibilidade. Um trabalho de guerrilha. Só fiquei sabendo disso porque uma mulher ligada a essa equipe conversou com uma amiga dela, que por sua vez é minha amiga!

    Quem deve decidir as questões de saúde dos filhos: o governo ou os pais?

    Em reportagem do WND, Chuck Norris disse: “O governo precisa parar de ocupar o papel de administrador e controlador de nossas vidas e das vidas de nossos filhos e precisa começar a desempenhar o papel de apoiar as decisões dos pais para seus próprios filhos. Os filhos pertencem a seus pais, não ao governo. E os pais precisam ter o direito e apoio governamental para criar seus filhos sem imposições federais, e sem intervenções em nossos lares e educação e saúde de nossos filhos.”

    Com informações do jornal Estado de S. Paulo.

    • O gospel + deveria se preocupar em expor as dúvidas sobre a vacina e suas consequências, e não expor a opinião segmentada de alguns. Vivemos num país onde o governo acha que a população vive a paranóia do sexo 24 horas por dia.

      • Pra mim esse gospel mais não passa de um site sensacionalista e satanista disfarçado de evangélico, ele distorce noticias de sites sérios só pra criar confusão e atrair pessoas.

  3. Reduzir a opinião de quem é contra ou está em dúvida sobre a vacinação não contribui em nada. As autoridades de saúde do governo brasileiro também podem se equivocar, além de estarem regidas sobre a batuda da ONU.

    Os senões da vacina contra o HPV

    A partir de março, a vacina contra o HPV entra oficialmente no calendário nacional de imunizações e passa a ser ofertada às meninas de 11 a 13 anos. Até o momento, parece ser uma unanimidade os benefícios da vacina que destina-se a prevenir o vírus HPV, ligado à quase totalidade do câncer do colo de útero.

    Não é bem assim. Embora não haja grandes estudos demonstrando a falta de segurança da vacina, existem relatos pelo mundo de doenças graves atribuídas a ela como a síndrome de Guillain-Barré, falência ovariana, uveítes, além de convulsões e desmaios. Isso levou o governo do Japão a não mais recomendar a vacina.

    No último congresso de prevenção quartenária, em novembro último, o médico de família e comunidade Rodrigo Lima fez uma apresentação sobre os senões da vacina contra o HPV. Desde então, o assunto tem repercutido nas redes sociais e em grupos de discussão sobre saúde da família.

    Lima não é nenhum daqueles radicais dos movimentos anti-vacinas. Fui atrás de cada um dos argumentos que ele utilizou na apresentação e todos me pareceram bem embasados. A seguir, trechos de um texto que Rodrigo Lima escreveu esclarecendo dúvidas que surgiram sobre o assunto:

    “Quando a gente pensa na possibilidade de tomar uma vacina para evitar uma doença, eu considero que devemos fazer algumas perguntas:

    1) Já temos alguma estratégia efetiva na prevenção da doença? O que a vacina traz de novo?
    2) A vacina realmente funciona?
    3) Ela é segura?
    4) Vale a pena substituir a estratégia anterior pela vacina?

    Então, vou tentar organizar uma resposta para as questões.

    1 – Já temos alguma estratégia efetiva na prevenção do câncer de colo uterino?

    Temos sim. E quase todo mundo conhece: é o famoso papanicolau, ou citopatológico cérvico-uterino (popularmente conhecido como “preventivo de câncer de colo”).

    É muito raro uma mulher apresentar câncer se realizar o papanicolau na periodicidade recomendada (anualmente, e após dois exames normais com intervalo de um ano, o exame passa a ser recomendado a cada três anos). Sabem por que? Porque o câncer de colo de útero é uma doença de evolução muito lenta (normalmente em torno de dez anos), e o papanicolau permite que detectemos formas precursoras do câncer (ou seja, alterações na células que AINDA não são cânceres).

    O papanicolau está recomendado para as mulheres de 25 a 64 anos, e deve ser realizado inclusive em mulheres que recebem a vacina, pois ela não protege contra todos os tipos de HPV.

    Então, se temos um exame confiável, barato e disponível para todas as mulheres do país, o que nos faria mudar de estratégia, partindo para usar uma vacina que NÃO EXCLUI a necessidade de realizar o mesmo exame ao longo da vida? O que esta vacina traz de novo?

    2 – A vacina realmente funciona?

    Depende. Para que? Vamos lá. O HPV é um vírus transmitido através do contato sexual. Por isso, alguns pesquisadores tiveram uma ideia: se conseguíssemos evitar a infecção pelo HPV não teríamos mais câncer de colo uterino. Faz sentido, certo? Mas essa hipótese tem alguns probleminhas.

    O primeiro problema desta hipótese está em como evitar a infecção. A transmissão do HPV é sexual, e basta o contato íntimo mesmo sem penetração para que a passagem do vírus aconteça. Então a melhor maneira de evitar a transmissão seria a abstinência sexual (tem até um estudo clássico neste tema que descobriu que freiras não têm câncer de colo uterino).
    Como a abstinência não costuma ser uma prática muito popular então a gente tem que pensar em outra coisa.

    Considerando que o vírus vai acabar circulando mesmo por aí, a solução mais óbvia seria vacinar as pessoas contra ele. O problema é que o HPV possui mais de 100 subtipos, e as vacinas ainda não conseguem cobrir todos eles, embora cubram os principais. Isso significa que mesmo que a vacina proteja alguém contra os subtipos que ela cobre, ela ainda permite que outros subtipos provoquem o câncer. Ou seja, ela não dá 100% de certeza de que as mulheres não terão câncer de colo uterino. A propaganda não explica isso, né? Mas é por este motivo que a bula da vacina avisa que a vacinação não exclui a necessidade de que a mulher continue realizando o papanicolau.

    E tem mais: nem toda infecção pelo HPV provoca câncer. Na verdade, a minoria delas faz isso. Então mais importante do que se preocupar com a infecção, parece mais importante acompanharmos se a infecção evolui para lesões perigosas ou não, né? Ou seja: dá-lhe papanicolau nessa disputa, ganhando de lavada da vacina.

    Outra coisa: a eficácia da vacina foi verificada apenas em meninas sem vida sexual. E o HPV é tão frequente na população que podemos dizer que se alguém já iniciou sua vida sexual, a chance de ter sido contaminado pelo vírus é de quase 100%. Ou seja, se a pessoa não é mais virgem, tomar a vacina não vai fazer nenhum efeito, porque a resposta que ela provoca no organismo não elimina os vírus que já estejam lá, apenas evitaria o contágio. No entanto, muitos médicos têm recomendado a vacina nestas pessoas, o que é contrário até às recomendações do próprio fabricante.

    Nem vou discutir os efeitos da vacina na mortalidade, porque nem deu tempo ainda de estudarem isso direito. Como eu falei, o câncer de colo uterino é de evolução muito lenta, e acaba só sendo perigoso para mulheres que não fazem o papanicolau na periodicidade recomendada.

    Mas aí algumas pessoas argumentam: “Poxa, ok, mas se ela evitar a infecção já faz algum benefício, né? Afinal de contas, mal não vai fazer.”

    Será? Vamos adiante.

    3 – Ela é segura?

    Há alguma controvérsia. Apontando a segurança da vacina nós temos os estudos feitos pelos fabricantes e as recomendações do CDC (órgão do governo dos EUA). No entanto temos alguns casos de doenças mais graves, ao ponto de existirem processos correndo na França movidos por vítimas da vacina, e casos semelhantes levaram o governo do Japão a não mais recomendar a vacina. Doenças como síndrome de Guillain-Barré, falência ovariana, uveítes, além de sintomas como convulsões e desmaios têm sido associados à vacina, mas esta relação ainda não foi demonstrada em grandes estudos.

    Então vamos supor que isso aconteça em uma menina a cada 30 mil que sejam vacinadas (a proporção é baseada nas notificações de efeitos adversos do CDC, chamada de VAERS, e está disponível na internet). Será que compensa o risco, mesmo que seja baixo, de ter uma doença grave, se a vacinação não é melhor do que a estratégia que temos hoje para controlar o câncer de colo uterino (o papanicolau)?

    4 – Vale a pena substituir a estratégia anterior pela vacina?

    Prá mim não compensa. Só de imaginar uma filha minha com paralisias causadas por uma vacina dessas eu descarto a ideia rapidinho. Pretendo promover uma educação sexual boa para minhas filhas, para que saibam que precisam se proteger usando preservativo (até porque outros problemas como gravidez indesejada, HIV, hepatite B, entre outros, estão batendo na porta o tempo todo). E acima de tudo, demonstrar sempre a importância de fazer o papanicolau na periodicidade recomendada. Se conseguir, duvido que elas sofram deste mal. E sem essa vacina cara e suspeita. Minhas pacientes e suas famílias receberão a mesma recomendação.”

    É isso. A intenção de publicar o texto do Rodrigo não é alarmar a população e nem iniciar um movimento contra a vacina que em breve estará na rede pública. É claro que antes de tomar a decisão de incorporar a imunização ao calendário, o governo federal se municiou de informações confiáveis sobre a segurança da vacina. Mas, como tudo na vida, não existe unanimidade. E eu acho importante que os pais tenham informações plurais sobre o assunto.

    folha.uol.com.br/colunas/claudiacollucci/2014/01/1403702-os-senoes-da-vacina-contra-o-hpv.shtml

  4. Nem vou discutir os efeitos da vacina na mortalidade, porque nem deu tempo ainda de estudarem isso direito. Como eu falei, o câncer de colo uterino é de evolução muito lenta, e acaba só sendo perigoso para mulheres que não fazem o papanicolau na periodicidade recomendada.
    Mas aí algumas pessoas argumentam: “Poxa, ok, mas se ela evitar a infecção já faz algum benefício, né? Afinal de contas, mal não vai fazer.”
    Será? Vamos adiante.
    3 – Ela é segura?
    Há alguma controvérsia. Apontando a segurança da vacina nós temos os estudos feitos pelos fabricantes e as recomendações do CDC (órgão do governo dos EUA). No entanto temos alguns casos de doenças mais graves, ao ponto de existirem processos correndo na França movidos por vítimas da vacina, e casos semelhantes levaram o governo do Japão a não mais recomendar a vacina. Doenças como síndrome de Guillain-Barré, falência ovariana, uveítes, além de sintomas como convulsões e desmaios têm sido associados à vacina, mas esta relação ainda não foi demonstrada em grandes estudos.
    Então vamos supor que isso aconteça em uma menina a cada 30 mil que sejam vacinadas (a proporção é baseada nas notificações de efeitos adversos do CDC, chamada de VAERS, e está disponível na internet). Será que compensa o risco, mesmo que seja baixo, de ter uma doença grave, se a vacinação não é melhor do que a estratégia que temos hoje para controlar o câncer de colo uterino (o papanicolau)?
    4 – Vale a pena substituir a estratégia anterior pela vacina?
    Prá mim não compensa. Só de imaginar uma filha minha com paralisias causadas por uma vacina dessas eu descarto a ideia rapidinho. Pretendo promover uma educação sexual boa para minhas filhas, para que saibam que precisam se proteger usando preservativo (até porque outros problemas como gravidez indesejada, HIV, hepatite B, entre outros, estão batendo na porta o tempo todo). E acima de tudo, demonstrar sempre a importância de fazer o papanicolau na periodicidade recomendada. Se conseguir, duvido que elas sofram deste mal. E sem essa vacina cara e suspeita. Minhas pacientes e suas famílias receberão a mesma recomendação.”
    É isso. A intenção de publicar o texto do Rodrigo não é alarmar a população e nem iniciar um movimento contra a vacina que em breve estará na rede pública. É claro que antes de tomar a decisão de incorporar a imunização ao calendário, o governo federal se municiou de informações confiáveis sobre a segurança da vacina. Mas, como tudo na vida, não existe unanimidade. E eu acho importante que os pais tenham informações plurais sobre o assunto.
    folha.uol.com.br/colunas/claudiacollucci/2014/01/1403702-os-senoes-da-vacina-contra-o-hpv.shtml

  5. No jornal está esctito RELIGIOSAS ou seja pode ser mães ligadas a outra religião,ja vem o site e escreve,mães EVANGÉLICAS isso sim é perseguição,nem disfarçaram

  6. É muito raro uma mulher apresentar câncer se realizar o papanicolau na periodicidade recomendada (anualmente, e após dois exames normais com intervalo de um ano, o exame passa a ser recomendado a cada três anos). Sabem por que? Porque o câncer de colo de útero é uma doença de evolução muito lenta (normalmente em torno de dez anos), e o papanicolau permite que detectemos formas precursoras do câncer (ou seja, alterações na células que AINDA não são cânceres).

    O papanicolau está recomendado para as mulheres de 25 a 64 anos, e deve ser realizado inclusive em mulheres que recebem a vacina, pois ela não protege contra todos os tipos de HPV.

    Então, se temos um exame confiável, barato e disponível para todas as mulheres do país, o que nos faria mudar de estratégia, partindo para usar uma vacina que NÃO EXCLUI a necessidade de realizar o mesmo exame ao longo da vida? O que esta vacina traz de novo?

    2 – A vacina realmente funciona?

    Depende. Para que? Vamos lá. O HPV é um vírus transmitido através do contato sexual. Por isso, alguns pesquisadores tiveram uma ideia: se conseguíssemos evitar a infecção pelo HPV não teríamos mais câncer de colo uterino. Faz sentido, certo? Mas essa hipótese tem alguns probleminhas.

    O primeiro problema desta hipótese está em como evitar a infecção. A transmissão do HPV é sexual, e basta o contato íntimo mesmo sem penetração para que a passagem do vírus aconteça. Então a melhor maneira de evitar a transmissão seria a abstinência sexual (tem até um estudo clássico neste tema que descobriu que freiras não têm câncer de colo uterino).
    Como a abstinência não costuma ser uma prática muito popular então a gente tem que pensar em outra coisa.

    Considerando que o vírus vai acabar circulando mesmo por aí, a solução mais óbvia seria vacinar as pessoas contra ele. O problema é que o HPV possui mais de 100 subtipos, e as vacinas ainda não conseguem cobrir todos eles, embora cubram os principais. Isso significa que mesmo que a vacina proteja alguém contra os subtipos que ela cobre, ela ainda permite que outros subtipos provoquem o câncer. Ou seja, ela não dá 100% de certeza de que as mulheres não terão câncer de colo uterino. A propaganda não explica isso, né? Mas é por este motivo que a bula da vacina avisa que a vacinação não exclui a necessidade de que a mulher continue realizando o papanicolau.

    E tem mais: nem toda infecção pelo HPV provoca câncer. Na verdade, a minoria delas faz isso. Então mais importante do que se preocupar com a infecção, parece mais importante acompanharmos se a infecção evolui para lesões perigosas ou não, né? Ou seja: dá-lhe papanicolau nessa disputa, ganhando de lavada da vacina.

    Outra coisa: a eficácia da vacina foi verificada apenas em meninas sem vida sexual. E o HPV é tão frequente na população que podemos dizer que se alguém já iniciou sua vida sexual, a chance de ter sido contaminado pelo vírus é de quase 100%. Ou seja, se a pessoa não é mais virgem, tomar a vacina não vai fazer nenhum efeito, porque a resposta que ela provoca no organismo não elimina os vírus que já estejam lá, apenas evitaria o contágio. No entanto, muitos médicos têm recomendado a vacina nestas pessoas, o que é contrário até às recomendações do próprio fabricante.

  7. Os senões da vacina contra o HPV

    A partir de março, a vacina contra o HPV entra oficialmente no calendário nacional de imunizações e passa a ser ofertada às meninas de 11 a 13 anos. Até o momento, parece ser uma unanimidade os benefícios da vacina que destina-se a prevenir o vírus HPV, ligado à quase totalidade do câncer do colo de útero.

    Não é bem assim. Embora não haja grandes estudos demonstrando a falta de segurança da vacina, existem relatos pelo mundo de doenças graves atribuídas a ela como a síndrome de Guillain-Barré, falência ovariana, uveítes, além de convulsões e desmaios. Isso levou o governo do Japão a não mais recomendar a vacina.

    No último congresso de prevenção quartenária, em novembro último, o médico de família e comunidade Rodrigo Lima fez uma apresentação sobre os senões da vacina contra o HPV. Desde então, o assunto tem repercutido nas redes sociais e em grupos de discussão sobre saúde da família.

    Lima não é nenhum daqueles radicais dos movimentos anti-vacinas. Fui atrás de cada um dos argumentos que ele utilizou na apresentação e todos me pareceram bem embasados. A seguir, trechos de um texto que Rodrigo Lima escreveu esclarecendo dúvidas que surgiram sobre o assunto:

    “Quando a gente pensa na possibilidade de tomar uma vacina para evitar uma doença, eu considero que devemos fazer algumas perguntas:

    1) Já temos alguma estratégia efetiva na prevenção da doença? O que a vacina traz de novo?
    2) A vacina realmente funciona?
    3) Ela é segura?
    4) Vale a pena substituir a estratégia anterior pela vacina?

    Então, vou tentar organizar uma resposta para as questões.

    1 – Já temos alguma estratégia efetiva na prevenção do câncer de colo uterino?

    Temos sim. E quase todo mundo conhece: é o famoso papanicolau, ou citopatológico cérvico-uterino (popularmente conhecido como “preventivo de câncer de colo”).

    • É muito raro uma mulher apresentar câncer se realizar o papanicolau na periodicidade recomendada (anualmente, e após dois exames normais com intervalo de um ano, o exame passa a ser recomendado a cada três anos). Sabem por que? Porque o câncer de colo de útero é uma doença de evolução muito lenta (normalmente em torno de dez anos), e o papanicolau permite que detectemos formas precursoras do câncer (ou seja, alterações na células que AINDA não são cânceres).

      O papanicolau está recomendado para as mulheres de 25 a 64 anos, e deve ser realizado inclusive em mulheres que recebem a vacina, pois ela não protege contra todos os tipos de HPV.

      Então, se temos um exame confiável, barato e disponível para todas as mulheres do país, o que nos faria mudar de estratégia, partindo para usar uma vacina que NÃO EXCLUI a necessidade de realizar o mesmo exame ao longo da vida? O que esta vacina traz de novo?

      2 – A vacina realmente funciona?

      Depende. Para que? Vamos lá. O HPV é um vírus transmitido através do contato sexual. Por isso, alguns pesquisadores tiveram uma ideia: se conseguíssemos evitar a infecção pelo HPV não teríamos mais câncer de colo uterino. Faz sentido, certo? Mas essa hipótese tem alguns probleminhas.

      O primeiro problema desta hipótese está em como evitar a infecção. A transmissão do HPV é sexual, e basta o contato íntimo mesmo sem penetraçã0 para que a passagem do vírus aconteça. Então a melhor maneira de evitar a transmissão seria a abstinência sexual (tem até um estudo clássico neste tema que descobriu que freiras não têm câncer de colo uterino).
      Como a abstinência não costuma ser uma prática muito popular então a gente tem que pensar em outra coisa.

      Considerando que o vírus vai acabar circulando mesmo por aí, a solução mais óbvia seria vacinar as pessoas contra ele. O problema é que o HPV possui mais de 100 subtipos, e as vacinas ainda não conseguem cobrir todos eles, embora cubram os principais. Isso significa que mesmo que a vacina proteja alguém contra os subtipos que ela cobre, ela ainda permite que outros subtipos provoquem o câncer. Ou seja, ela não dá 100% de certeza de que as mulheres não terão câncer de colo uterino. A propaganda não explica isso, né? Mas é por este motivo que a bula da vacina avisa que a vacinação não exclui a necessidade de que a mulher continue realizando o papanicolau.

      E tem mais: nem toda infecção pelo HPV provoca câncer. Na verdade, a minoria delas faz isso. Então mais importante do que se preocupar com a infecção, parece mais importante acompanharmos se a infecção evolui para lesões perigosas ou não, né? Ou seja: dá-lhe papanicolau nessa disputa, ganhando de lavada da vacina.

      Outra coisa: a eficácia da vacina foi verificada apenas em meninas sem vida sexual. E o HPV é tão frequente na população que podemos dizer que se alguém já iniciou sua vida sexual, a chance de ter sido contaminado pelo vírus é de quase 100%. Ou seja, se a pessoa não é mais virgem, tomar a vacina não vai fazer nenhum efeito, porque a resposta que ela provoca no organismo não elimina os vírus que já estejam lá, apenas evitaria o contágio. No entanto, muitos médicos têm recomendado a vacina nestas pessoas, o que é contrário até às recomendações do próprio fabricante.

    • É muito raro uma mulher apresentar câncer se realizar o papanicolau na periodicidade recomendada (anualmente, e após dois exames normais com intervalo de um ano, o exame passa a ser recomendado a cada três anos). Sabem por que? Porque o câncer de colo de útero é uma doença de evolução muito lenta (normalmente em torno de dez anos), e o papanicolau permite que detectemos formas precursoras do câncer (ou seja, alterações na células que AINDA não são cânceres).

      O papanicolau está recomendado para as mulheres de 25 a 64 anos, e deve ser realizado inclusive em mulheres que recebem a vacina, pois ela não protege contra todos os tipos de HPV.

      Então, se temos um exame confiável, barato e disponível para todas as mulheres do país, o que nos faria mudar de estratégia, partindo para usar uma vacina que NÃO EXCLUI a necessidade de realizar o mesmo exame ao longo da vida? O que esta vacina traz de novo?

      2 – A vacina realmente funciona?

      Depende. Para que? Vamos lá. O HPV é um vírus transmitido através do contato sexual. Por isso, alguns pesquisadores tiveram uma ideia: se conseguíssemos evitar a infecção pelo HPV não teríamos mais câncer de colo uterino. Faz sentido, certo? Mas essa hipótese tem alguns probleminhas.

      • Considerando que o vírus vai acabar circulando mesmo por aí, a solução mais óbvia seria vacinar as pessoas contra ele. O problema é que o HPV possui mais de CEM subtipos, e as vacinas ainda não conseguem cobrir todos eles, embora cubram os principais. Isso significa que mesmo que a vacina proteja alguém contra os subtipos que ela cobre, ela ainda permite que outros subtipos provoquem o câncer. Ou seja, ela não dá CEM% de certeza de que as mulheres não terão câncer de colo uterino. A propaganda não explica isso, né? Mas é por este motivo que a bula da vacina avisa que a vacinação não exclui a necessidade de que a mulher continue realizando o papanicolau.

        E tem mais: nem toda infecção pelo HPV provoca câncer. Na verdade, a minoria delas faz isso. Então mais importante do que se preocupar com a infecção, parece mais importante acompanharmos se a infecção evolui para lesões perigosas ou não, né? Ou seja: dá-lhe papanicolau nessa disputa, ganhando de lavada da vacina.

        Outra coisa: a eficácia da vacina foi verificada apenas em meninas sem vida sexual. E o HPV é tão frequente na população que podemos dizer que se alguém já iniciou sua vida sexual, a chance de ter sido contaminado pelo vírus é de quase CEM%. Ou seja, se a pessoa não é mais vir-gem, tomar a vacina não vai fazer nenhum efeito, porque a resposta que ela provoca no organismo não elimina os vírus que já estejam lá, apenas evitaria o contágio. No entanto, muitos médicos têm recomendado a vacina nestas pessoas, o que é contrário até às recomendações do próprio fabricante.

      • Considerando que o vírus vai acabar circulando mesmo por aí, a solução mais óbvia seria vacinar as pessoas contra ele. O problema é que o HPV possui mais de CEM subtipos, e as vacinas ainda não conseguem cobrir todos eles, embora cubram os principais. Isso significa que mesmo que a vacina proteja alguém contra os subtipos que ela cobre, ela ainda permite que outros subtipos provoquem o câncer. Ou seja, ela não dá CEM% de certeza de que as mulheres não terão câncer de colo uterino. A propaganda não explica isso, né? Mas é por este motivo que a bula da vacina avisa que a vacinação não exclui a necessidade de que a mulher continue realizando o papanicolau.

        E tem mais: nem toda infecção pelo HPV provoca câncer. Na verdade, a minoria delas faz isso. Então mais importante do que se preocupar com a infecção, parece mais importante acompanharmos se a infecção evolui para lesões perigosas ou não, né? Ou seja: dá-lhe papanicolau nessa disputa, ganhando de lavada da vacina.

      • Considerando que o vírus vai acabar circulando mesmo por aí, a solução mais óbvia seria vacinar as pessoas contra ele. O problema é que o HPV possui mais de CEM subtipos, e as vacinas ainda não conseguem cobrir todos eles, embora cubram os principais. Isso significa que mesmo que a vacina proteja alguém contra os subtipos que ela cobre, ela ainda permite que outros subtipos provoquem o câncer. Ou seja, ela não dá CEM% de certeza de que as mulheres não terão câncer de c0lo uterin0. A propaganda não explica isso, né? Mas é por este motivo que a bula da vacina avisa que a vacinação não exclui a necessidade de que a mulher continue realizando o papanic0lau.

        E tem mais: nem toda infecção pelo HPV provoca câncer. Na verdade, a minoria delas faz isso. Então mais importante do que se preocupar com a infecção, parece mais importante acompanharmos se a infecção evolui para lesões perig0sas ou não, né? Ou seja: dá-lhe papanic0lau nessa disputa, ganhando de lavada da vacina.

      • Considerando que o ví-rus vai acabar circulando mesmo por aí, a solução mais óbvia seria vacinar as pessoas contra ele. O problema é que o HPV possui mais de CEM subtipos, e as vacinas ainda não conseguem cobrir todos eles, embora cubram os principais. Isso significa que mesmo que a vacina proteja alguém contra os subtipos que ela cobre, ela ainda permite que outros subtipos provoquem o câncer. Ou seja, ela não dá CEM% de certeza de que as mulheres não terão câncer de c0lo uterin0. A propaganda não explica isso, né? Mas é por este motivo que a bula da vacina avisa que a vacinação não exclui a necessidade de que a mulher continue realizando o papanic0lau.

        E tem mais: nem toda infecção pelo HPV provoca câncer. Na verdade, a minoria delas faz isso. Então mais importante do que se preocupar com a infecção, parece mais importante acompanharmos se a infecção evolui para lesões perig0sas ou não, né? Ou seja: dá-lhe papanic0lau nessa disputa, ganhando de lava-da da vacina.

      • Considerando que o ví-rus vai acabar circulando mesmo por aí, a solução mais óbvia seria vacinar as pessoas contra ele. O problema é que o HPV possui mais de CEM subtipos, e as vacinas ainda não conseguem cobrir todos eles, embora cubram os principais. Isso significa que mesmo que a vacina proteja alguém contra os subtipos que ela cobre, ela ainda permite que outros subtipos provoquem o cân-cer. Ou seja, ela não dá CEM por cento de certeza de que as mulheres não terão cân-cer de c0lo uterin0. A propaganda não explica isso, né? Mas é por este motivo que a bula da vacina avisa que a vacinação não exclui a necessidade de que a mulher continue realizando o papanic0lau.

        E tem mais: nem toda infecção pelo HPV provoca cân-cer. Na verdade, a minoria delas faz isso. Então mais importante do que se preocupar com a infecção, parece mais importante acompanharmos se a infecção evolui para lesões perig0sas ou não, né? Ou seja: dá-lhe papanic0lau nessa disputa, ganhando de lava-da da vacina.

      • Considerando que o ví-rus vai acabar circulando mesmo por aí, a solução mais óbvia seria vacinar as pessoas contra ele. O problema é que o HPV possui mais de CEM subtipos, e as vacinas ainda não conseguem cobrir todos eles, embora cubram os principais. Isso significa que mesmo que a vacina proteja alguém contra os subtipos que ela cobre, ela ainda permite que outros subtipos provoquem o cân-cer. Ou seja, ela não dá CEM por cento de certeza de que as mulheres não terão cân-cer de c0lo uterin0. A propaganda não explica isso, né? Mas é por este motivo que a bu-la da vacina avisa que a vacinação não exclui a necessidade de que a mulher continue realizando o papanic0lau.

        • E tem mais: nem toda infecção pelo HPV provoca cân-cer. Na verdade, a minoria delas faz isso. Então mais importante do que se preocupar com a infecção, parece mais importante acompanharmos se a infecção evolui para lesões perig0sas ou não, né? Ou seja: dá-lhe papanic0lau nessa disputa, ganhando de lava-da da vacina.

        • E tem mais: nem toda infecçã0 pelo HPV provoca cân-cer. Na verdade, a minoria delas faz isso. Então mais importante do que se preocupar com a infecçã0, parece mais importante acompanharmos se a infecçã0 evolui para lesões perig0sas ou não, né? Ou seja: dá-lhe papanic0lau nessa disputa, ganhando de lava-da da vacina.

        • E tem mais: nem toda infecçã0 pelo HPV provoca cân-cer. Na verdade, a minoria delas faz isso. Então mais importante do que se preocupar com a infecçã0, parece mais importante acompanharmos se a infecçã0 evolui para le-sões perig0sas ou não, né? Ou seja: dá-lhe papanic0lau nessa disputa, ganhando de lava-da da vacina.

        • E tem mais: nem toda infecçã0 pelo HPV provoca cân-cer. Na verdade, a min0ria delas faz isso. Então mais importante do que se preocupar com a infecçã0, parece mais importante acompanharmos se a infecçã0 evolui para le-sões perig0sas ou não, né? Ou seja: dá-lhe papanic0lau nessa disputa, ganhando de la-va-da da vacina.

        • Ufa!!! até que enfim alguém racional por aqui explicou com coerência esse assunto, confesso que esse monte de obrigatoriedade por parte do governo quanto a vacinas me deixa intrigado. fiquemos em alerta. pesquise antes de vacinar seus filhos….. eu não tomo essa vacina contra gripe…. muitos ficam ruim mesmo!!! é de se pensar…

        • E tem mais: nem toda infecçã0 pelo HPV provoca cân-cer. Na verdade, a min0ria delas faz isso. Então mais importante do que se preocupar com a infecçã0, parece mais importante acompanharmos se a infecçã0 evolui para le-sões perig0sas ou não, né? Ou seja: dá-lhe papanic0lau nessa disputa, ganhando de muito da vacina.

  8. Bom dia Pessoal, Olha acho muito saudável esta discussão, porque mostra para as pessoas que as coisas não são flores como os governos mostram com os números, etc. O mundo está repleto de casos de vacinas que literalmente saiu pela colatra. Espalhou doenças a torta e a direita. Lembram do caso da AIDES na Argentina? Não sabem ném? Procurem então conhecer antes de aceitar aqui vacinações irresponsáveis…
    Melhor do que espalhar víros “inócuo” em crianças, seria os governos adotarem práticas educacionais que incentivem a castidade da infância a adolescência. Mas sei que muitos estão aí para “curtir a vida adoidado” mesmo… E acham até um absurdo esta proposta. Mas Seria a melhor das melhores alternativas.

  9. A realidade é que muitos nem tem opinião própria sobre o assunto más adora vir no site acusar e denegrir a imagem dos evangélicos, sei que existe muitos cristão que estão manchando a imagem de cristo, más muitos que acusam um dia irão dar conta de suas palavras diante de Cristo, pois tudo nessa terra será cobrado no juízo final.

    Buscai ao Senhor, vós todos os mansos da terra, que tendes posto por obra o seu juízo; buscai a justiça, buscai a mansidão; pode ser que sejais escondidos no dia da ira do Senhor. Sofonias 2:3

  10. Olá!, o blogueiro JULIO SEVERO tem trazido notícias sobre os EFEITOS COLATERAIS que esta vacina causa nas adolescentes. Inclusive com depoimento de jovem americana, que sofreu sérios efeitos colaterais devido ao uso da vacina. Pesquisem no google ´´julio severo HPV´´

    Paz a todos.

    • Tudo bobagem. Eu mesma quase morri depois de tomar Bactrin, remédio que todos tomam sem efeito nenhum e salva milhões de vidas. O fato de UMA pessoa sofrer efeitos colaterais (todos os remédios podem causar em algumas pessoas) não justifica que muitas vidas devam ser desperdiçadas por ficar sem ele. Basta lembrar do flagelo da polio – e as vidas destruídas.

  11. Eu não quero que minha filha receba esta vacina, sei que serei taxada de desnaturada até por sua professora que já está ciente da minha decisão, não pelo medo dela se tornar promiscua o que eu acho difícil devido a educação sexual que ela recebe dos pais ; mas , pelo fato de não confiar nessa vacina , devido a vários casos de morte, e muitos outros problemas de saúde causado pela vacina , http://portalestarbem.com.br/2013/08/02/vacina-contra-o-hpv-mata-na-india-e-nos-eua/ , http://www.portugues.rfi.fr/franca/20131124-gardasil-vacina-contra-cancer-do-utero-e-alvo-de-processo-na-franca , etc ; pra que correr riscos desnecessários ?

    • Simone, todo medicamento tem seu risco. Os riscos da vacina são riscos habituais. A dipirona é proibida nos EUA e justificam que ela causa aplasia medular. No Brasil eu não ouvi nenhum caso; também nunca pesquisei, mas o q mais tem é UTI q usa dipirona de inicio ao tratamento da dor. Você deve usar também.

      Sugiro usar sites confiaveis, baseados em medicina baseada em evidencias o q acredito não ser esses q citou.

    • A senhora não é desnaturada, a senhora está sendo irresponsável devido a sua ignorância. Vacina matar é extremamente improvável, raros casos onde o indivíduo vacinado encontra alguma condição de saúde que o impossibilitava de fazer uso da vacina, como alguns problemas de sistema imune e outras doenças prévias debilitantes. O Vírus HPV não é uma DST como as outras, basicamente o que pouca gente sabe é que ele é o vírus da verruga, então é muito comum, e mesmo que sua filha não esteja em idade sexual, existe a possibilidade de aquisição em superfícies contaminadas, como acentos sanitários ou toalhas por exemplo, é mais raro, mas acontece também, e sua filha, mesmo sem vida sexual, passaria anos sem saber que adquiriu o vírus, pois ele é muito lento e discreto. E qualquer problema futuro pode muito bem ser evitado com a vacina. Todas as mulheres deveriam fazer uso da vacina, tanto casadas, quanto solteiras. O celibato ou parceiro único não é, nem de longe, justificativa para abrir mão da vacina. O que é mais vantagem: vacina gratuita ou tratamento contra o câncer de colo de útero?

    • Lecionei a um bom tempo e hoje meninas de 11 anos estão conversando é sobre posição sexual dentro de sala de aula, e não sobre bonecas. Por isso que fazem tudo escondido.. pq ser ignorante ao ponto de achar que não fazem e não falam nada é burrice… Essa fé doentia e sem cabimento infelizmente não vai levar a nenhum resultado positivo.

  12. Essas pessoas acham que o contato sexual é a única maneira de se contrair o vírus?
    Alem do mais, por analogia, poderia se dizer que estes evangélicos que pensam assim deveriam dirigir sem cinto de segurança, pois assim passariam a dirigir com mais cautela no transito. Contudo, esquecem-se que, ao dobrar a esquina, podem se deparar com um motorista não tão cauteloso assim.
    Meninas virgens até o casamento, com um único parceiro pra vida toda? Não digo ser impossível, mas nos dias atuais é MUITO improvável.

  13. Bom… eu sou evangélica e FAVORÁVEL á imunização, como educadores fornecemos toda a orientação necessária para que as meninas sigam sua vida de forma saudável, mas, cabe somente a elas mesmas decidirem sobre que rumo dar a sua vida, ideias que no momento ainda podemos moldar segundo princípios morais de conduta, mas, se adiante elas mudarem de ideia, estarão imunizadas e protegidas durante toda a vida adulta.

  14. Isso é falta de:

    1 – Fé;
    2 – Doutrinar seus filhos (Ensina o caminho que a criança deve andar, que ainda quando for grande, não se desviará);
    3 – Ignorância (as portas do inferno não prevalecerão contra ela);
    4 – Vejamos o exemplo de Jó, que sacrificava pelos seus filhos, por, se em seu coração, pecaram contra Deus. Sacerdote do lar apresenta seus filhos à Deus;

    “Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem!” Mateus 18.7

  15. Bem. Eu sou evangélico. Sei que não sou mulher. Não concordo com esta posição.
    Aquele ditado que diz: Educação vem de berço. Se você cristã, ora a Deus pela proteção da sua filha e ensina a ela através da palavra do pai, não vai ser uma vacina que ira tirar a virgindade dela.
    Analise, se sua filha encontra uma cara do mundo que ja transou com várias mulheres(vai que ele tem alguma DST), então ela ora para ele se converte os dois namoram e casam-se depois de um ano. Sua filha tera relação com ele normalmente, então com certeza ela também terá DST.
    Você acha que essa vacina não ira ajudar nisso?
    Mulher de Deus, confie no poderoso Santo que tem em tua vida, e a saberia da educação será lhe dada.

  16. 5 Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!
    6 Porque será como a tamargueira no deserto, e não verá quando vem o bem; antes morará nos lugares secos do deserto, na terra salgada e inabitável.
    7 Bendito o homem que confia no Senhor, e cuja confiança é o Senhor.
    8 Porque será como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano de sequidão não se afadiga, nem deixa de dar fruto.
    9 Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?
    10 Eu, o Senhor, esquadrinho o coração e provo os rins; e isto para dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas ações.

    Ta filha dela foi educada na Palavra e vai ser fiel e nem vai ser promiscua, tudo bem este é direito dela de confiar na filha, mas e o marido? Será que ele será fiel? Será que ele não vai ser promiscuo? Tem pessoas que misturam tudo. Isso chama-se falta de discernimento. A Vacina é apenas um metodo de prevenção pra filha e mais nada. O Futuro ao Senhor Deus pertence.

  17. O grande problema é a falta de informação. Muitas vezes as pessoas julgam situações sem possuírem conhecimento aprofundado daquilo, só porque ouviram alguém dizer. Lendo os comentários aqui, observei vários erros relacionados à informação. Por exemplo, alguém disse que HPV se contrai através de toalhas, vaso sanitário, saliva… isso não tem comprovação cientifica nenhuma! Em relação a estas mães que são contra, penso que deveriam ter se informado melhor, pois mesmo que as filhas permaneçam virgens até o casamento, elas podem casar com um homem que possua o vírus e que nem saiba. Ai alguma pode justificar dizendo que a filha se casará com um homem virgem também, pois saibam então que há casos de vírus contraídos através do parto, então mesmo o homem sendo virgem ele pode possuir HPV sem saber. E partindo para uma discussão mais social, mesmo que estas mães desejem que as filhas só tenham relação sexual após o casamento, sabemos que ninguém controla ninguém, portanto não seria mais sábio deixar seu filho prevenido para situações que fujam do seu controle? E para finalizar, alguém questionou sobre a idade para aplicação da vacina, pois acham muito cedo, toda a questão é, o Ministério da Saúde não tem nenhuma pretensão em estimular o início precoce da vida sexual destas meninas, a idade deve-se a uma questão de efeito da vacina. A vacina é aplicada em 3 doses, sendo que a 3° dose é aplicada 5 anos e meio após a 1°, e o efeito só é garantido após as 3 doses. Portanto a escolha da idade deve-se a uma faixa de segurança para o início do efeito, que dar-se-á quando a menina estiver em uma idade mais adulta. Mães, por favor, vocês acham mesmo que uma vacina estimulará sua filha a iniciar a vida sexual? Ou não serão os próprios desejos delas? Será que o poder vacina será maior do que seus conselhos e orientações, ou até maior do que as convicções que suas filhas possuem na palavra de Deus? Reflitam!

  18. Amados amigos porque a vacina e só em mulheres se o HPV , o homem tambem e portado do HPV pq a vacina não e nos dois ai tem redução da população meta da nova ordem mundial pesquisem sobre o que a soja causando anomalias infertilidade mechendo no seus sistema nervosos e hormonais

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