“Não faz sentido”, diz pastor sobre uso de shofar e outros adereços judaicos em cultos evangélicos

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Em muitas igrejas neopentecostais o uso de instrumentos ritualísticos judaicos tem se tornado uma constante, acrescentando ao culto evangélico itens que alteram a tradição e, em último caso, são erros do ponto de vista teológico.

O reverendo presbiteriano Augustus Nicodemus Lopes publicou um vídeo em seu canal Perguntar Não Ofende abordando o assunto, e apontou que itens como o shofar, a menorá, os incensos, talits, kipás e estolas sacerdotais do judaísmo não pertencem ao culto cristão pois perderam seu significado na cruz.

“Todas essas coisas eram simbólicas e tipológicas, elas apontavam para o Senhor Jesus Cristo”, explicou Lopes, lembrando que as cartas do apóstolo Paulo aos romanos, hebreus, gálatas e tessalonicenses deixam claro que os significados que esses adereços rituais tinham apontavam para o Messias, e todas se cumpriram em Jesus, que rasgou o véu ao entregar sua vida em sacrifício, tornando-os inválidos.

“Portanto, não faz o menor sentido num culto evangélico – que é centrado na pessoa de Cristo – que se toque shofar, que se traga a arca, que alguém se vista de rabino, que se traga candelabro, que se fale do púlpito como sendo o altar, que se fale dessa questão de sacrifício… não tem nada a ver”, ensinou.

Observando o ministério de Jesus Cristo como exemplo, o reverendo destacou que, o Novo Testamento orienta que o culto seja despojado de representações, centrado no Evangelho, na mensagem de perdão dos pecados e Salvação: “As únicas representações autorizadas são a ceia do Senhor e o batismo, e dessa forma, então, o foco sempre é a pessoa de Jesus Cristo e o que Ele fez por nós na cruz do Calvário”, disse.

Assista ao vídeo do reverendo Augustus Nicodemus:

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77 COMENTÁRIOS

  1. Essa afirmação não é somente do Rev. Augustus, muitos pastores sérios nesse Brasil afora, discordam do uso de adereços e ritos judaicos no seio da igreja evangélica. Isso é um tremendo besteirol. Da mesma forma que há excessos em algumas igrejas pentecostais com o re tê tê que tem seus ritos estranhos, há tambem nas neo pentecostais. Sempre querem melhorar inovando. Não influi nem contribui. O que está faltando na igreja é A PALAVRA DE DEUS SER LEVADA À SÉRIA. Enquanto houver meninos e meninas na igreja, o Espirito Santo não vai trabalhar os milagres de Deus. Deus não dá sua glória à ídolos de pedra nem ídolos humanos. Rev. Washington Albernaz

  2. Verdade,não precisamos importar ritos alheios para nossa igreja,A igreja catolica trouxe ritos pagãos para o meio dela e o espírito destes ritos só trouxe idolatria,mortes,adultérios,festa da carne,batismo de criança,celibato,pai espiritual o papa,associação com tiranos etc..

  3. É claro que não faz sentido, pois estamos falando em cristianismo, não em judaísmo.

    É uma tendência os evangélicos se voltarem cada vez mais para Moisés e menos para Jesus.

    • SANDRO

      Não é só Moisés não, é bem pior.
      É moda agora falar em qualquercoisa de Abraão, Isaac e Jacó e Davi.
      Nós cristãos não temos nada a ver com esses personagens.
      O AT é a história do povo judeu, e mesmo essa história é mesclada com lendas tipo arca de Noé.

      Na IURD – Inganação Unifernal dos Rios de Dinheiro é costume pedir que os fiéis otários tenham a “fé de Davi”, que teria dado muito dinheiro para “Deus”.
      Muito abençoado mesmo, mandou matar um amigo para ficar com a mulher dele.
      Quando foi repreendido pelo profeta Natã, aí reconheceu que procedera mal.
      Antes de fazer a burrada não deu tempo de refletir sobre as consequências de seu ato?

      Ah, falando de AT, temos a patranha do dízimo, totalmente anti-bíblico e não sendo obrigação de cristãos, aliás nem os judeus de hoje dão dízimo, pois não há mais o templo nem os levitas.
      Quem não dá dízimo é ladrão?
      Ladrão é quem exige o que não lhe pertence, no caso os pastores enganando os fiéis para que dêem o que eles não têm obrigação de dar.

      E dizem que não obrigam ninguém a dar dízimos / ofertas.
      Só que eles ameaçam com maldição quem não der.
      Então eles obrigam, SIM, indiretamente, pois as pessoas ficam com medo e dão o que eles querem.

        • Mariana,

          Esses dias conversávamos sobre o sistema de castas hindu. Assim, para você entender melhor o sistema de castas, sua origem, significado, propósito e como foi desvirtuado pelo moderno, por favor, procure no Google digitando:

          Sistema de Castas: Discriminação Ignorante ou Cooperação Iluminada?

          (veja o primeiro resultado – ele deve levar para o site Volta ao Supremo)

        • Outra questão que você mencionou foi sobre a aparência dos semideuses, como Ganesha. Na ocasião falei do simbolismo presente na religião hinduísta e também na cristã, onde Cristo é Leão (Krishna também é Leão); Espírito Santo, uma pomba; os fiéis, ovelhas, etc. Assim, embora eu não seja hinduísta – creio em Krishna (e os devotos de Krishna não adoram semideuses), Buda e Jesus, mas não pertenço a nenhuma religião organizada -, estou postando aqui um vídeo que ajudará você a entender o simbolismo a respeito de Ganesha, um semideus digno, como os demais, de respeito e reverência, mas que não precisam ser adorados, pois basta a adoração ao Senhor Supremo:


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          • “Homens de pouca inteligência adoram os semideuses, e seus frutos são limitados e temporários. Aqueles que adoram os semideuses vão para os planetas dos semideuses, mas Meus devotos acabam alcançando Meu planeta supremo.” (krishna)

            “Aqueles que adoram os semideuses nascerão entre os semideuses; aqueles que adoram os ancestrais irão ter com os ancestrais; aqueles que adoram os fantasmas e espíritos nascerão entre tais seres; e aqueles que Me adoram viverão comigo.” (Krishna)

            “Esta Minha morada suprema não é iluminada pelo Sol ou pela Lua, nem pelo fogo ou pela eletricidade. Aqueles que a alcançam jamais retornam a este mundo material.” (Krishna)

            “Abandone todas as variedades de religião e simplesmente renda-se a Mim. Eu o libertarei de todas as reações pecaminosas. Não tema.” (Krishna)


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  4. sim, mas o que falar dos dizimos que só se fala nele l,a no velho testamento e não é um mandamento dos 10? o que dizer porque algumas coisas são validas e outras não servem. onde fala no novo testamento que o dizimo tem que ser dado.

  5. Igrejas Neo-pentecostais e muitos ramos do pentecostalismo trazem confusão. Querem ressuscitar o que Jesus destruiu. Tudo o que Jesus é estava personificado no templo e Ele substitui todos os rituais do templo, não precisamos mais fazê-lo, senão teríamos que ir á Jerusalém 1vez por ano, sendo que nem o templo existe mais.
    O Evangelho de Jesus é tão simples, porque complicar?

    • Rui,

      Concordo com você.

      Decreta como tua igreja faz.

      Não cumpriu, exclui da igreja; persistindo, executa o insurgente. Vamos vê se a macacada não vai fala a mesma língua, né Rui?

      Se tu fosse participar de uma banca de intelectuais numa universidade visando a definição científica de algo, não permaneceria um só segundo, pois não dado às divergências, as ilações diversas, o muito pensar. Mas seguidor de uma igreja ditadora, dizer o que?Ditador também.

  6. O pior de toda essa matéria são os comentários… Até comentario de gente chamando de “idiota” quem usa o shofar e por isso anula o sacrificio de Jesus na cruz..vi aqui. Pessoal.. Nada haver mesmo!
    Primeiramente não é preciso que haja uma separação entre velho e novo tratamento, pois Cristo não veio para anular nenhuma Lei, pelo contrário. Nós somos enchertamos na promessa dada aos Hebreus. Povo separado por Deus para que fosse luz entre as nações e deste povo viesse o redentor da Humanidade! Cristo, Jesus, Yeshua! Sim, é ele mesmo..um Hebreu.. Mas precisamente dizendo levando em consideração a descendência de Judá.. Ele era um Judeu.
    Ia a sinagoga todo sábado, usava talide, guardava toda a Torá, preservava os bons costumes… E não era a Lei de Moisés não.. Quem a deu foi DEUS. Entao é pra ser guardada! Só se lembram mal mal dos 10 mandamentos e do dízimo no velho testamento.. E as outras ordenanças e leis? Não estão lá atoa e muitas delas “não todas” não são só para Hebreus não.. São pra nós tbm.. A graça dada por Cristo foi um grande sacrifício para agora a igreja que se diz Cristã chegar e dizer q não vive pela LEI.. Mas como assim? Então eu roubo, minto, violo toda a Lei e mesmo assim sou salvo ? Se não houver arrependimento e MUDANÇA de vida vai me desculpar mas não vai ser salvo não! E para isso que serve a LEI para te dar liberdade na graça de Cristo. E não adianta levantar a mão e aceitar Jesus não irmão… A Graça é uma coisa.. Permanecer nela é outra!
    E vcs que acham que os ornamentos e costumes judaicos é palhacada.. Vcs acham q o cristianismo descende de quem? Do protestantismo? Pode ser, e o protestantismo descende de quem? Ó… Da igreja católica.. E a igreja católica o que fez? Pegou a igreja do primeiro século que era exatamente como como antes de Cristo porém agora debaixo de um novo nascimento aceitando todos os que não eram Hebreus pela graça da salvação que Cristo deixou para a humanidade. A igreja catolica Aboliu toda a Torá e lei
    praticada.. Colocou idolos em seus altares para atrair idólatras de outras denominações excluiu toda a prática dos apóstolos, pararam de celabrar as festas, criaram uma páscoa com ovo?? Um natal com data pagã, misturaram ao poder e ao dinheiro, e toda aquela cultura que era preservada caiu por terra pq os Judes foram vistos como traidores e nao merecedores de sua cultura que por hora foi instituída por Deus através das leis e a igreja catolica que se diziam cristaos cuidaram para que eles menos fossem lembrados..mudaram o nome de Yeshua para Jesus com fito específico de tirarem sua identidade hebréia.. Até olhos azuis e cabelo loiro colocaram nele. “Romanizaram” Yeshua!
    Pois é o protestantismo pode até ter disvinculado da igreja católica.. Mas muito dessa cultura cristã católica ainda permanece nas igrejas e de forma piorada… Cultos sem o mínimo de reverência, igrejas atoladas na teoria da prosperidade, qualquer um sobe no altar para pregar, a igreja hj ta mais no mundo do que o mundo na igreja.. Muita coisa errada, pois perderam sua identidade.. Falam de um Jesus q nem ao menos conhecem direito..

    Não defendo o judaismo pois ele precisam ser restaurados e aceitar Cristo como seu messias, fora muitas doutrinas não biblicas infiltradas hj no judaísmo, mas ta na hora da igreja voltar as suas raízes e parar de se mundanizar.. Sou mais tocar um shofar sabendo realmente do seu significado e da sua importância do que ir para alguns tipos de igrejas cristãs que mais parecem um show do que um louvor a Deus.
    Precisamos de restauração.. Voltar as raízes, saber nossa identidade em Yeshua(Jesus). Pregar a palavra de Deus e o arrependimento, pregar um Cristo vivo, pregar uma geração de santidade! Tantos jovens hj confusos pois a igreja ta tão mundana que até boate gospel hj tem. Como pregam o arrependimento se nem ao menos eles sabem o q é o certo e o errado? Aboliram a Lei.. Da é nisso.

  7. Acredito que o que importa é Jesus, e a salvação.

    Esses costumes realmente, não é mais necessário, se fosse, então, teremos que passar a sacrificar animais, como na antiguidade não é.
    Que o Senhor Deus ilumine a mente e o coração desses pastores que ainda querem seguir esses costumes judaicos.
    Deus abençoe a todos, em nome de Jesus.

  8. Infelizmente a falta de conhecimento da Palavra de D-us faz surgir pessoas dando opiniões totalmente fora do contexto bíblico. Um povo que diz acreditar na Bíblia, mas não procura estudar de acordo com o contexto da mesma. A Bíblia é judaica, 90% ou mais das pessoas que a escreveram eram judeus, para entendê-la deve se conhecer os originais e a tradição da mesma. Vocês dizem amar um Messias Judeu mas não rejeita as tradições judaicas. Que incoerência. Como o Mashiach disse uma vez “Errais por não conhecerdes as escrituras e nem o poder de D-us”. Na época de Jesus (Yeshua) existia o Novo Testamento? Não, somente a Torah e era sobre ela que Jesus falava. Uma pessoa que rejeita a Torah bem como as tradições da mesma, rejeita o povo Jesus. “Apartai-vos de mim vos que praticais a iniquidade” assim dizia ele a líderes que se apresentaram e diziam que profetizava em nome dele, pregava em nome dele e também fazia maravilhas em nome de (milagres, curas e ressuscitamento). A palavra iniquidade em grego é ANOMIA ou seja A=CONTRA, NOMIA=LEI. Ele estava dizendo então que desconhece todo aquele que era contra a LEI, contra a Torah. Ele não vos conhece. Vocês infelizmente estão dando opinião de coisas que desconhecem.

  9. …NEGAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS… ANULAÇÃO DO SACRIFÍCIO DA CRUZ. OBJETIVO: LEVAR O MAIOR NÚMERO DE ALMAS AO ABISMO DA PERDIÇÃO, AFINAL, ESTÁ ESCRITO: CEGO GUIANDO CEGO AMBOS CAIRÃO NO BURACO !!!

  10. VAMOS COLOCAR DESTA MANEIRA, ESTÁ ERRADO USAR INSTRUMENTOS DA VELHA ALIANÇA?.
    TAMBÉM NÃO ESTARIA ERRADOS APROVAR RELACIONAMENTOS HOMOSSEXUAIS, E A PRESBITERIANA APROVA
    COMO SEMPRE ALGUÉM QUERENDO SE ESCUSAR DE SEUS PECADOS APONTANDO OS OUTROS
    MAS A VERDADE É UMA SE PAU QUE AQUI BATE EM CHICO, TAMBÉM BATE EM FRANCISCO, AMBOS VÃO PARA O INFERNO

      • SANDRO
        SEMPRE VERBORREJANDO PELA BOCA
        Ou não sabeis que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deverá ser julgado por vós, sois, acaso, indignos de julgar as coisas mínimas? Não sabeis que havemos de julgar os próprios anjos? Quanto mais as coisas desta vida! Entretanto, vós, quando tendes a julgar negócios terrenos, constituís um tribunal daqueles que não têm nenhuma aceitação na igreja. Para vergonha vo-lo digo. Não há, porventura, nem ao menos um sábio entre vós, que possa julgar no meio da irmandade? 1ª Coríntios 6:2/5

        Quando, porém, Cefas veio a Antioquia, resisti -lhe face a face, porque se tornara repreensível. Com efeito, antes de chegarem alguns da parte de Tiago, comia com os gentios; quando, porém, chegaram, afastou-se e, por fim, veio a apartar -se, temendo os da circuncisão. E também os demais judeus dissimularam com ele, a ponto de o próprio Barnabé ter-se deixado levar pela dissimulação deles. Quando, porém, vi que não procediam corretamente segundo a verdade do evangelho, disse a Cefas, na presença de todos… Gálatas 2:11/14.

        • Clamando,

          o que vale mais para você: as palavras de Paulo ou as de Jesus?

          Jesus PROIBIU o jugar, cara-pálida!!!

          Assim, para não colocarmos Paulo em contradição com Jesus, é preciso dizer:

          a) os santos julgarão o mundo NO JUÍZO FINAL;

          b) as coisas mínimas são assuntos envolvendo questões LEGAIS, ou seja, como de um crente levar o outro às barras de um tribunal quando deveriam os dois resolver tudo entre si mesmos, sem precisar chamar as autoridades;

          c) a questão de Paulo com Pedro era assunto de fé e doutrina, não de moral. Você NÃO PODE absolutamente julgar um gay e condená-lo ao inferno com base na contenda entre Pedro e Paulo! Entenda isso de uma vez por todas!!!

          • Na realidade, a questão da envolvendo a contenda entre Paulo e Pedro se deveu a que Pedro era mais judaizante, no sentido de que aqueles que desejassem seguir a Cristo deveriam, antes, se converter ao judaísmo e seguir certas regras dessa religião, ao passo que Paulo era pela abertura plena do Evangelho aos gentios sem necessidade de seguir o judaísmo. E a contenda deles, Clamando, de forma alguma autoriza você a sair por aí julgando e condenando as pessoas. A briga entre os dois ficou registrada para que os cristãos não façam o mesmo que eles fizeram. Penso, agora, que você não vai mais torcer os textos de Paulo para favorecer sua intolerância e espírito de julgamento.

          • Nada a ver.

            Pedro não era judaizante coisa alguma, tanto é verdade que neste episódio ele estava comendo e bebendo com os gentíos, porém, ao aproximarem-se, aí sim, os judaizantes, ele tremeu de medo e como um verdadeiro duas caras mudou seu comportamento.

            Pedro era homem e falível, isto, em nada compromete os seus escritos, pois, o que ele tinha em mente era uma coisa, a prática as vezes nem tanto.

            Pedro nesta situação foi é frouxo mesmo.

          • MARCOS
            TENDO SEMPRE EM MENTE QUE PEDRO SÓ SE CONVERTEU DE VERDADE, DEPOIS DA MORTE DE JESUS, QUANDO JESUS PERGUNTA POR TRES X SE PEDRO O AMA, PEDRO AS DUAS PRIMEIRAS FOI CATEGÓRICO, MAS NA TERCEIRA CERTAMENTE O ESPIRITO SANTO O LEMBROU DO QUE HAVIA DITO APONTANDO PARA OS OUTROS FALOU SE ESTES TE ABANDONAREM EU NÃO O FAREI, E CERTAMENTE LEMBROU DAS PALAVRAS DO MESTRE, HOJE MESMO ANTES QUE O GALO CANTE ME NEGARÁS TRES VEZES.
            SÓ AI ELE SE CONVERTEU QUANDO PENSANDO MELHOR DISSE PARA JESUS TU O SABES

  11. Eu queria que os internautas daqui e o ilustre pastor me dessem o direito a ouvir seus esclarecimentos sobre o seguinte.

    Como é que um filho pode negar seu paí? Um automóvel negar a sua estruturação técnica e artística da sua montadora?

    Ora, nem Cristo e nem depois quem o sucedeu com escritos(Paulo…) denegaram o judaísmo.

    Essa história de colocar para debaixo do tapete o judaísmo foi obra da igreja católica, modo dela ficar operando como um império religisioso, haja vista que o cristianismo pusera de joelhos o secular.

    Aí essas nossas tacanhas, grosseirices. É como se o judaísmo fosse uma macumba.

    Desde quando Deus é macumbeiro, perguntando eu em face de que era sob sua dispensação que viviam os judeus até Cristo.

    Desde quando um filho é tão diferente do paí?

    Foi por conta dessas mensagem veladas que os judeus foram perseguidos mundo afora, coisa do maligno.

    Pedro e os demais discípulos sobre esse assunto divergiam de Paulo.

    Paulo, ao depois, de forma sábia escreve que não devamos nos escandalizar e nem servir de escândalos.

    Tem havido muita gente se dizendo crentes, mas que com tudo se escandaliza.

    Vão não lê a bíblia, mas sim tentar compreendê-la, isso sim.

    Cansado de vê gente com certo grau de inteligência, mas tolo como descelebrado, afinal, sem querer, servindo de agente das mensagens que perpetuaram a exclusão dos judeus, esta proferida pelo império romano e alardeada pelo mundo pela igreja católica, que serviu aquele, que matou Cristo e muitos cristãos, que lhes tirou as terras, que os espalhou no mundo.

    Outra coisa, as igrejas evangélicas como um todo sempre falaram, pregaram, ensinaram as lições de todos os personagens da bíblia, então não me venham com essa mentira de que somente a partir do novo testamento, e que o velho, coisa pra judeus.

    Nunca vi tanta idiotices numa página só deste site.

    • Levi Varela,

      quem entregou Jesus aos romanos para que este fosse morto?

      quem pediu que seu sangue recaísse sobre si e seus filhos?

      As promessas de Deus aos antigos hebreus eram toda condicionais, e como eles rejeitaram a Cristo, a nação eleita passou a ser os cristãos em todo o mundo, e não mais judeus ou Israel.

      Quanto às lições dos heróis do Antigo Testamento, há muito de lenda, e por que perderiam os cristãos tempo em falar de antigos heróis – reais ou não – se o tempo é para falar em Cristo?

      E para que seguir costumes judaicos se Paulo mesmo rompeu com tudo isso e ensinou que doravante há um só Evangelho, o Evangelho de Cristo?

      O que quer você? Fundar novamente a igreja dos Gálatas legalistas e judaizantes?

      Jesus mandou pregar o Evangelho das boas novas, não as leis e costumes judaicos.

      • Me desculpe caro amigo, mas você está totalmente fora do que está escrito na palavra. Ele morreu foi para apagar os nossos pecados e nem todos os judeus rejeitaram e rejeitam a ele, pelo contrario, o próprio Paulo falou que somos “enxertados”. Você está enxertado em Israel e ao mesmo tempo rejeita a seiva. Creio que você precisa estudar mais o grego e o hebraico e principalmente a tradição daquele que você diz ser seu Senhor. Só lembrando, se você o tem em seu coração, então você teria um judeu morando em seu coração.

      • Desejo esclarecer que nada tenho contra os judeus – creio até que minha árvore genealógica vai recuar até os judeus -, mas dizer que nunca cri e não creio na visão evangélica dos judeus como eterno povo escolhido de Deus. Falando em termos do Antigo Testamento, tudo que havia de promessas para os hebreus como nação, foi transferido para os devotos de Cristo, independentemente de serem ou não judeus.

        • Sandro, entendo que você está falando por falta realmente de conhecimento. Eu confesso que não sou doutor da bíblia, mas tenho buscado os originais. Você tem que entender que “a salvação vem dos judeus”. Quem disse isso? Jesus quando estava com a Samaritana. Existe uma grande diferença entre salvação e vida eterna e para a maioria é a mesma coisa. Jesus não veio para quebrar qualquer aliança. Pode um filho quebrar uma aliança feita por seu pai? Isso é ridículo. Ele não transferiu, o problema foi que infelizmente a nação israelita saiu totalmente do caminho e com isso houve necessidade da vinda do Mashiach, para endireitar, restaurar o povo judeu. Ele não veio para pregar para gentios, veio para os judeus, somente depois que Pedro foi incumbido disso.

        • Concordo.
          Se bem que não transferido, apenas estendido aos demais.

          Deus é pai de todos, e fez uso de nossos irmãos pra dizer o que a ele convém enquanto postura humana.

        • SANDRO

          Diz no AT assim “eliminarás os amorreus, ferezeus, cananeus, jebuseus” e outros “eus””
          “pois eles adoram a outros deuses”
          “não suceda vós assim fazerdes e serdes eliminados”

          Veja essa, Deus com ciúmes…
          Ele não é único?
          Se é, então por que temer que outros deuses sejam adorados?
          Se além d´Ele não há nenhum, não faz sentido esse temor.

          Já dizia o grande Monteiro Lobato há quase 100 anos sobre os israelitas do AT…
          Naquele tempo não tinham uma capital e o rei morava em tenda de campanha.
          Ora, uma capital só se consegue de dois jeitos: construindo uma ou roubando uma já existente.
          Escolhendo a segunda opção, desalojaram de Jerusalém os jebuseus e ocuparam a cidade, claro que com a aprovação do “Deus” tribal deles.

          E ainda vem aqui o tal de Levi defendendo a judaização do cristianismo.
          Dizendo que o cristianismo é filho do judaísmo, realmente é, mas tão diferente que nem parece.
          Será que existem dois “Deus”, um cruel, impiedoso, ciumento, injusto, violento, sanguinário, vingativo, divindade de um só povo, e o outro tão perfeito que Jesus o chamava ABBAH, “meu pai”?

          A ciência da Lógica tem uma afirmação chamada Princípio da Contradição, segundo o qual, se houver duas afirmações contraditórias, uma delas é falsa!
          Então temos aqui um Deus verdadeiro e um Deus falso, e agora?
          Jesus é a resposta!
          O do AT é nota de 3, falso do princípio ao fim, nunca existiu e durante séculos fomos enganados pelos “santos” papas.

          E falando em filho igual ao pai, o judaísmo tem um outro filho, chama-se Islamismo!
          E agora?
          Vai lá no Iraque falar que eles são irmãos dos judeus…
          Se sair vivo, nos conte a experiência, Sr Levi.

          • Puxa, muito bom seu comentário, Mariana! Parabéns!!!

            Agora, lembra que a gente brigava aqui, no começo? E agora não nos tratamos bem? Não é muito melhor assim? Podemos ter diferenças de opinião, mas agora conseguimos as expor sem ofender um ao outro. Então eu peço, alma querida, que você e o Cláudio também encontrem esse caminho de afeição um pelo outro. Vamos nos unir para ajudar a dar combate, no campo das ideias, ao perigo do fanatismo religioso.

          • Arendalle,

            O problema não é Deus que se garanta, minha cara.

            São os abusos praticados por gente igual a mim, você e outros, que para fazer seus interesses escusos e não confessados, criam deuses com gostos e vontades mormente contra o ser humano.

            Vc acha bom os sacrifícios humanos suplicados por esses deuses criados e inventados? Digo mais, geralmente contra crianças e mocinhas, coisa que você se diz ser, pois princesa.

            Por favor, é contra as aberrações que sempre existiram, minha cara, contra a humanidade de deuses descarados, sedentos por sangue, petulantes, e que muitas das vezes os judeus quiseram dar esse perfil tirano a Ele, por isso o descontentamento de quando em quando, aliás, ação diabólica, pois desse povo viria e veio o filho dele, que trouxe ensinamentos mais completos, destituídos de ufanismo…

            Você errou tudo, Vá participar de um curso de teologia, ou então faça como eu, como seja, todas as vezes que tem o nome de Deus envolvido, passo a imaginar como Ele agiria, uma vez que é amor, uma vez que é pai de Cristo.

            Pensei que você fosse mais evoluída espiritualmente. Pena e pesar, minha cara.

      • Marcos,

        Foi dirigido a mim?

        Ora, meu caro, cuidado que Paulo não foi intransigente quanto a esse assunto, do contrário, altamente diplomático, sábio. Se alguém cultua o sábado, alimentos, que nós os toleremos, ou seja, prova de que não veio com picuninha.

          • CLAUDIO bobalhão

            Outra vez isso de espinho na carne?
            Isso é interpretação tua, é achismo.
            Quem é, acha que todos são.
            Como você gosta de um “espinho”, pensa que todo mundo é igual.

            Além disso, a cultura judaico-cristã condena o homossexualismo, mas entre os gregos e romanos ela era tolerada e até aceita como normal.
            Paulo era cidadão romano, e andou muito por esses lugares.
            Então, se você está num lugar onde pode manifestar livremente sua orientação sexual, não há necessidade de escondê-la.

            Paulo, não tendo feito isso, conclui-se que ele não era gay.
            Não há, portanto, nenhum “espinho na carne” na história de Paulo.
            Não julgues os outros por si mesmo…
            E não meça os outros com a tua régua.

          • Cláudio,

            alguns estudiosos suspeitam que Paulo era, de fato, homossexual, e que tinha até um caso de amor pelo jovem Timóteo, o mesmo jovem que Paulo circuncidou mesmo sabendo que não era mais necessário.

            Veja bem, Paulo foi lá, pegou no pinto do garoto – devia ser um carinha muito lindo, um tesãozinho esse Timóteo – e cortou-lhe o prepúcio.

            Precisava fazer isso? Logo ele, que foi tão contundente com Pedro e com os Gálatas a respeito da renúncia às leis do Antigo Testamento?

            Paulo, gracioso com Timóteo e rude para com as mulheres.

            Então, pode, sim, a homossexualidade ter sido o espinho na carne.

          • Sandro, Sandro, quanta bobagem.

            “Paulo quis que este fosse com ele; e tomando-o, o circuncidou, por causa dos judeus que estavam naqueles lugares; porque todos sabiam que seu pai era grego.” At 16:3

            Ele circuncidou POR CAUSA DOS JUDEUS QUE ESTAVAM NAQUELES LUGARES.

            “Procedi, para com os judeus, como judeu, a fim de ganhar os judeus; para os que vivem sob o regime da lei, como se eu mesmo assim vivesse, para ganhar os que vivem debaixo da lei, embora não esteja eu debaixo da lei” (1 Co 9:20).

            Quanto ao espinho na carne até hoje não entendo a celeuma inclusive no meio cristão se o próprio texto diz do que se tratava.

            “E, para que não me exaltasse pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de não me exaltar.” 2 Coríntios 12:7

            O espinho na carne era um mensageiro de Satanás, obviamente um espírito maligno que causava as perseguições pelas quais ele passou (esbofeteando-o) com o propósito de que ele não se exaltasse.

            Simples assim.

          • Falando ainda sobre Paulo e Timóteo – que alguns estudiosos suspeitam ter havido um caso de amor do primeiro para com o segundo -, quando eu estava na igreja, me apaixonei por um rapaz e ele por mim – um outro polaquinho como eu -, mas como a gente queria muito viver aquele ideal da religião, sublimamos o amor de um pelo outro fazendo muito ativismo evangélico, pregando, orando e sempre dirigindo palavras de muito amor e carinho um pelo outro. Nossa experiência era, naquelas circunstância, um espinho na carne por termos de viver a fé com a certeza de sermos diferentes.

          • Não Sandro, isso era a concupiscência da carne que pode ser encontrada não só em homossexuais como em heterossexuais que ficam cobiçando os do sexo oposto.

            Tudo problema de alma.

          • É preciso ter em mente, porém, que não é possível afirmar com certeza se Paulo era homossexual, mesmo havendo indícios neste sentido. : )

          • Indícios?

            Há uma forçação de barra por parte dos que tem interesse em desqualificar não só a Paulo como a seus escritos.

          • Não foi Paulo quem disse, Marcos Oliveira, que seria melhor que o homem nunca tocasse o corpo de uma mulher? Isso não lhe diz algo? Pense.

          • Sandro,

            Calma, pois a mensagem é para aqueles que pregam o evangelho, pois de maior eficácia o trabalho dos sozinhos.

            Paulo não poderia jamais denegar a importância da procriação, esta estimulada por Deus não apenas ao racional, mas ao irracional também.

          • Outra coisa,

            Cristo sabia dos difíceis momentos que a sociedade vivenciaria, portanto temerário trazer filhos pra esse mundo atual, bastando vê as perseguições de caráter religioso, coisa que antes nem era de grande monta, principalmente a conduzida mundo afora pela católica.

          • Levi Varela,

            que importância teria, para Paulo, a procriação se ele cria que Jesus voltaria já em seus dias? Ademais, por que ele próprio não procriou?

          • Marcos Oliveira,

            “Paulo quis que este fosse com ele; e tomando-o, o circuncidou, por causa dos judeus que estavam naqueles lugares; porque todos sabiam que seu pai era grego.” At 16:3

            Claro, isso foi o que o autor de Atos disse em justificativa. De qualquer forma, eu não afirmei que Paulo circuncidou o rapaz só para pegar no pinto do moço, mas como uma curiosidade, pois fica claro, por outros textos, que Paulo nutria um sentimento especial pelo jovem, tanto que o chama de filho na fé, e esse bem poderia ser uma forma de sublimar o amor que sentia pelo jovem, como no caso de uma senhora que gostava um jovem – estava apaixonada – porém o chamando sempre de “filho”.

            Só me surpreende ver os evangélicos sequer cogitarem dessa hipótese de homossexualidade reprimida de Paulo ao passo que o mesmo:

            a) era misógino, não gostava de mulher;

            b) aconselhava os jovens a não tocar o corpo de uma mulher;

            c) via o casamento como um meio de escape sexual ao “abrasamento” de homens que não podiam ficar, como ele aconselhava, solteiros;

            d) disse que é indecente uma mulher falar na igreja. Se um pastor fala isso hoje em dia, e a fala tem repercussão, o sujeito que fuja para longe;

            e) afirmou que a mulher deve ir a igreja, ficar calada e depois, em casa e com toda a submissão, indagar e aprender de seu próprio marido.

            Vocês fizeram de Paulo uma espécie de semideus, considerando que as cartas que ele escreveu são tão inspiradas quanto as falas de Jesus.

          • Sandro,

            Com certeza. Esse é outro ponto de se imaginar o apóstolo com receio quanto à procriação, a vinda imediata de filho, embora tal não tenha ocorrido. Isso era tão arraigado entre os discípulos de Cristo, que eles ensinavam aos convertidos venderem tudo e com os recursos aguardar na igreja o retorno de Cristo naqueles dias. Um erro de interpretação das palavras de Cristo,

            Outro motivo dele não procriar, com certeza é o mesmo princípio do não casar para os evangelizadores, afinal mulher e filhos poderiam ser empecilhos no avanço das ações evangelizadores, e como todos achavam que Cristo voltaria logo, então pra que casar e ter filhos?

  12. Só usamos como memorial, ninguém quer anular o sacrifício de Cristo, usamos como simbolismo e não como rituais é uma forma de lembrar os utensílios utilizados na época, se celebramos festa do antigo testamento também é como simbolismo, se sua igreja não celebra, na fique julgando as igrejas que celebram. Cl. 2:16

  13. Voce usa os instrumentos para extrair sons e não para fazer barulho. Não é qualquer porcaria com letras descabidas que é adoração. Nem todas as danças louvam a Deus e paletó e gravata é uso e costume herdado de americanos e europeus por causa do clima. Shofar no meio do culto não influi nem contribui. Deus não é uma entidade que desce e sobe ou age quando se toca ele. O Shofar do orador é sua voz, seu clamor e nem todos os homens de Deus do passado fizeram uso dele. Não estamos debaixo da lei e nem precisamos dos ritos judaicos para isso. A tipologia ou simbologia ficaram no A.T. o novo é cumprimento do Velho. Jesus veio e isso é que importa. Nossa ordem é “Ide e pregai o evangelho” de deixar a hipocrisia. Os Romanos se apegaram aos ritos judaicos e assumiram criando sua própria religião. Hoje eles detém as vestes talares, o incensário, algumas festas e isso não os torna mais próximos de Deus da mesma maneira que não aproxima o crente de Jesus fazendo uso delas. Vamos voltar ao evangelho puro e verdadeiro.

  14. Mariana,

    pesquise no Google digitando esta frase, e saiba a verdade sobre os deuses do panteão sumério, de onde os antigos hebreus plagiaram relatos como o do dilúvio, e escolheram um deus para si:

    o livro perdido de enki zecharia sitchin pdf

  15. Eu também acho desnecessário todo esse aparato em um culto evangélico, visto que não somos judeus, e o apóstolo Paulo já falava contra isso. Mas acredito que ninguém vai ser condenado por usar dessa teatralidade em um culto. O que importa é que o Evangelho seja pregado e vivido, no mais, somos livres. Não vamos ficar procurando chifre em cabeça de cavalo.

      • “Ad majorem Dei gliriam”

        Mas que latinório é esse?
        O correto é AD MAJOREM DEI GLORIAM, “Para Maior Glória de Deus”
        Cadê seu latim, Claudio?
        tsc tsc tsc…

        Cláudio, já fugiu?

        …cri cri cri…

        • É estarrecedor como misturam, ao mercadejar do Evangelho, o nome de Deus, pois, ao mesmo tempo em que deixam claro seu foco na arrecadação, falam em Deus e no Espírito Santo. Vendilhões do Evangelho: grande será seu castigo!

  16. Pessoal, vocês também estão irritados com essa janela maldita de propaganda que aparece a toda hora, sobre um “método para não esquecer”?
    Há um meio infalível de erradicar essa praga.
    Utilizem o navegador Chrome e instalem a extensão Script Defender.
    Quando forem entrar no Gospel Mais, cliquem em BLOCK SCRIPT e em RELOAD TAB.
    A excomungada janelinha não mais aparecerá.
    Porém muitos sites, como FaceBook e Youtube, necessitam de scripts e não irão funcionar.
    A solução: depois de sair do Gospel Mais, cliquem em ALLOW SCRIPT e RELOAD TAB.

    • Princesa Mariana,

      precisamos ver também pelo lado do site, pois ele precisa de publicidade para se manter, afinal, tudo aqui é de graça para leitores e comentaristas. Ademais, a oferta pode interessar a outros.

  17. Deus esta acima das religiões – de todas elas! -, pois, como disse o Guru Nanak, após ficar três dias desaparecido, ocasião em que teve uma epifania, um encontro com Deus, assim se expressou: “Não há hindu, não não há muçulmano [e,podemos acrescentar: não há budismo, não cristianismo, etc.]. Que caminho seguirei? Seguirei o caminho de Deus” _/\_


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      • O caminho de Cristo é Deus, não o contrário, como você diz.

        E não se esqueça que Jesus disse: “O pai é maior do que eu”, e disse também que Deus o enviou. Ora, como pode o que foi enviado ser maior do que aquele que o enviou? Meu caro, a trindade é invenção da Igreja de Roma. Simples assim.

        • Ele também disse “Eu sou O CAMINHO, a verdade é a vida, ninguém VEM AO PAI SENÃO POR MIM”

          Logo, ele é o caminho.

          Quanto à trindade o seu problema é o de muitos é ter uma ideia reduzida somente do Jesus homem que é histórico e não do Verbo Eterno.

          Na sua ontologia O Verbo é Deus em nada maior nem menor em relação ao Pai, mas este se fez homem, sujeito ao Pai, isto faz parte da economia divina e nada tem a ver com a ontologia.

          • Jesus é menor do que Deus, o Pai, e fim de conversa, blasfemador!

            Nunca, nem entre os antigos hebreus, nem entre os primitivos cristãos, alguém poderia ser maior do que Deus, por isso é que não vamos ver entre os judeus qualquer coisa que remotamente se assemelhe a herética doutrina da trindade. Jesus disse: “A vida eterna é esta: que te conheçam a ti por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo a quem enviaste”, e quando ele diz que ninguém vai ao Pai senão por ele, ele esta justamente enfatizando a natureza de sua missão como Mestre Espiritual. Quanto ao verbo, para entender melhor a verdade sobre isso, você deve ler as Escrituras Védicas, onde o conceito de verbo ou palavra como sendo Deus vai aparecer milhares de anos antes de João escrever o versículo 1, no capítulo 1, plagiando o Rig Veda. Observe:

            “No começo era Brahman; com ele estava Vâk, a Palavra; e a Palavra é Brahman.” (Rig Veda, escrito muito antes de o Novo Testamento)

            “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” (João 1:1, plágio evidente do que estava escrito no Rig Veda)

          • Sandro, Sandro,

            Sua sanha em criar um deus à tua imagem e semelhança é grande, por isso, lhe faço uma sugestão:

            Escreva um evangelho segundo Sandro, nele você poderá compilar todos os livros sagrados que você já leu, Alcorão, Bíblia, Evangelho segundo Kardec, escrituras védicas e o que mais você já fuçou na sua vida. Faça os recortes que você desejar, deixando somente aquilo que apraz o deus criado na sua consciência.

            O plagiador João (segundo você) é o mesmo que escreve o relato no qual você se ampara para negar a divindade de Jesus, mas aquele homem de carne e osso, que sentia dor, cansaço, fome e sede era o Deus que se fez carne.

            “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.”

            Este relato está no evangelho do, segundo você, plagiador João no Capitulo 17:3, mas este texto te interessa, já o Capitulo 1 é plagio, ok, ok. Você não sabe diferenciar a ontologia da economia (obra) divina, mas o texto abaixo pode ajudar:

            “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.” Fp 2:5-8

            O mesmo João traz em seu evangelho afirmações de Jesus quanto à ele mesmo:

            1 -Ele afirma ser um com o Pai (Jo 10:33).
            2 -Afirma que quem O vê, vê o Pai (Jo 14: 7-9).
            3 -Afirma que preexistia antes de Abraão (Jo 8:58). Sua afirmação é no presente “Eu Sou”, semelhante ao nome com que o Deus Eterno se revelou a Moisés no sinai (Ex 3:14,15). Isso ficou tão claro para os judeus (sua reivindicação de divindade), que quiseram apredejar a Jesus por blasfêmia.
            4 -Afirma que quem O honra, está honrando o Pai (Jo 5:23).
            5 -Afirma ter a mesma natureza de vida que existe somente em Deus, o Pai (Jo 5:26).

            Bom, posso até ser blasfemador, mas do seu deus, criado à tua imagem e semelhança em sua consciência. Em relação ao Deus das Escrituras sou um servo, sujeito à sua vontade mesmo quando esta vai de encontro às minhas, não busco desculpas para não servi-lo, não busco subterfúgios para fugir do que Deus deseja, afim de que que isto não fira a minha consciência de mundo, moral, ética ou qualquer outra. Deus é Deus, Ele tem uma vontade, se ela não está de acordo com a minha, me sujeito à dele, assim caminho para ser conformado cada vez mais à imagem do Seu Filho (Rm 8:29).

            Já você, acolhe o que lhe apraz, retorce o que está escrito, chegando ao absurdo de ventilar uma homossexualidade de Paulo.

            Teu Deus é o teu ventre, talvez no seu caso teu deus esteja um pouco abaixo do ventre.
            Teu deus é a sua condição, tua homossexualidade, infelizmente você vive em função dela. Uma pena, pois, Deus não está nem aí para ela, ele quer mudar seu coração, pois um coração mudado gera frutos de arrependimento.

            “Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo, Cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas.” – Filipenses 3:18,19

            Para quem pinça as Escrituras aquilo que lhe apraz, este meu texto não lhe servirá de nada, não tem problema, mas fica o meu parecer para os que se interessarem.

            Que Deus te abençoe e te ilumine. Se pareci rude, não foi a intensão, mas às vezes é necessário um pouco mais de firmeza para ser entendido (ainda que eu creia que só Deus pode iluminar o homem). Só gastei meu tempo em escrever porque lhe tenho em muita estima e consideração, caso contrário, ficaria nesse bate boca sem fim, como muitos aqui.

          • É até uma questão de lógica. Se Jesus é o Caminho (um caminho te conduz para algum lugar – ele não é, esse lugar), logo ele não é o destino final (o Pai).

            Os evangélicos tem uma visão de “Deus” helenizada, como um ser, que mora em algum lugar (Céu dos Céus sei lá), que tem algum tipo de substância para ser dividida, que tem alguma essência, que gera um filho etc. – tudo isso são conceitos físicos, que não fazem sentido para um ser transcendente e incognoscível. Deve-se no máximo, utilizar-se de antropomorfismos e antropopatias para tentar “entender” algum propósito, mas não “literalizar” isso. Creio que espíritas, e até hindus (que compreendem os deuses como “manifestações” do mesmo poder absoluto) tenham mais noção da grandeza, da superioridade e do poder de Deus, que essa visão helenizada evangélica.

            Uma das grandes causas dessa visão helenizada, é que a palavra “Deus” confunde. “Deus” (da forma como os hebreus entendiam) não é um nome próprio exclusivo, nem mesmo é um título exclusivo. Esse conceito de “Deus” como sendo um ser espiritual, todo poderoso, surgiu muito tempo depois. Para os judeus, e outros povos do Oriente Médio antigo, a palavra El (traduzida como Deus) significa poder, autoridade. Assim, tanto Moisés (foi posto como Elohim para Faraó), quanto YHWH, quanto Jesus, quanto juízes, ou até mesmo os cedros, podem ser El (Deus), porquê não o Verbo?

            “Os montes foram cobertos da sua sombra, e os seus ramos se fizeram como os frondosos cedros [ – אַרְזֵי-אֵל ARZÊ-EL] .” (Salmos 80:10)

            El (poder, autoridade, aquilo que te conduz) pode ser atribuído a diversas pessoas, divindades, ou mesmo objetos (os idólatras, atribuíam a ídolos de madeira etc.), e por isso quando quer afirmar sua autoridade acima de tudo, YHWH diz:

            “Pois YHWH vosso Elohim é o Elohim dos Elohim, e o
            Senhor dos senhores, o El grande, poderoso e terrível [ הָאֵל
            הַגָּדלֹ הַגִּבּרֹ, וְהַנּוֹרָא – ha’el hagadol haguibor wehanorá] , que
            não faz acepção de pessoas, nem aceita recompensas” (Deuteronômio 10:17).

            Por isso, existem Elim (autoridades) falsas. Os idólatras atribuíam El (autoridade, poder) a coisas que não existiam (divindades, ídolos de madeira, cobre etc.). Mas temporariamente, diante de Faraó, Moisés foi colocado pelo próprio YHWH, como Elohim verdadeiro (Autoridade Verdadeira, Poder Verdadeiro). Jesus também recebeu de YHWH poder e autoridade (era um Elohim verdadeiro). Mas YHHW não recebe poder de ninguém.

            Você também, pode atribuir como El (autoridade) o dinheiro, se é esse que conduz a sua vida, e é o seu objetivo, a sua razão de fazer as coisas.

            Um exemplo prático. Um Vice-Presidente, na ausência do presidente, é o Presidente, e tem toda a autoridade. Mas ele não é a mesma pessoa do Presidente, e está abaixo do Presidente. Mas é uma autoridade verdadeira, reconhecida. Assim, também você pode ter como autoridade, um traficante da sua comunidade. Ele é uma autoridade para você (como o dinheiro no caso anterior), mas para a Lei, é uma autoridade falsa.

            Outro exemplo prático. Um Rei, diante do caos que se encontra a cidade, pode fazer um discurso dizendo: “Eu sou a autoridade nessa cidade, e não há autoridade além de mim…. não coloquem autoridades falsas diante de mim”. Ele não quer dizer que o seus guardas (que receberam dele autoridade) não sejam autoridades, mas que ele está acima de todas as autoridades.

            A confusão se dá quando se passa do hebraico para o grego, pois aí, as palavras El, Elohim, ganham um significado teológico de uma mistura de culturas e tradições, passando a significar exclusivamente algo espiritual, divino (excluindo por exemplo, um cedro, um juíz, o Sol, ou qualquer coisa que exerça autoridade, poder, ou que seja majestoso, frondoso etc.).

            Observem como o elemento cultural é importante. Antes do Egito, o Pai não havia se manifestado por um nome próprio, na cultura do Oriente Médio primitivo, os “deuses” eram chamados por títulos, ou características próprias deles – Baal Peor (Senhor de Peor), El Toru (Autoridade Touro), Ishtar (Estrela), El-Bet-el (O poder, ou autoridade de Betel) etc., mas muito tempo depois, já inseridos na cultura egípcia (onde os deuses tinham nomes próprios – Osíris, ìsis, Rá etc.), quando o Pai se manifesta como o “Elohim de seus pais”, Moisés pede a ele um nome próprio (como os deuses do Egito tinham) para apresentá-lo diante dos hebreus e de Faraó.

            Mas quando se passa para o grego, gera a confusão, pois se dizemos que Jesus é Deus, e não é YHWH, vem a idéia de um politeísmo (há dois deuses), quando na verdade você só está dizendo que Jesus tem um título de autoridade (outorgado por YHWH), e obviamente YHWH também é uma autoridade (maior, tal como Presidente é uma autoridade maior que o Vice, que o deputado etc.).

            Jesus em nenhum momento se chamou de YHWH, ele não foi condenado por se dizer YHWH. Em seu julgamento, ele nem sequer foi acusado por ter dito EU SOU, porquê ali os fariseus se enfureceram porquê ele havia dito que antes que Abraão existisse, ele já existia (“antes que Abraão existisse, eu sou”), e não porquê ele havia se afirmado como sendo o YHWH, pois EU SOU não é um nome próprio (tanto que o Pai nunca mais se chamou assim), foi uma explicação preparatória para o nome que seria revelado (YHWH). Se sequer, tivesse passado pela cabeça dos fariseus, que Jesus se afirmava como YHWH, eles talvez nem o condenassem, ele viraria piada, seria considerado louco, tal como Henri Cristo, tamanho absurdo. Mas se dizendo o Messias, o Filho de Deus profetizado nas Escrituras, aí sim ele representava perigo, pois o povo aguardava esse líder, isso representaria perigo para a autoridade dos fariseus. É pura questão de lógica. Além disso, não há nenhuma profecia, de que o próprio YHWH se manifestaria na Terra (e se tivesse, seria descartada como loucura), as profecias falam de um Messias enviado por YHWH, e não do próprio YHWH.

            Basta somente usar a lógica para ver a diferença entre ambos (relevando os erros de tradução, os enxertos e distorções etc., ou seja, para ser didático, considerando os textos como sagrados e infalíveis).

            YHWH envia o Verbo (o Verbo sai da boca de alguém, e antes de sair da boca fazia parte, e era esse alguém), Jesus é o Verbo, é a Palavra, mas YHWH não é verbo nem palavra de ninguém… não há ninguém maior que o possa enviar.

            Jesus é o Caminho que conduzà YHWH, YHWH não serve de caminho para ninguém.

            YHWH é Pai… Jesus é chamado de pai da eternidade (segundo traduções equivocadas cristãs, mas tudo bem, relevemos), mas Jesus também é filho, e YHWH não é filho de ninguém (observem a superioridade e autoridade, de um poder que não se sujeita a ninguém).

            YHWH enviou Jesus, Jesus também enviou o Espírito Santo, enviou seus apóstolos… mas… YHWH não é enviado por ninguém (observe um poder absoluto, que não pode ser sujeito a ninguém).

            YHWH ressuscitou Jesus, Jesus também ressuscitou mortos…. mas….. YHWH não morre, e não é ressuscitado por ninguém.

            Jesus ora para YHWH, mas YHWH não ora para ninguém.

            Jesus é o Messias (o ungido), recebe unção de alguém… YHWH não pode ser ungido por ninguém (pois não há ninguém acima dele para o ungir).

            Jesus senta à direita de YHWH, YHWH não se senta à direita de ninguém.

            Jesus recebe todo o poder, a autoridade sobre todas as coisas… YHWH não recebe nada de ninguém (não há ninguém maior do que ele, para lhe dar poder).

            Jesus é elevado acima dos anjos…. YHWH não é elevado por ninguém (não há ninguém maior que ele, para o elevar).

            Jesus fala o que aprendeu do Pai… YHWH não aprende de ninguém (não há ninguém maior que ele, para o ensinar algo).

            Jesus, o cordeiro, se achou digno de abrir o livro, que estava nas mãos de YHWH… YHWH não precisa dessa aprovação de ninguém, não recebe livro das mãos de ninguém (não há ninguém acima dele, para julgar se ele é digno de algo ou não).

            Jesus, em Apocalipse, já tendo recebido todo poder, chama YHWH de “meu Deus”, YHWH não chama ninguém de “meu Deus” (pois não há autoridade acima dele).

            E por aí vai.

            É tanta lógica, e tão absurda a idéia de uma “Trindade”, que se você encontra um texto favorecendo a Trindade, se for minimamente inteligente, vai usar seu intelecto: “Está mal traduzido, ou estou interpretando errado.”

            ———- Agora, uma opinião minha (pessoal, somente minha, podendo eu, como um ser humano falho, estar sendo injusto com alguém), e generalizada (deixando claro que obviamente existem exceções):

            * Compreendo entretanto, que para os que mantém o poder, é útil a visão de Jesus como Deus. Jesus disse que onde estivessem dois ou mais, ele estaria, que ele estaria com seus discípulos até o fim dos tempos, que ele era o único mediador entre Deus e os homens etc., se você tira Jesus da posição de mediador, e o eleva a Deus, a posição de mediador fica vazia (fica só a frase mágica – “Em nome de Jesus”, dita para o próprio Jesus. Porquê já que ele é Deus, ele faz a mediação entre ele mesmo, e os homens. What?), podendo ser ocupada pelos clérigos, pelos santos, pelos pastores, pelas igrejas etc. Porquê convenhamos, Jesus na prática, não é mediador, ele é Deus…. se reza para ele, utiliza seu nome como palavra mágica (em nome de Jesus), mas qualquer um, que tenha um relacionamento com ele, e não esteja em um culto, religião, igreja, é mal visto. Porquê na prática, para as igrejas, religião etc., Jesus não pode mediar pessoalmente uma pessoa a Deus, ser o Caminho. Na prática (digo, é assim que as igrejas agem), ele está no Céu, loooonge (exatamente como Deus, WTF?), a não ser que você esteja na religião x, no culto x, batizado por x, etc.. fora isso, ele está looooonge…. e quem te leva a conhecer Deus (ou Jesus, que está tão longe na prática quanto Deus), é o pastor, o pregador, a igreja…. se você não frequenta a igreja regularmente, está com algum problema (Paulo disse para se ajuntar né), porquê né, a igreja é essencial, o dízimo é essencial para o seu relacionamento com Deus, ter um pastor sobre você é essencial…… quando sem a Trindade, a única coisa essencial para o seu relacionamento com Deus (segundo a Bíblia) seria Jesus.

          • É até uma questão de lógica. Se Jesus é o Caminho (um caminho te conduz para algum lugar – ele não é, esse lugar), logo ele não é o destino final (o Pai).

            Os evangélicos tem uma visão de “Deus” helenizada, como um ser, que mora em algum lugar (Céu dos Céus sei lá), que tem algum tipo de substância para ser dividida, que tem alguma essência, que gera um filho etc. – tudo isso são conceitos físicos, que não fazem sentido para um ser transcendente e incognoscível. Deve-se no máximo, utilizar-se de antropomorfismos e antropopatias para tentar “entender” algum propósito, mas não “literalizar” isso. Creio que espíritas, e até hindus (que compreendem os deuses como “manifestações” do mesmo poder absoluto) tenham mais noção da grandeza, da superioridade e do poder de Deus, que essa visão helenizada evangélica.

            Uma das grandes causas dessa visão helenizada, é que a palavra “Deus” confunde. “Deus” (da forma como os hebreus entendiam) não é um nome próprio exclusivo, nem mesmo é um título exclusivo. Esse conceito de “Deus” como sendo um ser espiritual, todo poderoso, surgiu muito tempo depois. Para os judeus, e outros povos do Oriente Médio antigo, a palavra El (traduzida como Deus) significa poder, autoridade. Assim, tanto Moisés (foi posto como Elohim para Faraó), quanto YHWH, quanto Jesus, quanto juízes, ou até mesmo os cedros, podem ser El (Deus), porquê não o Verbo?

            “Os montes foram cobertos da sua sombra, e os seus ramos se fizeram como os frondosos cedros [ARZÊ-EL] .” (Salmos 80:10)

            El (poder, autoridade, aquilo que te conduz) pode ser atribuído a diversas pessoas, divindades, ou mesmo objetos (os idólatras, atribuíam a ídolos de madeira etc.), e por isso quando quer afirmar sua autoridade acima de tudo, YHWH diz:

            “Pois YHWH vosso Elohim é o Elohim dos Elohim, e o
            Senhor dos senhores, o El grande, poderoso e terrível [ha’el hagadol haguibor wehanorá], que não faz acepção de pessoas, nem aceita recompensas” (Deuteronômio 10:17).

            Por isso, existem Elim (autoridades) falsas. Os idólatras atribuíam El (autoridade, poder) a coisas que não existiam (divindades, ídolos de madeira, cobre etc.). Mas temporariamente, diante de Faraó, Moisés foi colocado pelo próprio YHWH, como Elohim verdadeiro (Autoridade Verdadeira, Poder Verdadeiro). Jesus também recebeu de YHWH poder e autoridade (era um Elohim verdadeiro). Mas YHHW não recebe poder de ninguém.

            Você também, pode atribuir como El (autoridade) o dinheiro, se é esse que conduz a sua vida, e é o seu objetivo, a sua razão de fazer as coisas.

            Um exemplo prático. Um Vice-Presidente, na ausência do presidente, é o Presidente, e tem toda a autoridade. Mas ele não é a mesma pessoa do Presidente, e está abaixo do Presidente. Mas é uma autoridade verdadeira, reconhecida. Assim, também você pode ter como autoridade, um criminoso da sua comunidade. Ele é uma autoridade para você (como o dinheiro no caso anterior), mas para a Lei, é uma autoridade falsa.

            Outro exemplo prático. Um Rei, diante do caos que se encontra a cidade, pode fazer um discurso dizendo: “Eu sou a autoridade nessa cidade, e não há autoridade além de mim…. não coloquem autoridades falsas diante de mim”. Ele não quer dizer que o seus guardas (que receberam dele autoridade) não sejam autoridades, mas que ele está acima de todas as autoridades.

            A confusão se dá quando se passa do hebraico para o grego, pois aí, as palavras El, Elohim, ganham um significado teológico de uma mistura de culturas e tradições, passando a significar exclusivamente algo espiritual, divino (excluindo por exemplo, um cedro, um juíz, o Sol, ou qualquer coisa que exerça autoridade, poder, ou que seja majestoso, frondoso etc.).

            Observem como o elemento cultural é importante. Antes do Egito, o Pai não havia se manifestado por um nome próprio, na cultura do Oriente Médio primitivo, os “deuses” eram chamados por títulos, ou características próprias deles – Baal Peor (Senhor de Peor), El Toru (Autoridade Touro), Ishtar (Estrela), El-Bet-el (O poder, ou autoridade de Betel) etc., mas muito tempo depois, já inseridos na cultura egípcia (onde os deuses tinham nomes próprios – Osíris, ìsis, Rá etc.), quando o Pai se manifesta como o “Elohim de seus pais”, Moisés pede a ele um nome próprio (como os deuses do Egito tinham) para apresentá-lo diante dos hebreus e de Faraó.

            Mas quando se passa para o grego, gera a confusão, pois se dizemos que Jesus é Deus, e não é YHWH, vem a idéia de um politeísmo (há dois deuses), quando na verdade você só está dizendo que Jesus tem um título de autoridade (outorgado por YHWH), e obviamente YHWH também é uma autoridade (maior, tal como Presidente é uma autoridade maior que o Vice, que o policial etc.).

            Jesus em nenhum momento se chamou de YHWH, ele não foi condenado por se dizer YHWH. Em seu julgamento, ele nem sequer foi acusado por ter dito EU SOU, porquê ali os fariseus se enfureceram porquê ele havia dito que antes que Abraão existisse, ele já existia (“antes que Abraão existisse, eu sou”), e não porquê ele havia se afirmado como sendo o YHWH, pois EU SOU não é um nome próprio (tanto que o Pai nunca mais se chamou assim), foi uma explicação preparatória para o nome que seria revelado (YHWH). Se sequer, tivesse passado pela cabeça dos fariseus, que Jesus se afirmava como YHWH, eles talvez nem o condenassem, ele viraria piada, seria considerado louco, tal como Henri Cristo, tamanho absurdo. Mas se dizendo o Messias, o Filho de Deus profetizado nas Escrituras, aí sim ele representava perigo, pois o povo aguardava esse líder, isso representaria perigo para a autoridade dos fariseus. É pura questão de lógica. Além disso, não há nenhuma profecia, de que o próprio YHWH se manifestaria na Terra (e se tivesse, seria descartada como loucura), as profecias falam de um Messias enviado por YHWH, e não do próprio YHWH.

            Basta somente usar a lógica para ver a diferença entre ambos (relevando os erros de tradução, os enxertos e distorções etc., ou seja, para ser didático, considerando os textos como sagrados e infalíveis).

            YHWH envia o Verbo (o Verbo sai da boca de alguém, e antes de sair da boca fazia parte, e era esse alguém), Jesus é o Verbo, é a Palavra, mas YHWH não é verbo nem palavra de ninguém… não há ninguém maior que o possa enviar.

            Jesus é o Caminho que conduzà YHWH, YHWH não serve de caminho para ninguém.

            YHWH é Pai… Jesus é chamado de pai da eternidade (segundo traduções equivocadas cristãs, mas tudo bem, relevemos), mas Jesus também é filho, e YHWH não é filho de ninguém (observem a superioridade e autoridade, de um poder que não se sujeita a ninguém).

            YHWH enviou Jesus, Jesus também enviou o Espírito Santo, enviou seus apóstolos… mas… YHWH não é enviado por ninguém (observe um poder absoluto, que não pode ser sujeito a ninguém).

            YHWH ressuscitou Jesus, Jesus também ressuscitou mortos…. mas….. YHWH não morre, e não é ressuscitado por ninguém.

            Jesus ora para YHWH, mas YHWH não ora para ninguém.

            Jesus é o Messias (o ungido), recebe unção de alguém… YHWH não pode ser ungido por ninguém (pois não há ninguém acima dele para o ungir).

            Jesus senta à direita de YHWH, YHWH não se senta à direita de ninguém.

            Jesus recebe todo o poder, a autoridade sobre todas as coisas… YHWH não recebe nada de ninguém (não há ninguém maior do que ele, para lhe dar poder).

            Jesus é elevado acima dos anjos…. YHWH não é elevado por ninguém (não há ninguém maior que ele, para o elevar).

            Jesus fala o que aprendeu do Pai… YHWH não aprende de ninguém (não há ninguém maior que ele, para o ensinar algo).

            Jesus, o cordeiro, se achou digno de abrir o livro, que estava nas mãos de YHWH… YHWH não precisa dessa aprovação de ninguém, não recebe livro das mãos de ninguém (não há ninguém acima dele, para julgar se ele é digno de algo ou não).

            Jesus, em Apocalipse, já tendo recebido todo poder, chama YHWH de “meu Deus”, YHWH não chama ninguém de “meu Deus” (pois não há autoridade acima dele).

            E por aí vai.

            É tanta lógica, e tão absurda a idéia de uma “Trindade”, que se você encontra um texto favorecendo a Trindade, se for minimamente inteligente, vai usar seu intelecto: “Está mal traduzido, ou estou interpretando errado.”

            ———- Agora, uma opinião minha (pessoal, somente minha, podendo eu, como um ser humano falho, estar sendo injusto com alguém), e generalizada (deixando claro que obviamente existem exceções):

            * Compreendo entretanto, que para os que mantém o poder, é útil a visão de Jesus como Deus. Jesus disse que onde estivessem dois ou mais, ele estaria, que ele estaria com seus discípulos até o fim dos tempos, que ele era o único mediador entre Deus e os homens etc., se você tira Jesus da posição de mediador, e o eleva a Deus, a posição de mediador fica vazia (fica só a frase mágica – “Em nome de Jesus”, dita para o próprio Jesus. Porquê já que ele é Deus, ele faz a mediação entre ele mesmo, e os homens. What?), podendo ser ocupada pelos clérigos, pelos santos, pelos pastores, pelas igrejas etc. Porquê convenhamos, Jesus na prática, não é mediador, ele é Deus…. se reza para ele, utiliza seu nome como palavra mágica (em nome de Jesus), mas qualquer um, que tenha um relacionamento com ele, e não esteja em um culto, religião, igreja, é mal visto. Porquê na prática, para as igrejas, religião etc., Jesus não pode mediar pessoalmente uma pessoa a Deus, ser o Caminho. Na prática (digo, é assim que as igrejas agem), ele está no Céu, loooonge (exatamente como Deus, WTF?), a não ser que você esteja na religião x, no culto x, batizado por x, etc.. fora isso, ele está looooonge…. e quem te leva a conhecer Deus (ou Jesus, que está tão longe na prática quanto Deus), é o pastor, o pregador, a igreja…. se você não frequenta a igreja regularmente, está com algum problema (Paulo disse para se ajuntar né), porquê né, a igreja é essencial, o dízimo é essencial para o seu relacionamento com Deus, ter um pastor sobre você é essencial…… quando sem a Trindade, a única coisa essencial para o seu relacionamento com Deus (segundo a Bíblia) seria Jesus.

          • Seu texto é longo e confesso que não li inteiro até porque percebi que entra nos méritos de nomes o que é uma discussão que não leva nada a lugar algum, mas vou me deter no inicio de sua postagem:

            “É até uma questão de lógica. Se Jesus é o Caminho (um caminho te conduz para algum lugar – ele não é, esse lugar), logo ele não é o destino final (o Pai).”

            Primeiro, você teve um erro de leitura, pois Jesus diz “ninguém VEM

          • A primeira resposta saiu recortada, por isso segue ela completa.

            Seu texto é longo e confesso que não li inteiro até porque percebi que entra nos méritos de nomes o que é uma discussão que não leva nada a lugar algum, mas vou me deter no inicio de sua postagem:

            “É até uma questão de lógica. Se Jesus é o Caminho (um caminho te conduz para algum lugar – ele não é, esse lugar), logo ele não é o destino final (o Pai).”

            Primeiro, você teve um erro de leitura, pois Jesus diz “ninguém VEM ao Pai” e não “VAI”.

            Veja o capitulo inteiro:

            “7 Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis, e o tendes visto.”

            “9 Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?”

            “10 Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo não as digo de mim mesmo, mas o Pai, que está em mim, é quem faz as obras.”

            “11 Crede-me que estou no Pai, e o Pai em mim; crede-me, ao menos, por causa das mesmas obras.”

            “20 Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós.”

            Quem não entende o texto abaixo jamais pode entender João 14

            “Eu e o Pai somos um.” João 10:30

          • A “LÓGICA” da Trindade

            Imaginem duas pessoas. Você vê o braço, a cabeça, os cabelos, e pensa: o que as torna diferentes? E você, um ser pensante, logo deduz que há algo na constituição delas, que as torna diferentes.

            Então a Ciência descobre os tecidos, as moléculas, as células, o DNA etc. Ótimo. Mas os tecidos são diferentes entre si, as células, o DNA. O que os torna diferentes? Você logo, como ser pensante, deduz que há algo diferente na sua constituição. E assim a Ciência avança “para dentro”, até chegar no átomo. Mas os átomos são diferentes entre si. O que determina essa diferença? Você, como ser pensante, logo deduz que há algo em sua constitução que determina essa diferença. E assim a Ciência chega nos quarks, léptons, etc., e devido à diferença entre as coisas mais elementares da física, como, o que torna o Bóson de Higgs, o Bóson de Higgs? Sabemos, pela lógica, que ainda temos um longo caminho a trilhar, pois se há regras, leis, diferenças entre determinados elementos – há algo que determina isso.

            Algumas pessoas vêem “Deus” no final, e se ele (ou isso) é “Eterno”, “Infinito”, “A causa da lógica e a própria existência em si”, esse caminho vai ser infinito (acharemos leis atrás de leis, partículas atrás de partículas), e tudo se encerra em “Deus”. Mas se você, pela sua imaginação, doutrinação, loucura etc., classifica “Deus”, dá a ele alguma substância, propriedade, morada, etc., ele deixa de ser o “Final”, pois a lógica te leva a continuar questionando: “O que dá a ele essa substância, que morada é essa que o contém? O que há além dela?”. Portanto, não teria sentido.

            Já para o cético, as perguntas vão parar exatamente onde a Ciência chegou… ele não vai ficar deduzindo através da imaginação, o que está além do ponto onde nossa tecnologia e razão nos permite observar. Ele diz humildemente: “Ainda não descobrimos”. Ponto final.

            Agora vamos fazer o caminho inverso.

            O politeísmo vem de acreditar que existem diversas “autoridades” quase que equivalentes, cada qual dominando de forma independente, determinada esfera (o Sol, o Nilo, a Morte, o Hades, os Mares, a Sorte, a Guerra, a Ganância, o Amor etc.). Aí vem a lógica, como ocorreu essa divisão? O que determina essa diferença (que um domina as águas, e o outro o mar)?

            Isso logo te leva a pensar em uma força maior, que mantém tudo isso, que determina essas diferenças, que estabelece essas leis, exatamente como no exemplo anterior. Isso seria o “Eterno”, “YHWH”, Brahmân, Caos (para os gregos), Olorum (Candomblé) etc…

            Os antigos do Oriente Médio observavam o Sol, e viam ele como um “Deus”, um El (autoridade, poder, que conduz algo) que conduzia o plantio, que lhes dava calor, energia. Eles viam o Sol nascer, e desaparecer, ficar próximo, ou distante. Mas observavam que as nuvens cobriam o Sol. E quando a Lua chegava, o Sol se retirava. Haviam então, diversos Elim (poderes) no Universo. Então, a lógica foi os levando adiante (como no exemplo anterior). Eles observaram, que o Sol não se movia como queria, como um ser livre e independente. Ele respeitava, e seguia periodicamente, um determinado movimento, como que se fosse ordenado a ele. Então, deduziram que o Sol não é um “Deus”, ele está sujeito a algo, a um movimento pré-determinado, durante um ciclo pré-determinado. O que determinava o movimento do Sol? E então, chegaram pela lógica, que havia um “El” (autoridade, um poder, algo que o conduz) acima do Sol. E então veio o Deus do Sol (a autoridade sobre o Sol, ou O que conduz o Sol). Mas também havia a Lua, o ciclo hidrogeológico, o que determinava os períodos de seca e cheias do Nilo etc., desconhecendo os fenômenos físicos, foram atribuídos Elim (poderes) para tudo isso. O mesmo ocorreu com o amor, a guerra etc.

            Mas o que diferencia esses Elim? O que determina suas diferenças? O que limita seus poderes? O que criou suas moradas? A lógica te leva:

            – O cético vai pesquisando, a ciência vai avançando, e ele vai descobrindo que esses fenômenos são naturais, que existem leis pré-estabelecidas, etc., e vai parar no ponto onde a Ciência e a razão podem chegar, não indo além disso com sua imaginação ou crenças.

            – O deísta puro (sem religião) vai chegar à conclusão de que no “Final”, há “Deus”, a “Lógica” que estabelece todas essas leis, todas essas diferenças etc., embora ele tenha noção de que não pode classificar, compreender, ou estudar esse ser (ou causa) transcendente e incognoscível, pois isso seria dizer que há algo além desse “Deus”, que lhe dá determinada morada, substância etc.

            – O deísta religioso (criado em alguma religião) ou vai estabelecer um deus supremo em seu panteão (se for politeísta), ou vai crer que o Deus supremo se manifesta de diversas formas, mas que essas formas são apenas manifestações e poderes dele, e não seres independentes.

            Isso, quando se lida com seres que pensam por si mesmos. E isso de nenhum jeito, desmerece os mistérios de Deus, pois no final, seja o Deus Supremo dos politeístas, ou seja o projetor das manifestações, seja “A Incognoscível Causa e Lógica de Tudo”, a “Existência em Si”, ou o “Não sei” dos céticos, o ponto “Final”, ou o “Ciclo Infinito”, permanece, ou permanecerá longe do alcance da nossa lógica, cheio de mistérios.

            Está inclusive escrito em Deuteronômio: “O que é oculto pertence a Deus, o que é revelado, a nós e a nossos filhos….”.

            Agora, chegamos na “Trindade”. Se ela está “revelada” nas Escrituras (Façamos o homem, Deus era Verbo, e blá blá blá), ela não é oculta (misteriosa). Então, sem aquela desonestidade intelectual, e fuga pela tangente: “É mistério de Deus”, “Não cabe a nós entender”.. se não coubesse a nós entender, não nos seria revelado. Se o próprio Deus, se faz entender (seus propósitos, e não sua estrutura), através de simbolismos (sentado no Trono para entendermos que ele tem autoridade, se chama Senhor dos Exércitos para entendermos que ele está no controle de tudo, para não temermos nenhuma força humana, etc.), antropomorfismos e antropopatias (Deus se irou, para mostrar que ele não aprova isso, Deus se agradou, para mostrar que ele aprovou isso, etc.), porquê revelar algo, que é mistério (WTF?)?

            E nesse ponto, a Trindade é totalmente sem sentido. Você diz que Deus é Três, e ao mesmo tem é Um. Haja imaginação – porquê você deduz que ele é três, através da interpretação de versículos bíblicos (doutrinação e tradição durante milênios), traduzidos provavelmente da fala aramaico para a escrita grega, do grego para o português, sem considerar erros, adulterações etc. – e porquê está CLARAMENTE escrito que ele é UM. Então o que fazer? Pesquisar, se aprofundar, abrir a mente, usar a lógica, o raciocínio, para considerar os tais versículos que conflitam com o claríssimo “Deus é Um”? Não. Vamos juntar tudo, mesmo que não faça sentido, e no final dizer que é mistério de Deus, e dane-se a lógica.

            Se Deus é três.. se divide em Pai, Filho e Espírito Santo, ou se três pessoas tem a mesma substância, ou se um foi gerado de Deus, etc., o que determina essa estrutura (três em um)? O que divide Deus em três? Em três missões? Que substância é essa? Você chega no ponto, de logicamente, raciocinar que há um “Poder” além desse deus trino, que determina tudo isso, e que contém esses três em um. Você voltaria ao politeísmo – Pai, Filho e Espírito Santo, iguais em substância e poder, tem o mesmo propósito (agem como um), mas cada um com sua missão – O Pai controla tudo, o Filho vem resgatar a humanidade e reinar, o Espírito Santo guia etc..

            Qualquer característica física, estrutural, ou conceitual que você dê a Deus (uma morada, uma substância, uma divisão, um três em um, uma energia etc.), o limita, e o insere em um contexto de “criação” (como nos exemplos anteriores), a lógica te diz então, que há algo além desse “deus”, que determina essa estrutura, substância, ou conceito. Ou seja, você tira o seu “Deus” do “Final”, e o trás para dentro da espiral de perguntas (e o que tem além disso, e além disso, e além disso etc..).

          • Marcos,

            passando por alto suas gracinhas – para não dizer “falácia ad hominem” -, vamos fazer alguns apontamentos a respeito do que você escreveu:

            “O plagiador João (segundo você) é o mesmo que escreve o relato no qual você se ampara para negar a divindade de Jesus, mas aquele homem de carne e osso, que sentia dor, cansaço, fome e sede era o Deus que se fez carne.”

            O fato de João – seja lá quem for esse João – haver plagiado João 1:1 do Rig Veda, milhares de anos mais antigo, não significa que ele tenha plagiado tudo o mais. Pode ser, também, que a mesma inspiração que havia no autor do Rig Veda, que escreveu “No começo era Brahman; com ele estava Vâk, a Palavra; e a Palavra é Brahman.”, havia também no autor do referido Evangelho, considerando a hipótese da verdade como sendo partilhada por todas as religiões.

            “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.” Fp 2:5-8

            Sem embargo dos problemas de tradução – sim, pois outras traduções dizem que ele não usou de uma usurpação, ou seja, que fosse igual a Deus -, o fato, meu caro, é que ser igual não é ser da própria natureza. Assim, um gêmeo é igual ao outro, mas não formam uma só pessoa. Jesus é igual a Deus em muitos sentidos, mas não é o próprio Deus.

            “1 -Ele afirma ser um com o Pai (Jo 10:33).”

            Ele também pediu que sejamos um com ele e com Deus:

            “Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. (João 17:21) Por acaso somos Deus por sermos um com Ele?

            “2 -Afirma que quem O vê, vê o Pai (Jo 14: 7-9).”

            Porque ele representa o Pai, tem o caráter do Pai, o amor do Pai, etc.

            “3 -Afirma que preexistia antes de Abraão (Jo 8:58). Sua afirmação é no presente “Eu Sou”, semelhante ao nome com que o Deus Eterno se revelou a Moisés no sinai (Ex 3:14,15). Isso ficou tão claro para os judeus (sua reivindicação de divindade), que quiseram apredejar a Jesus por blasfêmia.”

            Preexistir antes de Abraão não faz de Jesus Deus; os anjos também preexistiam. Além disso, dizer “Eu Sou” não faz dele o próprio Deus que disse “Eu Sou”, pois, se assim fosse, que sentido teria ele falar de si mesmo como inferior ao Pai sendo ele o próprio Pai? Que sentido teria ele orar a si mesmo, como ao dizer “Por que me desamparastes”? É muita temeridade desafiar o monoteísmo judaico por conta de duas palavrinhas.

            “4 -Afirma que quem O honra, está honrando o Pai (Jo 5:23).”

            Sim, pois ele representa, como Mestre Espiritual, o Pai.

            “5 -Afirma ter a mesma natureza de vida que existe somente em Deus, o Pai (Jo 5:26).”

            Esse texto, longe de provar que Jesus é Deus, prova justamente o contrário, pois deixa claro que essa vida foi DADA a ele por Deus.

            “Já você, acolhe o que lhe apraz, retorce o que está escrito, chegando ao absurdo de ventilar uma homossexualidade de Paulo.”

            Acolho o que me apraz e algumas coisas que não me aprazem, e você faz o mesmo. Não “retorço” nada do que esta escrito, apenas interpreto diferente de você, e não sou eu quem ventilou uma homossexualidade enrustida em Paulo, mas outros autores. Eu apenas acho que não pode ser desprezada a hipótese de homossexualidade em Paulo.

            “Teu Deus é o teu ventre, talvez no seu caso teu deus esteja um pouco abaixo do ventre.”

            Não, não é. Inclusive sou vegetariano, e como para viver, não vivo para comer. Faço pouco sexo, e, para o futuro, estou pensando em fazer voto de brahmacharya, para melhor desenvolver minha espiritualidade.

            “Teu deus é a sua condição, tua homossexualidade, infelizmente você vive em função dela. Uma pena, pois, Deus não está nem aí para ela, ele quer mudar seu coração, pois um coração mudado gera frutos de arrependimento.”

            Não, meu caro, meu Deus não é minha homossexualidade, nem eu sou minha sexualidade, pois não somos este corpo, seja ele hétero ou gay: somos almas eternas, somos parte de Deus, pois “O homem não é importante porque “O Homem não é importante pelo seu Ego ou pela sua personalidade. O Homem é importante porque, como alma, ele é parte de Deus.” (Paramahansa Yogananda).

            “Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo, Cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas.” – Filipenses 3:18,19

            Não sou inimigo de Cristo, pois reconheço nele um grande Mestre Espiritual enviado por Deus. Além disso, “Um diamante terá menos valor só por estar coberto de lama? Deus vê a beleza imutável da sua alma. Ele sabe que nós não somos os nossos erros.” (Paramahansa Yogananda)

            “Para quem pinça as Escrituras aquilo que lhe apraz, este meu texto não lhe servirá de nada, não tem problema, mas fica o meu parecer para os que se interessarem.”

            Se eu “pinço” as Escrituras, você faz o quê?

            “Que Deus te abençoe e te ilumine. Se pareci rude, não foi a intensão, mas às vezes é necessário um pouco mais de firmeza para ser entendido (ainda que eu creia que só Deus pode iluminar o homem). Só gastei meu tempo em escrever porque lhe tenho em muita estima e consideração, caso contrário, ficaria nesse bate boca sem fim, como muitos aqui.”

            Obrigado pela consideração; você não me ofendeu.

            Deus te abençoará pelo tempo despendido por minha causa.

          • Em tempo:

            Quando Jesus disse “Por que me chamas bom? Ninguém é bom, a não ser um, que é Deus!” (Mc 10:18), ele deixou claro, insofismavelmente claro, que não é Deus, mas um enviado de Deus.

            Assim, Marcos, experimente analisar os versículos que você citou, porém à luz do versículo de Marcos 10:8, e você descobrirá a chave.

          • Marcos Oliveira…..

            “Seu texto é longo e confesso que não li inteiro até porque percebi que entra nos méritos de nomes o que é uma discussão que não leva nada a lugar algum, mas vou me deter no inicio de sua postagem:”

            Só três observações:

            1) Se você não leu o texto todo (por ser longo), não tenho porquê continuar a discussão (nota-se que a doutrinação se encontra profundamente enraizada em você).

            2) Se você acha que os nomes não levam a lugar nenhum, mais um motivo para não continuar a discussão, pois além de você demonstrar total ignorância a respeito da cultura e língua que regem as Escrituras, na qual você procura embasar sua tese (quando na verdade, você só repete a doutrinação implantada em você, através de versículos decorados, sem utilizar raciocínio próprio), você se nega a aprender (despreza o conhecimento, acerca dos nomes).

            3) Ironicamente, depois de desprezar o conhecimento linguístico, o único argumento que você contesta, é linguístico (ninguém vem ao Pai), de uma tradução do português, mesmo eu dizendo que não estava levando em consideração os erros de tradução, enxertos, adulterações etc.. Mas mesmo assim, já que foi o único argumento que conseguiu contestar, vou te responder. Veja a falta que faz um pouco de conhecimento linguístico (que você despreza):

            Jo 14:6:

            λέγει αὐτῷ Ἰησοῦς· ἐγὼ εἰμι ἡ ὁδὸς καὶ ἡ ἀλήθεια καὶ ἡ ζωή· οὐδεὶς ἔρχεται πρὸς τὸν πατέρα εἰ μὴ δι’ ἐμοῦ

            Legei autō Iēsous: egō eimi hē hodos kai hē alētheia kai zōē; oudeis erkhetai pros ton patera ei mē di’ emou.

            A frase em grego PROS TON PATERA “ao Pai” indica um movimento em direção ao Pai (vai ao Pai) e anula a ideia de que Jesus seria o Pai. Como a palavra pode ter as duas conotações, um tradutor trinitarista, vai traduzir por “vem”, um não trinitarista, por “vai”.

            Para dar um exemplo, em Mateus 14:25 ao narrar o relato no qual Jesus andou sobre as águas lemos que Jesus “foi ter com eles” (i.e os apóstolos). O verbo em português ‘foi” provém de ἔρχομαι (o mesmo usado em Jo 14:6).

            Portanto, isso não prova a Trindade. A lógica e o raciocínio, servem para serem utilizados: “se ele é o caminho, leva a algum lugar, logo ele não é o lugar.” Então, alguém que raciocinasse independente de doutrinação, vai traduzir por “Vai”, porquê por um caminho se VAI a algum lugar.

            Existe um site, chamado Codex Sinaíticus: http:// codexsinaiticus . org /en/ , onde você pode ter acesso ao mais confiável e antigo códex do NT, em grego, e verificar por você mesmo, não só esse, mas diversos versículos que são usados para apoiar a “Trindade”. Se gostar de pensar por si mesmo, claro.

            —————————-

            Quanto à repetição de versículos decorados, creio que o Sandro respondeu com louvor.

            Não tendo mais o que discutir, grande abraço.

  18. O Clamando, para justificar seus xingamentos, insiste em que os santos irão julgar o mundo, como disse Paulo. Porém, o “doutor” não explica o porquê de passar em alto estes fatos:

    a) o julgar o mundo, a que Paulo se refere, é no Juízo Final. E quando o Apóstolo fala das coisas pequenas, que são pelos cristãos julgadas já neste mundo, ele se refere à questões de ordem legal, como litígios envolvendo um crente contra o outro e que vão parar na justiça comum. De maneira nenhuma Paulo esta contestando o que Jesus disse: “Não julgueis para não serdes julgados.”;

    b) Paulo disse que os SANTOS julgarão o mundo. Ora, desde quando vendilhões do Evangelho, e politiqueiros em nome de satanás, são qualquer coisa a que se possa chamar de santo?

    c) se os evangélicos não julgam nem os ladrões que existem em seu meio, como poderão julgar o mundo? Esse povinho (com exceção dos poucos fiéis) é mesmo muito jactancioso, muito soberbo e extremamente pretensioso. Imagina só: o Clamando pretendendo julgar o mundo?!! É muito para o orgulho, soberba e intolerância desse homem que não se constrange em causar vergonha alheia.

  19. Outra coisa,

    Cristo sabia dos difíceis momentos que a sociedade vivenciaria, portanto temerário trazer filhos pra esse mundo atual, bastando vê as perseguições de caráter religioso, coisa que antes nem era de grande monta, principalmente a conduzida mundo afora pela católica.

  20. Alô, pessoal!
    Assunto de urgência!
    Tem gente aqui postando comentários com o nome/nick de outra pessoa.
    O meu foi invadido hoje por algum filh0-da-put@, uma campanha difamat0ria repugnante, isso depois de tentarem me desmoralizar me chamando de messalin@, vagabund@, vadi@.
    Tem vários que me odeiam aqui…mas não esperava que a CANA-LHICE chegasse a tanto.
    Acho que de tanto criticar os gays, possivelmente algum postou coisas horríveis como Princesa de Arendelle, mas eu não reconheço como minhas aquelas infâmi@s.
    Postaram coisas como se fosse eu…ridícul0.
    Como se eu não fosse mulher, mas algum gay/travek0 ou qualquer dessas coisas.
    Levei um choque tremendo quando vi aquilo, escreveram como se eu fosse um homem tentando se passar por mulher.
    E ainda não me recuperei…passei mal…chorei muito…não merecia isso.
    Quem será o maldito?
    Ah, se eu pego quem fez isso!
    Eu pensei até em morrer quando me deparei com o texto escrito com maldade diabólica.
    Tenho até suspeita de quem fez isso, mas não posso acusar…
    Mas a administração do site vai saber, isso vai…
    Desgraçados, covardes…
    Eu sou mulher 100% hétero real e verdadeira, ouviram?
    TUDO AQUILO É QUEM ESCREVEU AQUELA PORCARIA.

    • Não fique nervosa, Mariana, essas coisas acontecem. Além disso, você já disse que os comentários não são teus e também tem o fato de que as pessoas reconhecem o estilo literário de cada um. Eu gosto de chamar você de Mariana, porque este é seu nome, e é um nome muito bonito, pois junta o nome de Maria e de Santa Ana, e sendo que princesa de arendelle é um título, não um nome, o que faz com que outras pessoas possam se sentir também no direito de usar esse nick. Triste, Mariana, não é alguém se fazer passar pela gente em comentários anônimos: triste é o que a impressa marrom deste país faz ao expor inocentes e destruir reputações para atender aos interesses de ricos poderosos. Fica calma.

    • Não fique nervosa, Mariana, essas coisas acontecem. Além disso, você já disse que os comentários não são teus e também tem o fato de que as pessoas reconhecem o estilo literário de cada um. Eu gosto de chamar você de Mariana, porque este é seu nome, e é um nome muito bonito, pois junta o nome de Maria e de Santa Ana, e sendo que princesa de arendelle é um título, não um nome, o que faz com que outras pessoas possam se sentir também no direito de usar esse nick. Triste, Mariana, não é alguém se fazer passar pela gente em comentários anônimos: triste é o que a impressa marrom deste país faz ao expor inocentes e destruir r e p u t a ç õ e s para atender aos interesses de ricos poderosos.

      • A loucura dessa mulher é mais acentuada do que eu pensava. Você leu alguma postagem insinuando que ela é homem? Eu não li nenhuma. Ela costuma transcrever os comentários para “analisá-los” passo-a-passo, desmerecendo o autor do comentário, no entanto, agora não o fez. Tem gato nessa tuba.

      • A loucura dessa mulher é mais acentuada do que eu pensava. Você leu algum comentário insinuando que ela seja homem? Por que este suposto comentario a abalou tanto? Ela costuma transcrever comentários inteiros para analisá-los passo-a-passo, no entanto, não o fez desta vez. Tem gato nesta tuba.

        “Tenho medo de possuídos, seja pelo que for”.

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