Pastor é morto a tiros enquanto pregava em um culto em igreja evangélica nos Estados Unidos

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Na última sexta feira um pastor foi morto a tiros no meio de um culto que ele celebrava em uma igreja na cidade de Lake Charles, no estado norte-americano da Louisiana.

O pastor Ronald J. Harris Sr. pregava para cerca de 60 pessoas na igreja Tabernacle of Praise Worship Center, quando um homem entrou na igreja “caminhou até ele e atirou à queima-roupa”, conforme afirmaram as testemunhas. O pastor morreu ainda no local.

Kim Myers, porta voz do escritório do xerife de Lake Charles, afirmou que um suspeito pelo crime já foi detido pelos policiais. Informações preliminares não revelam se havia algum vínculo entre o pastor e o atirador, identificado como Woodrow Karey, 53 anos.

Também residente de Lake Charles, Karey ligou para o escritório do xerife confessando o crime, segundo informou Kim Myers, e foi detido pela polícia nesse sábado (28) e acusado de homicídio em segundo grau. A fiança de Karey foi estipulada em US$ 1 milhão pelas autoridades.


Segundo o Huffington Post, após prender Karey, os policiais encontraram duas armas de fogo em uma área arborizada: uma espingarda e uma pistola calibre 22. De acordo com a polícia, Woodrow Karey não tem nenhum antecedente criminal conhecido.

Por Dan Martins, para o Gospel+

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  1. Um crime incomum chamou atenção da mídia no último final de semana. Um homem armado entrou na igreja Tabernáculo do Centro de Adoração e Louvor na cidade de Lake Charles, Louisiana. Dirigiu-se ao púlpito e deu dois tiros no pastor Ronald J. Harris enquanto ele estava fazendo a abertura do culto.

    Havia cerca de 60 fiéis presentes no templo. O homem então saiu do templo e alguns minutos depois ligou para a polícia. Ele estava a uma quadra de distância. Além de confessar o homicídio, mostrou para os policiais onde estava a espingarda usada na hora do crime.

    Seu nome é Woodrow Karey Jr., 53 anos e ex-diácono da igreja. Ele saiu da igreja cerca de 4 anos atrás. Agora, aguarda julgamento sentado em uma cela na prisão do condado. O juiz preventivamente estabeleceu uma fiança de um milhão de dólares. Karey não tem histórico de doença mental nem de atividade criminal.

    Em entrevista à rede CNN, Talisha Harris, filha do pastor Harris, relatou: “Foi todo muito caótico. Tinha pessoas correndo por toda parte”. Ela se diz totalmente confusa ao tentar entender por que Karey matou seu pai. Em lágrimas, declarou: “Meu pai era um grande pessoa… um pregador e mestre impressionante. Tinha um grande coração, amava a todos, e sempre queria ajudar”. Por fim, disse estar convicta que se tivesse sobrevivido, o pai perdoaria seu algoz.

    Porém, a polícia divulgou que o motivo aparente do crime é o envolvimento amoroso do pastor com a esposa de Karey. Dois dias antes do assassinato, a mulher procurou a polícia para denunciar que o pastor a tinha estuprado. Em depoimento à polícia, o autor dos disparos afirmou ter encontrado mensagens amorosas do pastor enviadas para sua esposa.

    Nas últimas horas, surgiram especulações de que a situação pode ser ainda mais séria. Um membro da igreja, que pediu para não ser identificado, afirmou que o pastor tem um histórico de envolvimento sexual com diferentes mulheres na Igreja. Segundo ele a filha de Karey está grávida e não quer revelar quem é o pai da criança. Karey suspeitaria que era o pastor Harris, o que aumentaria seu desejo de vingança. Com informações de Reuters, Daily Mail e Pimpreacher.

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