Arqueólogos anunciam descoberta de pergaminhos antigos que sugerem que Jesus era negro

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Que a aparência de Jesus Cristo provavelmente não era nada parecida com as descrições de pinturas e filmes de Hollywood, muita gente já sabe. Mas agora, documentos datados de séculos atrás oferecem novas pistas sobre a aparência do Filho de Deus e sugerem que ele foi negro.

Os manuscritos em questão, com origem entre 318 e 408 d. C., foram estudados por uma equipe de arqueólogos da Universidade de Tel Aviv, em Israel, de acordo com informações do Global Research.

A equipe liderada pelo professor Hans Schummer chegou à conclusão de que Jesus tinha a pele de cor “mais escura” do que a de seus pais por causa dos relatos na coleção de pergaminhos, que tem autoria atribuída por um pequeno grupo sectário judaico chamado essênios.

Os pergaminhos foram encontrados na região de West Bank, mesmo local onde os documentos conhecidos como Manuscritos do Mar Morto foram descobertos em 1947.


Pelas inscrições encontradas, os estudiosos chegaram à conclusão de que os autores acreditavam que Jesus tinha uma cor de pele “mais escura” do que a de seus pais: “A criança era a cor da noite”, diz parte do texto em um fragmento do pergaminho. “No escuro da noite, nada do bebê podia ser visto, exceto o branco de seus olhos”, acrescenta outra parte do documento.

No material, há, segundo o professor Schummer, uma referência a um homem chamado Hamshet, que supostamente seria um meio-irmão de José, marido de Maria e pai de Jesus. Nos textos, Hamshet é apontado como alguém também de pele escura e “não confiável” e “malfadado”.

Ainda não há maiores informações sobre o documento e se existem outras evidências que corroborem a alegação dos autores desses manuscritos. O que se sabe é que a aparência de Jesus não interferiu em seu ministério e que, com certeza, ele revolucionou o mundo com a mensagem do Evangelho.


84 COMENTÁRIOS

      • Você comete o erro típico protestante: o da arrogância
        Arrogância:
        1. É ter um orgulho dominante, altivez, soberba, desprezo pelos outros.
        2. É ter uma atitude superior, fazendo as pessoas se sentirem inferiores.
        3. É mostrar uma atitude rebelde e desobediente diante da autoridade.
        Este comportamento é comumente exibido por muitas (mas não todas) seitas protestantes.
        O oposto da arrogância é a humildade. O oposto da desobediência é a obediência. Por favor, alguém poderia me mostrar o versículo em que Jesus nos ensina a ser arrogantes e não humildes? Por favor, mostre-me onde ensina a desobediência em lugar da obediência…
        Ele foi obediente e humilde através dos Evangelhos. Então não devemos imitá-lo?
        Ele foi obediente e mostrou humildade à sua Mãe Maria e a São José, depois de ter sido encontrado no Templo (Lucas 2,51); e à sua mãe em Caná (João 2,3-10). Somente imaginemos: aqui está o Criador do Universo, em humilde obediência a uma criatura que Ele mesmo havia criado. Obedeceu a Pilatos, a Herodes, ao regime romano (Marcos 12,17), inclusive a Sua morte na cruz.
        – “O maior dentre vós será vosso servo. Aquele que se exaltar será humilhado e aquele que se humilhar será exaltado” (Mateus 23,11-12).
        – “Semelhantemente, vós outros que sois mais jovens, sede submissos aos anciãos. Todos vós, em vosso mútuo tratamento, revesti-vos de humildade; porque Deus resiste aos soberbos, mas dá a sua graça aos humildes (Pr 3,34). Humilhai-vos, pois, debaixo da poderosa mão de Deus, para que ele vos exalte no tempo oportuno” (1Pedro 5,5-6).
        Mais dois versículos ignorados pelos protestantes.
        Para aqueles protestantes que se auto-enaltecem devido a uma arrogância instigada, como podem justificar suas ações frente ao que Jesus Cristo estabeleceu como exemplo para seguirmos?
        Onde está a humildade no protestante ao invés da arrogância?
        Onde está a obediência ao invés da desobediência? Martinho Lutero foi obediente? Foi humilde?

      • O erro protestante da Hipocrisia
        Os protestantes negaram o Purgatório porque não puderam encontrar a palavra na Bíblia, ainda que a própria doutrina esteja na Bíblia.
        Por que então, a maioria deles crê na Trindade quando esta palavra também não está na Biblia?
        Hipocrisia?
        Por que os protestantes creem em algo chamado “o rapto” quando, curiosamente, não encontramos esta palavra na Bíblia?
        Hipocrisia?
        Os protestantes dizem que se não está na Bíblia não acreditarão…. Sola Scrptura!
        Simplesmente por se tratar da “Sola Scriptura”, nem eu, nem eles, nem ninguém mais pode encontrar as palavras da doutrina da Sola Scriptura em nenhuma parte da Bíblia.
        Como podem crer nesta doutrina se nem sequer podem encontrá-la na Sagrada Escritura?
        Isso não é ser hipócrita, especialmente neste tema?
        Os protestantes declaram que a Igreja Católica é corrupta; ao mesmo tempo, proclamam que a Bíblia é infalível. De qualquer forma, é um resultado inevitável, comprovado pelos fatos históricos, que a Bíblia certamente nos chegou às mãos graças a Igreja Católica. Portanto, estão eles dispostos a admitir que a “Igreja Corrupta” lhes deu uma Bíblia corrupta? Ou por outro lado, estão dispostos a admitir que foi uma Igreja Infalível que proporcionou uma Bíblia Infalível?
        De que modo deve ser? Uma Igreja Corrupta e uma Bíblia Corrupta ou uma Igreja Infalível e uma Bíblia Infalível?
        Por que os protestantes aceitam a decisão infalível, feita pelos bispos [católicos] nos Concílios da Igreja Católica para estabelecer o cânon do Novo Testamento, enquanto que, ao mesmo tempo, negam as decisões feitas pelos mesmos Concílios e Bispos para estabelecer o cânon do Antigo Testamento?
        Hipocrisia?
        Por que os protestantes constantemente se dividem formando novas seitas quando não existem versículos na Bíblia autorizando fazer isso? A Escritura tem muitos versículos falando da unidade no Cristianismo e adverte os que causam divisões (1Coríntios 1,10-13 e 1Timóteo 6,3-5). Não é divisão ter mais de milhares de seitas protestantes, cada uma pregando coisas diferentes das outras?
        Não é hipocrisia esta separação sem fim para os supostos adeptos do “somente a Bíblia”?
        Por que algumas seitas protestantes negam que a Igreja Católica é mencionada na Bíblia e depois acusam a Igreja, dizendo que é mencionada como “a Grande Babilônia” e “a Besta do 666″?
        Coisa curiosa: capitalizando a doutrina da “Sola Scriptura” e pondo-a em prática, simplesmente não encontro referência à Igreja Católica na Escritura; mas não me surpreende, visto que eles fabricaram centenas destas…
        Ah, sim! “Sola Scriptura” – invenção humana e falsa do Protestantismo, trabalhando mais frequentemente contra do que pensam que trabalha para seus proveitos.
        Não é prova de que estão sendo hipócritas?
        Por que os supostos seguidores da Bíblia condenam os católicos e a Igreja Católica, com denuncias ilusórias e ódio quando a Sagrada Escritura claramente diz: “Amar teu próximo como a ti mesmo”? Será por hipocrisia?
        – “Mestre, qual é o maior mandamento da lei? Respondeu Jesus: Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito (Dt 6,5).Este é o maior e o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás teu próximo como a ti mesmo (Lv 19,18). Nesses dois mandamentos se resumem toda a lei e os profetas” (Mateus 22,36-40).
        Onde diz na Sagrada Escritura que se deve amar todo próximo, exceto um católico? Os ministros de algumas seitas protestantes atualmente pregam o ódio a Igreja Católica a partir do púlpito.
        Que tipo de ministros são estes, pregando o ódio entre as pessoas ao invés de ensinar o biblico “amor ao próximo”?
        Quero agradecer a todos aqueles protestantes que perseguem a Igreja Catolica e os católicos, porque tudo que estão ganhando com isto é ajudar os católicos a ganharem uma recompensa maior no céu, entenderam?
        “Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós” (Mateus 5,11-12).

      • Origem do Protestantismo

        Como é de conhecimento de todos o protestantismo surgiu no século XVI com o ex monge Martinho Lutero,mas ainda hoje alguns protestantes insistem em traçar uma linha desde as primeiras heresias surgidas até a heresia protestante.Vamos ver um pouco sobre essas heresias, e ver o que elas acreditavam.Depois de conhecer essas heresias vamos ver se alguém ainda vai reclamar ser descendentes desses grupos

        Algumas igrejas batistas dizem que elas são descendentes diretas de certos grupos heréticos do passado. Por isso seriam as “verdadeiras igrejas de Cristo”. Pretendem, inclusive, traçar sua origem até João, o batista. Seu principal fundamento é um livreto de 56 páginas chamado “O Rastro de Sangue”, de autoria de J.M. Carrol, de 1931. O autor tenta provar que grupos heréticos do passado, como os Montanistas, Novacionistas, Donatistas, Paulicianos, Albigenses, Cátaros, Valdenses e Anabatistas eram os batistas do passado, e que foram perseguidos pelos católicos e desapareceram. Pelo fato de não existirem qualquer evidências destas alegações, alegam que a Igreja Católica tratou de apagar do mapa as evidências. O curioso é que os teólogos batistas rejeitam esta idéia como absurda e infundada. Apesar disso alguns batistas continuam a difundir tal idéia (são chamados de “batistas lendários”), para o embaraço da maioria dos protestantes batistas.

        Mas vamos rapidamente examinar cada um destes grupos:

        Montanistas: rejeitavam os segundos casamentos, mesmo após a morte do primeiro cônjuge. Negavam o perdão dos pecados, tornando-se um movimento sem esperança.

        Novacianistas: diziam que nenhum pecado deveria ser perdoado após o batismo. Também proibiam os segundos casamentos. Novaciano proclamou a si mesmo bispo e foi excomungado.

        Donatistas: a verdadeira igreja deveria ser composta apenas por eleitos e que os batismos somente eram válidos se feitos por um donatista.

        Paulicianos: criam na pluralidade de deuses, dizendo que toda matéria era má, rejeitavam o Antigo Testamento e a encarnação, e ainda diziam que Jesus era um anjo. Não honravam a cruz por acharem que Jesus não foi crucificado.

        Albigenses: criam em dois deuses, um bom e um mal. Rejeitavam todos os sacramentos, declaravam ser pecado casar. Eram sexualmente permissivos. A gravidez deveria ser evitada e o aborto era encorajado.

        Cátaros: seguiam todas as heresias dos albigenses.

        Valdenses: diziam que a Igreja não deveria possuir bem algum e proibiam o dízimo. Curiosamente, acreditavam na Sagrada Eucaristia e no Corpo de Cristo.

        Anabatistas: praticavam a poligamia e o comunismo. Condenavam as promessas como pecaminosas. Foram fundados por Thomas Munser em 1521. Somente este fato desbanca a alegação batista de antiguidade.

        Observando as “peculiaridades” destes grupos, porque será que alguém ainda vai querer reclamar ser um ancestral de qualquer um deles?

        Jesus prometeu que sua Igreja iria permanecer para sempre (Mt 16,18). O que você acha, então, que Ele esteve fazendo com Sua Igreja ao longo de todos esses séculos? Por acaso Ele estaria brincando com Sua criação, levando-a de heresia em heresia, ora para os montanistas, ora para os valdenses, e assim por diante? Tal pensamento é ridículo, não é mesmo? Pois bem, Ele fez exatamente o que prometeu. Edificou sua Igreja e a sustentará até o final dos tempos, e esta é a Santa Igreja Católica.

        Onde estão as evidências dos protestantes? Se existissem desde o tempo de João Batista, os livros de história especializados estariam cheios de referências, ou pelo menos algo afim. Os escritores da época dos pais da Igreja, os historiadores de sua época, não fazem referência alguma, mínima, sobre esse assunto. O mais interessante, e repudiante para os protestantes, é que estes mesmos escritos falam o nome da Igreja Católica amplamente, dezenas, centenas de vezes. Nos escritos de Santo Agostinho, por exemplo, em quem muitos protestantes acham que extraem suas doutrinas, a Igreja Católica é citada pelo nome cerca de 300 vezes.
        Talvez a mais famosa referência seja a da carta de Santo Inácio de Antioquia ao povo de Esmirna, no longínquo ano de 106 d.C. Vale lembrar que Inácio era um padre apostólico, o que significa dizer que em sua vida ele conheceu alguns apóstolos de Cristo.

        Deves seguir a palavra do bispo, assim como Jesus Cristo seguiu a palavra do Pai; siga o presbítero como a um apóstolo, respeite os diáconos como aos mandamentos de Deus. Que nada façam à Igreja sem o conhecimento do bispo. Que a celebração da Eucaristia seja válida quando celebrada pelo bispo ou por quem este designar. Onde estiver o bispo, esteja o povo, assim como onde está Jesus Cristo, está a Igreja Católica. Não é permitido casar-se ou batizar sem a autorização do bispo; mas tudo o que ele aprovar agrada a Deus. Com isso tudo que fizeres será valioso e uma prova contra o mal.
        Inácio de Antioquia, Carta aos Esmirnenses, 8, 106 d.C.

        Para finalizar, somente a título de curiosidade, citaremos alguns escritos clássicos onde a Igreja Católica é citada nominalmente, notando que todas as datas são anteriores ao século 7.

        Inácio, Carta aos Esmirnenses 8:1-2. J65 106 DC
        O Martírio de São Policarpo 16:2. J77, 79, 80a, 81a, 155 DC
        Clemente de Alexandria, Stromateis 7:17:107:3. J435 202 DC
        Cipriano, A Unidade da Igreja Católica 4-6. J555-557 251 DC
        Cipriano, Carta a Florêncio 66:69:8. J587 254 DC
        Lactâncio, Instituições Divinas 4:30:1. *J637 304 DC
        Alexandre de Alexandria, Cartas 12. J680 324 DC
        Atanásio, Carta sobre o Concílio de Nicéia 27. J757 350 DC
        Atanásio, Carta a Serapião 1:28. J782 359 DC
        Atanásio, Carta ao Concílio de Rimini 5. J785 361 DC
        Cirilo de Jerusalém, Leituras Catequéticas 18:1. J836-*839
        Dâmaso, Decreto de Dâmaso 3. J910u 382 DC
        Agostinho, Carta a Vincente o Rogatista 93:7:23. J1422
        Agostinho, Carta a Vitalis 217:5:16. J1456 427AD
        Agostinho, Com. Salmos 88:2:14, 90:2:1. J1478-1479 418 DC
        Agostinho, Sermões 2, 267:4. *J1492, *J1523 430 DC
        Agostinho, Sermão aos Catecúmenos sobre o Credo 6:14. J1535
        Agostinho, A Verdadeira Religião 7:12+. *J1548, *J1562, J1564
        Agostinho, Contra a carta de Mani 4:5. *J1580-1581
        Agostinho, Instrução Cristã 2:8:12+. *J1584, J1617
        Agostinho, Batismo 4:21:28+. J1629, J1714, J1860a, J1882
        Agostinho, Contra os Pelagianos 2:3:5+. *J1892, *J1898
        Como bem ensinou John Henry Newman, “aprofundar-se na história é renunciar ao protestantismo”.
        Traduzido para o Veritatis Splendor por Rondinelly Ribeiro Rosa.
        Será que alguém ainda se aventura?São Miguel Arcanjo,defendei nos das mentiras do demônio.

      • O protestantismo é filho do Pai da mentira, e tem como sua maior arma não a verdade, mas a mentira.

        E sempre fez vasto uso dela,para denegrir a Igreja Católica vejam o que dizia Lutero o fundador do protestantismo:

        Em carta a Jerônimo Weller, Lutero escreveu:

        “Se o demônio te tentar com bebedeira, bebe, e bebe em nome de Cristo”.

        Lutero defendia a tese da santidade do pecado: quanto mais pecado se cometesse mais santo se seria. Ele insultava Cristo dizendo que Jesus era adúltero e bêbado.

        Que Lutero disse que Cristo era adúltero, está no livro de Lutero, Tischeredden: Conversas à Mesa, n* 1472, edição de Weimar, volume II, p. 107, apud Franz Funck Brentano, Martim Lutero, editora Vecchi, Rio de Janeiro, 1956, p.151.

        Quando discuto com algum protestante, recomendo que leiam os livros e discursos de Lutero, especialmente suas conversas à mesa que são escandalosíssimas.

        De fato, Roma, no tempo do Renascimento, era bem corrupta. Por isso Lutero gostou muito de lá.Lutero jamais quis reformar os vícios do clero corrupto, do qual ele era um exemplar bem típico.

        O que Lutero queria reformar era a lei de Deus, para permitir os pecados, como ele o permitiu com a sua doutrina da santidade do pecado, com o seu axioma:

        “Crê firmemente e peca muitas vezes,pois o perdão e eleição de Deus é irrevogável, portanto, crer firmemente no Senhor Jesus e podes pecar a vontade, pois uma vez salvo, salvo para sempre…”

        E PARA DEFENDER O USO DA MENTIRA DIZIA:

        “Que mal pode causar se um homem diz uma boa e grossa mentira por uma causa meritória e para o bem da Igreja (luterana) ?…” (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960- pág 522).

        Sábio conselho é o de Jesus, aos difusores dessa mentira diabólica:

        “Vós tendes por pai o Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele é homicida desde o princípio, e nunca se firmou na verdade, porque nele não há verdade; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio; porque é mentiroso, e pai da mentira”. (Jo 8,44).

        Lutero resumiu bem o pensamento protestante:

        “Quem não crê como eu está destinado ao inferno. O meu juízo e o juízo de DEUS são a mesma coisa.”

        Os protestantes, não raro, seguem o conselho de Voltaire: “Menti, menti, porque sempre fica alguma coisa!”

        “Existem pouquíssimas pessoas neste mundo que realmente odeiam CEGAMENTE a Igreja Católica, mas infelizmente há milhões que odeiam o que eles PENSAM ser a Igreja Católica… (Fulton J. Sheen)”
        “Para fundar Igrejas duas coisas são necessárias. A primeira é morrer na cruz e isto eu não quero. E a segunda é retornar do mundo dos mortos. E isto eu não posso.” (Napoleão Bonaparte)

      • CRONOLOGIA DO PROTESTANTISMO
        1517 – Lutero se afilia à príncipes devassos e em desobediência é excomungado.
        1517 – Lutero promove a divisão da fé, condenada em (Rm 16,17-18), chamando isso de “reforma”. Ninguém ficou nela.
        Zwinglio, Calvino, Henrique VIII, Knox e até Edir Macedo e outros, fundaram suas próprias seitas rivais umas das outras.
        1521 – Lutero escreve à amigos dizendo desconfiar estar levando uma multidão de seguidores à condenação eterna.
        1520 – Lutero zomba da ciência e do sistema Heliocêntrico de Copérnico, o chamando de “tolo”.
        1522 – Lutero publica o seu escandaloso libelo contra o celibato, embora Cristo e Paulo o pregassem. (Cor 7,32-33)
        1522 – Calvino, obteve tantas cópias pôde da Bíblia traduzida por outro protestante chamado Servet e as queimou.
        1524 – Lutero passou a usar traje nobre, (tipo paletó) tornando-o em fantasia do “crente”.
        1524 – Lutero manda ceifar a vida de 30,000 camponeses.
        1525 – Calvino mata na fogueira, o médico Michel Servet, descobridor da circulação do sangue.
        1525 – Os anabatistas Proíbem o batismo infantil. Lutero, Calvino e Zwinglio mantiveram este batismo.
        1525 – Zuínglio adultera a Bíblia para acomodar sua heresia contra a presença real de Cristo na eucaristia.
        1527 – Os luteranos saqueiam Roma e promovem o maior genocídio da história da humanidade.
        1528 – Lutero escreve que “usem imagens se quiserem, segundo a Bíblia elas são úteis.” Resolveram odiá-las.
        1529 – Adotam para si o nome de “protestantes” na Segunda Dieta de Spira. Mais tarde mudam para “evangélicos”.
        1530 – Criam o texto da Confissão de Augsburgo, que nunca levariam a sério, pois manda batizar as crianças.
        1530 – Resolvem Extinguir o celibato, instituído por Cristo, a veneração à Vír¬gem e aos santos.
        1530 – A sua Confissão de Augsburgo reconhece: Maria é digna de suprema honra na maior medida (Art. 21,27).
        1530 – Revela Lutero: “O diabo dormiu ao meu lado, em minha cama, mais vezes do que minha mulher.”
        1530 – Lutero documenta que o demônio o mandou suprimir a missa, de sua nova religião, ele obedeceu.
        1530 – Numa carta enviada a Jerônimo Weller, Lutero recomenda embriaguez e pecados em nome de Jesus.
        1530 – Declaram a Bíblia, única fonte da fé. Ignorando que a Bíblia é filha da Igreja “Coluna da Verdade” (1Tim 3,15).
        1531 – O rei Henrique VIII condenou a falsificada Bíblia protestante de Tyndale como uma corrupção da Escritura.
        1532 – Lutero parodia a Bíblia, colocando o diabo em lugar de Cristo, quando entregava as chaves do céu a Pedro.
        1534 – Lutero traduz a Bíblia para o alemão adulterando-a, mesmo já existindo outras 14 versões alemãs católicas desde 1466.
        1534 – Henrique VIII cria a igreja Anglicana para casar-se em adultério, e matou várias esposas por darem a luz meninas.
        1534 – Os Anabatistas apoderaram-se do governo da cidade episcopal de Munster, e introduziram ali a poligamia;
        1536 – Lutero arranca sete livros da bíblia, por contrariarem sua nova religião. Tachando-os de “apócrifos”.
        1537 – Lutero percebendo seu erro diz: “em breve serão tantas as seitas e tantas as religiões quantas são as cabeças.”
        1545 – Lutero lança o panfleto “Contra os judeus e as suas mentiras.” que ensinava os alemão a perseguir os Judeus.
        1545 – Lutero pede de novo os decretos dos concílios católicos a fim de conservar a unidade da fé, por ele estilhaçada.
        1546 – Lutero morre embriagado, na cidade de Eisleben, no dia 18 de fevereiro.
        1546 – Melanchthon cria a lenda de que Lutero fixou suas 95 teses. Isso é confirmado pela maioria dos historiadores.
        1546 – Inventam a calúnia de que no Concílio de Trento, a Igreja colocou 7 livros na Bíblia. Ver anterior Bíblia de Gutemberg.
        1554 – O Protestante Teodoro Bessa, pediu o uso da força pública contra os católicos.
        1554 – Perseguem os Católicos, na Inglaterra e na Irlanda, na mais escancarada intolerância religiosa. Mataram mais de 100 mil.
        1555 – O protestante Calvino, governou Genebra com mão-de-ferro, houve 58 execuções. Segundo Preserved Smith;
        1562 – A anglicana rainha Elizabeth, institui a Witch Act ou lei contra os bruxos de Jacques I.
        1579 – Protestantes mataram 40 jesuítas degolados, entre eles Inácio de Azevedo, morto violentamente a cutiladas.
        1635 – O luterano Benedict Carpzov assina sentença de morte contra 20.000 bruxas.
        1635 – O alemão protestante Nichólas Romy, mata 900 bruxas.
        1670 – Teólogos protestantes queimam crianças vivas na Suécia.
        1685 – Começam tardiamente a celebrar a lenda da fixação das teses de Lutero, como um “marco de ruptura” com Roma.
        1735 – Jonathan Edwards, em Massachusetts, descobre acidentalmente a lavagem cerebral com voz alta e ritmada.
        1739 – Charles J. Finney emprega de vez a lavagem cerebral, usando movimentos bruscos e voz frenética e ritmada em cultos.
        1900 – A Sociedade Bíblica protestante para de imprimir os 07 livros da Bíblia, que contrariavam os argumentos de Lutero.
        1914 – Testemunhas de “Jeová” marcam o fim do mundo para 1914, 1918, depois para 1925, 1941, 1975 e nada.
        1915 – A “profetiza” Ellen White (adventista) morre completamente doida.
        1960 – Inventam a “teologia da prosperidade”. Tudo pelas coisas terrenas e materiais.
        1965 – Gerald B. Gardner calculou 9 Milhões de “bruxas” mortas por protestantes só na Alemanha.
        1978 – Pastor Jim Jonnes, na Guiana, leva à morte 913 seguidores, envenenando-os com um suco de uva.
        2004 – Episcopais aceitam nomeação de bispo gay nos EUA.
        2004 – Site “evangélico” denuncia: 64% dos “pastores evangélicos” são pornográficos. Fonte jesussite
        2004 – A igreja Luterana paga multa Record de 69 MILHÕES DE DÓLARES por abusos sexuais, nos EUA.
        2005 – O “bispo” Rodrigues, da igreja Universal, é pego na CPI dos bingos, na CPI do Mensalão e preso na “operação Sanguessuga”.
        2005 – O “bispo” João Batista da IURD é detido com sete malas contendo 10 milhões e 200 mil reais entre notas falsas.
        2005 – 1.600 templos evangélicos são colocados à venda.
        2005 – Pastores dão golpe em 70 mil “evangélicos” e fogem com dinheiro pago por show gospel não realizado em S. Paulo.
        2005 – O lider luterano Eero Huovinem, procura o Papa Bento e afirma que 84% dos finlandeses luteranos querem ser católicos.
        2006 – O pastor Randall Radic vende a igreja da primeira congregação da cidade de Ripon-USA e comprou uma BMW.
        2006 – A igreja anglicana admite que traficava e vendia escravos africanos, revelou isso em 09/02/2006.
        2006 – Líder do povo negro culpa os evangélicos pelo tráfico e escárnio dos escravos. 2006 – A “bancada evangélica” formada pela Assembléia de Deus e a Universal, é pega em escândalo superfaturando ambulâncias.
        2007 – Líderes da “igreja” Renascer são presos nos Estados unidos traficando dólares dentro de bíblias.
        2008 – Pastor lidera marcha da maconha em Recife.
        Dizia Rui Barbosa: “Estudei todas as religiões do mundo e cheguei a seguinte conclusão: religião ou a Católica ou nenhuma”.
        (Livro Oriente, Carlos Mariano de M. Santos (1998-2004) artigo 5º

      • Você deveria lavar a boca com creolina, cloro, água sanitária, detergente, sabão em pó, ácido muriático e sabão em pó antes de destilar o seu veneno protestante. Olhe antes para o seu passado imundo para depois julgar os outros, seu filho da serpente!

    • POR QUE MENTEM OS PROTESTANTES ?

      Na Reforma Protestante do século XVI, os transgressores perderam toda a autoridade dada por Deus a Sua única Igreja. Visto que ao rejeita-la não tinham autoridade de nenhuma forma, não puderam tãopouco recorrer a Tradição Apostolica como mostra II Tessaloniscensses 2:15, igualmente recusaram. Portanto, ai estiveram, desprovidos de toda a autoridade e 1500 anos de Tradição, desolados e sem forma alguma de conseguir delinear sua herança ascendente até Jesus Cristo. O que podia fazer para se justificarem, visto que se haviam separados da Igreja Catolica? Recorreram em calunia-la e infernizá-la igualmente aos fieis catolicos. Se fosse possivel demonstrar (o que não é) que a Igreja Catolica era de satanas, possivelmente haveriam encontrado uma justificação válida para suas ações.Falaram miseravelmente porque tiveram que “inventar” acusações que simplesmente não foram verdadeiros.
      Nunca entenderam que pode provar uma verdade mas somente os crédulos e mal informados aceitaram a mentira. Em seguida tambem criaram algumas “invenções” anticatolicas, as mesmas que tem fracassado…

      • se não importa cor porque ele só aparece de olho azul nas revistas de igrejas? se todos sabem que branco ele não era, então porque permanece e figura dele como branco? claro que importa. isso de não importa é papo de racistas. eu quero ver alguém mudar o retrato para preto. isto ninguém vai fazer por que no fundo o racismo é mais forte que
        o diabo.

      • Nós os protestantes (crentes em Jesus), somos transgressores, segundo a pervertida igreja romana, mas não segundo a palavra de Deus (bíblia). A igreja católica, erradamente, prega Maria, como medianeira, quando na realidade o único mediador é somente Jesus 1 Timóteo 2:5.

  1. Evangélicos e Escravidão
    É muito comum sermos lembrados do envolvimento da Igreja Católica com a escravidão, mas nada se comenta sobre os evangélicos.
    Muitos evangélicos se comportam como se não tivessem também um passado infame. Vejam o que pregavam importantes líderes evangélicos norte-americanos do século 19:
    Jefferson Davis, presidente dos Estados Confederados da América e líder evangélico:
    “A escravidão foi estabelecida pelo decreto do Deus Todo-Poderoso… Está sancionada na Bíblia, em ambos Testamentos, desde o Gênesis até o livro da Revelação… tem existido em todas as épocas, tem sido encontrada entre povos da mais alta civilização, e em nações do mais alto desenvolvimento cultural”.
    Reverendo Alexander Campbell:
    “Não há nem sequer um único versículo na Bíblia inibindo a escravidão”.
    Reverendo R. Furman, Batista, da Carolina do Sul: “O direito de possuir escravos está claramente estabelecido nas Sagradas Escrituras, tanto em preceito quanto exemplo”.
    Reverendo Jack Rodgers, pastor representante da Igreja Presbiteriana dos EUA:
    “A esperança da civilização baseia-se na derrota do sufrágio negro” [Em outras palavras, na negação de cidadania aos afro-americanos].
    James Henry Hammond, Senador evangélico dos EUA:
    “A maldição de Cam [filho de Noé] foi marcada na forma e nas características de seus descendentes africanos. A mão da Providência tem unido a cor ao destino. O homem não pode separar o que Deus uniu”
    E no século 21-Vaughn Roste, da Igreja Unida do Canadá:
    “Se aplicarmos ‘sola scriptura’ à escravidão, sinto dizer que os abolicionistas estavam em grande desvantagem. Em nenhuma parte da Bíblia a escravatura é condenada como uma instituição opressiva e maligna”.
    APRECIAÇÃO HISTÓRICA
    A citação de Jefferson Davis reflete o que os Estados Unidos evangélico pensava no séc. 19, que a escravidão estava “sancionada na Bíblia”. Eles argumentavam que:
    1- Há passagens bíblicas que reconhecem, controlam e regulamentam a prática escravagista.
    2- A Bíblia permite aos senhores baterem severamente em seus escravos, até mesmo a ponto de matá-los. Entretanto, se o escravo resistisse por mais de 24h antes de morrer em decorrência do castigo, o senhor não poderia ser considerado um criminoso, pois o escravo era sua propriedade. Êxodo 21:20-21
    3- Paulo, o apóstolo, teve toda chance de condenar a escravidão e classificá-la como maligna. Sua epístola a Philemon seria a oportunidade ideal para tornar a escravidão um mal a ser combatido. Todavia, ele não escreveu uma única palavra crítica, ao contrário, aconselhou o escravo a servir ao seu senhor como se servisse a Deus.
    4- Igualmente, os quatro evangelhos não criticam a escravatura.
    5- Ainda no séc. 21, muitos evangélicos brancos nos EUA justificam o racismo, a proibição de casamento interracial e a segregação racial na Bíblia.
    Até o fim do séc. 19, os Abolicionistas conseguiram erradicar oficialmente a escravidão na maior parte do mundo, a qual tem sido considerada prática hedionda e criminosa. Mas esta mudança de paradigma foi dolorosa aos cristãos sinceros, pois muitos passaram a questionar se a Bíblia é totalmente confiável – talvez haja outras normas bíblicas que são tão imorais e repulsivas quanto à escravatura, as quais devem ser igualmente abolidas, tais como: genocídio, tortura de prisioneiros, estupro de prisioneiras de guerra, execução de minorias religiosas, intolerância religiosa, queimar vivas “feiticeiras” e prostitutas, discriminação e assassinato de homossexuais, etc.
    A fé ingênua que muitos cristãos tinham no “Bom Livro” foi perdida e nunca totalmente recuperada [A não ser pelas inúmeras seitas evangélicas que nunca se deram ao trabalho de pensar sobre isso.]
    REFERÊNCIAS:
    1. Dunbar Rowland quoting Jefferson Davis, in “Jefferson Davis,” Volume 1, Page 286
    2. Jefferson Davis, “Inaugural Address as Provisional President of the Confederacy,” Montgomery, AL, 1861-FEB-18, Confederate States of America, Congressional Journal, 1:64-66. Available at: funnelweb. utcc. utk.edu/~hoemann/jdinaug. html
    3. William Lee Miller, “Arguing About Slavery: The Great Battle in the United States Congress.” Alfred A. Knopf, (1996), Page 139.
    4. From the Revised Standard version of the Hebrew Scriptures (Old Testament) — Exodus 21:20-21 “When a man strikes his slave, male or female, and the slave dies under his hand, he shall be punished. But if the slave survives a day or two, he is not to be punished; for the slave is his money.” The word “money” in this case means property; it is translated “property” in the Modern Language, Living Bible and other translations.
    5. Herb Vander Lugt, “How can we trust a Bible that tolerated slavery?,” pamphlet, Radio Bible Class Ministries (RBC), at: site rbc. org/

  2. O protestantismo e a escravidão
    Pedir perdão ao povo negro
    O protestantismo que tanto vinha acusando levianamente o catolicismo de ter parte com a escravidão do povo negro e foi prontamente refutado aqui: fimdafarsa./blogspot./com./br/2011/05/resposta-catolica-rede-record./html agora recebeu uma carta do Presidente da Sociedade Cultural Missões Quilombo, Hernani Francisco da Silva conclamando-os a se desculparem por serem os verdadeiros escravisadores que comercializavam e marcavam a ferro quente os escravos. Ou seja, como de praxe o protestantismo tentava atribuir ao catolicismo o que lhe é próprio.

    Abaixo encontra-se a carta enviada às igrejas protestantes.

    ——–

    Pedir perdão ao povo negro

    Hernani Francisco da Silva

    O Sínodo Geral da Igreja Anglicana estuda pedir desculpas pela participação da igreja, no passado, no comércio de escravos, devido à celebração do segundo centenário do fim deste comércio. Segundo o reverendo Simon Bessant, da diocese de Blackburn, noroeste da Inglaterra, a igreja deveria “confessar seu pecado perante Deus” e reconhecer sua “participação ativa” na escravidão e o dano causado aos escravos e a seus herdeiros. A Igreja, através de sua filial missionária, foi dona de uma plantação em Barbados.

    Os escravos do local eram marcados como gados no peito com a palavra “Sociedade”, referente à Sociedade para a Propagação do Evangelho no Estrangeiro. Ainda conforme as palavras do reverendo Simon Bessant, os donos da plantação recebiam uma indenização por libertar os escravos, e de fato o bispo de Exeter recebeu centenas de libras por este motivo.

    “Reconheço que uma desculpa agora é difícil porque faz muito tempo que ocorreu, mas a Igreja Anglicana foi parte deste problema e deveríamos reconhecê-lo”, disse Bessant.

    Aqui no Brasil as igrejas históricas protestantes também estavam envolvidas no “nefando comércio humano”. Muitos protestantes, pastores e membros, eram proprietários de escravos que utilizavam como mão-de-obra doméstica ou em alguns empreendimentos. Em 1835, durante a revolta dos escravos malês, ocorrida em Salvador, dos 160 acusados, 45 eram escravos de ingleses residentes no bairro da Vitória. Em testamentos e inventários de anglicanos que morreram na Bahia na segunda metade do século XIX, constatou-se também a presença de proprietários de escravos, tais como os senhores Eduardo Jones que tinha 6 escravos domésticos; o Sr. George Mumford que possuía 11 escravos que trabalhavam na sua roça no Acupe e Sr. George Blandy, que possuía 4 escravos.

    A Igreja Anglicana no Brasil foi conivente com o comércio de escravos em que a Inglaterra esteve envolvida desde o século XVI. Houve uma espécie de anuência ou acomodação diante do fato, isto é, por parte de comerciantes anglicanos, sua participação como membros, ao comercializar e possuir escravos. No seu relato sobre o Brasil, o Rev. Robert Walsh, capelão anglicano que acompanhou a missão inglesa do Lord Strangford, entre 1828 e 1829, descreve e opina a respeito da escravidão no Brasil, nada deixou mais chocado o clérigo do que constatar que seus concidadãos ingleses participavam e usufruíam do “nefando comércio”, lucrando com a escravização de mulheres e de seus próprios filhos, como presenciou na estrada da Tijuca, no Rio de Janeiro, relata: “ele passa a vender não só a mãe de seus filhos como os filhos propriamente ditos, e com tanta indiferença como se tratasse de uma porca com a sua ninhada”.

    Os anglicanos da Christ Church, situada no Rio de Janeiro, não só eram donos de escravos, como fizeram batizar nos ritos da Igreja Anglicana os pequenos escravos nascidos em seu poder. Seguindo uma prática dos senhores de escravos brasileiros que batizavam suas peças aos montes, dando-lhes nomes cristãos, os anglicanos também buscaram cristianizar seus escravos. No livro de registros de batismo da Christ Church em 24 de janeiro de 1820, está assentado o batismo de “Thereza, filha de Louisa -escrava negra, nativa de Manjoula, África- propriedade de James Thonton”, um comerciante inglês. Em 11 de maio de 1820 foram batizados 11 escravos do fazendeiro Robert Parker. Na Igreja que se reunia em Morro Velho, sua congregação possuía escravos e alguns chegaram também a ser batizados. Há registros de batismos de escravos domésticos de John Alexander em 1830 e do Coronel Skerit em 1833.

    Não foram só os Anglicanos coniventes com a escravidão negra no Brasil. Outras igrejas históricas também participaram dela. Os primeiros colonos batistas eram favoráveis e foram proprietários de escravos. Em Santa Bárbara D’Oeste, primeiro núcleo batista, o trabalho escravo existiu como mão-de-obra usada na agricultura e em tarefas domésticas. Os colonos batistas eram senhores de escravos, a exemplo da Senhora Ellis, dona de um sítio e que providenciara hospedagem nos primeiros meses ao casal de missionários W. Bagby, fundador da Primeira Igreja Batista do Brasil. Os metodistas, defensores dos direitos humanos e da abolição do escravismo na Inglaterra e nos EUA, ao chegarem no Brasil acomodaram-se ao ambiente escravista e quase nada fizeram com repercussão pública, em favor dos escravos. Conforme um estudo sobre o metodismo brasileiro durante o período que antecedeu, ou mesmo depois da “libertação dos escravos,” a Igreja Metodista jamais chegou a defender oficialmente sua posição em relação à escravidão no Brasil. Os primeiros Presbiterianos, também sulistas, conservaram-se por muito tempo fiéis à lembrança de sua causa nacional, um destes missionários presbiteriano sulista se havia conservado tão firme em suas convicções que, quando em 1886 o presbiteriano Eduardo Carlos Pereira publicou uma brochura em favor da abolição da escravatura, ele escreveu um verdadeiro tratado anti-abolicionista. Dos luteranos sabemos que os primeiros escravos negros da Colônia Alemã Protestante de Três Forquilhas entraram por volta de 1846, por iniciativa do pastor Carlos Leopoldo Voges. Outros colonos protestantes copiaram seu exemplo (Mittmann, Hoffmann, König, Grassmann, Kellermann, Jacoby, Schmitt e outros).

    O fundamentalismo das denominações protestantes dos EUA se transformou em terreno fértil para justificativas da escravidão, que buscavam embasamento doutrinário para apaziguar a consciência dos escravocratas do sul. Citando a história de Noé, identificavam a maldição de Cam, por ter surpreendido o patriarca nu e embriagado, como a maldição dos negros. Os principais agentes da imigração norte-americana para o Brasil foram pastores protestantes do Sul dos EUA, a exemplo do Rev. B. Dunn, que via no Brasil uma nova Canaã, a terra prometida onde os confederados derrotados na Guerra de Secessão poderiam reconstruir suas vidas, seus lares e suas propriedades incluindo a mão-de-obra escrava. Pelo menos cerca de 2000 a 3000 sulistas se deslocaram para São Paulo. O aceno de encontrar terras em abundância com mão-de-obra escrava certamente foi decisivo para que famílias inteiras, acostumadas a um estilo de vida escravista, se deslocassem do sul dos EUA para o sudeste brasileiro.

    De uma maneira geral os protestantes no Brasil só tomaram uma posição contra a escravidão quando à abolição já era unanimidade na sociedade brasileira. Mesmo os poucos protestantes que se posicionaram favoráveis à abolição o faziam como uma questão moral e religiosa. Eram incapazes de atitudes mais concretas, que de fato propiciassem soluções ao problema do escravismo, que até os nossos dias tem gerado grandes conseqüências, onde grande parte da população negra vive a margem da sociedade. Os negros se viram largados no interior de uma sociedade fundada em bases racistas. Libertos foram preteridos do mercado formal de trabalho em nome de um projeto elitista de branqueamento do país. Tiveram que disputar com o imigrante europeu até mesmo as mais modestas oportunidades de trabalho livre, como a de engraxate, jornaleiro ou vendedor de frutas e verduras, transportadores de peixe e carregadores de sacas de café, etc. As mulheres garantiram a sobrevivência da família trabalhando, tanto ontem como hoje, como domésticas, faxineiras, babás, doceiras, cozinheiras, lavadeiras e outras atividades similares. E a igreja ainda no seu silêncio.

    Essa é uma grande oportunidade para denominações evangélicas históricas brasileiras pedirem perdão ao povo negro, seguindo o exemplo dos anglicanos da Inglaterra. O desafio, o testemunho cristão, é o pedido de perdão ao povo negro que aqui propusemos. Finalmente, desejamos convidar nossos irmãos e irmãs das Igrejas Históricas para que reflitam todas essas questões. Para que as igrejas Históricas possam passar de um simples “ministério de omissão” para um ministério de envolvimento e participação na luta do povo negro para a sua libertação, e cumprimento da sua missão de Igreja de Jesus Cristo aqui na terra.

    Lista de Igrejas e lideranças a quem enviamos o documento:

    IEAB
    Ao Sr. Bispo Primaz
    Dom Orlando Santos de Oliveira,
    A Secretaria Executiva do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil
    Sr. Rev. Ludgero Bonilha Morais, Secretário Executivo do SC
    Igreja Presbiteriana Unida do Brasil
    Moderador: Rev. Gerson Antônio Urban
    Igreja Presbiteriana Independente do Brasil
    Diretoria da Assembléia Geral da IPIB
    Presidente Rev. Assir Pereira
    Igreja Evangélica Luterana do Brasil
    A/C Diretoria Nacional Rony Marquardt, Mário Lehenbauer, Carlos W. Winterle, Paulo K. Jung, Moacir Guenther.
    Igreja Metodista
    Colégio Episcopal
    Bispo Josué Adam Lazier – 4a Região
    Bispo Paulo Tarso de Oliveira Lockmann – 1a Região
    Bispo João Carlos Lopes – 6a Região
    Bispo Luiz Vergílio da Rosa – 2a Região
    Bispo João Alves de Oliveira Filho – 5a Região
    Bispo Presidente a mesa do Colégio Episcopal
    Bispa Marisa de Freitas Ferreira Coutinho – REMNE
    Bispo Adriel de Souza Maia – 3a Região
    Bispo Adolfo Evaristo de Souza – CMA
    Reverendo Stanley da Silva Moraes
    Secretário Executivo do Colégio
    Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil
    Pastor Presidente P. Dr. Walter Altmann
    Ao CONIC
    Presidente Bispo Adriel Souza Maia
    Secretaria Executiva Pr. Ervino Schmidt
    CLAI – BRASIL – O Conselho Latino Americano de Igrejas
    Secretário Regional: Rev. Luiz Caetano Grecco Teixeira

    Bibliografia

    O Protestantismo Brasileiro – Leonard, Émile-Guillaume – JUERP/ASTE,1981
    CHURCH TIMES -churchtimes./co./uk
    Revista de Estudos da Religião Nº 1 / 2003

    OBS: O autor do texto é Presidente da Sociedade Cultural Missões Quilombo. Texto publicado em 01.02.2006 no site Adital./com./br
    Do site Fim da Farsa

  3. Escravidão e protestantismo
    Pedir perdão ao povo negro
    O protestantismo que tanto vinha acusando levianamente o catolicismo de ter parte com a escravidão do povo negro e foi prontamente refutado no site fimdafarsa. agora recebeu uma carta do Presidente da Sociedade Cultural Missões Quilombo, Hernani Francisco da Silva conclamando-os a se desculparem por serem os verdadeiros escravisadores que comercializavam e marcavam a ferro quente os escravos. Ou seja, como de praxe o protestantismo tentava atribuir ao catolicismo o que lhe é próprio.

    Abaixo encontra-se a carta enviada às igrejas protestantes.

    ——–

    Pedir perdão ao povo negro

    Hernani Francisco da Silva

    O Sínodo Geral da Igreja Anglicana estuda pedir desculpas pela participação da igreja, no passado, no comércio de escravos, devido à celebração do segundo centenário do fim deste comércio. Segundo o reverendo Simon Bessant, da diocese de Blackburn, noroeste da Inglaterra, a igreja deveria “confessar seu pecado perante Deus” e reconhecer sua “participação ativa” na escravidão e o dano causado aos escravos e a seus herdeiros. A Igreja, através de sua filial missionária, foi dona de uma plantação em Barbados.

    Os escravos do local eram marcados como gados no peito com a palavra “Sociedade”, referente à Sociedade para a Propagação do Evangelho no Estrangeiro. Ainda conforme as palavras do reverendo Simon Bessant, os donos da plantação recebiam uma indenização por libertar os escravos, e de fato o bispo de Exeter recebeu centenas de libras por este motivo.

    “Reconheço que uma desculpa agora é difícil porque faz muito tempo que ocorreu, mas a Igreja Anglicana foi parte deste problema e deveríamos reconhecê-lo”, disse Bessant.

    Aqui no Brasil as igrejas históricas protestantes também estavam envolvidas no “nefando comércio humano”. Muitos protestantes, pastores e membros, eram proprietários de escravos que utilizavam como mão-de-obra doméstica ou em alguns empreendimentos. Em 1835, durante a revolta dos escravos malês, ocorrida em Salvador, dos 160 acusados, 45 eram escravos de ingleses residentes no bairro da Vitória. Em testamentos e inventários de anglicanos que morreram na Bahia na segunda metade do século XIX, constatou-se também a presença de proprietários de escravos, tais como os senhores Eduardo Jones que tinha 6 escravos domésticos; o Sr. George Mumford que possuía 11 escravos que trabalhavam na sua roça no Acupe e Sr. George Blandy, que possuía 4 escravos.

    A Igreja Anglicana no Brasil foi conivente com o comércio de escravos em que a Inglaterra esteve envolvida desde o século XVI. Houve uma espécie de anuência ou acomodação diante do fato, isto é, por parte de comerciantes anglicanos, sua participação como membros, ao comercializar e possuir escravos. No seu relato sobre o Brasil, o Rev. Robert Walsh, capelão anglicano que acompanhou a missão inglesa do Lord Strangford, entre 1828 e 1829, descreve e opina a respeito da escravidão no Brasil, nada deixou mais chocado o clérigo do que constatar que seus concidadãos ingleses participavam e usufruíam do “nefando comércio”, lucrando com a escravização de mulheres e de seus próprios filhos, como presenciou na estrada da Tijuca, no Rio de Janeiro, relata: “ele passa a vender não só a mãe de seus filhos como os filhos propriamente ditos, e com tanta indiferença como se tratasse de uma porca com a sua ninhada”.

    Os anglicanos da Christ Church, situada no Rio de Janeiro, não só eram donos de escravos, como fizeram batizar nos ritos da Igreja Anglicana os pequenos escravos nascidos em seu poder. Seguindo uma prática dos senhores de escravos brasileiros que batizavam suas peças aos montes, dando-lhes nomes cristãos, os anglicanos também buscaram cristianizar seus escravos. No livro de registros de batismo da Christ Church em 24 de janeiro de 1820, está assentado o batismo de “Thereza, filha de Louisa -escrava negra, nativa de Manjoula, África- propriedade de James Thonton”, um comerciante inglês. Em 11 de maio de 1820 foram batizados 11 escravos do fazendeiro Robert Parker. Na Igreja que se reunia em Morro Velho, sua congregação possuía escravos e alguns chegaram também a ser batizados. Há registros de batismos de escravos domésticos de John Alexander em 1830 e do Coronel Skerit em 1833.

    Não foram só os Anglicanos coniventes com a escravidão negra no Brasil. Outras igrejas históricas também participaram dela. Os primeiros colonos batistas eram favoráveis e foram proprietários de escravos. Em Santa Bárbara D’Oeste, primeiro núcleo batista, o trabalho escravo existiu como mão-de-obra usada na agricultura e em tarefas domésticas. Os colonos batistas eram senhores de escravos, a exemplo da Senhora Ellis, dona de um sítio e que providenciara hospedagem nos primeiros meses ao casal de missionários W. Bagby, fundador da Primeira Igreja Batista do Brasil. Os metodistas, defensores dos direitos humanos e da abolição do escravismo na Inglaterra e nos EUA, ao chegarem no Brasil acomodaram-se ao ambiente escravista e quase nada fizeram com repercussão pública, em favor dos escravos. Conforme um estudo sobre o metodismo brasileiro durante o período que antecedeu, ou mesmo depois da “libertação dos escravos,” a Igreja Metodista jamais chegou a defender oficialmente sua posição em relação à escravidão no Brasil. Os primeiros Presbiterianos, também sulistas, conservaram-se por muito tempo fiéis à lembrança de sua causa nacional, um destes missionários presbiteriano sulista se havia conservado tão firme em suas convicções que, quando em 1886 o presbiteriano Eduardo Carlos Pereira publicou uma brochura em favor da abolição da escravatura, ele escreveu um verdadeiro tratado anti-abolicionista. Dos luteranos sabemos que os primeiros escravos negros da Colônia Alemã Protestante de Três Forquilhas entraram por volta de 1846, por iniciativa do pastor Carlos Leopoldo Voges. Outros colonos protestantes copiaram seu exemplo (Mittmann, Hoffmann, König, Grassmann, Kellermann, Jacoby, Schmitt e outros).

    O fundamentalismo das denominações protestantes dos EUA se transformou em terreno fértil para justificativas da escravidão, que buscavam embasamento doutrinário para apaziguar a consciência dos escravocratas do sul. Citando a história de Noé, identificavam a maldição de Cam, por ter surpreendido o patriarca nu e embriagado, como a maldição dos negros. Os principais agentes da imigração norte-americana para o Brasil foram pastores protestantes do Sul dos EUA, a exemplo do Rev. B. Dunn, que via no Brasil uma nova Canaã, a terra prometida onde os confederados derrotados na Guerra de Secessão poderiam reconstruir suas vidas, seus lares e suas propriedades incluindo a mão-de-obra escrava. Pelo menos cerca de 2000 a 3000 sulistas se deslocaram para São Paulo. O aceno de encontrar terras em abundância com mão-de-obra escrava certamente foi decisivo para que famílias inteiras, acostumadas a um estilo de vida escravista, se deslocassem do sul dos EUA para o sudeste brasileiro.

    De uma maneira geral os protestantes no Brasil só tomaram uma posição contra a escravidão quando à abolição já era unanimidade na sociedade brasileira. Mesmo os poucos protestantes que se posicionaram favoráveis à abolição o faziam como uma questão moral e religiosa. Eram incapazes de atitudes mais concretas, que de fato propiciassem soluções ao problema do escravismo, que até os nossos dias tem gerado grandes consequências, onde grande parte da população negra vive a margem da sociedade. Os negros se viram largados no interior de uma sociedade fundada em bases racistas. Libertos foram preteridos do mercado formal de trabalho em nome de um projeto elitista de branqueamento do país. Tiveram que disputar com o imigrante europeu até mesmo as mais modestas oportunidades de trabalho livre, como a de engraxate, jornaleiro ou vendedor de frutas e verduras, transportadores de peixe e carregadores de sacas de café, etc. As mulheres garantiram a sobrevivência da família trabalhando, tanto ontem como hoje, como domésticas, faxineiras, babás, doceiras, cozinheiras, lavadeiras e outras atividades similares. E a igreja ainda no seu silêncio.

    Essa é uma grande oportunidade para denominações evangélicas históricas brasileiras pedirem perdão ao povo negro, seguindo o exemplo dos anglicanos da Inglaterra. O desafio, o testemunho cristão, é o pedido de perdão ao povo negro que aqui propusemos. Finalmente, desejamos convidar nossos irmãos e irmãs das Igrejas Históricas para que reflitam todas essas questões. Para que as igrejas Históricas possam passar de um simples “ministério de omissão” para um ministério de envolvimento e participação na luta do povo negro para a sua libertação, e cumprimento da sua missão de Igreja de Jesus Cristo aqui na terra.

    Lista de Igrejas e lideranças a quem enviamos o documento:

    IEAB
    Ao Sr. Bispo Primaz
    Dom Orlando Santos de Oliveira,
    A Secretaria Executiva do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil
    Sr. Rev. Ludgero Bonilha Morais, Secretário Executivo do SC
    Igreja Presbiteriana Unida do Brasil
    Moderador: Rev. Gerson Antônio Urban
    Igreja Presbiteriana Independente do Brasil
    Diretoria da Assembléia Geral da IPIB
    Presidente Rev. Assir Pereira
    Igreja Evangélica Luterana do Brasil
    A/C Diretoria Nacional Rony Marquardt, Mário Lehenbauer, Carlos W. Winterle, Paulo K. Jung, Moacir Guenther.
    Igreja Metodista
    Colégio Episcopal
    Bispo Josué Adam Lazier – 4a Região
    Bispo Paulo Tarso de Oliveira Lockmann – 1a Região
    Bispo João Carlos Lopes – 6a Região
    Bispo Luiz Vergílio da Rosa – 2a Região
    Bispo João Alves de Oliveira Filho – 5a Região
    Bispo Presidente a mesa do Colégio Episcopal
    Bispa Marisa de Freitas Ferreira Coutinho – REMNE
    Bispo Adriel de Souza Maia – 3a Região
    Bispo Adolfo Evaristo de Souza – CMA
    Reverendo Stanley da Silva Moraes
    Secretário Executivo do Colégio
    Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil
    Pastor Presidente P. Dr. Walter Altmann
    Ao CONIC
    Presidente Bispo Adriel Souza Maia
    Secretaria Executiva Pr. Ervino Schmidt
    CLAI – BRASIL – O Conselho Latino Americano de Igrejas
    Secretário Regional: Rev. Luiz Caetano Grecco Teixeira

    Do site Fim da Farsa

  4. Pedir perdão ao povo negro

    Hernani Francisco da Silva

    O Sínodo Geral da Igreja Anglicana estuda pedir desculpas pela participação da igreja, no passado, no comércio de escravos, devido à celebração do segundo centenário do fim deste comércio. Segundo o reverendo Simon Bessant, da diocese de Blackburn, noroeste da Inglaterra, a igreja deveria “confessar seu pecado perante Deus” e reconhecer sua “participação ativa” na escravidão e o dano causado aos escravos e a seus herdeiros. A Igreja, através de sua filial missionária, foi dona de uma plantação em Barbados.

    Os escravos do local eram marcados como gados no peito com a palavra “Sociedade”, referente à Sociedade para a Propagação do Evangelho no Estrangeiro. Ainda conforme as palavras do reverendo Simon Bessant, os donos da plantação recebiam uma indenização por libertar os escravos, e de fato o bispo de Exeter recebeu centenas de libras por este motivo.

    “Reconheço que uma desculpa agora é difícil porque faz muito tempo que ocorreu, mas a Igreja Anglicana foi parte deste problema e deveríamos reconhecê-lo”, disse Bessant.

    Aqui no Brasil as igrejas históricas protestantes também estavam envolvidas no “nefando comércio humano”. Muitos protestantes, pastores e membros, eram proprietários de escravos que utilizavam como mão-de-obra doméstica ou em alguns empreendimentos. Em 1835, durante a revolta dos escravos malês, ocorrida em Salvador, dos 160 acusados, 45 eram escravos de ingleses residentes no bairro da Vitória. Em testamentos e inventários de anglicanos que morreram na Bahia na segunda metade do século XIX, constatou-se também a presença de proprietários de escravos, tais como os senhores Eduardo Jones que tinha 6 escravos domésticos; o Sr. George Mumford que possuía 11 escravos que trabalhavam na sua roça no Acupe e Sr. George Blandy, que possuía 4 escravos.

    A Igreja Anglicana no Brasil foi conivente com o comércio de escravos em que a Inglaterra esteve envolvida desde o século XVI. Houve uma espécie de anuência ou acomodação diante do fato, isto é, por parte de comerciantes anglicanos, sua participação como membros, ao comercializar e possuir escravos. No seu relato sobre o Brasil, o Rev. Robert Walsh, capelão anglicano que acompanhou a missão inglesa do Lord Strangford, entre 1828 e 1829, descreve e opina a respeito da escravidão no Brasil, nada deixou mais chocado o clérigo do que constatar que seus concidadãos ingleses participavam e usufruíam do “nefando comércio”, lucrando com a escravização de mulheres e de seus próprios filhos, como presenciou na estrada da Tijuca, no Rio de Janeiro, relata: “ele passa a vender não só a mãe de seus filhos como os filhos propriamente ditos, e com tanta indiferença como se tratasse de uma porca com a sua ninhada”.

    Os anglicanos da Christ Church, situada no Rio de Janeiro, não só eram donos de escravos, como fizeram batizar nos ritos da Igreja Anglicana os pequenos escravos nascidos em seu poder. Seguindo uma prática dos senhores de escravos brasileiros que batizavam suas peças aos montes, dando-lhes nomes cristãos, os anglicanos também buscaram cristianizar seus escravos. No livro de registros de batismo da Christ Church em 24 de janeiro de 1820, está assentado o batismo de “Thereza, filha de Louisa -escrava negra, nativa de Manjoula, África- propriedade de James Thonton”, um comerciante inglês. Em 11 de maio de 1820 foram batizados 11 escravos do fazendeiro Robert Parker. Na Igreja que se reunia em Morro Velho, sua congregação possuía escravos e alguns chegaram também a ser batizados. Há registros de batismos de escravos domésticos de John Alexander em 1830 e do Coronel Skerit em 1833.

    Não foram só os Anglicanos coniventes com a escravidão negra no Brasil. Outras igrejas históricas também participaram dela. Os primeiros colonos batistas eram favoráveis e foram proprietários de escravos. Em Santa Bárbara D’Oeste, primeiro núcleo batista, o trabalho escravo existiu como mão-de-obra usada na agricultura e em tarefas domésticas. Os colonos batistas eram senhores de escravos, a exemplo da Senhora Ellis, dona de um sítio e que providenciara hospedagem nos primeiros meses ao casal de missionários W. Bagby, fundador da Primeira Igreja Batista do Brasil. Os metodistas, defensores dos direitos humanos e da abolição do escravismo na Inglaterra e nos EUA, ao chegarem no Brasil acomodaram-se ao ambiente escravista e quase nada fizeram com repercussão pública, em favor dos escravos. Conforme um estudo sobre o metodismo brasileiro durante o período que antecedeu, ou mesmo depois da “libertação dos escravos,” a Igreja Metodista jamais chegou a defender oficialmente sua posição em relação à escravidão no Brasil. Os primeiros Presbiterianos, também sulistas, conservaram-se por muito tempo fiéis à lembrança de sua causa nacional, um destes missionários presbiteriano sulista se havia conservado tão firme em suas convicções que, quando em 1886 o presbiteriano Eduardo Carlos Pereira publicou uma brochura em favor da abolição da escravatura, ele escreveu um verdadeiro tratado anti-abolicionista. Dos luteranos sabemos que os primeiros escravos negros da Colônia Alemã Protestante de Três Forquilhas entraram por volta de 1846, por iniciativa do pastor Carlos Leopoldo Voges. Outros colonos protestantes copiaram seu exemplo (Mittmann, Hoffmann, König, Grassmann, Kellermann, Jacoby, Schmitt e outros).

    O fundamentalismo das denominações protestantes dos EUA se transformou em terreno fértil para justificativas da escravidão, que buscavam embasamento doutrinário para apaziguar a consciência dos escravocratas do sul. Citando a história de Noé, identificavam a maldição de Cam, por ter surpreendido o patriarca nu e embriagado, como a maldição dos negros. Os principais agentes da imigração norte-americana para o Brasil foram pastores protestantes do Sul dos EUA, a exemplo do Rev. B. Dunn, que via no Brasil uma nova Canaã, a terra prometida onde os confederados derrotados na Guerra de Secessão poderiam reconstruir suas vidas, seus lares e suas propriedades incluindo a mão-de-obra escrava. Pelo menos cerca de 2000 a 3000 sulistas se deslocaram para São Paulo. O aceno de encontrar terras em abundância com mão-de-obra escrava certamente foi decisivo para que famílias inteiras, acostumadas a um estilo de vida escravista, se deslocassem do sul dos EUA para o sudeste brasileiro.

    De uma maneira geral os protestantes no Brasil só tomaram uma posição contra a escravidão quando à abolição já era unanimidade na sociedade brasileira. Mesmo os poucos protestantes que se posicionaram favoráveis à abolição o faziam como uma questão moral e religiosa. Eram incapazes de atitudes mais concretas, que de fato propiciassem soluções ao problema do escravismo, que até os nossos dias tem gerado grandes consequências, onde grande parte da população negra vive a margem da sociedade. Os negros se viram largados no interior de uma sociedade fundada em bases racistas. Libertos foram preteridos do mercado formal de trabalho em nome de um projeto elitista de branqueamento do país. Tiveram que disputar com o imigrante europeu até mesmo as mais modestas oportunidades de trabalho livre, como a de engraxate, jornaleiro ou vendedor de frutas e verduras, transportadores de peixe e carregadores de sacas de café, etc. As mulheres garantiram a sobrevivência da família trabalhando, tanto ontem como hoje, como domésticas, faxineiras, babás, doceiras, cozinheiras, lavadeiras e outras atividades similares. E a igreja ainda no seu silêncio.

    Essa é uma grande oportunidade para denominações evangélicas históricas brasileiras pedirem perdão ao povo negro, seguindo o exemplo dos anglicanos da Inglaterra. O desafio, o testemunho cristão, é o pedido de perdão ao povo negro que aqui propusemos. Finalmente, desejamos convidar nossos irmãos e irmãs das Igrejas Históricas para que reflitam todas essas questões. Para que as igrejas Históricas possam passar de um simples “ministério de omissão” para um ministério de envolvimento e participação na luta do povo negro para a sua libertação, e cumprimento da sua missão de Igreja de Jesus Cristo aqui na terra.

    Lista de Igrejas e lideranças a quem enviamos o documento:

    IEAB
    Ao Sr. Bispo Primaz
    Dom Orlando Santos de Oliveira,
    A Secretaria Executiva do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil
    Sr. Rev. Ludgero Bonilha Morais, Secretário Executivo do SC
    Igreja Presbiteriana Unida do Brasil
    Moderador: Rev. Gerson Antônio Urban
    Igreja Presbiteriana Independente do Brasil
    Diretoria da Assembléia Geral da IPIB
    Presidente Rev. Assir Pereira
    Igreja Evangélica Luterana do Brasil
    A/C Diretoria Nacional Rony Marquardt, Mário Lehenbauer, Carlos W. Winterle, Paulo K. Jung, Moacir Guenther.
    Igreja Metodista
    Colégio Episcopal
    Bispo Josué Adam Lazier – 4a Região
    Bispo Paulo Tarso de Oliveira Lockmann – 1a Região
    Bispo João Carlos Lopes – 6a Região
    Bispo Luiz Vergílio da Rosa – 2a Região
    Bispo João Alves de Oliveira Filho – 5a Região
    Bispo Presidente a mesa do Colégio Episcopal
    Bispa Marisa de Freitas Ferreira Coutinho – REMNE
    Bispo Adriel de Souza Maia – 3a Região
    Bispo Adolfo Evaristo de Souza – CMA
    Reverendo Stanley da Silva Moraes
    Secretário Executivo do Colégio
    Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil
    Pastor Presidente P. Dr. Walter Altmann
    Ao CONIC
    Presidente Bispo Adriel Souza Maia
    Secretaria Executiva Pr. Ervino Schmidt
    CLAI – BRASIL – O Conselho Latino Americano de Igrejas
    Secretário Regional: Rev. Luiz Caetano Grecco Teixeira

    Do site Fim da Farsa

  5. Pedir perdão ao povo negro

    Hernani Francisco da Silva

    O Sínodo Geral da Igreja Anglicana estuda pedir desculpas pela participação da igreja, no passado, no comércio de escravos, devido à celebração do segundo centenário do fim deste comércio. Segundo o reverendo Simon Bessant, da diocese de Blackburn, noroeste da Inglaterra, a igreja deveria “confessar seu pecado perante Deus” e reconhecer sua “participação ativa” na escravidão e o dano causado aos escravos e a seus herdeiros. A Igreja, através de sua filial missionária, foi dona de uma plantação em Barbados.

    Os escravos do local eram marcados como gados no peito com a palavra “Sociedade”, referente à Sociedade para a Propagação do Evangelho no Estrangeiro. Ainda conforme as palavras do reverendo Simon Bessant, os donos da plantação recebiam uma indenização por libertar os escravos, e de fato o bispo de Exeter recebeu centenas de libras por este motivo.

    “Reconheço que uma desculpa agora é difícil porque faz muito tempo que ocorreu, mas a Igreja Anglicana foi parte deste problema e deveríamos reconhecê-lo”, disse Bessant.

    Aqui no Brasil as igrejas históricas protestantes também estavam envolvidas no “nefando comércio humano”. Muitos protestantes, pastores e membros, eram proprietários de escravos que utilizavam como mão-de-obra doméstica ou em alguns empreendimentos. Em 1835, durante a revolta dos escravos malês, ocorrida em Salvador, dos 160 acusados, 45 eram escravos de ingleses residentes no bairro da Vitória. Em testamentos e inventários de anglicanos que morreram na Bahia na segunda metade do século XIX, constatou-se também a presença de proprietários de escravos, tais como os senhores Eduardo Jones que tinha 6 escravos domésticos; o Sr. George Mumford que possuía 11 escravos que trabalhavam na sua roça no Acupe e Sr. George Blandy, que possuía 4 escravos.

    A Igreja Anglicana no Brasil foi conivente com o comércio de escravos em que a Inglaterra esteve envolvida desde o século XVI. Houve uma espécie de anuência ou acomodação diante do fato, isto é, por parte de comerciantes anglicanos, sua participação como membros, ao comercializar e possuir escravos. No seu relato sobre o Brasil, o Rev. Robert Walsh, capelão anglicano que acompanhou a missão inglesa do Lord Strangford, entre 1828 e 1829, descreve e opina a respeito da escravidão no Brasil, nada deixou mais chocado o clérigo do que constatar que seus concidadãos ingleses participavam e usufruíam do “nefando comércio”, lucrando com a escravização de mulheres e de seus próprios filhos, como presenciou na estrada da Tijuca, no Rio de Janeiro, relata: “ele passa a vender não só a mãe de seus filhos como os filhos propriamente ditos, e com tanta indiferença como se tratasse de uma porca com a sua ninhada”.

    • Continuação:
      Os anglicanos da Christ Church, situada no Rio de Janeiro, não só eram donos de escravos, como fizeram batizar nos ritos da Igreja Anglicana os pequenos escravos nascidos em seu poder. Seguindo uma prática dos senhores de escravos brasileiros que batizavam suas peças aos montes, dando-lhes nomes cristãos, os anglicanos também buscaram cristianizar seus escravos. No livro de registros de batismo da Christ Church em 24 de janeiro de 1820, está assentado o batismo de “Thereza, filha de Louisa -escrava negra, nativa de Manjoula, África- propriedade de James Thonton”, um comerciante inglês. Em 11 de maio de 1820 foram batizados 11 escravos do fazendeiro Robert Parker. Na Igreja que se reunia em Morro Velho, sua congregação possuía escravos e alguns chegaram também a ser batizados. Há registros de batismos de escravos domésticos de John Alexander em 1830 e do Coronel Skerit em 1833.

      Não foram só os Anglicanos coniventes com a escravidão negra no Brasil. Outras igrejas históricas também participaram dela. Os primeiros colonos batistas eram favoráveis e foram proprietários de escravos. Em Santa Bárbara D’Oeste, primeiro núcleo batista, o trabalho escravo existiu como mão-de-obra usada na agricultura e em tarefas domésticas. Os colonos batistas eram senhores de escravos, a exemplo da Senhora Ellis, dona de um sítio e que providenciara hospedagem nos primeiros meses ao casal de missionários W. Bagby, fundador da Primeira Igreja Batista do Brasil. Os metodistas, defensores dos direitos humanos e da abolição do escravismo na Inglaterra e nos EUA, ao chegarem no Brasil acomodaram-se ao ambiente escravista e quase nada fizeram com repercussão pública, em favor dos escravos. Conforme um estudo sobre o metodismo brasileiro durante o período que antecedeu, ou mesmo depois da “libertação dos escravos,” a Igreja Metodista jamais chegou a defender oficialmente sua posição em relação à escravidão no Brasil. Os primeiros Presbiterianos, também sulistas, conservaram-se por muito tempo fiéis à lembrança de sua causa nacional, um destes missionários presbiteriano sulista se havia conservado tão firme em suas convicções que, quando em 1886 o presbiteriano Eduardo Carlos Pereira publicou uma brochura em favor da abolição da escravatura, ele escreveu um verdadeiro tratado anti-abolicionista. Dos luteranos sabemos que os primeiros escravos negros da Colônia Alemã Protestante de Três Forquilhas entraram por volta de 1846, por iniciativa do pastor Carlos Leopoldo Voges. Outros colonos protestantes copiaram seu exemplo (Mittmann, Hoffmann, König, Grassmann, Kellermann, Jacoby, Schmitt e outros).

      • Continuação:
        O fundamentalismo das denominações protestantes dos EUA se transformou em terreno fértil para justificativas da escravidão, que buscavam embasamento doutrinário para apaziguar a consciência dos escravocratas do sul. Citando a história de Noé, identificavam a maldição de Cam, por ter surpreendido o patriarca nu e embriagado, como a maldição dos negros. Os principais agentes da imigração norte-americana para o Brasil foram pastores protestantes do Sul dos EUA, a exemplo do Rev. B. Dunn, que via no Brasil uma nova Canaã, a terra prometida onde os confederados derrotados na Guerra de Secessão poderiam reconstruir suas vidas, seus lares e suas propriedades incluindo a mão-de-obra escrava. Pelo menos cerca de 2000 a 3000 sulistas se deslocaram para São Paulo. O aceno de encontrar terras em abundância com mão-de-obra escrava certamente foi decisivo para que famílias inteiras, acostumadas a um estilo de vida escravista, se deslocassem do sul dos EUA para o sudeste brasileiro.

        De uma maneira geral os protestantes no Brasil só tomaram uma posição contra a escravidão quando à abolição já era unanimidade na sociedade brasileira. Mesmo os poucos protestantes que se posicionaram favoráveis à abolição o faziam como uma questão moral e religiosa. Eram incapazes de atitudes mais concretas, que de fato propiciassem soluções ao problema do escravismo, que até os nossos dias tem gerado grandes consequências, onde grande parte da população negra vive a margem da sociedade. Os negros se viram largados no interior de uma sociedade fundada em bases racistas. Libertos foram preteridos do mercado formal de trabalho em nome de um projeto elitista de branqueamento do país. Tiveram que disputar com o imigrante europeu até mesmo as mais modestas oportunidades de trabalho livre, como a de engraxate, jornaleiro ou vendedor de frutas e verduras, transportadores de peixe e carregadores de sacas de café, etc. As mulheres garantiram a sobrevivência da família trabalhando, tanto ontem como hoje, como domésticas, faxineiras, babás, doceiras, cozinheiras, lavadeiras e outras atividades similares. E a igreja ainda no seu silêncio.

        Essa é uma grande oportunidade para denominações evangélicas históricas brasileiras pedirem perdão ao povo negro, seguindo o exemplo dos anglicanos da Inglaterra. O desafio, o testemunho cristão, é o pedido de perdão ao povo negro que aqui propusemos. Finalmente, desejamos convidar nossos irmãos e irmãs das Igrejas Históricas para que reflitam todas essas questões. Para que as igrejas Históricas possam passar de um simples “ministério de omissão” para um ministério de envolvimento e participação na luta do povo negro para a sua libertação, e cumprimento da sua missão de Igreja de Jesus Cristo aqui na terra.

        • Continuação:
          O fundamentalismo das denominações protestantes dos EUA se transformou em terreno fértil para justificativas da escravidão, que buscavam embasamento doutrinário para apaziguar a consciência dos escravocratas do sul. Citando a história de Noé, identificavam a maldição de Cam, por ter surpreendido o patriarca n/ú e embriagado, como a maldição dos negros. Os principais agentes da imigração norte-americana para o Brasil foram pastores protestantes do Sul dos EUA, a exemplo do Rev. B. Dunn, que via no Brasil uma nova Canaã, a terra prometida onde os confederados derrotados na Guerra de Secessão poderiam reconstruir suas vidas, seus lares e suas propriedades incluindo a mão-de-obra escrava. Pelo menos cerca de 2000 a 3000 sulistas se deslocaram para São Paulo. O aceno de encontrar terras em abundância com mão-de-obra escrava certamente foi decisivo para que famílias inteiras, acostumadas a um estilo de vida escravista, se deslocassem do sul dos EUA para o sudeste brasileiro.

          De uma maneira geral os protestantes no Brasil só tomaram uma posição contra a escravidão quando à abolição já era unanimidade na sociedade brasileira. Mesmo os poucos protestantes que se posicionaram favoráveis à abolição o faziam como uma questão moral e religiosa. Eram incapazes de atitudes mais concretas, que de fato propiciassem soluções ao problema do escravismo, que até os nossos dias tem gerado grandes consequências, onde grande parte da população negra vive a margem da sociedade. Os negros se viram largados no interior de uma sociedade fundada em bases racistas. Libertos foram preteridos do mercado formal de trabalho em nome de um projeto elitista de branqueamento do país. Tiveram que disputar com o imigrante europeu até mesmo as mais modestas oportunidades de trabalho livre, como a de engraxate, jornaleiro ou vendedor de frutas e verduras, transportadores de peixe e carregadores de sacas de café, etc. As mulheres garantiram a sobrevivência da família trabalhando, tanto ontem como hoje, como domésticas, faxineiras, babás, doceiras, cozinheiras, lavadeiras e outras atividades similares. E a igreja ainda no seu silêncio.

          Essa é uma grande oportunidade para denominações evangélicas históricas brasileiras pedirem perdão ao povo negro, seguindo o exemplo dos anglicanos da Inglaterra. O desafio, o testemunho cristão, é o pedido de perdão ao povo negro que aqui propusemos. Finalmente, desejamos convidar nossos irmãos e irmãs das Igrejas Históricas para que reflitam todas essas questões. Para que as igrejas Históricas possam passar de um simples “ministério de omissão” para um ministério de envolvimento e participação na luta do povo negro para a sua libertação, e cumprimento da sua missão de Igreja de Jesus Cristo aqui na terra.

      • Continuação:
        O fundamentalismo das denominações protestantes dos EUA se transformou em terreno fértil para justificativas da escravidão, que buscavam embasamento doutrinário para apaziguar a consciência dos escravocratas do sul. Citando a história de Noé, identificavam a maldição de Cam, por ter surpreendido o patriarca sem roupa e embriagado, como a maldição dos negros. Os principais agentes da imigração norte-americana para o Brasil foram pastores protestantes do Sul dos EUA, a exemplo do Rev. B. Dunn, que via no Brasil uma nova Canaã, a terra prometida onde os confederados derrotados na Guerra de Secessão poderiam reconstruir suas vidas, seus lares e suas propriedades incluindo a mão-de-obra escrava. Pelo menos cerca de 2000 a 3000 sulistas se deslocaram para São Paulo. O aceno de encontrar terras em abundância com mão-de-obra escrava certamente foi decisivo para que famílias inteiras, acostumadas a um estilo de vida escravista, se deslocassem do sul dos EUA para o sudeste brasileiro.

        De uma maneira geral os protestantes no Brasil só tomaram uma posição contra a escravidão quando à abolição já era unanimidade na sociedade brasileira. Mesmo os poucos protestantes que se posicionaram favoráveis à abolição o faziam como uma questão moral e religiosa. Eram incapazes de atitudes mais concretas, que de fato propiciassem soluções ao problema do escravismo, que até os nossos dias tem gerado grandes consequências, onde grande parte da população negra vive a margem da sociedade. Os negros se viram largados no interior de uma sociedade fundada em bases racistas. Libertos foram preteridos do mercado formal de trabalho em nome de um projeto elitista de branqueamento do país. Tiveram que disputar com o imigrante europeu até mesmo as mais modestas oportunidades de trabalho livre, como a de engraxate, jornaleiro ou vendedor de frutas e verduras, transportadores de peixe e carregadores de sacas de café, etc. As mulheres garantiram a sobrevivência da família trabalhando, tanto ontem como hoje, como domésticas, faxineiras, babás, doceiras, cozinheiras, lavadeiras e outras atividades similares. E a igreja ainda no seu silêncio.

      • O fundamentalismo das denominações protestantes dos EUA se transformou em terreno fértil para justificativas da escravidão, que buscavam embasamento doutrinário para apaziguar a consciência dos escravocratas do sul. Citando a história de Noé, identificavam a maldição de Cam, por ter surpreendido o patriarca sem roupa e embriagado, como a maldição dos negros. Os principais agentes da imigração norte-americana para o Brasil foram pastores protestantes do Sul dos EUA, a exemplo do Rev. B. Dunn, que via no Brasil uma nova Canaã, a terra prometida onde os confederados derrotados na Guerra de Secessão poderiam reconstruir suas vidas, seus lares e suas propriedades incluindo a mão-de-obra escrava. Pelo menos cerca de 2000 a 3000 sulistas se deslocaram para São Paulo. O aceno de encontrar terras em abundância com mão-de-obra escrava certamente foi decisivo para que famílias inteiras, acostumadas a um estilo de vida escravista, se deslocassem do sul dos EUA para o sudeste brasileiro.

        • Continuação:
          De uma maneira geral os protestantes no Brasil só tomaram uma posição contra a escravidão quando à abolição já era unanimidade na sociedade brasileira. Mesmo os poucos protestantes que se posicionaram favoráveis à abolição o faziam como uma questão moral e religiosa. Eram incapazes de atitudes mais concretas, que de fato propiciassem soluções ao problema do escravismo, que até os nossos dias tem gerado grandes consequências, onde grande parte da população negra vive a margem da sociedade. Os negros se viram largados no interior de uma sociedade fundada em bases racistas. Libertos foram preteridos do mercado formal de trabalho em nome de um projeto elitista de branqueamento do país. Tiveram que disputar com o imigrante europeu até mesmo as mais modestas oportunidades de trabalho livre, como a de engraxate, jornaleiro ou vendedor de frutas e verduras, transportadores de peixe e carregadores de sacas de café, etc. As mulheres garantiram a sobrevivência da família trabalhando, tanto ontem como hoje, como domésticas, faxineiras, babás, doceiras, cozinheiras, lavadeiras e outras atividades similares. E a igreja ainda no seu silêncio.

        • Continua:
          Essa é uma grande oportunidade para denominações evangélicas históricas brasileiras pedirem perdão ao povo negro, seguindo o exemplo dos anglicanos da Inglaterra. O desafio, o testemunho cristão, é o pedido de perdão ao povo negro que aqui propusemos. Finalmente, desejamos convidar nossos irmãos e irmãs das Igrejas Históricas para que reflitam todas essas questões. Para que as igrejas Históricas possam passar de um simples “ministério de omissão” para um ministério de envolvimento e participação na luta do povo negro para a sua libertação, e cumprimento da sua missão de Igreja de Jesus Cristo aqui na terra.

          • Continuação:
            Lista de Igrejas e lideranças a quem enviamos o documento:

            IEAB
            Ao Sr. Bispo Primaz
            Dom Orlando Santos de Oliveira,
            A Secretaria Executiva do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil
            Sr. Rev. Ludgero Bonilha Morais, Secretário Executivo do SC
            Igreja Presbiteriana Unida do Brasil
            Moderador: Rev. Gerson Antônio Urban
            Igreja Presbiteriana Independente do Brasil
            Diretoria da Assembléia Geral da IPIB
            Presidente Rev. Assir Pereira
            Igreja Evangélica Luterana do Brasil
            A/C Diretoria Nacional Rony Marquardt, Mário Lehenbauer, Carlos W. Winterle, Paulo K. Jung, Moacir Guenther.
            Igreja Metodista
            Colégio Episcopal
            Bispo Josué Adam Lazier – 4a Região
            Bispo Paulo Tarso de Oliveira Lockmann – 1a Região
            Bispo João Carlos Lopes – 6a Região
            Bispo Luiz Vergílio da Rosa – 2a Região
            Bispo João Alves de Oliveira Filho – 5a Região
            Bispo Presidente a mesa do Colégio Episcopal
            Bispa Marisa de Freitas Ferreira Coutinho – REMNE
            Bispo Adriel de Souza Maia – 3a Região
            Bispo Adolfo Evaristo de Souza – CMA
            Reverendo Stanley da Silva Moraes
            Secretário Executivo do Colégio
            Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil
            Pastor Presidente P. Dr. Walter Altmann
            Ao CONIC
            Presidente Bispo Adriel Souza Maia
            Secretaria Executiva Pr. Ervino Schmidt
            CLAI – BRASIL – O Conselho Latino Americano de Igrejas
            Secretário Regional: Rev. Luiz Caetano Grecco Teixeira

            Do site Fim da Farsa

  6. luciano disse:
    1 de setembro de 2015 ás 3:28 pm

    A igreja não aceita um jesus negro nem a pal,agora para evangélicos não muda nada em sua fé.
    Responder Comentar

    Luciano… mentira sua meu caro…

    FeliciÂnus, no ensino de sua “teologia” disse que o negro é amaldiçoado…

    se FeliciÂnus estiver correto em sua teologia, então xessus é amaldiçoado também!!! muda tudo!!

    ——–
    luciano disse:
    1 de setembro de 2015 ás 3:30 pm

    Me refiro a igreja catolica,se acreditasse não teria escravizado os negros no período colonial.
    Responder Comentar

    qual a fonte dessa informação Luciano?

      • não falei nada a respeito de acusação de racismo…

        falei sobre a teologia dele de que o povo negro é assim devido a maldição constante no VT…

        apesar de ter sido “inocentado” da acusação de racismo, ele não “desdisse” o que disse sobre a tal maldição assolar o povo africano com a cor negra da pele e pestes como a Aids.. sendo tudo isso devido a tal maldição…

        ou seja… segundo a teologia do FeliciÂnus, o povo negro é negro por conta de uma maldição… se xessus tiver a pele negra ou ao menos parda (que vem a descender desses), então ele está sob a tal maldição…

        é só somar 1+1!!!

        • http :/ / noticias.uol.com. br /politica/ultimas-noticias/2011/03/31/depu tado-federal-diz-no-twitter-que-africanos-descendem-de-ancestral-amaldicoado. htm

          tem o video no youtube também… mas infelizmente não sei como postá-lo aqui.. mas creio que a matéria seja o suficiente para que vc entenda o que estou dizendo…

          • Não é opinião dele pessoal cara pálida,mais uma teologia errada na minha opinião sobre Noé e seu filho.
            ô cara palida como eu já disse,você não tem o espírito santo de Deus para comentar a biblia,então oque você entende e nada é a mesma coisa para mim.

          • pois é.. nem eu e nem 99,9% dos protestantes que acreditam em teologias diversas como a do FeliciÂnus kkkk

            será que a teologia do seu pa$$tor também não está furada igual a do Feliciânus? kkkk quem garante? o inspiritusantu? o mesmo que garante a teologia dos outros??? kkk

  7. Igreja da Bahia pede perdão a índios e negros

    AGENCIA ESTADO

    Repetindo o gesto do papa João Paulo II, que pediu perdão pelos erros cometidos pela Igreja ao longo da História, o cardeal-arcebispo d. Geraldo Majella Agnelo fez o mesmo pedido de desculpas pelas falhas da Arquidiocese Primacial do Brasil (a da capital baiana) nos últimos 450 anos, desde que os primeiros jesuítas comandados pelo padre Manuel da Nóbrega desembarcaram em 1549,
    junto com Tomé de Souza, para fundar Salvador. É a primeira vez que a Igreja na Bahia admite os “pecados” na colonização. “Lembramos dos nossos pecados, o sofrimento que nós proporcionamos aos outros” disse d. Majella, na homilia realizada após a Caminhada Penitencial do Bonfim realizada neste domingo na Cidade Baixa. O bispo-auxiliar d. Gílio Felício, único bispo negro da Arquidiocese de Salvador, foi mais especifico. “Eu gostaria de sublinhar especialmente a população indígena e a afro-descendente (negros) que aqui sofreram massacre e desrespeito às suas culturas, e a Igreja teve de
    alguma forma participação no sofrimento desses dois povos”, disse. Embora tenham tentado de alguma forma proteger os índios dos colonizadores, os padres também usaram a mão-de-obra indígena para construir as primeiras igrejas de Salvador. Poucos protestavam contra a escravidão dos índios e tentavam “civilizá-los” ensinando-lhes o catecismo, técnicas agrícolas e a organização social dos europeus. Para a Igreja os índios eram considerados seres ingênuos e por isso necessitavam ser protegidos ao modo da poderosa instituição da época. Essa mínima complacência em relação aos índios não existia no trato com
    os negros, considerados seres sem alma pela elite branca. Vários padres mantinham escravos negros em suas igrejas e conventos. Conta-se que para construir a Igreja de São Francisco, a famosa “igreja do ouro” de Salvador, os frades franciscanos usaram a mão-de-obra de quatro mil escravos. O templo, construído no inicio do século 18, levou 40 anos para ser concluído.

    • isso não é fonte histórica… isso não é um pedido de perdão por ter escravizado negros ou índios e sim pelas mazelas cometidas ao forçá-los ao cristianismo…

      isso, evidentemente também é um pedido de perdão pela omissão frente a escravidão, e não por ter escravizado…

      além de que caro Luciano, é interessante ver na história também essa pataquada de “ngos sem alma” espalhado não sei porque pelo protestantismo, onde está a fonte histórica desta baboseira?

      até onde a história conta.. COM FONTES… a seita romana tem até santo negro do inicio dos séculos cristão… como “santificar” um ser sem alma…

      não sou cristão, não sou católico, muito menos protestante… Graças ao estudo, sou ateu…

      e assim, não concordo com mentiras históricas…

      • Foi durante a expansão espanhola e portuguesa na América que surgiu a ideia de se buscar uma sustentação ideológica influenciada pela religião de que os índios não eram seres humanos. Estes eram animais e portanto era justificada por Deus a sua exploração para o trabalho, desta forma eram socialmente aceitos os suplícios a que eram submetidos, estendendo-se logo esta crença para a raça negra.

        No Brasil os negros foram trazidos para serem escravos nos engenhos de cana de açúcar, devido às dificuldades da escravização dos ameríndios, os primeiro habitantes brasileiros do qual se tem relato. A
        Igreja Católica nunca se opôs à escravidão negra, e acreditava-se que os negros não tinham almas. Com o passar dos anos, o Vaticanotentou esconder o erro histórico da igreja que nunca foi devidamente explicado. O Papa João Paulo chegou a pedir desculpas pelos erros históricos da igreja católica. [1] Nos últimos anos a igreja afirmou que sempre existiram inúmeros santos negros, mesmo tendo os canonizados só após a Lei Áurea. O convívio com as doenças dos brancos e de seus animais, por terem contatos há séculos com os povos brancos e com os animais por eles domesticados, e juntamente com a
        motivação financeira, decorrentes do fato do tráfico negreiro ter sido a maior fonte de renda do período colonial, foram usados como justificativas para a escravização negra.

        Mais tarde, quando os europeus começaram a colonizar a África noséculo XIX, eles começaram a apresentar justificativas piores para a implementação da cultura e modo de vida europeus às sociedades negras; uma dessa justificativas foi a ideia errônea de que os negros eram uma raça inferior. Assim, passaram a aplicar a discriminação com base racial nas suas colônias, para assegurar determinados
        “direitos” aos colonos europeus. O caso mais extremo foi a instituição do apartheid na África do Sul, em que essa discriminação foi suportada por leis decretadas pelo Estado.

        FONTE:WIKIPÉDIA.

        • Eu proponho voce procurar documentos oficiais da.Icar que sao contra a escravidao, use a mesma wikipedia! A diferença é que haverá links que confirmam o que eu digo.

          Vai perceber que houve disputa ideologica dentro uma religiao, afinal de contas, ha decretos papais e há catolicos cegos por dinheiro que nem estavam aí, afinal de contas, eram cegos. Mas fica a duvida, porque a Icar tem tantos santos negros, inclusive, que datam do primeiro milênio? Fica a criterio persistir na curiosidade, mas se nao estiver com afinco em adentrar nos elementos religiosos dos catolicos, entao que continue nos argumentos que voce se sente seguro.

          • Rapaz não sou seu empregado,a igreja católica só tornou santos negros depois da lei áurea,assumindo uma meia culpa mais na minha opinião foi uma culpa inteira.
            rapaz você não percebe caso ser verdade um jesus negro?a igreja católica ia rachar em pedaços.

          • Ô lazarento Nosforazero se Wikipédia não for fonte histórica então oque é fonte histórica para você?
            vai contar estrela que é melhor seu poeirinha.

          • kkkkkkkkk

            Luluzinho kkkkk

            Wikipédia é um site onde vc entra e cria a informação.. kkkk

            não é fonte histórica… kkkk

            mas tudo bem… se vc quiser buscar informação na wikipédia… kkkk

            quanto a canonizar negros depois da Lei aurea… mais uma pataquada protestante…

            não vou te dar uma aula de história aqui não… nem é minha obrigação ensinar pessoas que não querem aprender…

            mente engessada pela religiosidade é o tipo mais dificil de ensinar…

            vc poderia começar a ler alguns livros de história… mas wikipédia é difícil kkkk

            caso xessus fosse negro, tanto a seita romana quanto as seitas protestante teriam que engolir muita coisa Luciano…

            ao que vejo, até o fato de xessus ser amaldiçoado, segundo a teologia FeliciAna…

            muitos pa$torecos teriam que refazer suas teologias também… o caos estaria instalado kkkk

            Mas fonte histórica Luciano são livros históricos… material didádico aplicado no ensino em faculdades… matérias antigs em jornais conhecidos e de respeito… coisas deste tipo…

            Wikipédia foi muito bom… me fez rir as pampas por aqui kkkkk

            (http : // www1.folha.uol.com. br/folha/informatica/ult124u21947. shtml)

  8. A questão é se a todo tempo conhecido por nós eles mentiram nessa questão, acho melhor então pensarmos sozinho e ter certeza que mentirão muito mais ainda e tudo vem sendo sustentado com afirmações que não passam de Bolotas de Porco, certo.

  9. Negro ou branco .. Só pode ser decidido aceito no mundo cristão .. Quando passar pelo crivo do santo magistério da una igreja católica e apostólico .. O santo padre o papa deve se manifestar.. Caso contrário só mais uma falácia., nada mais.,

    • Lopes
      Pare com essa mentira, todos os seres humanos irão passar pelo crivo de Jesus, 2 Coríntios 5:10, e não pelo crivo de igreja católica ou de protestantes.
      Principalmente essa ICR, que tem como medianeira aquela boneca feiosa, maria-aparecida, achada no fundo do rio paraíba do sul, em 1.718.

      • Manuelina vc falando e um chacal uivando., não vejo diferença alguma., vai te herege seguidor de pastorecos mercenarios.. E seitinhas de esquinas do cachaceiro lutero., para trás satanás.,

      • Manoel

        Esse Lopes é um pobre diabo, esse pobre cão, vive seguindo e fazendo o que os padres dizem, e mandam ele fazer, se o padre dizer pra ele que ele tem que comer bosta, ele obedece e come.
        Se o padreco dizer pra ele limpar o lamber o fiofó fifido do padreco ele lambe..
        é um pobre diabo, junto com essa tal de Emanuelle.,

        ]
        Essa Emanuelle, é outra pertubada, não lê a Bíblia e quer postar comentário……..
        vive na fornicação na vontade da carne.

        Emanuelle cuidado, a Bíblia diz, que toda forma de sexo antes do casamento chama-se fornicação é os fornicadores provaram a segunda morte.
        leia a Bíblia sua estúpida……………..

    • Lopes pinguço

      toma vergonha na cara seu estúpido, Santo só existe um que é JESUS, teu papa é um pecador comedor de feijão se ele não pregar a verdade sobre o novo nascimento como JESUS mandou pregar, vai pro inferno de cabeça pra baixo junto com todos os idolatras estúpidos da igreja meretriz católica..

        • Lopes cachaceiro.

          leia o Salmo 115 e converta-se , deixe de seguir esse boneco feio chamado de Aparecida, seu pinguço estúpido..
          aonde esta escrito na BÍBLIA esse monte de santo que a igreja meretriz inventou…

          bando de cachaceiros pinguço, católico vive na vontade da carne servindo ao diabo.
          por isso que O Senhor JESUS alertou, sobre a igreja meretriz católica, ( Sai dela povo meu, para que não sejam cúmplice dos seus pecados e flagelos , APOCALIPSE 18: 03)

          será possível seu pinguço, que vc não lê mesmo a Bíblia?
          responde ai…………………

          • SALMO 115
            Salmo 115 “tem boca mas não falam,olhos tem, mas não veem”
            Deus eterno criador de todo universo se faz presente meio a IMAGENS DE ESCULTURA de anjos?
            DEUS ORDENOU FAZER IMAGENS E ESCULTURA:
            “Farás também dois querubins de ouro (IMAGENS DE ESCULTURA); de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório.” Êxodo 25,18
            “Fez também dois querubins de ouro; de ouro batido os fez, nas duas extremidades do propiciatório.” Êxodo 37,7
            Segundo os protestantes tornou-se Deus e os sacerdotes do templo idolatras?
            Pois as imagens de escultura foram confeccionada por artesãos (OBRA DE MÃOS HUMANA) por ordem de Deus e usadas pelos sacerdotes no lugar mais santo do templo, para o ato mais importante de adoração (sacrifício do cordeiro para expiação dos pecados de todo o povo de Israel)
            PROSTRADOS DIANTE DA ARCA
            Diante de duas imagens de esculturas Moisés e os anciões prostraram-se diante da arca.
            Então Josué rasgou as suas vestes, e se prostrou em terra sobre o seu rosto perante a arca do SENHOR até à tarde, ele e os anciãos de Israel; e deitaram pó sobre as suas cabeças.(Josué 7,6)
            Prostrar-se diante de pessoas
            Lamento dizer-lhe mais isso não é idolatria!Pois o próprio Deus MANDOU que pessoas se ajoelhassem diante das outras para fazer uma PRECE DE JOELHOS!
            Isaías 45.
            1 ASSIM diz o Senhor ao seu ungido, a Ciro, a quem tomo pela mão direita, para abater as nações diante de sua face, e descingir os lombos dos reis, para abrir diante dele as portas, e as portas não se fecharão (…)
            14 Assim diz o Senhor: O trabalho do Egito, e o comércio dos etíopes e dos sabeus, homens de alta estatura, passarão para ti, e serão teus; irão atrás de ti, virão em grilhões, ((( e diante de ti se prostrarão ))); ((( far-te-ão as suas súplicas ))), dizendo: Deveras Deus está em ti, e não há nenhum outro deus.
            Veja, o Senhor Deus manda se ajoelhar diante de Ciro para SUPLICAR!
            E isso se chama PRECE!
            Veja outro exemplo!
            Gen 49:8 – Judá, a ti te louvarão os teus irmãos; a tua mão será sobre o pescoço de teus inimigos; os filhos de teu pai a ti se inclinarão.
            Veja essa outra passagem acima!
            As pessoas se ajoelharam diante de Judá para LOUVÁ-LO!
            Agora, veja esse exemplo abaixo!
            Mat 27,29 – E, tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça, e em sua mão direita uma cana; e, ajoelhando diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, Rei dos judeus.
            Nessa passagem acima, os soldados se ajoelhavam diante de Jesus não para adorá-lo, mas sim para ZOMBAR dele!
            A própria Bíblia se encarrega de mostrar os tipos DIFERENTES de se ajoelhar
            São os protestantes que misturam tudo! !
            Raça de víboras! Leem a Bíblia e decoram passagens para caluniar e perseguir a Igreja Católica. Leem passagens isoladas para contextualizar os seus próprios interesses e heresias.
            Filhos da serpentes, o fundamentalismo bíblico de vocês os levarão a ruína e ao desespero. vocês morrerão envenenados pelo próprio veneno! Converte-se em quanto é tempo! Perseguir a Igreja é perseguir o próprio Jesus.

        • LOPES PINGUÇO

          Pelos menos os pastores dizem a verdade sobre a idolatria e o pecado da carne.
          já o teu papa só sabe sentar o fiofó fidido no trono de ouro e mais nada.
          ler a Bíblia é pregar a verdade nem pensar.
          bando de idolatras pinguço..

        • LOPES CACHACEIRO

          Pelos menos os pastores dizem a verdade sobre a idolatria e o pecado da carne.
          já o teu papa só sabe sentar o fiofó fidido no trono de ouro e mais nada.
          ler a Bíblia é pregar a verdade nem pensar.
          bando de idolatras pinguço..

          • Lendo os comentários do herege zezemulambo ., parece que estou escutando as profecias dos protestantes ,,ou glórias estes evanjegues são ungidos mesmo só falam coisas lindas.,kkkkkkk

    • lopes melhor ler a bíblia pois a tua igreja nem existia quando os primeiros crentes foram lançados aos leões por Nero . Outra preto ou não Jesus era judeu não católico quando Jesus deixou a igreja ela era formada por homens judeus não católicos apostólicos romanos ( se liga cara )

  10. Sendo Deus Oniciente , Onipresente , e Onipotente , teve na terra todas as cores todos os tipos todos os momentos para todos nós em todas as épocas , em dimensões diferentes e tem confundido os sábios como diz a Bíblia , Isso é o que tenho para mim , Amo Jesus .

    • VANESSA

      Olá, querida amiga…
      Ontem vi aqui o Sandro te falando umas coisas desagradáveis, as de sempre, com centro na “homofobia”.
      Aí eu disse que você a Célia são minhas amigas muito queridas e que eu iria defendê-las contra tudo e todos, e por isso pedi a ele que não as ofenda.
      E que vocês são como irmãs para mim, tão grande é o apreço que lhes dedico.
      Ora, as meninas superpoderosas também são irmãs.
      E também são três.
      ———————————————————————————————————————
      Hoje ninguém sabe como era Jesus, pois não havia fotos ou filmagens.
      Então é melhor deixar isso de lado como irrelevante, até porque não é a aparência de Jesus que salva, mas seguirmos nós os ensinamentos que ele deixou.
      E religião não é concurso de beleza…
      Com isto é que agradamos a Deus, não com um pedaço de papel.

      E pode ver nos “deuses” da umbanda / candomblé, os originais trazidos da África são todos negros e aqui no Brasil eles foram ligados a santos da igreja católica.
      Assim os negros podiam venerar suas divindades em paz, pois os cultos africanos eram todos proibidos, e eram acusados de heresia os praticantes.

      Por exemplo, aqui temos o deus Ogum representado por São Jorge, aliás esse santo foi banido pelo Vaticano, por falta de provas sobre sua existência.
      E não adianta ficar discutindo sobre o verdadeiro nome de Deus, se é Jeová ou não.
      Como eu disse uma vez para umas Testemunhas de Jeová, Deus é único, não precisa ter nome próprio.

  11. Oh, meu Cristo negro, meu Cristo pobrezinho e que não tinha onde reclinar a cabeça; meu Cristo de pequena estatura física, desprezado, insultado, vituperado. Meu Cristo que andou, comeu e bebeu com os marginalizados da sociedade. Meu Cristo sofredor, você entende a dor dos excluídos porque fostes um também, e por isso te pregaram em uma cruz. Meu Cristo dos pobres, dos sofredores, dos excluídos: eu te amo.



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  12. São estes e outros assuntos colocados aqui neste site, que só serve para encher linguiça.
    Falar da cor da pele de Jesus, é o mesmo que discutir o sexo dos anjos. A bíblia diz que Davi, era ruivo, 1 Samuel 17:42, e Jesus, sendo da descedência de Davi, tabém deveria ter pele clara.

  13. História do Brasil.

    Brasil: Mais de 500 – Igreja católica no Brasil pede perdãoAlém das comemorações que estão acompanhando o “Brasil 500 anos”, esse momento deve ser também, uma oportunidade de reflexão histórica, principalmente por parte de setores que nesses 5 séculos se fortaleceram, em detrimento da maioria da população, ontem indígena, negra-escrava e hoje representada por uma imensa camada de miseráveis e excluídos da “democracia” e do “Estado de Direito”.
    Uma das principais instituições ao longo de nossa história é a Igreja Católica. Presente no Brasil desde os primórdios do período colonial, a Igreja quase sempre esteve ao lado do poder, quer na Colônia, no Império ou na República. Os primeiros representantes da Igreja Católica, os padres jesuítas, chegaram ao Brasil em 1549, com o primeiro Governador Geral, Tomé deSouza, e fundaram o primeiro bispado na cidade de Salvador, então capital da colônia. A expansão da Igreja acompanhou a própria expansão da colonização na medida em que, a cada nova Vila fundada, uma capela era erguida. No entanto, a principal ação dos jesuítas deu-se frente aos indígenas, que deveriam ser catequisados como parte do movimento de Contra Reforma, que seguindo as decisões do Concílio de Trento, procurava expandir o catolicismo para os vários povos de todos os continentes. A ação de catequese junto aos índios foi possível na medida em que a Igreja de Roma havia chegado a conclusão de que os silvícolas possuíam alma, portanto poderiam ser salvos.
    A partir de então, os jesuítas preocuparam-se em levar aos povos indígenas os ensinamentos cristãos e para isso foram organizadas as missões ( ou reduções) onde os indígenas aprendiam a língua portuguesa, os costumes e a moral católica, aprendiam ainda a trabalhar com os instrumentos trazidos pela nova cultura, apresentada como superior e responsável pela desagregação de várias tribos.
    A força e influência política dos jesuítas e os interesses no tráfico de escravos negros, fez com que o Estado proibisse a escravidão indígena, permanecendo porém essa possibilidade a partir da “guerra justa”, responsável pela escravidão do índio, mesmo que em menor número quando comparado com a escravidão negra.
    A presença do jesuíta também teve grande importância nas cidades coloniais, onde as poucas escolas que existiam eram controladas por eles. Dessa forma, os filhos dos fazendeiros eram educados pelos padres e em parte essa situação reproduzia o que ocorria na metrópole, homens que ocupariam cargos públicos, explicando a atitude do Marquês de Pombal em 1759, que expulsou os jesuítas de Portugal e de todas as suas colônias.
    Durante o Primeiro Reinado (governo de D. Pedro I entre 1822 e 1831), a Constituição outorgada de 1824, determinou o catolicismo como religião oficial, ou seja, imposta e controlada pelo Estado, sendo que esta situação foi mantida até a Proclamação da República.
    No dia 20 de março o jornal Folha de São Paulo conseguiu uma cópia de um documento guardado sob sigilo pela Igreja Católica no Brasil. Trata-se de uma carta de 21 páginas que circula desde o começo de março entre os bispos que formam o episcopado brasileiro. A carta contém a intenção da Igreja em se desculpar publicamente pelos “erros do passado” e pelas “faltas do presente”.
    Por tratar-se ainda de um anteprojeto, não existe uma divulgação oficial. O texto conduzirá as discussões da próxima assembléia geral da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), marcada para o final de abril em Porto Seguro. Da assembléia sairá o texto final que apresentará uma análise dos 500 anos de evangelização.
    No documento, a Igreja já anunciou que pedirá perdão pelos abusos cometidos contra os índios durante o período colonial, além de reconhecer sua própria omissão no combate à escravização dos negros.
    A novidade do texto, é um conjunto de 11 páginas reservadas para uma análise do Brasil no final do século XX, colocando a comunidade católica como co-responsável pela desigualdade social e violência nos dias de hoje. Sobre esse tema, o texto afirma que nos anos 80 o Brasil poderia ter superado o modelo que “favoreceu o lucro e o esbanjamento de uma minoria”, tendo contudo ocorrido o contrário, com o aumento da distância entre o povo e a classe política. O Estado, divorciado dos cidadãos, não conseguiu “garantir a segurança contra a violência e agressões”. A mídia, “particularmente a televisão”, aproveitou-se dessa lacuna, tornando-se cada vez mais poderosa.
    A carta critica também a “mentalidade individualista e hegemônica, aliada ao culto da eficiência e da produtividade”. Tal visão induziu um comportamento que transformou “a preocupação de ganhar dinheiro em valor supremo”, provocando “o enfraquecimento da ética no exercício das profissões e na gestão dos recursos públicos”.
    Em outro trecho, o documento ataca o preconceito que as mulheres ainda enfrentam na sociedade brasileira, denunciando a violência doméstica e as diferenças salariais entre os sexos, mas omite por outro lado, a postura do Vaticano em proibir a ordenação feminina.
    Apesar de elaborado pela ala progressista do clero, aquela que acredita nos princípios cristãos como meios para justiça social, o documento exclui dois problemas: as perseguições aos judeus nos séculos XVI, XVII e XVIII, e a intolerância de parte do clero pelos homossexuais. O texto do documento é finalizado com um apelo à preservação do meio ambiente.

  14. Vamos ensinar aos católicos, seita – significa dissidência, logo, católicos e protestantes, somos todos seitas, porque tivemos origem no conceito judaico cristão (bíblia), absolutamente escrita pelos judeus, inclusive Jesus homem era judeu, isto porque, Jesus, tinha 2 naturezas divina e humana, a natureza divina, “Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente” Hebreus 13:8. Jesus divino, não tem nacionalidade.

  15. Lopes cachaceiro., de uma coisa vc tem razão, nós falamos coisas lindas como vc disse, porque dizemos o que esta escrito na Bíblia, e JESUS é lindo, príncipe da paz pai da eternidade Rei dos Reis e Senhor dos Senhores…
    Salvação só em JESUS e não nesses santos feio horroroso que vcs católicos vivem idolatrando..
    leia a Bíblia pinguço seguidor de papa e padre não convertido.
    Já te mandei, leia o Salmo 115 .
    Leia Isaías 44: 9. Quem forma um deus, e funde uma imagem de escultura, que de nenhum préstimo?
    Todos os artífices de imagem de escultura são vaidade, e as suas coisas mais desejáveis são de nenhum préstimo, e suas próprias testemunhas, nada vêem nem entendem para que sejam envergonhados.
    como dizemos que católico trabalha pro diabo, acham ruim, por trás das imagens de escultura de cada santo fajuto, falso e falsificado que os católicos idolatram, tem um demônio escondido..
    bando de estúpidos.
    Fazem tudo ao contrário da Bíblia.

    • SALMO 115
      Salmo 115 “tem boca mas não falam,olhos tem, mas não veem”
      Deus eterno criador de todo universo se faz presente meio a IMAGENS DE ESCULTURA de anjos?
      DEUS ORDENOU FAZER IMAGENS E ESCULTURA:
      “Farás também dois querubins de ouro (IMAGENS DE ESCULTURA); de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório.” Êxodo 25,18
      “Fez também dois querubins de ouro; de ouro batido os fez, nas duas extremidades do propiciatório.” Êxodo 37,7
      Segundo os protestantes tornou-se Deus e os sacerdotes do templo idolatras?
      Pois as imagens de escultura foram confeccionada por artesãos (OBRA DE MÃOS HUMANA) por ordem de Deus e usadas pelos sacerdotes no lugar mais santo do templo, para o ato mais importante de adoração (sacrifício do cordeiro para expiação dos pecados de todo o povo de Israel)
      PROSTRADOS DIANTE DA ARCA
      Diante de duas imagens de esculturas Moisés e os anciões prostraram-se diante da arca.
      Então Josué rasgou as suas vestes, e se prostrou em terra sobre o seu rosto perante a arca do SENHOR até à tarde, ele e os anciãos de Israel; e deitaram pó sobre as suas cabeças.(Josué 7,6)
      Prostrar-se diante de pessoas
      Lamento dizer-lhe mais isso não é idolatria!Pois o próprio Deus MANDOU que pessoas se ajoelhassem diante das outras para fazer uma PRECE DE JOELHOS!
      Isaías 45.
      1 ASSIM diz o Senhor ao seu ungido, a Ciro, a quem tomo pela mão direita, para abater as nações diante de sua face, e descingir os lombos dos reis, para abrir diante dele as portas, e as portas não se fecharão (…)
      14 Assim diz o Senhor: O trabalho do Egito, e o comércio dos etíopes e dos sabeus, homens de alta estatura, passarão para ti, e serão teus; irão atrás de ti, virão em grilhões, ((( e diante de ti se prostrarão ))); ((( far-te-ão as suas súplicas ))), dizendo: Deveras Deus está em ti, e não há nenhum outro deus.
      Veja, o Senhor Deus manda se ajoelhar diante de Ciro para SUPLICAR!
      E isso se chama PRECE!
      Veja outro exemplo!
      Gen 49:8 – Judá, a ti te louvarão os teus irmãos; a tua mão será sobre o pescoço de teus inimigos; os filhos de teu pai a ti se inclinarão.
      Veja essa outra passagem acima!
      As pessoas se ajoelharam diante de Judá para LOUVÁ-LO!
      Agora, veja esse exemplo abaixo!
      Mat 27,29 – E, tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça, e em sua mão direita uma cana; e, ajoelhando diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, Rei dos judeus.
      Nessa passagem acima, os soldados se ajoelhavam diante de Jesus não para adorá-lo, mas sim para ZOMBAR dele!
      A própria Bíblia se encarrega de mostrar os tipos DIFERENTES de se ajoelhar
      São os protestantes que misturam tudo! !
      Raça de víboras! Leem a Bíblia e decoram passagens para caluniar e perseguir a Igreja Católica. Leem passagens isoladas para contextualizar os seus próprios interesses e heresias.
      Filhos da serpentes, o fundamentalismo bíblico de vocês os levarão a ruína e ao desespero. vocês morrerão envenenados pelo próprio veneno! Converte-se em quanto é tempo! Perseguir a Igreja é perseguir o próprio Jesus.

      • Emanuelle pertubada.

        o diabo cegou teu entendimento, continua adorando esse bonecos feio feito por mãos de homens, quando chegar tua hora de prestar conta com DEUS, vamos ver se esses bonecos feio imagem de escultura vai te livrar do inferno.

        vai vendo………..

        • “AMADOS PROTESTANTES : QUEM É O HOMEM (VARÃO) NASCIDO DESTA MULHER DE APOC. 12 E QUE VIRÁ A GOVERNAR O MUNDO NUM REINO QUE NÃO TERÁ FIM ?”

          “Pode o puro[Jesus] Vir dum ser impuro? Jamais!”( Livro de Jó 14:4)

          E não me venham com o velho papo de que apenas não a adoram. Todo católico sabe que Maria não é deusa para ser adorada, mas ela merece ser honrada, pois foi a escolhida para ser a MÃE DO NOSSO SALVADOR.

          Suas atitudes e indidefenças para com ela, demonstram todo desprezo por aquela que deve ser proclamada bem aventurada por TODAS GERAÇÕES (Lucas 1).

          Apocalise 12,1-17 :“Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. Estava grávida e gritava de dores, sentindo as angústias de dar à luz. Depois apareceu outro sinal no céu: um grande Dragão vermelho, com sete cabeças e dez chifres, e nas cabeças sete coroas. Varria com sua cauda uma terça parte das estrelas do céu, e as atirou à terra. Esse Dragão deteve-se diante da Mulher que estava para dar à luz, a fim de que, quando ela desse à luz, lhe devorasse o filho. Ela deu à luz um Filho, um menino, aquele que deve reger todas as nações pagãs com cetro de ferro. Mas seu Filho foi arrebatado para junto de Deus e do seu trono. A Mulher fugiu então para o deserto, onde Deus lhe tinha preparado um retiro para aí ser sustentada por mil duzentos e sessenta dias… Este, então, se irritou contra a Mulher e foi fazer guerra ao resto de sua descendência, aos que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus.”

          PERGUNTAS QUE NÃO CALAM E OS PROTESTANTES NÃO CONSEGUEM RESPONDER – POR QUE ?

          1ª)-Quem é este homem ? NASCIDO DESTA MULHER ? E que virá a governar UM REINO QUE NÃO TERÁ FIM ?

          2ª)-O Dragão com VÁRIAS CABEÇAS ? ( As lideranças protestantes brigando entre si).

          3ª)-A mulher foi arrebatada ? Que mulher é esta que foi arrebatada se não Maria a mesma que deu à Luz ao varão (homem) , virá a governar UM REINO QUE NÃO TERÁ FIM ?

          4ª)- Pergunta que Não Cala: A IGREJA GEROU CRISTO ?, OU CRISTO GEROU A IGREJA ? ( Conf.: Mateus 16,18) ?

          5ª)-Quem persegue nos dias de hoje e odeia Maria, e a única e verdadeira Igreja fundada por Cristo conforme: Mateus 16,18 ?
          Para um bom entendedor, meia palavra basta concordam ? – Tudo isto se confirma: O pior cego é o que não quer ver, concordam ? Pois a dedução é SIMPLES, não compliquem por puro egoísmo e revanxismo cego: Se o homem é Jesus é evidente que a MULHER É MARIA e ponto final.

  16. Oi Princesa querida,estou aqui só por causa de vc ♡♡♡♡vc e a Celia são duas queridas!
    Eu disse que ia comentar menos aqui,sabe como é né?!Muita baixaria.Quanto ao Sandro,eu digo que ele não tem palavra,fala que não quer saber de falar comigo(quem me dera se fosse verdade)mas não me esquece,vira e mexe,tá ele escrevendo o meu nome……..É muito love,SQN!
    Quanto a Jesus Cristo ser branco,moreno ou negro,isso não muda em nada,continuo crendo nele da mesma forma!
    Muitos beijos pra vc coisa rica de Jesus,fui!

  17. Emanuelle
    É isso ai mesmo, teus bonecos feio que vc se diz teu santo, tem boca mais não fala, tem perna mais não anda, como é que esses bonecos vão de livrar de alguma coisa se eles não te ouve..

    sua estúpida.

    • “AMADOS PROTESTANTES : QUEM É O HOMEM (VARÃO) NASCIDO DESTA MULHER DE APOC. 12 E QUE VIRÁ A GOVERNAR O MUNDO NUM REINO QUE NÃO TERÁ FIM ?”

      “Pode o puro[Jesus] Vir dum ser impuro? Jamais!”( Livro de Jó 14,4)

      E não me venham com o velho papo de que apenas não a adoram. Todo católico sabe que Maria não é deusa para ser adorada, mas ela merece ser honrada, pois foi a escolhida para ser a MÃE DO NOSSO SALVADOR.

      Suas atitudes e indiferenças para com ela, demonstram todo desprezo por aquela que deve ser proclamada bem aventurada por TODAS GERAÇÕES (Lucas 1).

      Apocalipse 12,1-17 :“Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. Estava grávida e gritava de dores, sentindo as angústias de dar à luz. Depois apareceu outro sinal no céu: um grande Dragão vermelho, com sete cabeças e dez chifres, e nas cabeças sete coroas. Varria com sua cauda uma terça parte das estrelas do céu, e as atirou à terra. Esse Dragão deteve-se diante da Mulher que estava para dar à luz, a fim de que, quando ela desse à luz, lhe devorasse o filho. Ela deu à luz um Filho, um menino, aquele que deve reger todas as nações pagãs com cetro de ferro. Mas seu Filho foi arrebatado para junto de Deus e do seu trono. A Mulher fugiu então para o deserto, onde Deus lhe tinha preparado um retiro para aí ser sustentada por mil duzentos e sessenta dias… Este, então, se irritou contra a Mulher e foi fazer guerra ao resto de sua descendência, aos que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus.”

      PERGUNTAS QUE NÃO CALAM E OS PROTESTANTES NÃO CONSEGUEM RESPONDER – POR QUE ?

      1ª)-Quem é este homem ? NASCIDO DESTA MULHER ? E que virá a governar UM REINO QUE NÃO TERÁ FIM ?

      2ª)-O Dragão com VÁRIAS CABEÇAS ? ( As lideranças protestantes brigando entre si).

      3ª)-A mulher foi arrebatada ? Que mulher é esta que foi arrebatada se não Maria a mesma que deu à Luz ao varão (homem) , virá a governar UM REINO QUE NÃO TERÁ FIM ?

      4ª)- Pergunta que Não Cala: A IGREJA GEROU CRISTO ?, OU CRISTO GEROU A IGREJA ? ( Conf.: Mateus 16,18) ?

      5ª)-Quem persegue nos dias de hoje e odeia Maria, e a única e verdadeira Igreja fundada por Cristo conforme: Mateus 16,18 ?
      Para um bom entendedor, meia palavra basta concordam ? – Tudo isto se confirma: O pior cego é o que não quer ver, concordam ? Pois a dedução é SIMPLES, não compliquem por puro egoísmo e revanchismo cego: Se o homem é Jesus é evidente que a MULHER É MARIA e ponto final.

      • Você considera a Missa como a Igreja Católica?

         Esta é uma pergunta importante, uma vez que a Missa é o centro de todas as reuniões Católicas Romanas. Os Protestantes têm aCeia do Senhor, também chamada de Comunhão, a qual, embora faça lembrar a Missa, não significa a mesma coisa. A apresentação da Missa foi modificada, a fim de torná-la mais parecida com a nossa Comunhão do que no tempo em que era rezada em Latim, porém as diferenças básicas em nada mudaram.

        A doutrina Católica Romana da Missa foi estabelecida no Concílio de Trento e afirma, dentre outras coisas, que ela (a Missa) é um sacrifício de expiação… de pecados e punição dos mesmos… não apenas para os vivos, mas também para as pobres almas do Purgatório (Ludwig Ott Fundamental Catholic Dogmas, p. 412-413). A Igreja Católica Romana ensina, então, que o sacrifício de Cristo é renovado na Missa e cada vez que a Missa é rezada esta renovação do seu sacrifício adiciona algum mérito à salvação. Quando aMissa é rezada por um morto, supõe-se que ela reduzirá sua pena no Purgatório. 

        Na prática, sem dúvida, todos os Católicos Romanos aprenderam que, após a morte de um membro de sua família, eles devem fazer um grande número de ofertas aos padres que rezam Missas, a fim de abreviar suas penas no Purgatório. Isso é particularmente trágico para as viúvas, que em geral são pobres e muito religiosas. Conquanto muitos padres não estejam de acordo com essa doutrina e não aceitem ofertas para rezar Missas nestas condições, outros nos levam a crer nas admoestações feitas por Cristo em Marcos 12:38-40 Guardai-vos dos escribas, que gostam de circular de
        toga, de ser saudados nas praças públicas, e de ocupar os primeiros lugares nas sinagogas e os lugares de honra nos banquetes; mas devoram as casas das viuvas, e simulam fazer longas preces. Esses receberão condenação mais severa. Na Itália, o maior centro do Catolicismo mundial, existe um provérbio que diz: “você só consegue aquilo pelo que paga”, o qual traduzido ao pé da letra significa: “sem dinheiro não se reza Missa”.

         

        O Pão e o Vinho se Transformam
        Mesmo no Corpo e Sangue de Cristo?

        Tendo como fundamento o ensino de que o sacrifício de Cristo pode ser repetido na Missa, a doutrina Católica Romana insiste em que o pão e o vinho usados na Comunhão transformam-se através de um milagre. Este milagre não é visível, isto é, a substância ainda se apresenta como pão e vinho. Mesmo assim a doutrina Católica insiste em que estes elementos se transformam rapidamente no corpoe sangue de Jesus e já não são pão e vinho. Este suposto milagre é chamado Transubstanciação.
        Baseia-se numa tradição que penetrou na Igreja nos anos 300 d.C., mas que só se tornou Dogma em 1215 d.C., quando os Católicos começaram a se ajoelhar diante do pão. Quando a Igreja aceitou essa Tradição, foi procurar respaldo bíblico na 1 Coríntios 11:24-25, que diz: E, depois de dar graças, partiu-o e disse: “Isto é o meu corpo, que é para vós; fazei isto em memória de mim”. Do mesmo modo, após a ceia, também tomou o cálice, dizendo: “Este cálice é a nova aliança em meu sangue; todas as vezes que dele beberdes, fazei-o em memória de mim”. A interpretação Católica é que o pão e o vinho que Cristo segurava nas
        mãos, como por um milagre, transformaram-se em Seucorpo. 

        Alguns procuram traduzir esta passagem figurada das Escrituras dando-lhe uma interpretação literal. Mas não é assim. Por favor, note que quando Cristo pronunciou estas palavras, ele estava diante dos seus discípulos, em seu corpo, e que a expressão meu corpodeveria ser entendida apenas simbolicamente. Não pode haver dúvida alguma neste ponto, uma vez que, após ter dito meu corpo, ele o chamou três vezes de pão, o que certamente não teria feito se àquela altura já não era pão, mas literalmente tinha se transformado
        em seu corpo (1 Co 11:26-28). Desde que Jesus chamou a substância tanto de pão como de corpo, ele devia estar falando simbolicamente quando a chamou de pão ou quando a chamou de corpo. A questão não é se deveríamos interpretar a passagem literal ou simbolicamente. Mas é: qual a parte que deve ser interpretada literalmente e qual a parte que deve ser interpretada simbolicamente? Estava Cristo falando literalmente quando chamou a substância que segurava em suas mãos de seu corpo ou quando a chamou de pão? Uma das duas expressões tem de ser simbólica ou então há outra
        escolha: que ela se transforma de pãoem corpo e logo em seguida em pão. 

        Declaração semelhante é encontrada em Marcos 14:25, quando Jesus chama o vinho de fruto da videira, após o ponto em que, de acordo com a doutrina Católica, ele não deveria mais ser fruto da videira, mas deveria ter-se transformado completamente no sanguede Cristo. Se ele tivesse sido literalmente transformado em sangue, não o teria Jesus chamado de sangue em vez de fruto da videira? Jesus também disse: Eu sou a porta. Não quis ele dizer que é através dele
        que chegamos ao céu, em vez de que seu corpo é feito de madeira? 

        Ainda mais importante é que na Missa, no momento em que deve ocorrer o milagre, nada acontece! Cristo também mudou a água emvinho. Neste caso ficou claro para todos os presentes que a água já não era água, mas havia se transformado em vinho. Quando o mestre sala provou a água transformada em vinho – ele não sabia de onde vinha, mas o sabiam os serventes que haviam retirado a água – chamou o noivo e lhe disse: “Todo homem serve primeiro o vinho bom e, quando os convidados já estão embriagados,
        serve o inferior. Tu guardaste o bom vinho até agora. (João 2:8-10) Vamos pensar noutros milagres de Cristo. Por exemplo: Quando ele curou o paralítico e o homem que era leproso, teriam eles ficado ali como se nada tivesse acontecido? 

        Não devemos perder de vista o propósito do serviço de comunhão. Logo, Cristo jamais disse aos seus discípulos que oferecessem novamente o seu corpo, mas falou duas vezes para eles o realizarem em sua memória (1 Co.11:24-25). Nós honramos Cristo fazendo sempre o que ele manda.

         

        O Sacrifício de Cristo Pode Ser Renovado?

         Respaldado nas Escrituras, estou pronto para examinar a forte evidência de Hebreus 10:10-18. Encorajo você a estudar os capítulos que antecedem este, não apenas para ver que não estou usando versos fora do contexto, para ajudar o sentido, mas porque os capítulos 7 e 9 tratam também deste assunto. 

        Hebreus 10:10 nos afirma categoricamente que: E graças a esta vontade é que somos santificados pela oferenda do corpo
        de Jesus Cristo, realizada uma vez por todas. (Veja também, na sua Bíblia, Romanos 6:9-10). Está claro neste verso que não há necessidade nem possibilidade de se fazer outro sacrifício, porque ele diz que o corpo de Cristo foi oferecido de uma vez por todas. O assunto, porém, não termina aqui, mas vai ser esclarecido com maior detalhe e clareza em Hebreus 10:11-12 Todo sacerdote se apresenta a cada dia, para realizar as suas funções e oferecer com freqüência os mesmos sacrifícios, que são incapazes de eliminar os pecados. Ele, ao contrário, depois de ter oferecido um sacrifício único pelos pecados, sentou-se para
        sempre à direita de Deus. Aqui Jesus é contrastado com os sacerdotes hebreus que ofereciam sacrifícios repetidos. Qual a diferença entre eles e Jesus? É que Jesus não está oferecendo sempre e sempre aqueles mesmos sacrifícios, pois já ofereceu um sacrifício que foi suficiente. Quando ele morreu na cruz, falou: Está consumado! (João 19:30). Como é que a renovação diária do seu sacrifício na Missa encara estes versos todos? AMissa é uma contradição destas passagens. 

        A última parte de Hebreus – verso 12 – nos diz que Jesus depois de ter oferecido um sacrifício único pelos
        pecados, sentou-se para sempre à direita de Deus. Isso está totalmente de acordo com Atos 1:9, quando a Bíblia diz que Jesus foi elevado à vista deles, e uma nuvem o ocultou a seus olhos. depois de ter oferecido um sacrifício único pelos pecados, sentou-se para sempre à direita de Deus.Onde está Cristo agora? Ele subiu ao céu, onde, conforme diz esta passagem de Hebreus, assentou-se para sempre à destra do Pai.Para sempre significa que ele ainda lá está. (Leia Atos 3:21). 

        Muitos Católicos pensam que o corpo de Cristo está na hóstia consagrada, no
        tabernáculo principal de cada igreja Católica Romana, e então se ajoelham diante dela, quando por ali passam. Se isso fosse verdade o sacrifício de Cristo poderia ser repetido, porém as Escrituras declaram textualmente que o sacrifício por ele oferecido uma única vez foi suficiente para a nossa completa salvação e que seu corpo agora está no céu. Recebemos o pão e o vinho apenas em sua memória (1 Co.11:24-25). 

        Do que nos lembramos é do seu sacrifício suficiente. Ajoelhar-se diante da hóstia é idolatria, porque ela é pão e não Jesus Cristo. E mais: se acharmos que a hóstia é
        Cristo, ficaremos confusos e prontos a perder o significado da comunhão, deixando de fazê-lo em sua memória. 

        A doutrina Católica da renovação do sacrifício de Cristo tem deixado muitos fora do céu, porque ela diz que o sacrifício de Cristo foi insuficiente. Se não, por que deveria ser repetido tantas vezes? 

        Essa idéia de que o sacrifício de Cristo não foi suficiente é então usada para nos levar a crer que a pessoa que morre deve ainda sofrer no Purgatório, a fim de pagar pelos seus pecados, até que Cristo seja oferecido tantas vezes quantas
        necessárias para liquidar tal dívida. Mas a passagem de Hebreus 10 não deixa dúvida alguma sobre isto e ainda afirma no verso 14: Com esta única oferenda, levou à perfeição, e para sempre os que ele santifica. 

        Em Hebreus 10:17-18 outra promessa importante é adicionada: Não me lembrarei dos seus pecados, nem das suas iniqüidades. Ora, onde existe remissão dos pecados já não se faz oferenda por eles. O sacrifício perfeito de Cristo já resolveu tão completamente este assunto, que Deus pode perdoar e esquecer os nossos pecados. Então, onde fica o
        Purgatório? Ele não é mencionado na Bíblia. Ela ensina que quando confiamos nossa salvação a Jesus Cristo, Deus perdoa e esquece tudo… Aqueles que tentam alcançar o céuatravés de outro caminho vão cair no inferno. A Bíblia não apresenta meio termo. 

        Esta maravilhosa verdade clama por ação. Por que você não pára por um momento e agradece a Deus o sacrifício único de Cristo, que foi suficiente? Confie nele para salvá-lo e creia na promessa de que Deus realmente vai perdoá-lo e esquecer todos os seus pecados.E uma vez perdoados, já não há necessidade de oferta… 

        • Eucaristia na Bíblia:

          S. Mateus 26,26-29
          S. Marcos 14,22-25
          S. Lucas 22,17-20
          S. João 6,32-36; 48-66
          Atos 2,42; 20,7
          1ª Coríntios 10,16
          1ª Coríntios 11,24-34

          – “Isto é o meu corpo, fazei isso em memória de mim”, Veritatis Splendor
          – “João 6, a Eucaristia e os Protestantes”, Veritatis Splendor.
          – “Leitor pergunta porque apenas o sacerdote comunga com o vinho”, Veritatis Splendor.
          – “A “SANTA” CEIA DO “CRENTE”, A Fé Explicada.

          In Corde Iesus et Mariae.

      • Emanuelle pertubada.

        Deixa de ser estúpida, Maria foi a mãe de JESUS, deve essa maravilhosa dádiva dada por DEUS, foi uma mulher virtuosa, trouxe JESUS o Salvador do mundo é pronto.

        Maria esta salva no céu e pronto. ela não sabe o que se passa aqui na terra, quem tudo sabe e tudo vê é DEUS e mais ninguém ..Quem vai voltar pra buscar a Igreja é JESUS CRISTO, pai da eternidade e príncipe da paz..
        não adianta apelar pra santo fulano ou santo sicrano, eles não falam, não ouvem nem veem ..

        leia a Bíblia sua estúpida..

      • Honrar Sim Por Ser Uma Escolhida De Deus, Em Meia A Outras Mulheres Ela Foi Agraciada Por Deus Para Gerar Em Seu Ventre Jesus Cristo Por Ser Virgem e Não Coabitou Com Sue Marido.
        Agora Adorar, se Prostrar, beijar, carregar no Ombro e Fazer Processão Com Uma Estátua Beijar os Pés De Maria Como Vocês Católicos E Outras Religiões Fazem E Tirar Todo O Sacrifício Toda As Vias Dolorosas Que Jesus Cristo Passou.
        Leiam Que Está Escrito Em Suas Bíblias Católicas!!!!!!!!!!!
        “A minha glória, não a dou a ninguém” ( Isaías 48:11 ).
        Isaías 42: “8 Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura.”
        João 14: Disse-lhe Tomé: Senhor, nós não sabemos para onde vais; e como podemos saber o caminho?
        Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
        João 14:5,6.
        Agora Como Vocês Católicos Falam Que Pede A Mãe Que O Pai Atente?
        Isso E Uma Tremenda Heresia Da Parte De Vocês.

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