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Restaurante é processado por ateu por causa de desconto relacionado a igreja e recebe apoio de várias partes do mundo

Comments (3)
  1. Oras, o dono do restaurante não estava discriminando nenhum ateu. Ele estava dando desconto para quem trazia um boletim da igreja, incentivando as pessoas a irem a igreja. Nenhum mal nisto. Outros, mesmo sendo cristãos que não trouxeram o boletim não conseguiram o desconto. Esses caras só querem arrumar enguiço e estar por cima da “carne seca”, como diz um ditado popular. Acho isto uma maneira de aparecer….se for, pendure uma melancia no pescoço.

  2. Roblasto disse:

    Ele é foodteu não acredita na comida!

  3. Jose Carlos disse:

    Interessante como o “João Lobo” ai,um ateu, consegue por ovelhas a favor dele. O cara cria dois lados, o lado dos contra e o lado dos a favor e sutilmente promove uma pendenga que atravessa fronteiras…wolff é wolff em qualquer lugar do planeta! Uma promoção tão comum em muitos lugares:- “Mulheres, não pagam” – é uma promoção muito comum no Brasil, e não é considerada descriminatória. Dar descontos é um direito de liberdade promocional de qualquer empresa, em qualquer lugar e isso não pode ser impedido por ninguém… e dar descontos a quem a empresa desejar. Por trás dessa reclamação, existe toda uma ideologia de domínio e ai sim todo um processo discriminatório. O ativismo ateu vem dominando varias instituições, como a universidade ,o material pedagógico, as novas leis, a agora querem dominar os espaços públicos, e até as sociedades privadas, ditando regras como tentar proibir um restaurante de dar descontos a cristãos, ainda que cristãos não possam ser avaliados em sua integridade e originalidade pela posse de um boletim dominical, fica a sugestão aos cristãos frequentadores do restaurante que convidem o dito João Wolff para um jantar domingueiro e paguem a conta do pobre ateu, que por certo é apenas mais um infeliz sem Deus no mundo!

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