Pastor Silas Malafaia comenta conflito entre Israel e Palestina afirmando que “nação que amaldiçoa Israel também é amaldiçoada”

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Em seu programa “Vitória em Cristo” desse sábado (02), o pastor Silas Malafaia comentou sobre conflito entre israelenses e palestinos na faixa de Gaza. O pronunciamento do pastor sobre o tema veio após ele tecer críticas contra governo brasileiro por condenar ataques de Israel na região. Em sua fala, Malafaia afirmou que “nação que amaldiçoa Israel também é amaldiçoada”.

Malafaia iniciou sua fala sobre o tema afirmando não ser a favor de guerra nenhuma e que em toda guerra “os inocentes pagam o preço” de algo que algo que não tem a ver com eles. O pastor ressaltou ainda que “o matar e o morrer” pertencem à soberania de Deus.

– Nós não somos a favor de guerra nenhuma, e não somos a favor que ninguém morra, sejam inocentes ou não inocentes; mas eu preciso falar alguma coisa sobre esse conflito entre Israel e Palestina, e dar algumas dicas pro povo de Deus – destacou o pastor.

Se referindo às crescentes críticas contra Israel, pelo fato de o conflito ter mais vítimas do lado palestino, Malafaia afirmou ser idiota o pensamento de que o lado em que morrem mais pessoas, ou o lado que perde a guerra estar com a razão. Ele ressaltou o grande número de mísseis lançados pelo Hamas “indiscriminadamente” contra Israel e afirmou que o grupo é considerado como uma organização terrorista por “todas as nações civilizadas”.


– E como terroristas, são covardes porque colocam mulheres e crianças como escudos. Em qualquer nação do mundo, as Forças Armadas em guerra protegem o povo (…), terroristas covardes usam mulheres e crianças para serem seus escudos – ressaltou.

O pastor afirmou ainda que só não houveram grandes perdas e destruição em Israel porque o país conta com um avançado sistema de defesa, dado o grande número de mísseis lançados pelo Hamas contra o a região de Israel. Ele afirmou ainda que os terroristas escondem armas pesadas em hospitais, escolas e até mesquitas, e que fazem uma propaganda covarde mostrando mortes de inocentes e civis.

Ele comentou ainda sobre as críticas de que a ação de Israel é desproporcional, afirmando que, na guerra, nenhuma reação é na mesma proporção que a ação, e que a reação tem como objetivo neutralizar a ação.

– É a reação de um estado soberano sendo atacado por terroristas. Vocês querem que eles façam o que? – questionou Silas Malafaia, afirmando que dizer que Israel está errada porque morrem mais palestinos que israelenses é estupidez, cinismo e incoerência.

Malafaia afirmou ainda que aqueles que acreditam na Bíblia não devem se basear na opinião pública nem na lógica, pois essas coisas nada têm a ver com a fé. E, citando a promessa de Deus para Abraão no capítulo 12 de Gênesis, ele afirmou que “nação que amaldiçoa Israel também é amaldiçoada” por Deus e que o mesmo vale para pessoas que amaldiçoam Israel.

Assista ao programa na íntegra:

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32 COMENTÁRIOS

  1. Não concordar com Israel, não pode. Mas orar pra Deus "levar" o irmão que tah sendo impedimento, pode! Eu não lanço maldição sobre Israel ao afirmar que eu acho que os palestinos tem que ser tratados de forma diferente, precisam ser vistos. Eles acabam defendendo o Hamas pq os veem como único meio de melhoria de vida. O Hamas é um grupo terrorista q quer aniquilar Israel, eu sei disso, mas Israel deveria resolver a questão da Palestina de uma forma mais diplomática. Talvez se esse assunto já estivesse sendo discutido há mais tempo, não ficaria surgindo grupo terrorista daqui e dali pra lutar contra Israel.

  2. Sonildo Lima – Entenda o que lê ou ouve.
    A criação do Estado Palestino se deu em 1947 pela resolução 181.
    Em 2010 foi aprovado por 138 votos a favor com 9 votos contra e 41 abstenções a
    ELEVAÇÃO DO STATUS PALESTINO NA ONU,
    que passou de entidade observadora a estado observador não-membro.
    Na prática, a decisão pouco muda, já que a representação palestina continuará sem direito a voto.
    Deu pra entender agora?

  3. Itamar Eunice

    Cristo regrediu ?

    Se ele volta-se a terra, proferia os mesmos discurso que fez quando vivo, não seria por sinais mirabolantes no céu, seria de forma simples encarnando entre os homens.

    E ele que é exemplo de amor e justiça, seria denegrido, escrachado, e morto outra vez.. Só á um que vinrá para eles, ao qual aceitarão, e na verdade outro falso messias, que outra vez levará toda a nação a perder !

    Porque o que voceis querem é poder sobre todos os povos, más o messias a partição de tudo para todos !

  4. Quantas informações didáticas nos comentários! Acho até engraçado… Guerras sempre tem dois lados, ninguém guerreia só! Coitadinho dos Palestinos na mão de uma Israel… A Bíblia não diz isso, diz aquilo e representa aquilo outro…. Israel não é mais o povo de Deus… E etc, etc… Deus não é mutável, não volta atrás! O que Ele disse, está dito! Vamos olhar, ler e compreender a Bíblia através do Espírito Santo de Deus. Vamos orar pela paz nessa região, pela paz em Israel; Vamos crer que os pensamentos de Deus são maiores que os nossos e seu caminhos também! Vamos parar de querer entender coisas que só cabem a Deus. Não vamos entrar nesse embate porque ao final, nada disso pode nos edificar!

  5. – ROMANOS 11 –

    Digo, pois: Porventura rejeitou Deus o seu povo? De modo nenhum; porque também eu sou israelita, da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim. (Romanos 11:1)

    – Essas palavras de Paulo eram temporais, pois os apóstolos estavam dentro de Jerusalém e das cidade pagãs vizinhas pregando em convertendo em maioria pagãos, por isso ele faz esse discurso !

    Más depois exclarece:

    "Assim, pois, também agora neste tempo ficou um remanescente, segundo a eleição da graça.
    Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça. Se, porém, é pelas obras, já não é mais graça; de outra maneira a obra já não é obra."
    (Romanos 11:5-6)

    – Segundo a eleição da graça, e se for pelas obras da lei não é mais graça – PORTANTO tinham que se converter !

    ROMANOS 11, não invalida essa questão á hoje, pois quando veio a fúria divina no ano 70 sobre Jerusalém, todos que creram foram salvos !!!!

  6. so estou vendo aqui imbecis que estão falando mal de Israel e não ve o hamas que não aceita nunca o estado de Israel é isso que da ficar vendo jornalismo tendencioso.

    Procurem um viceo de um ex militante do hamas que fala a verdade sobre esse moviemnto anes de falarem merda

  7. A mentira começa quando qualquer pessoa que sabe um pouquinho de poderio militar que o Hamas jamais terá capacidade de derrotar o estado de Israel,e esse negócio de matar crianças e idosos é genócidio sim,e nem os Israelense não alienados estão cobrando explicações do seu governo ,pois sabem pelo que o seu próprio povo passou,todo Cristão íntegro deveria ser contra qualquer guerra,a imprensa é tendnciosa em várias coisas,nesse caso não tem como mascarar a morte de inocentes em escols da ONU,só mais uma coisinha Silas Malafaia não deveria ser exemplo para ninguem,não é mesmo

  8. Valter Amorim vc. é idiota mesmo. ou ainda nao sabe que na siria os musulmanos estão matando os cristãos pelo simples fato de ser cristão e no iraque idem.. vá estudar um pouco e ver o noticiario internacional. depois venha discutir comigo. anarfa.

  9. José Francisco O problema é que vcs misturam religião com oplitica e acreditam em sub versões de pastores…lê isso aqui primeiro. No mais israel não é um estado messiâncio ou profético, e quem diz isso são os rabinos. 85% da população d eIsrael é de asquenazis 9europeus convertidos) apenas 15% são semitas. E estes são contrários a esse genocidio. Vou postar somente a parte política. Mas tem o lado religiosos ainda ( apesar de que o ssionsitas criaram Israel como estado artificial politico) pois os judeus sabem que não tem nada a ver com as profecias etc..Só cristão acreditam nisso. Leia abaixo

  10. Mito 1: Judeus e árabes sempre estiveram em conflito na região

    Embora os árabes eram a maioria antes da criação do estado de Israel na Palestina, houve sempre judeus na região. Os palestinos judeus, em maior parte, conviviam bem com seus vizinhos árabes. Isso começou a mudar com o surgimento do movimento sionista, porque os sionistas rejeitaran o direito dos palestinos à autodeterminação e queriam que a Palestina fosse deles para criar um "Estado judeu", em uma região onde os árabes eram maioria e possuíam a maior parte das terras.

    Por exemplo, depois de uma série de conflitos em Yafa (Jaffa) em 1921, nos quais morreram 47 judeus e 48 árabes, os ocupantes britânicos realizaram uma investigação e concluiram que "não há nenhum antissemitismo no país, seja racial ou religioso". De fato, os ataques contra as comunidades judaicas foram o resultado do medo dos árabes do declarado objetivo sionista de apreensão de território. Quando a violência irrompeu de novo em 1929, o relatório da Comissão Shaw, britânica, observou que "em menos de dez anos, os árabes realizaram três ataques graves contra os judeus. Nos 80 anos anteriores a esses ataques, não houve nenhum caso registrado de incidentes semelhantes". Representantes de todas as partes do conflito emergente testemunharam perante a comissão que, antes da Primeira Guerra Mundial, "judeus e árabes viviam juntos, se não de forma amigável, pelo menos com tolerância, uma qualidade que é quase desconhecida na Palestina atual." O problema é que "o povo árabe da Palestina está unido, agora, em sua demanda por um governo representativo", mas os sionistas e seus benfeitores britânicos negam a eles esse direito.

    O relatório britânico Hope-Simpson de 1930 relatou, da forma semelhante, que os moradores das comunidades judaicas não-sionistas na Palestina tinha relações amistosas com seus vizinhos árabes. "É muito comum ver um árabe sentado na varanda de uma casa judaica", disse o relatório. "A situação é completamente diferente nas colônias sionistas."

    Mito 2: As Nações Unidas criaram o Estado de Israel

    A Organização das Nações Unidas foi envolvida quando o Mandato Britânico tentou lavar suas mãos da volátil situação que suas políticas ajudaram a criar e buscou se livrar do problema Palestina. Para isso, eles pediram que as Nações Unidas assumissem o problema.

    Desta forma foi criada a Comissão Especial da ONU sobre a Palestina (UNSCOP) com a missão de analisar a questão e fornecer recomendações para resolver o conflito. A UNSCOP não tinha nenhum representante de qualquer país árabe e, ao final, publicou um relatório onde rejeitava explicitamente o direito dos palestinos à autodeterminação. Ao rejeitar a solução democrática do conflito, a UNSCOP propus que a Palestina fosse dividida em dois estados, um árabe e um judeu.

    A Assembleia Geral da ONU apoiou a UNSCOP na Resolução 181. Muitas vezes se afirma que esta resolução "divididiu" a Palestina, o que forneceu um argumento legal aos líderes sionistas para a posterior declaração da criação do Estado de Israel, ou alguma variante destas reivindicações. Todas essas alegações são falsas!

    A Resolução 181 apenas aprovou o relatório e as conclusões da UNSCOP enquanto recomendações. Não é preciso dizer que para que a Palestina fosse oficialmente dividida, esta recomendação deveria ter sido aceita por judeus e árabes, algo que não aconteceu.

    Além disso, as resoluções da Assembléia Geral não são considerados juridicamente vinculativas (apenas as resoluções do Conselho de Segurança são). E, aliás, a ONU não tinha autoridade para tomar o território de um povo e entregar a outro, e qualquer resolução que estabelecesse essa divisão teria sido nula em qualquer caso.

    Mito 3: Os árabes perderam uma oportunidade de ter seu próprio Estado em 1947

    A recomendação da ONU de dividir a Palestina foi rejeitada pelos árabes. Hoje, muitos comentaristas dizem que essa rejeição foi uma "oportunidade" perdida pelos árabes de ter seu próprio estado. Mas, considerar aquilo como uma "oportunidade" para os árabes é evidentemente ridículo. O plano de partilha não foi de modo algum uma "oportunidade" para os árabes.

    Em primeiro lugar, como já comentamos, os árabes eram a maioria na Palestina na época, enquanto os judeus constituíam cerca de um terço da população, e isso graças à imigração em massa da Europa (em 1922, o censo britânico mostrava que os judeus representavam apenas 11 % da população).

    Além disso, as estatísticas de propriedade das terras de 1945 mostraram que os árabes possuíam mais terras do que os judeus em cada um dos distritos da Palestina, incluindo Jaffa, onde os árabes possuía 47 por cento da terra e judeus apenas 39 por cento (Yafa se gabava de ser o distrito com o maior percentual de terras pertencentes a judeus). Em outros distritos, os árabes possuiam uma parcela ainda maior da terra. O caso mais extremo era o de Ramallah, onde os árabes possuía 99 % da terra. Em toda a Palestina, os árabes possuíam 85 % da terra, enquanto os judeus eram proprietários apenas de um 7 %, uma situação que permaneceu inalterada até a criação do Estado de Israel.

    Apesar destes fatos, a recomendação da partilha da ONU propôs a entrega de mais da metade do território palestino para os sionistas para a criação do seu "Estado judeu". Não era razoável esperar que os árabes aceptassem tamanha proposta injusta.

    Alguns comentaristas políticos dizem hoje que a recusa dos árabes em aceitar que parte do seu território lhes fosse tirado, em base à negação explícita do direito de auto-determinação, representou uma "oportunidade perdida". Este julgamento demonstra uma ignorância espantosa das raízes do conflito ou falta de vontade de examinar honestamente a história.

    Também é bom lembrar que o plano de partilha foi rejeitado por muitos líderes sionistas. Entre os que apoiaram a ideia, como foi o caso de David Ben-Gurion, o seu raciocínio era que se tratava de uma medida pragmática em direção ao seu objetivo, que era conquistar toda a Palestina para o "Estado judeu", o que poderia, eventualmente, ser alcançado, pela força das armas.

    Quando pela primeira vez levantou a idéia de partição, Ben-Gurion escreveu que "depois que nos tornemos uma força poderosa, como resultado da criação do estado, vamos abolir partição e nos expandir para toda a Palestina". O Estado judeu "terá de preservar a ordem" (se os árabes não se submetem) "com metralhadoras, se necessário."

  11. Mito 1: Judeus e árabes sempre estiveram em conflito na região

    Embora os árabes eram a maioria antes da criação do estado de Israel na Palestina, houve sempre judeus na região. Os palestinos judeus, em maior parte, conviviam bem com seus vizinhos árabes. Isso começou a mudar com o surgimento do movimento sionista, porque os sionistas rejeitaran o direito dos palestinos à autodeterminação e queriam que a Palestina fosse deles para criar um "Estado judeu", em uma região onde os árabes eram maioria e possuíam a maior parte das terras.

    Por exemplo, depois de uma série de conflitos em Yafa (Jaffa) em 1921, nos quais morreram 47 judeus e 48 árabes, os ocupantes britânicos realizaram uma investigação e concluiram que "não há nenhum antissemitismo no país, seja racial ou religioso". De fato, os ataques contra as comunidades judaicas foram o resultado do medo dos árabes do declarado objetivo sionista de apreensão de território. Quando a violência irrompeu de novo em 1929, o relatório da Comissão Shaw, britânica, observou que "em menos de dez anos, os árabes realizaram três ataques graves contra os judeus. Nos 80 anos anteriores a esses ataques, não houve nenhum caso registrado de incidentes semelhantes". Representantes de todas as partes do conflito emergente testemunharam perante a comissão que, antes da Primeira Guerra Mundial, "judeus e árabes viviam juntos, se não de forma amigável, pelo menos com tolerância, uma qualidade que é quase desconhecida na Palestina atual." O problema é que "o povo árabe da Palestina está unido, agora, em sua demanda por um governo representativo", mas os sionistas e seus benfeitores britânicos negam a eles esse direito.

    O relatório britânico Hope-Simpson de 1930 relatou, da forma semelhante, que os moradores das comunidades judaicas não-sionistas na Palestina tinha relações amistosas com seus vizinhos árabes. "É muito comum ver um árabe sentado na varanda de uma casa judaica", disse o relatório. "A situação é completamente diferente nas colônias sionistas."

    Mito 2: As Nações Unidas criaram o Estado de Israel

    A Organização das Nações Unidas foi envolvida quando o Mandato Britânico tentou lavar suas mãos da volátil situação que suas políticas ajudaram a criar e buscou se livrar do problema Palestina. Para isso, eles pediram que as Nações Unidas assumissem o problema.

    Desta forma foi criada a Comissão Especial da ONU sobre a Palestina (UNSCOP) com a missão de analisar a questão e fornecer recomendações para resolver o conflito. A UNSCOP não tinha nenhum representante de qualquer país árabe e, ao final, publicou um relatório onde rejeitava explicitamente o direito dos palestinos à autodeterminação. Ao rejeitar a solução democrática do conflito, a UNSCOP propus que a Palestina fosse dividida em dois estados, um árabe e um judeu.

    A Assembleia Geral da ONU apoiou a UNSCOP na Resolução 181. Muitas vezes se afirma que esta resolução "divididiu" a Palestina, o que forneceu um argumento legal aos líderes sionistas para a posterior declaração da criação do Estado de Israel, ou alguma variante destas reivindicações. Todas essas alegações são falsas!

    A Resolução 181 apenas aprovou o relatório e as conclusões da UNSCOP enquanto recomendações. Não é preciso dizer que para que a Palestina fosse oficialmente dividida, esta recomendação deveria ter sido aceita por judeus e árabes, algo que não aconteceu.

    Além disso, as resoluções da Assembléia Geral não são considerados juridicamente vinculativas (apenas as resoluções do Conselho de Segurança são). E, aliás, a ONU não tinha autoridade para tomar o território de um povo e entregar a outro, e qualquer resolução que estabelecesse essa divisão teria sido nula em qualquer caso.

    Mito 3: Os árabes perderam uma oportunidade de ter seu próprio Estado em 1947

    A recomendação da ONU de dividir a Palestina foi rejeitada pelos árabes. Hoje, muitos comentaristas dizem que essa rejeição foi uma "oportunidade" perdida pelos árabes de ter seu próprio estado. Mas, considerar aquilo como uma "oportunidade" para os árabes é evidentemente ridículo. O plano de partilha não foi de modo algum uma "oportunidade" para os árabes.

    Em primeiro lugar, como já comentamos, os árabes eram a maioria na Palestina na época, enquanto os judeus constituíam cerca de um terço da população, e isso graças à imigração em massa da Europa (em 1922, o censo britânico mostrava que os judeus representavam apenas 11 % da população).

    Além disso, as estatísticas de propriedade das terras de 1945 mostraram que os árabes possuíam mais terras do que os judeus em cada um dos distritos da Palestina, incluindo Jaffa, onde os árabes possuía 47 por cento da terra e judeus apenas 39 por cento (Yafa se gabava de ser o distrito com o maior percentual de terras pertencentes a judeus). Em outros distritos, os árabes possuiam uma parcela ainda maior da terra. O caso mais extremo era o de Ramallah, onde os árabes possuía 99 % da terra. Em toda a Palestina, os árabes possuíam 85 % da terra, enquanto os judeus eram proprietários apenas de um 7 %, uma situação que permaneceu inalterada até a criação do Estado de Israel.

    Apesar destes fatos, a recomendação da partilha da ONU propôs a entrega de mais da metade do território palestino para os sionistas para a criação do seu "Estado judeu". Não era razoável esperar que os árabes aceptassem tamanha proposta injusta.

    Alguns comentaristas políticos dizem hoje que a recusa dos árabes em aceitar que parte do seu território lhes fosse tirado, em base à negação explícita do direito de auto-determinação, representou uma "oportunidade perdida". Este julgamento demonstra uma ignorância espantosa das raízes do conflito ou falta de vontade de examinar honestamente a história.

    Também é bom lembrar que o plano de partilha foi rejeitado por muitos líderes sionistas. Entre os que apoiaram a ideia, como foi o caso de David Ben-Gurion, o seu raciocínio era que se tratava de uma medida pragmática em direção ao seu objetivo, que era conquistar toda a Palestina para o "Estado judeu", o que poderia, eventualmente, ser alcançado, pela força das armas.

    Quando pela primeira vez levantou a idéia de partição, Ben-Gurion escreveu que "depois que nos tornemos uma força poderosa, como resultado da criação do estado, vamos abolir partição e nos expandir para toda a Palestina". O Estado judeu "terá de preservar a ordem" (se os árabes não se submetem) "com metralhadoras, se necessário."

  12. Putz, não dá pra seguir Malafaia… Só diz asneira o tempo todo… Quando diz "os países civilizados", civilizados são EUA e a Europa, e a Oceania?!… Ele não sabe o que é significado de civilização, a mente dele ainda está la no século XV com os europeus trazendo a civilização aos índios selvagens, ora, na visão dos índios, nós é que éramos os selvagens… Seja mais complexa ou simples todo povo tem sua civilização, costumes, cultura.

  13. Eu faço treinamento quase todos os dias e sei que Israel não precisa matar crianças e idosos para destruir tuneis,não sou contra Israel e nem contra os judeus e sei também que esse Hamas não vale nada,é igual o PT aqui no Brasil, agora usar o amor de Deus pelo povo Judeu para justificar e aceitar a morte de crianças e idosos como escudo ai beira o absurdo

  14. Paulo Humberto
    Eu só queria saber o que isso tem a ver com o comentário postado.
    As resoluções da ONU continuam sendo as mesmas. Seus comentários não as mudaram.
    Vc não um pingo de nexo. Veja só:
    "José Francisco O problema é que vcs misturam religião com oplitica e acreditam em sub versões de pastores.."
    Em TODOS os meus posts ache uma só palavra onde eu fale de religião. Uma só, por favor.
    Se não citar, não comentarei mais seus posts, pois seria perda de tempo.
    FUI.

  15. O mensageiro da desgraça
    Hitler estava certo milhares de crianças palestinas são queimadas vivas
    Por fósforo por foguetes judeus em enquanto isto financistas
    Judeus tentam destruir o brasil e dilma
    Para roubar e explorar o brasil se dilma perder você perde seu
    emprego
    E salários e os banqueiros ganham se dilma ganhar os
    brasileiros ganharão
    Mais empregos e maiores salários e estes banqueiros perderão
    o fruto do BRASIL
    DEUS MEU DEUS PROTEJA SEUS FILHOS INOCeNTES
    QUEIME VIVO OS MENSAGEIROS DADESGRAÇA ESTERMINE-OS
    PALESTINA23/APR/2013 ÀS 14:52
    83
    COMENTÁRIOS
    Cristiano Ronaldo e Israel: “não troco camisa com assassinos”
    Em outra oportunidade, Cristiano Ronaldo já havia leiloado chuteiras com o objetivo de angariar recursos para entidades de educação palestinas e vítimas de bombardeios israelenses
    Ao final da partida entre Portugal e Israel pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2014 em 25 de março, o jogador português Cristiano Ronaldo recusou-se a trocar sua camisa com a de um jogador de Israel. Questionado sobre a recusa, afirmou: “Não troco minha camisa com assassinos”. O jogo terminou empatado em três gols. O fato, que
    ocorreu há 1 mês, não teve repercussão na mídia
    brasileira. Mensageiro da Desgraça
    Titãs
    Pintado pra batalha com sujeira, piche e carvão
    Escuto o som da cachoeira na avenida São João
    Sigo o rumo da floresta no Viaduto do Chá
    Na selva de concreto, estou pronto pra lutar
    Cansei da fome, do crack
    Da miséria e da cachaça
    Cansei de ser humilhado
    Sou o mensageiro da desgraça
    Cansei da fome, do crack
    Da miséria e da cachaça
    Cansei de ser humilhado
    Sou o mensageiro da desgraça
    Vejo meus antepassados, vou vingar os meus irmãos
    Os que são queimados enquanto dormem no chão
    Escuto o som dos pássaros, vou vingar minhas irmãs
    As que são estupradas na luz da manhã
    Cansei da fome, do crack
    Da miséria e da cachaça
    Cansei de ser humilhado
    Sou o mensageiro da desgraça
    Cansei da fome, do crack
    Da miséria e da cachaça
    Cansei de ser humilhado
    Sou o mensageiro da desgraça
    Subindo as escadas do Teatro Municipal
    Pintado com palavra, terra e tinta de jornal
    Andando contra os carros e aviões na marginal
    A esperança cega não me livrará do mal
    Cansei da fome, do crack
    Da miséria e da cachaça
    Cansei de ser humilhado
    Sou o mensageiro da desgraça
    Cansei da fome, do crack
    Da miséria e da cachaça
    Cansei de ser humilhado
    Sou o mensageiro da desgraça
    Prof mauricio

  16. O que aconteceu no Holocausto aos judeus é apenas uma repetição do que tinha acontecido aos seus antepassados muitas vezes no passado – e estes são todos por causa de sua negligência de Deus e desobediência à aliança.
    —-
    Durante a Segunda Guerra Mundial, a Alemanha nazista e seus colaboradores assassinados aproximadamente seis milhões de judeus. O Holocausto é o nome usado para se referir a esta campanha sistemática, burocrático e patrocinado pelo estado de perseguição e assassinato. Começando com leis de discriminação racial na Alemanha, a campanha nazista expandiu para o assassinato em massa de todos os judeus europeus
    http://www.ushmm.org/wlc/article.php?lang=en&ModuleId=10005143
    —-
    (Eclesiastes 3:15) Aquilo que é, já foi; e o que é para ser já tem sido; e Deus pede conta do que passou.
    Os judeus são certamente pessoas influentes. Eles esculpiram sua marca na história da humanidade. Eles fizeram com que as bênçãos para outras pessoas e maldições também.
    (Gênesis 12:3) E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti todas as famílias da terra serão abençoadas.
    Alguns judeus são totalmente separados de Deus por causa de sua incredulidade em Jesus Cristo, o Filho unigênito de Deus, o Messias. Eles não aceitaram a Jesus e sua pregação, quando Ele foi enviado por Deus Pai no 1 º século da nossa era comum, em vez disso, até agora eles estão à espera de um messias.
    (João 1:11) Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.
    Eles não reconhecem a autenticidade do Novo Testamento, nem os livros do Novo Testamento. Eles acreditam nos livros dos profetas, mas eles não aceitam o que o profeta Jeremias disse.
    (Jeremias 31:31-32) Eis que vêm os dias, diz o Senhor, em que farei um pacto novo com a casa de Israel e com a casa de Judá: Não conforme a aliança que fiz com seus pais no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; que o meu pacto que eles invalidaram, apesar de que eu era um marido para eles, diz o Senhor …
    Sua "rejeição" dos livros do Novo Testamento ou Nova Aliança é absolutamente uma rejeição da profecia de Jeremias, que eles afirmam crer.
    Realmente os judeus são pessoas influentes, tanto física Ang espiritualmente. A salvação vem deles.
    (João 4:22) Vós adorais o que não sabe: nós sabemos o que adoramos porque a salvação vem dos judeus.
    Eles foram os primeiros a herdar as promessas e salvação.
    (Romanos 1:16) Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.
    Biblicamente, suas transgressões explicar as causas dos tumultos que aflige o povo de Israel.
    Depois de todas as coisas foram ditas e feitas sobre eles, os judeus, para mim, não são pessoas inferiores, mas um povo especial.
    (Gálatas 3:29) E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa.

    falando de Jesus>>>>E, respondendo todo o povo, disse: O seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos. Mateus 27:25

  17. Selmiro Howeler

    Após 2000 mil anos de cristianismo, esse "anarfa" descifrou algo, que nenhum religioso do passado ou nossa história contemporânea, conseguiu fazer !

    Responde minha colocação lá em cima por FAVOR "ISRAEL É O POVO DE DEUS ?????"

    SIM, sou idiota, más vou seguir adiante e essas palavras darão frutos e atravessará os tempos, só não posso dizer o mesmo dessa sua OLIGARQUIA ao qual defende e de você com sua cegueira !

    Passar bem; ô inteligente !

  18. Fico chocado com os comentários, sempre com evidente interesse eleitoreiro, do Sr. Silas Malafaia. Não me parece que ele conheça Jesus. Como pode aceitar que crianças e mulheres (mães, donas de casa) possam morrer, da forma brutal com que acontecem. Elas estão morrendo em suas casas, nas escolas e nos hospitais. Como pode ele atribuir essas estúpidas mortes a não sei o quê, procurando respaldo bíblico para justificar a legitimidade das mãos imundas de sangue de judeus.

    • Aceitar que morram? Leia novamente querido…..

      Malafaia iniciou sua fala sobre o tema afirmando não ser a favor de guerra nenhuma e que em toda guerra “os inocentes pagam o preço” de algo que algo que não tem a ver com eles. O pastor ressaltou ainda que “o matar e o morrer” pertencem à soberania de Deus.

      – Nós não somos a favor de guerra nenhuma, e não somos a favor que ninguém morra, sejam inocentes ou não inocentes;”

    • VOCE DEVE LER DE NOVO A MATERIA. ELE DIZ NÃO CONCORDAR COM AS MORTES,
      POREM QUE OS COVARDE DO HAMAS USAM AS CRIANÇAS E MULHERES COMO ESCUDO.
      O QUE É PURA VERDADE.

      QUASE TODAS QUE MORREM ESTÃO NAS LAJES. ORDEM DADA PELOS LIDERES.
      OU NAS ESCOLAS AONDE ESTÃO ESCONDIDOS OS RATOS E SUAS ARMAS.

  19. José Francisco, estou certo que foi um erro a criação do Estado de Israel. O que a ONU criou foi um monstro que com total apoio financeiro e militar do governo terrorista dos EUA desafia as leis internacionais, e se comportar com uma organização terrorista que tem como objetivo a eliminação dos palestinos da faixa de gaza e a ocupação de seu território. A ONU deveria anular aquela fatídica sessão que criou essa organização terrorista chamada Israel.

  20. Adauto Santos Santos
    Pode ser.
    No momento, sou um brasileiro que mora no Brasil. Não vai me fazer diferença quem manda ou não no território palestínico.
    Apenas comento os FATOS que ocorreram na História.
    O verdadeiro povo de Israel, a descendência de Abraão, está em Cristo. Vive (ou morre) em qualquer lugar, em qualquer país. E a cidade prometida não está neste mundo (AION).

  21. José Francisco A Resolução 181 apenas aprovou o relatório e as conclusões da UNSCOP enquanto recomendações. Não é preciso dizer que para que a Palestina fosse oficialmente dividida, esta recomendação deveria ter sido aceita por judeus e árabes, algo que não aconteceu.

    Além disso, as resoluções da Assembléia Geral não são considerados juridicamente vinculativas (apenas as resoluções do Conselho de Segurança são). E, aliás, a ONU não tinha autoridade para tomar o território de um povo e entregar a outro, e qualquer resolução que estabelecesse essa divisão teria sido nula em qualquer caso. ****É só ler pra entender…Caso contrário eu é que não vou mais discutir..Com quem não lê o que se tem o trabalho de ir atrás e postar. blza?

  22. José Francisco ***Obs: "José francisco disse": Em TODOS os meus posts ache uma só palavra onde eu fale de religião. Uma só, por favor.*** Depois José Francisco Diz: "O verdadeiro povo de Israel, a descendência de Abraão, está em Cristo. Vive (ou morre) em qualquer lugar, em qualquer país. E a cidade prometida não está neste mundo (AION)".

  23. José Francisco A ONU fez uma partilha 9injusta desde o inicio) que além disso foi totalmente desrespeitada por Israel. desde 1975 a ONU pediu a Israel para devolver os territórios anexados a força depois. Em Oslo foi considerado ilegal os assentamentos, e no entanto Israel continua fazendo sua política ilegal e criminosa. Desrespeitando mais de 60 resoluções da
    ONU contrários a eles.

  24. Valmir Patriota Silva , respeito tua opinião…mas como você explica romanos 11?… Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, teme que não te poupe a ti também.
    22 Considera, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas para contigo, benignidade, se permaneceres na sua benignidade; de outra maneira também tu serás cortado.
    23 E também eles, se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados; porque poderoso é Deus para os tornar a enxertar.
    24 Porque, se tu foste cortado do natural zambujeiro e, contra a natureza, enxertado na boa oliveira, quanto mais esses, que são naturais, serão enxertados na sua própria oliveira!
    25 Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado.
    26 E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: De Sião virá o Libertador, E desviará de Jacó as impiedades.

  25. A PAZ DO SENHOR JESUS E O AMOR DE DEUS! O SENHOR DA GLÓRIA ESTEJA EM TODOS NÓS PRA SUA GLÓRIA Amém!… > porque guerra santa" onde está as santas(os) porque entendo eu que os santos são os servos do Senhor Deus! Altissimo. é certo então que Deus formou o homem mais por falta de conhecimento não da palavra de Deus!, e sim do conhecimento do castigo de Deus!, inventam muitas coisa.

  26. Amém! Tudo o Que Está Acontecendo Ao Redor Do Globo Terrestre Onde Até Os Comentários Ainda Não Escrito Postado Aqui e Será! Afirmo eu!. Porque Assim Diz o Criador de Todas as Coisas. As Suas Palavras…> O SENHOR dos Exércitos jurou, dizendo: Como pensei, assim sucederá; e, como determinei, assim se efetuará.( ISAIAS 14:24.) Amém! Só Pra Sua Glória! Senhor, só pra sua glória! Jesus Cristo Ele é o SENHOR Amém! então seguimos em frente. e a paz! esteja com todos

  27. Assim diz as palavras de Deus!…>A graça do Senhor Jesus Cristo seja convosco. Amém!…> Basta Ao Tal Esta Repreensão Feita Por Muitos. O meu amor seja com todos vós, em Cristo Jesus. ( 1 CORINTIOS 16:23,24.) + ( 2 CORINTIOS 2:6.) Amém! PORQUE JESUS CRISTO ELE É O SENHOR. e o mensageiro de suas palavras escreveu aqui com está geração!

  28. Naturalmente está a procura de algum dividendo com esse discurso.Para ele a bíblia resume no VT.Quem fica milionário usando a biblia, quando calha de ler o NT. Procuram selecionar bem o texto, para que não fique de saia justa, colocando uma enorme carapuça na própria cabeça, ou dando um tiro no próprio pé.

  29. PARA TUDO… E leiam todos esse texto da bíblia.
    ISRAEL PRECISA DE CRISTO!
    Mas o meu povo não quis ouvir a minha voz, e Israel não me quis.
    Portanto eu os entreguei aos desejos dos seus corações, e andaram nos seus próprios conselhos.

    Oh! se o meu povo me tivesse ouvido! se Israel andasse nos meus caminhos!
    Em breve abateria os seus inimigos, e viraria a minha mão contra os seus adversários. Salmos 81:11-14

  30. Esse pseudo pastor é um nazista com um conhecimento medíocre . Estado intolerante, arrogante e genocida como Israel. Gente desequilibrada, desqualificada e desclassificada. Gente má!

    Até uma filósofa judia já foi chamada de "idiota útil" e "sapatona desesperada" (sexista ainda por cima) simplesmente porque condena o segregacionismo e os crimes contra a humanidade cometidos por Israel.

  31. Claro que o Malacheia é a favor, pois este deus da bíblia mandou matar, homens, meninos e mulheres, exceto as virgens, para que ficassem com elas para seu proveito. Isto é coisa de um deus?

  32. O que dizer dessas declarações?
    Falar que as “nações civilizadas” creem que os Palestinos são terroristas…
    Os maiores terroristas são os americanos que escolhem mandar 225 milhões de dólares para Israel reforçar as defesas anti-aereas ao invés de oferecer uma quantia menor (US$187 milhões) para a ONU atuar na reconstrução e alimentação do povo Palestino?

    Uma só pergunta: se eram túneis o que se buscava destruir, por que bombardear escolas e escolas-refúgio da ONU?
    Mesmo que o túnel se iniciasse ali, é um túnel e podia ser destruído em qualquer outro trecho!

    Lamentável…

  33. Nós e o infindável holocausto palestino

    por Roberto Amaral/Carta Capital

    O objeto da agressão continuada de Israel a Gaza (as tréguas e os períodos de não ofensiva militar são espaços irrelevantes numa já longa história de assassinatos coletivos) não é o Hamas, que entra na história como Pilatos no Credo. O alvo inegável da matança é o povo palestino, assassinado friamente, covardemente, em um confronto bestial que opõe um dos mais poderosos exércitos do mundo a uma população desarmada, ou “armada” de pedras e puro desespero.

    E fica para estudo de quem ainda se interessar por um povo que a civilização ocidental e cristã considera “de segunda classe”, e como de segunda classe o trata, o significado de abalo psicológico, de trauma e destruição emocional de gerações e gerações de crianças criadas sob o medo e o terror, sob a incerteza do amanhã no qual não podem acreditar, convivendo com o assassinato de parentes e amigos, de pais e irmãos, e a destruição de suas casas, escolas, hospitais, e de sua gente.

    Sem saber por que, pois ninguém consegue explicar-lhes a razão da brutalidade. Conhecem-se as mortes, não entre combatentes, mas entre civis, em sua maioria crianças (429), mulheres (243) e idosos (120), alcançados pelas bombas em suas residências, nas mesquitas, nos hospitais e em escolas, inclusive em escolas da ONU, transformadas em refúgio – vulnerável, ver-se-ia – para desabrigados (multidão crescente que se conta pelos milhares). Entre mulheres, crianças e idosos contam-se cerca de 10 mil feridos.

    As fotos que nos chegam dos primeiros momentos da “trégua” trazem o espectro da destruição: Gaza, a Gaza que ficou, com cerca de 9 mil residências destruídas, é um cemitério cinzento de monturos, cuja reconstrução pede anos e bilhões de dólares. O último levantamento informa que morreram algo em torno de 2 mil palestinos – repitamos mil vezes: civis, na sua maioria mulheres e crianças, assassinados em suas casas, mesquitas e escolas – e 67 israelenses, quase todos militares. A esses assassinatos em massa um grande matutino carioca chama de troca de “hostilidades” entre “Hamas e israelenses”. Compungido, aparentando distanciamento diante da miséria, Barack Obama lamenta os “incidentes” como se se tratasse, a tragédia, de um acidente natural e inevitável, um tsunami, um terremoto, um furacão. Mas trata-se de chacina evitável, e dela não estão distantes ou ausentes os Estados Unidos, nem cada um dos seus presidentes, pessoalmente, desde 1948, inclusive o atual, que armam Israel e lhe dão respaldo militar e politico para que o facínora de plantão na chefia do Estado judeu dê rédeas soltas aos seus instintos sanguinários.

    As digitais dos presidentes dos EUA, hoje as de Obama, acompanham o cadáver de cada uma das vítimas, passadas, presentes e futuras, pois outras muitas virão. Diz-se que o grupo Hamas – cuja sobrevivência se alimenta diretamente na truculência sionista – afirna a imprensa internacional e o repete a imprensa cabocla – é terrorista; mas silenciam todos na definição de Israel como Estado terrorista. Simplesmente acusa-se o oprimido de reagir tresloucadamente à opressão, e silencia-se diante da racionalidade do Estado invasor que planejadamente rouba terras, liberdade e esperança. É preciso repetir e repetir sempre: Gaza (e os sionistas negam aos palestinos até a condição de povo!) está cercada pelo Estado policial de Israel que, com a ajuda do Egito, controla suas fronteiras por terra, mar e ar, controla sua água, controla sua energia, controla os suprimentos de alimentos e dos chamados “gêneros de primeira necessidade”, controla seu comércio, controla a entrada e saída de sua gente. Nessa história há uma Casa-Grande e há uma Senzala, e Gaza é quase só um quilombo sem cor perseguido por novos “capitães do mato”, apetrechados das mais modernas técnicas de assassinato em massa, e impunes como impunes e irresponsáveis eram os ‘senhores’ do escravismo, ontem como hoje surpreendidos pela incompreensível revolta dos desesperados.

    Nossa sociedade cínica, como lembra Bertolt Brecht, considera violento o rio que arrasa tudo, mas absolve as margens que o aprisionam.

    Sei das dificuldades que todos temos para encarar com distanciamento as crises humanitárias. Elas nos pertencem e nos envolvem moralmente. A dor das vítimas nos causa compaixão, enquanto o assassinato banalizado espicaça no ser humano comum – e somos todos nós – o sentimento da revolta. Um e outro sentimentos impedem o raciocínio frio, se é possível conservar-se frio o espectador de um genocídio sem fim. De uma forma ou de outra dele participamos como algozes ou vítimas, pois cada um de nós escolhe o seu papel. A omissão é impossível. O “espectador”, assim, é de fato um participante, covarde, mas sempre participante e responsável. Há os que se revoltam e há os que se consomem na angústia burguesa da falsa impotência – o não saber o que fazer, o nada poder fazer para impedir tanto horror – sentimento que carregamos para esconder nossa tibieza, e assim nos quitarmos moralmente com nossas consciências em crise. Ora, o conhecimento nos faz responsáveis pelo mundo, e, assim, pelo que ocorre em Gaza.

    Acionando os gatilhos que disparam bombas teleguiadas está o dedo sujo da “alma ocidental”, que, seja alimentado pela miséria do fanatismo religioso, seja dedicado às periódicas “limpezas étnicas”, seja por pura ganância, vem matando e escravizando desde sempre na busca interminável dos ímpios. Sempre os há, sempre haverão; não os encontrando, o opressor os cria, pois há sempre um adversário a ser demonizado. Assim, o Ocidente organizou as Cruzadas e acendeu as fogueiras da Inquisição, e os “colonizadores”, em nome disso e daquilo mas principalmente em nome de Deus, destruíram povos, nações e civilizações, levaram a guerra, a escravidão e o dissídio a todos os rincões do mundo, até onde puderam chegar suas armas. Sob o pretexto de levar adiante a mensagem evangelizadora, o fanatismo persegue, há séculos, a “civilização superior”, projeto que o hitlerismo, em uma Alemanha hipnotizada, levou ao paroxismo.

    Depois de 1914, o Ocidente redesenhou o mundo segundo seu apetite, violando história, tradições, culturas milenares, valores, civilizações. A velha e sediça regra de dividir para melhor dominar e dominar a ferro e fogo, como foram dominados e explorados chineses, indianos e árabes. Desde o fim da Segunda Guerra Mundial os Estados Unidos, depois de chafurdarem nos vastos domínios do petróleo, levaram a guerra ao Vietnã, desestabilizaram o Afeganistão, destruíram o Iraque, a Síria e a Líbia e ameaçam o Irã, pondo por terra qualquer promessa de paz, impossibilitando a democracia. No Oriente, servem às forças da guerra. Hitler falava na necessidade de “espaço vital” que lhes dava (aos alemães arianos) o direito de roubar as terras dos outros; os EUA, em nome de um “destino manifesto”, se atribuem o dever (mais do que o direito) de governar o mundo. Israel diz precisar alargar suas fronteiras, avançando sobre terras árabes, “para garantir sua segurança”. Essa nossa “alma” ocidental e cristã construiu os campos de concentração e as câmaras de gás, graças aos quais a pátria de Goethe e Beethoven se transformou na Alemanha do Holocausto, crime coletivo que a Europa não consegue exorcizar. Daí seu eterno sentimento de culpa que está na raiz de seu apoio a Israel e no comprometedor silêncio, diante do genocídio.

    A Europa que dilacerou o Oriente é responsável pelas cenas de barbárie que invadiram nosso tranquilo cotidiano pequeno-burgês. Para perturbá-lo, há, porém, a inafastável consciência de que somos responsáveis pelo mundo. Somos responsáveis como Humanidade e como indivíduos, cada um e nós de per se – porque o homem é responsável por aquilo que é, seja um guerreiro ou um colaboracionista, um “homem da lei” ou um assassino, um bravo ou um covarde, o que seja. Somos o que fazemos, somos nossos atos e nossas omissões. Essa responsabilidade não está diluída com “os outros”, porque o homem é responsável individualmente pelo crime que comete, pela denúncia que proclama ou pelo silêncio que o torna corresponsável pelo crime que conhece, onde quer que ele seja cometido, qualquer que seja o agente. Nós, a Humanidade de hoje, somos tão responsáveis pelo holocausto de Gaza quanto fomos e somos pelo holocausto dos judeus e os assassinatos de comunistas, ciganos, homossexuais e doentes mentais na Segunda Guerra Mundial. A humanidade somos nós, cada um de nós somando um todo, uma singularidade que não anula as responsabilidades individuais.

    Cada um de nós – na Alemanha ou nos Estados Unidos, em Israel ou no Brasil – está se escolhendo ao se definir diante do massacre dos palestinos. E o silêncio é também uma maneira de definir-se, pois, quem não condena o massacre, esse ou qualquer outro, o aceita, e estimula outros. Não há inocentes ou meros espectadores, repitamos: nessa história miserável ninguém pode “lavar as mãos”.

  34. “Antes de começar o meu discurso, quero contar-lhes algo inédito sobre Moisés … (todos ficaram muito curiosos)…quando Moisés golpeou a rocha com seu cajado e dela saiu água, pensou imediatamente”:

    “Que boa oportunidade para tomar um banho!”.

    Tirou a roupa, deixou-a junto da pedra e entrou n´água. Quando acabou de banhar-se e quis vestir-se, sua roupa tinha sumido! Os palestinos haviam-na roubado!!!”

    Um representante da Palestina de pronto levantou-se furioso e bradou:
    – “Que mentira boba e descabida!…nem havia palestinos naquela época!!!”

    O representante de Israel então sorriu e afirmou:

    – “Muito bem…então, agora que ficou bem claro quem chegou primeiro a este território e quem foram os invasores, posso enfim começar o meu discurso…”

  35. O Hamas está usando uma tática de guerrilha: montam as lançadoras portáteis de foguetes nas lajes de escolas, hospitais ou de lugares de grande aglomeração de pessoas para se fazerem de vítimas e colocar a opinião pública contra Israel, pois os satélites de defesa observam o ponto que fez os disparos e revidam; eles escondem as armas e se misturam no meio do povo….
    USA está se reerguendo da crise. Vê se eles são “burros” em se levantar contra Israel?
    Já não bastasse em nosso país esta guerrilha urbana que vivemos e que está matando mais do que os conflitos do oriente Médio….
    E agora as crises que estamos vivendo….
    Concordo com o Pr Edson. Deus é fiel na sua promessa de “abençoar os que ti abençoarem, amaldiçoar os que ti amaldiçoarem…..”
    Através do povo de Israel todas as famílias que receberam e vivem à promessa – Jesus Cristo (o qual veio através do povo Judeu), foram ou estão sendo abençoadas com “todas as bênçãos espirituais nas regiões Celestes em Cristo Jesus”.

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