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Pastor Silas Malafaia comenta conflito entre Israel e Palestina afirmando que “nação que amaldiçoa Israel também é amaldiçoada”

Comments (32)
  1. SIlas Malavéia, qualquer semelhança não é mera coincidência.

  2. José Andrade disse:

    Adauto Santos Santos
    Pode ser.
    No momento, sou um brasileiro que mora no Brasil. Não vai me fazer diferença quem manda ou não no território palestínico.
    Apenas comento os FATOS que ocorreram na História.
    O verdadeiro povo de Israel, a descendência de Abraão, está em Cristo. Vive (ou morre) em qualquer lugar, em qualquer país. E a cidade prometida não está neste mundo (AION).

  3. Israel está se defendendo dos ataques de fundamentalistas e com fundamentalistas não há diálogos,pois eles se acham os donos da verdade absoluta.São radicais e extremistas.Por aqui existe essa gente usando a religião com planos de poder.

  4. José Francisco A Resolução 181 apenas aprovou o relatório e as conclusões da UNSCOP enquanto recomendações. Não é preciso dizer que para que a Palestina fosse oficialmente dividida, esta recomendação deveria ter sido aceita por judeus e árabes, algo que não aconteceu.

    Além disso, as resoluções da Assembléia Geral não são considerados juridicamente vinculativas (apenas as resoluções do Conselho de Segurança são). E, aliás, a ONU não tinha autoridade para tomar o território de um povo e entregar a outro, e qualquer resolução que estabelecesse essa divisão teria sido nula em qualquer caso. ****É só ler pra entender…Caso contrário eu é que não vou mais discutir..Com quem não lê o que se tem o trabalho de ir atrás e postar. blza?

  5. José Francisco ***Obs: "José francisco disse": Em TODOS os meus posts ache uma só palavra onde eu fale de religião. Uma só, por favor.*** Depois José Francisco Diz: "O verdadeiro povo de Israel, a descendência de Abraão, está em Cristo. Vive (ou morre) em qualquer lugar, em qualquer país. E a cidade prometida não está neste mundo (AION)".

  6. Valter Amorim disse:

    Crápula judeu, diz que matou 13 crianças palestinas em seu PERFIL !

    http://desatracado.blogspot.com.br/2014/08/matou-13-criancas-diz-no-perfil.html

    – Parece a mentalidade de um povo marcado por sofrimentos ?

  7. Adriana Alves disse:

    Se nem Cristo agradou a todos , o pastor silas malafaia não conseguirá , o único que diz a bíblia agradará a todos que estiverem na terra durante um tempo determinado será o anticristo.

  8. José Francisco A ONU fez uma partilha 9injusta desde o inicio) que além disso foi totalmente desrespeitada por Israel. desde 1975 a ONU pediu a Israel para devolver os territórios anexados a força depois. Em Oslo foi considerado ilegal os assentamentos, e no entanto Israel continua fazendo sua política ilegal e criminosa. Desrespeitando mais de 60 resoluções da
    ONU contrários a eles.

  9. Valmir Patriota Silva , respeito tua opinião…mas como você explica romanos 11?… Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, teme que não te poupe a ti também.
    22 Considera, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas para contigo, benignidade, se permaneceres na sua benignidade; de outra maneira também tu serás cortado.
    23 E também eles, se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados; porque poderoso é Deus para os tornar a enxertar.
    24 Porque, se tu foste cortado do natural zambujeiro e, contra a natureza, enxertado na boa oliveira, quanto mais esses, que são naturais, serão enxertados na sua própria oliveira!
    25 Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado.
    26 E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: De Sião virá o Libertador, E desviará de Jacó as impiedades.

  10. Valdecy Alves Pereira Não existe nenhuma passagem da biblia que fale de um estado de Israel na terra na atualiadade. 80% dos judeus Sionistas, nem sangue semita tem, são russos convertidos no século VIII, são tão gentio como qualquer cristão.

  11. Deus! e as Palavras da Vida e de Salvação de Seu Livro Primeiramente! e o Mensageiro de Suas Palavras Escreve: Amém!…Deus! é 1 juiz justo, um Deus! que ira todos os dias.( SALMO 7:11.) e Jesus Cristo Ele é o SENHOR Amém!.

  12. Vá estudar Pedro Oliveira e pare de ler somente bíblia , por isso fala essas asneiras .
    Seu Jesus foi criado no concilio de Niceia onde juntaram os nomes de dois deuses um do ocidente e outro do oriente para formar o seu deus fictício chamado Jesus Cristo .

  13. A PAZ DO SENHOR JESUS E O AMOR DE DEUS! O SENHOR DA GLÓRIA ESTEJA EM TODOS NÓS PRA SUA GLÓRIA Amém!… > porque guerra santa" onde está as santas(os) porque entendo eu que os santos são os servos do Senhor Deus! Altissimo. é certo então que Deus formou o homem mais por falta de conhecimento não da palavra de Deus!, e sim do conhecimento do castigo de Deus!, inventam muitas coisa.

  14. Amém! Tudo o Que Está Acontecendo Ao Redor Do Globo Terrestre Onde Até Os Comentários Ainda Não Escrito Postado Aqui e Será! Afirmo eu!. Porque Assim Diz o Criador de Todas as Coisas. As Suas Palavras…> O SENHOR dos Exércitos jurou, dizendo: Como pensei, assim sucederá; e, como determinei, assim se efetuará.( ISAIAS 14:24.) Amém! Só Pra Sua Glória! Senhor, só pra sua glória! Jesus Cristo Ele é o SENHOR Amém! então seguimos em frente. e a paz! esteja com todos

  15. Assim diz as palavras de Deus!…>A graça do Senhor Jesus Cristo seja convosco. Amém!…> Basta Ao Tal Esta Repreensão Feita Por Muitos. O meu amor seja com todos vós, em Cristo Jesus. ( 1 CORINTIOS 16:23,24.) + ( 2 CORINTIOS 2:6.) Amém! PORQUE JESUS CRISTO ELE É O SENHOR. e o mensageiro de suas palavras escreveu aqui com está geração!

  16. Naturalmente está a procura de algum dividendo com esse discurso.Para ele a bíblia resume no VT.Quem fica milionário usando a biblia, quando calha de ler o NT. Procuram selecionar bem o texto, para que não fique de saia justa, colocando uma enorme carapuça na própria cabeça, ou dando um tiro no próprio pé.

  17. Arcanjo João disse:

    Adriano Liocádio O problema é colocar em prática, se colocassem não se prestariam a ridicularizar o evangelho e causar escândalo: https://www.youtube.com/watch?v=kMCc4vuI_Oo

  18. PARA TUDO… E leiam todos esse texto da bíblia.
    ISRAEL PRECISA DE CRISTO!
    Mas o meu povo não quis ouvir a minha voz, e Israel não me quis.
    Portanto eu os entreguei aos desejos dos seus corações, e andaram nos seus próprios conselhos.

    Oh! se o meu povo me tivesse ouvido! se Israel andasse nos meus caminhos!
    Em breve abateria os seus inimigos, e viraria a minha mão contra os seus adversários. Salmos 81:11-14

  19. Marco Peres disse:

    Esse pseudo pastor é um nazista com um conhecimento medíocre . Estado intolerante, arrogante e genocida como Israel. Gente desequilibrada, desqualificada e desclassificada. Gente má!

    Até uma filósofa judia já foi chamada de "idiota útil" e "sapatona desesperada" (sexista ainda por cima) simplesmente porque condena o segregacionismo e os crimes contra a humanidade cometidos por Israel.

  20. Ana Paula disse:

    Pessoas… Crianças morrendo, meu Deus me dói mt, tenha misericórdia meu Deus!

  21. eder disse:

    Claro que o Malacheia é a favor, pois este deus da bíblia mandou matar, homens, meninos e mulheres, exceto as virgens, para que ficassem com elas para seu proveito. Isto é coisa de um deus?

  22. Celso disse:

    O que dizer dessas declarações?
    Falar que as “nações civilizadas” creem que os Palestinos são terroristas…
    Os maiores terroristas são os americanos que escolhem mandar 225 milhões de dólares para Israel reforçar as defesas anti-aereas ao invés de oferecer uma quantia menor (US$187 milhões) para a ONU atuar na reconstrução e alimentação do povo Palestino?

    Uma só pergunta: se eram túneis o que se buscava destruir, por que bombardear escolas e escolas-refúgio da ONU?
    Mesmo que o túnel se iniciasse ali, é um túnel e podia ser destruído em qualquer outro trecho!

    Lamentável…

  23. Gus disse:

    Nós e o infindável holocausto palestino

    por Roberto Amaral/Carta Capital

    O objeto da agressão continuada de Israel a Gaza (as tréguas e os períodos de não ofensiva militar são espaços irrelevantes numa já longa história de assassinatos coletivos) não é o Hamas, que entra na história como Pilatos no Credo. O alvo inegável da matança é o povo palestino, assassinado friamente, covardemente, em um confronto bestial que opõe um dos mais poderosos exércitos do mundo a uma população desarmada, ou “armada” de pedras e puro desespero.

    E fica para estudo de quem ainda se interessar por um povo que a civilização ocidental e cristã considera “de segunda classe”, e como de segunda classe o trata, o significado de abalo psicológico, de trauma e destruição emocional de gerações e gerações de crianças criadas sob o medo e o terror, sob a incerteza do amanhã no qual não podem acreditar, convivendo com o assassinato de parentes e amigos, de pais e irmãos, e a destruição de suas casas, escolas, hospitais, e de sua gente.

    Sem saber por que, pois ninguém consegue explicar-lhes a razão da brutalidade. Conhecem-se as mortes, não entre combatentes, mas entre civis, em sua maioria crianças (429), mulheres (243) e idosos (120), alcançados pelas bombas em suas residências, nas mesquitas, nos hospitais e em escolas, inclusive em escolas da ONU, transformadas em refúgio – vulnerável, ver-se-ia – para desabrigados (multidão crescente que se conta pelos milhares). Entre mulheres, crianças e idosos contam-se cerca de 10 mil feridos.

    As fotos que nos chegam dos primeiros momentos da “trégua” trazem o espectro da destruição: Gaza, a Gaza que ficou, com cerca de 9 mil residências destruídas, é um cemitério cinzento de monturos, cuja reconstrução pede anos e bilhões de dólares. O último levantamento informa que morreram algo em torno de 2 mil palestinos – repitamos mil vezes: civis, na sua maioria mulheres e crianças, assassinados em suas casas, mesquitas e escolas – e 67 israelenses, quase todos militares. A esses assassinatos em massa um grande matutino carioca chama de troca de “hostilidades” entre “Hamas e israelenses”. Compungido, aparentando distanciamento diante da miséria, Barack Obama lamenta os “incidentes” como se se tratasse, a tragédia, de um acidente natural e inevitável, um tsunami, um terremoto, um furacão. Mas trata-se de chacina evitável, e dela não estão distantes ou ausentes os Estados Unidos, nem cada um dos seus presidentes, pessoalmente, desde 1948, inclusive o atual, que armam Israel e lhe dão respaldo militar e politico para que o facínora de plantão na chefia do Estado judeu dê rédeas soltas aos seus instintos sanguinários.

    As digitais dos presidentes dos EUA, hoje as de Obama, acompanham o cadáver de cada uma das vítimas, passadas, presentes e futuras, pois outras muitas virão. Diz-se que o grupo Hamas – cuja sobrevivência se alimenta diretamente na truculência sionista – afirna a imprensa internacional e o repete a imprensa cabocla – é terrorista; mas silenciam todos na definição de Israel como Estado terrorista. Simplesmente acusa-se o oprimido de reagir tresloucadamente à opressão, e silencia-se diante da racionalidade do Estado invasor que planejadamente rouba terras, liberdade e esperança. É preciso repetir e repetir sempre: Gaza (e os sionistas negam aos palestinos até a condição de povo!) está cercada pelo Estado policial de Israel que, com a ajuda do Egito, controla suas fronteiras por terra, mar e ar, controla sua água, controla sua energia, controla os suprimentos de alimentos e dos chamados “gêneros de primeira necessidade”, controla seu comércio, controla a entrada e saída de sua gente. Nessa história há uma Casa-Grande e há uma Senzala, e Gaza é quase só um quilombo sem cor perseguido por novos “capitães do mato”, apetrechados das mais modernas técnicas de assassinato em massa, e impunes como impunes e irresponsáveis eram os ‘senhores’ do escravismo, ontem como hoje surpreendidos pela incompreensível revolta dos desesperados.

    Nossa sociedade cínica, como lembra Bertolt Brecht, considera violento o rio que arrasa tudo, mas absolve as margens que o aprisionam.

    Sei das dificuldades que todos temos para encarar com distanciamento as crises humanitárias. Elas nos pertencem e nos envolvem moralmente. A dor das vítimas nos causa compaixão, enquanto o assassinato banalizado espicaça no ser humano comum – e somos todos nós – o sentimento da revolta. Um e outro sentimentos impedem o raciocínio frio, se é possível conservar-se frio o espectador de um genocídio sem fim. De uma forma ou de outra dele participamos como algozes ou vítimas, pois cada um de nós escolhe o seu papel. A omissão é impossível. O “espectador”, assim, é de fato um participante, covarde, mas sempre participante e responsável. Há os que se revoltam e há os que se consomem na angústia burguesa da falsa impotência – o não saber o que fazer, o nada poder fazer para impedir tanto horror – sentimento que carregamos para esconder nossa tibieza, e assim nos quitarmos moralmente com nossas consciências em crise. Ora, o conhecimento nos faz responsáveis pelo mundo, e, assim, pelo que ocorre em Gaza.

    Acionando os gatilhos que disparam bombas teleguiadas está o dedo sujo da “alma ocidental”, que, seja alimentado pela miséria do fanatismo religioso, seja dedicado às periódicas “limpezas étnicas”, seja por pura ganância, vem matando e escravizando desde sempre na busca interminável dos ímpios. Sempre os há, sempre haverão; não os encontrando, o opressor os cria, pois há sempre um adversário a ser demonizado. Assim, o Ocidente organizou as Cruzadas e acendeu as fogueiras da Inquisição, e os “colonizadores”, em nome disso e daquilo mas principalmente em nome de Deus, destruíram povos, nações e civilizações, levaram a guerra, a escravidão e o dissídio a todos os rincões do mundo, até onde puderam chegar suas armas. Sob o pretexto de levar adiante a mensagem evangelizadora, o fanatismo persegue, há séculos, a “civilização superior”, projeto que o hitlerismo, em uma Alemanha hipnotizada, levou ao paroxismo.

    Depois de 1914, o Ocidente redesenhou o mundo segundo seu apetite, violando história, tradições, culturas milenares, valores, civilizações. A velha e sediça regra de dividir para melhor dominar e dominar a ferro e fogo, como foram dominados e explorados chineses, indianos e árabes. Desde o fim da Segunda Guerra Mundial os Estados Unidos, depois de chafurdarem nos vastos domínios do petróleo, levaram a guerra ao Vietnã, desestabilizaram o Afeganistão, destruíram o Iraque, a Síria e a Líbia e ameaçam o Irã, pondo por terra qualquer promessa de paz, impossibilitando a democracia. No Oriente, servem às forças da guerra. Hitler falava na necessidade de “espaço vital” que lhes dava (aos alemães arianos) o direito de roubar as terras dos outros; os EUA, em nome de um “destino manifesto”, se atribuem o dever (mais do que o direito) de governar o mundo. Israel diz precisar alargar suas fronteiras, avançando sobre terras árabes, “para garantir sua segurança”. Essa nossa “alma” ocidental e cristã construiu os campos de concentração e as câmaras de gás, graças aos quais a pátria de Goethe e Beethoven se transformou na Alemanha do Holocausto, crime coletivo que a Europa não consegue exorcizar. Daí seu eterno sentimento de culpa que está na raiz de seu apoio a Israel e no comprometedor silêncio, diante do genocídio.

    A Europa que dilacerou o Oriente é responsável pelas cenas de barbárie que invadiram nosso tranquilo cotidiano pequeno-burgês. Para perturbá-lo, há, porém, a inafastável consciência de que somos responsáveis pelo mundo. Somos responsáveis como Humanidade e como indivíduos, cada um e nós de per se – porque o homem é responsável por aquilo que é, seja um guerreiro ou um colaboracionista, um “homem da lei” ou um assassino, um bravo ou um covarde, o que seja. Somos o que fazemos, somos nossos atos e nossas omissões. Essa responsabilidade não está diluída com “os outros”, porque o homem é responsável individualmente pelo crime que comete, pela denúncia que proclama ou pelo silêncio que o torna corresponsável pelo crime que conhece, onde quer que ele seja cometido, qualquer que seja o agente. Nós, a Humanidade de hoje, somos tão responsáveis pelo holocausto de Gaza quanto fomos e somos pelo holocausto dos judeus e os assassinatos de comunistas, ciganos, homossexuais e doentes mentais na Segunda Guerra Mundial. A humanidade somos nós, cada um de nós somando um todo, uma singularidade que não anula as responsabilidades individuais.

    Cada um de nós – na Alemanha ou nos Estados Unidos, em Israel ou no Brasil – está se escolhendo ao se definir diante do massacre dos palestinos. E o silêncio é também uma maneira de definir-se, pois, quem não condena o massacre, esse ou qualquer outro, o aceita, e estimula outros. Não há inocentes ou meros espectadores, repitamos: nessa história miserável ninguém pode “lavar as mãos”.

  24. Ricardo disse:

    “Antes de começar o meu discurso, quero contar-lhes algo inédito sobre Moisés … (todos ficaram muito curiosos)…quando Moisés golpeou a rocha com seu cajado e dela saiu água, pensou imediatamente”:

    “Que boa oportunidade para tomar um banho!”.

    Tirou a roupa, deixou-a junto da pedra e entrou n´água. Quando acabou de banhar-se e quis vestir-se, sua roupa tinha sumido! Os palestinos haviam-na roubado!!!”

    Um representante da Palestina de pronto levantou-se furioso e bradou:
    – “Que mentira boba e descabida!…nem havia palestinos naquela época!!!”

    O representante de Israel então sorriu e afirmou:

    – “Muito bem…então, agora que ficou bem claro quem chegou primeiro a este território e quem foram os invasores, posso enfim começar o meu discurso…”

  25. Marcos disse:

    O Hamas está usando uma tática de guerrilha: montam as lançadoras portáteis de foguetes nas lajes de escolas, hospitais ou de lugares de grande aglomeração de pessoas para se fazerem de vítimas e colocar a opinião pública contra Israel, pois os satélites de defesa observam o ponto que fez os disparos e revidam; eles escondem as armas e se misturam no meio do povo….
    USA está se reerguendo da crise. Vê se eles são “burros” em se levantar contra Israel?
    Já não bastasse em nosso país esta guerrilha urbana que vivemos e que está matando mais do que os conflitos do oriente Médio….
    E agora as crises que estamos vivendo….
    Concordo com o Pr Edson. Deus é fiel na sua promessa de “abençoar os que ti abençoarem, amaldiçoar os que ti amaldiçoarem…..”
    Através do povo de Israel todas as famílias que receberam e vivem à promessa – Jesus Cristo (o qual veio através do povo Judeu), foram ou estão sendo abençoadas com “todas as bênçãos espirituais nas regiões Celestes em Cristo Jesus”.

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