Ação judicial movida por estudante obriga escola a retirar banner com oração que era mantido em seu auditório há 50 anos

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Uma escola na cidade de Cranston, nos Estados Unidos manteve por cerca de 50 anos em seu auditório um banner de oito metros estampado com um pedido dirigido a Deus através de uma oração. Porém, a escola foi obrigada a retirar o banner do local, devido a uma ação judicial movida por uma estudante.

A estudante Jessica Ahlquist foi a responsável pela ação contra a Cranston West High School, iniciada em 2012, argumentando que a exibição da mensagem religiosa ia contra a constituição norte-americana, pois fere as leis do país por gerar conflitos de Igreja e Estado em uma escola pública.

Segundo o The Christian Post, a União Americana pelas Liberdades Civis (American Civil Liberties Union), organização não governamental (ONG) norte-americana apresentada como defensora os direitos individuais de cidadãos dos Estados Unidos, executou a ação contra a escola junto à estudante.

Em substituição à antiga oração que ornou seu auditório por 50 anos, a escola cobriu a parede do auditório com uma mensagem motivacional sem menção a Deus ou qualquer outra referência religiosa.


A população de Cranston, conhecida por seu forte envolvimento com o cristianismo católico, repudiou a decisão judicial e exige que a escola entre com um recurso na justiça para reverter a decisão.

– O banner com a oração defendia nada mais do que os valores que todos nós esperamos que nossos filhos tenham, não importa qual escola frequentem ou que formação religiosa eles possuam – afirmou Donald Fox, ex-aluno da Cranston West que em entrevista cedida ao The New York Times criticou a decisão judicial, e explicou que banner trazia uma orientação positiva aos alunos que não se ligava apenas à religião.

Porém, apesar da insatisfação popular gerada pela ordem de remover o banner da escola, o distrito escolar afirmou que não irá recorrer da decisão judicial, e explicou a decisão afirmando ser uma medida para evitar custos excessivos e uma desgastante batalha judicial.

Por Dan Martins, para o Gospel+


4 COMENTÁRIOS

  1. Chamando a atenção de Deus ou dos outros?

    Meditando na cura da mulher que há doze anos sofria de uma hemorragia chegamos a conclusão que não é necessário ter conhecimentos bíblicos e tampouco pertencer a uma instituição religiosa para chamar a atenção de Deus e alcançar o seu favor.
    Ela veio por trás da multidão, ninguém a viu!
    Ela não chamou a atenção de ninguém!
    Ela não se colocou a frente do Senhor Jesus, gritando ou coisa parecida!
    Ela não orou, mas dizia: Se eu apenas tocar nas suas vestes ficarei curada!
    Ela imediatamente ficou curada!
    Ela só disse o que lhe havia acontecido quando solicitada!
    Ela teve medo, porque como tinha uma hemorragia não podia tocar em nada, muito menos em outra pessoa; a religião não permitia!
    Ela teve medo, porque não conhecia o Senhor Jesus e poderia ser chamada a atenção ou criticada por ele, pensando ser ele um religioso!
    Ela mostrou que não é necessário se mostrar para os outros para chamar a atenção de Deus!
    Ela não pagou nada, pois já tinha gastado tudo!
    Ela deu exemplo que não podemos desistir!
    A única ponte entre ela e o Senhor Jesus foi a FÉ!
    Vamos em frente!
    Bom fim de semana a todos!

  2. E por esta atitudes absurdas do agnósticos que o mundo par anão dizer os estados unidos estão nesta situação. Uma mensagem de apoio moral e motivação é tratada como religiosa, e vem uma “figurinha” exigir para tirar e nos temos que aguentar um monte de informação pessimistas nos filmes, novelas e outras que insinuam e ensinam a prostituir, beber, fumar , usar drogas , roubar e matar. e ninguém faz nada. É por isto que o mundo esta nesta situação, todos acham que a corrupção é justa pois não existe mais respeito e moral.

  3. Acho que a escola agiu certo no que diz respeito a não recorrer da decisão. De que adianta recorrer em uma batalha judicial? Não será por causa dessa imbecil que a glória de Deus será diminuída!
    Aqueles que são de Deus, continuaram a serem de Deus e não há nada que eles possam fazer.

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