Confeiteiros cristãos condenados por recusarem bolo a homossexuais quitam a indenização

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Os empresários cristãos que haviam sido condenados a indenizar um casal homossexual, por se recusarem a fazer um bolo de casamento por questões de fé, quitaram os US$ 135 mil determinados pela Justiça.

Aaron e Melissa Klein precisaram fechar sua confeitaria, Sweet Cakes By Melissa, depois que o casal de lésbicas moveu a ação e venceu na Justiça. Eles haviam alegado que estavam pondo em prática a crença de que o casamento é a união de um homem e uma mulher.

Na última semana, eles entregaram um cheque de US$ 136.927,07, cobrindo a indenização e os juros acumulados desde que a sentença foi emitida.

Inicialmente, Aaron e Melissão disseram que não pagariam a indenização por falta de condições financeiras, já que precisaram fechar sua confeitaria, que enfrentou um grande número de hostilidades e cancelamentos de encomendas.

Uma iniciativa popular criou uma campanha de arrecadação de fundos e levantou doações de US$ 100 mil, mas os responsáveis pela plataforma GoFundMe bloquearam os valores. O pastor Franklin Graham, dentre outros líderes cristãos, se mobilizaram para tornar o caso conhecido, e outra campanha foi realizada, arrecadando US$ 515 mil.

“Deem um tempo! Na minha opinião, este casal [homossexual é quem] deve pagar US$135 mil aos Klein por tudo o que já passaram”, escreveu Graham em sua página no Facebook, em julho.

O casal cristão chegou a enfrentar severas dificuldades financeiras, e o ex-empresário revelou, na mesma época, que precisou aceitar um trabalho como gari para ajudar a pagar as contas domésticas, de acordo com informações do Christian Post.

Segundo o advogado dos Klein, a quitação do valor determinado pela Justiça não representa desistência da ação de apelação, mas apenas uma estratégia para reduzir a incidência de taxas de juros maiores, equivalente a US$ 35 diários, o que faria com que os valores doados ao casal fossem diluídos.

“A coisa prudente a fazer, dada a generosidade das pessoas que contribuíram com o fundo, era cuidar dele e continuar a luta”, afirmou Tyler Smith.

114 COMENTÁRIOS

  1. NAO IA EXPOR NADA ALEM DE MINHA FELICIDADE POR ESSA VITORIA DELES, MAS ISTO E O QUE OS LGBT’S QUEREM PRA INPOR JUSTICA A SEU FAVOR?!

    ARRANJAR GRANA E PREJUDICAR A LIBERDADE DE EXPRESSAO DOS QUE SAO CONTRA SEU COMPORTAMENTO AINDA QUE, SEJAM RESPEITADOS SEUS GOSTOS PESSOAIS, EM DESRESPEITO E ATO PUNITIVO JURIDICAMENTE, SEMELHANTE AOS ATEUS QUE, NA REALIDADE SAO SATANISTAS CAMUFLADOS NA SOCIEDADE?!

    • Se os gays venerassem um “livro sagrado” que taxasse os evangélicos de abominação e que vocês são dignos de morte, você ainda veria isso como “liberdade de expressão”?

      • MENINA VC E A UNICA SEM MORAL PRA VIR RECLAMAR ALGUMA COISA EXIGINDO RESPOSTA…
        …MAS PRA MOSTRAR QUE SOU BEM EDUCADO E SUA FALTA DE INTELIGENCIA:
        O LIVRO DO DIABO OU BIBLIA SATANICA E O ALCORAO ENSINAM ISSO SOBRE NOS.

        MAIS PERGUNTA IDIOTA?

          • Só mais uma pergunta? Por acaso os gays seguem estes livros que perseguem vocês? Favor atentar para o questionamento inicial que você não respondeu. Não conheço nenhum gay satanista, mas conheço 2 gays muçulmanos. E eles também são perseguidos pelo Corão.

          • lima

            Não chame o Cláudio de “Cláudia”.
            Porque ele não é mulher.
            Nomes femininos só podem ser usados por mulheres.
            E apenas mulheres podem ter namorado ou marido.
            Mulheres reais verdadeiras completas com cromossomos XX e equipamento original de fábrica.
            O resto, mesmo que o exterior fique (quase) igual, jamais serão mulheres, por dentro serão sempre homens.
            Pelo menos metade dos que tentaram “virar” mulher se suicidaram, tentaram o suicídio ou já pensaram seriamente nisso.
            Porque depois da cirurgia, equivalente a amputar um braço ou uma perna, fica na frente um BURACO sem utilidade nenhuma.
            E muitos não suportam o desespero do arrependimento, mas infelizmente esse procedimento não tem mais volta.
            E qual a semelhança entre a retirada de pênis, braço e perna?
            Os três são membros.

  2. Falou besteira quando disse que ateus são satanistas camuflados. Ateus não acreditam na existência de satanás. Só os crentes tem encontros constantes com o capeta.

  3. Hildo, nem precisava confirmar. Eu sei que o capeta não sai do cangote de vocês, como dizia meu avô. É por isso que vocês veem pecado em tudo e em todos, mas não conseguem volver os olhos para seus próprios pecados.

    • O CLAUDIOTARIO, NAO SOU VIADO PRA CAPETA TA NO MEU CANGOTE, DIFERENTE DE VC QUE ELE MONTA NA TUA BUNDA, ENTRA NELA E AINDA LEVA OS AMIGOS PRA GOZAR DE ALEGRIA NO SEU PEDACO APERTADO MAS FELIZ!

        • PRA UM GAY MACHO QUE TEM MARIDO FICA A CONTROVERSIA:
          UM MACHO SENDO A ESPOSA SEM UTERO, OVULOS E TRONPAS.

          DOIS QUE BOTAM E TIRAM IMITANDO + PAI JA QUE TODOS DOIS SAO – MAE!

          CURTO CIRCUITO COM FUSIVEL NEUTRO!

          ISSO E SINISTRAMENTE ANORMAL!

          • Não seja preconceutuoso. Conheço esposas que tem útero, trompas de Falópio e óvulos, mas são estéreis. Conheço também mulheres que extraíram todo o seu sistema reprodutivo por causa de um câncer de útero. Se alguma delas ler seu comentário, irá se sentir muito ferida. Meça suas palavras para não causar sofrimento psíquico nas pessoas.

        • Cindyclaudia,estas suas conviccoes eu amei e nao me detive quase morri de rir.Que lindo,e o amor,que linda esta flor,com petalas sobrando.KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  4. É difícil debater com gente burra. Ô anta, a questão inicial é: os gays seguem algum livro sagrado que taxa os evangélicos de abominação e diz que são dignos de morte por serem evangélicos? E se tivessem, você consideraria isso liberdade de expressão? Qual parte você não entendeu? Quer que eu faça um desenho? Por que crente é tão burro? Mas, por favor, antes de responder esta pergunta, responda primeiro a pergunta sobre o “livro sagrado”.

    • BIXCTHO!!

      ACHO QUE TU TA LENDO COM O OLHO DE TRAZ QUE E CEGO!

      TA VENDO COMO E DIFICIL SER EDUCADO COM GENTE CINICA SEM EDUCACAO?

      QUE MORAL VC TEM PRA EXIGIR RESPOSTA SE VC NUNCA ME RESPONDEU SOBRE O VENENO MALAIO?

      ATEU E TAO BURRO QUE VC JA COMENTOU EM NOTA ERRADA, TROCOU LETRAS NO COMENTARIO AI EM BAIXO, NEM SE QUER SABE O CODIGO GENETICO MARCIANO QUE TE DEU ORIGEM E NEM SABE A DIFERENCA ENTRE UMA MANGUEIRA PLASTICA E UMA ARVORE FRUTIFERA NATURAL!

      SE ACHA INTELIGENTE MAS VIVE FINGINDO SER O QUE NAO E:
      INTELECTUAL E MULHER!

      VC NUNCA VAI SER FELIZ COM TAIS FANTASIAS EMOCIONAIS!

      E NOS VIVEMOS EM MUNDO DE FADAS??

      DA LICENCA!

      ANTATEU!

      • Se os gays tivessem um “livro sagrado” que taxasse os evangélicos de abominação e registrasse que são dignos de morte quem frequenta igrejas evangélicas. Se este livro existisse, seria liberdade de expressão ou seria indução à violência contra os evangélicos?

          • Deve ser aquele que os cristãos tomam sem que nada lhes aconteça. E, pra complementar, ainda se deixam picar por víboras como sinal de que são cristãos verdadeiros. Você já fez isso? Tomou veneno malaio e se deixou picar por cobras venenosas?

    • Claudio Cinderela,dificil e debater com gente que se acha inteligente,nao tem moral e argumentos,apela,fala coisa grosseiras e nao ve a propria vergonha.Se isto for inteligencia,vc passa longe de um 4 patas.

      • Recentemente li uma matéria intitulada “A inveja causada pela inteligência”. Deve estar disponível na Internet. Acinselho-o a pesquisar e lê-la. O invejoso faz tudo para desqualificar o inteligente, no entanto, o invejoso burro se aborrece e o sábio se diverte às custas do ignorante. Não tive culpa de ter nascido privilegiado.

  5. Evangélicos têm todo o direito de crer e propagar suas lendárias crenças religiosas, mas quando manifestam pretensões universalistas de imposição de suas visões ao conjunto da população, devem de pronto serem enfrentados e refutados no campo das ideias – se necessário, no campo jurídico -, pois a intolerância religiosa só produz desunião, ódio e violência e nenhum bem faz ao ser humano.

    A separação entre religião e estado é garantia da liberdade de culto e expressão, e nenhum religioso deve qualquer coisa fazer no sentido de violar a laicidade de um estado, pois o testemunho da história é categórico quanto ao terrível mal que a teocracia é capaz de fazer.

    Os gays somos cidadãos plenos, e nossos direitos estão resguardados pela Constituição e pela declaração dos direitos humanos universais, e não devem ser anulados por visões religiosas totalitárias e que não respeitam o direito à liberdade de consciência e expressão das pessoas.

  6. Não fiz leitura das demais intervenções. pois ao certo contém muitos xingamentos mútuos.

    Não é correta a postura do casal que deixou de efetuar a venda.

    Imagine Deus fazendo isso com a raça humana?

    Será que algum de nós teria o bolo feito com nossos nomes?

    Claro que não em face dos nossos muitos pecados.

    Cristo sabia que a adúltera havia errado, afinal provedor da uniciência.

    Assim como não correto não fazer o bolo, também não o é uma igreja deixar de receber dízimo por suspeita de sua origem na prostituição;

    Muitos criticarem, salvo engano, a igreja universal, aliás, a critica foi mais efusiva dos que são contras as igrejas evangélicas e que escrevem aqui neste site. Agora o troco a eles, do que podemos concluir, os dois pesos e as duas medidas de ambos os lados, afinal assemelhados aos discípulos de Cristo que o criticaram por receber unção perfumal de uma prostituta,

    É como escrito na bíblia, que haverão no seu retorno estar discutindo a bíblia, tentando ainda entendê-la. Ora, cresçam em nome de Jesus.

    • LEVI

      Obviamente, ninguém pode recusar pedido de quem quer que seja, afinal isso está no Código de Defesa do Consumidor.
      Se você é comerciante e a pessoa está pagando, você não pode se recusar a vender.
      Neste caso específico, está errada a atitude de não fazer um bolo a um “casal” gay.

      Mas o que eles queriam afinal?
      Que a confeitaria fizesse o bolo, apenas isso?
      Ou queriam que, além disso, enfeitasse o bolo com palavras ou símbolos gays?
      Como por exemplo “Parabéns ao casal (com aspas)” ou dois homens se beijando?

      Neste caso, é incabível o processo contra os donos, pois ninguém é obrigado a fazer algo que é contrário à sua consciência ou à sua crença.
      Veja o contido no artigo 5º da Constituição Federal:
      “NINGUÉM SERÁ OBRIGADO A FAZER ALGO OU DEIXAR DE FAZER, SENÃO EM VIRTUDE DE LEI”

      Não sei lá nos EUA, mas aqui não há lei determinando que se coloque em algo comprado, palavras, símbolos, desenhos ou figuras de homossexuais, se isso for contrário à crença ou princípios ou à moral de quem vende.
      Se a pessoa quer mesmo comprar, dirija-se a uma confeitaria cujos donos sejam gays, impossível que não existam.

      Não existem as agências de turismo especializadas no turismo LGBT?
      Pois então…

      Se a moda pega, um simpatizante do nazismo poderia pedir um bolo com palavras anti-semíticas ou até o odiado símbolo da suástica a um confeiteiro judeu.
      Ou um negro teria de atender à exigência de fazer um bolo com palavras racistas ou até o emblema da famosa organização criminosa Klu Klux Klan.

      Com a palavra, os gays que comentam aqui no G+.
      Apesar de que já sei o que vão responder.
      Poderia transcrever tudo aqui já, assim lhes pouparia o trabalho de responder.
      Lá vai agora a pobre Mariana ser crucificada.

      • Arendalle,

        Paulo não era adorador de nenhum deus talhado a mãos humanas. Mas se disse adorador de um Deus que seria representado por uma imagem sem nome algum, modo de ser diplomático com os não conhecedores da bíblia.

        A prática homossexual, minha cara, não é crime em nosso país, sim um pecado ao ponto de vista da bíblia, Ou seja, enquanto que as outras coisas que você se referiu dizem respeito à prática de crimes contra a humanidade, o nazismo, e contra uma ração, a negra, a prática sexual da matéria não se constitui crime penal nos países de raizes democráticas.

        Quantos juízes advogados e servidores do judiciário cristãos e evangélicos trabalham em prol do divórcio de casais, pecado ante a bíblia, mas não o sendo na nossa lei?

        Vá com calma, não devamos ser rápidos em falar e nem em julgar.

    • LEVI

      “Assim como não correto não fazer o bolo, também não o é uma igreja deixar de receber dízimo por suspeita de sua origem na prostituição”

      A minha dúvida não é de caráter jurídico, mas bíblico.
      Judas, quando viu Jesus ser levado para a morte, foi aos sacerdotes para tentar anular o que havia feito, afinal haviam-lhe garantido que Jesus seria apenas preso e interrogado, e não torturado e morto.
      Ou seja, antes de trair ele foi traído.
      Nada conseguindo, ele atirou ao chão as 30 moedas de prata e se matou.
      E os sacerdotes reuniram-se ali mesmo para resolver o que fazer com o que consideravam um dinheiro maldito.
      Não poderiam colocá-las no cofre das ofertas, “pois é dinheiro de sangue”, então resolveram comprar um campo com elas, para sepultura dos peregrinos.
      Então, se as 30 moedas não foram aceitas como oferta, tendo vindo de onde vieram, por que hoje uma igreja não pode deixar de receber dízimo com origem na prostituição?
      Isso não seria anti-bíblico?
      Sua frase, salvo melhor juízo, parece ser contraditória.

      • Arandalle,

        Seu dinheiro é limpo, entregue-o como dízimo. O restante da humanidade é sujo em alguma coisa. Dinheiro perfeito? Acho que você teria apedrejado a mulher adúltera, salvo engano do pouco que ouvi de sua parte, da sua santidade. Deus não quer da gente o limpo, pois não o move e nem precisa. Quer sim, vendo eu ajudando o próximo. Daqui a pouco você vai querer saber a origem de qualquer esmola antes dela satisfazer a fome de um faminto.

        É brincadeira a tua forma de vê o mundo, minha cara.

        Cuidemos pra evitar os nossos extremismos e principalmente quando o são contrários aos princípios divinos.

        A julgar pelo andar da carruagem, nem nossas orações Deus aceitará se tomarmos ao pé da letra essa sua concepção, manifesta de forma precipitada e sem pensar.

        • levi

          Sinceramente, não entendi tua resposta.
          O que tem esse caso com o da mulher adúltera?
          Claro que não vamos examinar a origem de dinheiro usado para alimentar uma pessoa com fome.
          Porém, você enrolou e enrolou e não respondeu.
          Se as moedas de Judas não foram aceitas no cofre das ofertas, por que é aceito dinheiro de prostituição, de traficantes ou dinheiro roubado?
          Ou até mesmo dinheiro obtido, por exemplo, num assalto do qual resultou a morte de uma pessoa?
          Esse dinheiro também estaria “manchado” de sangue.
          Como aquele que os sacerdotes rejeitaram.
          E outra, você nem me conhece para atacar com “achismos” baratos e nem tampouco está em condições de me dar lições de moral, aliás aqui no G+ está ainda para nascer quem tenha autoridade para isso.

          • Arendalle,

            Nasci, estou aqui para chamar mesmo a atenção, queira ou não.

            Quanto a referência que fiz, minha cara, à mulher adúltera, é que você não é pecadora.

            Minha cara, Cristo recebia dinheiro de duas mulheres casadas com os homicidas romanos, dinheiro roubado com banho de sangue em todos os lugares.

            Minha cara, se Cristo recebia um dinheiro manchado desse nível, quem é que pode julgar os demais meios.

            Leia a bíblia,

            Nela você vai encontrar Jesus recebendo recursos de Suzana e Joana, Lucas, 8,3, mulheres casadas com homens romanos, que além de ricos, ou seja, ladrões que trabalhavam pro império, ainda possuíam nos poros de suas mãos sangue de inocentes, inocentes mortos como resultado do estado belicoso do império e também por conta de questões políticas e religiosas.

            Por favor, minha cara, reflita antes de falar.

  7. “A igreja neopentecostal brasileira é cega, infantilizada, cheia de picaretas e cambalacheiros.”

    Saiba o porquê lendo o texto que segue.

    “Apóstolo emergente das igrejas neopentecostais promete apagar a memória dos fiéis
    Numa incansável cruzada por arrecadação, o autointitulado apóstolo Agenor Duque, da Igreja Plenitude do Trono de Deus, pede à plateia que raspe a carteira e que doe até o décimo terceiro salário. Já anda de Porsche e voa de jatinho

    ALINE RIBEIRO, COM HARUMI VISCONTI

    Do alto do púlpito, diante de cerca de 7 mil fiéis com as cabeças cobertas por um pequeno pano avermelhado, um homem vestindo uma roupa que imita estopa aponta o dedo para um rapaz da plateia: “Você é homossexual?”, diz ao microfone. Ao ouvir uma resposta afirmativa, continua: “E você quer sair do homossexualismo?”. O interlocutor diz que sim, e é convidado a subir no altar. Enquanto uma canção entorpecente embala a cena, o líder espiritual cerra os dois punhos, ergue os braços e grita: “No milaaaagre de Manassés, Deus apaga da memória agora todo o passado de sofrimento. No milaaaagre de Manassés, Deus faz a pessoa esquecer que um dia foi homossexual”. Volta a se dirigir ao rapaz.

    – Seu nome?
    – Junior.
    – Você tinha alguma vida errada no passado?
    – Não.
    – Pensei que você era gay… Pensei que você morava com um homem…
    – Não, Deus me livre.

    Como que num passe de mágica, Junior diz que nunca gostou de homens. Na semana seguinte, volta ao mesmo altar para contar o desfecho de sua história. Diz que seu namorado, ao saber da conversão, caiu no choro. A mãe, surpresa com o esquecimento súbito, cogitou levar o filho a um hospital. Entre gritos entusiasmados de “aleluia” e “eu creio”, o público se levanta e aplaude a transformação.

    O homem das vestes de saco – um figurino para demonstrar humildade diante de Jesus Cristo – é o autoproclamado apóstolo Agenor Duque, um paulistano de 37 anos, filho de pais separados, crescido numa família pobre da Zona Leste de São Paulo, ex-viciado em drogas. No concorrido mercado das igrejas neopentecostais, Duque é o pastor emergente do momento. Com uma forte vocação teatral e adepto da prática de prometer o impossível, Duque abocanha cada vez mais fiéis e começa a incomodar as igrejas concorrentes. Além das usuais curas de doenças e vícios, Duque promete apagar o passado da mente dos fiéis.

    Não hesita em abusar de condutas preconceituosas, como propagar o “milagre” de fazer um homem esquecer a homossexualidade ou enfrentar num duelo um suposto adepto do candomblé. Prova de sua destreza para lotar igrejas e influenciar opiniões, o d e p u t a d o e pastor Marco Feliciano não sai do altar da Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus*. Na campanha eleitoral do ano passado, o tucano Geraldo Alckmin, reeleito governador de São Paulo, ajoelhou-se no púlpito de Duque.

    Num roteiro já conhecido entre os pastores das neopentecostais, Duque começou na Igreja Universal do Reino de Deus e migrou para a Mundial – até que teve uma “visão espiritual” e decidiu criar seu próprio templo. Em setembro de 2006, abria a porta da Igreja Plenitude do Trono de Deus. Com R$ 25 mil da venda de um Astra, Duque comprou algumas poucas horas nas madrugadas de rádios e alugou um galpão na Avenida Celso Garcia – que, pela facilidade de acesso e circulação intensa, concentra boa parte das igrejas neopentecostais. Há dois anos, Duque tinha cinco modestas igrejas em São Paulo.

    Hoje, são pelo menos 20, espalhadas por São Paulo, Amazonas, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal – sem contar as dezenas de núcleos, galpões abertos pelo interior que, ainda sem documentação, não são considerados templos. No ano passado, a Igreja Plenitude do Trono de Deus firmou uma espécie de joint venture evangélica com a igreja de André Salles, o líder evangélico responsável pela conversão da ex-senadora Marina Silva, para aportar em Brasília. Em dois anos, a Igreja Plenitude do Trono de Deus saltou de quatro para 18 horas no canal de televisão RBI. Só entre outubro e novembro, passou de quatro para mais de nove na Rede Brasil TV.

    O traje de saco nos cultos é uma espécie de abadá para uma encenação de pobreza. Há tempos Duque deixou a dureza para trás. Como os adeptos do funk ostentação, fora do palco ele se enfeita com cordões, anéis e relógios dourados, bonés e tênis de marcas como Nike e Hugo Boss e adora exibir-se no Instagram. Dirige um Porsche e um BMW. Já se exibiu em um vídeo com uma Ferrari – após críticas de internautas, recuou e disse que o carro era de um “amigo”, o pastor Arthur Willian Van Helfteren, da Igreja Universal do Reino de Deus.

    Sempre que viaja, Duque evita apertar o corpanzil nas poltronas da aviação comercial; prefere o conforto de um bimotor Cessna Citation. De acordo com os registros da Agência Nacional de Aviação Civil, a aeronave pertence à Cimeeli Comércio e Indústria, uma empresa sem rastro. O telefone atribuído à Cimeeli é residencial e seus sócios não foram localizados.

    Em um universo em que não faltam exageros, os cultos de Duque são espetáculos ainda mais histriônicos. Ele atua em parceria com a mulher, a autointitulada bispa Ingrid Duque, e mais recentemente com o filho adotivo, o pastor Allan. Em suas performances, Agenor Duque intercala suas falas com expressões incompreensíveis que diz virem da língua do Espírito Santo – “Traz o óleo, quibalamacia balabaliã”, diz, em meio ao culto, enquanto checa mensagens no telefone. Suas orações quase sempre terminam com um “hallelujah”, num esforçado sotaque americano.

    culto do Bispo Agenor Duque da igreja evangelica Plenitude do Trono de Deus (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)
    Agenor Duque num culto em novembro. Ele se veste de estopa em sinal de humildade, mas não dispensa o Nike no pé (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)

    Do alto do púlpito, diante de cerca de 7 mil fiéis com as cabeças cobertas por um pequeno pano avermelhado, um homem vestindo uma roupa que imita estopa aponta o dedo para um rapaz da plateia: “Você é homossexual?”, diz ao microfone. Ao ouvir uma resposta afirmativa, continua: “E você quer sair do homossexualismo?”. O interlocutor diz que sim, e é convidado a subir no altar. Enquanto uma canção entorpecente embala a cena, o líder espiritual cerra os dois punhos, ergue os braços e grita: “No milaaaagre de Manassés, Deus apaga da memória agora todo o passado de sofrimento. No milaaaagre de Manassés, Deus faz a pessoa esquecer que um dia foi homossexual”. Volta a se dirigir ao rapaz.

    – Seu nome?
    – Junior.
    – Você tinha alguma vida errada no passado?
    – Não.
    – Pensei que você era gay… Pensei que você morava com um homem…
    – Não, Deus me livre.

    Como que num passe de mágica, Junior diz que nunca gostou de homens. Na semana seguinte, volta ao mesmo altar para contar o desfecho de sua história. Diz que seu namorado, ao saber da conversão, caiu no choro. A mãe, surpresa com o esquecimento súbito, cogitou levar o filho a um hospital. Entre gritos entusiasmados de “aleluia” e “eu creio”, o público se levanta e aplaude a transformação.

    O homem das vestes de saco – um figurino para demonstrar humildade diante de Jesus Cristo – é o autoproclamado apóstolo Agenor Duque, um paulistano de 37 anos, filho de pais separados, crescido numa família pobre da Zona Leste de São Paulo, ex-viciado em drogas. No concorrido mercado das igrejas neopentecostais, Duque é o pastor emergente do momento. Com uma forte vocação teatral e adepto da prática de prometer o impossível, Duque abocanha cada vez mais fiéis e começa a incomodar as igrejas concorrentes. Além das usuais curas de doenças e vícios, Duque promete apagar o passado da mente dos fiéis.

    Não hesita em abusar de condutas preconceituosas, como propagar o “milagre” de fazer um homem esquecer a homossexualidade ou enfrentar num duelo um suposto adepto do candomblé. Prova de sua destreza para lotar igrejas e influenciar opiniões, o deputado e pastor Marco Feliciano não sai do altar da Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus*. Na campanha eleitoral do ano passado, o tucano Geraldo Alckmin, reeleito governador de São Paulo, ajoelhou-se no púlpito de Duque.

    Num roteiro já conhecido entre os pastores das neopentecostais, Duque começou na Igreja Universal do Reino de Deus e migrou para a Mundial – até que teve uma “visão espiritual” e decidiu criar seu próprio templo. Em setembro de 2006, abria a porta da Igreja Plenitude do Trono de Deus. Com R$ 25 mil da venda de um Astra, Duque comprou algumas poucas horas nas madrugadas de rádios e alugou um galpão na Avenida Celso Garcia – que, pela facilidade de acesso e circulação intensa, concentra boa parte das igrejas neopentecostais. Há dois anos, Duque tinha cinco modestas igrejas em São Paulo.

    Hoje, são pelo menos 20, espalhadas por São Paulo, Amazonas, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal – sem contar as dezenas de núcleos, galpões abertos pelo interior que, ainda sem documentação, não são considerados templos. No ano passado, a Igreja Plenitude do Trono de Deus firmou uma espécie de joint venture evangélica com a igreja de André Salles, o líder evangélico responsável pela conversão da ex-senadora Marina Silva, para aportar em Brasília. Em dois anos, a Igreja Plenitude do Trono de Deus saltou de quatro para 18 horas no canal de televisão RBI. Só entre outubro e novembro, passou de quatro para mais de nove na Rede Brasil TV.

    >> “Deus me revelou que Marina será a próxima presidente”, afirma o pastor que converteu a candidata

    O traje de saco nos cultos é uma espécie de abadá para uma encenação de pobreza. Há tempos Duque deixou a dureza para trás. Como os adeptos do funk ostentação, fora do palco ele se enfeita com cordões, anéis e relógios dourados, bonés e tênis de marcas como Nike e Hugo Boss e adora exibir-se no Instagram. Dirige um Porsche e um BMW. Já se exibiu em um vídeo com uma Ferrari – após críticas de internautas, recuou e disse que o carro era de um “amigo”, o pastor Arthur Willian Van Helfteren, da Igreja Universal do Reino de Deus.

    Sempre que viaja, Duque evita apertar o corpanzil nas poltronas da aviação comercial; prefere o conforto de um bimotor Cessna Citation. De acordo com os registros da Agência Nacional de Aviação Civil, a aeronave pertence à Cimeeli Comércio e Indústria, uma empresa sem rastro. O telefone atribuído à Cimeeli é residencial e seus sócios não foram localizados.

    Em um universo em que não faltam exageros, os cultos de Duque são espetáculos ainda mais histriônicos. Ele atua em parceria com a mulher, a autointitulada bispa Ingrid Duque, e mais recentemente com o filho adotivo, o pastor Allan. Em suas performances, Agenor Duque intercala suas falas com expressões incompreensíveis que diz virem da língua do Espírito Santo – “Traz o óleo, quibalamacia balabaliã”, diz, em meio ao culto, enquanto checa mensagens no telefone. Suas orações quase sempre terminam com um “hallelujah”, num esforçado sotaque americano.

    >> A força dos evangélicos

    “A religiosidade brasileira sempre foi muito sincrética. O brasileiro valoriza tudo o que o ajuda a se relacionar diretamente com o sagrado”, afirma Rodrigo Franklin de Sousa, professor de pós-graduação em ciências da religião da Universidade Presbiteriana Mackenzie. “O teatro cai como uma luva.” Os cultos da Plenitude do Trono de Deus reúnem dramas humanos de todos os tipos. Há mulheres traídas pelo marido, fiéis com pendências com a Justiça, mães desesperadas para tirar o filho da prisão, pais de família desempregados, viciados que tentam resgatar a dignidade.

    Converter os dramas em espetáculo e gerar lucro requer organização. Nos cultos de domingo, mais lotados, a igreja é dividida em quadras imaginárias, cada qual vigiada por um pelotão de obreiros. Numa cerimônia, um homem se exaltou e foi contido por seguranças. Curiosa, parte da plateia foi repreendida pelos obreiros: “Deus está no altar lá na frente. Parem de olhar para o lado”.

    Em um dos episódios mais plásticos, no ano passado, Duque estava no altar quando um dos obreiros avisou sobre um homem que, sem abrir a boca, se apresentava como pai de santo e o desafiava. Rodando uma jaqueta ao redor do corpo, o homem subiu ao palco e foi ao encontro de Duque. Como se estivesse num MMA espiritual, Duque encostou a cabeça no adversário, deu dois gritos e – shazam! – o sujeito desmilinguiu-se. A plateia foi ao delírio. “O público gosta”, diz Paulo Romeiro, doutor em ciências da religião. “A igreja neopentecostal brasileira é cega, infantilizada, cheia de picaretas e cambalacheiros.”

    Tanto cultos quanto programas no rádio e na TV da Igreja Plenitude do Trono de Deus têm um roteiro simples, que converge para a arrecadação. A pregação da Bíblia é quase inexistente. Invariavelmente, o pastor apresenta um “milagre” e, na sequência, pede dinheiro ostensivamente. Numa tarde de terça-feira, em outubro, uma pastora da Plenitude do Trono de Deus pediu aos fiéis que abrissem suas Bíblias em 1 Reis 17. A passagem conta a história de uma viúva miserável que, diante de uma onda de fome, doou tudo o que tinha – um punhado de farinha na panela e um pouco de azeite numa botija – a um profeta desconhecido, antes mesmo de alimentar o filho.

    Ao final da leitura do capítulo, a pastora gritou ao microfone: “Deus está me dizendo que alguém aqui tem R$ 50 na carteira, é tudo que essa pessoa tem. Se você sentiu que esse chamado é para você, faça como a viúva. Ela deu tudo que tinha, e foi recompensada”. Uma mulher se encaminhou ao altar e retirou a única nota de R$ 50 da carteira. Os pedidos aos demais continuaram num crescente. “Prova para Deus que você acredita. Precisa ser um sacrifício grande, algo que dói! Limpa a carteira! Raspa a carteira! Ou faz como uma mulher no culto desta manhã, que doou o próprio carro.”

    A adivinhação no púlpito, diz um ex-obreiro da Igreja Plenitude do Trono de Deus, não passa de uma trapaça. Na chegada à igreja, os fiéis com um pedido especial preenchem uma ficha com sua história – depois colocada no altar. Enquanto lê disfarçadamente o relato, o pastor repete tudo ao microfone como se estivesse tendo uma epifania. Ao reconhecer sua história, o fiel emocionado se dirige ao altar e confirma o milagre. “São verdadeiras empresas da fé”, afirma o teólogo João Flávio Martinez, presidente do Centro Apologético Cristão de Pesquisas. Os pastores que arrecadam mais são recompensados e ascendem. “Eles recebem até bônus”, afirma um ex-obreiro da Plenitude do Trono de Deus. “Eles dizem que você tem de entrar na mente da pessoa, convencê-la a aceitar o que você diz”, afirma.

    Às quintas-feiras, numa reunião fechada de presbíteros, os mais experientes recomendam “agressividade” e “olhar clínico” para identificar potenciais doadores. “Os pastores dessas igrejas são bem preparados, fazem cursos de marketing, de gestão, de oratória. A lógica é unicamente de mercado. Não existe uma base de doutrina”, diz Rodrigo Sousa. Os pastores das maiores agremiações fazem cursos específicos de gestão financeira de igrejas no exterior. A hierarquia é rígida. Como um presidente de empresa, Agenor Duque convive com poucos de seus comandados. Usa até mesmo uma entrada exclusiva na sede. Os insistentes pedidos de entrevista de ÉPOCA – todos negados – percorreram três instâncias antes de chegar a ele.

    Em sua incansável cruzada por arrecadação, a Igreja Plenitude do Trono de Deus promove campanhas temáticas com objetivos específicos. Uma do Vale de Elah, traz um boneco recente, gigante que procura reproduzir a figura do rei David, vestido como um guerreiro, com escudo e espada no altar da igreja. Uma loja vende diversos badulaques inspirados longinquamente em temas bíblicos. A gama de produtos inclui a marca própria de roupas e acessórios femininos da bispa Ingrid, na loja Amor Oficial.

    Os looks – saias estampadas, calças boca de sino, bolerinhos e vestidos longos com estampas em três dimensões – usados por Ingrid na TV e nas redes sociais são reproduzidos por boa parte das fiéis nos cultos. “Quem usa é escolhida por Deus”, diz Ingrid no Instagram da marca. Como a inflação não respeita nem o sagrado e não está fácil nem para milagreiros, na Amor Oficial também tem liquidação – só muda o nome: a Black Friday, o dia internacional do desconto, chama-se White Friday.

    O ritmo de inovação da Plenitude do Trono de Deus é incessante. Recentemente, Duque passou a pedir o 13º salário dos fiéis – e até o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Para os próximos meses, planeja a construção de um novo templo, para o qual criou uma campanha específica, cuja contribuição começa em R$ 1.000. Em fevereiro, pretende lotar o Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, com capacidade para 13 mil pessoas, e o estádio do Canindé, em São Paulo, que acomoda 21 mil pessoas, com uma atração internacional: o controverso pastor Benny Hinn, que percorre o mundo com seus megacultos milagrosos. “Com a crise financeira, as igrejas neopentecostais estão tendo de se reinventar para entregar resultados”, afirma Rodrigo Sousa. No que depender da criatividade de Duque, a Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus pode superar limites.

    *Nota da redação: A Igreja Internacional Plenitude de Deus não tem vínculos com a Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus.”

    Fonte: revista época

  8. “A igreja neopentecostal brasileira é cega, infantilizada, cheia de picaretas e cambalacheiros.”
    Saiba o porquê lendo o texto que segue, dividido em duas partes:
    “Apóstolo emergente das igrejas neopentecostais promete apagar a memória dos fiéis
    Numa incansável cruzada por arrecadação, o autointitulado apóstolo Agenor Duque, da Igreja Plenitude do Trono de Deus, pede à plateia que raspe a carteira e que doe até o décimo terceiro salário. Já anda de Porsche e voa de jatinho
    ALINE RIBEIRO, COM HARUMI VISCONTI
    Do alto do púlpito, diante de cerca de 7 mil fiéis com as cabeças cobertas por um pequeno pano avermelhado, um homem vestindo uma roupa que imita estopa aponta o dedo para um rapaz da plateia: “Você é homossexual?”, diz ao microfone. Ao ouvir uma resposta afirmativa, continua: “E você quer sair do homossexualismo?”. O interlocutor diz que sim, e é convidado a subir no altar. Enquanto uma canção entorpecente embala a cena, o líder espiritual cerra os dois punhos, ergue os braços e grita: “No milaaaagre de Manassés, Deus apaga da memória agora todo o passado de sofrimento. No milaaaagre de Manassés, Deus faz a pessoa esquecer que um dia foi homossexual”. Volta a se dirigir ao rapaz.
    – Seu nome?
    – Junior.
    – Você tinha alguma vida errada no passado?
    – Não.
    – Pensei que você era gay… Pensei que você morava com um homem…
    – Não, Deus me livre.
    Como que num passe de mágica, Junior diz que nunca gostou de homens. Na semana seguinte, volta ao mesmo altar para contar o desfecho de sua história. Diz que seu namorado, ao saber da conversão, caiu no choro. A mãe, surpresa com o esquecimento súbito, cogitou levar o filho a um hospital. Entre gritos entusiasmados de “aleluia” e “eu creio”, o público se levanta e aplaude a transformação.
    O homem das vestes de saco – um figurino para demonstrar humildade diante de Jesus Cristo – é o autoproclamado apóstolo Agenor Duque, um paulistano de 37 anos, filho de pais separados, crescido numa família pobre da Zona Leste de São Paulo, ex-viciado em drogas. No concorrido mercado das igrejas neopentecostais, Duque é o pastor emergente do momento. Com uma forte vocação teatral e adepto da prática de prometer o impossível, Duque abocanha cada vez mais fiéis e começa a incomodar as igrejas concorrentes. Além das usuais curas de doenças e vícios, Duque promete apagar o passado da mente dos fiéis.
    Não hesita em abusar de condutas preconceituosas, como propagar o “milagre” de fazer um homem esquecer a homossexualidade ou enfrentar num duelo um suposto adepto do candomblé. Prova de sua destreza para lotar igrejas e influenciar opiniões, o d e p u t a d o e pastor Marco Feliciano não sai do altar da Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus*. Na campanha eleitoral do ano passado, o tucano Geraldo Alckmin, reeleito governador de São Paulo, ajoelhou-se no púlpito de Duque.
    Num roteiro já conhecido entre os pastores das neopentecostais, Duque começou na Igreja Universal do Reino de Deus e migrou para a Mundial – até que teve uma “visão espiritual” e decidiu criar seu próprio templo. Em setembro de 2006, abria a porta da Igreja Plenitude do Trono de Deus. Com R$ 25 mil da venda de um Astra, Duque comprou algumas poucas horas nas madrugadas de rádios e alugou um galpão na Avenida Celso Garcia – que, pela facilidade de acesso e circulação intensa, concentra boa parte das igrejas neopentecostais. Há dois anos, Duque tinha cinco modestas igrejas em São Paulo.
    Hoje, são pelo menos 20, espalhadas por São Paulo, Amazonas, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal – sem contar as dezenas de núcleos, galpões abertos pelo interior que, ainda sem documentação, não são considerados templos. No ano passado, a Igreja Plenitude do Trono de Deus firmou uma espécie de joint venture evangélica com a igreja de André Salles, o líder evangélico responsável pela conversão da ex-senadora Marina Silva, para aportar em Brasília. Em dois anos, a Igreja Plenitude do Trono de Deus saltou de quatro para 18 horas no canal de televisão RBI. Só entre outubro e novembro, passou de quatro para mais de nove na Rede Brasil TV.
    O traje de saco nos cultos é uma espécie de abadá para uma encenação de pobreza. Há tempos Duque deixou a dureza para trás. Como os adeptos do funk ostentação, fora do palco ele se enfeita com cordões, anéis e relógios dourados, bonés e tênis de marcas como Nike e Hugo Boss e adora exibir-se no Instagram. Dirige um Porsche e um BMW. Já se exibiu em um vídeo com uma Ferrari – após críticas de internautas, recuou e disse que o carro era de um “amigo”, o pastor Arthur Willian Van Helfteren, da Igreja Universal do Reino de Deus.
    Sempre que viaja, Duque evita apertar o corpanzil nas poltronas da aviação comercial; prefere o conforto de um bimotor Cessna Citation. De acordo com os registros da Agência Nacional de Aviação Civil, a aeronave pertence à Cimeeli Comércio e Indústria, uma empresa sem rastro. O telefone atribuído à Cimeeli é residencial e seus sócios não foram localizados.
    Em um universo em que não faltam exageros, os cultos de Duque são espetáculos ainda mais histriônicos. Ele atua em parceria com a mulher, a autointitulada bispa Ingrid Duque, e mais recentemente com o filho adotivo, o pastor Allan. Em suas performances, Agenor Duque intercala suas falas com expressões incompreensíveis que diz virem da língua do Espírito Santo – “Traz o óleo, quibalamacia balabaliã”, diz, em meio ao culto, enquanto checa mensagens no telefone. Suas orações quase sempre terminam com um “hallelujah”, num esforçado sotaque americano.
    culto do Bispo Agenor Duque da igreja evangelica Plenitude do Trono de Deus (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)
    Agenor Duque num culto em novembro. Ele se veste de estopa em sinal de humildade, mas não dispensa o Nike no pé (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)
    Do alto do púlpito, diante de cerca de 7 mil fiéis com as cabeças cobertas por um pequeno pano avermelhado, um homem vestindo uma roupa que imita estopa aponta o dedo para um rapaz da plateia: “Você é homossexual?”, diz ao microfone. Ao ouvir uma resposta afirmativa, continua: “E você quer sair do homossexualismo?”. O interlocutor diz que sim, e é convidado a subir no altar. Enquanto uma canção entorpecente embala a cena, o líder espiritual cerra os dois punhos, ergue os braços e grita: “No milaaaagre de Manassés, Deus apaga da memória agora todo o passado de sofrimento. No milaaaagre de Manassés, Deus faz a pessoa esquecer que um dia foi homossexual”. Volta a se dirigir ao rapaz.
    – Seu nome?
    – Junior.
    – Você tinha alguma vida errada no passado?
    – Não.
    – Pensei que você era gay… Pensei que você morava com um homem…
    – Não, Deus me livre.
    Como que num passe de mágica, Junior diz que nunca gostou de homens. Na semana seguinte, volta ao mesmo altar para contar o desfecho de sua história. Diz que seu namorado, ao saber da conversão, caiu no choro. A mãe, surpresa com o esquecimento súbito, cogitou levar o filho a um hospital. Entre gritos entusiasmados de “aleluia” e “eu creio”, o público se levanta e aplaude a transformação. (continua…)

    • (continuação…)

      O homem das vestes de saco – um figurino para demonstrar humildade diante de Jesus Cristo – é o autoproclamado apóstolo Agenor Duque, um paulistano de 37 anos, filho de pais separados, crescido numa família pobre da Zona Leste de São Paulo, ex-viciado em drogas. No concorrido mercado das igrejas neopentecostais, Duque é o pastor emergente do momento. Com uma forte vocação teatral e adepto da prática de prometer o impossível, Duque abocanha cada vez mais fiéis e começa a incomodar as igrejas concorrentes. Além das usuais curas de doenças e vícios, Duque promete apagar o passado da mente dos fiéis.
      Não hesita em abusar de condutas preconceituosas, como propagar o “milagre” de fazer um homem esquecer a homossexualidade ou enfrentar num duelo um suposto adepto do candomblé. Prova de sua destreza para lotar igrejas e influenciar opiniões, o deputado e pastor Marco Feliciano não sai do altar da Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus*. Na campanha eleitoral do ano passado, o tucano Geraldo Alckmin, reeleito governador de São Paulo, ajoelhou-se no púlpito de Duque.
      Num roteiro já conhecido entre os pastores das neopentecostais, Duque começou na Igreja Universal do Reino de Deus e migrou para a Mundial – até que teve uma “visão espiritual” e decidiu criar seu próprio templo. Em setembro de 2006, abria a porta da Igreja Plenitude do Trono de Deus. Com R$ 25 mil da venda de um Astra, Duque comprou algumas poucas horas nas madrugadas de rádios e alugou um galpão na Avenida Celso Garcia – que, pela facilidade de acesso e circulação intensa, concentra boa parte das igrejas neopentecostais. Há dois anos, Duque tinha cinco modestas igrejas em São Paulo.
      Hoje, são pelo menos 20, espalhadas por São Paulo, Amazonas, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal – sem contar as dezenas de núcleos, galpões abertos pelo interior que, ainda sem documentação, não são considerados templos. No ano passado, a Igreja Plenitude do Trono de Deus firmou uma espécie de joint venture evangélica com a igreja de André Salles, o líder evangélico responsável pela conversão da ex-senadora Marina Silva, para aportar em Brasília. Em dois anos, a Igreja Plenitude do Trono de Deus saltou de quatro para 18 horas no canal de televisão RBI. Só entre outubro e novembro, passou de quatro para mais de nove na Rede Brasil TV.
      >> “Deus me revelou que Marina será a próxima presidente”, afirma o pastor que converteu a candidata
      O traje de saco nos cultos é uma espécie de abadá para uma encenação de pobreza. Há tempos Duque deixou a dureza para trás. Como os adeptos do funk ostentação, fora do palco ele se enfeita com cordões, anéis e relógios dourados, bonés e tênis de marcas como Nike e Hugo Boss e adora exibir-se no Instagram. Dirige um Porsche e um BMW. Já se exibiu em um vídeo com uma Ferrari – após críticas de internautas, recuou e disse que o carro era de um “amigo”, o pastor Arthur Willian Van Helfteren, da Igreja Universal do Reino de Deus.
      Sempre que viaja, Duque evita apertar o corpanzil nas poltronas da aviação comercial; prefere o conforto de um bimotor Cessna Citation. De acordo com os registros da Agência Nacional de Aviação Civil, a aeronave pertence à Cimeeli Comércio e Indústria, uma empresa sem rastro. O telefone atribuído à Cimeeli é residencial e seus sócios não foram localizados.
      Em um universo em que não faltam exageros, os cultos de Duque são espetáculos ainda mais histriônicos. Ele atua em parceria com a mulher, a autointitulada bispa Ingrid Duque, e mais recentemente com o filho adotivo, o pastor Allan. Em suas performances, Agenor Duque intercala suas falas com expressões incompreensíveis que diz virem da língua do Espírito Santo – “Traz o óleo, quibalamacia balabaliã”, diz, em meio ao culto, enquanto checa mensagens no telefone. Suas orações quase sempre terminam com um “hallelujah”, num esforçado sotaque americano.
      >> A força dos evangélicos
      “A religiosidade brasileira sempre foi muito sincrética. O brasileiro valoriza tudo o que o ajuda a se relacionar diretamente com o sagrado”, afirma Rodrigo Franklin de Sousa, professor de pós-graduação em ciências da religião da Universidade Presbiteriana Mackenzie. “O teatro cai como uma luva.” Os cultos da Plenitude do Trono de Deus reúnem dramas humanos de todos os tipos. Há mulheres traídas pelo marido, fiéis com pendências com a Justiça, mães desesperadas para tirar o filho da prisão, pais de família desempregados, viciados que tentam resgatar a dignidade.
      Converter os dramas em espetáculo e gerar lucro requer organização. Nos cultos de domingo, mais lotados, a igreja é dividida em quadras imaginárias, cada qual vigiada por um pelotão de obreiros. Numa cerimônia, um homem se exaltou e foi contido por seguranças. Curiosa, parte da plateia foi repreendida pelos obreiros: “Deus está no altar lá na frente. Parem de olhar para o lado”.
      Em um dos episódios mais plásticos, no ano passado, Duque estava no altar quando um dos obreiros avisou sobre um homem que, sem abrir a boca, se apresentava como pai de santo e o desafiava. Rodando uma jaqueta ao redor do corpo, o homem subiu ao palco e foi ao encontro de Duque. Como se estivesse num MMA espiritual, Duque encostou a cabeça no adversário, deu dois gritos e – shazam! – o sujeito desmilinguiu-se. A plateia foi ao delírio. “O público gosta”, diz Paulo Romeiro, doutor em ciências da religião. “A igreja neopentecostal brasileira é cega, infantilizada, cheia de picaretas e cambalacheiros.”
      Tanto cultos quanto programas no rádio e na TV da Igreja Plenitude do Trono de Deus têm um roteiro simples, que converge para a arrecadação. A pregação da Bíblia é quase inexistente. Invariavelmente, o pastor apresenta um “milagre” e, na sequência, pede dinheiro ostensivamente. Numa tarde de terça-feira, em outubro, uma pastora da Plenitude do Trono de Deus pediu aos fiéis que abrissem suas Bíblias em 1 Reis 17. A passagem conta a história de uma viúva miserável que, diante de uma onda de fome, doou tudo o que tinha – um punhado de farinha na panela e um pouco de azeite numa botija – a um profeta desconhecido, antes mesmo de alimentar o filho.
      Ao final da leitura do capítulo, a pastora gritou ao microfone: “Deus está me dizendo que alguém aqui tem R$ 50 na carteira, é tudo que essa pessoa tem. Se você sentiu que esse chamado é para você, faça como a viúva. Ela deu tudo que tinha, e foi recompensada”. Uma mulher se encaminhou ao altar e retirou a única nota de R$ 50 da carteira. Os pedidos aos demais continuaram num crescente. “Prova para Deus que você acredita. Precisa ser um sacrifício grande, algo que dói! Limpa a carteira! Raspa a carteira! Ou faz como uma mulher no culto desta manhã, que doou o próprio carro.”
      A adivinhação no púlpito, diz um ex-obreiro da Igreja Plenitude do Trono de Deus, não passa de uma trapaça. Na chegada à igreja, os fiéis com um pedido especial preenchem uma ficha com sua história – depois colocada no altar. Enquanto lê disfarçadamente o relato, o pastor repete tudo ao microfone como se estivesse tendo uma epifania. Ao reconhecer sua história, o fiel emocionado se dirige ao altar e confirma o milagre. “São verdadeiras empresas da fé”, afirma o teólogo João Flávio Martinez, presidente do Centro Apologético Cristão de Pesquisas. Os pastores que arrecadam mais são recompensados e ascendem. “Eles recebem até bônus”, afirma um ex-obreiro da Plenitude do Trono de Deus. “Eles dizem que você tem de entrar na mente da pessoa, convencê-la a aceitar o que você diz”, afirma.
      Às quintas-feiras, numa reunião fechada de presbíteros, os mais experientes recomendam “agressividade” e “olhar clínico” para identificar potenciais doadores. “Os pastores dessas igrejas são bem preparados, fazem cursos de marketing, de gestão, de oratória. A lógica é unicamente de mercado. Não existe uma base de doutrina”, diz Rodrigo Sousa. Os pastores das maiores agremiações fazem cursos específicos de gestão financeira de igrejas no exterior. A hierarquia é rígida. Como um presidente de empresa, Agenor Duque convive com poucos de seus comandados. Usa até mesmo uma entrada exclusiva na sede. Os insistentes pedidos de entrevista de ÉPOCA – todos negados – percorreram três instâncias antes de chegar a ele.
      Em sua incansável cruzada por arrecadação, a Igreja Plenitude do Trono de Deus promove campanhas temáticas com objetivos específicos. Uma do Vale de Elah, traz um boneco recente, gigante que procura reproduzir a figura do rei David, vestido como um guerreiro, com escudo e espada no altar da igreja. Uma loja vende diversos badulaques inspirados longinquamente em temas bíblicos. A gama de produtos inclui a marca própria de roupas e acessórios femininos da bispa Ingrid, na loja Amor Oficial.
      Os looks – saias estampadas, calças boca de sino, bolerinhos e vestidos longos com estampas em três dimensões – usados por Ingrid na TV e nas redes sociais são reproduzidos por boa parte das fiéis nos cultos. “Quem usa é escolhida por Deus”, diz Ingrid no Instagram da marca. Como a inflação não respeita nem o sagrado e não está fácil nem para milagreiros, na Amor Oficial também tem liquidação – só muda o nome: a Black Friday, o dia internacional do desconto, chama-se White Friday.
      O ritmo de inovação da Plenitude do Trono de Deus é incessante. Recentemente, Duque passou a pedir o 13º salário dos fiéis – e até o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Para os próximos meses, planeja a construção de um novo templo, para o qual criou uma campanha específica, cuja contribuição começa em R$ 1.000. Em fevereiro, pretende lotar o Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, com capacidade para 13 mil pessoas, e o estádio do Canindé, em São Paulo, que acomoda 21 mil pessoas, com uma atração internacional: o controverso pastor Benny Hinn, que percorre o mundo com seus megacultos milagrosos. “Com a crise financeira, as igrejas neopentecostais estão tendo de se reinventar para entregar resultados”, afirma Rodrigo Sousa. No que depender da criatividade de Duque, a Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus pode superar limites.
      *Nota da redação: A Igreja Internacional Plenitude de Deus não tem vínculos com a Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus.”
      Fonte: revista época

  9. “A igreja neopentecostal brasileira é cega, infantilizada, cheia de picaretas e cambalacheiros.”

    “Apóstolo emergente das igrejas neopentecostais promete apagar a memória dos fiéis
    Numa incansável cruzada por arrecadação, o autointitulado apóstolo Agenor Duque, da Igreja Plenitude do Trono de Deus, pede à plateia que raspe a carteira e que doe até o décimo terceiro salário. Já anda de Porsche e voa de jatinho

    ALINE RIBEIRO, COM HARUMI VISCONTI
    27/12/2015 – 10h00 – Atualizado 28/12/2015 17h02

    Do alto do púlpito, diante de cerca de 7 mil fiéis com as cabeças cobertas por um pequeno pano avermelhado, um homem vestindo uma roupa que imita estopa aponta o dedo para um rapaz da plateia: “Você é homossexual?”, diz ao microfone. Ao ouvir uma resposta afirmativa, continua: “E você quer sair do homossexualismo?”. O interlocutor diz que sim, e é convidado a subir no altar. Enquanto uma canção entorpecente embala a cena, o líder espiritual cerra os dois punhos, ergue os braços e grita: “No milaaaagre de Manassés, Deus apaga da memória agora todo o passado de sofrimento. No milaaaagre de Manassés, Deus faz a pessoa esquecer que um dia foi homossexual”. Volta a se dirigir ao rapaz.

    – Seu nome?
    – Junior.
    – Você tinha alguma vida errada no passado?
    – Não.
    – Pensei que você era gay… Pensei que você morava com um homem…
    – Não, Deus me livre.

    Como que num passe de mágica, Junior diz que nunca gostou de homens. Na semana seguinte, volta ao mesmo altar para contar o desfecho de sua história. Diz que seu namorado, ao saber da conversão, caiu no choro. A mãe, surpresa com o esquecimento súbito, cogitou levar o filho a um hospital. Entre gritos entusiasmados de “aleluia” e “eu creio”, o público se levanta e aplaude a transformação.
    O homem das vestes de saco – um figurino para demonstrar humildade diante de Jesus Cristo – é o autoproclamado apóstolo Agenor Duque, um paulistano de 37 anos, filho de pais separados, crescido numa família pobre da Zona Leste de São Paulo, ex-viciado em drogas. No concorrido mercado das igrejas neopentecostais, Duque é o pastor emergente do momento. Com uma forte vocação teatral e adepto da prática de prometer o impossível, Duque abocanha cada vez mais fiéis e começa a incomodar as igrejas concorrentes. Além das usuais curas de doenças e vícios, Duque promete apagar o passado da mente dos fiéis.
    Não hesita em abusar de condutas preconceituosas, como propagar o “milagre” de fazer um homem esquecer a homossexualidade ou enfrentar num duelo um suposto adepto do candomblé. Prova de sua destreza para lotar igrejas e influenciar opiniões, o d e p u t a d o e pastor Marco Feliciano não sai do altar da Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus*. Na campanha eleitoral do ano passado, o tucano Geraldo Alckmin, reeleito governador de São Paulo, ajoelhou-se no púlpito de Duque.
    Num roteiro já conhecido entre os pastores das neopentecostais, Duque começou na Igreja Universal do Reino de Deus e migrou para a Mundial – até que teve uma “visão espiritual” e decidiu criar seu próprio templo. Em setembro de 2006, abria a porta da Igreja Plenitude do Trono de Deus. Com R$ 25 mil da venda de um Astra, Duque comprou algumas poucas horas nas madrugadas de rádios e alugou um galpão na Avenida Celso Garcia – que, pela facilidade de acesso e circulação intensa, concentra boa parte das igrejas neopentecostais. Há dois anos, Duque tinha cinco modestas igrejas em São Paulo.
    Hoje, são pelo menos 20, espalhadas por São Paulo, Amazonas, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal – sem contar as dezenas de núcleos, galpões abertos pelo interior que, ainda sem documentação, não são considerados templos. No ano passado, a Igreja Plenitude do Trono de Deus firmou uma espécie de joint venture evangélica com a igreja de André Salles, o líder evangélico responsável pela conversão da ex-senadora Marina Silva, para aportar em Brasília. Em dois anos, a Igreja Plenitude do Trono de Deus saltou de quatro para 18 horas no canal de televisão RBI. Só entre outubro e novembro, passou de quatro para mais de nove na Rede Brasil TV.

    O traje de saco nos cultos é uma espécie de abadá para uma encenação de pobreza. Há tempos Duque deixou a dureza para trás. Como os adeptos do funk ostentação, fora do palco ele se enfeita com cordões, anéis e relógios dourados, bonés e tênis de marcas como Nike e Hugo Boss e adora exibir-se no Instagram. Dirige um Porsche e um BMW. Já se exibiu em um vídeo com uma Ferrari – após críticas de internautas, recuou e disse que o carro era de um “amigo”, o pastor Arthur Willian Van Helfteren, da Igreja Universal do Reino de Deus.
    Sempre que viaja, Duque evita apertar o corpanzil nas poltronas da aviação comercial; prefere o conforto de um bimotor Cessna Citation. De acordo com os registros da Agência Nacional de Aviação Civil, a aeronave pertence à Cimeeli Comércio e Indústria, uma empresa sem rastro. O telefone atribuído à Cimeeli é residencial e seus sócios não foram localizados.
    Em um universo em que não faltam exageros, os cultos de Duque são espetáculos ainda mais histriônicos. Ele atua em parceria com a mulher, a autointitulada bispa Ingrid Duque, e mais recentemente com o filho adotivo, o pastor Allan. Em suas performances, Agenor Duque intercala suas falas com expressões incompreensíveis que diz virem da língua do Espírito Santo – “Traz o óleo, quibalamacia balabaliã”, diz, em meio ao culto, enquanto checa mensagens no telefone. Suas orações quase sempre terminam com um “hallelujah”, num esforçado sotaque americano.
    ““A religiosidade brasileira sempre foi muito sincrética. O brasileiro valoriza tudo o que o ajuda a se relacionar diretamente com o sagrado”, afirma Rodrigo Franklin de Sousa, professor de pós-graduação em ciências da religião da Universidade Presbiteriana Mackenzie. “O teatro cai como uma luva.” Os cultos da Plenitude do Trono de Deus reúnem dramas humanos de todos os tipos. Há mulheres traídas pelo marido, fiéis com pendências com a Justiça, mães desesperadas para tirar o filho da prisão, pais de família desempregados, viciados que tentam resgatar a dignidade.

    (continua…)

  10. Apóstolo emergente das igrejas neopentecostais promete apagar a memória dos fiéis
    Numa incansável cruzada por arrecadação, o autointitulado apóstolo Agenor Duque, da Igreja Plenitude do Trono de Deus, pede à plateia que raspe a carteira e que doe até o décimo terceiro salário. Já anda de Porsche e voa de jatinho

    ALINE RIBEIRO, COM HARUMI VISCONTI
    27/12/2015 – 10h00 – Atualizado 28/12/2015 17h02

    Do alto do púlpito, diante de cerca de 7 mil fiéis com as cabeças cobertas por um pequeno pano avermelhado, um homem vestindo uma roupa que imita estopa aponta o dedo para um rapaz da plateia: “Você é homossexual?”, diz ao microfone. Ao ouvir uma resposta afirmativa, continua: “E você quer sair do homossexualismo?”. O interlocutor diz que sim, e é convidado a subir no altar. Enquanto uma canção entorpecente embala a cena, o líder espiritual cerra os dois punhos, ergue os braços e grita: “No milaaaagre de Manassés, Deus apaga da memória agora todo o passado de sofrimento. No milaaaagre de Manassés, Deus faz a pessoa esquecer que um dia foi homossexual”. Volta a se dirigir ao rapaz.

    – Seu nome?
    – Junior.
    – Você tinha alguma vida errada no passado?
    – Não.
    – Pensei que você era gay… Pensei que você morava com um homem…
    – Não, Deus me livre.

    Como que num passe de mágica, Junior diz que nunca gostou de homens. Na semana seguinte, volta ao mesmo altar para contar o desfecho de sua história. Diz que seu namorado, ao saber da conversão, caiu no choro. A mãe, surpresa com o esquecimento súbito, cogitou levar o filho a um hospital. Entre gritos entusiasmados de “aleluia” e “eu creio”, o público se levanta e aplaude a transformação.
    O homem das vestes de saco – um figurino para demonstrar humildade diante de Jesus Cristo – é o autoproclamado apóstolo Agenor Duque, um paulistano de 37 anos, filho de pais separados, crescido numa família pobre da Zona Leste de São Paulo, ex-viciado em drogas. No concorrido mercado das igrejas neopentecostais, Duque é o pastor emergente do momento. Com uma forte vocação teatral e adepto da prática de prometer o impossível, Duque abocanha cada vez mais fiéis e começa a incomodar as igrejas concorrentes. Além das usuais curas de doenças e vícios, Duque promete apagar o passado da mente dos fiéis.
    Não hesita em abusar de condutas preconceituosas, como propagar o “milagre” de fazer um homem esquecer a homossexualidade ou enfrentar num duelo um suposto adepto do candomblé. (continua… )

    • (continuação…)

      Prova de sua destreza para lotar igrejas e influenciar opiniões, o d e p u t a d o e pastor Marco Feliciano não sai do altar da Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus*. Na campanha eleitoral do ano passado, o tucano Geraldo Alckmin, reeleito governador de São Paulo, ajoelhou-se no púlpito de Duque.
      Num roteiro já conhecido entre os pastores das neopentecostais, Duque começou na Igreja Universal do Reino de Deus e migrou para a Mundial – até que teve uma “visão espiritual” e decidiu criar seu próprio templo. Em setembro de 2006, abria a porta da Igreja Plenitude do Trono de Deus. Com R$ 25 mil da venda de um Astra, Duque comprou algumas poucas horas nas madrugadas de rádios e alugou um galpão na Avenida Celso Garcia – que, pela facilidade de acesso e circulação intensa, concentra boa parte das igrejas neopentecostais. Há dois anos, Duque tinha cinco modestas igrejas em São Paulo.
      Hoje, são pelo menos 20, espalhadas por São Paulo, Amazonas, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal – sem contar as dezenas de núcleos, galpões abertos pelo interior que, ainda sem documentação, não são considerados templos. No ano passado, a Igreja Plenitude do Trono de Deus firmou uma espécie de joint venture evangélica com a igreja de André Salles, o líder evangélico responsável pela conversão da ex-senadora Marina Silva, para aportar em Brasília. Em dois anos, a Igreja Plenitude do Trono de Deus saltou de quatro para 18 horas no canal de televisão RBI. Só entre outubro e novembro, passou de quatro para mais de nove na Rede Brasil TV.

      O traje de saco nos cultos é uma espécie de abadá para uma encenação de pobreza. Há tempos Duque deixou a dureza para trás. Como os adeptos do funk ostentação, fora do palco ele se enfeita com cordões, anéis e relógios dourados, bonés e tênis de marcas como Nike e Hugo Boss e adora exibir-se no Instagram. Dirige um Porsche e um BMW. Já se exibiu em um vídeo com uma Ferrari – após críticas de internautas, recuou e disse que o carro era de um “amigo”, o pastor Arthur Willian Van Helfteren, da Igreja Universal do Reino de Deus.
      Sempre que viaja, Duque evita apertar o corpanzil nas poltronas da aviação comercial; prefere o conforto de um bimotor Cessna Citation. De acordo com os registros da Agência Nacional de Aviação Civil, a aeronave pertence à Cimeeli Comércio e Indústria, uma empresa sem rastro. O telefone atribuído à Cimeeli é residencial e seus sócios não foram localizados.
      Em um universo em que não faltam exageros, os cultos de Duque são espetáculos ainda mais histriônicos. Ele atua em parceria com a mulher, a autointitulada bispa Ingrid Duque, e mais recentemente com o filho adotivo, o pastor Allan. Em suas performances, Agenor Duque intercala suas falas com expressões incompreensíveis que diz virem da língua do Espírito Santo – “Traz o óleo, quibalamacia balabaliã”, diz, em meio ao culto, enquanto checa mensagens no telefone. Suas orações quase sempre terminam com um “hallelujah”, num esforçado sotaque americano.
      “A religiosidade brasileira sempre foi muito sincrética. O brasileiro valoriza tudo o que o ajuda a se relacionar diretamente com o sagrado”, afirma Rodrigo Franklin de Sousa, professor de pós-graduação em ciências da religião da Universidade Presbiteriana Mackenzie. “O teatro cai como uma luva.” Os cultos da Plenitude do Trono de Deus reúnem dramas humanos de todos os tipos. Há mulheres traídas pelo marido, fiéis com pendências com a Justiça, mães desesperadas para tirar o filho da prisão, pais de família desempregados, viciados que tentam resgatar a dignidade. (continua…)

      • (continuação…)

        Converter os dramas em espetáculo e gerar lucro requer organização. Nos cultos de domingo, mais lotados, a igreja é dividida em quadras imaginárias, cada qual vigiada por um pelotão de obreiros. Numa cerimônia, um homem se exaltou e foi contido por seguranças. Curiosa, parte da plateia foi repreendida pelos obreiros: “Deus está no altar lá na frente. Parem de olhar para o lado”.

        Em um dos episódios mais plásticos, no ano passado, Duque estava no altar quando um dos obreiros avisou sobre um homem que, sem abrir a boca, se apresentava como pai de santo e o desafiava. Rodando uma jaqueta ao redor do corpo, o homem subiu ao palco e foi ao encontro de Duque. Como se estivesse num MMA espiritual, Duque encostou a cabeça no adversário, deu dois gritos e – shazam! – o sujeito desmilinguiu-se. A plateia foi ao delírio. “O público gosta”, diz Paulo Romeiro, doutor em ciências da religião. “A igreja neopentecostal brasileira é cega, infantilizada, cheia de picaretas e cambalacheiros.”
        Tanto cultos quanto programas no rádio e na TV da Igreja Plenitude do Trono de Deus têm um roteiro simples, que converge para a arrecadação. A pregação da Bíblia é quase inexistente. Invariavelmente, o pastor apresenta um “milagre” e, na sequência, pede dinheiro ostensivamente. Numa tarde de terça-feira, em outubro, uma pastora da Plenitude do Trono de Deus pediu aos fiéis que abrissem suas Bíblias em 1 Reis 17. A passagem conta a história de uma viúva miserável que, diante de uma onda de fome, doou tudo o que tinha – um punhado de farinha na panela e um pouco de azeite numa botija – a um profeta desconhecido, antes mesmo de alimentar o filho.
        Ao final da leitura do capítulo, a pastora gritou ao microfone: “Deus está me dizendo que alguém aqui tem R$ 50 na carteira, é tudo que essa pessoa tem. Se você sentiu que esse chamado é para você, faça como a viúva. Ela deu tudo que tinha, e foi recompensada”. Uma mulher se encaminhou ao altar e retirou a única nota de R$ 50 da carteira. Os pedidos aos demais continuaram num crescente. “Prova para Deus que você acredita. Precisa ser um sacrifício grande, algo que dói! Limpa a carteira! Raspa a carteira! Ou faz como uma mulher no culto desta manhã, que doou o próprio carro.”
        A adivinhação no púlpito, diz um ex-obreiro da Igreja Plenitude do Trono de Deus, não passa de uma trapaça. Na chegada à igreja, os fiéis com um pedido especial preenchem uma ficha com sua história – depois colocada no altar. Enquanto lê disfarçadamente o relato, o pastor repete tudo ao microfone como se estivesse tendo uma epifania. Ao reconhecer sua história, o fiel emocionado se dirige ao altar e confirma o milagre. “São verdadeiras empresas da fé”, afirma o teólogo João Flávio Martinez, presidente do Centro Apologético Cristão de Pesquisas. Os pastores que arrecadam mais são recompensados e ascendem. “Eles recebem até bônus”, afirma um ex-obreiro da Plenitude do Trono de Deus. “Eles dizem que você tem de entrar na mente da pessoa, convencê-la a aceitar o que você diz”, afirma.
        Às quintas-feiras, numa reunião fechada de presbíteros, os mais experientes recomendam “agressividade” e “olhar clínico” para identificar potenciais doadores. “Os pastores dessas igrejas são bem preparados, fazem cursos de marketing, de gestão, de oratória. A lógica é unicamente de mercado. Não existe uma base de doutrina”, diz Rodrigo Sousa. Os pastores das maiores agremiações fazem cursos específicos de gestão financeira de igrejas no exterior. A hierarquia é rígida. Como um presidente de empresa, Agenor Duque convive com poucos de seus comandados. Usa até mesmo uma entrada exclusiva na sede. Os insistentes pedidos de entrevista de ÉPOCA – todos negados – percorreram três instâncias antes de chegar a ele. (continua…)

        • (continuação… )

          todos negados – percorreram três instâncias antes de chegar a ele.
          Em sua incansável cruzada por arrecadação, a Igreja Plenitude do Trono de Deus promove campanhas temáticas com objetivos específicos. Uma do Vale de Elah, traz um boneco recente, gigante que procura reproduzir a figura do rei David, vestido como um guerreiro, com escudo e espada no altar da igreja. Uma loja vende diversos badulaques inspirados longinquamente em temas bíblicos. A gama de produtos inclui a marca própria de roupas e acessórios femininos da bispa Ingrid, na loja Amor Oficial.
          Os looks – saias estampadas, calças boca de sino, bolerinhos e vestidos longos com estampas em três dimensões – usados por Ingrid na TV e nas redes sociais são reproduzidos por boa parte das fiéis nos cultos. “Quem usa é escolhida por Deus”, diz Ingrid no Instagram da marca. Como a inflação não respeita nem o sagrado e não está fácil nem para milagreiros, na Amor Oficial também tem liquidação – só muda o nome: a Black Friday, o dia internacional do desconto, chama-se White Friday.
          O ritmo de inovação da Plenitude do Trono de Deus é incessante. Recentemente, Duque passou a pedir o 13º salário dos fiéis – e até o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Para os próximos meses, planeja a construção de um novo templo, para o qual criou uma campanha específica, cuja contribuição começa em R$ 1.000. Em fevereiro, pretende lotar o Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, com capacidade para 13 mil pessoas, e o estádio do Canindé, em São Paulo, que acomoda 21 mil pessoas, com uma atração internacional: o controverso pastor Benny Hinn, que percorre o mundo com seus megacultos milagrosos. “Com a crise financeira, as igrejas neopentecostais estão tendo de se reinventar para entregar resultados”, afirma Rodrigo Sousa. No que depender da criatividade de Duque, a Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus pode superar limites.
          *Nota da redação: A Igreja Internacional Plenitude de Deus não tem vínculos com a Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus.”

          Fonte: revista Época

          • Sandro, obrigado por eu economizar uns R$ 15,00. Eu só ia comprar a revista só pra ler esta matetia. Aquela estratégia da quantidade do dinheiro na bolsa é utilizada por ciganas para estorquir dinheiro das pessoas, principalmente as mulheres. Uma vez eu deixei uma cigana ler a minha mão e ela me disse que existem duas mulheres na minha vida – uma loira e uma morena. Ciganas e profetas evangélicos tem algo em comum. Só dão mancada kkkkkkkkkkkkkk

          • Cláudio, penso que seria bom comprar a revista até para guardar como um documento permanente contra o fundamentalismo neopentecostal em suas práticas que chegam a causar, além de indignação, vergonha alheia com essa falta absoluta de ética desses picaretas, canalhas e vendilhões do templo que, além de fazer fortuna vendendo Cristo, ainda querem legislar sobre nossas vidas. Não entendo como a Justiça não enquadra esses estelionatários.

          • É verdade, Cláudio, esses evangélicos se valem de métodos escusos para tirar dinheiro do povo, tais como os falsos videntes que você cita. rsrs

    • Inteligência tem a ver com intelecto. Já intelecto está voltada para a capacidade racional do ser humano, à medida que analisa, contesta, discute, compara e não se deixa alienar pela esperteza dos outros. Por que os mais influenciáveis são pessoas sem estudo? Vale uma reflexão.

  11. Feliz ano novo para todos os meus amigos!
    Ganhar dinheiro sem trabalhar, típico de alguns desocupados, tipo aquelas lésbicas que se beijaram em um culto do Feliciano, e ainda tentaram tirar uma grana do mesmo, mas não obtiveram êxito, ôooooo. ……raça!

    • Ganham dinheiro sem trabalhar os que vivem de mercadejar a palavra de Deus, tais como os seus deuses Malafaia, Murdock e o Feliciano, aquele que pediu a senha do cartão bancário.

      Que Deus te ajude, Vanessa, pois você é tão cega que não enxerga a um palmo além de seu nariz de Pinóquio, nariz dos cara-de-pau que pensam enganar as pessoas com suas mentiras.

    • hahahaha
      Vanessa, voce é sempre patética.
      VocÊ sabe o que da vida das meninas ? como pode afirmar isso ?? Aposto que são mais trabalhadoras que você

      Vagabundo são seus pastores imundos, sustentados por idotas como voce.
      O próprio Infelicianus já processou um monte de gente, e ai ? isso quer dizer que ele é vagabundo tbm ??

      Feliz Ano Novo pra voce tbm.

        • vai te catar voce Vanessa, eu posso comentar aonde bem entender.
          Não é assim que vocês fazem ??

          Não se preocupe, não tenho nenhuma intenção de ser amigo de um ser decadente como voce . . . .

        • VANESSA

          Faltou eu…
          Feliz ano novo pra você, minha melhor amiga…
          Espero que 2016 seja melhor que o ano passado, que foi complicado.
          Mas eu quero lhe perguntar algo.
          É sobre a briga dos evangélicos do site contra os gays.
          Eu tento sempre ser justa, não quero desejar o mal para alguém.
          Se eu condenar o homossexualismo, choverão insultos dos todos os lados me chamando dos piores nomes.
          Se eu não condenar, perderei minhas amigas.
          Até ameaças de morte eu já recebi no G+, só não sei onde os imbecis vão me achar para cumprir as ameaças.
          Por isso eu não tenho me manifestado em posts com o tema do homossexualismo.
          Não aprovo o homossexualismo por uma questão que nem é bíblica, mas porque eu não simpatizo com imitações, sendo eu uma original, como você.
          Mas não posso ofendê-los e nem desejar-lhes a morte, isso não seria justo.
          Além de que estarei carregada de pecado quando estiver diante de Deus e isso é uma coisa da qual tenho grande medo.
          O que você acha, minha amiga?

          • Princesa, Ninguém deve ofender os homossexuais porque são gays, devemos ama-los e respeita-lo. mais para quem crer que a Bíblia é a palavra de DEUS, não deve concordar com essa pratica, de homem com homem mulher com mulher.

            É um direito meu, crer no que esta escrito, que o homossexualismo é pecado, da mesma forma é um direito dos gays não crer que é pecado..
            Eu não fico preocupado com que vão dizer ou pensar das minhas opiniões, creio no que a Bíblia diz e pronto..
            Dizer que o homossexualismo é pecado, não é ofensa,
            apreenda isso..

          • Pronto, tava demorando pra aparecer a amiga imaginária da VAnessa.
            Você é tão patética que dá até pena . . . .

            Se engana que eu fiquei nervoso, não perco meu tempo com gente ignorante como voce. Vá procurar o diabo no terreno ai perto da sua casa, vai . . . .

            Voce não passa de uma evanjegue ridícula . . . .

          • Zezé, a velha decadente. Já que voce quer crer no que esta escrito na sua Bíblia, deveria deixar de falar dos outros. Nas mesma Bíblia diz que ser maldizente tbm é pecado.

            E ai ?? Como é que fica ?

  12. SANDRO.

    VC LEVANTOU UMA ÓTIMA QUESTÃO, EM RELAÇÃO AO APOSTOLO AGENOR DUQUE..

    EU JÁ VI REALMENTE PELA TV, ELE PASSAR O PANO VERMELHO E APAGAR DA MEMÓRIA O PASSADO DE MUITA GENTE..

    SANDRO, JÁ QUE ELE FEZ ISSO COM UM GAY, APAGANDO O HOMOSSEXUALISMO DA MEMÓRIA, VC PODERIA IR LÁ TIRAR A PROVA SE É MENTIRA OU NÃO..

    SEM BRINCADEIRA, VAI LÁ, AI VC POSTA AQUI SE É MENTIRA OU VERDADE, DEPOIS QUE VC FOR LÁ E DIZER PARA O AGENOR DUQUE QUE VC É GAY.

    • Zeze,

      Essa história de “apagar a memória” é uma das mais estúpidas mentiras que já vi no meio pentecostal, um meio onde simulacros de curas e milagres são praticados por charlatões estelionatários que enriquecem mercadejando a palavra de Deus. Assim, não preciso ir até lá, gastar tempo e dinheiro para provar a pantomima do vendilhão do templo, até poque tudo o que eu dissesse seria considerado mentira pelos cegos guiados pelos cegos.

      Na verdade, quem tem que provar a realização de milagres são os pentecostais, mas se você pedir apenas um – eu disse apenas UM – caso documentado de uma pessoa amputada que teve uma nova perna resultante de orações desses patifes, então ninguém poderá contestar. Mas nunca se viu e nunca se verá isso, pois os verdadeiros milagres não surgem de orações de canalhas que entesouram na terra e vivem como reis desfrutando de fama, poder e luxúria.

    • Zeze,

      Essa história de “apagar a memória” é uma das mais estúpidas mentiras que já vi no meio pentecostal, um meio onde simulacros de curas e milagres são praticados por charlatões estelionatários que enriquecem mercadejando a palavra de Deus. Assim, não preciso ir até lá, gastar tempo e dinheiro para provar a pantomima do vendilhão do templo, até poque tudo o que eu dissesse seria considerado mentira pelos cegos guiados pelos cegos.

      Na verdade, quem tem que provar a realização de milagres são os pentecostais, mas se você pedir apenas um – eu disse apenas UM – caso documentado de uma pessoa a m p u t a d a e que teve uma nova perna resultante de orações desses patifes, então ninguém poderá contestar. Mas nunca se viu isso, pois os verdadeiros milagres não surgem de orações de canalhas que entesouram na terra e vivem como reis desfrutando de fama, poder e luxúria.

      • Sandro..

        Uma pergunta que eu faço, será que um homem pode enganar milhares de pessoas?
        porque, são milhares de pessoas pelo mundo aforo, que dão testemunho te cura e libertação , pessoas que foram tocadas pelo pode de DEUS, antes vivia uma vida de miséria, de fracasso , de humilhação e hoje, são curadas pelo poder do nome de JESUS.
        JESUS, deixou escrito , se creres em mim, farás obras ainda maiores que as minhas.

        Não estou aqui dizendo, que todos esses lideres pregam realmente a palavra de DEUS, muitos sem dúvidas querem usufruir da fé alheia, isso é fato.

        Mais que o nome de JESUS , tem poder pra levantar o caído do monturo e coloca-lo no lugar dos príncipe, isso sem duvida acontece.

        Não estou aqui defendendo, o Agenor Duque, Edir macedo, Valdemiro Santiago, mais que não se deve fechar os olhos para o que tem acontecido nesses ministérios não se deve fechar.

        Como explicar, uma criança recém nascida com o corpo cheia de lepra em feridas, aonde a medicina esgotou todos os recursos e não se vê melhoria. Ai esse criança é levada até um desses lideres quem são xingados por muitos, recebe um abraço , recebe uma oração e dias depois essa criança esta limpa, livre da doença que tanto a fazia sofrer.

        Isso chama-se poder de DEUS, porque só DEUS pode fazer milagres.
        volto a dizer, um homem pode enganar a muitos, mais enganar milhares de pessoas pelo mundo afora isso é impossível …

        Para quem tem a Bíblia como caminho a seguir, DEUS deixou os dons espirituais, quem quer pagar o preço , se santificar deixar o pecado e viver uma vida digna no caminho do Senhor, poder pedir o dom que quiser e desenvolver .
        seja o dom de curar, operações de milagres, dons de maravilhas, dons de governo, dons de profecia e por ai vai….

        JESUS mesmo disse, tem casca de demônio que só sai com jejum e oração, o problema e que a maioria não acredita que existe satanás, roubando, matando e destruindo…. quando um homem paga o preço de ficar em jejum e oração no monte em comunhão com DEUS , DEUS começa a usar esse homem e algo sobrenatural começa acontecer, começa então as criticas..

      • Criatura abominável e horrenda vulgo(Sandro)que se manifesta por outros nomes também,mas não consegui enganar,você bem que pode aproveitar esta sugestão do Zeze,e comprovar se é verdade ou mentira,deixe uma forma de identificação para sabermos se você foi lá mesmo,caso não aconteça o prometido,já pensou você poder gritar em alto volume que o Duque é um charlatão,ai então você terá autoridade para duvidar, faz igual o padre Quevedo,pelo ao menos vá,até então continua mentindo,como você falar das demais coisas,certo. Aguardo a sua comprovação,dizendo que não é mais gay.

        • Antonio Henrique.

          Então, é isso mesmo, já que ele duvida do Agenor Duque, é só ele ir lá e dizer pro Apóstolo que ele é gay, ….

          Se ele for, ele vai voltar um homem liberto e hétero .

          • ZEZE

            Tenho dúvidas quanto a isso, homo virar hétero.
            Muitas mulheres já se apaixonaram por homens gays bonitos e acreditaram que podiam “converter” os mesmos.
            Todas elas acabaram encontrando seus chifres na cama de outro macho.

        • Senhor Antonio Henrique
          o senhor já ouviu falar em TSUNAMIS?? pra que serve esse versículo inútil da bíblia??

          JEREMIAS capítulo 5 versículo 22
          22 – Não tremeis diante de mim, eu que fixei a areia como limite ao mar, barreira eterna que não será ultrapassada?
          Por mais que se lhe agitem as ondas são impotentes, murmuram, mas não vão além.

          Senhor Antonio Henrique
          quando o seu deus deixou escrever esse versículo bíblico, ele próprio desconhecia a força dos TSUNAMIS??.

          • Cláudio robyson,Dennis,ou criatura abominável e horrenda vulgo(Sandro),que tanto faz, que é tudo a mesma coisa,deixa esta forma patética de se manifestar,postando estes textos que são praticas se intitulando Emanuelle, quando digo que vocês leem mas não entendem,acham errado,mas eu já lhe informei varias as vezes,para se identificar se quem esta postando é o homem,ou o lobiswomen, para que a resposta seja endereçada,ao homem ou ao lobiswomen,para não haver engano,se não se identificar não terá resposta,pode postar o quanto quiser,certo.

        • Senhor Antonio Henrique

          LUCAS capítulo 3 versículo 23
          23 – Jesus tinha “”cerca”” de trinta anos de idade quando começou seu ministério; Ele era, como se pensava, filho de José, filho de heli.

          Senhor Antonio Henrique
          se o evangelista LUCAS escreveu “” cerca “” de trinta anos, é porque ele não sabia a data exata do nascimento de cristo, então como vocês cristãos podem provar que cristo morreu com 33 anos?? isso não é mais uma mentira??

        • Senhor Antonio Henrique

          JOÃO capítulo 18 versículo 28 – 29
          28 – Depois levaram jesus da casa de caifás para a Audiência
          ( com Pilatos ). e era pela manhã cedo.
          E não entraram na Audiência ( com Pilatos ), para não se contaminarem, mas poderem comer a páscoa.
          29 – Então Pilatos saiu fora e disse-lhes …………………………..

          Senhor Antonio Henrique
          se os membros do sinédrio não entraram na Audiência, como!!
          MATEUS, MARCOS, LUCAS E JOÃO souberam o que Pilatos perguntou para jesus?? como!!
          MATEUS, MARCOS, LUCAS E JOÃO souberam o que cristo respondeu para Pilatos??
          se os discípulos também não puderam entrar na Audiência?? e nem José de Arimateia ??

        • Senhor Antonio Henrique

          vários arqueólogos descobriram vários dinossauros menores que um elefante, menores que uma girafa.

          Porque Noé não colocou, um casal de dinossauro menor que um elefante, dentro da arca??
          Porque Noé não colocou, um casal de dinossauro menor que uma girafa, dentro da arca??

          Senhor Antonio Henrique

          O que Noé fez com todas as fezes dos animais, antes do dilúvio acabar??

      • Criatura abominável e horrenda vulgo (Sandro),não poderia de deixar de observar,a sua forma de se expressar,comparada a outra pessoa que se intitula,Emanuelle,esta postagem que você fez abaixo,a forma de expressão,aqui neste site é única, e você o fez agora,que leva a crer que a Emanuelle,não existe sim o abominável Sandro,se passando por certos nomes,que são mais usados,por gays e prostitutas,em breve saberemos da verdade.

        • Antonio Henrique.

          O tal do Lopes, também sumiu, não aguentou o fogo de DEUS queimando aqui no site evangélico , todo pertubado filho de satanás que entrar aqui mandado pelo diabo, vamos ficar em jejum e oração e mandar prós quinto dos inferno..

          • Zezé, a velha patética do site evangélico.
            Deveria ter vergonha de se manifestar.
            Criatura grotesca, burra pra cara***
            e ainda quer dar lilção de moral nos outros . . . . .

          • Zeze,a esta altura,é provável que esteja escolhendo um nome de atora internacional,para usar como se fosse o nome dele,aguarde que ele vai aparecer,só que estará tentando desfaçar,mas os filhos do diabo são reconhecidos em qualquer lugar,eles podem até tentar desfaçar,de anjo de luz,mas estão sempre apagados,só na escuridão como o diabo, o pai deles.

        • Senhor Antonio Henrique

          qual dos dois evangelistas estão contando a verdade?? LUCAS?? OU MATEUS??
          LUCAS capítulo 24 – versículos 13 -18 – 33
          13 – E eis que no mesmo dia iam dois deles para uma aldeia, que distava de JERUSALÉM sessenta estádios, cujo nome era Emaús.
          18 – E, respondendo um, cujo nome era Cleópas, disse-lhe: És tu só peregrino em JERUSALÉM, e não sabes as coisas que nela tem sucedido nestes dias?
          33 – E na mesma hora, levantando-se, tornaram para JERUSALÉM, e acharam congregados os onze, e os que estavam com eles;

          MATEUS capítulo 28 versículos 7 – 10 – 16
          7 – Ide pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dentre os mortos E eis que ele vai adiante de vós para a GALILEIA, ali o vereis, eis que eu vo-lo tenho dito.
          10 – Então jesus disse-lhes: não temais, ide dizer a meus irmãos que vão à GALILEIA, e lá me verão.
          16 – E os onze discípulos partiram para a GALILEIA, para o monte que jesus lhes tinha designado.

          Senhor Antonio Henrique
          depois que cristo ressuscitou ele foi visto primeiro em JERUSALÉM??
          depois que cristo ressuscitou ele foi visto primeiro na GALILEIA??
          qual dos dois é mais mentiroso??

        • Senhor Antonio Henrique

          se o espírito santo é revelador, por quê Mateus não teve a revelação??
          MATEUS capítulo 27 versículo 3 – 9 – 10
          3 – Quando Judas, que o havia traído, viu que jesus fora condenado, foi tomado de remorso e devolveu ao chefes dos sacerdotes e os líderes religiosos as trinta moedas de prata;
          9 – Então se cumpriu o que fora dito pelo profeta JEREMIAS: “” Tomaram as trinta moedas de prata, preço em que foi avaliado pelo povo de Israel;
          10 – e as usaram para comprar o campo do oleiro, como o senhor me ordenou “””.

          Senhor Antonio Henrique
          em nenhum versículo de JEREMIAS está escrito isso que MATEUS escreveu!! cadê o espírito santo revelador??
          mas se o senhor for me escrever, que está escrito em ZACARIAS, a onde vocês cristãos veem profecia aqui??
          ZACARIAS capítulo 11 versículo 12 – 13
          12 – Porque eu lhes disse: se parece bem aos vossos olhos, dai-me o meu salário, se não, deixai-o.
          E pesaram o meu salário, trinta moedas de prata.
          13 – O senhor; pois, disse-me: Arroja isso ao oleiro, esse belo preço em que fui avaliado por ele, E tomei as trinta moedas de prata, e as arrojei ao oleiro, na casa do senhor.

          a onde isso escrito acima é uma profecia?? relacionada a judas??

        • Senhor Antonio Henrique

          no livro de Jonas, está escrito que ele foi engolido pelo grande peixe, e depois de 3 dias foi vomitado pelo grande peixe.
          se os sucos gástricos dentro do estômago do grande peixe,derretem qualquer carne, como Jonas saiu vivo depois de 3 dias??

          a passagem no livro de Jonas, é a mesma coisa da cobra falar com eva??
          a passagem no livro de Jonas, é a mesma coisa da jumenta falar com balaão??

    • ZEZE

      Tem a ver isso com aquela “toalhinha mágica” comprada por um sujeito que (diz ele…) passou na porta do banco e a dívida dele sumiu?
      Obviamente dívidas não somem antes de serem quitadas…
      Se fosse verdade, todos comprariam as toalhinhas para eliminar dívidas.
      Já pensou uma pessoa passando a toalhinha na porta da casa dum agiota?
      Não é recomendável, por causar envenenamento por chumbo.
      Isso foi na seita do Valdevino Sandiabo…
      Falar mal dele e do Pedir Maiscedo não é ofender os evangélicos, porque as seitas deles não são evangélicas.
      São as igreja$ do $ifrão, onde quem manda é Mamon.

      • Princesa Arendelle

        A arvore é conhecida pelo fruto.

        se vc tem fruto pra mostrar então mostre, é impossível um homem enganar milhares de pessoas pelo mundo afora, milagres existem , isso é claro é só pra quem crer no que JESUS disse, em meu nome curarão enfermos e expulsaram demônio.

        O que mais tem, são pessoas oprimidas pelo satanás, cheia de doenças , depressiva se entupindo de remédio.

        porque que vc ao invés de criticar vc não toma uma atitude, e vai até em uma dessas igrejas fazer uma corrente de libertação pra ser livre desse satanás que de oprime colocando depressão..
        quem tem depressão tem demônio, depressão médico não cura, quem arranca esse satanás é o poder do nome de JESUS..

      • Arendalle,

        Veio à cabeça agora uma discussão.

        Será que não seria possível mesmo sumir o débito?

        Tem uns juros extorsivos praticados por bancos que quando chegam na justiça desaparecem.

        Ora,se a justiça faz desaparecer sem pagar, então Deus, maior que qualquer judiciário, bem que pode também.

        Pra simples reflexão: bancos do pais chamado Brasil são os mais altos do mundo. Ou seja, eles conseguem fazer qualquer um devedor. Deus não pode fazer esses agiotas oficiais a se envergonharem e deixar de cobrar, digo, matar o povo brasileiro?

        • levi

          Os juros podem até sumir, mas a dívida não.
          Só há 2 meios de fazer sumir uma dívida…
          1) Pagando-a.
          2) Dando calote.
          Se discorda, me fale como Deus vai fazer isso…
          Se fosse assim, ninguém precisaria trabalhar, bastaria fazer compras e empréstimos à vontade e depois esfregar a toalhinha na porta da loja ou do banco e pronto, a dívida tomou Doril.

          • Arendalle,

            Minha cara, com seus parcos conhecimentos, ao certo não chegará a rainha, do contrário, vão tirar seu título de princesa.

            A dívida já foi quitada uma vez e meia quando a justiça decide via sentença.

            Ninguém está indo aos bancos e na primeira prestação não quitar, não é isso não.

            Vá ante esses bancos, sente-se junto ao povo e escute suas lamúrias. Os bancos não são santos, tanto que todos perdem em juízo, e há casos que a justiça determina a suspensão imediata da paga das prestações logo no ajuizamento da ação. O que eles emprestam, caso não se reaja, costumam cobrar cinco vezes o capital que empestaram.

            Minha cara, se chegue junto ao povo, modo de reinar bem os seus súditos. O Brasil vê-se que os nossos reis(presidentes) não estão nem aí, deixando os bancos fazerem o que bem querem economicamente, já o judiciário, não.

  13. Amigo Sandro.

    Um forte abraço pra vc, que o ano que vai se iniciando seja de muita paz, saúde e prosperidade pra vc e sua familia.

    que DEUS te abençoe eternamente.

    vivemos em uma democracia, aonde nossas opiniões tem que ser exposta e debatidas…

  14. Vanessa, a boneca do Dennis lambe lambe ficou irritada com você, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    ElE esta desesperado , porque o marido dele deixou ele, trocou ele por outro..

    Dennis lambe lambe esta inconsolável ….

    como sofre, essas pessoas que são aprisionadas pelo diabo, satanás joga elas por terra, as faz habitar na escuridão ..

    Mais também, não querem aceitar JESUS como SENHOR é único salvador, ai o diabo entra e faz a festa.

    pobres criaturas..

  15. VANESSA

    “Feliz ano novo pra você também Princesa.
    Não sei porque está dizendo isso, me parece uma um pouco estranho, mas enfim, vou me fazer de bobinha.
    Beijos!”

    Agora sou eu que não entendi, mas tentarei explicar…
    Eu vejo aqui os evangélicos e os gays trocando farpas e ofensas.
    Mas não quero ofender alguém simplesmente pelo que ele é, nem muito menos dizer que vai pro inferno ou desejar a morte do mesmo, isso seria pecado condenado pela Bíblia.

    No tempo de Jesus, os romanos, os publicanos e as prostitutas recebiam as piores ofensas, mas o mesmo Jesus disse “Não são os saudáveis que precisam de médico, mas os doentes…”
    A própria Bíblia fala: “de toda palavra errada, dareis conta no dia do juízo”.
    E eu amo a paz, não a guerra!!!

    Não tô nem aí para o uso que eles fazem da bund@, com saída virando entrada.
    E nem com o cagamento onde tem macho casando com macho, a noiva na porta da igreja e aquela mulher não é mulher e sim um barbado e depois é hora de enfiar o P no C sujo de B…
    Exemplo são esses ativistas gayzistas querendo ser MAIS que nós héteros, querendo direitos especiais, privilégios e tratamento diferenciado, a exemplo daquele burro Jean BBB (Besta, Burro, Babaca) e suas falas ridículas, demonstrando total incapacidade para o cargo.

    Mas sei bater forte quando um deles me ofende, nenhum repete a dose.
    Pois minha arma é a Verdade e meu escudo é a Virtude.
    Beijos pra você também, minha grande e querida amiga…

    PS: Tinha de aparecer o Dennis dizendo que você e eu somos a mesma pessoa…
    Tem outro babaca dizendo que eu sou a Emanuelle.
    E ainda outro jumento jurando que eu sou Stardust.

    Este site é uma comédia, um verdadeiro anti-depressivo, vale umas boas risadas vendo essa turma usando os argumentos mais ridículos para se justificar.
    Eles pegam um copo de plástico e tentam provar que é vidro.

    • Por favor, quais seriam os direitos especiais que os gays querem ??
      Me responda !!

      Lembre-se que o Jean não tem nenhum processo nas costas, já o seu querido Eduardo Cunha, é uma vergonha pra toda nação.
      Quem é mesmo que não esta preparado para o cargo ??

      bjs pra voce e sua amiga imaginaria ( só assim pra voce ter um amigo né ?)

      • DENNIS
        ————————————————————————————–
        Por favor, quais seriam os direitos especiais que os gays querem ??
        Me responda !!

        Que tal o tratamento diferenciado exigido por militantes gays chefiados pelo famigerado Jean BBB – Burro Besta Babaca, que só ficou famoso porque apareceu apareceu no programa mais podre, pútrido e putrefato da emissora lixo esgoto de televisão?
        Até um Projeto de Lei natimorto que transformaria o país numa Sodoma.

        Prisão imediata de qualquer um que se declare contrário à homossexualidade, mesmo sem ofensa direta a nenhum gay, violando o preceito constitucional da liberdade de expressão, o qual veda APENAS o anonimato.
        Militantes gays presentes em todas igrejas, católicas ou evangélicas, para que nenhum pastor / padre fale mal do homossexualismo.
        Caso o faça, eles imediatamente chamariam a polícia para levá-lo preso.

        Retirar as palavras “pai” e “mãe” dos documentos oficiais.
        Acabar com a comemoração do Dia dos Pais e do Dia das Mães.
        E eles dizem na maior cara-de-pau que não desejam a destruição da família.
        Ora, sem o pai e a mãe, o que resta da família?

        Obrigar os professores a incentivar a homossexualidade nos alunos.
        Censura da Bíblia, retirando as partes “homofóbicas”.
        Banimento de todas as histórias infantis (contos de fadas) e sua substituição por versões gay.

        Cotas para gays em concursos e vestibulares, sem explicar ao menos como o candidato ia provar que era gay.
        Só a sua palavra valeria ou seriam todos os requerentes do benefício obrigados a trazer um laudo proctológico, para verificar?
        Dependendo de como está o símbolo do cobre, ele obteria o benefício e entraria na faculdade pela porta dos fundos.
        Chega ou quer mais?
        ————————————————————————————–
        “Lembre-se que o Jean não tem nenhum processo nas costas, já o seu querido Eduardo Cunha, é uma vergonha pra toda nação.
        Quem é mesmo que não esta preparado para o cargo ??
        bjs pra voce e sua amiga imaginaria ( só assim pra voce ter um amigo né ?)”

        Cunha é uma vergonha, nisso concordamos.
        E eu odeio esse cara, por causa de outro famigerado Projeto de Lei estabelecendo a terceirização ilimitada nas empresas, reduzindo salários e vagas e aumentando a carga horária de trabalho.
        Mas para ser incapaz de exercer o cargo não é preciso ter processos contra si.
        É incapaz porque não fala uma coisa que preste.
        Esses dias ele disse que não apoiava a Anta de Saia e o Molusco, causando gargalhadas em todo o plenário.
        Ocorre que depois foi mostrado um folheto em que Jean segura um folheto dizendo que ele sempre estaria com Dilma a presidAnta.

      • A Princesa, que eu saiba, nunca apoiou o Eduardo, eu (VANESSA) não votei nele, e mesmo se eu tivesse votado, não teria nenhum problema em dizer, quem nunca votou em alguém, e depois se arrependeu? Vá perguntar aos eleitores da Presidenta, com certeza, a maioria já se arrependeu amargamente.

        • Vanessa defendendo ela mesma

          Olha, muitas coisas que voce escreveu ai são mentirosas.
          Vá atras de cada informação que voce postou e me diga qual realmente é real.

          Eu confesso pra voce que parei na dos proibição dos contos de fadas e substitui-los por contos da fadas gays.
          Faça me o favor, né ?
          Você deve ser realmente muito tola de acreditar nisso !!!!

          São vocês mesmos , os evanjegues, que inventam grande parte desses boatos.
          Visite o site do Jean , lá tem uma pagina só sobre – verdades e mentiras ” que falam sobre ele, você vai ver que quase tudo isso que voce citou é boato inventado por vocês mesmos,
          Tudo comprovado, se não acreditar, visite também o site da Rádio CBN, lá também existem vários desmentidos .
          Deixe de ser papagaio dje pastor, mentiroso ainda por cima.
          Seus líderes são uma vergonha. Todos eles rezaram no Senado, de mãos dadas de frente a um cartaz confeccionado por eles mesmos, com imagens FALSAS , imagens de protestos em outros países, fotos de peças de teatro, e da Marcha das Vadias e falaram que eram imagens da Parada Gay de SP de 2015.
          Mentindo na cara dura, uma vergonha. Por ai já dá pra imaginar quantos desses fatos que voce citou foram criados por vocÊs mesmos.

          Claro , existe coisas que são reais , e justas.
          Como por exemplo prender pastores que espalham o ódio . Eu acho isso muito certo.
          Você não acha pq não é com voce.

          • DENNIS

            Atchim!!!
            Eu sou alérgica a idiotas.
            1) Eu não sou a Vanessa. Que tanto insiste assim?
            2) Eu não sou evangélica e nem sou católica.
            Minha religião é Deus e os ensinamentos de Jesus, mesmo sendo de uma linhagem de séculos de devotas de Maria.
            3) Muitas coisas que escrevi não são verdadeiras?
            Então você admite que há afirmações verdadeiras?
            Veja que você disse “muitas” e não “todas”.
            4) Tudo o que escrevi eu li naquele projeto de lei de quem não tem o que fazer, uma coisa diabólica que transformaria o Brasil em Sodomasil.
            Onde já se viu tamanha safadeza de tirar as palavras “pai” e “mãe” dos documentos oficiais?
            De declarar que não existe mais macho e fêmea, que agora qualquer um pode ser o que quiser.
            E de que todo mundo pode trepar com todo mundo…
            Não gosto nada do Malafaia, mas devemos a ele e outros líderes cristãos a não aprovação do Projeto de Lei nº 666, que tornaria o nosso país numa Sodomasil.
            O que viria a seguir?
            A legalização da pedofilia, zoofilia, adultério, orgias, poligamia?
            Caso você esteja mergulhado no ócio, faço uma proposta.
            Vem aqui em casa, tenho um monte de roupas para lavar e passar, chão para limpar.
            Vai procurar o que fazer.

            VENATUS VENATUM BASIAT

            (caso não saiba – o que é provável – é uma frase em latim)

    • Boa tarde querida amiga, como vai? Eu vou bem obrigada!
      Me expressei daquela forma, pois achei o assunto um tanto quanto fora do contexto, tipo; eu disse ao Dennis que desejei um feliz ano novo apenas aos meus amigos (geral) e que ele estava descartado, pois na verdade ele não o é! Já tentei trata_lo bem, mas a única coisa que recebi foram xingamentos, não só da parte dele, mas por parte do “Sandro,Cláudio”, entre outros, que não estou afim de citar o nome (há! Também esses podem ser a mesma pessoa né? !)
      Gostaria de deixar bem claro que não os odeio, mas não aceitarei insultos sem me defender(claro, sem baixar o nível).
      Também não me importarei se você resolver concordar com alguns deles, pois sou adulta o suficiente para entender as coisas, já disse também que você e eu não concordamos em muitas coisas, mas que isso não atrapalharia a nossa amizade virtual . Pra falar a verdade, eu já ando um pouco enjoada das mesmas discussões, tenho diminuído a minha participação aqui, pra mim já deu!
      Sabe de uma coisa? As insinuações me irritam bastante, mas estou aprendendo a levar numa boa. Fui!

  16. Princesa Arendele.

    Vc tem dúvida sabe porque?

    porque vc não tem a Bíblia como sua fonte de vida e caminho a seguir, a dúvida é do diabo, DEUS pode sim transformar um homossexual em um homem hétero , casos de testemunho de ex gay é o que mais tem, quando se aceita o Senhor JESUS como Senhor e único salvador, vem a transformação e as velhas coisas se faz novas.

    • Zezé, a velha louca e suas insanidades.
      È muito mais facil um hetero virar gay do que o contrário.
      VocÊ é uma sra muito tola , acredita até em saci pêrere . . . . .

  17. Antonio Henrique.

    Esse gay Dennis além de pertubado ele é burro, ele vive me chamando de mulher, já disse pra ele que sou macho, homem em marca dez homem da terra pernanbucana.

    o diabo que domina a mente dele, tem deixado o QI dele que já não era grande coisa a zero..

  18. Ô Dennis, eu já disse pra você queridinho que EU NÃO SOU A PRINCESA, será possível meu pai do céu, me dê paciência para aturar essa criatura !
    A PRINCESA MORA EM SÃO PAULO, E EU NO RIO, não preciso inventar amizades, eu as tenho. ……….Vá dormir menino!

    • Dennis, se eu fosse você (Deus que me livre) teria vergonha de defender esse Jean, o cara só quer aprovar leis absurdas, tipo; mudança de sexo para menores de idade Sem o consentimento dos pais, liberação da erva do capeta, aborto entre outras coisas. Enfim, ele quer transformar esse país em um pandemônio, e você tem a cara de pau de defende_lo?!Há vá te catar.

      • VANESSA

        Quando eu li o “se eu fosse você” e “Deus me livre!”, até estremeci.
        Que mulher real ia querer ser uma imitação grosseira ????
        Nós não, temos orgulho do nossos cromossomos XX e todo o equipamento original de fábrica, sem precisar (vixe!) de cirurgia NENHUMA.
        Além de um órgão sexual que merece o nome.
        E um aparelho reprodutor funcional.
        Vanessa, minha querida amiga, se ele engravidasse, a criança sairia por onde?
        Infelizmente (para eles, claro…), só haveria uma opção, o símbolo do cobre.
        ECA!
        Mas eles não acham normal fazer sexo por ali?
        Então, se pode ser usado como entrada, poderia sê-lo como saída.

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