Cristãos de vilarejo no Quênia sofrem emboscada de extremistas islâmicos do Al-Shabaab

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Um grupo de cristãos foi emboscado pelos extremistas islâmicos do Al-Shabaab em um vilarejo da cidade costeira de Lamu, no Quênia.

De acordo com a Missão Portas Abertas, os fundamentalistas – também conhecidos como “Movimento do Jovem Guerreiro” – armaram uma emboscada e assumiram o controle do vilarejo após reunir todos os moradores num mesmo lugar.

Os 100 militantes do Al-Shabaab “invadiram a aldeia às 5h00 da manhã, e obrigaram os moradores a se reunirem num mesmo lugar, onde fizeram sermões religiosos durante uma hora. Agora as pessoas estão deixando suas casas por medo de novos ataques”, relatou uma testemunha ocular ao site AllAfrica.

“Os cristãos no Quênia têm vivido sob constante ameaça por parte desse grupo de radicais, em particular, os que vivem no nordeste e áreas costeiras. O que torna a situação mais complexa é o fato de que os terroristas usarem diferentes táticas”, explicou um analista da Missão Portas Abertas.


De acordo com o especialista, o grupo de extremistas islâmicos tem um modus-operandi diferente dos demais fundamentalistas, como Estado Islâmico e Boko Haram: “A tática atual de tomar o controle de uma aldeia e pregar sobre a religião deles, pode indicar dois fatores importantes: em primeiro lugar, os militantes podem querer se apresentar como algo mais do que apenas um grupo sanguinário. Em segundo lugar, pode ser possível que eles tenham a pretensão de recrutar mais membros. De qualquer maneira, o incidente indica que o Al-Shabaab é uma ameaça potente para todos os cristãos do Quênia”, concluiu.

A Portas Abertas divulgou, em seu site, pedidos de oração pelos cristãos do país: “Ore a Deus pela cidade de Lamu e pelos cristãos. Que Deus esteja com eles em todos os momentos; Apresente ao Senhor o grupo extremista Al-Shabaab. Só Deus pode mudar as suas vidas e transformá-los; Peça que o grupo Al-Shabaab não tenha sucesso em suas estratégias e ameaças”.

1 COMENTÁRIO

  1. O que faz o fanatismo aliado a um cérebro de camelo…
    Se tivéssemos uma ditadura evangélica, não seria muito diferente.
    Só a religião deles é que salva, o deus é o único verdadeiro.
    E querem obrigar os não-muçulmanos a seguir sua crença ridícula.
    O tal do Alcorão é um amontoado de bobagens, prometendo aos otários, digo, fiéis uma recompensa a quem matar pelo menos um “infiel”, notadamente cristãos e judeus.
    Esse “prêmio” é físico, muita mulher eternamente virgem, comida e bebida, a única recompensa que entendem aqueles homens rudes e ignorantes.
    No islamismo a mulher é pouco menos que uma escrava, só falta lhes tirarem a vida, pois o resto já levaram.
    Não pode estudar, trabalhar, nem sequer sair na rua sem um homem ao lado.
    Quem escolhe o futuro marido é o pai-patrão-dono, a filha querendo esse homem ou não e a vende como qualquer mercadoria, para quem pagar mais $$$.
    Quando se casa (na verdade, quando o casamento lhe é imposto), só muda de dono.
    Perdeu a virgindade significa a morte, pois torna-se mercadoria estragada, ninguém vai querer.

    Vejam umas amenidades mostradas no “sagrado” Alcorão do MorraMED (o plano de saúde deles).

    “O HOMEM É SUPERIOR À MULHER, POIS ALLAH ASSIM OS CRIOU”
    “A MULHER É COMO UM CAMPO, UMA PROPRIEDADE QUE O HOMEM USA COMO QUISER”.
    “EM PARTILHA DE HERANÇA, O HOMEM RECEBE O DOBRO DA MULHER”
    “O TESTEMUNHO DA MULHER VALE METADE DO TESTEMUNHO DO HOMEM”.
    “QUANDO HOMENS ESTIVEREM FALANDO, A MULHER DEVE CALAR-SE.
    SE ELE PRECISAR DELA, A CHAMARÁ.”

    Eles dizem que o Livro veio direto do céu, portanto obra de Deus Allah.
    Que Deus é esse, que escreve tamanhos absurdos?
    Eles rebaixam o criador Deus à estatura da criatura.
    Convencem os homens de mente fraca a morrer pelo Islamismo, que o paraíso repleto de delícias os espera, homens esses quase sempre de vida muito pobre ou miserável.
    Quem não quer trocar uma vida de privação e fome, por uma eternidade vivendo como reis?
    Eles são tão ignorantes que acham que Allah (apenas “Deus”, em árabe) se alegra com destruição e morte inúteis.
    E há um detalhe: por que esses líderes convencem outros a amarrarem bombas no corpo e se explodirem num local cheio de “inimigos”?
    Por que o próprio líder não vai?
    Nem ele acredita nas promessas de paraíso?
    Esse islamismo é uma calamidade disfarçada de religião, a religião do medo, do terrorismo, da guerra em nome de Deus, do fanatismo, do ódio (às vezes fratricida), da brutalidade contra a mulher.
    Triste o dia em que esse falso profeta Maomé trouxe ao mundo o Livro do Ódio.
    E todos aqueles absurdos como se fosse ordem de Deus, exatamente como Moisés nos primeiros livros da Bíblia.
    Porém, o que os hebreus fizeram há milênios, os muçulmanos estão fazendo agora.
    Tem de ter um Diploma de Otário e um Atestado de Burro para crer nesse Allah e nesse Maomé.

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