Para desmentir boatos sobre divórcio, Kaká publica foto ao lado da esposa e filhos: “Não acredito em sorte, acredito na benção”

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O jogador Kaká publicou uma imagem sua ao lado da esposa, Carol Celico, e dos filhos Luca e Isabella, na última semana, agradecendo a Deus pela benção de tê-los como família.

Kaká e toda sua família agora estão vivendo em São Paulo, depois de onze anos na Europa, com períodos entre Milão, na Itália, e Madrid, na Espanha. Até dezembro, o jogador vai atuar pelo São Paulo F. C., e a partir de janeiro, será jogador do Orlando City, nos Estados Unidos, onde disputará a Major League Soccer.

“Eu não acredito em sorte, eu acredito na benção #obrigadosenhor #familiaprimeiro #GloriaDeus”, escreveu Kaká na legenda da imagem publicada no Instagram.

Recentemente, ele e Carol Celico foram alvos de boatos de separação. A história publicada pela revista Caras à época era que o divórcio seria anunciado em breve pelo casal, pois a cantora e ex-pastora da Igreja Renascer em Cristo já estaria vivendo em São Paulo há alguns meses, enquanto Kaká encerrava a temporada européia de futebol pelo clube italiano Milan.


Os boatos se intensificaram quando o jogador foi passar férias sozinho no nordeste brasileiro, e publicou fotos feitas em Fernando de Noronha ao lado do irmão e amigos, mas sem a mulher e filhos.

Na ocasião, sua assessoria de imprensa se recusou a falar de sua vida pessoal, e o staff de sua esposa negou o divórcio. Pouco tempo depois, no aniversário de oito anos de Luca, primogênito do casal, Kaká e Carol foram fotografados aos beijos, e a sogra do jogador aproveitou para ironizar os boatos: “Kaká e Celico separados pela… Isabella [filha do casal] no meio”.

A reestreia de Kaká pelo São Paulo F. C., clube que o revelou para o futebol, deverá acontecer no próximo dia 02 de agosto, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro contra o Criciúma, no estádio do Morumbi.


13 COMENTÁRIOS

    • Eu fico impressionado com esse fogo amigo observado no meio evangélico. Apesar de se odiarem, todos se unem num ódio maior contra os homossexuais. Bando de loucos…

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  1. Parabéns à linda família. Quando eu era da Renascer pude acompanhar sua conversão e testemunho, homem de Deus e comprometido com o evangelho e como todo bom Cristão orientado pelo Espirito Santo viu que estava dentro de um engodo e fez muito bem em sair.

    Vida longa eles.

    Kd aquela paula da renscer que vivia por aqui falando bobagem?

  2. STARDUST TE DESAFIO EM PUBLICO PARA QUE PROVES O QUE É IGREJA E COMO ELA DEVE PERMANECER, AQUI POSTO O QUE ELA É PARA MIM, depois poste o que é igreja para ti, para que todos vejam tua vergonha anti-Cristo.
    O mundo religioso tem seu mais novo personagem: o evangélico não praticante. A informação aparece nos resultados das últimas pesquisas realizadas pelo Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais (Ceris) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas pela reportagem O novo retrato da fé no brasil

    Os evangélicos não praticantes são definidos como “os fiéis que creem mas não pertencem a nenhuma denominação”, sendo cada vez maior o número de pessoas que “nascem em berço evangélico – e, como muitos católicos, não praticam sua fé”. Os dados revelam que “os evangélicos de origem que não mantém vínculos com a crença saltaram, em seis anos, de 0,7% para 2,9%. Em números absolutos, são mais de 4 milhões de pessoas nessa condição”.

    As pesquisas apenas confirmaram uma tendência há muito identificada, a saber, o crescente número de pessoas que buscam espiritualidade sem religião, e deseja a experiência da fé sem a necessidade de submissão às instituições religiosas. É o fenômeno da fé privatizada, em que cada um escolhe livremente o que crer, retirando ingredientes das prateleiras disponíveis no mercado religioso.

    O novo cenário faz surgir perguntas que exigem respostas urgentes: Para que serve a igreja? Qual a função da comunidade cristã na sociedade e na experiência pessoal de peregrinação espiritual?

    A experiência dos cristãos no primeiro século, no dia seguinte ao Pentecostes, narrada no livro dos Atos dos Apóstolos [2.42-47; 4.32-35], serve de referência para a relevância da vivência em comunidade.

    Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a memória da pessoa e obra de nosso senhor Jesus Cristo: “Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos”. Em tempos chamados pós modernos, quando as crenças são desvalorizadas e as verdades se tornam subjetivas e particulares, é importante saber não apenas em quem se crê, e os cristãos compreendem a fé como confiar em uma pessoa, Jesus Cristo, mas também saber o que se crê, e por isso os cristãos chamam de fé também um conjunto de crenças e afirmações a respeito do Deus em quem crêem–confiam. O Evangelho é uma boa notícia, e os cristãos devem saber qual é essa notícia. A igreja é a comunidade que preserva a memória de Jesus, sua pessoa e obra.

    Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a esperança que se fundamenta na abertura para o mistério divino: “Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos […] com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”.

    Em tempos de banalização do sagrado, as pessoas perdem a noção do que Rudolf Otto chama “mysterium tremendum”, isto é, já não têm na alma o temor que coloca o homem de joelhos diante da manifestação do divino e nem mesmo esperam que tal aconteça. A igreja é a comunidade que preserva a expectativa de que o céu se abra, de que o favor divino se derrame sobre a terra.

    Enquanto o mundo vai se tornando cada vez mais frio e fechado, condenado às estreitas possibilidades da racionalidade e dos limites do poder humano, a igreja fala do milagre como possibilidade real e os cristãos se dedicam às orações.

    Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a oferta do amor de Deus em resposta à solidão humana: “Eles se dedicavam à comunhão, ao partir do pão […] Todos os que criam mantinham se unidos e tinham tudo em comum. Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade […] Da multidão dos que creram, uma era a mente e um o coração. Ninguém considerava unicamente sua coisa alguma que possuísse, mas compartilhavam tudo o que tinham.

    Não havia pessoas necessitadas entre eles, pois os que possuíam terras ou casas as vendiam, traziam o dinheiro da venda e o colocavam aos pés dos apóstolos, que o distribuíam segundo a necessidade de cada um”. Em tempos de individualismo, egoísmo, segregação, e competição darwinista, a igreja é a comunidade da fraternidade, da partilha, da solidariedade e da generosidade. A igreja é a comunidade da aceitação, do perdão e da reconciliação. É na igreja que se concretiza a oração de Jesus a respeito de Deus e os homens: “que sejam um”.

    Para que serve a igreja? A igreja serve para manter vivos os sinais do reino de Deus na história: “grandiosa graça estava sobre todos eles”. Conforme Jung Mo Sung, “a igreja é o povo de Deus a serviço do testemunho da presença do Reino de Deus”, que se completa com a afirmação de Ariovaldo Ramos: “a igreja deve viver o que prega para poder pregar o que vive”. A igreja é a comunidade em que o anúncio da presença do Reino de Deus entre os homens é seguido do convite desafio: “Vem e vê”, pois o Evangelho de Jesus Cristo não é apenas uma mensagem em que se deve crer, mas principalmente um novo tempo em que se deve viver.

    Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a esperança da ressurreição: “Com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”. Quando o lacre romano do túmulo de Jesus foi rompido no domingo da ressurreição, a vida afirmou sua vitória sobre os agentes promotores e mantenedores da morte, sobre os processos de morte, que serão enfrentados pela esperança de que um dia a própria morte, último inimigo, cairá de joelhos diante do Senhor da vida.

    A igreja é a comunidade dos que se rebelam contra a morte em todos os lugares e todas as dimensões, e contra ela lutam com todas as forças que recebem do doador da vida.

    A igreja é a comunidade dos que já não vivem com medo da morte (Hebreus 2.14), dos que anunciam e vivem dimensões da vida, e dos que profetizam a ressurreição até o dia quando, aos pés do Cristo de Deus, celebrarão a vitória daquele que no Apocalipse diz: “Não tenham medo. Eu tenho as chaves da morte e do inferno”, pois “Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o último. Sou aquele que vive. Estive morto mas agora estou vivo para todo o sempre!”. Amém.

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