Exibição de Noé é cancelada por causa de inundação em sala de cinema

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Uma inundação resultou no cancelamento de uma sessão de cinema que exibiria o filme Noé pela primeira vez na cidade de Exeter, na Inglaterra. O fato, narrado com ironia e sarcasmo por muitos veículos de imprensa mundo afora, não se deu por conta de um dilúvio.

De acordo com informações do jornal local Exeter Express & Echo, a inundação foi causada por um problema no sistema que controlava a infra-estrutura hidráulica do prédio onde o cinema foi instalado.

Os clientes do cinema espalharam o fato pelas redes sociais, zombando que uma inundação verdadeira tenha impedido a exibição do filme.

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Noé, dirigido por Daren Aronosfky e estrelado por Russel Crowe, Emma Watson e Jennifer Connely, alcançou o primeiro lugar nas bilheterias dos cinemas nos Estados Unidos e no Brasil. O filme usa licenças poéticas para narrar a história bíblica, o que tem causado muitas críticas por parte de cristãos.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+


9 COMENTÁRIOS

  1. Nada mais natural, Noe diluvio diluvio agua, agua inundação e assim por diante uai, kkkkkkkkkkkkkkkkk, uai uai nada mais natural uai kkkkkkkkkkkkkkkkkkk, bão por demais uma vez que essa porcaria de filme num vale nada memo uai

  2. No filme “Noé,” a fábula ambientalista, aprendemos que pessoas más (descendentes de Caim) constroem cidades, comem carne e fazem armas. (Eles provavelmente pertenciam, na época antes do dilúvio, aos grupos contrários ao desarmamento da população.) Eles também fazem mineração a céu aberto, no processo transformando a terra numa desolação árida que parece o Afeganistão sem os conforto modernos.

    As pessoas boas são vegetarianos que vivem em tendas, não fazem quase nada e têm uma população pequena, provavelmente porque praticam o planejamento familiar. Uma das muitas perguntas sem resposta do filme “Noé”: Se as pessoas boas (descendentes de Set) não comem carne, onde é que elas conseguem os couros de animais que usam? Presumivelmente, os couros são das criaturas que cometem suicídio depois de verem o “preconceito” das pessoas que acham que os seres humanos são mais importantes do que os animais.

    O épico filme anti-bíblico de 130 milhões de dólares de Darren Aronofsky não tem quase nada do que a Bíblia relata acerca do dilúvio. Há uma arca, animais marchando de dois em dois, um dilúvio de proporções bíblicas e um homem chamado Noé. A semelhança termina aí.

    O filme “Noé” é anticristão e antijudaico, promove o controle populacional e é um aviso alegórico acerca da calamidade futura que será causada, de acordo com o filme, pelo aquecimento global. No filme, Deus é sempre mencionado como “o Criador.” Hollywood tem dificuldade de mencionar a palavra Deus.

    A Bíblia descreve Noé como “um homem justo” que era “perfeito em suas gerações” e “andou com Deus.”

    O Noé de Aronofsky é o que os secularistas chamariam de fanático religioso. Cheio de autodepreciação e propenso a ataques violentos, ele se torna convencido de que Deus quer destruir a humanidade completamente. Portanto, o único propósito de Noé e sua família é construir a arca e salvar animais. Ao completar essa tarefa, as últimas pessoas da terra serão extintas. Quem aplaudiu muito esse filme na estreia, nas cadeiras da frente, foi o Movimento em Prol da Extinção Voluntária dos Seres Humanos e a entidade Pessoas em Prol do Tratamento Ético dos Animais.

    Na representação de Russell Crowe, Noé é tão obcecado que ele planeja matar seus netos recém-nascidos para impedir o repovoamento do planeta.

    Esse é o jeito que Hollywood vê cristãos e judeus dedicados — como pessoas cheias de um fanatismo que beira a psicose e leva ao ódio e homicídio. A velha rotina de Bill Cosby (“Certo, qual é o cúbito?”) era mais próxima do Gênesis — e entretinha muito mais.

    A Bíblia é um pouco vaga sobre as razões do dilúvio. A Bíblia explica: “A terra se perverteu diante de Deus e encheu-se de violência. Deus observou a terra e viu a que ponto de perversão havia chegado toda a humanidade, com suas práticas malignas” (Gênesis 6:11-12 KJA).

    Pervertida de que jeito? Deus queria destruir o mundo por causa de roubos? Mais tarde em Gênesis, as cidades cananeias de Sodoma e Gomorra são destruídas, desta vez por fogo, por causa da perversão sexual. O termo “sodomita” não se refere a alguém que rouba mercadinhos.

    Tente imaginar Hollywood fazendo um filme que ataca sem misericórdia a imoralidade sexual, quando a indústria do entretenimento imita Lady Gaga na questão gay e apresenta a coabitação, o adultério e o aborto como escolhas de estilo de vida.

    O filme “Noé” não é sobre pecado no sentido tradicional, mas “pecado ambiental” — conforme recontado no Evangelho de Santo Al Gore. “E Deus olhou os gases de efeito estufa e eis que não estavam bons. E Ele disse: Que as calotas glaciais se derretam e os níveis dos mares se levantem até que tudo o que reste seja Kevin Costner em seu barco à vela buscando terra seca.”

    Numa entrevista à revista New Yorker, Aronofsky admitiu: “Há uma instrução enorme no filme, uma mensagem forte acerca do dilúvio que está vindo por causa do aquecimento global.” Em outra parte, ele descreve Noé como “o primeiro ambientalista.” A revista Hollywood Reporter faz referências às “mensagens duras de Dia do Juízo Final Ecológico.”

    O culto do aquecimento global tem todas as características de uma religião — profetas (Al Gore, sábios de Hollywood e cientistas numa ganância louca atrás de verbas governamentais de pesquisa), o mal (o motor de combustão interna, fábricas que usam carvão, crescimento populacional), o bem (medidas criadas para reduzir as emissões de CO2) e salvação e redenção (multas draconianas para os poluidores de carbono, rígidos limites na reprodução humana — para apagar as pegadas de carbono — e eventual revogação da revolução industrial). Os dissidentes não são meramente errados, eles são heréticos rotulados de “negadores” da mudança climática. No que depender dos ambientalistas, eles aplicarão a Inquisição na frente do prédio da ONU pela única preocupação dos poluentes liberados pela carne em chamas de suas vítimas.

    Mas o culto do aquecimento global diverge da religião tradicional em dois aspectos significativos. O Judaísmo e o Cristianismo colocam o homem no centro, enquanto a religião do aquecimento global coloca o planeta no centro de tudo. No filme “Noé,” as palavras do primeiro capítulo de Gênesis são colocadas na boca do vilão Tubal-Caim, que diz a Noé que os animais foram criados para uso do homem (que devemos dominar sobre o mundo natural) para provar que essa ideia é muito má.

    Há outra diferença. Geralmente, a religião judaica e cristã não pode ser provada ou refutada, pelo fato de que é baseada em algo fora da razão chamado fé.

    Embora seus adeptos não admitam, a religião do aquecimento global tem também como base a fé — crer na depravação da sociedade industrial e no mal do progresso. Infelizmente para os que a promovem, a religião do aquecimento global é comprovadamente falsa e cada vez mais refutada pela realidade. A terra não está ficando mais quente. As calotas polares não estão se encolhendo. O aumento dos níveis dos mares é insignificante e não existe nenhum Dia do Juízo Final Ecológico no horizonte.

    O planeta Terra tem frequentemente passado por ciclos de aquecimento e resfriamento. Muitos fatores podem afetar o clima, inclusive manchas solares.

    A estação de furacões do ano passado no meio-oeste dos EUA foi a mais branda desde o início da década de 1960. Até mesmo o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (a Santa Inquisição dos alarmistas do aquecimento global) confessa que o aumento médio da temperaturas de superfície parou 15 anos atrás. Eles tentam evitar passar vergonha chamando isso de “pausa” — uma pausa bem longa, pelo visto.

    Em dezembro passado, os cientistas da mudança climática foram à Antártica em busca de evidência para apoiar sua opinião “incontestável” e ficaram presos em mares de gelo que, de acordo com a teoria deles, não deveriam estar ali. O navio deles ficou totalmente preso no gelo. Vários navios quebra-gelo não conseguiram chegar até eles. (O gelo marítimo no Hemisfério Sul atingiu níveis recordes em setembro de 2013 — pelo segundo ano seguido.) Finalmente, eles foram resgatados de helicóptero do navio — salvos pela desgraçada tecnologia. Só faltou efeito especial.

    Em sua segunda semana, as receitas do filme “Noé” afundaram em 60%. Apesar disso, muitas pessoas que assistirem ao filme acreditarão que tem alguma relação com a Bíblia — com extrema liberdade artística, naturalmente.

    O analfabetismo bíblico é epidêmico nos Estados Unidos. Uma pesquisa realizada pela entidade de pesquisa Barna revela que 60% dos americanos adultos não conseguem citar cinco dos Dez Mandamentos. O teólogo batista Albert Mohler escreve que a pesquisa de opinião pública do Barna

    “indicou que pelo menos 12% dos adultos creem que Joana d’Arc é a esposa de Noé. Outra pesquisa de jovens que se formaram da escola secundária revelou que mais de 50% achavam que Sodoma e Gomorra eram marido e esposa. Um número considerável de entrevistados de uma pesquisa de opinião pública indicou que o Sermão da Montanha foi pregado por Billy Graham. Estamos muito encrencados.”

    Tirando proveito dessa ignorância, o filme tem anjos caídos, chamados de Sentinelas, cobertos de pedra como castigo por ajudarem o homem caído dando-lhe tecnologia formada da terra. Parecendo Ents calcificados do “Senhor dos Anéis,” e discernindo a bondade interior de Noé (antes dele ficar maluco), as rochas eternas o ajudam a construir a Arca e o protegem dos filhos de Caim.

    Como Matusalém, Anthony Hopkins fornece mudança divertida e mais revisionismo. O hippie mais velho do mundo vive numa caverna, serve chá alucinógeno e prática bruxaria com uma semente mágica.

    Escrevendo no site Aish.com, o rabino Benjamin Blech dá o alerta: “Saber que milhões de espectadores, depois de verem o filme, internalizarão o Noé de Russell Crowe, assim como muitas outras partes do enredo do filme que não têm nenhuma base na Bíblia ou qualquer outra fonte respeitável, todos os que respeitam a Torá e a guarda de suas verdades deveriam ficar muito preocupados.”

    Depois de passar décadas (séculos se você quiser voltar à Revolução Francesa) tentando destruir o Judaísmo e o Cristianismo, a esquerda está agora os usando para avançar suas causas favoritas. Logo nos cinemas “Sodoma e Gomorra: A Estória Verdadeira” — em que as metrópoles da Mesopotâmia são destruídas por sua “homofobia,” sexismo e desigualdade de renda.

    Do GrassTopUSA: “Noah” – The Bible Meets The Lorax

    Tradução: Julio Severo.

  3. Assisti esse filme e sinceramente uma DECEPÇÃO!!!
    Além de um cenário com personagens de transformers…a esposa de Noé com calça JEANS…rsrs…muito sem noção….eu nem lembrava que esse filme era de 5 mil antes de Cristo…pois pareciam tão modernos, só faltou eles usarem um relógio pra marcar o tempo…muito ruim…ruim a interpretação do ator…afffffffffff

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