Famílias convertidas ao Evangelho que se negaram a renunciar a Jesus são expulsas de aldeia

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Um grupo de seis famílias foi expulso de sua aldeia por se recusar a negar sua fé em Jesus Cristo. O caso foi registrado no Laos, país o sudeste asiático que é considerado um dos mais perigosos para cristãos.

As 25 pessoas fazem parte da etnia Hmong, e foram obrigadas a deixar suas casas sem poder levar nenhum de seus pertences.

De acordo com informações da Missão Portas Abertas, as autoridades disseram que a razão para a expulsão das famílias é religiosa. Os demais moradores não aceitaram a decisão deles em se converter ao cristianismo e tentaram forçá-los a renunciar a fé e retornar ao animismo, religião majoritária na aldeia.

Há pouco mais de cinco meses foi registrado outro episódio de perseguição religiosa na mesma aldeia. Dois cristãos foram presos por não acatarem o ultimato de renúncia a Cristo. As autoridades locais decidiram despejar imediatamente as famílias, e o ancião patriarca da família de um dos homens morreu durante o tumulto, o que tornou a situação ainda mais delicada.


Laos

O pequeno país asiático ocupa a 21ª posição no ranking de perseguição religiosa atualizado anualmente pela Missão Portas Abertas.

Há pouco mais de dois anos, a prisão de um cristão se tornou notícia em todo o mundo porque o motivo seria a pregação feita por ele que resultou na conversão de 300 pessoas ao cristianismo.

Oficialmente, a Constituição do país permite a liberdade religiosa, mas a sociedade considera como religiões aceitáveis apenas o budismo, bramanismo e animismo. O cristianismo é visto como uma religião estrangeira, e repudiada pela maior parte das pessoas.

De maneira recorrente, as autoridades tem pressionado os convertidos ao Evangelho a abandonarem sua fé e interrompem os cultos e reuniões do grupo, sob ameaça de expulsão das aldeias.

2 COMENTÁRIOS

  1. A Paz seja Convosco! Amados irmãos, mantenham-se fortes, ó amados por Cristo! Não recuem jamais! Vóz sois o Sal da Terra! Não permitam que ninguém voz calem! Nós, os Cristãos Protestantes das Américas, (de todas as denominações) estamos em “vigília” e em “oração” por vocês!
    “- Porquanto, qualquer que se envergonhar de Mim e das Minhas Palavras, também o Filho do Homem se envergonhará Dele.”(Marcos 8:38)”. Fiquem na Paz do Senhor! Saudações de seus irmãos em Cristo, Nivaldo e Ude, de Balneário Camboriú, Santa Catarina, Brasil.

  2. Jota Oliveira.

    Cabe a gente apelar aos líderes de todas as religiões que se compadecem do próximo, no caso, uma mãe presa nas prisões, no caso um marido sem sua mulher, no caso, filhos sem sua mãe há cinco anos.

    O que é que querem do ser humano, acaso a bestialidade?

    Será que nos conforta enquanto religiosos proféticos saber que mais uma cristã está sendo crucificada?

    Nós não fazemos isso com os muçulmanos e nem com qualquer igreja, então de que adianta a gente ter um papa, um pastor, um dirigente da ONU, os nossos governantes, os nossos embaixadores, os nossos diplomatas para um diálogo aberto com os líderes desses grupos religiosos, com os governantes dessas nações que recorrem a esse tipo de coisa?

    Ora, por favor, ante a inércia, que abandonem os seus cargos, se não se sentem no direito e no dever/poder de discutir o assunto, que larguem.

    É muito fácil ter status do cargo, todavia nada fazer e deixar brigar pelo que acha que é desumano.

    Senhores, não estou falando de guerra.

    Estou dizendo que o papa e os demais líderes convidem a todos, indo pastores, indo mulás, indo rabinos, todos num só ideal, o de conversar, mesmo que não frutifique em nada no primeiro momento.

    Nós estamos esquecendo não um cristã. Em verdade o nosso próximo está sendo imolado e nós. em face de que a bíblia prega que nos finais dos tempos muitos morreriam pelo Cristo, apenas nos regalamos com mais uma morte, o prenúncio de sua vinda, oh Cristo. Isso chega a ser irônico, pois estamos falando de matança consentida e morte aceita em nome de um “fim do mundo.”

    Nós nos acomodamos e em nossas igrejas apontamos as estatísticas dizendo que Cristo realmente está próximo ante o número crescente de assassinatos de cristãos, ou seja, tudo é slogan, tudo é contemplação alegre de que em havendo mártires, nossas igrejas se alegrem.

    Ninguém procura um diálogo, um sentar junto, um olho no olho, uma tentativa de mostrar que quem sofre é um ser humano com cara e rosto.

    A cadeia é vazia de sentimentos, é lugar de angustia.

    Os filhos sofrem, o marido vai a busca de outra mulher?

    Um viúvo de mulher viva,

    Uma casa sem o amor de uma mãe, sem a gestão da dona de casa.

    Não, não são essas coisas pra gente se preocupar, mas apenas um número que comprova a volta de Cristo.

    Insensatos, pois vocês ocupam cargos e não fazem às vezes do mesmo, ou seja, as funções que deveriam, dentre elas o diálogo.

    Garanto uma coisa, que ninguém deixaria pra trás se fosse discussão em torno de uma mercadoria da pauta de exportação e importação dos seus países;

    Cadê este povo do Brasil que enche a boca pra dizer que é o país de maior número de católicos do mundo?

    Cadê nossas embaixadas, nossa presidenta, acaso essa mulher não é mulher também não como ela?

    Quer dizer que é assim: rá morrendo? Deixa morrer.

    Nisso que nos tornamos?

    Será preciso que Cristo volte mesmo.

    Se bem que Ele deva voltar mais pelo descaso com o nosso próximo, e enquanto isso o próximo vai morrendo.

    Cadê o bom samaritano dentro d”agente? A passagem pregada por Cristo é utopia?

    Uma mulher caída, destroçada, com tudo dela roubado, e agente não fala com medo dos do Islã? Assim é muito fácil ser cristão.

    Nunca seremos igual ao pequeno Davi, que pra defender seu rebanho e seu povo enfrentou urso, leão e depois um gigante, ou seja, expôs a sua vida, enquanto nossos líderes sequer abrem a boca em prol de um dialogo,enfim, as nossas autoridades se curvam, pois sequer oferecem asilo político a essa mulher, vez que estar sendo pessoa não grata em seu país.

    Que feio, uma mulher que é a terra do homem, a que gera filhos, mas nós calados, nós sem nenhum plano, sem estratégia alguma.

    Não somos filhos do Deus vivo, sim vermes.

    Mas mais verme ainda são nossas autoridades religiosas e seculares, não apenas a que a pune essa mulher, mas as que não levantam a voz contra o ato de covardia.

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