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Fanática religiosa esquarteja os pais para pagar dízimo na Igreja Universal. Veja o vídeo

Comments (109)
  1. André disse:

    AAAHHH, isso é apelação…hehe…é doida, então bota aí que é da Universal…sai fora irmau…hehe..

  2. priscilla disse:

    A Realidade tem que ser mostrada, a questão aqui é que: os responssáveis pela obra, pela OBRA DE DEUS, tem que ensinar o que tem na bíblia e os primeiros fundamentos, principalmente dos que estão iniciando na obra são os mandamentos de Deus, os frutos do Espírito Santo de Deus para que as pessoas não venham confundir. Dízimo é uma questão de fé, mas nunca vi na palavra de Deus que para você chegar onde quer chegar ou para dar algo a casa de Deus, para a MANUTENÇÃO, você tem que matar, roubar ou destruir. isso é a obra do inimigo de nossas Almas, então, você que estão iniciando uma comunhão com Deus, se informe, coloque diante de Deus para que venham ter a sabedoria da parte do Senhor, para que não tenha setas, nem espirito de loucura ou confusão na mente do povo de Deus.

  3. levi varela disse:

    Lília,

    Tem um adágio popular que fala da dificuldade de ensinar caminho certo para doido.

    Assim, se é difícil os bons de juízo aceitar e pagar dízimo, imagine ensinar a uma pessoa desprovida das faculdades mentais, então não posso computar ao pastor possível falha no ensinamento, eu acho mais prudente, posso até estar errado, assim como ela que matou os pais para acertar dízimo, talvez acho que nem seja isso, apenas desculpa de amarelo.

  4. rodrigo disse:

    ESSA É APENAS MAIS UMA NOTICIA……….
    NA UNIVERSAL ELES SUFOCAM POR DINHEIRO….ESTÃO IGUAL A IGREJA CATOLICA….ESTÃO COBRANDO UM PEDACINHO DO CÉU.
    JESUS VOLTA LOGO….MARANATA!

  5. josevaldo disse:

    o diabo está segando muuitos de vcs,querendo culpar a iurd qdo nao tem nada haver!vao tomar banho.

  6. neidemoreira disse:

    O diabo esta literalmente tentando acabar com o povo de Deus; uma pessoa que cometeu um crime barbaro desse falar da palavra de Deus.E ainda dizer que frequenta alguma igreja;na minha opinião ela esta sendo usada por sátanas.Que Deus tenha misericordia da vida dela!!!!!

  7. José Carlos de Oliveira disse:

    A paz do Senhor Jesus.

    Com os puros me mostrarei puro, diz a bíblia. Quando se pede dinheiro nas reuniões do povo de Deus sem uma luz, um entendimento vindo do Espírito Santo, dá-se a impressão que estamos sendo explorados. Nossos ouvidos, nossa percepção espiritual ficam incomodados. Há vários e vários pregadores que não buscam esse entendimento de Deus por preguiça ou porque pensão que só porque a bíblia fala de dízimos e ofertas, eles, então pensam que já tem autoridade para pedir. Falta um certo pudor, respeito para com a inteligencia dos irmãos que frequentam certas reuniões. Falta a paciencia de esperar Deus fazer a obra, trazer a luz, a alegria do Senhor para que haja uma oferta voluntária e de cheiro agradável. Esse me dá, me dá nos púlpitos, na verdade me cheira muito mal. Essa moça que matou os pais foi infectada por esse mal cheiro. com certeza, há outros fatores psicólogicos e de caráter que estão por trás dessa trajédia. Imaginem a confusão mental que o diabo fez na cabeça dessa jovem? Esse fato nos adverte da importância do salvo em Cristo buscar o ensinamento do Espírito Santo que jamais nos deixará confundido. E serão todos ensinados por Deus, disse Isaias. É isso.

  8. marcelo vicente ferreira disse:

    quen e de Deus vence quen nao e vai fica com o falço profeta

  9. Hubner disse:

    O dízimo, segundo a Palavra de Deus

    Em nenhum lugar nas Escrituras Sagradas você vai encontrar pessoas devolvendo dízimos em dinheiro. Na Bíblia, o dízimo está associado a cereais e rebanhos, ou seja, frutos da terra em geral. Antes do período da lei, Abrão (mais tarde chamado Abraão) deu os dízimos dos bens que havia conquistado dos inimigos (Gênesis 14:16-20) durante uma batalha. Melquesedeque saiu ao encontro de Abraão porque era rei de Salém, e recebeu o tributo. Isso aconteceu uma única vez e não há mais registros de que Abraão tenha dizimado depois.

    Quando as Escrituras Sagradas começaram a ser redigidas (por volta do ano 1500 antes de Cristo), o dinheiro (em hebraico כסף) já existia, conforme Gênesis 17:12, Deuteronômio 14:25, Êxodo 12-44, Números 3:49, 1 Reis 21:2, etc. Apesar disso, o povo deveria seguir as determinações de Deus e dizimar apenas dos rebanhos e cereais, conforme escrito em Deuteronômio 14:22, Levítico 27:30, Êxodo 34:2; 26, 1 Samuel 8:17, etc.

    “Também todas as dízimas do campo, da semente do campo, do fruto das árvores, são do SENHOR; santas são ao SENHOR.” (Levítico 27:30)

    Desse modo, as pessoas que exerciam outras profissões, tais como artesãos (Êxodo 31:3-5), copeiros e padeiros (Gênesis 40:1-2), carpinteiros e pedreiros (II Samuel 5:11), músicos (I Reis 10:12), alfaiates (Êxodo 28:3), mestres-de-obras (I Reis 5:16), ourives, pescadores, mercadores, coletores de impostos, guardas, cozinheiros, não poderiam dar dízimos, mas apenas ofertar.

    Na Bíblia, Deus não recebeu dízimo em dinheiro, apesar de existir o dinheiro, e ninguém pode provar o contrário. Observe:

    “Separem o dízimo de tudo o que a terra produzir anualmente. Comam o dízimo do cereal, do vinho novo e do azeite, e a primeira cria de todos os seus rebanhos na presença do Senhor, o seu Deus, no local que ele escolher como habitação do seu Nome, para que aprendam a temer sempre o Senhor, o seu Deus. Mas, se o local for longe demais e vocês tiverem sido abençoados pelo Senhor, pelo seu Deus, e não puderem carregar o dízimo, pois o local escolhido pelo Senhor para ali pôr o seu Nome é longe demais, troquem o dízimo por prata, e levem a prata ao local que o Senhor, o seu Deus, tiver escolhido. Com prata comprem o que quiserem: bois, ovelhas, vinho ou outra bebida fermentada, ou qualquer outra coisa que desejarem. Então juntamente com suas famílias comam e alegrem-se ali, na presença do Senhor, do seu Deus.” (Deuteronômio 14:22-26)

    Como vimos, Deus não aceitaria a prata no lugar do dízimo, ou seja, o dinheiro no lugar dos frutos da terra, mas permitiria, por causa de uma longa distância, a troca do dízimo por prata, por ser fácil de transportar, mas com a condição de o dizimista (homem do campo), já no local indicado por Deus, comprar o que quiser para ali “comer do seu dízimo” e se alegrar na presença do Senhor Deus, o nosso mantenedor.

    Quem não era fazendeiro poderia colaborar com ofertas de alimentos, incenso, utensílios (Neemias 13:5) e também dinheiro:

    “E disse Joás aos sacerdotes: Todo o dinheiro das coisas santas que se trouxer à casa do Senhor, a saber, o dinheiro daquele que passa o arrolamento, o dinheiro de cada uma das pessoas, segundo a sua avaliação, e todo o dinheiro que trouxer cada um voluntariamente para a casa do Senhor,” (2 Reis 12:4)

    Algumas ofertas deveriam ser feitas obrigatoriamente em dinheiro, como a do arrolamento citado na referência acima, em obediência ao escrito em Êxodo 30:13-16.

    Consideradas essas coisas, podemos concluir que a igreja, no período atual, vem utilizando a palavra “dízimos” equivocadamente e fora do seu contexto original.

    Atualmente, muitas denominações ensinam que os crentes devem dar 10% do salário, caso desejem ter uma vida financeira abundante e intocada pelo devorador. Quem não dá o dízimo, dizem alguns, está sujeito à ação do devorador, é ladrão e está roubando a Deus. Para sustentar esse ensinamento equivocado, utilizam indevidamente o capítulo 3 de Malaquias, que não está dirigido à igreja, mas apenas à nação de Israel, sob o regime da lei (Malaquias 4:4).

    A Palavra de Deus nos ensina, no entanto, que toda maldição (inclusive a do devorador) foi desfeita com o sacrifício de Cristo (Gálatas 3:13), pelo menos para os que creem nisso. Porém se o crente ainda deseja se justificar pelas obras da lei, o tal permanece sobre o efeito de qualquer maldição (Gálatas 3:10), inclusive a do devorador.

    É importante esclarecer que o devorador não é um demônio, como alguns pensam, mas sim uma espécie de gafanhoto. Observe essa passagem:

    “O que o gafanhoto cortador deixou o gafanhoto peregrino comeu; o que o gafanhoto peregrino deixou o gafanhoto devastador comeu; o que o gafanhoto devastador deixou o gafanhoto devorador comeu.” (Joel 1:4) Nova Versão Internacional.

    As Escrituras Sagradas nos alertam para a possibilidade de passarmos até por alguns apertos. O próprio apóstolo Paulo padeceu necessidades, enfrentando até mesmo a fome, porque não tinha dinheiro:

    “porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade.” (Filipenses 4:11-12)

    O profeta Malaquias não se dirigiu à igreja, do contrário Deus estaria entrando em uma irreparável contradição ao prometer bênçãos e prosperidade, mas ao mesmo tempo permitindo que os crentes, inclusive dizimistas, enfrentassem necessidades tão grandes, como as que Paulo enfrentou.

    Outra questão importante é acerca da legitimidade para receber dízimos (frutos do campo). Quem pode atualmente tomar dízimos, segundo a Palavra de Deus?

    “E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão.” (Hebreus 7:5)

    Portanto atualmente ninguém no mundo tem autorização, segundo a lei, para tomar dízimos do povo. Nem mesmo entre os judeus legalistas em Israel, pois não há mais templo e levitas servindo como sacerdotes.

    Considerando que o dízimo só poderia ser dado por agricultores e criadores de rebanhos, e que o Senhor Jesus Cristo cumpriu toda a lei com perfeição e sem cometer qualquer tipo de pecado, podemos concluir que Jesus não dizimou no templo e nem cobrou dízimos de qualquer pessoa por dois motivos muito simples: o primeiro é porque Ele exerceu o ofício de carpinteiro (Marcos 6:3), e não de produtor rural; o segundo é porque não pertenceu à tribo de Levi, mas a de Judá.

    “Visto ser manifesto que nosso Senhor procedeu de Judá, e concernente a essa tribo nunca Moisés falou de sacerdócio.” (Hebreus 7:14)

    Desse modo, é incorreto afirmar que Jesus Cristo, em Mateus 23:23, esteja cobrando dízimos da igreja. Nessa passagem, o Senhor repreendeu duramente os escribas e os fariseus por se preocuparem com as coisas mínimas da lei, mas desprezarem as que importavam mais: o juízo, a misericórdia e a fé.

    “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas.” (Mateus 23:23)

    Repare que o dízimo dado pelos fariseus e pelos escribas era constituído apenas de produtos do campo. Eles eram tão meticulosos que se preocupavam com coisas mínimas, mas esqueciam das mais importantes. Perceba que o Senhor Jesus não incluiu o dinheiro na relação, apesar de haver grande circulação de moedas romanas naquele tempo (Mateus 22:19-21).

    O fato de Jesus Cristo ter falado para os fariseus não omitirem o pagamento dos dízimos não dá respaldo algum para o pagamento de dízimos pelos crentes, e ainda mais em dinheiro. É preciso compreender que o Senhor Jesus está se dirigindo a pessoas que viviam sob o regime da lei.

    Dizer que a igreja deve devolver dízimos só porque a palavra dízimos apareceu no evangelho não é um argumento válido. Nem tudo que está no evangelho se aplica para a igreja ou para a sua vida. Por exemplo, o evangelho informa que o Senhor Jesus foi circuncidado ao oitavo dia (Lucas 2:21), mas isso não significa que você tenha que fazer o mesmo só porque esse texto está no Novo Testamento. Observe ainda a passagem abaixo, retirada também do evangelho:

    “E, eis que veio um leproso, e o adorou, dizendo: Senhor, se quiseres, podes tornar-me limpo. E Jesus, estendendo a mão, tocou-o, dizendo: Quero; sê limpo. E logo ficou purificado da lepra. Disse-lhe então Jesus: Olha, não o digas a alguém, mas vai, mostra-te ao sacerdote, e apresenta a oferta que Moisés determinou, para lhes servir de testemunho.” (Mateus 8:2-4)

    Atualmente, se alguém é curado milagrosamente por Deus, o que recebeu a cura não precisa guardar segredo e nem muito menos pagar a oferta determinada por Moisés. Hoje ela deve contar isso para o maior número de pessoas, a fim de dar testemunho do poder do SENHOR para honra e glória de Deus.

    Para compreender as Escrituras Sagradas, é necessário obter inspiração do Espírito Santo, considerando o contexto, o momento histórico, os destinatários, costumes locais (como rasgar as vestes, lançar poeira para o alto), etc.

    Na Bíblia não existe qualquer mandamento para a igreja no sentido de arrecadar dízimos e muito menos que esses dízimos sejam dados ou devolvidos em dinheiro.

    Todavia, encontramos algumas instruções no sentido de a pessoa contribuir para socorrer os mais carentes (1 Coríntios 16:1-3). Hoje, as contribuições podem ser utilizadas para alimentar e vestir os mais necessitados, distribuir exemplares da Bíblia e mensagens de evangelismo, possibilitar a pregação da Palavra de Deus nos pontos mais distantes (existem custos), permitir o funcionamento dos locais de reunião (limpeza, água, luz, aluguel), custear a vida sem extravagâncias de obreiros (Mateus 10:10; 1 Timóteo 5:18) que vivam exclusivamente em prol da obra de Deus. Se o obreiro de Deus possuir emprego, há recomendação bíblica para que não seja pesado aos demais. Tudo deve ser feito com muita transparência e temor a Deus.

    O valor a ser destinado para a obra é pessoal (2 Coríntios 9:7), conforme a renda (1 Coríntios 16:2), liberal (2 Coríntios 9:5) e, por mais incrível que pareça, dentro das possibilidades financeiras (2 Coríntios 8:12), a fim de que não se sobrecarregue financeiramente (2 Coríntios 8:13). Leia as referências bíblicas indicadas e constate por si mesmo.

    Ao observarmos o capítulo 4 de Atos, do versículo 32 ao 35, não encontraremos qualquer indício de que a igreja primitiva devolvesse dízimos. Segundo as Escrituras Sagradas, os membros possuíam todas as coisas em comum. Quando chegava um novo convertido, este vendia suas herdades, apresentava o valor diante dos apóstolos e dos demais e imediatamente o valor era dividido entre todos, inclusive entre os membros, de acordo com a necessidade de cada um, o que justifica o fato de não haver necessitado na igreja. Esse modelo de igreja acabou muito rápido.

    Colabore com a sua congregação, ajude sua família, socorra os mais necessitados, faça tudo dentro das suas possibilidades.

    O “dízimo em dinheiro” foi inventado no século V, pela igreja Católica, embora essa prática tenha adquirido força somente a partir do século VII. É importante lembrar que a igreja evangélica surgiu da católica, o que justifica o fato de esse procedimento ter sido preservado, juntamente com alguns outros incorretos.

    Atualmente, o dízimo em dinheiro é mais comum nas Américas e em parte da Europa. No Brasil, é difícil encontrar uma congregação que não mencione o dízimo, mas isso não é motivo para não congregar.

    “Reparte com sete, e ainda até com oito, porque não sabes que mal haverá sobre a terra.” (Eclesiastes 11:2)

    Espero que o Espírito de Deus possa falar melhor ao seu coração.

  10. mitch disse:

    semelhança extrema com o caso de lizzie borden….pai deitado no sofa e cabeça amaçada e a mãe no quarto… se eu acreditasse em espiritos diria q nossa querida e devotada lizzie borden estaria brincando por ai,,,,kkk mas isso é alienação gente,,,abre o olho pro q ta ao seu redor.,,,nao pro q um pastor diz q esta ,,,,

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