Feministas cristãs se reúnem nas redes sociais para discutir temas tidos como polêmicos nas igrejas

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O feminismo é um movimento que, atualmente, tem se espalhado com maior intensidade e protagonizado protestos em favor da legalização do aborto, por exemplo. E agora, surge um movimento paralelo, formado por cristãs que se identificam também como feministas.

No Facebook, existem alguns grupos dedicados a mulheres que pregam a conciliação da fé cristã com o movimento feminista. Thayô Amaral, 21 anos, criadora do grupo Feministas Cristãs, disse à BBC que sua luta é contra um preconceito duplo.

“Nos sentimos minoria tanto dentro da igreja quanto dentro do movimento [feminista”, afirmou. “Perguntam como podemos ser cristãs se as religiões cristãs oprimem as mulheres há milênios. Nós tentamos mostrar que existe a religião e existe a fé. A minha fé é a cristã, mas isso não significa que eu concorde com a opressão que a religião impõe às mulheres”, acrescentou.

Sobre a reunião nas redes sociais, Thayô diz que o espaço é propício para a troca de ideias sem se preocupar com censura: “No grupo, podemos discutir coisas que não conseguimos nem no meio feminista, por sermos cristãs, e nem no meio cristão, onde sofremos bastante rejeição”.


Nesse espaço, as feministas cristãs discutem sobre masturbação, aborto, laicidade do Estado e homossexualidade, sempre com diversos pontos de vista. “Acontece muito de as meninas entrarem no grupo, verem os posts e dizerem: ‘aqui tem coisas sobre as quais eu sempre quis falar, mas nunca pude, porque nunca achei ninguém que estivesse disposto a falar comigo sobre isso’”, revelou.

Uma das participantes do grupo, Guísela Araújo, passou a ser feminista depois que sua irmã foi assassinada pelo ex-namorado, em 2010. Desde então, deixou a igreja por não ter espaço para se expressar: “Estou buscando uma igreja, porque é difícil encontrar um espaço em que eu consiga atuar com liberdade, dentro das coisas que eu acredito. Nasci na Assembleia de Deus, mas falar de feminismo lá é muito complicado. A igreja é onde eu quero estar porque acho que há muito a ser feito”, resume, pontuando que continua à busca de um espaço para ser ouvida.

21 COMENTÁRIOS

  1. A mulher sempre teve o seu papel de super importância na história Bíblica e como também de hoje, que nem sempre é o mesmo que os homens, em fim.. O que realmente importa nesse “Movimento Feminista é que ele NÃO Leve nem Induzem as mulheres a práticas contra a Bíblia Sagrada. Não saindo do quadro Bíblico, não vejo problema.

  2. Existem, hoje, por exemplo, tendências que apresentam a maternidade como um fardo que a mulher deve suportar, que a amarra nos meses de gestação do filho, e posteriormente durante os anos de sua educação. Desta perspectiva, a mulher se realizaria plenamente apenas na vida profissional, na defesa ao ultraje à própria liberdade e autonomia. Claro está que, nesta visão, os filhos se apresenta como inimigos da pretendida felicidade da mulher. Se crê que a mulher ficará prisioneira da família e dos filhos, e que não se poderá realizar. Contudo, as mulheres que compreendem sua vocação à maternidade e a vivem com amor são pessoas totalmente realizadas, alegres, felizes, com uma profunda plenitude humana e uma especial irradiação espiritual.

    As feministas, em seu anseio por uma igualdade utópica e injusta, lutam contra esse ensino profundamente cristão. Para elas, o papel da mulher no lar, tal como ensina a Igreja, é uma humilhação. O lar, dizem, não é a vocação principal da mulher casada. Deve ela realizar-se no trabalho, primeiramente. Quão cegas andam… Ademais, o feminismo é um movimento machista por excelência: então as mulheres só serão dignas se forem iguais ao homem?

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    “Desenvolvimento, maturidade, emancipação da mulher,, não devem significar uma pretensão de igualdade — de uniformidade — com o homem, uma imitação do modo de atuar masculino: isso seria um logro, seria uma perda para a mulher; não porque ela seja mais, mas porque é diferente. Num plano essencial — que deve ser objeto de reconhecimento jurídico, tanto no direito civil como no eclesiástico —, aí, sim, pode-se falar de igualdade de direitos, porque a mulher tem, exatamente como o homem, a dignidade de pessoa e de filha de Deus. Mas, a partir dessa igualdade fundamental, cada um deve atingir o que lhe é próprio; e, neste plano, dizer emancipação é o mesmo que dizer possibilidade real de desenvolver plenamente as virtudes próprias; as que tem em sua singularidade e as que tem como mulher. A igualdade perante o direito, a igualdade de oportunidades em face da lei, não suprime, antes pressupõe e promove essa diversidade, que é riqueza para todos.”

    “Tanto como na vida do homem, ainda que com matizes muito peculiares, o lar e a família ocuparão sempre um lugar central na vida da mulher: é evidente que a dedicação aos afazeres familiares representa uma grande função humana e cristã. Isto, porém, não exclui a possibilidade de uma ocupação em outros trabalhos profissionais — o do lar também o é —, em qualquer dos ofícios e empregos nobres que há na sociedade em que se vive.”

    “Embora sua vocação essencial, para a mulher casada, seja no lar, como companheira do marido e educadora dos filhos, “isso não se opõe à participação em outros aspectos da vida social e mesmo da política, por exemplo. Também nesses setores pode a mulher dar uma valiosa contribuição, como pessoa, e sempre com as peculiaridades de sua condição feminina; e assim o fará na medida em que estiver humana e profissionalmente preparada.” Josemaria Escrivá. Questões atuais do cristianismo, 87)

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    A mulher participa cada vez mais e com maior competência e profissionalismo no vasto mundo profissional, social, econômico, cultural, político. Nossa sociedade necessita desse toque feminino que transforma as relações frias e burocráticas em relações calorosas e cheias de vida.

  3. Não sei porque mulheres e homens insistem nesta rivalidade
    pois Deus fez um para o outro, cada um com suas habilidades. Não sou à favor deste negócio de feminismo, mas sou à favor do respeito mútuo.

  4. Feministas “cristãs”? Isso não é possível. Ou é feminista ou é cristã. Se, supondo ser crista, se diz feminista, é prova de que nunca se converteu. Ainda está morta e nem sabe.

    • HERNANDES

      “Feministas “cristãs”? Isso não é possível. Ou é feminista ou é cristã. Se, supondo ser crista, se diz feminista, é prova de que nunca se converteu. Ainda está morta e nem sabe.”

      Parece você está misturando conceitos diferentes.
      O que tem a ver “feminismo” com “cristianismo”?
      Vc nem sabe o que é feminismo, pelo que li.
      Só podia ser homem, para escrever uma asneira desse calibre.
      A qual será posta abaixo a seguir.

      Não faz muito tempo, a mulher era considerada inferior ao homem.
      O nosso antigo Código Civil, lançado em 1918, colocava o homem como chefe da sociedade conjugal e ainda dizia “todo HOMEM é capaz dos atos da vida civil”.
      O novo, de 2002, estabelece que toda “PESSOA é capaz dos atos da vida civil”.

      As mulheres eram “relativamente incapazes”, havia coisas que elas não podiam fazer, sem autorização do pai / marido.
      Numa época em que o adultério era crime, apenas as mulheres eram punidas.
      Os homens adulteravam também, mas sempre saiam livres, pois promotores, delegados e juízes eram todos homens.

      Por isso o adultério foi descriminado, estava patente que a lei só punia um lado.
      Vemos na nossa Bíblia um caso em que um bando de homens levou até Jesus uma mulher acusada de adultério, crime que a lei judaica punia com o apedrejamento.

      Mas para haver adultério são necessárias duas pessoas: um homem e uma mulher.
      Eles levaram até Jesus só a mulher, mas e o homem, onde estava?
      Sinal de que a injustiça contra a mulher vem de longe.

      Quando o sábio Jesus mandou que atirasse a primeira pedra, todos eles em silêncio abandonaram o local, mas por que?
      Porque todos já haviam traído, adulterado…
      O peso da autoridade moral de Jesus lhes atingiu a consciência.
      Ninguém atirou pedra nenhuma na mulher.

      Jesus, porém, nem por isso aprovou o ato da mulher adúltera.
      Ele protegeu a adúltera, não o adultério, dizendo “vai e não peques mais”….

      O feminismo surgiu assim, quando a mulher disse “Não” às velhas injustiças, algumas sancionadas pelas leis e “Não” à pretensa inferioridade em relação ao homem.
      Reivindicando seu lugar na sociedade, seus direitos.
      Conta-se que para o homem moralmente atrasado, o direito é o da força.

      Em toda a história da humanidade, o homem se impôs pela força bruta.
      Até hoje, em muitas sociedades, a força impera, como nos países islâmicos do Oriente.
      Quem já leu em português o Alcorão, livro “sagrado” dos muçulmanos, viu muita coisa escrita contra a mulher, e o que é pior, dizem que foi ordenado por “Deus” (que é um homem).

      “ALLAH FEZ O HOMEM SUPERIOR À MULHER”.

      “A MULHER É COMO UM CAMPO, QUE O HOMEM PODE USAR COMO QUISER”.

      “NAS HERANÇAS, A PARTE QUE CABE AO HOMEM É O DOBRO DA MULHER”.

      “O TESTEMUNHO DE UMA MULHER VALE METADE DO DE UM HOMEM”.

      Tudo o que se vê ali era moeda corrente na Arábia do século VII, época de Mohammed, considerado por eles como mensageiro de Allah (“Deus” em árabe).
      E assim como o “Livro” não pode ser alterado em uma letra sequer, os praticantes dessa religião também não mudaram, mesmo passados muitos séculos.

      Ainda crentes que o próprio Deus aprova a brutalidade e a injustiça contra a mulher, mantida submissa e calada sob ameaça.
      São pouco evoluídos moralmente esses homens, então a força é o direito, a lei.

      É a lei da selva, a lei do mais forte.
      Joguem um osso no meio de um bando de cães, para ver um deles vencer a disputa e pegar o alimento para si.

      Estamos no século 21, a evolução da humanidade caminha devagar, ainda estamos longe de um resultado satisfatório, mas bem melhor que no passado.
      Em países como Irã, Iraque, Síria e Afeganistão ainda impera a barbárie, mas em outros já vemos o esclarecimento desejado, de que o homem é parceiro da mulher, não seu senhor.

      O homem é biologicamente mais forte que a mulher, sempre foi e sempre será.
      E muitas coisas a mulher faz melhor que o homem.
      Sinal de que o Criador lhes deu tarefas terrenas diferentes.
      Porém, deu a força ao forte para proteger o fraco, não para dominá-lo.

    • HERNANDES

      “Feministas “cristãs”? Isso não é possível. Ou é feminista ou é cristã. Se, supondo ser crista, se diz feminista, é prova de que nunca se converteu. Ainda está morta e nem sabe.”

      Parece você está misturando conceitos diferentes.
      O que tem a ver “feminism0” com “cristianism0”?
      Vc nem sabe o que é feminism0, pelo que li.
      Só podia ser homem, para escrever uma asneira desse calibre.
      A qual será posta abaixo a seguir.

      Não faz muito tempo, a mulher era considerada inferior ao homem.
      O nosso antigo Código Civil, lançado em 1918, colocava o homem como chefe da sociedade conjugal e ainda dizia “todo HOMEM é capaz dos atos da vida civil”.
      O novo, de 2002, estabelece que toda “PESSOA é capaz dos atos da vida civil”.

      As mulheres eram “relativamente incapazes”, havia coisas que elas não podiam fazer sem autorização, mesmo na maioridade.
      Numa época em que o adultéri0 era crime, apenas as mulheres eram punidas.
      Os homens adulterav@m também, mas sempre saiam livres, pois promotores, delegados e juízes eram todos homens e quase todos tão m@chistas quanto os réus.

      Por isso o adultéri0 foi descriminalizado, estava patente que a lei só punia um lado.
      Vemos na nossa Bíblia um caso em que um band0 de homens levou até Jesus uma mulher acusada de adultéri0, crime que a lei judaica punia com o apedrejamento.

      Mas para haver adultéri0 são necessárias duas pessoas: um homem e uma mulher.
      Eles levaram até Jesus só a mulher, mas e o homem, onde estava?
      Por que ela ia ser apedrejada e ele não?
      Sinal de que a injustiç@ contra a mulher vem de longe.

      Quando o sábio Jesus mandou que atirasse a primeira pedr@, todos eles em silêncio abandonaram o local, mas por que?
      Porque todos já haviam traíd0, adulterad0…
      O peso da autoridade moral de Jesus lhes atingiu a consciência.
      Ninguém atirou pedr@ nenhuma na mulher.

      Jesus, porém, nem por isso aprovou o ato da mulher adúlter@.
      Ele protegeu a adúlter@, não o adultéri0, dizendo “vai e não peques mais”….

      O feminismo surgiu assim, quando a mulher disse “Não” às velhas injustiças, algumas sancionadas pelas leis e “Não” à pretensa inferioridade em relação ao homem.
      Reivindicando seu lugar na sociedade, seus direit0s.
      Conta-se que para o homem moralmente atrasad0, o direito é o da força brut@.

      Em toda a história da humanidade, o homem se impôs pela força.
      Até hoje, em muitas sociedades, a força impera, como nos países islâmicos do Oriente.
      Quem já leu em português o Alcorão, livro “sagrado” dos muçulmanos, viu muita coisa escrita contra a mulher, e o que é pior, dizem que foi ordenado por “Deus” (que é um homem).

      “ALLAH FEZ O HOMEM SUPERIOR À MULHER”.

      “A MULHER É COMO UM CAMPO, QUE O HOMEM PODE USAR COMO QUISER”.

      “NAS HERANÇAS, A PARTE QUE CABE AO HOMEM É O DOBRO DA MULHER”.

      “O TESTEMUNHO DE UMA MULHER VALE METADE DO DE UM HOMEM”.

      Tudo o que se vê ali era costume generalizado na Arábia do século VII, época de Mohammed, considerado por eles como mensageiro de Allah (“Deus” em árabe).
      E assim como o “Livro” não pode ser alterado em uma letra sequer, os praticantes dessa religiã0 também não mudaram, mesmo passados muitos séculos.

      Ainda crentes que o próprio Deus aprova a brut@lidade e a injustiça contra a mulher, mantida submiss@ e calad@ sob ameaç@.
      São pouco evoluídos moralmente esses homens, então a força é o direito, é a única lei.

      Estamos no século 21, a evolução da humanidade caminha devagar, ainda estamos longe de um resultado satisfatório, mas bem melhor que no passado.
      Em países como Irã, Iraque, Síria e Afeganistão ainda impera a barbárie, mas em outros já vemos o esclarecimento desejado, de que o homem é parceiro da mulher, não seu senh0r.

      O homem é biologicamente mais forte que a mulher, sempre foi e sempre será.
      E muitas coisas a mulher faz melhor que o homem.
      Sinal de que o Criador lhes deu tarefas terrenas diferentes.
      Porém, deu a força ao forte para proteger o fraco, não para dominá-lo.

  5. Existem feministas e feministas, assim como existem bons cristãos e maus cristãos. Eu estou ajudando uma menina que está criando um movimento feminista, em uma cidade onde não há delegacia para mulheres, onde as meninas não são encorajadas a estudar e buscar sua independência financeira, e vivem reféns de homens violentos. Feminismo não se trata de rivalizar com os homens, nem de igualar as mulheres biologicamente a eles, mas de garantir direitos iguais sem deixar as nossas diferenças essenciais, que nos fazem tão especiais.

    Vocês concordam que mulheres devem receber o mesmo valor que homens, para realizar o mesmo trabalho?

    Mulheres devem ter direito a votar e serem votadas?

    Concordam que mulheres devem ser as únicas responsáveis pela escolha de suas profissões, e que essa decisão não pode ser imposta pelo Estado, pela escola e nem pela família?

    Concordam que mulheres devem receber a mesma educação escolar que os homens? Que cuidar das crianças deve ser uma obrigação de ambos, o pai e a mãe?

    Concordam que mulheres devem ter autonomia para gerir seus próprios bens? Que devem escolher se, e quando, se tornarão mães? Que mulheres não devem sofrer violência física, ou psicológica, por se recusar a fazer sexo ou por desobedecer seu pai ou marido? Que tarefas domésticas são responsabilidades dos moradores da casa, sejam eles homens ou mulheres?

    Concordam que devemos lutar por um país onde mulheres não sejam mortas por não quererem continuar em um relacionamento afetivo? Que deveriam haver mais representatividade feminina no meio político?

    Então, acham errado que as mulheres lutem por esses direitos? Ou acham que os homens vão dar prioridade para isso? Em um país onde passa propagandas de cerveja exibindo mulheres semi nuas como um produto? Onde uma mulher é estuprada a cada 4 minutos, e ainda levam como piada um relato do Alexandre Frota em rede nacional, onde ele praticamente estuprou uma mãe de santo?

    • Eduardo, concordo em partes com vc. Mas mulheres podem sim decidir quando querem ser mãe, mas não através do aborto como algumas feministas querem, mas através de contraceptivos que existem vários tipos. Eu por exemplo, me casei e não quis ter filho logo, mas evitei com remédios, até resolver engravidar.

    • Nem toda feminista concorda com o aborto Vanessa. Essa menina que falei, é cristã, e todas do grupo dela são cristãs e são contra o aborto. Mas elas se unem para lutar por causas, como a criação de uma delegacia para a mulher, em um lugar do interior do nordeste onde ainda é tido como “aceitável” o marido espancar a esposa se ela “merecer”, como eles dizem. Onde quem decide se ela vai “ficar prenha” é o marido, independente das escolhas dela. Onde os pais ainda só incentivam os filhos a estudar e trabalhar, enquanto as filhas só cuidar de casa. Essas sociedades machistas não só oprimem as mulheres, como ensinam elas desde meninas a aceitarem essa opressão. Até mesmo a mídia, inculca um padrão de beleza em vocês, determinando o que é bonito ou não, moldando vocês como se fossem bonecas, produtos para vender (é que eles fazem, vender), para vender cerveja exibem mulheres semi nuas, para vender carro, todo programa de televisão tem que ter mulher rebolando etc., feminismo não se resume a aborto, tem feministas e feministas.

      Que bom que você não passou por isso, que teve o direito de fazer suas escolhas, mas infelizmente essa não é a realidade de todas, e não é porque esses problemas não me afetam que não me sensibilizo, e que não me movimento para ajudar como posso.

      • VANESSA
        “Pois eh, na TV as mulheres são feitas de objetos sexuais, por isso não é estranho o aumento do estupro neste país!”

        Oi, amiga!
        As novelas da Globo falam que felicidade é ter mulher bonita, carro importado e muito dinheiro.
        As propagandas de cerveja mostram mulheres que só falta ficarem nuas.
        Nos desfiles de Carnaval, é pior ainda, indecência generalizada.

          • VANESSA

            Oi, querida amiga!
            Eu não posso nem ler ou ouvir sobre violências contra a mulher.
            Porque acabo sofrendo, como se eu estivesse lá.
            E sinto ódio do agressor por tal ato, por ter erguido a mão contra uma de minhas irmãs.

            Às vezes dá vontade de que o animal pague com a vida o ultraje.
            O homem que agride uma mulher, é a mim que ele agride, pois sou a defensora da honra e dignidade feminina.
            Vou te contar um caso, ocorrido há uns anos na Índia.

            É sobre uma comunidade pobre onde vivia um homem, uma best@ com aparência de gente, que já tinha atacado diversas mulheres, mas não ia preso.
            A polícia (todos homens) nada fazia.
            Prendia e no dia seguinte soltava.

            Aí um dia a sorte do infeliz acabou, pois ao ser preso novamente e levado para a delegacia mais próxima, mais de 50 mulheres invadiram a delegacia, armadas de facas afiadíssimas e cutel0s.

            Já viu uma faca de açougueiro em ação?
            E um cutel0 é usado para rasgar 0ssos.
            Elas se apoderaram do criminoso e…
            Nem vou contar o final, mas posso adiantar que foi um jeito nada agradável de morrer.

            E enquanto lia na revista essa reportagem, eu estava sorrindo, nenhum pensamento de pena, horror ou os tais “direit0s humanos”.
            Eu me senti, sabe como?
            Senti-me vingad@, é isso que senti, a satisfação pela horrível punição aos atos do infame es-tu-pra-dor.

            Não faz muito tempo vi na novela das 8 (para as 9) da Globo, um horrível caso de vi0lência sexu@l contra a mulher.
            A coisa foi tão feia que até da sala saí.
            Na manhã seguinte, ao chegar ao trabalho, tinha uns homens comentando aquela cena e…RINDO!!!!!!!!!!!!!! e fazendo piadinhas daquilo.

            Enfureci-me grandemente contra a atitude deles.
            Mas, afinal, são homens, né?
            E como a vítima era mulher, era como se eles estivessem aprovando.

            Lá na Arábia um dia uma mulher matou um homem.
            Pena de morte.
            E um homem matou uma mulher.
            Saiu livre e ainda foi cumprimentado.

    • Verdade Vanessa. Como dizia minha avó, “uma pouca vergonha danada”. Isso sem falar na ditadura da moda que, tenta enfiar na cabeça das meninas que aquelas magricelas são sinônimos de beleza.

  6. Kkkk Assim como se exibiu pra mim disfarçadamente Vanessa,aí o que deu,o Zeze quer saber detalhes da sua forma ,homem conhece mulher oferecida e exibida,nem adianta mais disfarçar dando má resposta

  7. Kkkk Assim como se exibiu pra mim disfarçadamente Vanessa,aí o que deu,o Zeze quer saber detalhes da sua forma ,homem conhece mulher oferecida e exibida,nem adianta mais disfarçar dando má resposta kkk

  8. Boa tarde.
    Se vocês verdadeiramente servir a Jesus Cristo vocês,não vão
    precisar se justificar pois Cristo vos justifica. Se a Bíblia é contra o aborto como vocês querem ser a favor? se a Bíblia é contra a prática de homens com homens mulheres com mulheres porque vocês querem mudar o plano de Deus?
    Por acaso vocês amam mais doque Deus?
    Leiam a Bíblia e a pratiquem.
    Que Deus tenha misericórdia de vocês.

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