Filme sobre a infância de Jesus deverá mostrá-lo operando milagres não relatados na Bíblia

18

A infância de Jesus Cristo será contada em um filme que estreará em breve nos cinemas, apresentando a história do Filho de Deus de um ponto de vista poucas vezes explorado pela cultura popular.

O filme se inspira no livro “The Young Messiah” (“o jovem Messias”, em tradução livre), escrito pela autora best-seller Anne Rice. O livro mescla os relatos bíblicos a respeito dessa época com pesquisas sobre os hábitos e costumes da região e ficção, supondo situações que se encaixem com a vida adulta de Jesus.

A autora, conhecida por títulos de ficção sobre vampiros, como “Entrevista com o Vampiro”, se identifica como uma cristã não-nominal comentou que o filme, assim como o livro, “apresenta uma história de ficção realista sobre o nosso Senhor”.

Para Anne Rice, a história escrita por ela “afirma e aceita o magnífico mistério da Encarnação”, e diz que suas fontes para a construção dessa ficção são a “história e os Evangelhos”. Um dos pontos polêmicos apresentados no filme é a operação de milagres por Jesus ainda na infância, coisa que não é narrada na Bíblia.


O diretor do filme, Cyrus Nowrasteh, comentou que a ideia do filme é apresentar uma suposição que não contradiga a vida e o ministério de Jesus: “Este novo título visa apresentar um retrato realista de Jesus como criança, coerente com o Jesus adulto revelado na Bíblia. Esperamos que as crianças sejam atraídas pela história do menino Jesus e que seja um filme edificante para toda a família”.

O longa-metragem estreia em março de 2016 nos Estados Unidos, aproveitando a Páscoa. De acordo com informações do Brea The Cast, o menino Jesus será interpretado pelo ator Adam Greaves-Neal. O ator Sean Bean, conhecido por trabalhos na saga “O Senhor dos Anéis” e na série de TV Game Of Thrones, participa do filme interpretando o general romano Severus, incumbido de encontrar o Messias para o imperador.

Assista ao trailer:

“The Young Messiah”

Assine o Canal

18 COMENTÁRIOS

  1. nada pode ser acrescentado a palavra viva que é Jesus, seu ministério começou aproximadamente no ano 34-35, e terminou no ano 37-38, antes disto ele não fez milagres.

  2. Gosto de filmes religiosos mas já estou com medo desses filmes feitos por grandes diretores e estúdios de Hollywood. Eles destorcem a história e os personagens. Veja o que fizeram com Moises e Noé, aquele virou um He-man com espada mágica que só faltava gritar “eu tenho a força !”, o outro um esquizofrenico. Não quero nem imaginar o que farão com Jesus . Na melhor das hipóteses vai virar super herói e entrar para os Vingadores !

  3. só pode ser um filme herege de um grupo herege católico pagão,ja que o próprio maldito papa vomitou que a morte de Cristo Jesus na cruz foi um fracasso,essas pestes só podem querem fazer piada com a bíblia.

    • edivan disse: “(…) ja que o próprio maldito papa vomitou que a morte de Cristo Jesus na cruz foi um fracasso (…)”.

      Resposta: Acalme-se com a sua imprecação desmedida, seu cão raivoso!

      “O Papa e a homilia do “fracasso” da Cruz: um evangélico inteligente explica”, O Catequista.

    • ISABELA O EDIVAN NAO MENTIU!

      EXPLIQUE VOCE A BLASFEMEA DO SEU MALDITO HEREGE PAPA!

      VIA VC COMENTANDO E PENSEI SER VC UMA IRMA EM CRISTO ME ENGANEI, ES UMA BESTA FERA ADORADORA DE OUTRA BESTA FERA DUAS CARAS!

      TEXTO: Homilia do
      Papa Francisco nas
      Vésperas com
      sacerdotes e
      religiosas em Nova
      Iorque
      NOVA IORQUE, 24 Set. 15 / 08:56
      pm ( ACI).- Após chegar à cidade
      de Nova Iorque, penúltima
      parada na sua viagem aos
      Estados Unidos, o Papa Francisco
      pronunciou uma homilia na
      oração das Vésperas com os
      sacerdotes, religiosas e religiosos
      de Nova Iorque na Catedral de
      São Patrício. Antes da homilia o
      Pontífice deu seus pêsames aos
      muçulmanos pela tragédia na
      Balance na Arábia Saudita onde
      faleceram mais de 700 pessoas.
      “Dois sentimentos tenho hoje
      para com nossos irmãos
      islâmicos. Primeiro, minha
      saudação por celebrar-se hoje o
      Dia do Sacrifício. Tivesse querido
      que minha saudação fora mais
      calorosa segundo os
      sentimentos, que é minha
      proximidade, minha proximidade
      ante a tragédia que seu povo
      sofreu hoje em Meca. Neste
      momento de oração, me uno,
      unimo-nos na prece a Deus
      nosso Pai Todo-poderoso e
      misericordioso.
      «Exultais de alegria, se bem que,
      por algum tempo, tenhais de
      andar aflitos por diversas
      provações» (1 Ped 1, 6). Estas
      palavras do Apóstolo lembram-
      nos uma coisa essencial: a nossa
      vocação é viver na alegria.
      Esta linda catedral de São
      Patrício, construída ao longo de
      muitos anos com o sacrifício de
      tantos homens e mulheres, pode
      ser um símbolo da obra de
      gerações de sacerdotes,
      religiosos e leigos americanos
      que contribuíram para a
      edificação da Igreja nos Estados
      Unidos. Só no campo da
      educação, quantos sacerdotes e
      consagrados tiveram um papel
      central neste país, ajudando os
      pais a dar aos seus filhos o
      alimento que os nutre para a
      vida! Muitos fizeram-no à custa
      de sacrifícios extraordinários e
      com caridade heróica. Penso, por
      exemplo, em Santa Elizabeth Ann
      Seton, que fundou na América a
      primeira escola católica gratuita
      para meninas, ou em São João
      Neumann, fundador do primeiro
      sistema de educação católica nos
      Estados Unidos.
      Nesta tarde, queridos irmãos e
      irmãs, vim rezar convosco, para
      que a nossa vocação continue a
      construir o grande edifício do
      Reino de Deus neste país. Sei que
      vós, como corpo sacerdotal,
      diante do povo de Deus,
      sofrestes muito num passado
      não distante suportando a
      vergonha por causa de muitos
      irmãos que feriram e
      escandalizaram a Igreja nos seus
      filhos mais indefesos… Com
      palavras do Apocalipse, digo-vos
      que estou ciente de que «vindes
      da grande tribulação» (cf. 7, 14).
      Acompanho-vos neste período
      de sofrimento e dificuldade; e
      também agradeço a Deus pelo
      serviço que realizais
      acompanhando o povo de Deus.
      Com o fim de vos ajudar a
      prosseguir no caminho da
      fidelidade a Jesus Cristo, deixai-
      me fazer duas breves reflexões.
      A primeira diz respeito ao
      espírito de gratidão. A alegria de
      homens e mulheres que amam a
      Deus atrai a outros; sacerdotes e
      consagrados chamados a sentir
      e irradiar uma satisfação
      permanente com a sua vocação.
      A alegria brota dum coração
      agradecido. É verdade!
      Recebemos muito, tantas graças,
      tantas bênçãos; e alegramo-nos.
      Far-nos-á bem repassar com a
      memória as graças da nossa
      vida. Memória da primeira
      chamada, memória do caminho
      percorrido, memória de tantas
      graças recebidas…, e sobretudo
      memória do encontro com Jesus
      Cristo em tantos momentos
      durante o caminho. Memória do
      encanto que produz em nosso
      coração o encontro com Jesus
      Cristo. Peçamos a graça da
      memória para fazer crescer o
      espírito de gratidão. Talvez
      convenha perguntar-nos: Somos
      capazes de enumerar as bênçãos
      que vieram sobre nós?
      A segunda reflexão tem a ver
      com o espírito de laboriosidade.
      Um coração agradecido é,
      espontaneamente, impelido a
      servir o Senhor e a abraçar um
      estilo de vida diligente. No
      momento em que nos damos
      conta de tudo aquilo que Deus
      nos deu, o caminho da renúncia
      a si mesmo a fim de trabalhar
      para Ele e para os outros torna-
      se um caminho privilegiado de
      resposta ao seu amor.
      E, no entanto, se formos
      honestos, sabemos quão
      facilmente pode ser sufocado
      este espírito de trabalho
      generoso e sacrifício pessoal. Há
      duas maneiras para isso
      acontecer, sendo ambas exemplo
      da «espiritualidade mundana»,
      que nos enfraquece no nosso
      caminho de serviço e degrada o
      enlevo do primeiro encontro com
      Jesus Cristo.
      Podemos ficar encastrados
      quando medimos o valor dos
      nossos esforços apostólicos pelo
      critério da eficiência, do
      funcionamento e do sucesso
      externo que governa o mundo
      dos negócios. Não digo que
      estas coisas não sejam
      importantes! Foi-nos confiada
      uma grande responsabilidade e
      o povo de Deus, justamente,
      espera resultados. Mas o
      verdadeiro valor do nosso
      apostolado é medido pelo valor
      que o mesmo tem aos olhos de
      Deus. Ver e avaliar as coisas a
      partir da perspectiva de Deus
      chama-nos para uma conversão
      constante ao primeiro tempo da
      nossa vocação e – nem é preciso
      dizê-lo – a uma grande
      humildade. A cruz mostra-nos
      uma maneira diferente de medir
      o sucesso: a nós cabe-nos
      semear, e Deus vê os frutos do
      nosso trabalho. E se, às vezes, os
      nossos esforços e o nosso
      trabalho parecem gorar-se e não
      dar fruto, estamos a trilhar a
      mesma via de Jesus Cristo; a sua
      vida, humanamente falando,
      acabou com um fracasso: o
      fracasso da cruz.
      Um novo perigo surge quando
      nos tornamos ciosos do nosso
      tempo livre, quando pensamos
      que rodear-nos de comodidades
      mundanas ajudar-nos-á a servir
      melhor. O problema, com este
      modo de raciocinar, é que pode
      ofuscar a força da chamada
      diária de Deus à conversão, ao
      encontro com Ele. Pouco a pouco
      mas seguramente vai diminuindo
      o nosso espírito de sacrifício, de
      renúncia e de laboriosidade. E
      afasta também as pessoas que
      padecem pobreza material,
      vendo-se obrigadas a fazer
      sacrifícios maiores do que os
      nossos. O repouso é uma
      necessidade, como o são os
      momentos de tempo livre e de
      restauração pessoal, mas
      devemos aprender a descansar
      de forma que aprofunde o nosso
      desejo de servir de modo
      generoso. A proximidade aos
      pobres, refugiados, imigrantes,
      doentes, explorados, idosos que
      sofrem a solidão, encarcerados e
      muitos outros pobres de Deus
      ensinar-nos-á outro tipo de
      repouso, mais cristão e
      generoso.
      Gratidão e laboriosidade: são os
      dois pilares da vida espiritual que
      desejava partilhar convosco
      nesta tarde. Agradeço-vos pelas
      orações, actividades e sacrifícios
      diários que realizais nos
      diferentes campos do vosso
      apostolado. Muitos deles são
      conhecidos apenas de Deus, mas
      dão muito fruto na vida da
      Igreja.
      De maneira especial, gostaria de
      expressar a minha admiração e
      gratidão às consagradas dos
      Estados Unidos. Que seria esta
      Igreja sem vós? Mulheres fortes,
      lutadoras; com aquele espírito de
      coragem que vos coloca na linha
      da frente a anunciar o Evangelho.
      A vós consagradas, irmãs e mães
      deste povo, quero dizer
      «obrigado», um «obrigado»
      grandíssimo… e dizer também
      que gosto muito de vós.
      Sei que muitos de vós estais a
      enfrentar o desafio que supõe a
      adaptação a um programa
      pastoral em evolução. Como São
      Pedro, peço-vos que, perante
      qualquer prova que tenhais de
      enfrentar, não percais a paz e
      respondei como fez Cristo: deu
      graças ao Pai, tomou a sua cruz e
      seguiu em frente.
      Queridos irmãos e irmãs, em
      breve cantaremos o Magnificat.
      Coloquemos nas mãos de Nossa
      Senhora a obra que nos foi
      confiada; unamo-nos a Ela
      agradecendo ao Senhor pelas
      grandes coisas que fez e pelas
      grandes coisas que continuará a
      fazer em nós e em todos aqueles
      que temos o privilégio de servir

      • Quando se prossegue na leitura de Atos, vê-se a perseguição brutal que os primeiros cristãos sofreram, em todos os lugares. Sabe-se que durante os três primeiros séculos, os cristãos foram ridicularizados, feridos, maltratados, perseguidos, despojados, exilados, aprisionados, acorrentados, torturados, arrastados pelas ruas, crucificados, queimados vivos, jogados aos leões.

        Por causa da fé, os primeiros cristãos enfrentaram tudo isso, até que no ano 313 Constantino resolveu oficializar o cristianismo. Os judeus, que se opunham aos cristãos, bem como outras religiões,
        foram obrigados por decreto a se tornarem cristãos. Obviamente, isto é um erro, pois a Palavra diz: “não por força e nem por violência, mas pelo meu Espírito” (Zacarias 4:6).

        No entanto, Constantino também aboliu todos os deuses do mundo antigo e seus templos foram transferidos para a administração da agora poderosa “igreja”, com patrocínio estatal. Começava aí a tão falada prostituição religiosa, a promiscuidade político/religiosa, o ressurgimento da antiga prática babilônica de misturar religião e estado, que a igreja católica nunca abandonou. Constantino imaginava estar fazendo um grande serviço
        para Deus, mas na verdade criou um monstro que nunca mais pode ser contido, e avacalhou muito o projeto de Deus para a Humanidade. Especula-se muito sobre suas razões, porém uma coisa é certa: sua conversão duvidosa le proporcionu aproveitar-se politicamente da situação. Até mesmo em concílios religiosos ele dava seu pitaco. 

        Em suma, Constantino fez todos se “converterem” por decreto, e chamou a essa agora enorme comunidade de “universal”, em grego katholikós – geral, universal, latinizado para catholicus. Esse era o projeto do imperador, uma religião
        global – algo que o futuro inimigo de Cristo também tentará fazer em breve. O poder dessa igreja foi dado aos sacerdotes mais próximos da corte, que logo buscaram ser os chefes de todos os outros.  Passando a denominar-se “o pai de todos” (em latim: “papa”), criaram uma espécie de “genealogia” que regredia trezentos anos. 

        Ou seja, para legitimar que estava assumindo a cadeira (“cathedra”, de onde derivou mais tarde a palavra “catedral”) não apenas por decreto imperial, os “papas” afirmaram ser os chefes da igreja porque eram “sucessores legítimos de Pedro”.
         Segundo essa teoria, Pedro teria sido o primeiro “papa”. Esta pretensão choca-se frontalmente com as palavras de Jesus em Mateus 23:9: “E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus”.

        Até hoje essa informação (a árvore genealógica ou “linha sucessória”) tem chegado ao mundo como se fosse não apenas a partir do ano 313, mas desde o primeiro século. Isso não é verdade. Atos 11:26 mostra que antes de 313 não havia igreja católica e, sim, Igreja Cristã. As pessoas que acreditavam em Cristo não eram católicas, mas cristãs! Se você ler todo o livro de
        Atos dos Apóstolos, que abarca o primeiro século, verá que em nenhum momento a igreja foi chamada de católica. Tudo isto está não só nos livros de religião, mas nos livros de História. A história do mundo nos explica como surgiu a igreja católica apostólica romana. Além do mais, o apóstolo Pedro foi um líder conhecido pelos cristãos primitivos, mas nunca foi de fato “papa”

        • Os inimigos da Igreja de Cristo, desesperadas quando denunciamos que suas seitas foram inventadas no ano de 1517, então vieram com mais esta mentira, aliás eles vivem da mentira para tentar destruir a Igreja Católica. Eles servem ao pai da mentira.
          Essa mentira de que Constantino fundou a Igreja Católica é tão torpe, que não engana nem uma criança. É só dar uma olhada na História da Igreja nos três primeiros séculos(não somente na história da igreja, mas da história em geral).
          A Igreja tem uma série ininterrupta de 267 Papas: De Pedro até Papa Francisco
          De Pedro até Constantino foram TRINTA E DOIS PAPAS !!!
          Então se Constantino fundou alguma Igreja…
          – De qual igreja foram os 32 papas antes dele ?
          – Se Constantino fundou alguma igreja, onde estão as provas…?
          – Onde está um só documento histórico comprovando?
          – Onde está o EDITO DO IMPERADOR Constantino ?
          O que Constantino fez foi dar liberdade de culto aos cristãos, através do Edito de Milão, 313. Esses falsários não são novidade….
          Bem disse São Paulo, que viria o tempo, em que as pessoas desviariam os ouvidos da verdade para aplicá-los às fábulas!
          Essa mentira demonstra mais uma vez que os perseguidores da Igreja Católica tem uma língua perigosa, agem de má fé, sobrevivem a custa da mentira e da calúnia, servem ao pai da mentira, são desprovidos de cultura e usam a Bíblia para benefício próprio.
          Estudem a História… Não tenham medo da Verdade que liberta! Aprofundem!
          “Aprofundar o conhecimento acerca da história é abdicar ao protestantismo”.
          John Henry Newman, ministro ex-protestante convertido ao catolicismo.

  4. HISTÓRIA GERAL

    Cristianismo: Religião passou de perseguida a oficial no Império Romano

    Fernanda Machado, Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
    31/07/2005 – 13h55

    Independentemente de termos ou não uma crença religiosa ou da religião que praticamos, conhecer a origem docristianismo é importantíssimo, pois essa doutrina tem influenciado a história da humanidade há 2.000 anos. As origens medievais das atuais nações europeias são essencialmente cristãs.

    Historicamente, os fatos que fundamentaram o cristianismo ocorreram durante o Império romano, nos últimos séculos da Idade Antiga, que se estendeu de aproximadamente 3.500 a.C. até 476 d.C.

    O cristianismo surgiu a partir da doutrina dos homens que seguiramJesus Cristo. Jesus foi um judeu que nasceu e morreu na região onde atualmente se situam a Jordânia e Israel, no Oriente Médio, território sob o domínio dos romanos no século 1.

    Como a maior parte do mundo ocidental até hoje segue o calendário cristão, o ano 1 de nossa era é justamente marcado pela data aproximada em que Jesus nasceu. O destaque dado a esse personagem histórico, nascido em Belém (cidade localizada no Reino da Judeia), deve-se ao fato de ele ser considerado por seus seguidores como o filho de Deus.

    Pedro, Paulo e a Bíblia

    Alguns judeus acreditaram que Jesus fosse o messias, ou seja, o enviado de Deus para redimir a humanidade, de que falavam seus textos sagrados. Outros não. Assim, as autoridades judaicas passaram a persegui-lo.

    Segundo os registros deixados por seus discípulos – que depois foram a base para a segunda parte do livro sagrado dos cristãos, a Bíblia – Jesus foi morto na cruz pelos seus perseguidores e teria ressuscitado, demonstrando seu poder divino. Essa crença no messias foi, portanto, alimentada para além da morte de Jesus e veio a se constituir numa religião.

    Os seguidores de Cristo, seus apóstolos (discípulos), como Pedro e Paulo, na década de 50 d.C. espalharam os ensinamentos e as histórias sobre Jesus em Roma e na Europa.

    Escreveram textos sobre a nova religião, que viriam a integrar o Novo Testamento, a segunda parte da Bíblia. A primeira parte, ou Velho Testamento, é o mesmo livro sagrado dos judeus, a Torá.

    Os fatos ali relatados foram sendo escritos no decorrer da história do povo judeu (hebreu), em mais de 4.000 anos. Esses livros tiveram como base os mitos e as lendas sobre o origem do mundo e acontecimentos vividos por esse povo.

    O que difere os judeus dos cristãos é que os primeiros não acreditaram que Jesus fosse o filho de Deus e os segundos, sendo judeus na origem, abandonaram sua religião e passaram a expandir a fé em Cristo para outros povos, fundando para isso uma nova igreja, chamada cristã.

    O surgimento da Igreja

    Os descendente dos apóstolos, que começaram a espalhar o cristianismo pelo mundo, eram chamados de patriarcas. Assim, as comunidades constituídas pelos apóstolos foram se perpetuando mesmo após a morte deles, fazendo o cristianismo se fortalecer como igreja.

    “Igreja” vem da palavra grega “eclésia”, que significa assembleia, representando, portanto, a reunião de homens que compartilham as mesmas ideias e práticas.

    Perseguidos pelos romanos durante séculos, os cristãos sofreram uma série de torturas. Foram acusados de incendiar Roma na época do imperadorNero (54 a 68).

    De maneira geral, era comum se queimarem os cristãos vivos ou fazê-los serem devorados por feras, à vista de todos, nas arenas dos circos romanos. Essa repressão tinha o propósito de evitar que o cristianismo continuasse a se expandir pelo Império.

    As ideias dos primeiros cristãos assustavam Roma porque eles não concordavam com a adoração ao imperador como deus vivo e pregavam igualdade entre os homens.

    Dessa forma, no decorrer dos séculos, essa religião de apelo popular foi conseguindo cada vez mais adeptos. Os romanos, então, acharam mais conveniente se aproximarem dela do que continuarem a persegui-la.

    Religião oficial de Roma

    Assim, em 313, o próprio imperadorConstantino converteu-se ao cristianismo e permitiu o culto dessa religião em todo o Império. Oitenta anos mais tarde, a história inverteu-se completamente. Em 391, o cristianismo não só se tornou a religião oficial de Roma, como todas as outras religiões pagãs passaram a ser perseguidas.

    A partir do momento em que o Império resolveu tornar a religião cristã oficial para os romanos e todos os povos por eles dominados no século 4, a Igreja cristã começou ganhar força, como uma instituição poderosa.

    Os patriarcas ou bispos do cristianismo estavam espalhados pelo Império Romano em várias cidades: Alexandria, Jerusalém, Antioquia, Constantinopla e Roma. Segundo ordenou o imperador em 455, o patriarca de Roma passou a ser, a partir de então, a autoridade máxima de Igreja, sob a denominação de papa.

    Católica, apostólica e romana

    Depois desse processo, a Igreja católica foi consolidando o nome que resume os seus objetivos: Igreja católica apostólica romana. Assim, ficou definido que essa instituição representa uma assembleia (igreja), seguidora dos apóstolos de Cristo (apostólica), com sede em Roma (romana), que deveria espalhar a fé para todo o universo (católica significa universal).

    Ainda em 325, o imperador Constantino havia promovido um encontro em Nicéa com autoridades eclesiásticas para definir as principais crenças e normas que deveriam nortear a conduta dos cristãos. Esse acordo foi chamado de Concílio de Nicéa e foi uma marco na constituição da religião católica.

    No entanto, a consolidação definitiva do poder dessa Igreja iria se dar nos séculos seguintes, a partir da Idade Média, que se inicia no século 5. O Império Carolíngeo (séculos 8 a 9) e ofeudalismo (principalmente séculos 8 a 11) proporcionariam espaço econômico e poder político para a Igreja Católica se constituir na principal instituição medieval.

    • Para sermos totalmente justos com os protestantes, iremos utilizar os critérios que são habitualmente e insistentemente defendidos por eles.
      Aliás, trata-se de apenas um único critério.
      E qual seria este critério?
      O critério “Sola Scriptura” de Lutero que em outras palavras significa “Só a Bíblia”.
      Como se sabe, os protestantes rejeitam a tradição apostólica e o magistério da Igreja. Pois bem, vamos ver se algum protestante pode responder as questões abaixo a partir da “Sola Scriptura”:
      Onde está na Bíblia que foi Constantino que fundou a Igreja Católica?
      Onde está na Bíblia que Lutero deveria consertar os erros da Igreja de Constantino?
      Onde está na Bíblia que após os consertos de Lutero, alguns protestantes deveriam permanecer com ele e outros deveriam fundar novas denominações para consertar também os erros de Constantino e do próprio Lutero?
      Aliás, Sr. Protestante, como é possível seguir um reformador de uma Igreja de Constantino?
      Sr.Protestante, o senhor rejeita a Igreja Católica, descartando que a mesma tenha sido fundada sobre Pedro por Jesus Cristo, mas tão e somente por Constantino e acaba por abraçar o seu pretenso reformador e sua pretensa reforma?
      Me dê o texto bíblico para esta aberração por favor.
      Para tentar responder a qualquer destas perguntas acima o protestante terá que sair da Bíblia necessariamente.
      Terá que dizer que leu, ouviu, pesquisou, etc…
      Mas o fato concreto é que terá que sair da Bíblia e inventar visões e revelações dos seus “ungidos”.
      Pela Bíblia o protestante não pode provar Lutero e nem o protestantismo.
      Pela Bíblia o protestante não pode provar a necessidade de qualquer da milhares de seitas que andam por aí.
      Na prática, o que estamos dizendo é que o protestantismo é contraditório em si mesmo.
      Meras doutrinas de homens. E nada além disto.
      O que impera no protestantismo ?
      Pode-se encontrar soberba ?
      Certamente.
      Pode-se encontrar orgulho ?
      Seguramente.
      Mas o que encontramos no protestantismo em 100% dos casos é o ACHISMO.
      “Eu acho que está certo.”
      “Eu acho que está errado.”
      Quem promoveu a reforma achou que a Igreja estava errada.
      Quem não ficou com Lutero achou que Lutero não estava completamente certo.
      Quem copiou de Lutero o Sola Scriptura achou que Lutero estava certo.
      Quem não ficou com Calvino achou que Calvino estava errado.
      Quem ficou com Wesley achou que ele melhor do que Lutero e Calvino.
      E também discordando da Bíblia, o protestante achou que Paulo estava errado e achou que deve desprezar as tradições.
      Achando ainda o protestante que Tiago estava errado também despreza as obras.

  5. Os protestantes, não raro, seguem o conselho de Voltaire: “Menti, menti, porque sempre fica alguma coisa!”É por isso que pessoas como você insiste em falar essas asneiras.
    Dizia Marcus Moreira Lassance Pimenta: “Ao ignorante, basta uma mentira bem contada para que a tenha como verdade. E ao sábio, não há mentira que o impeça de buscar a verdade”.
    “Cristão é meu nome e Católico é meu sobrenome. Um me designa, enquanto o outro me especifica.
    Um me distingue, o outro me designa.
    É por este sobrenome que nosso povo é distinguido dos que são chamados heréticos”.
    São Paciano de Barcelona, Carta a Sympronian, ano 375 D.C.
    O Protestante fanático diz: “A Igreja Católica foi fundada por Constantino.”
    O Protestante fanático diz: “Martinho Lutero foi indispensável para por fim a tirania de Roma.”
    Pergunta católica: Sr.Protestante, eternamente contraditório, por que você dá ouvidos ao Martinho Lutero que era tão e somente um frei da Igreja de Constantino ? Por que você copia deste frei as doutrinas do Sola Scriptura(Só a Bíblia) e Sola Fide(Só a fé), sabendo que ele pertencia a Igreja de Constantino que segundo você é a Babilônia ?

    • Vc esqueceu de falar nao foi constantino que oficializou , mas somente rm trezentos e noventa e dois , conquanto vc que tao acho conhecedora de historia , esta mui desinformada ha reforma começou por Savonarolla, Wycliffe , entre outros antes de LITERO , esqueceu fa noite de São Bartolomeu quando defenderes não sejas leviana , discorra a verdade o que vcs fizeram com John HUSS na fogueira noventa e pouco anos antes de lutero

DEIXE UMA RESPOSTA