Franklin Graham reage a projeto de mordaça, diz que homossexualidade é aberração e recebe críticas

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A censura imposta pelo discurso progressista vem se expandindo ao redor do mundo, e o mais novo episódio foi registrado nos Estados Unidos, com a proposição de uma lei que proibiria qualquer terapia ou abordagem que se dispusesse a mostrar uma alternativa à homossexualidade.

Nos Estados Unidos, o projeto que visa proibir a chamada “terapia de conversão”, chama-se oficialmente “Lei de Prevenção à Fraude Terapêutica”. A ideia é que psicólogos sejam proibidos de receber homossexuais incomodados com sua condição e interessados em tornar-se heterossexuais.

No Brasil, há uma medida semelhante, imposta pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP). Um projeto do deputado federal João Campos (à época do PSDB, atualmente no PRB), foi difamado pela mídia com o apelido pejorativo de “cura gay“.

A proposta era que, um psicólogo, se procurado por um homossexual aflito com sua orientação sexual, tivesse a liberdade de ajudar o paciente a entender sua angústia, pois a resolução do CFP hoje proíbe isso. A mídia, no entanto, se encarregou de enterrar o projeto fazendo pressão a partir de distorções.


Mordaça

A proposta foi feita por um parlamentar do Partido Democrata, e tem como objetivo, na prática, criminalizar qualquer orientação que ofereça alternativa a homossexuais, seja por parte de psicólogos ou por pastores, em sermões fundamentados na Bíblia Sagrada.

Ted Lieu, autor do projeto, eleito Califórnia, afirmou que “gays não são doentes e por isso não se pode oferecer ‘cura’”: “As pessoas LGBT nasceram perfeitas. Não há nada para tratar. Ao tentar determinar uma norma, comete-se uma fraude, por isso acabaremos fechando a maioria das organizações que tentam impor isso”, disse, em entrevista ao jornal Washington Post.

Reação

O pastor Franklin Graham, presidente da entidade missionária Samaritan’s Purse e também da Associação Evangelística Billy Graham, protestou contra o projeto de lei, e usou sua página no Facebook para defender a pregação cristã sobre o pecado que a homossexualidade representa.

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“Agora os democratas estão propondo um projeto de lei para proibir a terapia de conversão nos Estados Unidos, dizendo que as pessoas LGBT nasceram perfeitas. Na verdade, eles estão muito enganados. Todos nós nascemos imperfeitos, com uma natureza pecaminosa, mas somos amados por Deus que nos oferece perdão e plenitude por meio da fé em Seu Filho, Jesus Cristo”.

Graham foi além, e fez observações sobre a prática homossexual, “definida por Deus como pecado, uma abominação diante d’Ele”: “Há uma ‘terapia de conversão’ que funciona para todos os pecados, que é pedir a Jesus Cristo que entre em nosso coração. Ele pode transformar e curar nossas vidas, tornando-nos pessoas novas”, salientou.

“A Bíblia nos diz: ‘se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo’ (2 Coríntios 5:17)”, acrescentou o pastor, que obteve grande repercussão com sua publicação, com manifestações de apoio e também críticas, por ser considerado “conservador demais” por alguns de seus seguidores.

Essa cisão no meio cristão, com pessoas ficando contrárias à mensagem bíblica que ao longo de séculos foi consenso entre os seguidores de Jesus, é resultado da postura de igrejas de orientação liberal, que não aceitam falar contra a homossexualidade enquanto pecado, sob o argumento de que isso seria preconceituoso.

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